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Dialogo espiritual
 

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    Dialogo espiritual Dialogo espiritual Document Transcript

    • Di´logos sobre Jesus e a salva¸˜o a ca baseados no Livro de Urˆntia a
    • Sum´rio a1 Jesus e o Pai Universal 12 As responsabilidades do adolescente Jesus 23 Jesus iluminando nossa mente e educando positivamente 24 Menino Jesus falando do amor do Pai no C´u e 35 Menino Jesus ensinando com mestria em Jerusal´m e 36 A vida de Jesus ´ o consolo dos idealistas desapontados e 47 Jesus foi um pai-irm˜o para sua fam´ a ılia 48 Jesus explica que “o dinheiro n˜o pode amar” a 59 O Divino e o humano que co-existem em Jesus e em n´s o 510 O altru´ ısmo das a¸˜es religiosos que religam Criador e criatura co 611 A religa¸˜o e uni˜o do Criador e da criatura ca a 612 GAIA em busca da vida eterna 713 A alma sobrevivente, a ressurrei¸˜o e a vida eterna ca 814 Jesus e o casamento 815 Jesus e as crian¸as c 916 Jesus e os jovens 1017 Jesus e os amigos 101 Jesus e o Pai UniversalP: Como ser´ que Jesus se relacionava com Deus? a ´R: Jesus conhecia Deus como sendo O Pai Universal. E revelado que: “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 196-2: . . . O Jesus humano via Deus como sendo santo, a a justo e grande, assim como verdadeiro, belo e bom. Todos esses atributos da divindade, ele os focalizava na sua mente como a “vontade do Pai no c´u”. O Deus de Jesus era, ao e mesmo tempo, “O Santo de Israel” e “O Pai vivo e amoroso do c´u”. O conceito de e Deus, como um Pai, n˜o foi original de Jesus, mas ele exaltou e elevou essa a 1
    • id´ia como uma experiˆncia sublime, realizando uma nova revela¸˜o de Deus e e ca e proclamando que todo ser mortal ´ um filho desse Pai de amor, um filho de e Deus.2 As responsabilidades do adolescente JesusP: E a adolescˆncia de Jesus? eR: Jos´, o pai humano de Jesus, faleceu quando ele tinha apenas 14 anos. Veja como ele se tornou eum pai para os seus oito irm˜os menores! a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 126.2-1: . . . a tr´gica not´ a a a ıcia de que Jos´ havia e sido gravemente ferido pela queda de um mastro . . . Mas Jos´ morreu por causa dos e ferimentos . . . Este jovem carpinteiro, agora com pouco mais de quatorze anos de idade . . . a responsabilidade de tomar conta da sua m˜e vi´ va e de sete irm˜os e irm˜s - e de um outro a u a a mais, que estava para nascer . . . fatos que for¸ariam este jovem predestinado a assumir c t˜o cedo as responsabilidades t˜o pesadas, mas altamente educativas e disciplinadoras, a a de tornar-se o dirigente de uma fam´ humana, de tornar-se pai dos seus pr´prios irm˜os ılia o a e irm˜s, de sustentar e proteger a sua m˜e, de funcionar como guardi˜o do lar do seu pai a a a ... Jesus aceitou de bom grado as responsabilidades t˜o subitamente confiadas a ele e a assumiu-as fielmente at´ o fim . . . e . . . Jesus, muito cedo, demonstrou possuir tino e sagacidade para os neg´cios financei- o ros. Ele era liberal, mas com simplicidade; era econˆmico, mas generoso. Revelou-se um o administrador s´bio e eficiente dos bens do seu pai. a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 126.3-2: . . . nasceu Rute, o bebˆ da fam´ a a e ılia. E, com a sua melhor disposi¸˜o, Jesus empenhou-se em ocupar o lugar do seu pai, confortando ca e ministrando ` sua m˜e durante essa prova¸˜o dif´ e peculiarmente triste. Por quase a a ca ıcil vinte anos (at´ ele come¸ar o seu minist´rio p´ blico) nenhum pai poderia ter amado e e c e u cuidado de uma filha com mais afei¸˜o e fidelidade do que Jesus cuidou da pequena Rute. ca E ele foi um pai igualmente bom para todos os outros membros da sua fam´ ılia.3 Jesus iluminando nossa mente e educando positivamenteP: Ser´ que podemos pedir a Jesus que interceda em nossa vida de forma que ela se torne tamb´m a eexemplar?R: Podemos pedir para nosso senhor interceder em nossa mente. “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 48.6-26: . . . Se a vossa pr´pria mente n˜o vos presta a a o a um bom servi¸o, podeis substitu´ pela mente de Jesus de Nazar´, que vos ir´ sempre c ı-la e a servir bem.Outra coisa maravilhosa que podemos fazer, inspirados no exemplo de Jesus, ´ observar a forma epositiva atrav´s da qual ele educava seus irm˜os: e a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 127.4-2: . . . No come¸o desse ano, Jesus havia conquis- a a c tado totalmente a aceita¸˜o da sua m˜e para os seus m´todos na educa¸˜o das crian¸as - ca a e ca c 2
    • o est´ımulo positivo para que fizessem o bem, em lugar do velho m´todo judeu e de proibir de fazer o mal. Na sua casa, e em toda a sua carreira de ensinamento p´ blico, Jesus invariavelmente empregou a forma positiva de exorta¸˜o. Sempre, e em u ca todos os lugares, ele dizia: “Tu devias fazer isso - deverias fazer aquilo”. Ele nunca em- pregava o modo negativo de ensinar, que se derivava de tabus antigos. Ele evitava colocar ˆnfase no mal, proibindo-o, e ao mesmo tempo exaltava o bem por exigir que ele fosse e feito. A hora da prece no lar era a ocasi˜o para discutir toda e qualquer coisa relativa ao a bem-estar da fam´ ılia.4 Menino Jesus falando do amor do Pai no C´u eP: Acredito que todos devemos ser positivos como o Mestre. Estou aberto a ouvir mais coisasexemplares sobre a vida de Cristo. A revela¸˜o da vida de Jesus ser´ uma inspira¸˜o e um est´ ca a ca ımulopara todos os sinceros buscadores de Deus! Conte mais coisas sobre ele. ´R: E muito confortadora ´ nossa percep¸˜o de Deus como um Pai amoroso e amado ao inv´s de um e ca eRei poderoso e temido. Jesus tinha cerca de 12 anos quando foi pela primeira vez ` Jerusal´m. Ele a eusou um argumento irrefut´vel para afirmar o amor de nosso Pai no C´u. B´sicamente ele sustentou a e aque nosso Pai Divino ´ muito melhor que qualquer pai humano, e se um pai humano n˜o provoca e acastigos infernais nos seus pr´prios filhos, ent˜o ´ il´gico que Deus, o Pai Universal, fa¸a tais coisas. o a e o cNas palavras do menino Jesus: “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 125-6: . . . Jesus voltou-se subitamente para os seus pais a a e, olhando com apelo dentro dos olhos do seu pai, disse: “Meu pai, n˜o pode ser verdade a - o Pai nos c´us n˜o pode tratar assim os seus filhos que erram pela Terra. O Pai celeste e a n˜o pode amar os seus filhos menos do que tu me amas. E eu sei bem, n˜o importa qu˜o a a a pouco s´bio seja o que eu possa chegar a fazer, tu n˜o irias jamais derramar a tua ira a a sobre mim, nem expandir a tua raiva em mim. Se tu, meu pai terreno, possuis esses reflexos humanos do divino, qu˜o mais pleno de bondade n˜o deve ser o Pai a a celeste e transbordante de miseric´rdia. Eu me recuso a acreditar que o meu o Pai nos c´us me ame menos do que o meu pai na Terra”. eP: Legal!5 Menino Jesus ensinando com mestria em Jerusal´m eR: Olha que interessante a seguinte cita¸˜o sobre o menino Jesus com 12 anos no templo de Jerusal´m. ca eEle n˜o falava para se exaltar intelectualmente, buscava sempre revelar a verdade. Mestre Jesus ´ a erealmente admir´vel. a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 125.5-8: . . . Nessa tarde memor´vel, no templo, a a a Jesus demonstrou aquela mesma relutˆncia em tirar vantagem injusta de um a oponente, coisa que caracterizou toda a sua ministra¸˜o p´blica subseq¨ente. ca u u Enquanto jovem, e mais tarde como um homem, ele parecia estar totalmente isento de todo o desejo ego´ ısta de vencer uma discuss˜o para experimentar a meramente um triunfo l´gico sobre os seus semelhantes; estando interessado o supremamente apenas em uma coisa: em proclamar a verdade perene e assim efetuar uma revela¸˜o mais completa do Deus eterno. caP: A vida de Jesus ´ realmente um exemplo inspirador para todos n´s. e o 3
    • 6 A vida de Jesus ´ o consolo dos idealistas desapontados eR: Sem desestimular nosso idealismo, observe a forma como Jesus se dedicou aos problemas corriquei-ros de sua fam´ humana, quando seu pai Jos´ faleceu. Se Jesus foi t˜o simples, s´bio e disciplinado ılia e a aao resolver sequencialmente seus problemas familiares e s´ ent˜o iniciar sua miss˜o maior, como o a apodemos nos arrogar ` posi¸˜es messiˆnicas descabidas da nossa realidade cotidiana? a co aAs vezes tentamos fugir de nossos problemas simples nos movimentando para resolver problemasmaiores que est˜o fora da nossa al¸ada. Quando isso ocorre ´ bom lembrar do exemplo de simplicidade a c egrandiosa de Jesus: “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 126.5-4: . . . Aparentemente, todos os planos de Jesus, a a para a sua carreira, estavam frustrados. Do modo como estavam as quest˜es agora, o o futuro n˜o parecia muito brilhante. Mas ele n˜o vacilou e n˜o se desencorajou. Continuou a a a a viver o dia a dia, fazendo bem os deveres do momento e fielmente desempenhando-se das responsabilidades imediatas daquele per´ ıodo da sua vida. A vida de Jesus ´ o e consolo eterno de todos os idealistas desapontados.7 Jesus foi um pai-irm˜o para sua fam´ a ıliaP: Parece que Jesus se tornou um pai-irm˜o para seus familiares. aR: Foi exatamente isso que Jesus fez, ele se tornou um pai para seus irm˜os, e na ´poca que ele a etomou esta decis˜o tinha apenas 16 anos! a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 127.1-7: . . . L´ pelo fim desse ano ele havia j´ a a a a decidido que, depois de criar todos e de vˆ-los casados, iniciaria publicamente o seu e trabalho de mestre da verdade como um revelador do Pai celeste ao mundo . . . . . . Ainda que muito jovem, era um pai real para a fam´ passava cada hora poss´ ılia; ıvel com os mais jovens e, de fato, eles o amavam. Sua m˜e afligia-se de vˆ-lo trabalhando a e t˜o duramente; lamentava que ficasse, dia ap´s dia, labutando na bancada a o de carpinteiro, ganhando a vida para a fam´ ılia, em vez de estar, como t˜oa carinhosamente haviam planejado, em Jerusal´m estudando com os rabinos. e Mesmo havendo tanta coisa no seu filho que Maria n˜o conseguia entender, ela o amava a e apreciava profundamente a boa vontade com a qual ele assumia a responsabilidade da casa.´E importante lembrar que Cristo ´ um Filho Descendente de Deus, que descende da Ilha do Para´ e ısoat´ os mundos habitados como a Terra - Urˆntia. Jesus Cristo, que viveu na terra em sua s´tima e a eauto-outorga, ´ um Filho Criador da ordem dos Micha´is. Foi ele que criou este universo local aonde e en´s estamos, com potencialmente cerca de 10 milh˜es de mundos habitados como o planeta terra. o oPor outro lado, n´s somos potencialmente Filhos Ascendentes de Deus. N´s ascendemos a partir de o onossa origem animal, material e mortal nos mundos evolucion´rios como a terra. N´s ascendemos a opara nosso destino divino, espiritual e eterno na Ilha do Para´ aonde habita Deus, o Pai Universal, ıso,Pai do Filho Eterno e Original, e junto com ele Progenitor do Esp´ ırito Infinito, tamb´m chamado ede Agente Conjunto. E de fato, ´ revelado que em certo sentido, o Esp´ e ırito Infinito ´ filho e agente econjunto do Pai-Pai e do Filho-M˜e no seio da Trindade do Para´ a ıso. 4
    • 8 Jesus explica que “o dinheiro n˜o pode amar” aP: Agora eu sei da alt´ ıssima posi¸˜o da qual Jesus descendeu quando veio ` terra. Contudo creio que ca a´ mais f´cil para mim conhecer primeiramente o Jesus humano. Vocˆ tem mais coisas interessantese a epara contar a respeito do Mestre?R: Jesus tinha apenas 17 anos, quando os nacionalistas judeus chegaram a oferecer dinheiro e sustentopara sua fam´ para que ele pudesse se dedicar ao projeto de liberta¸˜o da na¸˜o judaica. O jovem ılia, ca capai-irm˜o ponderou que o dinheiro n˜o pode amar . . . a a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 127.2-8: . . . Manteve-se nos termos do seu argumento a a inicial, sustentando que o seu primeiro dever era para com a sua fam´ ılia, que uma m˜ea vi´ va e oito irm˜os e irm˜s necessitavam de algo mais do que o dinheiro poderia comprar u a a - as necessidades f´ısicas da vida - , que eles tinham direito aos cuidados e ` orienta¸˜o a ca de um pai, e que ele n˜o podia, em s˜ consciˆncia, eximir-se da obriga¸˜o colocada em a a e ca seus ombros por um acidente cruel. Elogiou a sua m˜e e o seu irm˜o Tiago, o de mais a a idade, por terem tido a boa vontade de liber´-lo, mas reiterava que a sua lealdade a um a pai morto o proibia de deixar a fam´ ılia, n˜o importava quanto dinheiro viesse a ser dado a para o sustento material deles, fazendo a inesquec´ afirma¸˜o de que “o dinheiro n˜o ıvel ca a pode amar” . . .9 O Divino e o humano que co-existem em Jesus e em n´s oP: Eu n˜o quero desculpar nossas falhas humanas, contudo este Jesus exemplar parece-me mais adivino do que humano . . .R: Jesus Cristo era uma s´ pessoa, ele era Filho do Homem e Filho de Deus. Ele viveu uma ovida realmente humana e aos poucos foi se conscientizando da presen¸a do Esp´ c ırito Divino do PaiUniversal que vivia em sua mente: “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 129.4-2: . . . A experiˆncia religiosa puramente hu- a a e mana - o crescimento pessoal espiritual - do Filho do Homem quase atingiu o apogeu da sua realiza¸˜o durante esse que foi o seu vig´simo nono ano. A experiˆncia de desenvolvi- ca e e mento espiritual foi de um crescimento consistentemente gradativo, desde o momento da chegada do seu Ajustador do Pensamento at´ o dia em que se completou e confirmou-se e a rela¸˜o humana natural e normal entre a mente material do homem e a dota¸˜o mental ca ca do esp´ırito - o fenˆmeno de fazer dessas duas mentes uma unica; experiˆncia esta que o o ´ e Filho do Homem atingiu, de modo completo e em finalidade, como um mortal encarnado do reino, no dia do seu batismo no Jord˜o.a “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 0.5-3: . . . Nos n´ a a ıveis experienciais alcan¸ados, todas c as ordens ou valores de personalidades s˜o associ´veis e mesmo co-criacionais. At´ mesmo a a e Deus e o homem podem coexistir em uma personalidade unificada, como t˜o admiravel- a mente ´ demonstrado no status presente do Cristo Michael - Filho do Homem e Filho e de Deus.Estou ressaltando este ponto porque se pensarmos que Deus e seu Filho Criador est˜o em um pedestal ainating´ıvel, n˜o iremos antever a possibilidade de fus˜o do Criador e da criatura. N˜o pretendo dizer a a aque n´s um dia conseguiremos fazer o que Jesus fez, e com a Gra¸a que ele o fez. O ser humano vive o cna interface entre o animal e o divino. As duas naturezas co-existem em n´s. oContudo, n˜o devemos ser indulgentes, com nossa natureza animal, imaginando um deus inating´ a ıvele negado a influˆncia do Esp´ e ırito Divino que vive no f´rum ´ o ıntimo de nossa mente humana. E ´ 5
    • importante reconhecermos a natureza humana de Jesus para que tamb´m n´s trabalhemos pela e o ca ca ´espiritualiza¸˜o de nosso intelecto, salva¸˜o de nossa alma e perfeccionamento de nossa pessoa. Eposs´ um ser humano amar e engrandecer o divino dentro de si mesmo e em todos. ıvel10 O altru´ısmo das a¸˜es religiosos que religam Criador e co criaturaP: Existe alguma caracter´ ıstica que podemos utilizar para discernir a natureza Divina, humana eanimal que coexistem em n´s? oR: Talvez esta caracter´ ıstica seja o altru´ ısmo. No meu entendimento as a¸˜es, inspiradas pelo Divino coem n´s, beneficiam toda nossa fam´ universal. Deus ´ um Pai Perfeito, e n´s somos recebidos por o ılia e oEle como filhos e filhas. Para Ele todos n´s temos igual valor potencial. Por isso eu concluo que o oaltru´ ısmo, que beneficia ` todos, ´ uma caracter´ a e ıstica das a¸˜es inspiradas pelo Esp´ co ırito Divino quecria as nossas almas no ventre de nossa mente humana receptiva.Ego´ ısmo ´ quando pensamos somente no nosso pr´prio ego. Altru´ e o ısmo ´ quando pensamos no outro. eUm animal n˜o ´ capaz de ser altru´ a e ısta. A escolha verdadeiramente altru´ ısta, ` favor do outro, s´ a opode ser um impulso advindo do Esp´ ırito de nosso Pai Universal. Somente nosso Criador nos vˆ `eatodos como filhos de igual valor. O verdadeiro amor ao pr´ximo, o verdadeiro altru´ o ısmo procede deDeus em n´s. Por isso, o ato altru´ ´ um ato conjunto do Criador Divino e da criatura humana. o ısta eO ato altru´ ´ religioso pois religa o Criador e a criatura! ısta eN˜o podemos desculpar nosso ego ego´ a ısta, diante da alternativa mais moral e divina, que a vidasempre nos apresenta aqui e agora, pois afinal: “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 103.2-8: . . . Quando um ser moral escolhe n˜o ser a a a ego´ ısta, ao deparar com o impulso de ser ego´ ısta, esta ´ a experiˆncia religiosa primitiva. e e Nenhum animal pode fazer essa escolha; tal decis˜o n˜o s´ ´ humana, como ´ religiosa. Ela a a oe e abrange o fato de se ter consciˆncia da existˆncia de Deus, demonstrando o impulso para o e e servi¸o social, a base da irmandade dos homens. Quando a mente escolhe um julgamento c moral certo, por um ato de livre-arb´ıtrio, essa decis˜o constitui uma experiˆncia religiosa. a e11 A religa¸˜o e uni˜o do Criador e da criatura ca aP: Eu me pergunto, ser´ que al´m de nos religarmos com o Esp´ a e ırito de nosso Criador, que vive emnossa mente, poderemos um dia nos unir e fundir com este Esp´ ırito?R: Sim, e se um dia nos fundirmos com este Esp´ırito Divino, nosso Ajustador de Pensamentos, ofragmento de Deus em n´s, iremos verdadeiramente nos tornar filhos ascendentes de Deus. E ent˜o, o aascenderemos at´ a Ilha do Para´ a morada de Deus, nosso Pai Universal: e ıso, “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 40.7-2: . . . As vossas pr´prias ra¸as de mortais sobre- a a o c viventes pertencem a esse grupo de Filhos ascendentes de Deus. V´s sois agora filhos o planet´rios, criaturas evolucion´rias derivadas de implanta¸˜es dos Portadores da Vida a a co e modificadas pela infus˜o da vida Adˆmica; ainda n˜o sois filhos ascendentes; mas sois, a a a de fato, filhos com o potencial de ascens˜o - at´ mesmo `s alturas mais elevadas da a e a gl´ria e da realiza¸˜o na divindade - e esse status espiritual de filia¸˜o ascendente, podeis o ca ca atingi-lo pela f´ e coopera¸˜o volunt´ria com as atividades espiritualizantes do Ajustador e ca a residente. Quando v´s e o vosso Ajustador estiverdes finalmente e para sempre o 6
    • fundidos; quando fordes um, exatamente como, no Cristo Michael, o Filho de Deus e o Filho do Homem s˜o um; ent˜o, verdadeiramente, vos havereis a a transformado nos filhos ascendentes de Deus.12 GAIA em busca da vida eternaP: Que palavras motivadoras. Aos poucos estou me convencendo que a vida eterna ´ poss´ e ıvel.Entendi que somos seres humanos de origem animal. Contudo vive em nossa mente um fragmento ´de Deus Unico. Este Esp´ ırito Divino que reside em n´s ´ chamado na revela¸˜o de Ajustador de o e caPensamentos. Cada escolha que fizermos de acordo com o guiamento deste Esp´ ırito Divino em n´s, ose eterniza em nossa alma criada. Nossa pr´pria alma ´ filha do Esp´ o e ırito Divino do Criador e damente humana da criatura que somos. Nossa alma ´ engrandecida em cada pensamento, palavra e ea¸˜o inspirada pelo Esp´ ca ırito de Deus em n´s! oR: Sim, cada momento da vida ´ uma oportunidade para co-criarmos com Deus mais um pouco de enossa alma imortal. Quando nosso corpo f´ ısico falecer, se tivermos aproveitado a vida para co-criarcom Deus nossa pr´pria alma, poderemos sobreviver. Nossa alma, que ´ nossa parte sobrevivente, ir´ o e aressuscitar em mundos celestiais. Ent˜o, em condi¸˜es melhores, continuaremos nosso trabalho at´ a co efundir com nosso Ajustador de Pensamentos, o Esp´ ırito Pr´-pessoal de Deus em n´s. Neste ponto de e ouni˜o e fus˜o do Criador e criatura, seremos vistos como filhos ascendentes de Deus. Ent˜o daremos a a aseguimento na nossa jornada ascendente at´ a morada de Deus, nosso Pai Universal! eNossa principal meta ´ ressucitar e fundir com o Ajustador de Pensamentos que vive em nossa mente. eNunca esque¸a que todo este trabalho objetiva principalmente uma coisa: a salva¸˜o e vida eterna c cade todos da nossa fam´ humana. Este esfor¸o do GAIA de unifica¸˜o das fam´ ılia c ca ılias, cura do corpoe harmoniza¸˜o da mente ´ somente uma plataforma para maximizar as chances de sobrevivˆncia ca e ede nossa personalidade. De que valer´ nossa vida humana se n˜o sobrevivermos e vivenciarmos a a aressurrei¸˜o no primeiro mundo das mans˜es? Qual o valor de nosso esfor¸o se ficarmos agindo ca o cego´ısticamente e buscando coisas efˆmeras que n˜o sobreviver˜o quando nosso corpo falecer? e a a ´N˜o podemos esquecer de diariamente adorar nosso Pai Espiritual, o fragmento de Deus Unico em an´s, O Ajustador de Pensamentos que vive em nossa mente e conosco “tece” nossa pr´pria alma. o oTrabalhemos para que todos n´s possamos viver eternamente pela gra¸a de Deus. o c´E claro que cada um de n´s tem que com f´ buscar o Esp´ o e ırito Divino do Criador dos Universos nocentro de nossa pr´pria pessoa, alma e mente. Tudo isso Jesus falou de maneira muito mais simples oquando perguntou aos disc´ ıpulos: De que vale a um homem ganhar o mundo inteiro e perdera sua pr´pria alma? o “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 158.7-5: . . . Ap´s recobrarem-se do primeiro choque da a a o reprimenda pungente de Jesus, e antes de reassumirem a sua viagem, o Mestre acrescentou ainda: “Se algum homem quiser seguir-me, que esque¸a de si pr´prio, que assuma as suas c o responsabilidades diariamente e me siga. Pois todo aquele que quiser salvar a sua vida egoisticamente, perdˆ-la-´, mas todo aquele que perder a sua vida, por minha causa e por e a causa do evangelho, salv´-la-´. De que vale a um homem ganhar o mundo inteiro a a e perder a sua pr´pria alma? O que pode um homem dar em troca da vida eterna? o N˜o vos envergonheis de mim e das minhas palavras em meio a essa gera¸˜o pecadora e a ca hip´crita, do mesmo modo que n˜o terei vergonha de reconhecer-vos quando, em gl´ria, o a o eu aparecer diante do meu Pai na presen¸a de todas as hostes celestes. Todavia, muitos, c dentre os que agora est˜o diante de mim, n˜o ter˜o o gosto da morte, antes de verem esse a a a Reino de Deus chegar com poder”. 7
    • 13 A alma sobrevivente, a ressurrei¸˜o e a vida eterna caP: Se entendi bem, o mais importante ´ sobrevivermos e alcan¸armos a vida eterna. Vida eterna! e cMe explica que partes da minha pessoa sobrevivem na ressurrei¸˜o. O que tenho que fazer aqui e caagora para engrandecer mais minha alma imortal?R: Nossa personalidade ´ composta por quatro partes: 1. corpo, 2. mente, 3. esp´ e ırito e 4. alma.Nossa alma imortal ´ uma co-cria¸˜o do esp´ e ca ırito divino e de nossa mente humana. A alma ´ filha edo esp´ ırito divino interior e da mente humana que, como um ventre-m˜e, engrandece esta alma, ao aescolher cumprir a vontade do Pai dos c´us: e “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 0.5-10: . . . A alma do homem ´ uma aquisi¸˜o expe- a a e ca riencial. A` medida que uma criatura mortal escolhe “cumprir a vontade do Pai dos c´us”, assim o esp´ e ırito que reside no homem torna-se o pai de uma nova realidade na ex- periˆncia humana. A mente mortal e material ´ a m˜e dessa mesma realidade emergente. e e a A substˆncia dessa nova realidade n˜o ´ nem material, nem espiritual - ´ moroncial. Essa a a e e ´ a alma emergente e imortal que est´ destinada a sobreviver ` morte f´ e a a ısica e iniciar a ascens˜o ao Para´ a ıso.Somos uma criatura humana em busca da fus˜o com o Ajustador de Pensamentos, nosso Criador, o aEsp´ırito Pr´-pessoal que vive em nossa mente, um fragmento procedente do seio de Deus, nosso Pai eUniversal. Nosso destino ´ nos unir e fundir com nosso Criador Divino. Nossa alma ´ o in´ desta e e ıciofus˜o. A alma ´ uma co-cria¸˜o do esp´ a e ca ırito divino do Criador e da mente humana da criatura. Nossodesafio ´ em cada pensamento, palavra e a¸˜o optar-mos pela Vontade Perfeita do Esp´ e ca ırito de nossoCriador Divino. Fazendo assim, engrandecemos nossa pr´pria alma. O que estou tentando ensinar-te, osobre as realidades da personalidade, aprendi no ´ıtem 5 da Introdu¸˜o do Livro de Urˆntia. ca a14 Jesus e o casamentoP: Eu nunca ouvi ningu´m falando desta forma sobre a religi˜o religadora com o Esp´ e a ırito de Deusno ser humano! Realmente a maioria das pessoas que conhe¸o n˜o se preocupa muito em buscar a c avida eterna. Mas quem sou eu para julgar. Acredito que nosso Criador trabalha de forma unica no ´´ıntimo de cada um de nossos irm˜os e irm˜s humanas. a aContudo estes di´logos religiosos e teol´gicos s˜o muito complicados para mim. Preferia que vocˆ a o a econtinuasse falando do exemplo e da vida de Jesus. Na verdade eu tenho uma quest˜o: Jesus pensou aem casar? ´R: Esta parte da hist´ria emociona nossas almas. E revelado que quando Jesus tinha 19 anos, uma omo¸a chamada Rebeca, considerou a possibilidade de casar com ele: c ´ “O Livro de Urˆntia”, Item 127.5: a Rebeca, a Filha de Esdras . . . Embora Jesus fosse pobre, o seu n´ social em Nazar´ n˜o era de forma nenhuma ıvel e a prejudicado. Era um dos jovens mais destacados da cidade e altamente considerado pela maioria das mo¸as. Posto que Jesus fosse um esp´cime t˜o esplˆndido de robustez f´ c e a e ısica e de desenvolvimento intelectual masculino, e, considerando a sua reputa¸˜o de l´ ca ıder espiritual, n˜o era de se estranhar que Rebeca, a filha mais velha de Esdras, o abastado a mercador e comerciante de Nazar´, descobrisse que, aos poucos, estava apaixonando-se e por esse filho de Jos´ . . . e 8
    • “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 127.5-3: . . . Jesus ouviu de modo atento e com- a a passivo a exposi¸˜o daquelas coisas, feita primeiramente pelo pai, e depois pela pr´pria ca o Rebeca. Respondeu gentilmente que, com efeito, nenhuma soma de dinheiro poderia to- mar o lugar da sua obriga¸˜o de criar pessoalmente a fam´ do seu pai, de “cumprir o ca ılia mais sagrado de todos os encargos humanos - a lealdade ` sua pr´pria carne e sangue”. a o O pai de Rebeca ficou profundamente tocado pela devo¸˜o de Jesus ` fam´ e retirou-se ca a ılia da conversa. A unica observa¸˜o que fez a Maria, a sua esposa, foi: “N˜o poderemos ´ ca a tˆ-lo como filho; ele ´ nobre demais para n´s”. e e o E ent˜o come¸ou aquela conversa extraordin´ria com Rebeca. At´ ent˜o, na sua a c a e a vida, Jesus fizera pouca distin¸˜o na sua rela¸˜o com os meninos e as meninas, com os ca ca jovens e as mo¸as. Tinha estado muito ocupado com a premˆncia das quest˜es terrenas c e o e pr´ticas, e a sua mente estivera intrigada demais com a contempla¸˜o da sua carreira a ca final “de cuidar dos assuntos do seu Pai”, para que ele pudesse chegar a considerar com seriedade a consuma¸˜o de um amor pessoal, em um casamento humano. Agora, no ca entanto, se via frente a frente com mais um desses problemas com os quais todos os seres humanos comuns tˆm de confrontar-se e optar. De fato foi ele “testado, sob todos os e aspectos, como v´s o sois”. o Depois de escutar com aten¸˜o, ele agradeceu sinceramente a Rebeca, pela admira¸˜o ca ca exprimida por ela, acrescentando, “isso ir´ alegrar-me e confortar-me por todos os dias a da minha vida”. E explicou que n˜o era livre para, com qualquer mulher, ingressar em a rela¸˜es, a n˜o ser aquelas de uma considera¸˜o de irmandade simples e de pura amizade. co a ca Deixou claro que o seu primeiro e mais importante dever era criar a fam´ do seu pai, que ılia ele n˜o poderia considerar o casamento at´ que o seu dever estivesse cumprido; e, ent˜o, a e a acrescentou: “Se sou um filho predestinado, n˜o devo assumir obriga¸˜es que durem toda a co uma vida; at´ o momento em que o meu destino se torne manifestado”. e Rebeca ficou com o cora¸˜o partido. N˜o aceitou ser consolada e insistiu com o seu ca a pai para que se transferissem de Nazar´, at´ que finalmente ele consentiu em mudar-se e e para S´foris. Nos anos que se seguiram, aos muitos homens que queriam a sua m˜o e a em casamento, Rebeca n˜o tinha sen˜o uma resposta. Vivia para um s´ prop´sito: o a a o o de aguardar a hora em que aquele, que para ela era o maior homem que jamais vivera, come¸asse a sua carreira como um mestre da verdade viva. E ela seguiu-o com devo¸˜o c ca durante os seus anos memor´veis de trabalho p´ blico, estando presente (sem que Jesus a a u percebesse) naquele dia em que ele chegou triunfalmente em Jerusal´m; e esteve “entre e as outras mulheres”, ao lado de Maria, naquela tarde fat´ ıdica e tr´gica em que o Filho a do Homem estava na cruz, pois, para ela, bem como para mundos incont´veis no alto, ele a era “o unico digno do amor total e o maior entre dez mil”. ´15 Jesus e as crian¸as cP: Que bonita esta hist´ria! E como Jesus era com as crian¸as? o cR: As crian¸as amavam Jesus, e Jesus amava as crian¸as. A revela¸˜o fala desta rela¸˜o com c c ca caas crian¸as quando Jesus tinha somente 25 anos. Nesta ´poca ele trabalhava como carpinteiro na c eloja de reparos. Jesus, Joshua Ben Jos´, era o Tio Joshua das crian¸as! e c “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 128.6-11: . . . As crian¸as eram sempre bem-vindas ` a a c a loja de reparos. Jesus mantinha areia, blocos de madeira e calhaus de pedras ao lado da loja, e as crian¸as ficavam ali se divertindo. Quando se cansavam das brincadeiras, os mais c intr´pidos iam dar uma olhada dentro do ateliˆ e, se o dono n˜o estivesse muito ocupado, e e a eles ousavam entrar e dizer: “Tio Joshua, venha e conte-nos uma grande hist´ria”. Ent˜o o a 9
    • eles o levavam para fora, puxando-o pelas m˜os at´ que ele se assentasse na pedra favorita, a e perto da esquina da loja, com as crian¸as no ch˜o, em um semic´ c a ırculo diante dele. E como os pequeninos gostavam do tio Joshua! Estavam aprendendo a rir, e a rir de cora¸˜o. Era ca costume, de um ou dois dos menores, subirem nos seus joelhos e assentarem-se l´, olhando a maravilhados para as suas fei¸˜es expressivas enquanto ele contava as suas hist´rias. As co o crian¸as amavam Jesus; e Jesus amava as crian¸as. c c16 Jesus e os jovensP: Que legal este Jesus. Eu tamb´m gosto muito das crian¸as. Elas s˜o t˜o simples. Basta um pouco e c a ade aten¸˜o para fazer uma crian¸a feliz. Os jovens da minha idade j´ tem outros interesses. Fico me ca c aperguntando se os jovens tamb´m se sentiam atraidos por Jesus. eR: Sim. A revela¸˜o conta que Jesus, quando tinha 27 anos, viveu em Cafarnaum. Ele traba- calhava na oficina de constru¸˜o de barcos de Zebedeu, amigo de seu pai Jos´, e pai de seus futuros ca edisc´ ıpulos Jo˜o e Tiago. E que ele invariavelmente atra´ a gente jovem, pois sempre estava a ıainteressado no que faziam, e raramente lhes oferecia conselho, a menos que o pedissem. “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 129.1-9: . . . Na sinagoga de Cafarnaum encontrou a a muitos novos livros nas estantes da biblioteca, e passava pelo menos cinco tardes por semana em estudos intensos. Uma noite ele devotava ` vida social com os mais velhos, a e uma noite passava com a gente jovem. Havia alguma coisa de muito graciosa e inspiradora na personalidade de Jesus, que invariavelmente atra´ a gente ıa jovem. Pois Jesus sempre os fez sentirem-se ` vontade na sua presen¸a. Talvez o seu a c grande segredo em dar-se bem com eles consistisse nos dois fatos seguintes: que estivesse sempre interessado no que faziam, e que raramente lhes oferecia conselho, a menos que o pedissem.17 Jesus e os amigosP: Se eu estivesse presente, pediria uma orienta¸˜o para ele: como fazer amigos? caR: Encontrei um ´timo conselho de Jesus para fazermos amigos: o “O Livro de Urˆntia”, par´grafo 130.7-2: . . . Quando Ganid perguntou o que se devia a a fazer para ter amigos, tendo notado que a maioria das pessoas com quem se encontravam, por casualidade, sentiam-se atra´ıdas para Jesus, o Mestre disse: “Torna-te interessado pelos teus semelhantes; aprende a am´-los e aguarda a oportunidade de fazer algo por a eles, algo de que tu estejas seguro de que eles queiram que seja feito”, e ent˜o citou a um velho prov´rbio judaico: “Um homem que gostaria de ter amigos, deve mostrar-se e amistoso”. 10