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  • 1. Segurança na internet
  • 2. Qualquer que seja a denominação que damos à Internet ( "Net", "Web", "Ciberespaço", "Auto-estrada da informação",... ), milhões de pessoas em todo o mundo estão a utilizar o correio electrónico (e.mail), navegar na WorldWide Web, ler e responder a mensagens de listas de distribuição de notícias (newsgroups), participar em grupos de conversa em directo (chat), e em muitas outras actividades em linha (online).
    Existem inúmeras maneiras de ficar em linha. Além dos serviços comerciais principais, há milhares de Fornecedores de Serviços Internet (InternetServiceProvider - ISP) que fornecem acesso à Internet. Companhias de telefone, companhias de TV por cabo e até outras empresas de menor dimensão, estão a oferecer conexões gratuitas à Internet.
    Estes ISP fazem geralmente tudo para fornecer aos seus subscritores uma agradável, segura e recompensante experiência de comunicação, mas não é possível a estas empresas assegurarem-se de que todos os seus clientes usam os serviços de uma forma apropriada, assim como não é possível a um governo controlar o comportamento dos seus cidadãos
    A Internet é uma vasta rede global que não é gerida por nenhum governo ou empresa. Qualquer pessoa no mundo - empresa,governo, organização, indivíduo - pode livremente publicar materiais na Internet. Um ISP liga-nos a estes locais, mas tem muita dificuldade em controlar o que neles existe.
  • 3. Utilizações da internet
    A vasta lista de serviços que encontramos actualmente em linha está a crescer constantemente. Informação de referência tal como notícias, tempo, desporto, bolsa de valores, crítica cinematográfica, enciclopédias, horários e tarifas de transportes, estão imediatamente disponíveis. Os utilizadores podem efectuar transacções através da rede, fazer reservas de transportes e de espectáculos, operações bancárias, compras, etc. Milhões de pessoas em todo o mundo comunicam por correio electrónico com familiares e amigos. Outras, usam as áreas públicas de conversa para encontrar novos amigos e partilhar interesses comuns. Como instrumento educativo e recreativo, os utilizadores podem aprender virtualmente qualquer tema, participar em cursos a distância, visitar um museu, jogar com outros ou com o próprio computador um número infinito de jogos.
    A maior parte das pessoas que estão em linha têm, em geral, experiências positivas. Mas, como em qualquer outra actividade (viajar, cozinhar, ir às compras ou à escola) a utilização da Internet compreende determinados riscos. O mundo cibernético, como a própria sociedade, é composto de todo o tipo de pessoas. Na sua maioria são decentes e respeituosas, mas também há pessoas obscenas, ofensivas, insultuosas, e mesmo exploradoras. As crianças e os jovens encontram muito benefícios quando usam os serviços da Internet, mas também podem, neste ambiente social, como em qualquer outro, ser objecto de crimes e explorações.
    Confiantes, curiosos e ansiosos por explorar este mundo novo e as possibilidades de relacionamento por ele proporcionados, são por vezes arrastados para utilizações menos consentâneas com a sua idade e o seu perfil psicológico e social. É necessária a supervisão e o conselho dos pais para que usem o bom senso de modo que as suas experiências no "ciberpespaço" sejam agradáveis, salutares e produtivas
  • 4. Alguns dos problemas
    Embora tenham sido publicitados casos de abusos que envolveram alguns serviços da Internet, é pouco frequente o relato deste tipo de casos. Como a maioria dos crimes que envolve crianças, as situações são pouco conhecidas, sobretudo quando a criança não discute o assunto com os pais.
    O facto de alguns crimes estarem a acontecer através deste meio, não justifica que se evite usar estes serviços. Dizer a uma criança ou a um jovem que deixe de utilizar a Internet seria igual a dizer-lhes que não poderão ir mais à rua ou à escola porque aí também podem ser vítimas de vários atentados. A melhor estratégia é dar a conhecer e reflectir com as crianças sobre as vantagens e os perigos da Internet, para que saibam como actuar caso sejam colocadas perante situações potencialmente perigosas.
  • 5. Riscos
    Como já referimos, existem alguns riscos para as crianças que usam a Internet. Contudo, os jovens (adolescentes) estão particularmente em risco porque frequentemente utilizam o computador sem supervisão familiar e porque é mais provável que visualizem páginas ou participem em conversas em linha relacionadas com actividades sexuais.
  • 6. Alguns dos riscos
    exposição de material inapropriado
    Um dos riscos é que a criança fique exposta a material inapropriado de índole sexual ou de natureza violenta, ou que a incentive a realizar actividades que são perigosas ou ilegais. Podem, além disso, encontrar inadvertidamente informação que seja degradante ou ofensiva.
  • 7. Abuso físico
    Outro risco é que, enquanto em linha, uma criança pode fornecer informação ou proporcionar encontros que ponham em causa a sua segurança ou a de outros membros da sua família. Em alguns casos, os pedófilos usaram o correio electrónico e os grupos de conversação em directo para ganhar a confiança de uma criança e conseguir uma reunião face-a-face.
    Pedofilia:
    Saber, compreender, actuar!Da Internet ao mundo da pedofilia
  • 8. Fixe e financeiro
    Um terceiro risco pode ter a ver com consequências negativas do ponto de vista legal e financeiro, devido ao facto de uma criança ou jovem fornecer o número do cartão de crédito de um familiar ou fazer algo que viole os direitos de outra pessoa. Às crianças devem ser ensinadas as principais regras de segurança na Internet e os princípios da "Netiqueta"(etiqueta da rede) e formas de evitar ser indelicado, mesquinho ou ofensivo.
  • 9. Pais na vida real e em linha
    Apesar das crianças e adolescentes necessitarem de autonomia e privacidade, carecem também da participação e supervisão dos pais na sua vida diária. As mesmas atitudes que os pais empregam com muitas vantagens no "mundo real" devem também aplicar-se quando os seus filhos utilizam a Internet.
    Se um pai ou uma mãe tiverem alguma preocupação ou alguma dúvida sobre as actividades em linha dos seus filhos, o melhor é falar com eles. Podem ainda procurar o conselho e a orientação de professores, bibliotecários ou de outros utilizadores experientes. Uma comunicação aberta com os filhos, uma vigilância adequada e uma familiarização pessoal com estes recursos, podem ajudar a tirar o máximo proveito das potencialidades destes sistemas e a ficar alerta face a qualquer eventual problema. Se uma criança estiver numa situação delicada (como por exemplo, encontrar-se em linha com uma pessoa suspeita), não a devemos responsabilizar. Acima de tudo é importante ajudá-la a sair da situação e, posteriormente, ajudá-la a evitar problemas no futuro.
  • 10. Pais na vida real e em linha (continuação)
    Além destes princípios básicos, os pais devem estar informados sobre aspectos específicos relacionados com a utilização da Internet. Por exemplo, é possível que as crianças tropecem em material não aconselhável ao descobrirem informação na Internet através de um motor ou robot de busca. Algumas destas ferramentas de apoio à pesquisa na Internet já oferecem opções de segurança para as crianças, filtrando os materiais que podem ser inadequados, e outras estão já projectadas especificamente para serem utilizadas por criança
    Alguns ISP permitem que os pais limitem o acesso dos filhos a certos serviços ou materiais menos convenientes. Para além disso, existem também programas especificamente elaborados para restringir este acesso e que podem facilmente ser instalados num computador doméstico. A maior parte destes programas podem ser configurados pelos pais para filtrar os locais que contêm pornografia ou violência, ou que defendem e patrocinam o uso de drogas, tabaco e álcool. Outros podem ser configurados para impedir as crianças de revelar informação de carácter pessoal: nome, endereço postal, número de telefone. Estas ferramentas podem ser úteis para ajudar os pais a controlar e acompanhar a actividade dos filhos na Internet, mas não dispensam de modo algum a sua vigilância.
  • 11. Pais na vida real e em linha (continuação)
    A melhor maneira de assegurar que as crianças e os jovens tenham experiências positivas no recurso à Internet é manter permanentemente um contacto com o que eles fazem. Uma forma de o conseguir é estar com eles a maior parte das vezes que utilizam a Internet. Pode pedir que lhe mostrem o que fazem e como têm acesso aos serviços que utilizam.
  • 12. Guia para pais
    Evite proporcionar informação de identificação, tal como o nome, direcção postal, direcção da escola ou número de telefone, em ambientes abertos (conversas em directo ou foros de discussão). Antes de emitir esta informação através de correio electrónico assegure-se de que se trata de alguém que ambos (pai e criança) conhecem e tenham confiança. Pense cuidadosamente antes de relevar informação como a idade, estado civil ou informação financeira. Não afixe fotografias das crianças em locais da Web disponíveis ao grande público. Considere utilizar um pseudónimo e previna o seus filhos para nunca dar o seu nome e apelidos. Evite também alistar o seu nome e endereço electrónico em todos os portais públicos.
    Não permita que uma criança marque uma reunião presencial com outro utilizador da rede sem a sua permissão. Se esta se vier a realizar, deve ser efectuada num lugar público e na sua companhia.
  • 13. Nunca responda a mensagens insinuantes, obscenas, agressivas, que sugiram fins menos lícitos ou que lhe causem incómodo. Incentive as crianças a comunicar-lhe se encontrarem mensagens deste tipo. Informe os seus filhos que não devem abrir nenhum endereço Internet associado a uma mensagem electrónica, caso provenha de pessoas ou organizações desconhecidas. Estas ligações podem conduzir a locais inadequados ou accionar programas que contenham vírus informáticos.
    Se alguém enviar para os seus filhos mensagem ou imagens obscenas, imorais ou indecentes, com a intenção de molestar, abusar, maltratar, ou de o tornar meio de transmissão. Se não conseguir terminar com este problema pela simples opção de não responder e ignorar estes "ataques", recomendamos que comunique estes acontecimentos aos serviços nacionais vocacionadas para a protecção das crianças ou para a esquadra da Polícia de Segurança Pública mais próxima de sua casa.
  • 14. Recorde que as pessoas em linha nem sempre são o que parecem. Como a maior parte dos serviços não nos permite ver ou mesmo ouvir as pessoas que connosco interagem é muito fácil que alguém deturpe a sua verdadeira identidade. Assim, uma pessoa que diz ser uma rapariga de 15 anos, pode ser na realidade um homem de 45.
    Nem tudo o que lemos na Internet é necessariamente verdadeiro. Qualquer proposta ou oferta que seja "demasiado boa para ser real" é provavelmente falsa. Tenha muito cuidado com iniciativas que solicitem a sua presença em reuniões, que pretendam a visita de alguém a sua casa ou que lhe façam facultar informações pessoais.
  • 15. Estabeleça limites e regras razoáveis às crianças acerca da utilização do computador e da Internet. Discuta estes aspectos com elas e coloque-as bem perto para funcionarem como lembrança. Supervisione o cumprimento destes limites, especialmente o tempo que passam nestas actividades. O uso excessivo da Internet por uma criança, particularmente à noite, é o indício de que pode haver um problema potencialmente latente.
  • 16. Os computadores pessoais e a Internet não devem ser encarados pelos pais como baby-sitter electrónicos. Faça das suas actividades na Internet uma experiência familiar (sobre este tema, recomendamos a leitura do Livro "A Família em Rede" de SeymourPapert; Edição Relógio d'Água). Ponha o computador na sala de estar, ou numa sala frequentemente utilizada por toda a família, e trabalhe amiúde com os seus filhos. Conheça todos os seus amigos e principalmente os seus "amigos online".
    Conheça os serviços que o seu filho utiliza, por exemplo, que canais frequenta nas conversas em directo e que tipo de temas se discutem ali. Se não sabe como funcionam faça com que ele, ou outra pessoa, lhe mostre como se utilizam.
    Tenha presente que, mesmo que instale ou contrate um serviço de supervisão e controlo de conteúdos, nem o melhor programa de monitorização de informação pode substituir a presença e orientação de um adulto.
  • 17. fim
    Fontes : www.minerva.uevora.pt/internet-segura/
    TIC
    Realizado por : David Pinto nº8 8ºA
    Filipe Seara nº11 8ºA