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I-Gov O Futuro é Inovação

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    I-Gov  O Futuro é Inovação I-Gov O Futuro é Inovação Presentation Transcript

    • XI Congreso Internacional del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública Ciudad de Guatemala, Guatemala 7 - 10 de novembro de 2006 I – GOV: O FUTURO É INOVAÇÃO Roberto Meizi Agune - José Antônio Carlos FUNDAP - Fundação para o Desenvolvimento Administrativo
    • Introdução I. Quadro Preocupante II. Rumo ao I–Gov Recomendações e Conclusões
    • Introdução I. Quadro Preocupante II. Rumo ao I–Gov Recomendações e Conclusões
      • Após mais de 10 anos de investimentos, os resultados do E-Gov ficaram abaixo das expectativas.
      • Esse quadro evidencia que o simples aumento continuado dos gastos em tecnologia, é apenas uma parte da solução.
      • Na era do conhecimento, o maior desafio para modernização dos governos está nas dimensões não tecnológicas . Somente cuidando dela, construiremos o Governo da Inovação – I-Gov.
      • Em outras palavras, a população não dispõe, hoje, de um elenco de serviços on-line, compatível com os gastos feitos. Prometeu-se mais do que realmente foi entregue.
    • Introdução I. Quadro Preocupante II. Rumo ao I–Gov Recomendações e Conclusões
      • Um alentado estudo, recém concluído, coordenado pelo Professor Norberto Torres, Chefe do Depto. de Informática da Fundação Getúlio Vargas – São Paulo, sobre o Grau de Desenvolvimento do Governo Eletrônico Municipal no Brasil, mostra resultados bastante impactantes.
      • Grau médio de E-Gov (por meio de websites) é muito baixo.
      • Nem tamanho do município, nem seu nível de atividade econômica, determinam o nível de E-Gov promovido.
      • Os municípios do Sul e Sudeste são os melhores em governo eletrônico.
      • Pouco se atingiu em termos de transações on-line e é insignificante o avanço da integração aberta com a sociedade. (E-Democracia).
      • Grau muito baixo de oferta de serviços mais abrangentes e integrados.
      Fonte: Análise do Desenvolvimento do Governo Electrônico Municipal no Brasil - Professor Norberto Torres Chefe do Depto. de Informática da Fundação Getúlio Vargas – São Paulo e Diretor do TecGov, 2006
      • Outro importante trabalho sobre a efetividade do Governo Eletrônico, este no âmbito do administração federal, foi realizado pelo Tribunal de Contas da União – TCU .
    • Fonte: Relatório de Auditoria da Natureza Operacional voltada para as atividades desenvolvidas no Programa de Governo Eletrônico, relatado pelo Ministro Valmir Campelo, acórdão 1386/2006 – Plenário, processo 015.001/2005-5
      • O governo não tem conseguido usar a internet para evitar filas e melhorar o atendimento a mais de 30 milhões de usuários com acesso à rede mundial.
      • A maioria das páginas destinadas a serviços públicos apresentam problemas de navegação, penalizando o usuário que tenta buscar atendimento. Além disso, a maioria dos serviços eletrônicos oferecidos não permite que os mesmos sejam totalmente executados pela rede.
      • Muitos dos recursos originalmente dedicados ao Governo Eletrônico, programa essencialmente transversal, são desviados para suprir demandas específicas dos ministérios.
      • Os progressos ocorridos são, em grande parte fruto de esforços isolados de alguns gestores e não reflexo de uma política pública mais compreensiva sobre o tema. Não há, ademais, campanhas consistentes de estímulo ao uso da internet para realização de serviços.
      • Os programas vinculados ao Governo Eletrônico não possuem caráter continuado sendo desativados ou superpostos, ao sabor de interesses políticos.
      • Estudo correlato realizado em 686 municípios distribuídos entre Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Espanha, México, Portugal e Venezuela, , comandado pelo Professor José Esteves, diretor da cátedra software AG Alianza Sumaq em Governo Eletrônico, mostra números não menos eloqüentes.
    • Fonte: “Análise do Desenvolvimento do Governo Electrónico Municipal”. Professor José Esteves, Director da cátedra software AG Alianza Sumaq en e-government
      • Grau desenvolvimento muito baixo!
      • Pouquíssimas cidades atingem um nivel de excelência em E-Gov. municipal.
      • Poucas cidades oferecem todos os E-Serviços considerados básicos.
      • Poucas cidades oferecem E-Serviços de participação cidadã.
      • Muitas cidades oferecem operações on-line mas a maioria não podem ser realizadas completamente on-line.
      • Quase todas as cidades tem E-mail, mas isto não significa que o cidadão obtenha respostas aos seus E-mails…
      • Falta de uma estratégia nacional para governo eletrônico municipal, como ocorre, por exemplo, na Inglaterra.
      • Pouca atenção aos aspectos extra-tecnológicos envolvidos. É importante frisar que não se muda o governo sem tecnologia. Só com tecnologia, também não.
      • O governo só ingressará na era do conhecimento e da inovação (I-Gov) quanto a questão for tratada de forma estratégica. Isto significa colocar o problema na agenda política. Uma infra-estrutura de banda larga é tão ou mais importante do que uma estrada, por exemplo, mas poucos têm plena consciência disso, fora do escalão técnico.
      • Os sistemas e aplicativos do mundo pré-web tendo sido simplesmente transplantados para o ambiente pós-web, sem os redesenhos necessários. É preciso, antes, entender melhor os desafios de uma sociedade pós-industrial, a sociedade do conhecimento.
      • A modernização governamental não pode ficar circunscrita a um único setor ou saber. Ela é intrinsicamente intersetorial e multidisciplinar.
      Por que não tem dado certo?
    • Introdução I. Quadro Preocupante II. Rumo ao I–Gov Recomendações e Conclusões
    • O conhecimento sempre foi um fator de produção.
    • Hoje, ele é o fator de produção. Comanda todos os demais.
    • Músculo X Intelecto Fonte dos Elementos Básicos: Angeloni, Maria Teresa. 6ª Jornada Catarinense de Tecnologia Educacional. Florianópolis, maio 2005. 10 mil anos 300 anos algumas décadas ondas do músculo ondas do intelecto ? Organização Burocrática Organização em Rede
    • A evolução recente da receita externa norte-americana de bens intangíveis evidencia a crescente importância monetária do “produto” conhecimento. Vejamos os números: O Valor do Conhecimento 1994 1999 2002 3% 17% 25% Principais itens desta pauta: Software, Patentes, Royalties, Serviços de Consultoria, Bens Culturais. Fonte: Institute for the Future
    • Os valores de 2002 são ainda mais expressivos se ampliarmos o conceito anterior e adicionarmos bens tangíveis, que têm, no entanto, o seu custo formado pelo conhecimento neles embutidos. Observemos as cifras: O Valor do Conhecimento Esta pauta inclui, em adição à anterior, bens tais como: aviões, computadores, robôs, entre outros. Fonte: Institute for the Future 70% 25% 2002
    • MARCAS DA NOVA ERA
      • Microprocessadores
      • Software
      • Informática de Consumo
      • Internet
      Tecnologia
      • Globalização
      • Sofisticação
      • Competição
      • Mudança Cultural
      Sociedade
      • Trabalho sem qualificação
      • Organizações grandes e lentas
      • Produção padronizada
      • Profusão de níveis hierárquicos
      EM BAIXA
      • Visão compreensiva, criatividade, agilidade
      • Organizações enxutas e inovadoras
      • Produção flexível
      • Organização em rede
      EM ALTA
    • O FUTURO NA SOCIEDADE INDUSTRIAL Extrapolação do Passado Repetição Alguma novidade? Nada. Aquela monotonia de sempre.
    • O FUTURO NA SOCIEDADE CONHECIMENTO Ruptura com o passado Mudança Força todo mundo, senão o barco vira!
    • O Governo, como qualquer organização, ou percebe essa transformação, ou perde a corrida.
      • Aumento da insatisfação com excessos burocráticos, anacronismo da legislação, morosidade da justiça, só para lembrar alguns;
      • Crescimento dos espaços dominados por máfias, gangues, narcotraficantes, entre outros grupos.
      Como o governo não pode ir a falência, ficar à margem das mudanças significa perder legitimidade e autoridade, sintomas que se expressam por: O que significa para o governo perder a corrida?
    • Nova visão de setor público que prioriza a produção e o uso do conhecimento, com vistas a promover melhoria dos processos de governo e valorizar a inovação como prática de trabalho. O que é I-Gov? Idéia + Implementação + Resultados
    • Visão Tecnocentrada (a ser descartada) ESTRUT. ORGANIZAC. PRINCÍPIOS PROCESSOS PESSOAS TIC GESTÃO DA INFORMAÇÃO
    • O SETOR PÚBLICO NA ERA DO CONHECIMENTO Visão Integrada TIC PESSOAS PRINCÍPIOS PROCESSOS ESTRUT. ORGANIZAC. O SETOR PÚBLICO NA ERA DO CONHECIMENTO
      • Ética
      • Transparência
      • Foco na cidadania
      • Orientação para a qualidade
      • Universalização
      GOVERNO PADRÃO POUPATEMPO PRINCÍPIOS
    • SOCIEDADE Cidadão Parceiro Universidade Governo Fonte dos Elementos Básicos: Adaptado de Filipe M. Cassapo em apresentação feita na Fundap em 11/07/2006 ESTRUT. ORGANIZAC.
      • Estímulo à reflexão e ao espírito crítico
      • Menos chefia e mais liderança
      • Preparado para a solução de problemas complexos
      • Preparado para a aprendizagem continuada
      PESSOAS
    • Máquina de Serviços Públicos Menos burocracia Mais idéias PROCESSOS
      • Internet
      • TV Digital
      • Telefonia Celular
      • Comunicação "Wireless"
      • Computadores Populares
      CONVERGÊNCIA DIGITAL TIC
    • Introdução I. Quadro Preocupante II. Rumo ao I–Gov Recomendações e Conclusões
      • Criar, dentro de cada órgão, fábricas de inovação no serviço público, utilizando a gestão do conhecimento como modelo conceitual.
      • Estimular o trabalho em equipe, transdisciplinar e intersetorial.
      • Promover profunda revisão legal que facilite o ingresso do setor público na era do conhecimento.
      • Estabelecer novas formas de remuneração vinculadas a produtividade.
      • Utilizar de forma crescente as novas tecnologias para azeitar a máquina pública e agilizar e aprimorar a entrega de serviços à população.
      • Fomentar a profissionalização do serviço público, ampliando o espaço dos cargos de carreira, preenchidos mediante concurso.
      Recomendações
      • Na área de criação e utilização do conhecimento, cabe ao governo formular políticas públicas e construir orçamentos compatíveis com a era do conhecimento produzido em massa.
      • As organizações públicas e privadas devem transformar-se em “ espaços compartilhados de criação de conhecimento”.
      • Os governos deverão reinventar-se, tendo com foco a geração de valor para a sociedade e a regulação de mercados com vistas à competitividade.
      • A formação de habilidades para a produção em massa de conhecimento é o principal agente de transformação de uma sociedade e não a aparência de novo trazida pelas TICs.
      Conclusões Fonte: Understanding Knowledge Societies – In twenty questions and answers with the Index of Knowledge Societies, Department of Economic and Social Affairs, United Nations, New York, 2005.
      • Os políticos e a elite empresarial, mídia incluída, deverão ser estimulados a entender o alcance das mudanças. Deles depende o ritmo do avanço.
      • A universidade terá importante papel na mudança de paradigmas, que poderá ser estimulado por uma sólida e criativa produção acadêmica sobre os novos tempos.
      Conclusões
      • À cidadania caberá demandar mudanças. Sem sinais claros e fortes dos cidadãos, os segmentos acima oporão maior resistência às transformações.
      Fonte: Understanding Knowledge Societies – In twenty questions and answers with the Index of Knowledge Societies, Department of Economic and Social Affairs, United Nations, New York, 2005.
    • Muito Obrigado a Todos! Roberto Agune E-mail: ragune@sp.gov.br LAGO ATLITAN