RVCC Secundário 3
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

RVCC Secundário 3

on

  • 12,558 views

Modelo de Aplicação RVCC Sec.

Modelo de Aplicação RVCC Sec.

Statistics

Views

Total Views
12,558
Slideshare-icon Views on SlideShare
12,251
Embed Views
307

Actions

Likes
1
Downloads
519
Comments
0

7 Embeds 307

http://rvccno.blogspot.com 287
http://carlosgomes1967.blogspot.com 8
http://www.slideshare.net 4
http://www.rvccno.blogspot.com 3
http://carlosgomes1967.blogspot.pt 3
http://www.netvibes.com 1
http://cnoietc.blogspot.com 1
More...

Accessibility

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    RVCC Secundário 3 RVCC Secundário 3 Presentation Transcript

    • RVCC Secundário Operacionalização Hipótese de Trabalho 3
    • Introdução
      • Este modelo tem por base um acompanhamento e orientação permanente ao adulto, assim como, uma intervenção estratégica e objectiva ao nível da evidência de competências. É um processo mais centrado no trabalho a realizar pelo adulto do que na individualidade do mesmo. É estratégicamente organizado de forma a dotar o adulto de uma estrutura de trabalho conduzida.
    • Entrevista
      • A entrevista/diagnóstico permitirá ao profissional criar um perfil de percurso para o adulto, assim como aos formadores criarem à medida do adulto um conjunto de actividades de reconhecimento e evidências das competências individuais.
    • Sessão de Reconhecimento
      • Na primeira sessão ou logo na segunda sessão de diagnóstico é apresentado ao adulto um calendário de sessões em que este deve estar presente. Seriam programadas entre 35 e 60 horas de trabalho com o adulto. Estas sessões serão muito bem definidas em termos de objectivos e resultados esperados, assim como do “programa” de actividades a realizar.
    • Sessões de Reconhecimento
      • As sessão de reconhecimento orientadas pelo(a) profissional iriam dando indicações (ou não) para necessidades de formação complementar. Caso as exista estas devem ter a mesma lógica. Sessão calendarizadas e programadas e objectivos e resultados esperados concretos para cada uma delas, no máximo de 50 horas de formação por adulto.
    • Sessões de Acompanhamento
      • Poderão, neste modelo, ser ainda definidas Sessões de Acompanhamento. Estas sessões servirão para ajudar o adulto na criação do seu Portefólio que apoiando o mesmo na estruturação do documento, quer promovendo actividades de organização e identificação de competências, ou ainda, de apoio à realização das tarefas/actividades propostas pelos formadores. Também estas sessões serão organizadas e calendarizadas.
    • O Portefólio
      • Ao contrário das duas hipoteses anteriores, esta metodologia de trabalho implica que o portefólio tenha uma estrutura própria pré-definida a que o adulto, com pouca possibilidade de mutação, deverá respeitar. Esta directiva é programada pela equipa em função das evidências de competência do adulto.
    • A Validação.
      • A validação (e atribuição de créditos) nesta metodologia é bastante fácil. Pelas evidências do documento (portefólio) e pelo trabalho realizado os profissionais e formadores realizam a sua análise e validação em função de um conhecimento estruturado da evolução e actividades desenvolvidas pelo adulto.
    • A Sessão de Júri
      • Neste modelo a sessão de júri é uma sessão informal de reconhecimento do percurso realizado. Deverá o Avaliador Externo fazer um acompanhamento/reunião com profissionais e formadores para análise do percurso do adulto e a sessão ser uma demonstração prática das competências evidenciadas pelo adulto ao longo do processo RVC:
    • FIM