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Handout  Basic VTS Inês Fialho Brandão
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Handout Basic VTS Inês Fialho Brandão

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Observ@rte | 2013

Observ@rte | 2013

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  • 1. Observ@rte | 2013 – Criatividade | Museus | Educação Museu Nacional de Arte Antiga | Construir uma vista temática Inês Fialho Brandão VTS: Instruções de uso(adaptado de Basic VTS at a Glance, de Abigail Housen e Philip Yenawine, disponível emhttp://www.vtshome.org/system/resources/0000/0018/basic_vts_at_a_glance.pdf)N.B.: nos nossos museus, a utilização de VTS pura (sem introdução de informação) funcionamelhor com grupos pré-organizados, em que temos a noção das capacidades do grupo.Numa visita sem ser por marcação, VTS deve ser conjugada com outras abordagenspedagógicas nomeadamente as teorias de Gardner e a introdução de informação quandoestritamente necessário.Apresentação • Explique que vão olhar para um objecto e que vão falar sobre o que estão a ver. • Chame a atenção para a imagem. Dê sempre a possibilidade de observar em silêncio antes de os convidar a falar.Fazer as perguntas1.Pergunte:O que se passa aqui?(utilize variações ao longo da visita: o que temos aqui? o que vemos? O que é isto?)Os Museus com colecções que não são de arte devem utilizar o fraseado que melhor se adaptaàs suas colecções.2. Quando os visitantes fizerem um comentário de interpretação (p.ex. parece antigo; é umpeixe; …) responda: • parafraseando o que foi dito (p.ex. ou seja, parece que não foi feito agora) • e apontando, se for caso disso, para a parte do objecto a que se refere o visitante3. Pergunte:O que vê que o faz dizer isso?(utilize variações ao longo da visita: e olhando para o objecto porque é que diz isso?, e achaisso porque?...)4. Pergunte:E que mais podemos encontrar?(utilize variações ao longo da visita: e que mais podemos dizer? E mais? Mais alguma coisa?Alguém vê mais alguma coisa?) 1
  • 2. Observ@rte | 2013 – Criatividade | Museus | Educação Museu Nacional de Arte Antiga | Construir uma vista temática Inês Fialho BrandãoReagir e responder aos comentáriosOuvir cuidadosamente os visitantes, assegurando-se que compreende correctamente o queestão a dizer.Apontar sempre aquilo a que as observações/interpretações dos visitantes se referem (mesmoque o comentário seja repetido).Usar linguagem corporal e expressões faciais para encorajar a participação.Parafrasear (ou seja, repetir mas com outras palavras) cada comentário. Mude as palavras masnão o sentido do que foi dito.Aceitar cada comentário de maneira neutra. Este processo enfatiza um modo de pensar – nãoa noção de resposta certa. O visitante está acima de tudo a desenvolver a sua capacidade deobservação, a fazer a triagem das suas interpretações, a aplicando os seus conhecimentos pré-adquiridos.Relacionar as respostas entre si, mesmo que haja desacordos (p.ex. o João diz que pareceantigo porque…, mas o Manuel acha que não porque…). Mostre como algumas observações eideias estimulam outras, e como as opiniões se foram transformando.Concluir a visitaAgradeça a participação de todos. Partilhe com os visitantes aquilo de que gostouparticularmente durante a visita. Encoraje-os a ver os objectos como estimuladores dopensamento. Evite sumários. Responda a eventuais perguntas. 2

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