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João Mendes Moreira, da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), fala sobre a iniciativa nacional de acesso aberto: o Repositório Científico de Acesso Aberto em Portugal (RCAAP) e o Serviço de Alojamento de Revistas Científicas (SARC) disponibilizado por esta iniciativa. Este tipo de acesso «apresenta vantagens significativas para os autores individuais, os investigadores, as instituições e para o processo de investigação em geral, respondendo à preocupação de muitas agências financiadoras que têm reconhecido que o trabalho de investigação fica incompleto se os seus resultados não alcançarem maior audiência», defende João Mendes Moreira

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  • Existem várias definições de openaccess (por exemplo declaração de Berlim e de Budapeste) mas na sua essência o Openaccess traduzido por acesso aberto ou acesso livre pode ser definido como ...
  • O principal foco do OA visa os cerca de 2,5 milhões de artigos publicados anualmente em cerca de 25000 revista com peer-reviewMas outro tipo de documentação pode ser considerados tais como ...O acesso livre não se aplica em literatura com fins comerciais ou fora da área científica.
  • Porque é que o Open Access é importante e tem ganhoadeptosnosúltimosanos?Aumentar a visibilidadeQuando um artigo é publicadonumarevistacomercial (acessorestrito) apenasquem a compra tem acesso. (acessorestrito)Se essaproduçãocientíficaficardisponívelmaior é o impacto (até 3 vezesmais do queemacessorestrito)Logo acessolivreaumentavisibilidade, acessoutilização e impacto dos resultados de investigaçãoAcelerarArtigosdisponíveismesmoantes de serempublicados.Exemplo da física.Melhorar a monitorização e avaliação da ciência.A partir do momentoemque a produçãocientífica é registadaelapode ser trabalhada.Avaliação de investigadores, grupos e centros de investigação baseada na análise de citações de artigos individuais (e não no factor de impacto das revistas);Desenvolvimento de um “CitationRank” semelhante ao algoritmo “PageRank” do Google;Registo e seguimento de downloads, citações e padrões de uso;Avaliação do grau de endogamia/exogamia dos investigadores e unidades de investigaçãoDetecção de autores/trabalho não citados/ignorados e detecção de plágio por analises semânticas.
  • como se pode atingir o acesso livre.Basicamente existem duas vias de obter o acesso livre. Dourada – Publicar os artigos em revista de acesso livre, isto é, que não têm qualquer entrave ao depósito ou ao acesso (não cobram assinatura, não têm nenhuma barreira). Existem cerca de 4700 revistas nesse acesso. Estas revistas têm diferentes modelos de negócio (subvenções, financiamento pelas instituições que as editam, ou até mesmo cobrando aos autores um valor pelo aceitação do seu artigo)Verde – Esta via destina-se a revistas cuja assinatura é necessária para se aceder aos artigos científicos. Nesta caso o acesso livre é facultado através do auto-arquivo num repositório da sua instituição.O projecto RCAAP foca-se na via VERDE e nacomponente de repositóriosinstitucionais.
  • Barra FCCNMenu institucionalMenu de acçõesZona de destaques, notícias e eventosLigaçãoàsferramentas de web 2.0Sobre o RCAAP (identidade)Pesquisardocumentos (Ferramentas de pesquisa)Auto-arquivardocumentos (Direitos de autor, Vantagens do auto-arquivo)Criar um repositórioGerir um repositório (?, ferramentas)Recursos de apoio (tutoriais, formação, documentos de apoio, FAQ’s)
  • aumentar a visibilidade, acessibilidade e difusão da produção científica nacional (revistas científicas) Deixar formato impressoOnline em acesso abertoapoiar as revistas científicas nacionais a realizarem a transição para a publicação em acesso aberto, tornando mais eficiente o ciclo editorial e de publicação dos conteúdos através da disponibilização de ferramentas para o efeito. - Surge como modelo alternativo de publicação para ampliar o acesso, a preservação e o impacto das pesquisas e dos resultados. - O objetivo do sistema é reduzir o tempo, a energia e o custo das tarefas de secretaria e gestão associadas à edição de uma revista, melhorando o processo editorial. Procura melhorar a qualidade das publicações científicas de forma a tornar as políticas da revista transparentes e melhorar a indexação dos artigos.
  • Gestãocompleta e integrada do ciclo de vida editorialOJS e SARC permitedarapoioàsetapas de submissão, revisão e nãoapenas à questão da publicação.
  • Informaçãosobreutilização, tantoparaosresponsáveis da revista comopara a equipado RCAAP
  • Considerando sucesso do modelo de serviço SARC decidimos replicar o mesmo modelo para o SARC. Assim:ApoioDocumentaçãoFormaçãoIntegração com outros sistemasPortal RCAAPDOAJGestão de Infra-estruturasMonitorizaçãoBackupsSegurançaActualizaçõesGestão software baseApoio inicial parametrização
  • Para levar a cabo o processo de selecção, o Júri, baseou-se em critérios de elegibilidade e selecção previamente anunciados.ElegibilidadePublicação científica periódica, publicando maioritariamente artigos científicos (sem prejuízo da publicação de outras tipologias como notícias, recensões, cartas, revisões de literatura, etc.);Publicação de uma entidade portuguesa ou sedeada em Portugal;Publicação em acesso aberto da versão digital (sem prejuízo da existência de outras edições).SeleçãoRevisão por pares dos artigos publicados;Existência de um conselho editorial com composição pública;Maior longevidade da publicação;Maior número de artigos publicados nos últimos 3 anos.Dado o elevado número de candidaturas recebidas o Júri, para além dos critérios de elegibilidade e selecção, teve em consideração o factorembargo (foram apenas consideradas revistas sem embargo) e a percentagem de artigos da revista submetidos por autores exteriores à Instituição próxima da entidade editora. DiversidadeO processo de selecção procurou ainda assegurar a diversidade de áreas científicas e de entidades editoras bem como a distribuição geográfica destas. QualidadeO Júri excluiu do processo de seleção qualquer consideração sobre a qualidade científica das revistas candidatas por ausência de elementos objetivos que a permitissem avaliar.
  • Ciências da saúde
  • Definidas três faseFase 11 reunião individual => contexto, espectativas, especificidades e mobilizar equipasrecolher informação de suporte à parametrização básica da revistaFase 2Formação presencialConfiguração avançada das revistasTestesFase 3Ensino à distânciaSubmissão, revisão e publicaçãoApoio para entrada em produção
  • respondeu a uma necessidade positivamente a necessidade da comunidade complementando o portfólio de serviços eletrónicos

Transcript

  • 1. SERVIÇO DE ALOJAMENTODE REVISTAS CIENTÍFICAS 8 de Dezembro 2012 João Mendes Moreira
  • 2. 1. Acesso Aberto2. RCAAP3. SARC
  • 3. O que é o Open Access? Open Access, "Acesso Livre" (ou “Acesso Aberto”) significa a disponibilização livre na Internet de cópias gratuitas, online, de artigos de revistas científicas revistos por pares (peer-reviewed), comunicações em conferências, bem como relatórios técnicos, teses e documentos de trabalho.
  • 4. Essencial:Acesso Livre acerca de 2.5 milhões de artigos Aos quê? publicados por ano, a nível mundial, em cerca de 25,000 revistas com peer-review em todas as disciplinas académicas e cientificas. Opcional: A comunicações, teses e dissertações, relatórios, working papers, artigos não revistos (preprints); monografias; etc. Não Aplicável: O Acesso Livre não se aplica a livros sobre os quais os autores pretendam obter receitas ou textos não académicos, como notícias ou ficção.
  • 5. Acesso Livre porquê?● Aumentar a visibilidade, o acesso, a utilização e o impacto dos resultados de investigação.● Acelerar e tornar mais eficiente o progresso da ciência.● Melhorar a monitorização, avaliação e gestão da actividade científica.
  • 6. Duas vias para o Acesso Livre• Óptima (dourada): Publicar os artigos em revistas de acesso livre sempre que existam revistas adequadas para o efeito (presentemente cerca de 8462, ≃ 34% - ver www.doaj.org)• Boa (verde): Publicar os restantes artigos nas revistas comerciais habituais e auto-arquivá-los em repositórios da própria instituição (actualmente mais de 40(PT)/3003 – ver http://roar.eprints.org/)
  • 7. 1. Acesso Aberto2. RCAAP3. SARC
  • 8. Projecto RCAAP • Aumentar a visibilidade e difusão dos resultados de investigação • Facilitar o acesso à informação sobre a produção científica Objectivos nacional • Integrar Portugal num conjunto de iniciativas internacionais • MEC/FCT(Política/Financiamento)Governance • FCCN (Coordenação geral e infra-estruturas) • UM (Coordenação científica e técnica) • Serviços eletrónicos • Comunicação, disseminação e formaçãoActividades • Apoio e suporte • Advocacy e Networking
  • 9. ESSE Frassineti UAçoresUTAD UAveiro
  • 10. Portal RI Oai-pmh SARI SARC SARI – Repositórios alojados pelo RCAAP IR – Repositórios alojados pela Instituição SARC – Serviço de Alojamento de Revistas Científicas RCA AP
  • 11. 10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 11
  • 12. Disseminação e comunicação Web 2.0 ● Blog – http://blog.rcaap.pt ● Twitter – www.twitter.com/rcaap ● Facebook – www.facebook.com/rcaap ● Website Projecto http://projecto.rcaap.pt19-Out-10 RCAAP 12
  • 13. 1. Acesso Aberto2. RCAAP3. SARC a. Objetivos b. Características c. Implementação d. Conclusões e recomendações
  • 14. Objetivos ● Aumentar a visibilidade, acessibilidade e difusão da produção científica nacional (revistas científicas) ● Formato impresso -> online ● Acesso restrito -> acesso aberto (AA) ● Online+AA => maior visibilidade e impacto ● Aumentar eficiência e qualidade da gestão do ciclo editorial e de publicação dos conteúdos ● Processo manual -> processo automatizado (ferramentas) ● Processo mais transparente ● Apoiar a requalificação das revistas científicas nacionais10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 14
  • 15. 1. Acesso Aberto2. RCAAP3. SARC a. Objetivos b. Características c. Etapas d. Conclusões
  • 16. Ciclo de vida editorial Submissão Revisão Publicação10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 16
  • 17. 10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 17
  • 18. Integração no Portal RCAAP ● Ligação com B-On10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 18
  • 19. 10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 19
  • 20. Modelo Serviço Características Responsabilidades Direitos da Principais da equipa Instituição • Entidade PT ou • Housing (Datacenter) • 1 TB sediada em PT • Gestão Infraestruturas • Preserva • PP científica em Identidade OA • Gestão de Software • Formação • Portal RCAAP • Gratuíto • Helpdesk e suporte • Regulado contrato • Baseado modelo SaaS10-12-2012 RCAAP 20
  • 21. 1. Acesso Aberto2. Projeto RCAAP3. SARC a. Objetivos b. Características c. Etapas d. Conclusões
  • 22. Etapa de seleção Seleção Elegibilidade ● Revisão por pares dos ● Publicação periódica artigos publicados; científica ● Conselho editorial; ● entidade portuguesa ou ● Maior longevidade da sedeada em Portugal; publicação; ● Publicação em acesso ● Maior número de artigos aberto publicados Diversidade: ● Embargo/%Autores Ex • áreas científicas • entidades editoras Qualidade Científica não • distribuição geográfica avaliada10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 22
  • 23. Revistas selecionadas (10 em 48)Acta Pediátrica Portuguesa – Soc. Portuguesa de PediatriaAntropológicas – Univ. Fernando PessoaBoletim da Sociedade Portuguesa de Matemática – Univ. PortoInteracções - IPSantarémRevista de História de Arte – Univ. Nova de LisboaRevista de Motricidade – Univ. Trás-os-MontesRevista de Ciências Agrárias – Soc. de C.Agrárias de PortugalRevista Portuguesa de Geografia – Finisterra – Univ. LisboaSinais de cena – Assoc. Portuguesa de Críticos de TeatroSociologia, problemas e práticas - ISCTE http://revistas.rcaap.pt 10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 23
  • 24. Etapa de implementação
  • 25. Bastam 5 passos para configurar 1 revista10-12-2012 RCAAP - Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal 25
  • 26. 1. Acesso Aberto2. Projeto RCAAP3. SARC a. Objetivos b. Características c. Etapas d. Conclusões
  • 27. Conclusões 1/2● Os gestores/editores de revistas científicas portuguesas revelaram um grande interesse pelo SARC● O SARC contribuiu para aumentar a acessibilidade e difusão da produção científica nacional● O modelo de serviço (SaaS) provou ser, tal como SARI, adequado ao contexto nacional● A avaliar por feedback dos aderentes as expectativas dos aderentes foram atingidas ou mesmo superadas
  • 28. Conclusões 2/2● Tempo de implementação é substancial● Parametrização da revista é “complexa”● Ciclo de publicação das revistas é específico, as necessidades das revistas são distintas =>implementação à medida.● Requer tempo e disponibilidade dos gestores de revistas para a curva de aprendizagem