GÊNEROS TEXTUAIS -
Unidade 05
Parte II

Camila Ribeiro
Alfabetizar Letrando
Foco das atividades
Concepção de língua escrita

Rompimento

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Cartilha: Davi, meu amiguinho. Eunice
Alves e Marcia de Almeida. 1984.
C...
Situações diversificadas de leitura e escrita

Unidade 5 - Ano 1
Compartilhada

Autônoma
Unidade 5 - Ano 1
Unidade 5 - Ano 1
Situações de
leitura
compartilhada

Situações de
leitura
autônoma

-As situações de leitura compartilhada ajudam as crianç...
Unidade 5 - Ano 1
Unidade 5 - Ano 1
Coletiva

Individual
Situações de
escrita coletiva

Situações de
escrita sozinho(a)

- Há aprendizagens que podem iniciar antes que as crianças...
Unidade 5 - Ano 1
A importância do texto coletivo
Propicia ao aluno uma reflexão sobre todos os conteúdos
linguísticos que compõem o texto e...
Aspectos que os professores (mediadores) devem observar
na produção de textos coletivos:
 Demonstrar

a possibilidade de ...
Aspectos que os professores (mediadores) devem observar
na produção de textos coletivos:
Fazer uma síntese oral das ideia...
Aspectos que os professores (mediadores) devem
observar na produção de textos coletivos:
Chamar atenção para as diferença...
Aspectos que os professores (mediadores) devem observar
na produção de textos coletivos:
Acatar as contribuições dos alun...
Aspectos que os professores (mediadores) devem observar
na produção de textos coletivos:
Quando possível, solicitar que t...
Algumas questões ...
VÍDEO: REESCRITA COLETIVA

https://www.youtube.com/watch?v=OIX1mQM6x0M
ATIVIDADES ROTINEIRAS
 Priorizar a sistematização do desenvolvimento do
SEA a partir de práticas que tenham SENTIDO para ...
Unidade 5 - Ano 1
ANÁLISE DO PORTFÓLIO
ANÁLISE DO PORTFÓLIO
•TRAZER O PERFIL DA TURMA
PREENCHIDO (19/08/2013)
•FAZER A AVALIAÇÃO DOS DOIS
ÚLTIMOS ENCONTROS (29/07 E 13/08)
Referências
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BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997, 2003.
BELINTANE, C...
Referências
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CENPEC. Curso Olimpíada de Língua Portuguesa. 2012.
DOLZ, J; SCHNEUWLY, B. Os gêneros escolares –...
Referências
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SILVA, I. M. M. Gêneros digitais: navegando rumo aos desafios da educação a distância.
SCHNEUWLY, B.;...
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  • Mnemônico é um conjunto de técnicas utilizadas para auxiliar o processo de memorização. Consiste na elaboração de suportes como os esquemas, gráficos, símbolos, palavras ou frases relacionadas com o assunto que se pretende memorizar.
  • Crianças recém alfabetizadas leem com muita dificuldade e ficam cansadas rapidamente, isso pode desencorajar as crianças.
  • Crianças recém alfabetizadas leem com muita dificuldade e ficam cansadas rapidamente, isso pode desencorajar as crianças.
  • https://www.youtube.com/watch?v=OIX1mQM6x0M
  • Crianças recém alfabetizadas leem com muita dificuldade e ficam cansadas rapidamente, isso pode desencorajar as crianças.
  • Crianças recém alfabetizadas leem com muita dificuldade e ficam cansadas rapidamente, isso pode desencorajar as crianças.
  • Generosparte2 130818130725-phpapp02

    1. 1. GÊNEROS TEXTUAIS -
    2. 2. Unidade 05 Parte II Camila Ribeiro
    3. 3. Alfabetizar Letrando
    4. 4. Foco das atividades
    5. 5. Concepção de língua escrita Rompimento • • • • Cartilha: Davi, meu amiguinho. Eunice Alves e Marcia de Almeida. 1984. Código. Textos “artificiais” das cartilhas. • • Livro didático: Ápis – Letramento e Alfabetização. Ana Borgatto, Terezinha Bertin e Vera Marchezi. 2012. Sistema de notação alfabética. Gêneros textuais.
    6. 6. Situações diversificadas de leitura e escrita Unidade 5 - Ano 1
    7. 7. Compartilhada Autônoma
    8. 8. Unidade 5 - Ano 1
    9. 9. Unidade 5 - Ano 1
    10. 10. Situações de leitura compartilhada Situações de leitura autônoma -As situações de leitura compartilhada ajudam as crianças a desenvolver conhecimentos sobre a escrita e estratégias de leitura que serão mobilizadas nas situações de leitura autônoma. -A escolha do texto é tão importante quanto o planejamento das estratégias de mediação. APRENDEMOS NA INTERAÇÃO! Vygotsky (1989, 1994)
    11. 11. Unidade 5 - Ano 1
    12. 12. Unidade 5 - Ano 1
    13. 13. Coletiva Individual
    14. 14. Situações de escrita coletiva Situações de escrita sozinho(a) - Há aprendizagens que podem iniciar antes que as crianças escrevam de acordo com os princípios do SEA. - Prever situações compartilhadas em que o professor seja o escriba. Essas produções coletivas são ricas, por possibilitarem a explicitação de estratégias de escrita. - Nas situações em que as crianças escrevem sozinhas mobilizam conhecimentos e estratégias aprendidos nas situações partilhadas, mas há outras aprendizagens em jogo.
    15. 15. Unidade 5 - Ano 1
    16. 16. A importância do texto coletivo Propicia ao aluno uma reflexão sobre todos os conteúdos linguísticos que compõem o texto e demonstra – fazendo – como as ideias e as palavras se transformam em escrita. Nesse trabalho, vários conteúdos de Língua Portuguesa são sistematizados, como:  Função social da escrita;  Relação oralidade escrita;  Alfabeto como conjunto de símbolos próprios da escrita;  Outros sinais utilizados para a veiculação de ideias;  Direção da escrita;  Espaçamento entre as palavras;  Elementos de apresentação do texto.
    17. 17. Aspectos que os professores (mediadores) devem observar na produção de textos coletivos:  Demonstrar a possibilidade de se comunicar com alguém através da escrita, a despeito da distância ou do tempo;  Suscitar no aluno a vontade de escrever;  Proporcionar a produção escrita em situações comunicativas reais aque fazem parte de um contexto/esfera social . Quando seleciono um gênero, opto por um formato;  Deixar claro quem é o interlocutor daquela produção;  Definir, juntamente com a classe, a intenção do texto (por quê se está escrevendo);
    18. 18. Aspectos que os professores (mediadores) devem observar na produção de textos coletivos: Fazer uma síntese oral das ideias que sustentarão o texto a ser redigido;  Anotar, num canto do quadro, as ideias básicas que estruturarão o texto;  Ouvir as ideias dos alunos sobre o tema e redigi-las na norma padrão, explicitando a necessidade de adaptação entre a linguagem oral e escrita;  Pensar na visualização dos alunos no momento (tipo de letra);  Chamar atenção para cronologia dos fatos que serão escritos;  Chamar os alunos individualmente para participar;
    19. 19. Aspectos que os professores (mediadores) devem observar na produção de textos coletivos: Chamar atenção para as diferenças entre o que se diz e o que se escreve, pois várias informações precisam ser detalhada para que, quem ler o texto possa compreender;  Enfatizar o uso de alguns conteúdos (os mais elementares) que garantam ao texto coesão e coerência;  Reescrita durante o processo se acharmos um jeito melhor para se expressar (reler o texto várias vezes durante a escrita);  Chamar atenção para a necessidade dos elementos de apresentação (título ou vocativo, margem, data, espaços para evidenciar parágrafo e assinatura);
    20. 20. Aspectos que os professores (mediadores) devem observar na produção de textos coletivos: Acatar as contribuições dos alunos, adequando-as para o mais apropriado num texto escrito;  Proceder à leitura apontada do texto diversas vezes para que o aluno possa compreender que, apesar de possuir características específicas, a escrita pode registrar o que se fala ou o que se pensa;  Incentivar o fechamento do texto;
    21. 21. Aspectos que os professores (mediadores) devem observar na produção de textos coletivos: Quando possível, solicitar que todos registrem o texto produzido para ser lido ou mostrado em casa, comentando sobre seu tema ou sobre o interlocutor;  Encaminhar uma cópia ao interlocutor, solicitando a resposta por escrito, texto este que reverterá em material de leitura e reflexão sobre os conteúdos utilizados.
    22. 22. Algumas questões ...
    23. 23. VÍDEO: REESCRITA COLETIVA https://www.youtube.com/watch?v=OIX1mQM6x0M
    24. 24. ATIVIDADES ROTINEIRAS  Priorizar a sistematização do desenvolvimento do SEA a partir de práticas que tenham SENTIDO para o educando (trabalho com o “nome”; cantigas, parlendas, adivinhas, etc.);  Explorar textos que circulam socialmente (gêneros textuais) favorecendo o processo de USOREFLEXÃO-USO (bilhetes, cartões, listas, receitas, etc).
    25. 25. Unidade 5 - Ano 1
    26. 26. ANÁLISE DO PORTFÓLIO
    27. 27. ANÁLISE DO PORTFÓLIO
    28. 28. •TRAZER O PERFIL DA TURMA PREENCHIDO (19/08/2013) •FAZER A AVALIAÇÃO DOS DOIS ÚLTIMOS ENCONTROS (29/07 E 13/08)
    29. 29. Referências • • • • • BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997, 2003. BELINTANE, C. Linguagem oral na escola em tempo de redes, 2000. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022000000100004&lng=e Acesso em 01/06/2013. BOZZA, S. Ensinar a ler e escrever: uma possibilidade de inclusão social. Org. Rogério Bozza. Pinhais: Editora Melo, 2008, 148 p. BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi. O ensino da compreensão e a formação do leitor: explorando as estratégias de leitura. In: SOUZA, Ivane Pedrosa e BARBOSA, Maria Lúcia Ferreira de Figueiredo. Práticas de leitura no ensino fundamental. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sócio-discursivo. Trad. Anna Rachel Machado, Péricles Cunha. São Paulo: EDUC, 1999.
    30. 30. Referências • • • • • • CENPEC. Curso Olimpíada de Língua Portuguesa. 2012. DOLZ, J; SCHNEUWLY, B. Os gêneros escolares – das práticas de linguagem aos objetos de ensino. In: SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004, p. 71 a 94. DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, Bernard e DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004. MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel e BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008. MACHADO, D. Z. A infraestrutura textual do gênero ombudsman: um estudo interacionista sociodiscursivo. Disponível em http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/workingpapers/article/viewFile/1984-8420.2009v
    31. 31. Referências • • • • SILVA, I. M. M. Gêneros digitais: navegando rumo aos desafios da educação a distância. SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J e colaboradores. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, São Paulo: Mercado das Letras, 2004. VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1994. VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

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