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Depois dos ensinos de Cristo, asA doutrina bíblica        igrejas vão começar a se    da oração          organizar em toda...
Assim, a terceira etapa do        A doutrina bíblica estudo da oração no NT, depois de passarmos pelos ensinos que        ...
Depois de Cristo, vamos verA doutrina bíblica   como o segundo personagem mais    da oração         importante do NT se po...
A maneira como ele faz isto é      A doutrina bíblicamuito inteligente e hábil, pois ao       da oração     escrever suas ...
1. Uma oração de triunfo – Rm 8.31-39  31 Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós,    quem será contra nós? 3...
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A doutrina bíblica      O apóstolo Paulo, em quase                     todas as suas cartas às igrejas,    da oração      ...
3. Uma oração de gratidão – 1Co 1.4-9•    8 1 No décimo quinto ano do reinado d    4 Sempre dou graças a Deus por vós, pel...
Nesta segunda carta aos coríntios A   doutrina bíblicaPaulo não precisa começar como o fez na anterior, dando graças a    ...
4. Uma oração de livramento – 2Co 1.3-7uando o Bendito seja o Deus    3 Senhor estava para tomar                          ...
O apóstolo vai nos ensinar nestaA doutrina bíblica    carta aos efésios que devemos    da oração             orar pelos no...
5. Uma oração intercessória - Ef 3.14-21uao Senhor estava para tomar    14 Por esta razão dobro os meus joelhos perante o ...
O sexto ensino de Paulo sobre a oração é bem didático e instrutivo em                                       A   doutrina b...
6. A oração comprometida - Ef 5.15-21uaenho estava para tomar   15 Portanto, vede diligentemente como andais, não         ...
A galeria dos ensinos de PauloA doutrina bíblica   sobre a oração, encerra-se com a    da oração         recomendação, par...
7. A oração de poder - Cl 3.1-17uaenho pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de1 Se, ...
Será que em nossas vidas estamos         experimentando isto:              A doutrina bíblica 1. Vidas espirituais: "Busca...
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Estudo 07 – A Doutrina Bíblica da Oração - EBD - JUERP

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  1. 1. A doutrina bíblica “Somos mais que da oração vencedores” Estudo 07 A oração no Novo Testamento (Os ensinos de Paulo) Textos bíblicos: Rm8,11; 1Co1; 2Co1; Ef3,5; Cl3 Texto áureo: Romanos 8.37 ”Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou.”
  2. 2. Depois dos ensinos de Cristo, asA doutrina bíblica igrejas vão começar a se da oração organizar em toda a parte por onde o ministério evangelístico de Introdução I Paulo o levava e os seus ensinos sobre a oração, vão dar continuidade ao aprendizado que a igreja desenvolvia do melhor falar com Deus. Isto fica evidente quando em uma de suas cartas ele a inicia com esta afirmativa (Cl 1.3): “Graças damos a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, orando sempre por vós"
  3. 3. Assim, a terceira etapa do A doutrina bíblica estudo da oração no NT, depois de passarmos pelos ensinos que da oraçãopodemos abstrair dos tempos que Introdução II antecedem o nascimento de Cristo, e dos ensinos que elemesmo nos legou, veremos o queo apóstolo Paulo, o principal líder do Evangelho de Cristo em seus tempos pioneiros ensinou a respeito dela à igreja nascente. Veremos que praticamente, emtodas as suas cartas, o apóstolo dos gentios nos deixou algum ensinamento precioso sobre o cultivo da oração na vida da igreja e do crente.
  4. 4. Depois de Cristo, vamos verA doutrina bíblica como o segundo personagem mais da oração importante do NT se posicionou a respeito da oração. Estamos Introdução III no início da prática da oração pela igreja de Cristo, quando muitos crentes, principalmente os advindos do judaismo não sabiam como dirigir-se diretamente ao Pai. Afinal de contas, até então, eles tinham a linhagem sacerdotal para os conduzir ao Senhor. Já os egressos do paganismo, gentios na sua maioria, estes mesmo é que precisavam ser ensinados sobre a forma como poderiam falar com o Deus que os salvara.
  5. 5. A maneira como ele faz isto é A doutrina bíblicamuito inteligente e hábil, pois ao da oração escrever suas cartas vai entremeando aqui e ali, trechos que são verdadeiras orações,sem que para isto chame atençãoespecífica. Num texto da carta aos Romanos ele fala sobre a batalha do crente em face domal e mesmo da realidade diante da morte. É quando então, emmeio a esses dois temas, (vida e morte) escreve aquela que seria uma das mais belas orações sobre a vitória dos crentes em Cristo sobre a morte: Primeiro ensino
  6. 6. 1. Uma oração de triunfo – Rm 8.31-39 31 Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? 32 Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas? 33 Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica; 34 Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós;35 quem nos separará do amor de Cristo? a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? 36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro. 37 Mas em todas estascoisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou. 38 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, 39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
  7. 7. Em um outro texto na mesma carta, Paulo disserta sobre a situação do A doutrina bíblicapovo judeu, povo escolhido de Deus, da oração e que diante da vinda do Messias, Jesus Cristo, se mostrava tão irredutível em suas convicções da velha dispensação que não tinha condição agora para abrir os olhos e enxergar a redenção de Israel, que Cristo trouxera ao mundo. Digamos que extasiado com as revelações que vinha fazendo,mostrando a soberania de Deus e oseu amor para com todos, por meio de Cristo, ele não se conteve e proclama uma das mais belasorações de louvor do texto bíblico: Segundo ensino
  8. 8. 2. Uma oração de louvor - Rm 11.33-3633 Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!34 Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor? ou quem se fez seu conselheiro?35 Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? 36 Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. .
  9. 9. A doutrina bíblica O apóstolo Paulo, em quase todas as suas cartas às igrejas, da oração inicia-as sempre com uma palavra de gratidão a Deus pelo que aquela igreja e seus crentes significavam para ele em seu ministério. É interessante verificar que com esta saudação inicial que se transforma numa palavra de ação de graças a Deus por aquela igreja, ele traça basicamente o perfil de cada uma delas. Nesta oração de ação de graças pelos crentes em Corinto, podemos perceber istoTerceiro momento claramente, versículo a versículo:
  10. 10. 3. Uma oração de gratidão – 1Co 1.4-9• 8 1 No décimo quinto ano do reinado d 4 Sempre dou graças a Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus; 5 porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda palavra e em todo o conhecimento, 6 assim como o testemunho de Cristo foi confirmado entre vós; 7 de maneira que nenhum dom vos falta, enquanto aguardais a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, 8 o qual também vos confirmará até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. 9 Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor .
  11. 11. Nesta segunda carta aos coríntios A doutrina bíblicaPaulo não precisa começar como o fez na anterior, dando graças a da oraçãoDeus pelos crentes daquela igreja. Pouco tempo o separava daquela primeira carta e no intervalo entre ambas, muitas situações adversas ocorreram na vida doapóstolo, e mesmo daquela igreja, razão pela qual ele inicia esta carta com uma oração em que expõe o livramento que o Senhor lhes concedera. No texto o apóstolo glorifica a Deus por sua misericórdia e amor, por sua consolação e até mesmo pela tribulação que aperfeiçoa o Quarto ensino caráter cristão:
  12. 12. 4. Uma oração de livramento – 2Co 1.3-7uando o Bendito seja o Deus 3 Senhor estava para tomar e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação, 4 que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. 5 Porque, como as aflições de Cristo transbordam para conosco, assim também por meio de Cristo transborda a nossa consolação. 6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; 7 e a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
  13. 13. O apóstolo vai nos ensinar nestaA doutrina bíblica carta aos efésios que devemos da oração orar pelos nossos amigos, vizinhos, irmãos, familiares, enfim, por todas as pessoas que de alguma forma estão ligadas ao nosso dia-a-dia, mais ou menos próximos. Muitas vezes nos tornamos um tanto egoistas em nossas orações. Paulo escrevendo aos efésios, vai nos dar uma lição sobre a oração intercessória. No texto dele vemos como o crente deve ter o coração aberto para interceder, interrompendo ele a sua carta, Quinto ensino para fazer uma oração pelos seus amigos de Éfeso.
  14. 14. 5. Uma oração intercessória - Ef 3.14-21uao Senhor estava para tomar 14 Por esta razão dobro os meus joelhos perante o Pai, 15 do qual toda família nos céus e na terra toma o nome, 16 para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais robustecidos com poder pelo seu Espírito no homem interior; 17 que Cristo habite pela fé nos vossos corações, a fim de que, estando arraigados e fundados em amor, 18 possais compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade,19 e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de Deus. 20 Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, 21 a esse seja glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém.
  15. 15. O sexto ensino de Paulo sobre a oração é bem didático e instrutivo em A doutrina bíblicamatéria de vida cristã. Paulo começa a da oração se aproximar do final da carta e resolve dar alguns conselhos sobre a atitude de vida que os efésios comocrentes em Cristo deveriam tomar. Ele deseja que aquela igreja seja uma igreja cujos membros tenham um compromisso com o Senhor JesusCristo. O que Paulo nos está ensinando é que a nossa oração sejacomprometida com o Senhor Deus. Não podemos orar ao Pai, pedindo por isto ou aquilo, rogando esta ou aquela bênção, intercedendo por esta ouaquela situação ou pessoas, sem que a nossa vida cristã esteja condizente com o espírito da oração. Sexto ensino
  16. 16. 6. A oração comprometida - Ef 5.15-21uaenho estava para tomar 15 Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, 16 usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus. 17 Por isso, não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor. 18 E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito, 19 falando entre vós em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração, 20 sempre dando graças por tudo a Deus, o Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, 21 sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.
  17. 17. A galeria dos ensinos de PauloA doutrina bíblica sobre a oração, encerra-se com a da oração recomendação, para que o poder de Deus seja incorporado na vida dos crentes em Colossos, por meio da oração (Cl 3.21): "E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças ao Deus Pai" Esta recomendação final do apóstolo vem depois de nove conselhos a respeito da vida cristã que deviam adotar os crentes em Colossos e nós hoje, Sétimo ensino para evitarmos a presença do pecado em nosso dia-a-dia:
  18. 18. 7. A oração de poder - Cl 3.1-17uaenho pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de1 Se, estava para tomar cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. 2 Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; 3 porque morrestes, e a vossa vida estáescondida com Cristo em Deus. 4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar,então também vós vos manifestareis com ele em glória. 5 Exterminai, pois, as vossas inclinações carnais; a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria; 8 mas agora despojai-vos também de tudo isto: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca; 9 nãomintais uns aos outros, pois que já vos despistes do homem velho com os seus feitos, 10 e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou... mas Cristo é tudo em todos. 12 Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, 13 suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou,assim fazei vós também. 14 E, sobre tudo isto, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição. 15 E a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. 16 A palavra de Cristohabite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações. 17 E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.
  19. 19. Será que em nossas vidas estamos experimentando isto: A doutrina bíblica 1. Vidas espirituais: "Buscai as coisas da oração que são de cima... 2. Vidas de meditação e reflexão: "Pensai nas coisas que são de cima...3. Vidas de certezas: "A vossa vida está escondida com Cristo em Deus... 4. Vidas de esperança: "Quando Cristose manifestar, vós também, na glória... 5. Vidas de renúncia: "Exterminai... a impureza... a avareza... as paixões...6. Vidas diferenciadas: "Despojai-vos da ira... coléra...malícia... 7. Vidas de retidão: "Não mintais uns aos outros... 8. Vidas de renovação: "Vos vistais do novo homem que se renova... 9. Vidas de igualdade: "Não há grego nem judeu... Cristo é tudo em todos. Conclusão
  1. A particular slide catching your eye?

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