Diálogo social - Famílias Unidas em uma Economia e Política Local
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União da família em grupos de estudo e trabalho.

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Diálogo social - Famílias Unidas em uma Economia e Política Local Diálogo social - Famílias Unidas em uma Economia e Política Local Document Transcript

  • Fam´ ılias Unidas em umaEconomia e Pol´ ıtica Local
  • Sum´rio a1 Uni˜o da fam´ em grupos de estudo e trabalho a ılia 1 1.1 Afinidade, realidade e comunica¸˜o entre as pessoas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ca 2 1.2 Fam´ ılias unidas em um sistema econˆmico local . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . o 2 1.3 Cria¸˜o de uma micro-economia familiar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ca 3 1.4 Os exemplares sacerdotes, curadores e professores setistas . . . . . . . . . . . . . . . . 4 1.5 SELO - Sistemas Econˆmicos Locais Organizados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . o 4 1.6 Proposta de evolu¸˜o e sobre-vers˜o da economia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ca a 6 1.7 SPEL - Sistema Pol´ ıtico e Econˆmico Local . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . o 62 Fam´ e os trˆs pilares da felicidade humana ılia e 7 2.1 O matrimˆnio e a vida familiar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . o 83 Espiritualidade, fidelidade e responsabilidade na fam´ ılia 8 3.1 Religiosidade, altru´ ısmo e servi¸o social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . c 9 3.2 Equilibrando o ego´ ısmo humano e o altru´ ısmo Divino . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 3.3 O valor infinito das pessoas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 3.4 Deus ama o pecador e odeia o pecado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 3.5 Desenvolvimento espiritual harmˆnico do ser humano . . . . . . . . . . . . . . . . . . o 114 Princ´ ıpios do humanitarismo e da fraternidade de urˆntia a 12 4.1 Paternidade de Deus e fraternidade dos seres humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 4.2 A religi˜o de Jesus e a fraternidade na terra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . a 12 4.3 A motiva¸˜o do servi¸o e a fraternidade na economia . . . . . . . . . . . . . . . . . . ca c 13 4.4 O triunfo do amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14 4.5 Felicidade interior e as futuras gera¸˜es . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . co 151 Uni˜o da fam´ em grupos de estudo e trabalho a ıliaP: Qual o objetivo deste di´logo? aR: Expressar de forma interativa uma s´ ıntese dos informativos sociais do Grupo de Aprendizes daInforma¸˜o Aberta - GAIA. caP: Qual o objetivo destes informativos?R: A uni˜o da fam´ a ılia, que ´ a unidade social fundamental. eP: Que propostas este grupo sugere para unir nossas fam´ ılias?R: As fam´ılias s˜o unidades sociais de convivˆncia. Propomos que elas sejam tamb´m unidades a e eeconˆmicas locais de estudo e trabalho, e unidades pol´ o ıticas de uma representatividade escalonadada democracia do futuro.P: Como uma pol´ ıtica e economia familiar local pode contribuir para uni˜o da fam´ a ılia? 1
  • R: Acreditamos que a convivˆncia, o compartilhar do trabalho e do prazer da vida, fortificam o amor ee promovem a uni˜o. Percebemos que a falta de di´logo e convivˆncia na fam´ se deve ao fato de a a e ıliaque muitos de n´s passa mais tempo no trabalho e na escola do que em casa. Se organizarmos em onosso lar grupos de estudo e empresas familiares, nossa convivˆncia em casa aumentar´. Al´m disso se e a econcebermos uma representatividade pol´ ıtica com base na fam´ nossos representantes qualificados ılia,precisar˜o ser bons familiares. Tudo isso aumentar´ a convivˆncia, incentivar´ o di´logo, promover´ a a e a a ao trabalho cooperativo, criar´ uma via familiar pol´ a ıtica de representatividade. Isto ir´ contribuir apara uni˜o das fam´ a ılias.1.1 Afinidade, realidade e comunica¸˜o entre as pessoas caP: Achei interessante estas sugest˜es para uni˜o da fam´ o a ılia. Contudo vocˆs n˜o acham que ´ o amor e a ee a afinidade que une as pessoas?R: Sim. A cientologia1 explica que isto ´ uma das partes de um triˆngulo. O triˆngulo ARC de e a aAfinidade (Amor), Realidade (Conhecimento) e Comunica¸˜o (Di´logo). Primeiramente ´ preciso que ca a eduas pessoas tenham afinidade para estarem pr´ximas, somente ent˜o elas poder˜o se comunicar. E o a aesta comunica¸˜o possibilitar´ cada um saber quem o outro realmente ´. Afinidade, comunica¸˜o e ca a e carealidade. Todas as pessoas s˜o capazes de amar e ser amadas, de conhecer e ser conhecidas. Mas atudo isso s´ ocorre se as pessoas tiverem um m´ o ınimo de oportunidade de estarem juntas.Na vida moderna das cidades, muitas vezes nem nos alimentamos junto de nossos familiares. Passa-mos a maior parte do tempo no trabalho e nos estudos. Em casa somos inundados por uma avalanchede sons e imagens da televis˜o e computador. Por isso, muitas vezes n˜o convivemos (afinidade), a adialogamos (comunica¸˜o) e nem conhecemos (realidade) as pessoas de nossa pr´pria casa. Se in- ca ocentivarmos grupos de estudo e trabalho nas fam´ ılias, isto ir´ estimular a convivˆncia, o di´logo, o a e aconhecimento m´ tuo, o amor e a uni˜o. Este ´ nosso plano-esperan¸a para uni˜o do lar, uni˜o da u a e c a afam´ılia.1.2 Fam´ ılias unidas em um sistema econˆmico local oP: Existe um problema pr´tico. Est˜o todos muito envolvidos e investidos no estudo e trabalho a anecess´rio para conseguir algum dinheiro e sobreviver. Por isso, acredito que nem todos ter˜o o a atempo necess´rio para dispender neste projeto de estudo e trabalho familiar. Acredito que vocˆs a edeveriam iniciar alguma coisa com as pessoas mais pr´ximas, ent˜o outras pessoas interessadas v˜o o a ase aproximar devido ao vosso exemplo e realiza¸˜es. coR: Pois exatamente com o objetivo de congregar nossa fam´ nos organizarmos para trabalharmos ılia,juntos, sobrevivermos e vivermos mais saud´veis e felizes, que um dos pilares tem´ticos do GAIA ´ a a ea uni˜o da fam´ em um sistema pol´ a ılia ıtico e econˆmico local. oP: Sistema Pol´ ıtico e Econˆmico Local? Na nossa fam´ o ılia?R: Sim, cada fam´ ´ potencialmente um sistema econˆmico local com uma moeda personali- ılia e ozada pr´pria, que ´ chamada trinheiro, objetivando organizar sucessivamente um grupo de estudos, o eum grupo de trabalho e finalmente um condom´ ınio autosustent´vel. Cada fam´ a ılia, funcionando noesp´ ırito de uma economia local solid´ria, ´ tamb´m potencialmente uma unidade pol´ a e e ıtica. Os repre-sentantes das v´rias fam´ a ılias elegem um representante do condom´ ınio, os representantes de v´rios acondom´ ınios elegem um representante do bairro e assim sucessivamente obtemos uma representa¸˜o caescalonada, tamb´m chamado sistema pol´ e ıtico poliarquico ou representa¸˜o em cascata da “demo- cacracia do futuro”. Se fizermos desta forma estaremos pensando globalmente e agindo localmente em 1 A cientologia do esp´ ırito (thetan) foi o conhecimento que sucedeu a dian´tica da alma no trabalho de L. Ron eHubbard 2
  • nossa empresa familiar. Este tema social, econˆmico e pol´ o ıtico comp˜e um dos assuntos fundamentais odo Grupo de Aprendizes da Informa¸˜o Aberta.. caP: Parece que vocˆs pesquisaram bastante para organizar todo este material! N˜o sei nem por onde e acome¸ar. Me sinto um pouco perdido em meio a tanta informa¸˜o aberta. c caR: Certamente podemos come¸ar organizando um grupo de estudos em nossa fam´ c ılia. Propomosque estudemos juntos biologia, medicina, nutri¸˜o e psicologia com o objetivo pr´tico de melhorar ca anossa sa´ de e aumentar a longevidade de todos. Al´m disso podemos utilizar uma moeda local u epersonalizada para intermediar as aulas personalizadas entre os diversos participantes. Cada um po-deria preparar um pequeno curr´ ıculo adicionado de uma lista dos livros, habilidades e conhecimentoste´ricos e pr´ticos que seria capaz de compartilhar. o a1.3 Cria¸˜o de uma micro-economia familiar caP: Como posso contribuir para esta iniciativa de uni˜o da fam´ na convivˆncia, estudo e trabalho? a ılia eR: Na medida de sua vontade, tu podes contribuir com a pol´ ıtica e economia local e estruturar emsua fam´ um Sistema Econˆmico Local Organizado - SELO fazendo a compensa¸˜o do trinheiro ılia o cano Banco Local2 familiar.P: Ser´ que comprendi direito. Creio que preciso de um exemplo pr´tico. Ajudou minha comprens˜o a a ao breve relato sobre a hist´ria do Sistema Econˆmico Local Solid´rio - SELO-Sol. Entretanto, qual o o aseria o primeiro passo para se criar uma micro-economia familiar?R: Para formar um sistema econˆmico na sua fam´ primeiramente acesse o trinheiro pr´-elaborado. o ılia, eDepois cadastre as pessoas da fam´ e prencha, com os respectivos nomes, os “cheques personali- ıliazados” de sua “moeda local familiar”. Ent˜o imprima um “papel-moeda nominal” para cada um de aseus familiares. Agora as partilhas de saberes, servi¸os e bens j´ podem acontecer mediadas por esta c a“moeda familiar personalizada”.Suponha por exemplo que vocˆ dˆ uma aula de 60 minutos para seu filho. Uma aula explicando como e eele pode organizar um sistema econˆmico local em sua sala de aula. Ap´s a aula, seu filho prenche o oo documento trino, aqui chamado de trinheiro, com um memorando para ele, um recibo de trabalhopara vocˆ e um cheque para o Banco Local. Vocˆ ficar´ com um cr´dito de 60 Reais minutos de e e a etrabalho. A pessoa que usufruiu do seu servi¸o ficar´ com um d´bito correspondente no banco do c a egrupo de participantes do SELO.Desta forma, qualquer rela¸˜o econˆmica pode ser itermediada e organizada pelo trinheiro, este papel- ca omoeda personalizado v´lido localmente em nossa fam´ de convivˆncia humana. Para fazer funcionar a ılia eo SELO, periodicamente os usu´rios, deste sistema econˆmico familiar, entregam os cheques para a opessoa respons´vel pelo Banco Local. Cada minuto de trabalho vale 1 Real. A pessoa que trabalhou a` servi¸o do outro, ficar´ com um cr´dito correspondente, e a pessoa que foi servida ficar´ com uma c a e ad´bito na conta do Banco Local. ePerceba que o valor monet´rio em reais minutos de trabalho do trinheiro, ´ criado no momento da a etroca econˆmica. Trata-se realmente de um meio de troca personalizado e local. Este micro sistema oeconˆmico organiza as trocas de conhecimentos, servi¸os e bens e valoriza o trabalho e a pessoa o chumana. 2 No Brasil o valor do dinheiro ´ contado em reais e a compensa¸ao dos cheques ´ feita no Banco Central. Nos e c˜ eSELOs o valor do trinheiro ´ contado em minutos reais de Trabalho e a compensa¸ao dos cheques ´ feita no Banco e c˜ eLocal 3
  • 1.4 Os exemplares sacerdotes, curadores e professores setistasP: Vocˆs conhecem algum exemplo hist´rico que expresse estes objetivos sociais e familiares do e oGAIA?R: Desde o in´ do milˆnio, temos trabalhado com o plano de que nossas fam´ ıcio e ılias, al´m de estarem eunidas no amor da convivˆncia, estejam tamb´m unidas na sabedoria do estudo conjunto e na boa e evontade do trabalho em grupo.O GAIA, que floresceu em um Laborat´rio da UniverCidade, objetiva a uni˜o da fam´ a sa´ de do o a ılia, ucorpo, a espiritualiza¸˜o da mente e a consequente salva¸˜o da alma. Este grupo de aprendizes ´ no ca ca emomento um grupo informativo. Estamos em uma fase editorial. Quando esta fase estiver conclu´ ıdainiciaremos uma fase educativa e ent˜o uma fase de trabalho. No longo prazo pretendemos edificar aas bases educacionais, junto com os nossos filhos, para que nossos netos possam crescer em fam´ıliasideais.Visualizamos a possibilidade de reavivarmos a cultura dos setistas, descendentes de Set, o primeirofilho de Ad˜o e Eva no segundo jardim. Os setistas eram simultaneamente sacerdotes, curadores e aprofessores. Veja como isto ´ revelado no livro de urˆntia: e a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 76.3-5: . . . O sacerd´cio setita foi uma miss˜o a a o a ıplice, abrangendo religi˜o, sa´de e educa¸˜o. Os sacerdotes dessa ordem eram tr´ a u ca treinados para oficiar em cerimˆnias religiosas, para servir como m´dicos, inspetores sa- o e nit´rios e professores nas escolas do jardim. . . . a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 76.3-9: . . . A vida no lar dos povos violetas era a a a ideal, para a sua ´poca e idade. As crian¸as eram submetidas a cursos de aperfei¸oamento e c c na agricultura, no artesanato e na cria¸˜o de animais, ou ent˜o eram educadas para ca a desempenharem os deveres tr´ ıplices de um setita: ser um sacerdote, um m´dico e um e professor. E, ao pensardes no sacerd´cio setita, n˜o deveis confundir esses mestres da sa´ de e o a u da religi˜o, de mente elevada e nobre, de verdadeiros educadores, com os sacerd´cios a o adulterados e comercializados das tribos posteriores e das na¸˜es vizinhas. Os conceitos co religiosos de Deidade e do universo que eles possu´ ıam eram avan¸ados e razoavelmente c precisos, as suas regras de sa´ de eram excelentes para a sua ´poca e os seus m´todos de u e e educa¸˜o jamais foram superados. ca1.5 SELO - Sistemas Econˆmicos Locais Organizados oP: Este di´logo contˆm muito de espiritualidade e amor familiar. O assunto em pauta n˜o deveria a e aser economia e pol´ ıtica local? Ser´ que n´s n˜o estamos desviando do foco? a o aR: Bem, n˜o devemos ensinar o que n˜o praticamos. Precisamos estruturar ao menos um Sistema a aEconˆmico Local Organizado - SELO em nossa pr´pria fam´ o o ılia.P: Mas como fazer isso? Em termos pr´ticos, quais os detalhes para organizarmos estes sistemas aeconˆmicos familiares que vocˆs chamam de SELO? o eR: Para responder sua pergunta, reproduzimos a seguir o estudo da Trilogia dos SELOs e do trinheiro.O trinheiro ´ o papel moeda personalizado dos SELOs, com recibo do trabalhador e valor eexpresso em reais minutos de trabalho: “Sistema Pol´ıtico e Econˆmico Local”, Se¸˜o 3: o ca Trilogia Econˆmica dos SELOs o Os SELOs s˜o Sistemas Econˆmicos Locais Organizados, com um papel moeda pr´prio a o o do SELO, chamado de trinheiro porque ´ um documento com trˆs aspectos: e e 4
  • 1. O trinheiro possui trˆs partes: e (a) Um recibo para pessoa que ofertou o saber, servi¸o ou bem. c (b) Um memorando para pessoa que recebeu o saber, servi¸o ou bem. c (c) Um cheque para contabilidade do “Banco Local” do SELO. 2. O trinheiro ´ pessoal com o nome do recebedor do saber, servi¸o ou bem e tamb´m e c e o local de convivˆncia do grupo. e 3. A unidade de valor do trinheiro ´ o Real que equivale ` 1 minuto de trabalho. Uma e a hora de trabalho valem 60 Reais do trinheiro. Trˆs partes do Trinheiro e SELO UniverCidade Ano Sistema Econˆmico Local Organizado o Memorando de Nome: por Data: / /Ano Saldo Anterior: Reais Trinheiro de Reais Saldo Atual: Reais SELO UniverCidade Ano Sistema Econˆmico Local Organizado o Recebi de Nome: em troca de Reais (minutos de trabalho) Data: / /Ano Assinatura: SELO UniverCidade Ano Sistema Econˆmico Local Organizado o Cheque de Nome: para valendo Reais Data: / /Ano Assinatura: Enviar para Banco Local Cada Sistema Econˆmico Local Organizado (SELO) ´ um grupo de amigos que possui o eum papel moeda pr´prio chamado trinheiro v´lido no Banco Local, que funciona como o ao dinheiro do Banco Central, com a diferen¸a que ´ controlado pelos pr´prios partici- c e opantes do SELO, de forma economicamente auto-sustentada. Para fazer funcionar umSistema Econˆmico Local Organizado (SELO), s˜o preciso trˆs trabalhos, que podem ser o a eexecutados por trˆs pessoas, enumerados a seguir: e 5
  • 1. Dialogar, integrar e cadastrar os novos participantes do SELO 2. Imprimir o trinheiro: papel moeda personalizado v´lido no SELO a 3. Fazer a compensa¸˜o dos cheques do SELO no Banco Local. ca Sequencialmente um Sistema Econˆmico Local Organizado (SELO) ´ um grupo de o e estudos, de trabalho e de conv´ ıvio constitu´ por amigos, colaboradores e familiares ıdo localizado no col´gio, na cidade e no condom´ e ınio. O amadurecimento de um SELO passa por trˆs etapas enumeradas a seguir: e 1. Compartilhamento de saberes em aulas personalizadas entre os membros do SELO. 2. Realiza¸˜o de servi¸os m´ tuos buscando a auto-suficiˆncia econˆmica do SELO. ca c u e o 3. Forma¸˜o da ecovila da grande fam´ que o SELO se transformou. ca ılia Existem distor¸˜es na economia convencional egofrˆnica. As pessoas do corpo social co e perdem o contato e se enclausuram no anonimato. N˜o ´ poss´ haver fraternidade, se a e ıvel nem ao menos sabemos o nome do irm˜o anˆnimo. O trabalho deixa de ser o principal a o valor e muitos ganham dinheiro porque tem dinheiro e n˜o por trabalharem. Finalmente, a quando o banco central emite mais papel moeda, o dinheiro de todos ´ desvalorizado. e Um Sistema Econˆmico Local Organizado (SELO) com papel moeda pr´prio v´lido lo- o o a calmente ´ uma alternativa humilde para o problema do trabalho motivado pelo lucro e ego´ ısta individual. O trabalho deveria ser motivado pelo desejo de servir ` irmandade a humana, filha de Deus unico. Por isso, as trˆs principais vantagens de um SELO s˜o: ´ e a 1. As rela¸˜es econˆmicas s˜o mais humanas, pessoais e vivas em um SELO. co o a 2. O principal valor em um SELO ´ a pessoa e o trabalho e n˜o o dinheiro e o lucro. e a 3. O trinheiro do Banco Local de um SELO n˜o ´ desvalorizado como dinheiro a e produzido pelo banco central.1.6 Proposta de evolu¸˜o e sobre-vers˜o da economia ca aP: Esta proposta ´ uma re-volu¸˜o. Talvez estejamos sendo sub-versivos. e caR: N´s estamos propondo uma e-volu¸˜o e nos consideramos sobre-versivos. Pois esta sobre-vers˜o o ca ade economia motivada pelo servi¸o e amor ´ superior a sub-vers˜o de uma economia motivada pelo c e alucro ego´ ısta. Em outras palavras a atual estrutura econˆmica e pol´ o ıtica ´ uma vers˜o inferior, uma e asub-vers˜o da proposta superior de uma economia motivada pelo servi¸o altru´ ao pr´ximo. a c ısta o1.7 SPEL - Sistema Pol´ ıtico e Econˆmico Local oP: Tudo bem, eu concordo que esta ´ uma boa id´ia, a de unir as fam´ e e ılias em sistemas econˆmicos olocais. Mas n˜o basta saber para aonde estamos indo, ´ preciso caminhar da forma correta. Lembro a edas palavras do papa Jo˜o Paulo II quando visitou Cuba. Ele disse: “A verdadeira revolu¸˜o ´ a a ca erevolu¸˜o do amor”. caR: Pois ´ justamente por isso, para estimular o amor e os la¸os familiares, que concebemos a pos- e csibilidade de organizar no lar um emprendimento familiar com uma moeda personalizada v´lida alocalmente.P: OK. Vocˆ me convenceu que a convivˆncia no lar ser´ estimulada se al´m de c´lulas sociais, as e e a e efam´ılias forem tamb´m unidades econˆmicas de estudo e trabalho. E quanto a pol´ e o ıtica local? O quesignifica a fam´ compor os n´ cleos de base de uma democracia do futuro? Como eleger pessoas ılia uque ouvem e sabem trabalhar em grupo como Marina Silva? 6
  • R: Reproduzo ` seguir a parte introdut´ria da defini¸˜o de um SPEL - Sistema Pol´ a o ca ıtico e Econˆmico oLocal. Podemos organizar um SPEL em nossa pr´pria fam´ o ılia: Sistema Pol´ ıtico e Econˆmico Local, Se¸˜o 1: o ca Introdu¸˜o ca Um SPEL ´ um Sistema Pol´ e ıtico e Econˆmico Local formado por um grupo de pes- o soas que se conhecem e convivem, com um papel moeda pr´prio, personalizado e v´lido o a localmente, chamado de trinheiro. Cada SPEL ´ uma pequena c´lula de uma nova e evo- e e lucionada economia com valores mais humanos baseados na fraternidade e espiritualidade ... . . . Cada Sistema Pol´ ıtico e Econˆmico Local, possuir´ um representante pol´ o a ıtico. Estes representantes dos v´rios SPELs locais, tamb´m elegem seu “porta-voz”. Um sis- a e tema escalonado de representa¸˜o em cascata da “democracia do futuro”, possibilitaria ca por exemplo, que os representantes dos SPELs familiares elegam um representante de um SPEL do condom´ ınio, estes elegam escalonadamente representantes do bairro, e da cidade, do estado, do pa´ e finalmente deste planeta urˆntia (terra) . . . ıs a “Sistema Pol´ ıtico e Econˆmico Local”, par´grafo 2.1-2: . . . Esta ´ uma proposta para o a e se formar SPELs com 7 ordens de grandeza e tendo cada um 3 representantes pol´ ıticos. Resumidamente podemos organizar grupos com um n´ mero de pessoas correspondentes u a um dos 49 primeiros ´ ıtens da s´rie matem´tica de Fibonacci que gera a transcendental e a raz˜o de ouro: a ´ Item da S´rie e N´ mero de Pessoas Representatividade u 7 13 Fam´ılia 14 377 Condom´ ınio 21 10.946 Bairro 28 317.811 Cidade 35 9.227.465 Estado 42 267.914.296 Na¸˜o ca 49 7.778.742.049 Planeta2 Fam´ e os trˆs pilares da felicidade humana ılia eP: Uau! Isto ´ um projeto de uni˜o planet´ria que principia no Esp´ e a a ırito Divino em cada ser humano efloresce na irmandade do corpo social da humanidade. Por´m, eu diria que n´s n˜o podemos esquecer e o ada felicidade. Talvez, individualmente, mais importante do que uma vida com grandes realiza¸˜es coseja uma vida feliz! Se todos que viverem com boa f´ ir˜o, pela gra¸a de Deus, ressucitar nos mundos e a ccelestiais, talvez o mais s´bio seja desestressar e viver com felicidade. a ´R: E verdade. Contudo uma fam´ unida ´ o ber¸o ideal para felicidade humana. Por isso, ressalto ılia e ca importˆncia desta proposta de uni˜o da fam´ em um Sistema Pol´ a a ılia ıtico e Econˆmico Local - SPEL. oTodos n´s queremos amar e ser amados, ser felizes, e viver eternamente. A nossa sociedade e as insti- otui¸˜es humanas objetivam trˆs coisas: automanuten¸ao, autoperpetua¸˜o e autogratifica¸˜o. Todos co e c˜ ca can´s, primeiramente precisamos viver e garantir nossa manuten¸˜o, ent˜o podemos nos dedicar ` o ca a anossa perpetua¸˜o atrav´s dos filhos e fam´ ca e ılia, e nesta base familiar, buscamos o prazer, a divers˜o ae a pr´pria gratifica¸˜o. Estes trˆs fatores constituem a base da felicidade humana sobre a qual o ca eestamos falando. Observe como o livro de urˆntia revela estas pondera¸˜es: a co a a ´ “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 70.9-17: . . . E assunto e dever da sociedade prover, ao filho da natureza, uma oportunidade justa e pac´ ıfica de buscar a automanuten¸˜o, de ca 7
  • participar da autoperpetua¸˜o e, ao mesmo tempo, de desfrutar, em alguma medida, ca da autogratifica¸˜o; e a soma de todas essas trˆs constitui a felicidade humana. ca eP: Vocˆ acha que na fam´ unida poderemos vivenciar estes trˆs pilares da felicidade humana? e ılia eR: Sim, as fam´ ılias s˜o a base da civiliza¸˜o e um grande contribuinte da felicidade humana. Veja a cacomo a revela¸˜o epocal considera o matrimˆnio, e verbaliza o que estou tentando lhe dizer: ca o “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 83.8-6: . . . O matrimˆnio sempre tem sido e ainda ´ o a a o e sonho supremo na idealidade temporal do homem. Embora esse belo sonho raramente seja realizado integralmente, permanece como um ideal glorioso, levando sempre a humanidade em progresso a esfor¸os maiores na dire¸˜o da felicidade humana. . . . c ca2.1 O matrimˆnio e a vida familiar oP: Eu tenho a impress˜o que este di´logo ´ mais sobre espiritualidade e fam´ do que sobre pol´ a a e ılia ıticae economia!R: Sua impress˜o est´ certa. Este trabalho informativo do Grupo de Aprendizes da Informa¸˜o a a caAberta - GAIA, objetiva ` longo prazo, a vida ideal, felicidade e eleva¸˜o da alma das futuras a cagera¸˜es da cidade. A fam´ unida e feliz, ´ a base, o c´lice, o ventre humano para o florescimento co ılia e ade tudo de bom que concebemos para todos n´s. Te pedimos com esperan¸a, vamos trabalhar o cjuntos por nossas fam´ ılias. Se tu ´s um leitor voraz, leia com carinho o livro de urˆntia. Considere e aespecialmente o seguinte cap´ ıtulo: “O Livro de Urˆntia”, Cap´ a ıtulo 84: O Matrimˆnio e a Vida Familiar o A NECESSIDADE material fundou o matrimˆnio, o apetite sexual embelezou-o, a o religi˜o sancionou-o e exaltou-o, o estado exigiu-o e regulamentou-o; e em tempos mais a recentes o amor evoluiu e come¸ou at´ a justificar e glorificar o matrimˆnio como sendo o c e o ancestral e o criador da institui¸˜o mais util e sublime da civiliza¸˜o: o lar. A edifica¸˜o ca ´ ca ca do lar deveria, ent˜o, ser o centro e a essˆncia de todo esfor¸o educacional. a e c O acasalamento ´, sobretudo, um ato de autoperpetua¸˜o associado a v´rios graus de e ca a autogratifica¸˜o; o matrimˆnio, com a edifica¸˜o do lar em grande parte existe para auto- ca o ca manuten¸˜o da esp´cie e implica a evolu¸˜o da sociedade. A sociedade ´, em si mesma, a ca e ca e estrutura que agrega as unidades familiares. Os indiv´ ıduos s˜o muito tempor´rios, como a a fatores planet´rios - s˜o as fam´ a a ılias que promovem a continuidade da evolu¸˜o social. A ca fam´ ´ o canal atrav´s do qual flui o rio da cultura e do conhecimento, de ılia e e uma gera¸˜o a outra. ca O lar ´, basicamente, uma institui¸˜o sociol´gica. O matrimˆnio cresceu da coo- e ca o o pera¸˜o para a automanuten¸˜o e da associa¸˜o para a autoperpetua¸˜o; nele, o elemento ca ca ca ca da autogratifica¸˜o ´ bastante incidental. Entretanto, o lar abrange todas as trˆs fun¸˜es ca e e co essenciais da existˆncia humana; enquanto a propaga¸˜o da vida faz dele a institui¸˜o e ca ca humana fundamental, e o sexo torna-o distinto de todas as outras atividades sociais.3 Espiritualidade, fidelidade e responsabilidade na fam´ ıliaP: Isto na teoria parece bom, contudo, como chegar a felicidade no lar e implementar uma represen-tatividade pol´ ıtica com base no indiv´ ıduo e na fam´ılia, se hoje em dia existem tantos lares desfeitose tantos indiv´ ıduos imaturos e inconscientes dos valores espirituais e eternos? 8
  • R: Repare que esta ´ uma proposta de uni˜o da fam´ com consequˆncias sociais, econˆmicas e e a ılia e opol´ ıticas. N˜o se trata de uma proposta pol´ a ıtica para uni˜o da fam´ a ılia. Toda esta proposta, dasfam´ılias unidas numa economia local, valoriza primeiramente as pessoas integrais, com corpo, mente,alma e esp´ ırito. Valorizando o Esp´ırito Divino na mente de cada ser humano, a lealdade e fidelidadedos casais e a responsabilidade em rela¸˜o aos filhos adivir´. O engrandecimento do Esp´ ca a ırito deDeus, em cada um, frutificar´ nas virtudes do altru´ a ısmo, fidelidade, lealdade e responsabilidadeentre os familiares. Isto promover´ a uni˜o das fam´ a a ılias. As fam´ ılias unidas e felizes edificar˜o uma acomunidade melhor, do ponto de vista social, econˆmico e pol´ o ıtico.3.1 Religiosidade, altru´ ısmo e servi¸o social cP: Se eu entendi bem, esta proposta social do GAIA, ´ em s´ e ıntese um ber¸o de oportunidades para cque cada indiv´ ıduo possa engrandecer em sua pr´pria alma, mente e interior o Esp´ o ırito Divino. Ecomo consequˆncia, cada pessoa guiada pelo esp´ e ırito, ir´ se tornar um familiar e cidad˜o melhor. a aParece que existe nesta proposta uma primazia da religi˜o, a religa¸˜o entre o Criador Divino e a a cacriatura humana. ´R: E exatamente isso. O amor, a fraternidade, o altru´ ısmo genu´ ıno, a uni˜o da fam´ e o progresso a ıliasocial s˜o consequˆncias das realiza¸˜es de perfeccionamento da personalidade e espiritualiza¸˜o da a e co camente de cada ser humano. Esta proposta ´ uma sugest˜o pr´tica de manifestar o que nos foi revelado e a ano livro de urˆntia: a “O Livro de Urˆntia”, Par´grafo 16.9-7: . . . O altru´ a a ısmo, exceto no instinto paternal, n˜o ´ de todo natural; ao pr´ximo n˜o se ama naturalmente, nem se serve socialmente. a e o a S˜o necess´rios o esclarecimento da raz˜o, a moralidade e o est´ a a a ımulo da religi˜o e a a consciˆncia de Deus para gerar uma ordem social n˜o-egotista e altru´ e a ısta. . . . A consciˆncia social n˜o egotista deve ser, na sua base, uma consciˆncia e a e religiosa; isto ´, se quiser ser objetiva; se assim n˜o for, ser´ uma abstra¸˜o filos´fica e a a ca o puramente subjetiva e, conseq¨ entemente, desprovida de amor. Apenas um indiv´ u ıduo consciente de Deus pode amar uma outra pessoa, como ama a si pr´prio. o “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 102.3-3: . . . Os sentimentos materiais, as emo¸˜es a a co humanas levam diretamente a a¸˜es materiais, a atos ego´ co ıstas. O discernimento da vis˜o a religiosa, de motiva¸˜o espiritual, conduz a a¸˜es religiosas e atos n˜o-ego´ ca co a ıstas de servi¸oc social e de benevolˆncia altru´ e ısta. O desejo religioso ´ a busca sedenta da realidade divina. A experiˆncia religiosa ´ a e e e realiza¸˜o da consciˆncia de haver encontrado Deus. E, quando um ser humano encontra ca e Deus, o triunfo dessa descoberta fica experienciado dentro da alma desse ser de um modo t˜o indescritivelmente efervescente, que ele ´ levado a buscar o servi¸o amoroso do contato a e c com os seus semelhantes menos iluminados, n˜o para revelar que ele encontrou Deus, mas a para consentir que o transbordamento da bondade eterna que inunda a sua pr´pria alma o refresque e enobre¸a os seus semelhantes. A religi˜o real conduz a um servi¸o social c a c maior.3.2 Equilibrando o ego´ ısmo humano e o altru´ ısmo DivinoP: Uau! Vocˆs est˜o dizendo que o amor ao pr´ximo, o altru´ e a o ısmo e o servi¸o social fraterno s˜o c aconsequˆncias do Esp´ e ırito Divino que vive na mente humana? ´R: Sim. E do esp´ ırito supra-humano que procedem as inspira¸˜es altru´ co ıstas que nos permite atribuirigual valor ` todas as criaturas humanas que vivem pela gra¸a do Criador Divino. Contudo devemos a c 9
  • equilibrar o cuidado conosco e com o pr´ximo. Sem uma personalidade unificada podemos nos tornar osobre-altru´ıstas como ´ revelado no livro de urˆntia: e a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 103.2-10: . . . O homem tende a identificar o impulso a a de atender `s pr´prias necessidades do seu ego, com o seu eu - consigo pr´prio. E, ao a o o mesmo tempo, inclina-se a identificar a vontade de ser altru´ ısta com alguma influˆncia e exterior a ele pr´prio - Deus. E esse julgamento de fato est´ certo, pois todos os desejos o a altru´ ıstas tˆm a sua origem nos guiamentos do Ajustador do Pensamento residente, e esse e Ajustador ´ um fragmento de Deus. A consciˆncia humana correlaciona o impulso do e e Monitor espiritual com a tendˆncia de ser altru´ e ısta, de pensar fraternalmente. Ao menos, essa ´ a experiˆncia primeira e fundamental na mente da crian¸a. Quando a crian¸a e e c c em crescimento n˜o tem ˆxito em unificar a sua personalidade, a tendˆncia altru´ a e e ısta pode tornar-se t˜o superdesenvolvida a ponto de causar um preju´ s´rio ao bem-estar a ızo e do eu. Uma consciˆncia mal orientada pode tornar-se respons´vel por muitos conflitos, e a preocupa¸˜es, tristezas e um sem-fim de infelicidades humanas. co3.3 O valor infinito das pessoasP: Este livro de urˆntia ´ extasiante para os buscadores da verdade! Estive lendo nele que a per- a esonalidade ´ a principal d´diva de Deus, O Pai Universal. Gostaria de entender melhor o seguinte e apar´grafo da revela¸˜o: a ca “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 0.5-5: . . . O Pai Universal ´ o segredo, tanto da a a e realidade da personalidade quanto da outorga e destino da personalidade. O Filho Eterno ´ a personalidade absoluta, ´ o segredo da energia espiritual, dos esp´ e e ıritos moronciais e dos esp´ ıritos perfeccionados. O Agente Conjunto ´ a personalidade mente- e esp´ ırito, a fonte da inteligˆncia, da raz˜o e da mente universal. A Ilha do Para´ por´m, e a ıso, e ´ n˜o-pessoal e extra-espiritual, sendo a essˆncia do corpo universal, fonte e centro da e a e mat´ria f´ e ısica e arqu´tipo mestre absoluto da realidade material universal. eEmbora n˜o compreenda totalmente o par´grafo supra-citado, percebo uma valora¸˜o significativa a a cadas personalidades e pessoas. O que vocˆs acham? eR: N´s concordamos. Seja o que fizermos precisamos fazer por amor `s pessoas. As pessoas tem o avalor infinito, valor n˜o-finito, valor sem fim. Pois as pessoas podem se quiserem e pela gra¸a de a cDeus, viver eternamente, ter uma vida sem fim, uma vida n˜o-finita, infinita. Daqui a mil anos, amuitos de n´s estaremos vivendo em mundos celestiais, depois de experimentarmos a ressurrei¸˜o de o canossas almas.Observe tamb´m que a diferen¸a principal entre o trinheiro da economia local e o dinheiro da eco- e cnomia global, ´ que o trinheiro valoriza as pessoas. O trinheiro sempre tem o nome da pessoa que eusufruiu do trabalho, tem um recibo para pessoa que trabalhou, e o valor do trinheiro ´ dado em ereais minutos de trabalho de uma pessoa.3.4 Deus ama o pecador e odeia o pecadoP: Isto ´ teoria. Nem sempre teremos uma rela¸˜o de amizade genu´ com todos aqueles com os e ca ınaquais interagimos economicamente. Por exemplo, ´ muito dif´ amar algu´m que est´ fazendo mal e ıcil e apara vocˆ e outras pessoas. Al´m disso o pecado no mundo existe porque muitas pessoas s˜o erradas e e ae at´ propositadamente maldosas. e 10
  • R: Calma l´. N˜o se esque¸a que em nossa personalidade coexistem o esp´ a a c ırito divino, a alma imortal,a mente e o corpo humano. Como em Jesus, um fragmento espiritual de Deus habita em todos osseres humanos. Somos criaturas aprendizes em perfeccionamento. Mas jamais devemos esquecer quevive em nossas almas um fragmento do Criador Divino Perfeito. N˜o devemos julgar ou condenar aningu´m ` partir de nosso ponto de vista externo e parcial. Somente o que vive no ´ e a ıntimo de todossabe tudo.´E oportuno citar o livro de urˆntia quando revela que “Deus ama os pecadores e odeia o pecado”. aAmigo, para nosso consolo, leia atentamente no livro de urˆntia, o 8o par´grafo do ´ a ¯ a ıtem 6 sobre “ABondade de Deus”, no documento 2 entitulado “A Natureza de Deus”: “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 2.6-8: . . . Deus ama o pecador e odeia o pecado: a a tal afirma¸˜o ´ verdadeira filosoficamente; contudo, Deus ´ uma personalidade trans- ca e e cendental, e as pessoas apenas amam e odeiam `s outras pessoas. O pecado n˜o ´ uma a a e pessoa. Deus ama o pecador porque ele ´ uma realidade de personalidade (potencialmente e eterna), enquanto, em rela¸˜o ao pecado, Deus n˜o assume nenhuma atitude pessoal; pois ca a o pecado n˜o ´ uma realidade espiritual, n˜o ´ pessoal; portanto, apenas a justi¸a de Deus a e a e c toma conhecimento da existˆncia dele. O amor de Deus salva o pecador; a lei de e Deus destr´i o pecado. Essa atitude da natureza divina mudaria, aparentemente, se o o pecador afinal se identificasse completamente com o pecado, da mesma forma que a mente mortal pode tamb´m se identificar totalmente com o esp´ e ırito Ajustador residente. Um mortal, assim identificado com o pecado, tornar-se-ia ent˜o inteiramente n˜o-espiritual, a a na sua natureza (e, portanto, pessoalmente irreal), e por fim experimentaria a extin¸˜o ca do seu ser. A irrealidade, e mesmo a incompletude da natureza da criatura, n˜o podea existir para sempre, em um universo progressivamente mais real e crescentemente mais espiritual.3.5 Desenvolvimento espiritual harmˆnico do ser humano oP: Estou convencido. Eu concordo contigo que a pol´ ıtica e economia ideal ´ aquela que valoriza e eengrandece o Esp´ ırito de Deus na pessoa humana e na fam´ılia.R: Sim, todos os assuntos fundamentais deste Grupo de Aprendizes da Informa¸˜o Aberta, objetivam caa salva¸˜o da alma e a manifesta¸˜o harmˆnica da perfei¸˜o de Deus na personalidade de cada ser ca ca o cahumano. A uni˜o da fam´ a ılia, a sa´ de do corpo e a integridade da mente, aumentam as chances de uuma manifesta¸˜o segura de Deus no ser humano. ca “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 110.6-4: . . . Quando o desenvolvimento da natureza a a intelectual se d´ de modo mais r´pido do que o da natureza espiritual, tal situa¸˜o torna a a ca a comunica¸˜o com o Ajustador t˜o dif´ quanto perigosa. Da mesma forma, um super- ca a ıcil desenvolvimento espiritual tende a produzir uma interpreta¸˜o fan´tica e desvirtuada das ca a orienta¸˜es espirituais do residente divino. A falta de capacidade espiritual dificulta gran- co demente a transmiss˜o, para um intelecto material, das verdades espirituais que residem a ´ na supraconsciˆncia mais elevada. E na mente perfeitamente ponderada, abrigada por um e corpo de h´bitos limpos e de energias neurais estabilizadas e com as suas fun¸˜es qu´ a co ımicas em harmonia - quando os poderes f´ ısicos, mentais e espirituais est˜o na harmonia trina a do desenvolvimento - , que um m´ximo de luz e de verdade podem ser induzidos, com um a m´ınimo de perigo, ou de risco temporal, ao bem-estar real de um ser. Por meio de um crescimento assim equilibrado o homem ascende nos c´ ırculos da progress˜o planet´ria, a a um a um, do s´timo at´ o primeiro. e e 11
  • 4 Princ´ ıpios do humanitarismo e da fraternidade de urˆntia aP: Grato, realmente creio que esta vis˜o espiritualizante do ser humano pode contribuir muito como apremissa de uma sociedade melhor, com base em fam´ ılias unidas e indiv´ ıduos mais felizes. Uma vis˜o amais elevada do ser humano s˜o tamb´m premissas do humanitarismo: a e O Humanitarismo, Se¸˜o 1.3: ca 1. Todos os seres humanos constituem uma FRATERNIDADE; 2. Todos os seres humanos possuem uma mesma origem e uma mesma natureza essen- cial e, portanto, IGUAL VALOR; 3. N˜o obstante a sua unidade e igualdade essenciais, os seres humanos apresentam a CAPACIDADES DIFERENCIADAS; 4. Em vista destes princ´ ıpios, a norma que deve presidir a justi¸a e a harmonia poss´ c ıveis entre os seres humanos ´ a da IGUALDADE DE OPORTUNIDADES para o desen- e volvimento de suas capacidades individuais diferenciadas.4.1 Paternidade de Deus e fraternidade dos seres humanos ´R: E pertinente tu citar estes princ´ ıpios neste contexto. Eu adicionaria ainda, um princ´ ıpio aohumanitarismo, que antecede a fraternidade dos seres humanos: n´s somos irm˜os porque Deus ´ o a enosso Pai. O evangelho de Jesus ´ sinteticamente a consciˆncia da Paternidade de Deus e vivˆncia e e ena fraternidade dos seres humanos. Destes princ´ıpios procedem todas as consequˆncias sociais que eestamos buscando. A revela¸˜o sugere principiarmos em nosso amor ` Deus para em consequˆncia ca a edespertarmos em n´s o amor fraterno por nossa irmandade na terra: o “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 52.6-7: . . . O discernimento espiritual. A irmandade a a dos homens ´, afinal, baseada no reconhecimento da paternidade de Deus. O modo mais e r´pido de se alcan¸ar a irmandade dos homens em Urˆntia ´ efetuar a transforma¸˜o a c a e ca espiritual da humanidade nos dias presentes. A unica t´cnica para acelerar a tendˆncia ´ e e natural de evolu¸˜o social seria aplicar a press˜o espiritual vinda de cima, elevando, assim, ca a o discernimento moral e, ao mesmo tempo, aumentando a capacidade da alma de cada mortal de compreender e amar a todos os outros mortais. O entendimento m´ tuo e o u amor fraterno s˜o fatores civilizadores transcendentes e poderosos na realiza¸˜o mundial a ca da irmandade dos homens.4.2 A religi˜o de Jesus e a fraternidade na terra aP: Bem, contudo, embora esta vis˜o espiritual do ser humano talvez n˜o seja muito mencionada a aentre os cientistas pol´ ıticos e sociais, certamente isto ´ a base e a busca da maioria das religi˜es. Por e oisso, gostaria de te perguntar o que o livro de urˆntia revela sobre as contribui¸˜es de Jesus para a coreliga¸˜o com Deus e a fraternidade entre os seres humanos? caR: Jesus em sua vida revelou Deus como um Pai Amoroso e demonstrou o amor ao pr´ximo como o` um irm˜o. Ao inv´s de termos medo de um Deus Rei Poderoso, passamos a amar um Deus Paia a eBondoso. E deste amor ` Deus sobre todas as coisas, brota o amor fraterno ao pr´ximo. Do amor a oprov´m a fraternidade fascinante que um dia se manifestar´ na terra. Esta ´ a sequˆncia natural das e a e ecoisas. Citando o “Livro da Verdade”, the “Truth Book” - www.truthbook.org: 12
  • “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 180.5-12: . . . E tudo isso indica claramente a diferen¸a a a c entre a velha religi˜o e a nova. A velha religi˜o ensinava o auto-sacrif´ a a ıcio; a nova religi˜o a ensina apenas o auto-esquecimento, uma auto-realiza¸˜o maior conjugada a um servi¸o ca c social de compreens˜o do universo. A velha religi˜o era motivada pela consciˆncia-medo; o a a e novo evangelho do Reino ´ dominado pela convic¸˜o da verdade, pelo Esp´ e ca ırito da Verdade eterna e universal. E nenhuma quantidade de piedade, nem de fidelidade a um credo, pode compensar a ausˆncia, na experiˆncia de vida dos crentes do Reino, daquela amizade e e espontˆnea, generosa e sincera que caracteriza os filhos, nascidos pelo esp´ a ırito, do Deus vivo. Nem a tradi¸˜o, nem um sistema cerimonial de adora¸˜o formal podem reparar a ca ca falta da compaix˜o genu´ pelos nossos semelhantes. a ına4.3 A motiva¸˜o do servi¸o e a fraternidade na economia ca cP: Vocˆs me convenceram que a uni˜o da fam´ e manifesta¸˜o de uma sociedade fraterna ocorrer´ e a ılia ca ase cada ser humano buscar o guiamento e reino do esp´ ırito de Deus que vive na sua mente, no centrode sua pr´pria alma. Mas vamos voltar ` economia, qual a conex˜o que vocˆs vizualizam entre a o a a eespiritualidade e a economia.R: Seguindo o exemplo de Jesus, devemos cuidar das necessidades econˆmicas e observar a osacralidade de todas as lealdades humanas. Contudo, excetuando iniciativas como a do movimentodos focolares, hoje em dia muitas pessoas v˜o trabalhar pelo dinheiro e n˜o pelo servi¸o ao pr´ximo. a a c oA maioria n˜o faria o trabalho que faz, se n˜o recebesse dinheiro, sal´rio e lucro em troca. a a a´E preciso a motiva¸˜o correta. A gratid˜o pela vida e o amor ao pr´ximo, gera a correta motiva¸˜o. ca a o caAssim, mais do que oper´rios francos, nos tornamos trabalhadores felizes. Olha como isto ´ colocado a eno instrutivo livro de urˆntia: a ´ “O Livro de Urˆntia”, Item 71.6: a A Motiva¸˜o do Lucro ca A economia atual, motivada pelos lucros, est´ condenada, a menos que a motiva¸˜o a ca do lucro possa ser acrescida da motiva¸˜o de servir. A competi¸˜o impiedosa, baseada ca ca em interesses ego´ıstas e de horizontes estreitos, ´ terminantemente destrutiva, at´ mesmo e e daquelas coisas que busca manter. A motiva¸˜o exclusiva do lucro individualista ´ in- ca e compat´ com os ideais crist˜os - e mais incompat´ ainda com os ensinamentos de ıvel a ıvel Jesus. Na economia, a motiva¸˜o do lucro est´ para a motiva¸˜o do servi¸o, como ca a ca c o medo est´ para o amor, na religi˜o. Mas a motiva¸˜o do lucro n˜o deve ser a a ca a destru´ıda, nem removida, subitamente; ela mant´m muitos mortais no trabalho duro, os e quais, de outro modo, ficariam indolentes. N˜o ´ necess´rio, contudo, que esse estimulador a e a das energias sociais, para sempre, tenha objetivos puramente ego´ ıstas. O motivo do lucro nas atividades econˆmicas ´ de todo vil e totalmente indigno de o e uma ordem avan¸ada de sociedade; contudo, ´ um fator indispens´vel no decorrer das c e a primeiras fases da civiliza¸˜o. A motiva¸˜o do lucro n˜o deve ser afastada dos homens, ca ca a at´ que eles estejam imbu´ e ıdos de tipos superiores de motiva¸˜es n˜o lucrativas, para os co a seus esfor¸os econˆmicos e para os seus servi¸os sociais - os anseios transcendentes de uma c o c sabedoria superlativa, de uma fraternidade fascinante, e da excelˆncia, na realiza¸˜o e ca espiritual.A humaniza¸˜o da economia, e a motiva¸˜o ´tica do trabalhador, ´ tamb´m mencionada na enc´ ca ca e e e ıclicado papa de 2009: 13
  • “Caritas in Veritate”, par´grafo 4.3-3: . . . A doutrina social da Igreja considera poss´ a ıvel viver rela¸˜es autenticamente humanas de amizade e camaradagem, de solidariedade e co reciprocidade, mesmo no ˆmbito da actividade econˆmica e n˜o apenas fora dela ou ≪ a o a depois ≫ dela. A ´rea econˆmica n˜o ´ eticamente neutra nem de natureza desumana e a o a e anti-social. Pertence ` actividade do homem; e, precisamente porque humana, deve ser a eticamente estruturada e institucionalizada.4.4 O triunfo do amorP: Fraternidade fascinante! Parece um sonho, um dia chegamos l´. Podia haver um “efeito amanada” do amor!R: Efeito manada? Vocˆ est´ falando da tendˆncia do ser humano de seguir na dire¸˜o da maioria? e a e caComo em uma manada de animais! Sabe, eu n˜o acredito em “efeito manada” do amor. Mesmo aque a maioria da humanidade realmente vivenciasse o amor ` Deus sobre todas as coisas e o amor aao pr´ximo como a si mesmo, ainda assim, cada novo Crist˜o teria que realizar isto internamente. o aPrimeiro precisamos amar Deus em n´s mesmos para depois am´-Lo no pr´ximo. N˜o ´ poss´ o a o a e ıvelamar no outro o que n˜o amamos em n´s mesmos. a oContudo o contr´rio tamb´m ´ verdadeiro. N˜o existe “efeito manada” do desamor. Mesmo que a a e e amaioria dos seres humanos deste in´ de milˆnio n˜o esteja vivenciando ainda a verdadeira religi˜o ıcio e a ade Jesus, nada impede que individualmente n´s adoremos o esp´ o ırito pr´-pessoal de Deus em n´s at´ e o eascendermos aos mundos celestiais sem vivenciar o gosto da morte.P: Vocˆs est˜o dizendo que o livro de urˆntia revela que nosso desenvolvimento espiritual ´ at´ certo e a a e eponto independente do ambiente exterior?R: Sim, a revela¸˜o explana sobre uma religi˜o pessoal que depende principalmente da rela¸˜o interna ca a caentre a mente da criatura humana e o Esp´ ırito do Criador Divino. Saber disso ´ um conforto diante edas mazelas da vida moderna.Creio que todo bom crist˜o fica um pouco perplexo com a maldade no mundo. Prosseguiremos acorajosamente na exposi¸˜o desta proposta de uni˜o da fam´ em uma economia e pol´ ca a ılia ıtica local.Contudo, existe um ´ ıtem confortador no livro de urˆntia sobre o amor na nossa fam´ universal. a ıliaEste ´ıtem se chama: “O Triunfo do Amor”. Basicamente ´ explicado que fazemos parte de uma egrande fam´ universal e sofremos com os erros de nossos irm˜os e irm˜s ignorantes. Contudo, a ılia a anossa ascen¸˜o ao Para´ pode ser retardada, mas jamais impedida. Nosso encontro com Deus, o ca ısoPai Universal, depende fundamentalmente de nossa f´ e boa vontade. Observe como ´ confortador e eos seguintes par´grafos sobre o triunfo do amor: a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 54.6-3: . . . Se um pai afei¸oado de uma grande a a c fam´ılia, escolhe demonstrar miseric´rdia a um dos seus filhos, culpado por graves erros, o pode muito bem acontecer que essa extens˜o da miseric´rdia, ao filho mal-comportado, a o resulte em prova¸˜es tempor´rias para todos os outros filhos bem-comportados. Essas co a eventualidades s˜o inevit´veis; e tal risco se faz insepar´vel da situa¸˜o da realidade de se a a a ca ter um pai cheio de amor e ser um membro de um grupo familiar. Cada membro de uma fam´ beneficia-se da conduta justa de todos os outros membros; do mesmo modo, cada ılia membro deve sofrer a conseq¨ˆncia imediata, no tempo, da m´ conduta de todos os outros ue a membros. Fam´ ılias, grupos, na¸˜es, ra¸as, mundos, sistemas, constela¸˜es e universos s˜o co c co a relacionamentos de associa¸˜o que possuem individualidade; portanto, cada membro de ca todo o grupo, grande ou pequeno, colhe os benef´ ıcios e sofre as conseq¨ˆncias das boas ue a¸˜es e dos erros de todos os outros membros do grupo envolvido. co Entretanto, uma coisa deve ficar clara: caso sejais levados a sofrer as conseq¨ˆncias ue m´s, por causa do pecado de algum membro da vossa fam´ a ılia, de um compatriota ou 14
  • companheiro mortal, ou mesmo por causa da rebeli˜o no sistema, ou em outra parte - a n˜o importa o que v´s possais ter de suportar, por causa do erro de conduta dos vossos a o parceiros, companheiros ou superiores - , podeis ficar seguros na certeza eterna de que tais atribula¸˜es ser˜o afli¸˜es passageiras. Nenhuma dessas conseq¨ˆncias do erro dos co a co ue seres fraternos, do mau comportamento grupal, pode jamais colocar em perigo as vossas perspectivas eternas, nem vos privar, no m´ınimo grau que seja, do vosso direito divino de ascens˜o ao Para´ e de alcan¸ar a Deus. a ıso c4.5 Felicidade interior e as futuras gera¸˜es coP: Isto me faz pensar que embora a fraternidade dos seres humanos n˜o esteja presentemente factu- aalizada e exteriorizada, internamente e nos n´ ıveis espirituais n´s podemos viver a bem-aventuran¸a o ce conforto de sermos filhos do Criador dos Universos e fazermos parte de uma fam´ universal! ılia ´R: E isso a´ meu parceiro de di´logo. Contudo se n´s n˜o conseguirmos humanamente viver a alegria ı a o ade uma fam´ humana unida, poderemos ao menos preparar o caminho para que nossos descendentes ıliacre¸am em um lar unido, com um corpo saud´vel, paz na mente e ambiente prop´ para salva¸˜o c a ıcio cada pr´pria alma. Estes s˜o os objetivos deste Grupo de Aprendizes da Informa¸˜o Aberta - GAIA. o a ca 15