CONTRIBUIÇÃO À BIOLOGIA DA NIDIFICAÇÃO
DE HYMENOPTERA (APIDAE) EM TIJOLOS NA
REGIÃO DE JOINVILLE, SANTA CATARINA
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Contribuição à biologia da nidificação de Hymenoptera (Apidae) em tijolos na região de Joinville, Santa Catarina.

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Contribuição à biologia da nidificação de Hymenoptera (Apidae) em tijolos na região de Joinville, Santa Catarina.

  1. 1. CONTRIBUIÇÃO À BIOLOGIA DA NIDIFICAÇÃO DE HYMENOPTERA (APIDAE) EM TIJOLOS NA REGIÃO DE JOINVILLE, SANTA CATARINA Andressa K. G. dos Santos, Denise M. D. S. Mouga, Enderlei Dec, Manuel Warkentin, Juliane V. da Silva, Rogério Nunes Barbosa Universidade da Região de Joinville, Departamento de Ciências Biológicas, Joinville, SC. email: label@univille.br INTRODUÇÃO Abelhas são insetos que apresentam padrões variáveis de sociabilidade e a construção de um ninho é uma constante (de espécies solitárias a sociais). É local preparado, abrigo, local de postura e desenvolvimento de imaturos, estocagem de alimento e de interações sociais. Padrões de nidificação são característicos (família ou gênero) e importantes para a bionomia, descritivos legais de proteção às abelhas e avaliação do status de conservação das espécies. Faltam informações para espécies brasileiras LABEL Laboratório de Abelhas da UNIVILLE Ocupação dos ninhos M. segmentaria C. incertus Sem ativitade 9% 52% 39% RESULTADOS OBJETIVO Obter informações sobre biologia de nidificação e interações sociais em Halictinae e Apinaae não corbiculados, nidificantes frequentes em paredes de tijolos em Joinville/ SC. MATERIAIS E MÉTODOS Período: outubro/ 2012 a fevereiro/ 2013 Local: propriedade rural em Joinville, SC Clima Köppen: CFa Vegetação: Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas Ambiente: parede de tijolos maciços de barro vermelho (construção maio/ 1978), medidas 4 m x 3,10 m x 12 cm Situação: inúmeros orifícios ocupados por ninhos de diversas espécies de abelhas em área de 6,4 m² Procedimento: para todos os ninhos, numeração, identificação das espécies ocupantes, verificação do nível de agregação (Clark & Evans 1954). Após, seleção de 2 espécies, observação das atividades durante 11 dias (169 horas de esforço amostral) e seleção dos ninhos mais ativos para observação de atividades. DISCUSSÃO Agregação dos ninhos: filopatria da fundadora ou condições ótimas de substrato. Presença de machos: patrulhamento de recém eclodidas no local dos ninhos . Horários de atividade: aproximadamente similares à literatura que entretanto não relata carregamento. Parasitismo: já referido mas sucintamente. Ninhos: 305 Espécies: Caenohalictus incertus (Schrottky, 1902) (Halictini, Halictinae), Melitoma segmentaria (Fabricius, 1804) (Emphorini, Apinae), Leiopodus lacertinus (Smith, 1854) (Protepeolini, Apinae), Anthrax sp1 (Diptera). C. incertus:  118 ninhos ativos  Distância média entre ninhos: 8,16 cm;  83% dos ninhos na faixa chão-70 cm de altura;  Ninhos agregados (R=0,066, p<0,09);  Coletados e em movimento externo;  Saídas: 7-8 h. , entradas ;12:30-16:30 h.;  Saídas: indivíduos sem carregamento,  entradas: alguns com carga visível. M. segmentaria:  29 ninhos ativos  Distância média entre ninhos: 12,22 cm;  59,9% dos ninhos na faixa chão-90 cm de altura;  Ninhos agregados (R=0,004, p<0,02);  Coletadas apenas em movimento externo;  Saídas: às 04:30, duração média: 3 minutos;  Entradas: com carregamento de cor branca nas escopas até 9h. Após, horário, continuaram mas sem carregamento visível;  Fechamento de 14 ninhos entre 8-10 h que, em dias subsequentes, foram, alguns, reabertos; Leiopodus lacertinus ( ):  1 a 2 indivíduos, em todos os dias de observações, no período da tarde, em posição de espera (20 seg.-2 h.) na entrada de 14 ninhos de M. segmentaria;  Quando M. segmentaria, ocupante do ninho, saía, L. lacertinus entrava, permanência média: 1 min. Anthrax sp:  nascimentos (5 ocasiões).

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