PORTFOLIOJULIANO MACHADO
Juliano Ijichi MachadoContatojulianojim@hotmail.comFormação acadêmicaArquitetura e Urbanismo FAU USP (2007 - atual)Ativida...
AUP 148 PROJETO IIITRANSPOSIÇÃO DO RIO PINHEIROSBhakta KrpaJuliano MachadoLeonardo KlisLuis TavaresMarinho VellosoRio Pinh...
TRANSPOSIÇÃO DO RIO PINHEIROS MODELO ELETRÔNICO
A       B                                                                                                        3        ...
TRANSPOSIÇÃO DO RIO PINHEIROS IMPLANTAÇÃO E CORTES AA E BB     0     10     25
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HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ MODELO FÍSICO
HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ MODELO FÍSICO E MODELO ELETRÔNICO
RUA JOSÉ                                                                   PAULINO                                        ...
HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ PLANTAS E CORTE DA UNIDADE HABITACIONAL                                                           ...
HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ CORTE AA               -1          -4                           +8                      +5  0  10m
HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ CORTE BB        -4             -1                      +5                           +8  0  10m
AUP 152 PROJETO VISEMINÁRIO ESPAÇOS DA FAUDaniela Perre        Maria Fernanda Dias       Samir GouveiaJulia Mota          ...
SEMINÁRIO ESPAÇOS DA FAU PLANTA COTA -3m
SEMINÁRIO ESPAÇOS DA FAU CORTE PERSPECTIVADO E MAQUETE FÍSICA
AUP 152 PROJETO VIHABITAÇÃO NO BOM RETIROEliézer KangGeorges BorisJuliano MachadoMaria F. MiserochiO recuo do edifício de ...
RUA SÃO DOMINGOSHABITAÇÃO NO BOM RETIRO PLANTAS                                                     RUA MAJOR DIOGO       ...
HABITAÇÃO NO BOM RETIRO PLANTA PAVIMENTO TIPO  0  2m
HABITAÇÃO NO BOM RETIRO ELEVAÇÕES                                                                                   0   2m...
AUP 154 PROJETO VIIPRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃGeorges BorisJuliano MachadoRicardo NucciO projeto se divide em três se...
PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ MODELO FÍSICO
PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ MODELO ELETRÔNICO
PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ PLANTA COTA -2           B                                           B                C  ...
PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ PLANTA COTA +1,2                                                         AA          B   ...
PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ CORTES                                          O O 5m                                   ...
PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ CORTES           O                                              O           5m           ...
AUP 183 A ESTRUTURA NO PROJETO DOEDIFÍCIO REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIODO PARIEliézer KangGeorges BorisJuliano MachadoPara tenta...
REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI VISTA AÉREA                                                  A                            ...
REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI PLANTA TÉRREO                                                    A                        ...
REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI MODELO ELETRÔNICO
REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI CORTES E MODELO ELETRÔNICO                                           0                    ...
REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI MODELO ELETRÔNICO DO MÓDULO ESTRUTURAL
AUP 177 PROJETO DO EDIFÍCIO E DIMENSÃOURBANA HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADEJUNTO À ESTAÇÃO DE TREMEliézer KangJuliano Machado...
As conversas em grupo apontavam, então, que os espaço públicos seriam de vitalimportância para o projeto nesta construção ...
HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE MAQUETE ELETRÔNICA VISTA PRAÇA CULTURAL
B                                                                4                                                        ...
HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE PLANTA PISO ELEVADO COTA +5m              A                                                   ...
HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE CORTES  Corte BB                                     Corte AA
HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE PLANTA PAVIMENTO TIPO DOS EDIFÍCIOS 0 5m
HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE MAQUETE ELETRÔNICA EDIFÍCIOS
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Portfolio de Arquitetura com projetos desenvolvidos em disciplinas de graduação da FAUUSP entre 2007 e 2011

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  1. 1. PORTFOLIOJULIANO MACHADO
  2. 2. Juliano Ijichi MachadoContatojulianojim@hotmail.comFormação acadêmicaArquitetura e Urbanismo FAU USP (2007 - atual)Atividades acadêmicasBolsista da Rede SACI, projeto da PRCEU da USPrede de apoio a pessoas com deficiênciaárea de Comunicação Visual (agosto de 2009 - atual)Atributos práticosAutocad (intermediário), Illustrator (intermediário)Photoshop (intermediário), InDesign (intermediário)Sketchup (intermediário), maquetes de papelOutras experiênciasLevantamento da planta da Caixa Cultural da Praça da SéEstágio de 15 hrs pela Esquadra Arquitetos (abril de 2009)
  3. 3. AUP 148 PROJETO IIITRANSPOSIÇÃO DO RIO PINHEIROSBhakta KrpaJuliano MachadoLeonardo KlisLuis TavaresMarinho VellosoRio Pinheiros. Um articulador humano, delineador da cidade. Seu desenho configuraos limites de duas cidades: universitária e paulistana. Uma barreira. Em cada margem,desfigurada, duas cidades diferentes. Sobre o reto rio sem mais margens, edifica-sesua terceira, erguida para transpor as necessidades. Como um laço imaginário, une,perpendicular, os dois contextos. O que é uma margem: local de sossego, espaço parao pouso, acampamento após o desembarque, pausa para o itinerário, espaço de con-vívio, terra firme. A terceira margem surge suspensa, parte das cabeceiras, multiplica-das às duas cidades risca no céu e configura um novo eixo: as cidades não tem maislimites. A antiga ponte cidade universitária, obcecada pelo automóvel é esquecida,tanto pelo seu desgaste quanto pelo seu projeto inadequado. A prioridade foi dada aotranseunte que deseja fazer a ligação, além dos aspectos construtivos e qualitativos.Para isso, a nova transposição forma um novo plano, contínuo em nível, a 40m dedistância da ponte já existente. Saindo da Cidade Universitária, passando pela esta-ção da CPTM, pelo novo edifício criado no projeto e atinge a rua que vai até a praçapanamericana. A passarela criada, com 8m de largura, é a margem maior, de onde seestruturam os outros usos. Ela, em si, abriga o percurso de pedestres e ciclistas, numpasseio que aproveita as qualidades da paisagem e relaciona os dois lados de modocontínuo, não deixando de ser um espaço de convívio. Neste, haverá espaço para oacampamento: restaurante, banhos e SAMU, a terra firme proporcionada pela novapraça de convívio na antiga alça fechada. Além do ecoponto, que por estar em umaescala humana adquire papel educador. No outro extremo, na USP, há a Guarda Civil,banheiros e comércio. Na sobreposição da ponte com o o rio surge o ecoporto, emdois níveis: na própria ponte há a área de descarga de caminhões, dentro do carátersistêmico do transporte de cargas, para o nível do rio, onde fica o equipamento detriagem e transbordo para as barcaças. Onde as três margens se cruzam.Realizado no primeiro semestre de 2008Orientação de Alexandre Delijaicov
  4. 4. TRANSPOSIÇÃO DO RIO PINHEIROS MODELO ELETRÔNICO
  5. 5. A B 3 5 1 4 2 7TRANSPOSIÇÃO DO RIO PINHEIROS IMPLANTAÇÃO E CORTE LONGITUDINAL 6 8 A B 1 PRACA CABECEIRA: ELIMINCAO DA ALCA 5 ECOPORTO 2 SAMU / BANHOS / RESTAURANTE 6 CABECEIRA PRACA/ BANHO PUBLICO 0 5 10 50 3 ECOPONTO 7 GUARDA CIVIL 4 CPTM 8 CIRCULAR
  6. 6. TRANSPOSIÇÃO DO RIO PINHEIROS IMPLANTAÇÃO E CORTES AA E BB 0 10 25
  7. 7. AUP 150 PROJETO VHABITAÇÃO SOCIAL NA LUZJuliano MachadoLeonardo KlisLuis TavaresO projeto evolui do desejo marcante de ampliar o espaço público: invadir a quadra pormeio de galeria térrea e a elevação de um segundo pavimento comercial e público.Dessa maneira formou-se uma galeria comercial térrea que começa/termina alinhadaà entrada de outra galeria na rua José Paulino, dobra-se, paralela ao muro e vai atéo fim da rua Aimorés, onde surge um grande recuo da quadra. A cidade que aperta ospedestres vai ganhando dimensões mais agradáveis, menos suscetíveis ao esbarrão emais passível aos seus encontros. De frente à José Paulino um recuo de 5 metros e umaescadaria (ou arquibancada para a rua): o acesso para a praça elevada. Entendeu-se ogrande potêncial comercial da região, munida de infra-estrutura e tradição, decidiu-sepor ampliar sua área comercial num novo espaço elevado, com uma nova interpretaçãoda cidade e seus níveis. Essa praça serve ao comércio e possibilita visuais importantesda cidade, como a paisagem do sistema ferroviário, antes escondida atrás de um muro.Serve também como um espaço de transição entre o ritmo acelerado das ruas e ouniverso particular e introspectivo das habitações: como um primeiro degrau antes desua casa. Os dois volumes de habitação têm onze andares e surgem dessa praça el-evada recuados, para diminuir suas verticalidades para alguém que está na rua. Sãoduas lâminas, paralelas entre si que envolvem com suas passarelas o edifício mais altomantido no lote. Todos os apartamentos são acessados de uma passarela externa de 2metros de largura, que quebra o paradigma do corredor vazio e sem vida e pode servirde terraço, extensão da habitação. Entre blocos de apartamentos, as passarelas sealargam e invadem de um a dois módulos do edifício: um espaço inusitado sem funçãopredeterminada e pode amparar qualquer vontade dos moradores. Esses espaços tam-bém somam leveza ao conjunto quanto à suas fachadas, já que quebram a extensa hori-zontalidade da lâmina maior, por exemplo, num eixo visual importante da rua Aimorés.O edifício maior avança sobre a rua e apóia-se no muro de onde partirá a transposiçãoque vai unir parte da Luz, doando sua infraestrutura às necessidades da cidade.Realizado no primeiro semestre de 2008Orientação de Álvaro Puntoni
  8. 8. HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ MODELO FÍSICO
  9. 9. HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ MODELO FÍSICO E MODELO ELETRÔNICO
  10. 10. RUA JOSÉ PAULINO A A 0 0 +3 +4 -1 +9 B B B B -1 RIBEIRO DE LIMA +5 +7 +4 -1 +3HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ PLANTAS A A 0 10m TÉRREO COTA -1 PRAÇA ELEVADA COTA +5
  11. 11. HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ PLANTAS E CORTE DA UNIDADE HABITACIONAL B A A 0 B 10mPAVIMENTO TIPO 0 5mUNIDADES HABITACIONAIS
  12. 12. HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ CORTE AA -1 -4 +8 +5 0 10m
  13. 13. HABITAÇÃO SOCIAL NA LUZ CORTE BB -4 -1 +5 +8 0 10m
  14. 14. AUP 152 PROJETO VISEMINÁRIO ESPAÇOS DA FAUDaniela Perre Maria Fernanda Dias Samir GouveiaJulia Mota Marina Pereira Simon LetonduJuliano Machado Romullo Fontenelle Vinicius LibardoniMarcela SayegNa tentativa de criar uma integração entre o edifício existente da FAU e o edifícioonde atualmente se encontra o LAME, propomos a construção de uma praça no mesmonível do auditório, cercada pelos novos quatro edificios. O primeiro passo foi realocara marcenaria do LAME dentro do edifício de Artigas, em seu local inicial. Dessa formafica clara a intenção de reaproximar os alunos da prática. A própria praça, que uneos novos edifícios, abriga o canteiro experimental, dando importância central a essaatividade. Como a praça fica rebaixada, o canteiro ganha nova visibilidade, podendoser observado de cima e por todos os lados. Todos os edifícios são acessados pelapraça, tanto através da FAU como diretamente pela avenida, e possuem somente umnível, de forma que não são visíveis a partir da cota do estacionamento. Tanto ilu-minação, quanto ventilação ficam resolvidas devido as aberturas zenitais, que têmpapel estruturador do espaço interno, criando espaços de uso coletivo. Cada um possuium programa próprio, dividido conforme a atividade exercida em cada espaço. Ficamentão os laboratórios de professores em um, com salas coletivas para reuniões. Nopróximo decidimos manter parte do LAME, com máquinas utilizadas para metais. Logoao lado alocamos a gráfica, com algumas salas e espaços para trabalhos em grupo. Oquarto edifício abriga os setores administrativos que foram retirados do piso caramelo,abrindo aquele espaço para uma grande varanda, mesmo mantendo referencia aosantigos caixilhos que representam até hoje a hipertrofia deste setor. A ligação entrea FAU e a nova praça se dá através de uma passagem pela lateral do auditório, ondeatualmente se encontra, entre outras coisas, o almoxarifado. Nesse longo percursoimaginamos as empenas como uma grande galeria de exposição, que serve de apoioao auditório. O quadrilátero formado pelos quatro novos edifícios dão unidade as par-tes e de certa forma sugerem uma conversa entre elas. A idéia é voltar os olhos daprodução individual e coletiva para o desenvolvimento do canteiro, na busca de novastécnicas e novas relações.Realizado no segundo semestre de 2008Orientação de Alexandre Delijaicov e Wilson Edson Jorge
  15. 15. SEMINÁRIO ESPAÇOS DA FAU PLANTA COTA -3m
  16. 16. SEMINÁRIO ESPAÇOS DA FAU CORTE PERSPECTIVADO E MAQUETE FÍSICA
  17. 17. AUP 152 PROJETO VIHABITAÇÃO NO BOM RETIROEliézer KangGeorges BorisJuliano MachadoMaria F. MiserochiO recuo do edifício de 5 metros em relação à rua possibilitou a clara distinção entre aentrada do edifício residencial e a área de comércio, setorizando a entrada de veículose de pedestres no limite do lote, mais recuado e com um jardim meio nível abaixo quepossibilita a ventilação e iluminação natural da garagem.Acima do comércio há uma praça com playground, área gramada e bancos que pos-sibilitam a ventilação e iluminação zenital da área comercial e cria a marquise dopasseio coberto no piso térreo. Da rua São Domingos fica claro o caráter público dolocal; a rampa com parte gramada convida o pedestre a usufruir do programa contidona praça. A ampla área livre cercada de bancos é também um estímulo à criança voltara brincar no espaço público.No pavimento tipo, uma grande área coletiva para as duas unidades de cada andar; acriança que ainda não tem idade para ficar na praça pode brincar com o vizinho nestelocal, que também é o bicicletário das unidades e tem um depósito para uso dos mo-radores de cada pavimento.A unidade foi criada a partir do conceito do casco universal, onde a sala não é maispassagem, é remanso. Usando a rótula é possível acessar qualquer cômodo sem inter-ferir em outro ambiente. É muito comum a família receber uma visita que vai dormirno apartamento por uma noite, ou um parente que vai morar lá por um tempo, por issoa importância da sala ser um remanso, podendo de noite virar um dormitório quandonecessário. No quarto da fachada sul e na cozinha faz-se uso do peitoril ventilado, quegarante a entrada de ar constante na unidade, devido a ascenção do ar mais quente nafachada norte e isola acusticamente estes ambientes.A sala tem a vista privilegiada da esquina, onde a visão pode percorrer a Rua SãoDomingos e a Major Diogo.Realizado no segundo semestre de 2009Orientação de Milton Braga e Rodrigo Queiroz
  18. 18. RUA SÃO DOMINGOSHABITAÇÃO NO BOM RETIRO PLANTAS RUA MAJOR DIOGO 0 2m TÉRREO COTA 0 PRAÇA ELEVADA COTA +3
  19. 19. HABITAÇÃO NO BOM RETIRO PLANTA PAVIMENTO TIPO 0 2m
  20. 20. HABITAÇÃO NO BOM RETIRO ELEVAÇÕES 0 2m ELEVAÇÃO SÃO DOMINGOS ELEVAÇÃO MAJOR DIOGO
  21. 21. AUP 154 PROJETO VIIPRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃGeorges BorisJuliano MachadoRicardo NucciO projeto se divide em três setores, definidos por volumes distintos e claros em suafunção. A implantação destes edifícios cria um generoso passeio público, resultado dogrande recuo destes em relação à Vital Brasil. Uma passarela metálica cruza os edifí-cios, integrando-os, tornando-se assim o elemento estruturador do projeto.O restaurante fica semi-enterrado próximo ao terminal, onde há o maior fluxo de pe-destres, criando-se assim uma praça suspensa em sua cobertura, também um grandeacesso à passarela, e uma praça rebaixada, onde o restaurante e as quadras esporti-vas dão vida a este amplo espaço público.A grande cobertura curva no centro do terreno abriga o sistema esportivo, onde a pas-sarela divide o setor da piscina e o setor do ginásio. Acima da passarela ficam as salasde ginástica.Na ponta oeste do terreno está o prédio cultural. Rampas criam um percurso pelosprogramas do edifício (a biblioteca, as salas culturais e o auditório) e são também oelemento marcante de sua fachada leste. As salas culturais se abrem visualmentepara o passeio público na fachada oeste, onde o transeunte pode observar as aulas dedança e teatro. A cultura, assim, passa a fazer parte do cotidiano de quem passa porlá, estimulando também o observador à prática destas atividades.Entre os prédios da cultura e do esporte, semi-enterrada, há uma praça, integrada como café e a biblioteca. Os acessos principais ao pavimento semi rebaixado se dão porescadas-rampas, cujas generosas dimensões convidam o pedestre a usufruir de umespaço público vivo, porém com um ritmo menos corrido que o das ruas.Realizado no primeiro semestre de 2010Orientação de Marcos Acayaba
  22. 22. PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ MODELO FÍSICO
  23. 23. PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ MODELO ELETRÔNICO
  24. 24. PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ PLANTA COTA -2 B B C C rua mmdc av. vital brasil D D AA O 10m
  25. 25. PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ PLANTA COTA +1,2 AA B B C C D D AA O 10m
  26. 26. PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ CORTES O O 5m 10mCORTE BB CORTE AA
  27. 27. PRAÇA DE EQUIPAMENTOS NO BUTANTÃ CORTES O O 5m 5mCORTE DD CORTE CC
  28. 28. AUP 183 A ESTRUTURA NO PROJETO DOEDIFÍCIO REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIODO PARIEliézer KangGeorges BorisJuliano MachadoPara tentar abordar um problema como um salão de eventos no pátio do Pari nosdeparamos com um entorno complexo, com vida própria já bastante ativa. A Feirada madrugada trazendo muitos visitantes para o terreno, contando com aproxima-damente 300 ônibus diários vindos de várias cidades diferentes para fazer compraralis e nas redondezas. Notamos também as péssimas condições de transposiçõesurbanas, causadas por barreiras infraestruturais como a linha do trem, a avenida doestado além do próprio rio do Tamanduateí. Para tentar aborda-los tais problemas ( au-mentados pelo programa proposto da disciplina, cuja presença aumentaria ainda maisa utilização daquele terreno mal servido de acessos ) propomos uma nova estaçãoferroviária utilizando-se da linha que já cortava o terreno, diminuindo assim a neces-sidade da chegada por transportes rodoviários aos programas do projeto. Para tentarfazer com que a feira da madrugada funcione em conjunto com o novo salão de even-tos, foi criado uma estrutura única, reinterpretada para cada caso do terreno, ligando-se pela própria estação de trem, o que faz com que tudo funcione como um sistema enão como forças independnetes e até conflituosa, devido ao diferente tipo de públicoentre os dois equipamentos. A praça foi rebaixada, tornando-se como uma baixadaentre os dois prédios, passando por baixo da linha de trem, de modo que o projeto aabraça e a torna um objeto de contemplação, com seu livre acesso por baixo o queantes era uma barreira urbana se torna um objeto estruturador de acessos para ambosos lados. O terreno foi loteado nos seus limites, tornando o projeto mais inserido namalha urbana porém ainda deixando uma imensa área livre externa, que pode serusada tanto para eventos públicos como para estacionamento da feira nos dia-a-diarecebendo sua enorme quantidade de veículos, que o grupo acredito que, devido aserem normalmente de outras cidades e estados, continuaria a existir independenteda nova estação de trem que seria utilizada por um uso mais local da região metropolitana.Realizado no segundo semestre de 2010Orientação de Marcos Acayaba
  29. 29. REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI VISTA AÉREA A B B A Vista Aérea 0 50m
  30. 30. REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI PLANTA TÉRREO A B B A Planta térreo 0 50m
  31. 31. REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI MODELO ELETRÔNICO
  32. 32. REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI CORTES E MODELO ELETRÔNICO 0 0 10m 10m corte BB corte AA
  33. 33. REESTRUTURAÇÃO DO PÁTIO DO PARI MODELO ELETRÔNICO DO MÓDULO ESTRUTURAL
  34. 34. AUP 177 PROJETO DO EDIFÍCIO E DIMENSÃOURBANA HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADEJUNTO À ESTAÇÃO DE TREMEliézer KangJuliano MachadoLia NaomiLidia HisaeTendo em vista o desafio de abrigar um grande número de habitantes em um trechomuito importante da cidade (perto da estação de trem da mooca) , a primeira preocupa-ção do grupo foi promover uma vida em sociedade. Partindo desse conceito, a primeiradecisão foi por criar uma segunda camada de espaço público, uma rua elevada, priori-zando o pedestre, numa laje sobre as quadras abertas de comércio. Ou seja, o pedestrevindo da estação do expresso tiradentes sobe na rua elevada e caminha ininterrupta-mente até a estação de trem da mooca sem a interferência do automóvel, já que arua elevada passa por cima do fluxo de automóveis. Nas duas pontas deste eixo decirculação há dois amplos espaços públicos; mais perto do rio tamanduateí, a praça domemorial da cerveja (homenageando o passado do terreno, onde estavam as fábricasda Antártica), onde há uma verdadeira praia urbana em que o as águas do rio Taman-duateí entram no terreno do projeto, criando um lago de retenção de águas pluviais,auxiliando na drenagem urbana, e criando um distanciamento entre a praça e a aveni-da do estado, tão opressora ao pedestre. No térreo, o comércio está voltado tanto paraa rua quanto para pátios internos nos miolos de quadra que se interligam por galeriasgarantindo fluidez no passeio do pedestre. Preocupados com a relação com o entorno,de gabarito bastante baixo, procuramos escalonar a altura dos edifícios, que se colo-cam mais baixos próximos à área mais residencial do entorno, e mais altos em relaçãoa área predominantemente industrial. Nos edifícios mais altos, a cada 10 andares,há um pavimento inteiro livre para ser usado como espaço coletivo pelos moradores.A intenção era retomar nos andares mais elevados a algo semelhante com a relaçãoque os andares mais baixos têm com a rua e o espaço público que eles compartilham.O viário desenha dois eixos principais de circulação, fazendo a ligação entre a estaçãode trem e a Avenida do Estado (onde se localiza uma estação do Expresso Tiradentes)em um, e conectando a área ao entorno comercialmente mais ativo à área de maiordensidade populacional do projeto.Realizado no segundo semestre de 2010Orientação de Bruno Padovano e Rosana Miranda
  35. 35. As conversas em grupo apontavam, então, que os espaço públicos seriam de vitalimportância para o projeto nesta construção de um conceito comunitário. Para isso, osespaços de convivência foram construídos e trabalhados em diversas escalas:- Os espaços e equipamentos públicos de uma escala maior, voltados também para oentorno próximo, carente desse tipo de estrutura: uma grande praça, um centro cul-tural (o memorial da cerveja), uma escola de maior porte (com primeiro e segundo grau)e um posto de saúde.- A do público-local, presente nos diversos equipamentos instalados sob a projeçãodos edifícios, na rua elevada. Espaços sem um controle de acesso formal (na prática,públicos, portanto), mas de uso voltado para os habitantes dos edifícios e do seu entor-no: quadras esportivas, academias abertas, salões de jogos, playgrounds, lavanderiascoletivas, espaços de estar, creches- A do coletivo, presente nos “jardins” que dão acesso a cada apartamento, um espaçoamplo que o habitante divide com seu vizinho.Essas diferentes escalas criam uma transição de ritmos na vida de cada morador quelá reside. Ele está na rua, com o ritmo acelerado do comércio, das compras, dos carrospassando. Sobe na rua elevada, um ritmo mais calmo, mas com muita vida; ainda hácomércio, ele vê os moradores de seu prédio na academia aberta, no salão de jogos,passa na creche e pega seu filho. Entra no prédio e sobe para o andar onde mora, vêseu vizinho fumando um cigarro no jardim coletivo e o cumprimenta. Entra no aparta-mento e já está no ambiente introspectivo do lar.
  36. 36. HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE MAQUETE ELETRÔNICA VISTA PRAÇA CULTURAL
  37. 37. B 4 3 A 5HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE PLANTA TÉRREO 2 1 Comércio 1 - Estação Exp. Tiradentes B 2 - Museu da cerveja A 3 - Escola Fundamental e Médio 4 - UBS 5 - Estação de trem Mooca 0 50m
  38. 38. HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE PLANTA PISO ELEVADO COTA +5m A B B A 0 50m
  39. 39. HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE CORTES Corte BB Corte AA
  40. 40. HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE PLANTA PAVIMENTO TIPO DOS EDIFÍCIOS 0 5m
  41. 41. HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE MAQUETE ELETRÔNICA EDIFÍCIOS
  42. 42. 2 3 1 6 1 2HABITAÇÃO DE ALTA DENSIDADE DETALHE DE DUAS QUADRAS DO PISO ELEVADO 5 7 4 1 2 1 6 7 1 1 Legenda 4 1-Entrada do edifício 5 2-Salão de jogos 3-Creche 4-Lavanderia coletiva 7 5-Academia aberta 6-Playground 7-Comércio
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