Uma VisãO Do DiagnóStico E Triagem

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    Uma VisãO Do DiagnóStico E Triagem - Presentation Transcript

    1. Uma Visão do Diagnóstico e Triagem RVCC 2008
    2. Conceitos
      • «O diagnóstico permite desenvolver e aprofundar a análise do perfil do adulto, com base nos elementos anteriormente recolhidos e que são completados, nesta etapa, com as informações obtidas através da realização de uma entrevista individual ou colectiva (em pequeno grupo), a cargo do profissional de RVC. Prevê-se que, no mínimo, se realizem, por adulto, duas sessões de diagnóstico/triagem.
      • Sendo uma etapa prévia ao encaminhamento, o diagnóstico permite clarificar as necessidades, interesses e expectativas do adulto, informação essa que é de grande relevância para a definição da(s) melhor(es) “soluções”,no conjunto das ofertas de qualificação disponíveis no Centro e a nível local/regional.» CQ- ANQ
    3. Objectivos
      • Adequação.
      • Orientação.
      • Resposta.
      • Estratégia.
      • Funcionalidade.
      • Qualificação.
    4. Percurso Inscrição Posicionamento (Enquadramento Legal + Habilitações de Partida + Situação Socioprofissional) 1.º Momento de Diagnóstico Adequação (RVCC? EFA? Outros ?) Orientação (Dificuldades, Lacunas, Trajectos, Necessidades Formativas) 2.º Momento de Diagnóstico Resposta e Qualificação (Estratégia, Adaptação e Necessidade em Processo/Formação)
    5. Estratégia
      • Uma das principais orientações da Iniciativa Novas Oportunidades é a palavra “Qualificação”. Se associarmos a este conceito o estabelecimento de “percursos formativos” temos um objectivo e uma estratégia. A de qualificar por vida de percursos formativos individuais. É aqui que se torna determinante a estratégia de diagnóstico e triagem dos CNO. Os instrumentos usados não devem apenas limitar-se a diagnosticar o posicionamento e necessidades do adulto à entrada numa via de conclusão da sua escolaridade, mas sim, ir mais longe. “Pensar” com o adulto a via para a sua efectiva qualificação através de instrumentos de triagem realmente válidos para esse objectivo.
    6. Instrumentos
      • Para cada uma das etapas definidas no percurso devem ser utilizados instrumentos concretos:
      • Inscrição: Ficha de Inscrição e Questionário de Orientação Inicial.
      • 1.º Momento de Diagnóstico: Catálogo Nacional para a Qualificação, Questionário de Orientação Vocacional e Identificação de Necessidades Formativas.
      • 2.º Momento de Diagnóstico: Questionário de Avaliação das Reacções e de Mobilização de Competências em processo e pós processo.
      • Ao longo do processo: Construção do o adulto do seu Plano de Desenvolvimento Pessoal.
    7. Resultados Esperados
      • O objectivo desta apresentação, assim como, da estratégia neles descrita, é a de consciencializar para um único resultado esperado. Simples e concreto. Permitir a quem recorre ao processo RVCC ou Cursos EFA que, com a devida orientação, informação e formação possam efectivamente promover uma mudança na sua qualificação profissional e na relação entre a aprendizagem ao longo da vida e a profissionalização necessária para os desafios de futuro.
    8. Qualidade Vs Metas
      • Este mito de que não é possível cumprir metas e realizar este trabalho de qualificação e orientação surge sempre associado. A verdade é que, não são as metas, por si só, que determinam esse factor. São os instrumentos e a metodologia que o fazem. Não basta, para falarmos em qualificação, que se faça um bom posicionamento inicial do adulto face às escolhas possíveis na Iniciativa Novas Oportunidades. É preciso, acima de tudo, consciencializar essa pessoa, quer no inicio do seu processo, quer ao longo do mesmo, quer após a sua conclusão. Preparar para a qualificação do adulto é um trabalho contínuo e continuado e não a aplicação de um conjunto de recursos que resultam inicialmente mas não promovem essa auto-consciência no candidato.
    9. Conclusão
      • Não desejamos “contrariar” a visão dada em formação no que diz respeito ao diagnóstico e triagem, nem tão pouco, aos mecanismos nesta apresentados aos CNO. Queremos sim, reforçar a ideia de que o PDP começa no acto de inscrição, acompanha o adulto ao longo do processo e deve ser monitorizado pela equipa. Isto só é possível com uma estratégia de apoio à qualificação, muito mais do que, simples e mero posicionamento. É apenas um desafio de qualidade.
    10. FIM

    + João LimaJoão Lima, 2 years ago

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