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03 linguagem ladder instrucoes de bit
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  • 1. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-1 Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Índice: 1 Geral :......................................................................................Erro! Indicador não definido. 1.1 O que é o LADDER? .............................................................................................................2 1.2 O Objeto de Programação: ......................................................................................................2 2 Instruções LADDER:...............................................................................................................3 2.1 Geral:..................................................................................................................................3 3 Instruções da linguagem LADDER: ........................................................................................4 3.1 Instruções como Elementos de contato sem endereço: ..................................................................4 3.2 Instruções e Elementos com Endereço: ......................................................................................4 3.3 Instruções e Elementos de contato com Endereço e Valor:.............................................................4 3.4 Caixas com Parâmetros: .........................................................................................................5 3.5 Parâmetros de Habilitação da Entrada (EM) e Habilitação da Saída (ENO):......................................5 3.6 Funcionamento das entradas EM e ENO: ...................................................................................6 3.7 Restrições para Caixas e Bobinas:.............................................................................................6 3.8 Áreas de memória e suas Funções:............................................................................................6 3.9 Ranges das áreas de memórias: ................................................................................................6 4 Memória Retentiva:..................................................................................................................9 4.1 Usando a NVRAM: ...............................................................................................................9 5 Lógica Booleana e Tabela Verdade .......................................................................................10 5.1 Fluxo de energia:.................................................................................................................10 5.2 Contato Normalmente Aberto: ...............................................................................................10 5.3 Contato Normalmente Fechado: ............................................................................................11 6 Instruções de Bit Lógico: .......................................................................................................12 6.1 Geral:................................................................................................................................12 6.2 Contato Normalmente Aberto: ...............................................................................................13 6.3 Contato Normalmente Fechado: .............................................................................................14 6.4 Saída de bobina de Relê:.......................................................................................................15 6.5 Relê de memória de retenção: ................................................................................................16 6.5.1 Relê de SET memória de retenção: ........................................................................16 6.5.2 Rele de RESET de memória: ..................................................................................16
  • 2. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-2 1 Geral: 1.1 O que é o LADDER? LADDER é Lógica de Relê. LADDER é uma linguagem de programação gráfica. A sintaxe das instruções é semelhante a um diagrama de circuito. Com Lógica de Relê, o técnico pode seguir o fluxo da energia entre ramos do circuito das entradas, saídas, e instruções. A linguagem de programação LADDER tem todos os elementos necessários para a criação um programa completo. A programação LADDER permite ao programador estruturar a sua programação claramente. A programação LADDER permite ao técnico estruturar a sua programação claramente através de caixas de Funções e Blocos de Funções. Estruturar um programa consiste em: Dividir um programa de estrutura mais complexa em pequenos programas de estrutura mais simples. As estruturas simples são programadas em objetos criados pelo programador, tipo Blocos de Funções ou caixas Funções. 1.2 O Objeto de Programação: O objeto de programação LADDER é uma parte integrante do software STEP 7. Isto significa que é instalada junto com o software STEP 7, toda a função do editor, do compilador, e teste (debug) para LADDER está disponível após a instalação do programa STEP 7. Há três linguagens de programação no software standard, STL, FBD, e LADDER. STL é a linguagem escrita na forma de um editor de instruções, nos moldes de linguagem de alto nível como o “BASIC” ou a linguagem de programação “C”. FBD é uma linguagem gráfica em que o técnico programador usa funções lógicas na forma de blocos, permitindo-lhe montar circuitos de forma semelhante a um circuito eletrônico digital. LADDER significa lógica de relê, é um dos processos mais usados na programação do CLP. Este também é um tipo de linguagem gráfica, em que o técnico programador desenha o programa como se estivesse desenhando um circuito elétrico. O técnico programador pode converter um programa de uma linguagem para outra quase sem restrição, e escolhe o idioma mais apropriado para um bloco particular que esteja programando. Se o programa for escrito em LADDER ou FBD, ele sempre pode ser trocado para a Representação STL. Se o programa for escrito em LADDER podem ser convertidos em FBD e vice-versa, no entanto nem sempre esta conversão pode ser feito, elementos de programa que não podem ser representados na linguagem de destino são exibidos em STL. A entrada das variáveis do bloco de dados, que trabalham bancos de dados, pode ser feita de forma simples com o ajuda de janelas de edição.
  • 3. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-3 2 Instruções LADDER: 2.1 Geral: Instruções LADDER consistem em elementos e caixas que estão conectados graficamente formando redes (Network) de um circuito elétrico. As funções lógicas são tratadas como circuitos elétricos contendo elementos do tipo contatos e caixas contendo circuitos especiais, estas caixas possuem conexões de entrada e saída. Um endereço é a descrição na programação LADDER que relaciona a instrução lógica, na forma de contato ou caixa, com um endereço da memória interna do CLP. Esta memória estar relacionada com o borne de entrada ou de saída do CLP. Do ponto de vista do endereço existem instruções de entrada e de saída, a instrução de entrada lê o dado da memória e a instrução de saída escreve o dado na memória. Mais tarde veremos como endereçar corretamente uma instrução na linguagem STEP 7. O CLP possui memória interna como um computador são registradores que armazenam dados de operações lógicas e matemáticas. Existe um registrador chamado de status que armazena uma palavra onde os bits dão informações sobre como a instrução se desenrolou. No registrador Status existe um bit muito importante chamado de RLO (Resultado Lógico da Operação) que, armazena o resultado lógico do fluxo lógico ao longo do circuito da network. Como em um circuito lógico o que percorre o circuito é a corrente elétrica, na lógica LADDER o que percorre o circuito é o Fluxo de Energia Lógico. O fluxo de energia percorre o circuito da esquerda para a direita e de cima para baixo, o programador deve imaginar que a fonte de alimentação do circuito está a esquerda da network.
  • 4. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-4 3 Instruções da linguagem LADDER: Existem dois tipos de instruções na linguagem LADDER, uma representando contatos de relê, outro representando um circuito completo chamado de caixa de programação, como um circuito estas caixas possuem linhas de entradas e saídas. O programador pode usar caixas prontas , que a linguagem STEP7 já oferece pronto ou criar as suas próprias caixas. Os elementos de contato e caixas podem ser classificados nos seguintes grupos: 3.1 Instruções como Elementos de contato sem endereço: O STEP 7 representa algumas instruções lógicas LADDER como elementos de contatos individuais que não precisam de nenhum endereço ou parâmetros. Neste caso o contato executa uma função interna do programa. No exemplo abaixo é mostrado uma instrução deste tipo. Elemento Nome Observação Inversora. Endereço de memória Interna. 3.2 Instruções e Elementos com Endereço: STEP 7 representa algumas instruções lógicas LADDER como elementos individuais para o qual o técnico programador precisa entrar com um endereço. Elemento Nome Observação Contato normalmente Aberto. Endereço da instrução de entrada de dados. 3.3 Instruções e Elementos de contato com Endereço e Valor: O STEP 7 representa algumas instruções lógicas LADDER como elementos de contatos individuais para o qual o técnico programador precisa entrar com um endereço e um valor (tais como contadores e temporizadores). Elemento Nome Observação Bobina de temporizador ON-Delay. <End> Endereço da instrução (T1). valor indica o tempo do atraso.
  • 5. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-5 3.4 Caixas com Parâmetros: STEP 7 representa algumas instruções lógicas LADDER como caixas parametrizáveis. Linhas indicam entradas e saídas dos parâmetros. As entradas estão no lado esquerdo da caixa; as saídas estão à direita das caixas. As entradas identificam os parâmetros de entrada da caixa. Os valores dos parâmetros de saída, são determinados pelo resultado da lógica das caixas. O programador preenche estas conexões com as variáveis do programa STEP 7 onde ele armazenará estas informações para poder usar em outro local do programa. Para introduzir os parâmetros de entrada, o programador tem que usar a anotação especificada da caixa, com o mesmo tipo da variável declarado dentro da caixa, para que o programa aceite a entrada dos dados. Caso o programador especifique um dado de entrada diferente do declarado na caixa, o programa indicará um erro de programação, sublinhando a variável e mudando a sua cor normalmente para vermelho. O princípio da parametrização da entrada de habilitação (EN), e habilitação da saída (ENO) são explicados mais adiante. Exemplo de caixa de instrução que executa a operação matemática da divisão: 3.5 Parâmetros de Habilitação da Entrada (EM) e Habilitação da Saída (ENO): Quando o fluxo lógico ativa a entrada (EN) de uma caixa LADDER esta executa a função programada. Se a caixa conclui a execução da sua função sem erro, a saída (ENO) é ligada e o fluxo lógico é passado para a próxima instrução do circuito, se a caixa não consegue executar a instrução, então a saída (ENO) se mantém desligada interrompendo o fluxo lógico. Os parâmetros que o programador pode usar em uma caixa lógica LADDER que possuem EN e ENO, são do tipo de dados BOOL (dados do tipo booleano possuem a forma de bit 0 ou 1) e pode estar ser declarados como área de memória do tipo I, Q, M, D, ou L. Onde I são entradas, Q são saídas, M são endereços internos de memória auxiliar, D são dados de um banco de dados interno, L são endereços Locais de memória usados dentro de uma Função ou Bloco.
  • 6. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-6 3.6 Funcionamento das entradas EN e ENO: EN e ENO funcionam de acordo com os seguintes princípios: • _ Se EN não é ativado pelo fluxo lógico (quer dizer, se tem um estado lógico 0), a caixa não executa a sua função e ENO não é ativado (quer dizer, também tem um estado lógico 0). • _ Se EN é ativado (quer dizer, se tem um estado lógico 1) e a caixa para o qual EN pertence executa sua função sem erro, ENO também é ativada (quer dizer, também tem um estado lógico 1). • _ Se EN é ativado (quer dizer, se tem um estado lógico 1) e um erro acontece enquanto a caixa (para a qual pertence EN ) estiver executando sua função , ENO não é ativado (quer dizer, seu estado notável é 0). 3.7 Restrições para Caixas e Bobinas: O programador não pode colocar uma caixa ou uma bobina em uma lógica LADDER diretamente à esquerda como primeiro elemento do circuito. As instruções de Comparação são exceções. 3.8 Áreas de memória e suas Funções: A maioria dos endereços em LADDER relaciona uma área de memória. A tabela seguinte mostra os tipos e suas funções. Se a instrução for de saída, ela irá alterar o valor do endereço da área de memória especificado na instrução. Se a instrução for de entrada, ela irá ler o valor contido na área de memória especificada na instrução. 3.9 Ranges das áreas de memórias: Abaixo são listados os máximos ranges de valor de endereço para várias áreas de memória.. Para a gama de endereço possível com sua CPU, recorra ao Manual de CPU S7-300 apropriado.
  • 7. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-7 Tabela com a descrição das áreas de memória: Nome Área de memória Área de função Tamanho da palavra de a cesso a área de memória. Abreviatura Processo-imagem Entrada PII No começo do ciclo de varredura, o operando faz leituras das entradas e registra os valores nesta área. O programa ira usar estes valores em seu processo cíclico. Input bit Input byte Input word Input double word I IB IW ID Processo-imagem Saída PIO Durante o ciclo de varredura, o programa calcula os valores das saída e os coloca nesta área. Ao final do ciclo de varredura, o sistema operacional, faz a leitura dos valores contidos nesta área e os envia aos bornes do CLP. Output Output bit Output byte Output word Output double word Q QB QW QD Memória de Bit . Esta área serve para armazenar momentaneamente os resultados calculados no programa. São conhecidas como memórias auxiliares. Memory bit Memory byte Memory word Memory double word M MB MW MD I/O: Entrada externa I/O: Saída externa Esta área permite ao programa ter direto acesso às entradas e saídas dos módulos periféricos do CLP, como contadores rápidos, temporizadores, módulos analógicos etc.. Peripheral input byte Peripheral input word Peripheral input double Peripheral output byte Peripheral output word Peripheral output double PIB PIW PID PQB PQW PQD Timer (Temporizador) São funções da programação LADDER interna. Esta área serve para armazenar o valor dos temporizadores. Nesta área, o relógio do temporizador é atualizado através de decremento do valor do tempo. Instruções de temporização acessam esta célula. Timer (T) T Counter (contador) Contadores são elementos de programação LADDER. O programa usa esta área para armazenar o valor da contagem. As instruções de contagem acessam esta área. Counter (C) C Bloco de dados Esta área contém dados que podem ser acessados de qualquer bloco. Se o técnico precisar ter dois blocos de dados diferentes abertos ao mesmo tempo, ele pode abrir um com a declaração" OPN DB" e um com a declaração" OPN DI." A anotação dos endereços, por exemplo L DBWi e L DIWi, determina o bloco de dado a ser acessado. Enquanto o técnico pode usar a declaração " OPN DI" para abrir qualquer bloco de dados, o uso principal desta instrução é abrir blocos de dados de instancia que são associado com blocos de função (FBs) e blocos de função de sistemas (SFBs). Para mais informação sobre FBs e SFBs, veja o STEP 7 Online Help. Bloco de dados abertos com as instruções: "OPN DI": Data bit Data byte Data word Data double word DIX DIB DIW DID
  • 8. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-8 Áreas de memória e as ranges seus de Endereços: Nome da Área Acesso para a Área Range de máximo Endereço Unidade : Abreviatura Range de Endereço de máximo: Entrada Input bit Input byte Input word Input double word I IB IW ID 0.0 to 65,535.7 0 to 65,535 0 to 65,534 0 a 65,532 Saída. Output bit Output byte Output word Output double word Q QB QW QD 0.0 to 65,535.7 0 to 65,535 0 to 65,534 0 to 65,532 Bit de memória interna. Memory bit Memory byte Memory word Memory double word M MB MW MD 0.0 to 255.7 0 to 255 0 to 254 0 to 252 I/O Periférico: Entrada externa. Peripheral input byte Peripheral input word Peripheral input double word PIB PIW PID 0 to 65,535 0 to 65,534 0 to 65,532 I/O periférico: Saída externa. Peripheral output byte Peripheral output word Peripheral output double word PQB PQW PQD 0 to 65,535 0 to 65,534 0 to 65,532 Temporizador Timer (T) T 0 to 255 Contador Counter (C) C 0 to 255 Bloco de Dado Bloco de dados abertos com a instrução DB –– (OPN) Data bit Data byte Data word Data double word Bloco de dados abertos com a instrução DI –– (OPN) Data bit Data byte Data word Data double word DBX DBB DBW DBD DIX DIB DIW DID 0.0 to 65,535.7 0 to 65,535 0 to 65, 534 0 to 65,532 0.0 to 65,535.7 0 to 65,535 0 to 65, 534 0 to 65,532 Dados Locais Temporary local data bit Temporary local data byte Temporary local data word Temporary local data double word L LB LW LD 0.0 to 65,535.7 0 to 65,535 0 to 65, 534 0 to 65,532
  • 9. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-9 4 Memória Retentiva: Se uma queda de energia acontecer ou a memória de CPU for desligada (MRES), memória interna do tipo RAM e a memória de sistema do CLP S7-300 serão perdidas e todos os dados previamente contidos nestas. Com o CLP S7-300. Outro aspecto é quanto aos estados lógicos dos contatos e valores das variáveis do tipo contadores e temporizadores. Quando o equipamento é desligado, estes dados são perdidos. Existem situações em que isto pode representar um sério problema, neste caso o técnico programador deverá declarar previamente aquelas variáveis cujo valor será mantido, mesmo após a máquina ter sido desligada. Estes valores serão mantidos em uma memória interna não volátil, esta memória pode ser de vários tipos, descritos abaixo: • O programa pode ser gravado em um módulo de EPROM montado em um cartão de memória na CPU. • Na área de memória interna não volátil chamada NVRAM. 4.1 Usando a NVRAM: O CLP possui uma área de memória não volátil onde o programador pode guardar aquelas variáveis que julga importante ter seu estado ou valor preservados mesmo quando o CLP seja desligado. Esta área preserva os valores das variáveis mesmo quando o CLP entra em STOP. O programador pode configurar PLC>Module Information quais as variáveis serão armazenadas na NVRAM quando o computador for desligado. Os seguintes dados podem ser salvos na memória não volátil: • Dados contidos nos Blocos de Dados (DB). • Valores de temporizadores e contadores. • Dados salvos na memória de Bit. A quantidade de dados que o programador pode especificar como memória retentiva deve ser especificada durante a montagem do programa. O endereço da conexão MPI do seu CLP é salvo na NVRAM, isto habilita o CLP manter a comunicação mesmo depois da energia ter sido desligada e religada. A quantidade de endereços de memória que o programador pode salvar depende de cada tipo de CPU.
  • 10. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-10 5 Lógica Booleana e Tabela Verdade 5.1 Fluxo de energia: Uma programa LADDER rastreia o fluxo lógico de energia iniciando em uma tomada de energia e passando por várias entradas, saídas, caixas e outros elementos. Muitas instruções LADDER trabalham de acordo com os princípios de lógica Booleana. Cada uma das instruções de lógica Booleana verifica se o estado do sinal do contato elétrico tem o valor 0 ( não ativado, desligado) ou 1 ( ativado, ligado) e a partir daí determina a seqüência do fluxo. A instrução pode então armazenar este resultado ou usá-lo para executar uma operação de lógica Booleana. O resultado da operação lógica é armazenado em uma variável interna chamada de RLO. Uma demonstração dos princípios de lógica Booleana, aplicada à linguagem de programação LADDER, pode ser visto abaixo, em um circuito básico com contatos normalmente aberto e normalmente fechado. 5.2 Contato Normalmente Aberto: A figura mostra duas condições de um circuito lógico de relê com um contato entre uma tomada de energia e uma bobina. O estado normal deste contato é aberto. Se o contato não é ativado, permanece aberto.O estado lógico do contato aberto é 0 (não ativou). Se o contato permanecer aberto, o fluxo de energia não irá ligar a bobina ao término do circuito. Se o contato for ativado (o estado do contato 1) o fluxo de energia flui até a bobina. O circuito na esquerda da Figura mostra um contato de relê normalmente aberto como às vezes é representado em um diagrama elétrico. Com a finalidade de exemplo, é indicado no circuito à direita o contato fechado. O técnico programador pode usar uma instrução de Contato Normalmente Aberto para monitorar o estado lógico de um contato de relê ligado a entrada do CLP. Ao ser processada a instrução determina se o fluxo de energia pode fluir pelo circuito lógico ou não. Se o fluxo de energia pode fluir , a instrução produz um resultado lógico 1; Se o fluxo de energia não pode fluir, a instrução produz um resultado lógico 0. A instrução tanto pode armazenar este resultado ou usar este resultado para executar uma operação de lógica Booleana em um contato sem endereço ou em uma caixa de função.
  • 11. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-11 5.3 Contato Normalmente Fechado: A figura abaixo mostra duas representações de um circuito lógico de relê com um contato entre uma tomada de energia e uma bobina. O estado normal deste contato é fechado. Se o contato não é ativado, permanece fechado. O estado lógico do é 0 (não ativo). Se o contato permanecer desativado (fechado), o fluxo de energia pode cruzar o contato para ligar o relê ao término do circuito. Ativando o contato (estado lógico do contato passa para 0) este abre o contato, interrompendo o fluxo de energia ao relê. O circuito na esquerda da Figura mostra um contato normalmente fechado de relê como às vezes é representado em diagramas elétricos. Com a finalidade de exemplo, o desenho a direita indica o circuito quando o contato foi ativado e está então aberto. O técnico pode usar uma instrução de Contato Normalmente Fechado para monitorar o estado lógico de um contato de relê do tipo normalmente fechado. Monitorando o estado lógico, a instrução determina se o fluxo de energia pode fluir pelo contato ou não. Se o fluxo de energia puder fluir, a instrução produz um resultado 1; Se fluxo de energia não puder fluir, a instrução produz um resultado 0. A instrução ou pode armazenar este resultado ou pode usá-lo o para executar uma operação de lógica Booleana. Resultado da lógica de contatos normalmente fechada e normalmente aberta:
  • 12. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-12 6 Instruções de Bit Lógico: 6.1 Geral: Instruções de bit lógico trabalham com dois dígitos, 1 e 0. Estas duas formas de dígitos são a base de um sistema de número chamada de: Sistema Binário. Os dois dígitos são chamados dígitos binários 1 e 0 ou bits. No mundo de contatos e relês, um 1 indica ativado ou ligado, e 0 indicam não ativado ou não desligado. As instruções bit de lógica interpretam os estados lógicos 1 e 0 e os combinam de acordo com lógica Booleana. Estas combinações produzem um resultado de 1 ou 0 isso é chamado de: " resultado da operação lógica (RLO)”.. As operações de bit lógico que são ativadas pelas instruções de bit lógico podem executar uma variedade de funções, como: • Contato Normalmente aberto e Contato Normalmente Fechado: Verifica o estado lógico de um contato e produz um resultado lógico que; ou é copiado ao resultado de operação de lógica (RLO) ou é combinado com o RLO. Se estes contatos estiverem conectados em série, a combinação deles resulta em um estado lógico de acordo com a Tabela Verdade da função “E”. Se eles estiverem conectados em paralelo, a combinação deles resultado resulta em estado lógico de acordo com a Tabela Verdade da função “Ou”. • Saídas de Relê e Saídas de conexão: Armazena o estado contido no RLO temporariamente para mais tarde ser usada como uma variável ou comandar uma saída do CLP, ou se for uma conexão, altera simplesmente o RLO. As seguintes instruções reagem ligando ou desligando o endereço associado à instrução, quando o RLO for 1 na altura da instrução: • Set bobina e Reset bobina (liga e desliga bobinas de retenção ou memória). • Set Reset e Reset Set Flip-Flop (Liga e desliga caixas de memórias). Outras instruções reagem a uma transição de borda positiva ou negativa do RLO, isto é reagem quando o estado do RLO no ciclo de máquina atual é diferente do estado do RLO no ciclo de máquina anterior. Estas instruções poderão executar uma das seguintes funções: • Incrementa ou decrementar o valor de um contador. • Liga um temporizador. • Produza uma saída igual a 1 por um único ciclo de varredura. As instruções restantes afetam o RLO diretamente dos seguintes modos: • Negando (invertendo) o RLO. • Salvando o resultado binário do RLO em uma palavra de status, que poderá ser usada pelo programador para verificar o resultado das funções lógicas, matemáticas, verificar erros nas instruções. Neste capítulo, o contador e bobinas de relês de temporizadores são mostrados em sua maioria na forma internacional.
  • 13. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-13 6.2 Contato Normalmente Aberto: O técnico programador pode usar a instrução de Contato Normalmente Aberto para verificar o estado lógico do contato com o endereço especificado na instrução. Se o estado lógico do endereço especificado for 1, o contato está fechado e a instrução produz um resultado 1 no RLO. Se o estado lógico do endereço especificado for 0, o contato está aberto e a instrução produz um resultado de 0 no RLO. Quando o Contato Normalmente Aberto é a primeira instrução em uma lógica, esta instrução armazena o resultado de seu sinal diretamente no RLO (Resultado de Operação de Lógica). Qualquer instrução de Contato Normalmente Aberto (Endereço) que não é a primeira instrução em um fluxo lógico, combina o resultado de seu estado lógico com o valor que está armazenado no bit de RLO. A instrução faz a combinação em um dos dois seguintes modos: • Se a instrução for usada em série, a combinação do seu resultado lógico será de acordo com a Tabela Verdade “E”. • Se a instrução for usada em paralelo, a combinação do seu resultado lógico será de acordo com a Tabela Verdade da função “OU”. Contato Normalmente Aberto: Instrução e parâmetro. Exemplo de contato Normalmente Aberto:
  • 14. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-14 6.3 Contato Normalmente Fechado: O técnico programador pode usar a instrução de Contato Normalmente Fechado para verificar o estado lógico do contato com o endereço especificado na instrução. Se o estado lógico do endereço especificado for 0, o contato está fechado e a instrução produz o resultado 1 no RLO. Se o estado lógico do endereço especificado for 1, o contato está aberto e a instrução produz um resultado 0 no RLO. Quando Contato Normalmente Fechado é a primeira instrução em uma lógica, esta instrução armazena o resultado de seu sinal diretamente no RLO (Resultado de Operação de Lógica). Qualquer instrução de Contato Normalmente Fechado (Endereço) que não é a primeira instrução em um fluxo de lógica, combina o resultado de seu bit lógico com o valor que está armazenado no bit lógico do RLO. A instrução faz a combinação em um dos dois seguintes modos: • Se a instrução usada for em série, combina o resultado de seu bit lógico de acordo com a Tabela Verdade da função “E”. • Se a instrução for usada for em paralelo, combina o resultado de seu bit lógico de acordo com a Tabela Verdade da função “OU”. Contato Normalmente Fechado: Exemplo de contato normalmente fechado:
  • 15. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-15 6.4 Saída de bobina de Relê: A instrução de bobina de relê trabalha exatamente como uma bobina de relê em um circuito elétrico. Uma bobina de relê pode significar o acionamento direto de uma saída do CLP, ou a bobina está associado a um contato do relê auxiliar, e ser usada em uma lógica em outro ponto do programa. A bobina do relê ao final do circuito ou está ligada ou não está ligada, a partir dos seguintes critérios: • Se o fluxo de energia pode fluir pelo circuito até alcançar a bobina do relê (quer dizer, o estado lógico do RLO é 1na altura da bobina), o fluxo lógico liga o relê. • Se o fluxo de energia não pode fluir pelo circuito para alcançar a bobina do relê (quer dizer, o estado lógico do circuito é 0 na altura da bobina), o fluxo lógico não pode liga o relê e este é desligado. A instrução de bobina de relê é afetada pelo Controle Seqüencial de Relê (MCR- Master Control Relay ). Como o MCR funciona será descrito mais tarde. Você só pode colocar uma bobina de relê ao fim de uma lógica LADDER. Bobina de relê múltiplas são possíveis (em paralelo). Você não pode colocar uma bobina de relê dentro de uma lógica vazia. A bobina tem que estar ligada a uma entrada anterior. Você pode criar uma saída negada usando a instrução de inversão. Saída de Bobina de Relê: Exemplo de saída de bobina de relê:
  • 16. Lógica de relê (LADDER) para S7-300 Pág.-16 6.5 Relê de memória de retenção: 6.5.1 Relê de SET memória de retenção: Uma instrução de SET relê (Liga relê de memória de retenção) é executada se o RLO for 1. Se o RLO for 1, esta instrução liga o endereço especificado na instrução. Se o RLO for 0, a instrução não tem nenhum efeito sobre o endereço especificado. O endereço permanece inalterado, se estava ligado permanece ligado esse estava desligado permanece desligado. Este tipo de instrução é semelhante a um flip-flop do tipo RS, sendo este o comando que liga a saída do flip-flop. A instrução de SET relê é afetada pela instrução de Controle (MCR). Lógica de SET relê de memória: Exemplo de SET relê de memória: 6.5.2 Rele de RESET de memória: A instrução de RESET relê de memória só é executada se o RLO = 1, esta instrução desliga seu endereço especificado. Se o RLO = 0, a instrução não tem nenhum efeito em seu endereço especificado. O endereço permanece inalterado. Esta instrução funciona como a entrada de reset (desliga) de um flip-flop do tipo RS. A instrução de RESET de relê de memória é afetada pelo (MCR). Lógica de RESET de relê de memória: Exemplo de lógica de RESET de relê de memória:

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