Spie individual trimestre2_jorge

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Spie individual trimestre2_jorge

  1. 1. Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Unidade Curricular: Seminário de Projecto em Informática Educacional (Trimestre 2) Análise crítica à conferência “e-portefólios” Prof.ª Maria Barbas – Escola Superior de Educação de SantarémEnquadramentoA conferência dinamizada, centrada numa perspectiva pessoal que reflecte a prática e a investigaçãorealizada na temática em estudo, permitiu a abordagem a vários conceitos específicos dos e-portefólios mas também transversais a tudo a que assiste a uma estratégia de ensino eaprendizagem mediado pelas novas tecnologias: acessibilidades - quer no acesso e utilização dasferramentas, quer no incorporar ou ser incorporado noutras, mutações nos perfis doprofessor/formador e aluno/formando e, claro, no afinar de um conceito de escola enquanto agenteprimordial na construção de agentes de uma sociedade do conhecimento e onde a (preparação paraa) empregabilidade assume particular importância.Do portefólio ao e-portefólioUsado há muito para a divulgação de trabalhos executados, numa óptica de promoção e de imagemde um profissional ou empresa/instituição, na vertente educacional um portefólio poderá assumir-secomo uma compilação de documentos que descrevem um determinado processo de aprendizagemou o percurso que cada indivíduo/grupo percorreu nessa aprendizagem: "A portfolio is a purposeful collection of student work that exhibits the students efforts, progress, and achievements in one or more areas. The collection must include student participation in selecting contents, the criteria for selection, the criteria for judging merit, and evidence of student self- reflection.” Paulson, Paulson & Meyer (1991)Acompanhando as mudanças introduzidas na sociedade e na educação pelas tecnologias dainformação poder-se-á afirmar que quando essa compilação é armazenada em formato digital sepoderá atribuir a designação de e-portefólio ou portfólio digital, uma vez que os mesmos sãoconstituídos por registos electrónicos do percurso de aprendizagem e das competências adquiridaspor cada aluno/formando ou grupo de alunos/formandos. “An electronic portfolio uses electronic technologies as the container, allowing students/teachers to collect and organize portfolio artifacts in many media types (audio, video, graphics, text); and using hypertext links to organize the material, connecting evidence to appropriate outcomes, goals or standards. Here is a chart that I developed that identifies the portfolio development processes identified in the portfolio literature, and the technological strategies that enhance the process. Barrett (2005)Mestrando: Jorge Teixeira Página 1 de 8
  2. 2. Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Unidade Curricular: Seminário de Projecto em Informática Educacional (Trimestre 2)Tal como Barbas o referiu por diversas vezes ao longo da conferência também Barrett (2005)identifica uma série de características que diferenciam o portefólio tradicional do portefólio digital eque em muito assumem uma particular significância em contextos de aprendizagem: Figura 1 – Identificação dos processos de desenvolvimento de portefólios e as estratégias tecnológicas que melhoram o processo (adaptado de Barrett, 2005)E-portefólio 2.0 enquanto instrumento pedagógico de inclusão social e empregabilidadeAlém da validação de competências específicas, os e-portfólios podem ter uma utilização que reflictaa aprendizagem de uma pessoa ao longo da vida – uma aprendizagem mais desmaterializada, a umalarga distância, sendo que o registo do percurso dessa pessoa assume uma particular importância.Trata-se de uma ideia em tudo coincidente com a definição de Web 2.0 e de software social: As pessoas costumavam recorrer à Internet essencialmente para aceder a informação ou a produtos multimédia, um pouco como se fossem ao cinema, visitar uma biblioteca ou até ver televisão. Um conceito-chave da Web 2.0 é a ideia de que os seus utilizadores participam activamente, produzindo conteúdos, em vez de se limitarem a ser consumidores passivos. Ao mesmo tempo, os criadores de software têm conseguido criar ferramentas que ajudam as pessoas a fazer isto – sobretudo ferramentas que permitem desenvolver a criatividade, trabalhar colaborativamente e partilhar informação Hughes (2007)Esta produção activa de conteúdos encontra reflexo nos softwares sociais, criados parafuncionamento em ambientes online e que permitem aos utilizadores interagir e partilharinformação com outros utilizadores.Caso a direcção desta análise caminhasse neste sentido, poderíamos ainda encontrar ecos emtermos como software colaborativo e comunidades online.Mestrando: Jorge Teixeira Página 2 de 8
  3. 3. Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Unidade Curricular: Seminário de Projecto em Informática Educacional (Trimestre 2)Esta convicção encontra-se presente na plataforma Fluids_ID1, apresentada ao longo de toda aconferência, estabelecendo-se comparações com outros sistemas e veiculando as suas partesconstituintes por forma a introduzir os objectivos e o funcionamento das várias plataformas quesuportam os e-portefólios: O projecto Fluids_ID: E-Portefólios e Histórias de Vida - conteúdos digitais para a inclusão social e empregabilidade em RL2 e SL3, é um produto desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Santarém, disponibilizado numa plataforma dinâmica, multifacetada e aberta a diferentes representações personalizadas, visando a sua disponibilização aos estudantes finalistas do ensino superior a nível Nacional, Europeu, Ibero-Americano e PALOPs, uma aposta em soluções integradoras no mercado do trabalho com recurso a ferramentas da WEB 3.0, inclusivas e acessíveis a qualquer cidadão. Apresentação do projecto Fluids_IDSegundo Barbas o aproveitar das características acima pode contribuir para a construção de umformato tecnológico multimodal, mediado através da Teoria Experimental da Aprendizagem (Kolb,1986)4 e a construção de um espaço de comunicação online híbrido (síncrono e assíncrono) ondecada cidadão poderá escolher qual o percurso em que quer construir o seu perfil de aprender aolongo da vida e ainda que este percurso facilite o processo de acessibilidade ao mercado detrabalho.A Teoria Experimental da Aprendizagem permite identificar diferentes estilos de aprendizagem e asdiferentes formas de aprender de acordo com cada um desses estilos. Os estilos de aprendizagemidentificados são o divergente, o assimilador, o convergente e o adaptativo. A partir destaidentificação Barbas socorre-se novamente da teoria acima, e do estudo e adaptação que FátimaGoulão (2001) lhe introduziu, para mencionar a Metáfora do Puzzle. Trata-se de um modelo segundoo qual os aprendentes ao interagirem com o meio ambiente constroem ideias que vão servir paraorganizar e dar significado à experiência. O cruzamento da percepção e do processamento dainformação dá lugar à construção de quatro modos de aprender: a experiência concreta (EC), aobservação reflexiva (OR), a conceptualização abstracta (CA) e a experimentação activa (EA). Figura 2 – Metáfora do Puzzle: quadro com os conceitos-chave e a descrição do funcionamento dessas diferentes formas de aprender.1 http://fluidsid.ese.ipsantarem.pt/2 Real Life3 Second Life4 http://www.infed.org/biblio/b-explrn.htmMestrando: Jorge Teixeira Página 3 de 8
  4. 4. Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Unidade Curricular: Seminário de Projecto em Informática Educacional (Trimestre 2)Assim, o cruzamento da Metáfora do Puzzle com a Teoria da Aprendizagem experimental, permitesumariar as diferentes abordagens que cada cidadão pode adoptar quando confrontado com aconstrução de um e-portefólio flexível, integrante e personalizado. Esta possibilidade, patente naFluids_ID, permite a flexibilidade entre cada estilo de aprendizagem dos cidadãos e a integração de“peças” que são as realidades pedidas pelos diferentes tipos de e-portefólios.Neste sentido, o projecto Fluids_ID combina vários domínios que permitem abranger as dimensõesidentificadas mas das quais se destacam as acessibilidades, a personalização na escolha de um perfil,a agregação de informação potenciada pelos metadados que se consubstancia na existência de umaidentidade que promova a diversidade na plataforma.Na área da empregabilidade foi também referenciado o Linkedin5, que pode assumir-se como umportefólio promotor da empregabilidade através da participação em grupos de interessa. Este tipode ferramentas afirma-se, cada vez mais, como influente na esfera social (incluindo as vertentes dedesenvolvimento pessoal, pedagógica e profissional) de onde advém vantagens para o cidadãooriundas sobretudo da mudança, da reflexão e do filtro de informaçãoTipos de e-portefólios e peças constituintesOs modos de aprender acima podem ainda remeter para uma articulação com os diferentes tipos dee-portefólios existentes: desenvolvimento, apresentação, de acesso e híbridos.Os portefólios de desenvolvimento, associados ao estilo divergente e aos modos de experiênciaconcreta (EC) e observação reflexiva (OR), tentam responder à questão “porquê?”, valorizando oprocesso utilizado para o alcance de certos resultados, estados ou conclusões. Devem incentivar àreflexão, sendo por isso que no Fluids_ID se privilegiam a apresentação de projectos, a existência demetadados (hiperligação para a base de dados), cartas de recomendação, avaliação profissional eprestação de Serviços à comunidade. Deste tipo de portefólios foi dado também o exemplo doRePe6, concebido pela Escola Superior de Educação de Santarém.Os portefólios de apresentação, exemplificados pelo Eduspaces (agora Elgg7) e Linkedin, sãogeralmente associados ao estilo assimilador de aprendizagem e relacionados com os modos deobservação reflexiva (OR) e de conceptualização abstracta (CA) para aprender. Focam sobretudo avalorização da produção respondendo à questão “o quê?”. No Fluids_ID esta componente estaráexpressa nos ficheiros comprovativos dos títulos académicos e na descrição de competências.Os portefólios de acesso são os que permitem gerir os acessos consoante o público-alvo: porexemplo o RePe para o 1º e 2º ciclo, o Eduspaces para um público adulto e o ePEARL 8 que divide osestudantes também por níveis de ensino e faixas etárias. Associados ao estilo convergente de5 http://www.linkedin.com/6 http://eportefolio.ese.ipsantarem.pt/repe/7 http://www.elgg.org/8 http://grover.concordia.ca/epearl/promo/en/index.phpMestrando: Jorge Teixeira Página 4 de 8
  5. 5. Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Unidade Curricular: Seminário de Projecto em Informática Educacional (Trimestre 2)aprendizagem e aos modos de aprender de conceptualização abstracta (CA) e da experimentaçãoactiva (EA), estes portefólios valorizam a validação, a resposta ao “Como?”, sendo que no Fluids_IDse associa aos espaços de trabalhos individuais e de grupo, ao acesso a metadados, ao registo depesquisas efectuadas, a materiais de apoio e à realização de testes ou outros instrumentos deavaliação.Por último, os portefólios híbridos, que acumulam as várias tipologias, são associados ao estiloadaptativo e aos modos de experiência concreta (EC) e de experimentação activa (EA). Tentam, porsi só, valorizar (quer seja essa valorização relativa ao processo, à produção ou à validação). Apergunta fulcral a que pretendem responder é “O que é que acontece se eu fizer isto?”. No exemplodo Fluids_ID, estes portefólios podem ser constituídos por espaços destinados a projectos, ametadados, a cartas de recomendação, a comentários, à avaliação profissional, à prestação deserviços à comunidade e ainda a ficheiros comprovativos dos títulos académicos. Barbas adianta queo futuro dos e-portefólios é a hibridez.Como partes constituintes, comuns a todos os tipos de portefólios, pode-se identificar uma partepública (com informação pessoal, o CV, um espaço de blogue, um espaço de feeds RSS, um espaçopara a documentação de histórias de vida, espaços comunitários – de uma ou várias comunidades aque o individuo pertença -, um diário de bordo que convide à reflexão sobre o trabalho desenvolvidoe alguns tutoriais) e uma parte privada (com espaços específicos à gestão da propriedade intelectual,gestão e armazenamento de links e pesquisas e ainda uma zona de arquivo cronológico dedeterminados ficheiros em múltiplos suportes).Caminhos para (uma mais eficaz) utilização pedagógicaVários investigadores apontam a integração em plataformas de e-learning como um dos aspectosmais proveitosos na utilização e-portefólios. Esta integração, aliada ao uso das redes sociais (ououtras plataformas digitais) permitem estabelecer uma correspondência quase exacta àscaracterísticas dos alunos/formandos actuais - multitarefa e nativos digitais 9 (Prensky, 2004),estimulando-os a descobrir os conteúdos.Trata-se de um conjunto de funcionalidades que permitem ao aluno/formando criar uma segundaidentidade em “mundos virtuais” 10. A combinação de todas estas tecnologias entre si e com asdimensões social e colaborativa da Web 2.0 pode ser a base de novos ambientes de aprendizagemadaptados às realidades e experiências dos nativos digitais que, Por outro lado, a combinação destastecnologias com a Web 2.0 integra um conceito que muitos designam por Web 3.0, assinalando-se já9 “So we now have a generation of students that is better at taking in information and making decisions quickly, better at multitasking andparallel processing; a generation that thinks graphically rather than textually, assumes connectivity, and is accustomed to seeing the worldthrough a lens of games and play. (…) I call this generation the “Digital Natives” (…)”. Prenski (2004).10 Também designados por MUVEs (Multi-User Virtual Environments) normalmente aplicados a um tipo de comunidades online sob aforma de simulações de computador, onde os utilizadores são representados graficamente por avatares que podem interagir uns com osoutros, criar e usar objectos.Mestrando: Jorge Teixeira Página 5 de 8
  6. 6. Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Unidade Curricular: Seminário de Projecto em Informática Educacional (Trimestre 2)a existência de várias propostas para o uso destas tecnologias em várias áreas da educação, como asda K-12 Mobile Learning11.Uma das maiores potencialidades surge pela integração de sistemas de e-portefólios em plataformasde gestão de aprendizagens (LMS – Learning Management Systems), que permite enquadrá-las nosvários domínios pedagógicos como um conjunto, ao invés de serem utilizadas e minimizadas as suaspotencialidades quando abordadas de forma individual e dispersa na web: “O estudante poderá guardar no portefólio, cada um dos conteúdos criados no âmbito de actividades lectivas, para além de outros resultantes de investigação e estudo, desenvolvendo assim o seu repositório pessoal com documentos, apresentações, ficheiros, pastas, etc. Para cada uma das UCs frequentadas no LMS poderá ser criada um vista virtual onde esses conteúdos poderão ser agregados e associados a tarefas do LMS. Essas vistas poderão ser enriquecidas com diversos conteúdos adicionais provenientes até da Internet, tais como, canais RSS, pesquisas do Google, bookmarks do Diigo, imagens do Flickr, vídeos do YouTube, artigos de blogues, páginas de wikis, etc. Todos os conteúdos poderão ser partilhados por mais do que uma vista e enriquecidos com comentários de colegas e docentes. O estudante poderá complementar esses conteúdos com outros não necessariamente relacionados com a sua actividade académica e melhorar essa informação com dados que permitam criar o seu curriculum, preparando assim o seu processo de entrada no mercado de trabalho (no Processo de Bolonha é incentivado a realização de actividades, de vária ordem, que possam integrar um suplemento ao Diploma de graduação). Os estudantes poderão, deste modo, criar os seus próprios PLE ao mesmo tempo que constroem os seus portefólios electrónicos (e-portfolios).” Oliveira & MoreiraÉ importante que a integração destas ferramentas com finalidades pedagógicas contemple (ouobrigue?) à reflexão, ao debate de ideias e ao storytelling, que contemple acessibilidades e quedinamize percursos através dos chamados e-conteúdos. Deve igualmente assegurar-se que cadaestudante dispõe de um guia (“Guia do estudante”) explicitando os objectivos e conteúdos, dispõede grupos de discussão (peer-to-peer teaching) e, se possível, se prevê a realização devideoconferências. Por último assinala-se como enriquecedor destes ambientes de aprendizagem aexistência de um espaço de registo pessoal (“Diário de bordo) e de self quizes para auto-avaliação.Atendendo a estas últimas “peças” de um e-portefólio foi, mais uma vez, mencionado o Eduspaces,bem como o Mahara12, enquanto espaços promotores de instrumentos para auto-avaliação e debatede ideias.Caso a utilização do e-portefólio não se limite apenas a uma utilização pedagógica, perseguindotambém objectivos alusivos à cidadania e empregabilidade, este, embora presente numa plataformaLMS, deve estar o mais público e acessível quanto possível de forma a alargar o seu campo deactuação (visualizações, participações e obtenção de informação) a um público mais alargado.11 http://www.k12mobilelearning.com/?p=10712 http://mahara.org/Mestrando: Jorge Teixeira Página 6 de 8
  7. 7. Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Unidade Curricular: Seminário de Projecto em Informática Educacional (Trimestre 2)Contudo, e conforme também referido por Barbas, as formas de integração de ferramentas quer nasplataformas, quer nos portefólios, não são assim tão simples e lineares. Existem factores críticos quepodem também inibir as suas utilizações, sendo que do ponto de vista técnico/tecnológico se podemassinalar os seguintes: • A falta de usabilidade, intrinsecamente ligada a uma potencial falta de capacidade de diálogo na interface entre o utilizador e a aplicação, que pode ser impeditivo para alcance dos objectivos pretendidos; • O baixo nível de recurso/produção de sistemas acessíveis (acessibilidade web) que permitiria que utilizadores com necessidades especiais pudessem apreender, compreender, navegar e interagir com a Web, e contribuir para a própria Web, o fizessem de uma forma mais produtiva e integradora. É essencial que a Web seja acessível para fornecer igual acesso e iguais oportunidades a pessoas com necessidades especiais.No campo pedagógico devem ser ainda considerados os seguintes factores críticos: • O professor/formador deve atender ao facto de que produzir para a web é diferente do que escrever ou produzir conteúdos para o formato presencial, obrigando a indicadores de (re)escrita. • O conhecimento e utilização de uma metodologia de práticas de ensino, inerente à utilização de e-portefólios, deve ser amplamente divulgada e promovida junto dos professores/formadores. Aspectos como, por exemplo, os princípios básicos desta metodologia, a sua implementação em contexto de sala de aula, os aspectos técnicos da utilização do modelo a implementar (software específico), a gestão de dinâmicas na sala de aula e técnicas de diferenciação pedagógica, a promoção de actividades de reflexão crítica sobre o trabalho realizado e a apresentação de sugestões para novas actividades.Por último resta referir que existem alguns casos de sucesso na utilização de plataformas deacessibilidade ao conhecimento no ensino superior, principalmente em modalidades de e-learning,sendo que ao desenvolvimento e utilização destas plataformas se adivinham grandes incentivos porparte da iniciativa europeia “Uma Agenda Digital para a Europa” 13, em parte já transposta paraenquadramento nacional: a “Agenda Digital 2015”14.Conceitos emergentes como os de e-plataforma, e-professor e e-conteúdos serão, num futuropróximo, mais amplos, assim como a promoção de interacções, de acessibilidades e de percursosdiversificados.13 http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=COM:2010:0245:FIN:PT:PDF14 http://www.agendadigital.gov.ptMestrando: Jorge Teixeira Página 7 de 8
  8. 8. Mestrado em Ciências da Educação Especialização em Informática Educacional Unidade Curricular: Seminário de Projecto em Informática Educacional (Trimestre 2)Referências Bibliográficas:Agenda Digital 2015. Site oficial. Consultado em http://www.agendadigital.gov.pt em 10 de Junho de 2011.Barbas, M. et al. Plataforma FLUIDS IDENTITY: Avatares e e-portefólios em interacção no mundo da empregabilidade. Consultado em http://w3.ese.ipsantarem.pt/fluidsid/comunicacoes/Comunic_FluidsID%20_2_.pdf em 10 de Junho de 2011.Barrett, H. (2005). The Reflect Iniciative. White Paper. Reseaching Electronic Portfolios and Learner Engagement. Consultado em http://electronicportfolios.org/reflect/whitepaper.pdf em 10 de Junho de 2011.Comissão Europeia (2010). Uma Agenda Digital para a Europa. Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu, ao Conselho, ao Comité Económico e Social Europeu e ao Comité das Regiões. Consultado em http://eur- lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=COM:2010:0245:FIN:PT:PDF em 10 de Junho de 2011.Costa, Fernando A. (2002-2007). Aprendercom.net - Espaço de Tecnologias Educativas da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. Consultado em http://aprendercom.org/Pensar/ em 10 de Junho de 2011.Elgg. Site oficial. Consultado em http://www.elgg.org/ em 10 de Junho de 2011.EPearl. Site oficial. Consultado em http://grover.concordia.ca/epearl/promo/en/index.php em 10 de Junho de 2011.Fluids_ID. Eportfolio Employment. Site oficial. Consultado em http://fluidsid.ese.ipsantarem.pt/ em 10 de Junho de 2011.Hughes, Jenny [Red] et al. (2009). TACCLE Teachers’ Aids on Creating Content for Learning Environments. Consultado em http://www.crie.min-edu.pt/files/@crie/1283778458_TACCLEportugees.pdf em 10 de Junho, 2011.Kissko, Johnny. K12 Mobile Learning. Top 5 Ways to Use Augmented Reality in Education: Part 1 of 5 – Second Life. Consultado em http://www.k12mobilelearning.com/?p=107 em 10 de Junho de 2011.Kohonen, Viljo (2000). Student reflection in portfolio assessment: making language learning more visible. University of Tempere. Consultado em http://www.uta.fi/laitokset/okl/tokl/projektit/eks/pdf/babylonia100.pdf em 10 de Junho de 2011.Linkdin. Site oficial. Consultado em http://www.linkedin.com/ em 10 de Junho de 2011.Mahara. Site oficial. Consultado em http://mahara.org/ em 10 de Junho de 2011.Marques, Cidália & Reis, Pedro (2009). E-Portefólios no 1º Ciclo do Ensino Básico – Estratégia de promoção e certificação de competência. In Educação, Formação & Tecnologias; vol.2 (2); pp. 58-66, Novembro de 2009. Consultado em http:// eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/98/68 em 10 de Junho de 2011.Oliveira, L. & Moreira, F. Integração de Aplicações Web 2.0 e Sistemas de Gestão de Conteúdos em Ambientes Pessoais de Aprendizagem. Consultado em http://ipp.academia.edu/LinoOliveira/Papers/353167/Integracao_De_Aplicacoes_Web_2.0_E_Sistemas_De_Gestao_D e_Conteudos_Em_Ambientes_Pessoais_De_Aprendizagem em 10 de Junho de 2011.Paulson, F. L., Paulson, P. R., & Meyer, C. (1991). What makes a portfolio a portfolio? Educational Leadership, 48(5), 60-63. Consultado em http://www.stanford.edu/dept/SUSE/projects/ireport/articles/e-portfolio/what%20makes%20a %20portfolio%20a%20portfolio.pdf em 10 de Junho de 2011.Prensky, Mark (2004). Use Their Tools! Speak Their Language!. Consultado em http://www.marcprensky.com/writing/Prensky-Use_Their_Tools_Speak_Their_Language.pdf em 10 de Junho de 2011.RePe. Site official. Consultado em http://eportefolio.ese.ipsantarem.pt/repe/ em 10 de Junho de 2011.Smith, M. K. (2001). David A. Kolb on experiential learning, the encyclopedia of informal education. Consultado em http:// www.infed.org/b-explrn.htm em 10 de Junho de 2011.Mestrando: Jorge Teixeira Página 8 de 8

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