Teatro programacao

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  • 1. GRADE DE PROGRAMAÇÃO 2011 INFORMAÇÕES GERAIS DOS ESPETÁCULOS E EVENTOS ESPECIAISCerimônia de aberturaHomenagem: Grupo de Teatro Vivencial (Olinda, 1974-1983)Local: Teatro Luiz Mendonça - Parque Dona LinduDia: 16/11 (quarta-feira)Horário: 20hEspetáculo: EscuroGrupo: Companhia Hiato (SP)Duração: 90 minutosClassificação: 12 anosLocal: Teatro Luiz Mendonça - Parque Dona LinduDias: 16 e 17/11 (quarta e quinta-feira)Horário: 21hSinopse: Um menino míope com uma estranha capacidade de ouvir segredos passasuas tardes mergulhando na piscina de um clube. Uma senhora recebe a costureirapara aulas de natação – sem uma piscina, elas usam pequenas tigelas cheias de água.Um homem convive com a perda da fala enquanto ensaia seu discurso em aquáriosvazios. Uma professora prepara sua aluna para um torneio esportivo para deficientes.Nele, esses personagens incomuns se cruzam, ameaçados pela chuva iminente eprestes a compartilhar uma pequena tragédia. O segundo espetáculo do núcleopaulista fundado em 2007 se utiliza de uma estrutura bastante comum na dramaturgiaaudiovisual: narrativas ligadas em redes, fatos convergentes e vidas transpostas.Através de estranhamentos bem-humorados, a montagem de 2009 reflete sobre outrasformas de percepção da realidade, outras perspectivas sobre o cotidiano e outrasestratégias de comunicação entre as pessoas. O texto abre espaços de irrealidade emum dia de quatro núcleos de personagens, nos anos 1950, ligados por inadequação eperda da linguagem. (www.ciahiato.com.br)Direção e dramaturgia: Leonardo Moreira. Elenco: Aline Filócomo, Amanda Lyra,André Blumenschein, Daniela Duarte, Fernanda Stefanski, Flávia Melman, LucianaPaes, Mariah Amélia Farah, Otávio Dantas e Thiago Amaral. Cenário: MarisaBentivegna e Leonardo Moreira. Assistente de cenografia: Grissel Piguillem.Cenotecnia: Pigari Cenografia. Iluminação: Marisa Bentivegna. Figurinos:Theodoro Cochrane. Costureira: Dizô. Cabelos e maquiagem: Nael Qassis. Libras(Língua Brasileira de Sinais): Sônia Oliveira. Treinamento corporal (BMC):Rodrigo Palma. Produção: Companhia HiatoEspetáculo: OxigênioGrupo: companhia brasileira de teatro (PR)Duração: 80 minutosClassificação: 14 anosLocal: Teatro Hermilo Borba FilhoDias: 17 e 18/11 (quinta e sexta-feira)Horário: 21hSinopse: A montagem do final de 2010 introduz no Brasil a obra de Ivan Viripaev,dramaturgo russo de 37 anos nascido na Sibéria e até então inédito no país. Aestrutura dessa peça escrita entre 2001 e 2002 tem forte identificação com o trabalho
  • 2. do núcleo em atividade em Curitiba desde 1999. A musicalidade da palavra expressano texto e a revisão do teatro como forma de contato com a plateia são alguns doselementos convergentes. A narrativa aborda uma espiral de assuntos contemporâneoscomo violência, terrorismo, racionalidade, consumismo. Discute tudo isso investigandosobre o que é essencial na existência. A trama parte de um crime passional. Acusadopelo assassinato da própria mulher, um homem do campo é condenado juntamentecom sua amante que conhece na cidade. O homem e a amante atendem pelo mesmonome: Sacha. São eles que estão em cena. Os dois atores surgem acompanhados pordois músicos. Eis a “banda” à qual toca dar conta dessa fábula que discute polêmica epoeticamente os dramas de geração e o que é o "oxigênio" de cada habitante desteplaneta. (www.companhiabrasileira.art.br)Texto: Ivan Viripaev. Direção: Marcio Abreu. Elenco: Patrícia Kamis e RodrigoBolzan. Músicos: Gabriel Schwartz e Vadeco. Pesquisa dramatúrgica: MarcioAbreu, Giovana Soar e Nadja Naira. Tradução: Irina Starostina e Giovana Soar.Adaptação: Marcio Abreu, Patricia Kamis e Rodrigo Bolzan. Trilha sonora original:Gabriel Schwartz. Iluminação: Nadja Naira. Cenário: Fernando Marés. Figurino:Ranieri Gonzalez. Design gráfico: Adriana Alegria. Fotografia: Elenize Dezgeniski.Assessoria de imprensa: FC Comunicação. Cenotécnico: Sérgio Richter.Assistente de iluminação: Henrique Linhares. Serviços gerais: Maria Machado daSilva. Administração: Lica Capovilla. Direção de produção: Giovana Soar.Produção executiva: Cássia Damasceno e Lica Capovilla. Criação e realização:companhia brasileira de teatro.Espetáculo: ÁfricasGrupo: Bando de Teatro Olodum (BA)Duração: 50 minutosClassificação: LivreLocal: Teatro de Santa IsabelDias: 18 e 19/11 (sexta-feira e sábado)Horários: às 19h no dia 18 e às 16h30 no dia 19Sinopse: Há 21 anos, o núcleo tem construído obras que revelam elementos eestéticas impregnados da riqueza cultural africana, da qual o Brasil é um dos principaisherdeiros. O primeiro espetáculo infanto-juvenil do grupo, estreado em 2007, traz àcena o continente africano por meio de suas histórias, seus povos, seus mitos ereligiosidades. A peça visita esse universo mobilizada por suprir a escassez dereferenciais no imaginário infantil, povoado de fábulas e personagens eurocêntricos. Ospersonagens revelam o modo de ser, a inerência espiritual, as formas de se relacionarcom a natureza, com o sagrado. São características ancestrais que unem o territóriobrasileiro, em especial a Bahia, ao continente negro. Música, dança e cores conjugamum espetáculo poético que tem encantado adultos e crianças por onde circula,despertando em cada um o orgulho da afrodescendência. A encenação desejadespertar a curiosidade de todos para conhecer mais sobre essas raízes fundamentais.O Bando é um dos fortes braços do bloco Olodum na resistência e afirmação dacomunidade negra em Salvador. (www.bandodeteatro.blogspot.com)Texto: Chica Carelli e Bando de Teatro Olodum. Direção: Chica Carelli. Assistentede direção: Fábio Espírito Santo. Coreografia: Zebrinha. Música e direçãomusical: Jarbas Bittencourt. Cenário: Helio Eichbauer (originalmente criado paraespetáculo Xirê- Êre pra Toda Vida , 1996). Iluminação: Fábio Espírito Santo e RivaldoRio. Desenho de som original: Maurício Roque. Figurino e adereços: Zuarte
  • 3. Junior. Elenco: Maurício Lourenço (cavaquinho e baixo elétrico), Nine (Tetêco“estivador”, calimba, djum djum, djembê, balafon, congas, bongô e darbuka), ArleteDias (Griot Faísca e mãe Zezé), Auristela Sá (Adrianinha, Suniguê), Cássia Valle(Miminha, Griot), Cell Dantas (Bugaê), Ednaldo Muniz (espírito do lago, narrador),Elane Nascimento (Paula, Yassedi), Érico Brás (Seu Muzenza, Abdu), Fábio Santana(Seu Albino), Gerimias Mendes (Griot e o estivador Agnaldo), Jamile Alves (Tina,narradora), Jorge Washington (Seu Flecha e Chefe da Tribo), Leno Sacramento(Betinho, caçador, Dogdogum O Sapo, narrador), Ridson Reis (Rodrigo), Robson Mauro(O Cego Alfaia, Su “A Aranha Macho”), Sergio Laurentino (O estivador Muvú, OFeiticeiro de dia e de noite, narrador), Telma Souza (Fia, Narradora) e ValdinéiaSoriano (Lica, Griot “kali”).Espetáculo: Madleia + ou - DoidaGrupo: Companhia do Chiste PEDuração: 50 minutosClassificação: 16 anosLocal: Teatro Hermilo Borba FilhoDias: 19 e 20/11 (sábado e domingo)Horário: 21hSinopse: O Espetáculo apóia-se na colagem teatral, composição de cenas comfragmentos e citações textuais, visuais ou musicais de diferentes épocas e estilos. Oponto de partida é o mito grego Medeia, a neta do sol e rainha de uma terra bárbaraque, apaixonada, entrega o tesouro de seu povo ao navegante Jasão. Traída, ela sevinga sacrificando o reino e seus próprios filhos. A fonte primária dessa trama que hojeinstiga várias releituras é a obra-prima de Eurípides, cerca de 2.500 anos atrás. Seutexto, mais o da dupla Paulo Pontes e Chico Buarque (a versão Gota D´Água) sãoestilhaçados pela vizinhança de letras do cancioneiro popularíssimo, os pendorestragicômicos e melodramáticos. O roteiro de Celibi, artista que iniciou a carreira em1979 no Grupo de Teatro Vivencial, converge para essa modalidade historicamentecara aos palcos brasileiros, pois permitia às companhias apresentar cenas de autoresdiversos à altura da economia de suas produções ou de acordo com a urgência daépoca. Um exemplo desse recurso é a peça Liberdade, Liberdade (1965), de MillôrFernandes e Flávio Rangel, na gênese da ditadura civil-militar no país.(www.companhiadochiste.blogspot.com)Roteiro: Henrique Celibi. Direção: Carlos Bartolomeu. Intérpretes: Henrique Celibie Eduardo Filho. Figurino e cenografia: Henrique Celibi. Iluminação: BetoTrindade. Operação de luz e sonoplastia: Dado Sodi. Fotos: Ivana Moura e ValLima. Produção executiva: Eduardo Filho. Produção geral: Companhia do Chiste.Espetáculo: Cachorro MortoGrupo: Companhia Hiato (SP)Duração: 60 minutosClassificação: LivreLocal: Teatro ApoloDias: 20 e 21/11 (domingo e segunda-feira)Horário: 19hSinopse: O espetáculo de 2007 é fundador do núcleo interessado em investigardiferentes formas de comportamento, pensamento, compreensão e sensação domundo como matéria-prima artística. Um autista sabe tudo sobre matemática e quase
  • 4. nada sobre seres humanos – assim como seus pais e professores definitivamente nãosabem lidar com suas necessidades especiais. Thiago conhece de cor todos os paísesdo mundo e suas capitais, assim como os números primos até 7.507. Luciana gosta doestado de Massachusetts, mas não entende nada de relações humanas. Maria Améliaadora listas, padrões e verdades absolutas. Aline odeia amarelo e marrom e, acima detudo, ser tocada por alguém. Sob os próprios nomes, atores mergulham na ficção paraemprestar corpos e emoções a uma outra vida e, ao confundir realidade e ficção, noscontam a história de um portador da Síndrome de Asperger. Certo dia, eles encontramo cachorro da vizinha morto no jardim. São acusados de assassinato e presos. Apósuma noite na cadeia, decidem descobrir quem matou o animal montando “uma peçade mistério e assassinato”. (www.ciahiato.com.br)Livremente inspirado: em The Curious Incident of the Dog in the Night-Time eNascido num Dia Azul, de Daniel Tammet e A Música dos Números Primos, de Marcusdu Sautoy. Direção e dramaturgia: Leonardo Moreira. Elenco: Aline Filócomo,Fernanda Stefanski, Joaquim Lino, Luciana Paes, Mariah Amélia Farah, Thiago Amaral.Concepção de cenário: Leonardo Moreira. Iluminação: Marisa Bentivegna.Figurinos: Willy. Trilha sonora: Gustavo Borrmann. Gestão: Aura Cunha.Produção executiva: João Victor D’Alves. Apoio à pesquisa: Marli BonaminiMarques e equipe da AMA (Associação de Amigos do Autista); Raquel Paganelli (MaisDiferenças).Espetáculo: Descartes com LentesGrupo: companhia brasileira de teatro (PR)Duração: 45 minutosClassificação: 14 anosLocal: Teatro de Santa IsabelDias: 21 e 22/11 (segunda e terça-feira)Horário: 17hSinopse: Durante a pesquisa para a criação da peça Vida, o núcleo se deparou com oconto homônimo de juventude do poeta curitibano Paulo Leminski (1944-1989).Passou a decifrar as estruturas de linguagem, o emaranhado de referências arcaicas,indígenas e filosóficas. Por trás do seu eruditismo, despontam as veias popular, bem-humorada e crítica essenciais ao escritor. Nesse conto-fluxo, ele imagina umahipotética visita do filósofo francês René Descartes (1596-1650) ao Brasil, convidadopelo conde Maurício de Nassau (1604-1679), de origem alemã e governador da colôniaholandesa no Nordeste. Com sua comitiva de cientistas, naturalistas, desenhistas epintores, Descartes desembarca em Vrijburg, atual Recife, no afã de desvendar edescrever as excentricidades e belezas nativas em contraste com o pensamentocartesiano. Concluído nos anos 1960, o conto é considerado embrião de Catatau, obra-prima do autor. O solo mergulha como náufrago nessa narrativa desenfreada eexercita as interseções com o teatro; a possibilidade de contar essa história através docorpo da atriz e da sua presença manifesta. (www.companhiabrasileira.art.br)Criação: Marcio Abreu e Nadja Naira. Texto: Paulo Leminski. Direção: Marcio Abreu.Atriz: Nadja Naira. Cenário e figurino: Fernando Marés. Direção de produção:Cássia Damasceno. Realização: companhia brasileira de teatro.Espetáculo: VidaGrupo: Companhia Brasileira de Teatro (PR)
  • 5. Duração: 115 minutosClassificação: 14 anosLocal: Teatro de Santa IsabelDias: 21 e 22/11 (segunda e terça-feira)Horário: 21hSinopse: Exilados numa cidade imaginária, dois homens e duas mulheres fazem partede uma banda que ensaia para uma apresentação comemorativa do jubileu da cidade.Fechados numa sala vazia, eles convivem entre si e revelam comportamentos,relações, conflitos e histórias. Resultam erupções de suas existências prosaicas,repletas de humor, sensibilidade e um sentido de transformação. A partir da relaçãodos quatro personagens em mutação – transformando a si próprios e aos outros, assimcomo ao ambiente que os cerca –, brota e flui uma viagem para a mudança. Mudar ounão conseguir mudar e apenas ver. Com esse argumento simples, o espetáculo trazpara a cena o resultado de um longo período de pesquisas sobre a obra do escritorcuritibano Paulo Leminski. A peça não é a adaptação de uma obra literária, mas simum texto original escrito a partir da experiência de leitura e de convivência criativa comos textos do autor e suas referências. Criada por André Abujamra, a trilha sonorapromove o encontro de várias referências, em sintonia com o espírito do poeta e detoda a montagem. (www.companhiabrasileira.art.br)Texto e direção: Marcio Abreu. Dramaturgia: Giovana Soar, Marcio Abreu e NadjaNaira. Elenco: Giovana Soar, Nadja Naira, Ranieri Gonzalez e Rodrigo Ferrarini.Músico: Gustavo Proença/Audryn Souza. Trilha sonora: André Abujamra. Direçãovocal de texto: Babaya. Cenário e figurino: Fernando Marés. Iluminação: NadjaNaira. Operação de luz: Erica Mityko. Cenotécnico: Anderson Quinsler. Artegráfica: Solda. Design gráfico: Adriana Alegria. Tradução dos textos: AnnaPodlesna Guarize, Irina Starostina e Giovana Soar. Diretora de produção: GiovanaSoar. Produção executiva: Cássia Damasceno. Assistente de produção: NinaRibas. Contrarregra: Rodrigo Hayalla/Jardel Romão. Criação e realização:companhia brasileira de teatro.Espetáculo: O JardimGrupo: Companhia Hiato (SP)Duração: 100 minutosClassificação: 16 anosLocal: Teatro Luiz Mendonça – Parque Dona LinduDias: 22 e 23/11 (terça e quarta-feira)Horário: 21hSinopse: O terceiro Espetáculo criado pelo núcleo estreou em maio deste ano. Anarrativa tripartida aborda a memória humana sob os reflexos da perda (em particularo estudo da doença de Alzheimer), do apagamento e da invenção. Em cena, históriasde tempos e espaços diferentes se sobrepõem, criam fricções entre si, se completamou se contradizem. Essas diferentes perspectivas criam um jogo fractal dereconhecimento e estranhamento das situações apresentadas e reapresentadas deforma vertiginosa. Propõe-se um jogo com a própria memória do espectador que, aorever uma cena já vista – mas desta vez cheia de lacunas –, é levado a recriar em suamemória os diálogos, é conduzido a reinventar a cena sob seu olhar e lembrançaintransferíveis: a subjetividade implícita em cada encontro.O público é distribuído em três espaços distintos. Sua visão é parcial, já que o cenáriode caixas de papelão é construído e reconstruído de modo a criar mundos imaginários,transformar momentos já vistos e fragmentar a fruição da fábula. Tudo isso para
  • 6. expressar, não só estética como dramaturgicamente, o ato criativo que é rememorar.(www.ciahiato.com.br)Dramaturgia e direção: Leonardo Moreira. Elenco: Aline Filócomo, Amanda Lyra,Fernanda Stefanski, Luciana Paes, Maria Amélia Farah e Thiago Amaral. Atorconvidado: Edison Simão. Cenário: Marisa Bentivegna e Leonardo Moreira.Assistente de cenografia: Ayelén Gastaldi. Iluminação: Marisa Bentivegna.Operação de luz: Ayelén Gastaldi. Música original: Marcelo Pellegrini/SurdinaProduções Musicais. Figurinos: Theodoro Cochrane. Assistência de direção:Amanda Lyra. Fotos e vídeos: Otávio Dantas. Criação gráfica: CassianoTosta/DGRAUS. Coordenadora de projeto: Aura Cunha. Produção Executiva:João Victor D’AlvesEspetáculo: Por Que a Criança Cozinha na PolentaGrupo: Companhia Mungunzá de Teatro (SP)Duração: 80 minutosClassificação: 16 anosLocal: Teatro ApoloDias: 23 e 24/11 (quarta e quinta-feira)Horário: 19hSinopse: O espetáculo de 2008 marca o encontro do núcleo paulista, formado doisanos antes, com o diretor – e de ambos com a escritora romena Aglaja Veteranyi(1962-2002). Trata-se de adaptação do romance de mesmo nome em que a autorarecria sua memória de infância numa família de artistas de circo. As violênciassubliminares ou diretas do pai e da mãe, o álcool e a miséria corroboraram uma épocade turbulências política e social sob a ditadura Ceausescu, o presidente executado empraça pública após insurreição popular no país do leste europeu, em 1989. Na peça, amãe se pendura no trapézio pelos cabelos todas as noites. O pai é um palhaço e ateu,diz que “os homens acreditam menos em Deus do que as mulheres e as crianças porcausa da concorrência”. A narrativa, por uma adolescente que se defende dadegradação sob a ótica infantil, resulta lírica e cruel. No exílio, ao lado da irmã maisvelha, ela vê seus ideais despedaçados. “A criança cozinhando na polenta” é um ditoromeno equivalente ao “bicho papão” brasileiro. Não é uma obra sobre comida.Tampouco enredo infantil. Ou talvez seja ambos. Mas é diferente. Não é para crianças.(www.ciamungunzadeteatro.blogspot.com)Texto: Aglaja Veteranyi. Tradução: Fabiana Macchi. Direção e adaptação: NelsonBaskerville. Elenco: Verônica Gentilin, Sandra Modesto, Virgínia Iglesias, Marcos Felipee Lucas Beda. Diretora assistente: Ondina Castilho. Direção musical: RicardoMonteiro. Preparação de atores: Ondina Castilho e Flávia Lorenzi. Iluminação:Wagner Freire. Figurinos: Aurea Calcavecchia. Cenógrafo: Flávio Tolezani. Vídeos:Patrícia Alegre. Músico: Gustavo Sarzi. Produção geral: Companhia Mungunzá deTeatro. Produção executiva: Marcos Felipe. Produção para viagens: JessicaSurna. Projeto gráfico: Lucas Beda e Nelson Baskerville. Técnico de vídeo e som:Leandro Siqueira. Contrarregra: Pedro Augusto.Espetáculo: Jaguar CibernéticoGrupo: Coletivo de atores reunidos por Francisco Carlos (SP)Duração: 125 minutosClassificação: 14 anosLocal: Teatro Marco Camarotti
  • 7. Dias: 23 e 24/11 (quarta e quinta-feira)Horário: 21hSinopse: Dramaturgo conhecido de leituras realizadas no âmbito do próprio FRTN,em 2007, desta vez será possível conferir o amazonense Francisco Carlos na funçãocumulativa de diretor, ele que tem formação em filosofia. Da tetralogia filiada ao seuciclo do “pensamento selvagem”, versando sobre temas indígenas e relações dealteridade entre culturas, são acolhidas aqui duas peças autônomas e encenadas namesma noite. Em Banquete Tupinambá, um ritual acontece 500 anos atrás. Um sogro,uma noiva, um noivo prisioneiro e um cunhado, canibais, bebem cauim, o “suco-da-memória”, contagiados pela chegada do Jaguar entre trocas e alianças e guerras devinganças. Em Xamanismo the Conection, uma reunião imaginária de drogados émediada por um jovem Xamã à espera de cowboy, um traficante que não aparecenunca, enquanto Alice Ecstasy media a relação-inimiga do namorado e do irmão.Através de espelhos, essa figura conecta estudantes de maio de 1968, zapatistascyborgues, latas de sopas Campbell´s, baile de humanos e animais, as Mademoseillesde Avignon, de Pablo Picasso, e um dândi Jaguar.Texto, encenação e direção geral: Francisco Carlos. Elenco: Diogo Moura, ErosValério, Hércules Morais, Kiko Pissolato, Luciana Canton, Roberto Borenstein, RodrigoAudi, Tarina Quelho e Thiago Brito. Direção de arte: ClissiaMorais. Cenografia: Miguel Aflalo. Orientação da língua tupi: EduardoNavarro. Figurinos: Alex Kazuo e Clissia Morais. Cenotécnica: Mateus Fiorentino.Assistente de cenotécnica: Neilton Alves. Desenho de som: AlfredoBello. Operadora de áudio: DJ Evelyn Cristina. Muralista: RaulZito. Iluminação: Karine Spuri. Assistente de Iluminação:GiganteCesar. Máscaras: José Toro. Chefe de adereços: FranciscoLeão. Aderecistas: Fernando Diz e Nazaré Brasil. Costureira: CleideMezacapa. Programação visual: Jo Fevereiro. Visagismo:Thiago Gomes. Produçãoexecutiva: Rosário Dmitruk. Assistente de produção: Antônio Franco. Assessoriade imprensa: Ofício das Letras: Adriana Monteiro, Marina Reis e Nany Gottardi.Espetáculo: Estar Aqui ou Ali?Grupo: Visível Núcleo de Criação (PE)Duração: 120 minutosClassificação: LivreLocal: Terminais de Integração Macaxeira e BarroDias: 25 e 26/11 (sexta-feira, Macaxeira e sábado, Barro)Horário: 18hSinopse: Terceiro projeto solo do intérprete-criador pernambucano Kleber Lourenço.Funde as linguagens do teatro e da performance. O processo de elaboração se deu emetapas, desde 2008, através de residências e observações por cidades brasileiras. Foicontemplado no Programa de Candidaturas Internacionais do LAC – Laboratório deActividades Criativas da cidade de Lagos, em Portugal, onde o artista desenvolveuresidência. O espetáculo/intervenção teve cocriação e colaboração dramatúrgica docoreógrafo Jorge Alencar, diretor-artístico do grupo Dimenti, de Salvador. O trabalhobusca o diálogo artístico entre corpo e espaço urbano. Maneja conceitos comoressignificação, deslocamento, diluição de fronteiras e territórios físicos e imaginários.Processa no corpo a experiência do trânsito e suas diferentes paisagens. Constrói umadramaturgia estilhaçada, carnavalizada, já que se percebe (e se encanta) por meio deidentificações culturais provisórias, vacilantes e confusas. Navega pelo espaço público
  • 8. e privado, invade corpos disponíveis para construir um guia prático, histórico esentimental da ocupação. (www.visivelnucleo.blogspot.com)Criação, pesquisa e interpretação: Kleber Lourenço. Cocriação e colaboraçãodramatúrgica: Jorge Alencar. Colaboração de pesquisa teórica: Roberta Ramos.Trilha sonora original: Missionário José. Operação de som: DJ Mozart Santos.Colaboração na direção de arte: Java Araújo e Gabriel Azevedo. Designergráfico: Gabriel Azevedo. Produção e realização: Visível Núcleo de Criação.Espetáculo: Luis Antonio - GabrielaGrupo: Companhia Mungunzá de Teatro (SP)Duração: 90 minutosClassificação: 16 anosLocal: Teatro Luiz Mendonça – Parque Dona LinduDias: 25 e 26/11 (sexta-feira e sábado)Horário: 21hSinopse: O autonomeado documentário cênico abre no ano de 1953 com onascimento de Luis Antonio, filho mais velho de cinco irmãos. Ele passa infância,adolescência e parte da juventude em Santos, no litoral paulista, até ir embora para aEspanha aos 30 anos. O segundo espetáculo desse núcleo, em cartaz desde marçopassado, foi construído a partir de acontecimentos e relatos de familiares e amigos dopersonagem homossexual. O diretor e coautor da peça é seu irmão caçula na vida real.Foi abusado sexualmente pelo próprio e o manteve na sombra por três décadas, até asua localização no exterior, debilitado pelas drogas e pela Aids. Baskerville assumecorajosamente a voz autobiográfica na cena e na dramaturgia, agregando pontos devista da irmã Maria Cristina, da madrasta Doracy e do amigo do primogênito, ocabeleireiro Serginho. A narrativa avança até 2006, quando Luis Antonio morre emBilbao, onde vivera até então sob o batismo artístico de Gabriela. A criaçãocolaborativa transforma o espaço cênico numa instalação na qual os atores tambémmanipulam a luz e o vídeo, além de cantar e tocar instrumentos.(www.ciamungunzadeteatro.blogspot.com)Dramaturgia: argumento de Nelson Baskerville com intervenção de Verônica Gentilin.Elenco: Marcos Felipe, Lucas Beda, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, VirginiaIglesias e Day Porto. Direção: Nelson Baskerville. Diretora assistente: OndinaCastilho. Assistente de direção: Camila Murano. Direção musical, composição earranjo: Gustavo Sarzi. Preparador vocal: Renato Spinosa. Trilha sonora: NelsonBaskerville. Preparação de atores: Ondina Castilho. Iluminação: Marcos Felipe eNelson Baskerville. Cenário: Marcos Felipe e Nelson Baskerville. Figurinos: CamilaMurano. Visagismo: Rapha Henry/Make-up Artist. Vídeos: Patrícia Alegre. Produçãoexecutiva: Sandra Modesto e Marcos Felipe. Produção geral: Companhia Mungunzáde Teatro.Espetáculo: Minha CidadeGrupo: Teatro Marco Zero (PE)Duração: 45 minutosClassificação: LivreLocal: Teatro Barreto JuniorDias: 26 e 27/11 (sábado e domingo)Horário: 16h sábado e 10h domingo
  • 9. Sinopse: Duas crianças constroem uma cidade imaginária a partir das peças do jogoBrincando de Engenheiro. Cada aspecto da vida desse lugar é posto em questão, comose correspondessem aos tijolos dessa obra: a paisagem natural, a paisagemtransformada, a moradia, o transporte, o trabalho, a escola, o lazer etc. Na perspectivado espaço de cohabitação como organismo social, o público acompanha o nascimentoe o crescimento do indivíduo. Com essa comparação, pretende-se suscitar a reflexãode que cidadãos e cidadãs devem ser os verdadeiros alicerces de uma sociedade,costurando a narrativa pessoal à história do território onde vivem. O espetáculodecorre da pesquisa em dramaturgia desenvolvida pela também encenadora AnaElizabeth Japiá, contemplada em 2009 com uma bolsa do Programa de Estímulo àCriação Artística, iniciativa da Funarte/MinC. À bibliografia relacionada aos tópicos“infância”, “teatro para infância”, “cidade” e “poética da cidade”, somou-se umainvestigação de campo junto a oito turmas do ensino fundamental (crianças de 8 a 10anos) em escolas públicas e privadas de Recife.Texto e encenação: Ana Elizabeth Japiá. Intérpretes: Adriano Cabral e AnaCarolina Miranda. Preparação corporal: Clênio Oliveira/Circo da Trindade.Preparação vocal: Theonila Barbosa. Direção de elenco: Almir Martins,Indumentária: Agrinez Melo (criação) e Sara Paixão (confecção). Maquiagem: AnaCarolina Miranda. Bonecos e sombras: Priscila Galvão (criação, confecção emanipulação). Cenário: Ana Elizabeth Japiá (criação e confecção). Animação:Luciano Felix (projeção). Adereços: Ana Carolina Miranda e Ana Elizabeth Japiá.Iluminação: O Poste Soluções Luminosas (plano e operação). Sonoplastia: AnaElizabeth (concepção e operação). Músicas: Fernando Torres (arranjos e execução deflauta transversa, saxofone e violão) e Hugo Leonardo (criação da música tema eexecução de teclado e violão). Vozes das crianças: Airton, Camila, Giseli, Leandro,Luana, Luna, Maria Clara, Maria Luz, Mariana, Melina e Natália. Material gráfico:Luciano Felix. Fotografia: Manuela Galindo. Página eletrônica: Celso Hartkopf.Assessoria de imprensa: Rafael Montenegro. Produção: Ana Carolina Miranda eAna Elizabeth Japiá (executiva), Sara Hazin (captação) e Pérola Braz (assistência).Realização: Teatro Marco Zero.Espetáculo: LabirintoGrupo: Alfândega 88 Companhia de Teatro (RJ)Duração: 90 minutosClassificação: 14 anosLocal: Teatro de Santa IsabelDias: 26 e 27/11 (sábado e domingo)Horário: 21hSinopse: A montagem debuta o núcleo carioca, em fevereiro de 2011, e realinha odiretor, 26 anos de ofício, ao teatro de grupo e à pesquisa continuada. Chaves éinclinado a rupturas dramatúrgicas utilizando-se de textos literários, poemas, autos deprocessos e escritos filosóficos na construção da cena. Aqui, o desafio é a enigmáticaobra do escritor gaúcho José Joaquim de Campos Leão, alcunhado por si mesmoQorpo-Santo (1829-1883). O espetáculo reúne três textos desse gênio visionário: HojeSou Um, e Amanhã Outro; A Separação de Dois Esposos e As Relações Naturais – este,por exemplo, retrata prostitutas, algo incomum à época; usa imagens surreais, como ade personagens que perdem partes do corpo; e pespega uma das mais estranhasrubricas de sua lavra, como observa o pesquisador Flávio Aguiar: "Milhares de luzesdescem e ocupam o espaço do cenário". O autor antevê em décadas questões formaisque só ecoariam no chamado Teatro do Absurdo (Beckett, Ionesco). É contundente em
  • 10. aspectos humanos e sociais como liberdade sexual e emancipação feminina, atuais.Não obstantes o indiscutível valor estético e o pioneirismo contextual, permanecepouquíssimo montado e praticamente desconhecido do grande público.(www.alfandega88.com.br)Texto: Qorpo-Santo. Direção: Moacir Chaves. Elenco: Adriana Seiffert, AndyGercker, Danielle Martins de Farias, Denise Pimenta, Diego Molina, Gabriel Delfino,Gabriel Gorosito, Leonardo Hinckel, Mariana Guimarães, Pâmela Côto, Peter Boos,Renata Guida e Rita Fischer. Iluminação: Aurélio de Simoni. Cenário: FernandoMello da Costa. Figurinos: Inês Salgado. Direção musical: Tato Taborda.Assistência de direção: Danielle Martins de Farias. Projeto gráfico: MaurícioGrecco. Fotos: Guga Melgar. Um projeto: Alfândega 88 Companhia de Teatro.Espetáculo: O Canto de GregórioGrupo: Grupo Magiluth (PE)Duração: 60 minutosClassificação: 18 anosLocal: Teatro Hermilo Borba FilhoDias: 26 e 27/11 (sábado e domingo)Horário: 21hSinopse: Criado em 2004, por iniciativa de estudantes egressos do curso de artescênicas da UFPE, o núcleo traça caminho consistente de investigação cênica borrandofronteiras da instalação e da performance. O espetáculo que estreou em abril temtexto de Paulo Santoro, o primeiro embrionário do círculo de dramaturgia do Centro dePesquisa Teatral (CPT/SESC-SP), sob coordenação de Antunes Filho. O próprio oencenou em 2004. A obra superpõe mitos da religião e da filosofia nas ruminações deum sujeito face a face consigo e com Jesus, Buda, Sócrates e outros. Nesse que é umdia diferente em sua vida, Gregório vai a julgamento pelo crime de não ser um homembom, mesmo quando lhe anunciam que "a bondade é logicamente impossível". Opêndulo é o da ética pessoal/universal em detrimento da catarse, do alívio. A dialéticareina e instiga partilhar sensações e angústias kafkianas. Quem sabe, apenasprojeções da mente do protagonista, habitante de subterrâneos. Para estabelecer taljogo, o espaço é conformado por um corredor e tomado pela cor branca, do linóleo dochão às paredes e cadeiras, além da ambientação sonora que desconforta.(www.grupomagiluth.blogspot.com)Direção: Pedro Vilela. Dramaturgia: Paulo Santoro. Elenco: Erivaldo Oliveira,Giordano Castro, Lucas Torres, Pedro Wagner. Preparadora vocal: Leila de Freitas.Direção de arte: Guilherme Luigi, Cecília Pessoa e Renata Gamelo. Iluminação:Pedro Vilela. Sonoplastia: Mohammed Thelma. Operador de som: Thaysa Zooby.Operador de luz: Mário Sergio. Contrarregras: Mariana Rusu, Thiago Lira e RobertoBrandão. Foto: Gustavo Carvalho/Curinga Comunicação.DESCENTRALIZAÇÃOEspetáculo: Flor de MacambiraGrupo: Ser Tão Teatro (PB)Duração: 60 minutosClassificação: LivreHorário: 20h
  • 11. Local e dias:RPA1 – Praça do Arsenal da Marinha – 19/11 (sábado)RPA2 – Refinaria Multicultural Nascedouro de Peixinhos – 20/11(domingo)RPA3 – Refinaria Multicultural do Sítio Trindade - 21/11 (segunda-feira)RPA4 – Escola Municipal de Artes João Pernambuco - 22/11 (terça-feira)RPA5 – Escola Municipal Antônio Farias - 23/11 (quarta-feira)RPA6 – Escola Estadual Jordão Emerenciano - 24/11 (quinta-feira)Sinopse: Em atividade desde 2007, o núcleo de João Pessoa prospecta a linguagemteatral em busca de uma cena tipicamente brasileira. O terceiro espetáculo dorepertório estreou em fevereiro passado em turnê por dez cidades do rio SãoFrancisco. É uma adaptação de O Coronel de Macambira, do pernambucano JoaquimCardozo (1897-1978), que por sua vez se inspirou em figuras e brincadeiras da festapopular do boi. Catirina sucumbe aos vícios e tentações mundanas e, para salvar a si ea seu amado, mergulha nas profundezas da alma. Despontam tipos monologando emversos, vide o coronel sanguinário, o padre mercantilista, o bicheiro corrupto e otriunvirato do capitalismo: o economista ilusionista, o banqueiro especulador e omarqueteiro enganador, todos recebidos por Matheus, Catirina e Bastião. A peça-poema de 1963 se solidariza com as dificuldades do povo brasileiro, evidencia osexploradores e dá voz às vítimas. Ganha traços contemporâneos ao inserirpersonagens estranhos à festa, como o Aviador e a Aeromoça. O autor cita ainda oSoldado da Coluna em clara referência à utopia socialista que percorreu as estradas doBrasil. (www.sertaoteatro.com.br)Texto: Joaquim Cardozo. Adaptação: Rosyane Trotta e Grupo Ser Tão Teatro.Concepção e encenação: Christina Criva. Elenco: Cida Costa, Gledson Galego,Isadora Feitosa, Mais Costa, Thardelly Lima, Winsthon Aquilles, Zé Guilherme eFabiano Formiga. Assistente de direção: Breno Sanches e Thardelly Lima. Direçãomusical: Beto Lemos e Zé Guilherme. Letra das músicas: Beto Lemos e ThardellyLima. Músicas instrumentais: Beto Lemos. Preparação corporal: Juliana Manhãese Valéria Vicente. Coreografia: Juliana Manhães. Treinamento de comicidade:Maíra Kesten. Orientação vocal: Jane Celeste Guberfain. Cenografia e adereços:Carlos Alberto Nunes. Assistente de cenografia: Arlete Rua. Cenotécnico: MarcosSouza. Equipe de adereços: Arlete Rua, Thaís Boulanger, Rodrigo Reinoso, MarcelloVillar e Aline Vargas. Modelagem de máscaras: Bruno Dante. Costureira decenário: Vera Pontes, Pintura de arte: Nilton Katayama e Regina Katayama.Figurinista: Daniele Geammal. Assistente de figurinos: Renata Cortes. Confecçãode figurinos: Caio Braga. Costureiras de figurinos: Fátima Araújo e Marlene dePaula. Estagiária de costura: Gê Bz. Customização de figurinos: Mírian Meee.Visagismo: Mona Magalhães. Assistente de visagismo: Rodrigo Reinoso.Iluminação: Gladson Galego. Operação de luz: Janielson Silva. Assessoria deimprensa: Renata Mora, Produção: Renata Mora e Zé Hilton.EVENTOS ESPECIAIS:ProgramaçãoHomenagem ao Grupo de Teatro Vivencial, pelo Prefeito do Recife, João daCosta Bezerra Filho16/11, quarta-feira, 20h – Teatro Luiz Mendonça – Parque Dona LinduWorkshop – Dramaturgia Cúmplice
  • 12. Serão compartilhados os procedimentos para a criação dos espetáculos: CachorroMorto, Escuro e O Jardim. Proposta de exercícios direcionados a uma "dramaturgia depaisagem", isto é, um suporte dramático que se aproprie das estruturas narrativas docinema e de outras dramaturgias contemporâneas.De 17 a 20/11, quinta a domingo, das 10 às 13h – Sala de Ensaio do Teatro de SantaIsabelMinistrantes: Leonardo Moreira e atores da Companhia Hiato (SP)Leonardo Moreira: Dramaturgo e diretor, cofundador da Companhia Hiato em SãoPaulo (SP), em 2007. Mestre pela USP dissertando sobre dramaturgia contemporâneae procedimentos criativos. Bagagem, seu primeiro texto, é contemplado em 2007 noProjeto Seleção Brasil em Cena – Novos Talentos da Dramaturgia Brasileira, do CCBB-RJ. No mesmo ano, Anônimos é encenado por Beth Lopes na capital paulista. No anoseguinte, junto à Hiato, escreve e dirige Cachorro Morto. Idem para Escuro, em 2009,espetáculo pelo qual é premiado. Em 2011, minimostra da Companhia no CentroCultural São Paulo abre o processo de O Jardim, que estreia em maio no SescBelenzinho. Em paralelo, assina hoje duas colaborações: a dramaturgia de Prometheus– A Tragédia do Fogo, pela Companhia de Teatro Balagan, e a direção de O SilêncioDepois da Chuva, de Gustavo Colombini, pelo Núcleo de Dramaturgia Sesi-BritishCouncil.Mesas de Reflexão – Modos de CriarEm pauta, as experiências de artistas que acumulam procedimentos de dramaturgia edireção em seus espetáculos e os desafios do programa do Instituto Itaú Cultural quepromove intercâmbio criativo entre grupos teatrais de diferentes Estados.Primeira mesa: Dramaturgos EncenadoresA partir dos respectivos espetáculos incorporados à programação do FRTN, trêsartistas partilham modos de escrever e de encenar. Falam da medida dapermeabilidade pelos demais integrantes de cada núcleo. Em comum, suasdramaturgias dissolvem a noção de enredo. Propõem ao espectador outras veredaspara as ações e sensações. A palavra é extremamente valorizada e associada avocabulário visual de impacto. Diante das potencialidades e sínteses, quais osprincípios atuais para as funções de diretor e de dramaturgo? Há virtudes e armadilhasna sobreposição das funções?Data/horário: 20/11, domingo, das 14 às 17hLocal: Teatro Hermilo Borba FilhoExpositores: Francisco Carlos (SP), Leonardo Moreira (SP) e Marcio Abreu (RJ)Mediação: Valmir Santos (SP)Francisco Carlos: Dramaturgo amazonense com cerca de 40 textos no currículo.Dirigiu mais de 30 espetáculos entre autoria própria, shows, concertos de canto lírico,vídeos, óperas e experimentos multimídia. Formado em filosofia, aplica taisconhecimentos em processos de invenção para um autonomeado teatro poético-filosófico. É influenciado pela antropologia estruturalista do belga Claude Lévi-Strauss epor um dos principais continuadores e renovadores dessa corrente, o brasileiroEduardo Viveiros de Castro. Sua obra pode ser assimilada em duas perspectivas: a dos“pensamentos selvagens” (peças Xupaespacial, Yanomani Overdose, JaguarCibernético e Expedição dos Amantes da Máquina ) e a dos “fenômenos extremosurbanos” (Banana Mecânica, Namorados da Catedral Bêbada e Românticos da IdadeMídia). Esteve envolvido em projetos em Manaus, Belém, Brasília, Rio e São Paulo,onde vive há cinco anos.
  • 13. Leonardo Moreira: Dramaturgo e diretor, cofundador da Companhia Hiato em SãoPaulo (SP), em 2007. Mestre pela USP dissertando sobre dramaturgia contemporâneae procedimentos criativos. Bagagem, o primeiro texto, é contemplado em 2007 noProjeto Seleção Brasil em Cena – Novos Talentos da Dramaturgia Brasileira, do CCBB-RJ. No mesmo ano, Anônimos é encenado por Beth Lopes na capital paulista. No anoseguinte, junto à Hiato, escreve e dirige Cachorro Morto. Idem para Escuro, em 2009,espetáculo pelo qual é premiado. Em 2011, minimostra da companhia no CentroCultural São Paulo abre o processo de O Jardim, que estreia em maio no SescBelenzinho. Em paralelo, assina hoje duas colaborações: a dramaturgia dePrometheus - A Tragédia do Fogo , pela Companhia de Teatro Balagan, e a direção deO Silêncio Depois da Chuva, de Gustavo Colombini, pelo Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council.Marcio Abreu: Ator, diretor e dramaturgo. É fundador da Companhia Brasileira deTeatro em Curitiba (PR), em 1999. Junto aos demais integrantes, desenvolve pesquisase processos criativos em intercâmbio com artistas nacionais e de outros países,especialmente a França. Principais trabalhos: A Vida É Cheia de Som e Fúria(interpretação, com a Sutil Companhia de Teatro/2000); Volta ao Dia... (texto edireção/2002); O Empresário (ópera de Mozart, adaptação e direção/2004); Suíte 1(direção/2004); Daqui a Duzentos Anos (textos de Tchékhov, dramaturgia e direção,com o Ateliê de Criação Teatral e Luís Melo/2004-2005); Apenas o Fim do Mundo(direção/2005-2006); Polifonias (dramaturgia e direção/2006); O Que Eu Gostaria deDizer (dramaturgia, com Luís Melo, Bianca Ramoneda e Márcio Vito, e direção/2008); eCaixapreta – Faço Minhas as Suas Palavras (direção e criação, com BiancaRamoneda/2009).Segunda mesa: Rumos Teatro – Encontros de PesquisaA organização e a curadoria do Programa Rumos Itaú Cultural Teatro, cujo primeiroedital foi lançado em 2010, refletem sobre seus desdobramentos. O projeto culminoucom a Semana Rumos Teatro – Encontros de Pesquisa, realizada na sede paulista doinstituto em agosto e setembro passados. Estiveram reunidos cerca de 200 artistas de12 Estados, inclusive de Pernambuco. O projeto pioneiro objetiva promoverintercâmbios entre núcleos de todas as regiões do Brasil, incentivando o convívio, atroca e o compartilhamento de formas coletivas de criação, contribuindo para o seuamadurecimento, formação e articulação no cenário cultural do país.Data/horário: 24/11, quinta, das 15h às 17h30Local: Teatro Hermilo Borba FilhoExpositores: José Fernando Peixoto de Azevedo (SP) e Sonia Sobral (SP)Mediação: Grupo Magiluth (PE) e Coletivo Angu de Teatro (PE), participantes doRumos Teatro.José Fernando Peixoto de Azevedo: Dramaturgo e diretor da Companhia Teatro deNarradores (SP), cursou Cinema na Fundação Armando Álvares Penteado (SP); temgraduação em Filosofia, pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, daUniversidade de São Paulo (USP/2000), e doutorado em Filosofia Contemporânea eEstética, também pela USP (2007), com tese sobre o teatro de Brecht. Ensaísta, comtrabalhos publicados e/ou apresentados, em importantes obras e eventos na área deteatro, e pesquisador do Departamento de Filosofia da USP. Atualmente, é professorda Escola de Arte Dramática, da Escola de Comunicações e Artes, da Universidade deSão Paulo. Foi um dos curadores do Próximo Ato – Encontro Internacional de TeatroContemporâneo, do Itaú Cultural, entre 2006 e 2009. Com Antônio Araújo e Maria
  • 14. Tendlau, organizou a publicação Próximo Ato: Teatro de Grupo (São Paulo: ItaúCultural, 2011), resultado do Programa Rumos Itaú Cultural Teatro, do qual tambémfoi curador.Sonia Sobral: Gerente do Núcleo de Artes Cênicas do Itaú Cultural desde 1999.Participou do Centro de Estudos do Corpo, coordenado por Helena Katz, de 1985 a2005. Desenvolveu e produziu o projeto Próximo Ato: Encontro Internacional sobreTeatro Contemporâneo que redundou no programa nacional de apoio à pesquisa eintercâmbio entre teatros de grupos de todo país, o Rumos Itaú Cultural Teatro. Étambém criadora e coordenadora do Rumos Itaú Cultural Dança e das Enciclopédiasvirtuais de dança e teatro. Organizou a coleção Cartografia Rumos Itaú Cultural Dança ,2006/2007, e co-organizou a mesma coleção do biênio 2009/2010. Coordenou apublicação Próximo Ato: Teatro de Grupo (2011). É membro da Red Sudamericana deDanza, desde 2002. Foi coordenadora nacional do site www.idanca.net, entre 2005 e2008, integrando seu conselho editorial entre 2009 e 2010. É consultora de artescênicas, participando de mesas redondas e fóruns de discussão sobre a situação tantoinstitucional quanto artística da área em todo Brasil.Terceira mesa: Teatros da ImpurezaO diretor carioca Moacir Chaves abre novo ciclo na carreira para modos de criar eproduzir em grupo com a recém-criada Alfândega 88 Companhia de Teatro, juntando-se a 13 atores. A parceria é consolidada em Labirinto, um mergulho ousado na obra deQorpo-Santo, presente no FRTN. Seus espetáculos são caracterizados por grandecomunicabilidade a partir de materiais não dramatúrgicos como o sermão do PadreVieira ou os registros de um processo inquisitorial. Em Chaves, a palavra é vetorial. Jáo encontro do dramaturgo e diretor santista Nelson Baskerville com a CompanhiaMungunzá de Teatro foi decisivo para aprofundar sua consciência das práticas epensamentos cênicos sem fronteiras, ele que sempre conciliou a pedagogia ao ofíciode ator. Nos dois espetáculos frutos dessa parceria, Por Que a Criança Cozinha naPolenta e Luis Antonio - Gabriela, ambos neste Festival, os atores cantam e tocaminstrumentos, operam a luz. Vídeo e artes plásticas também são recursosfundamentais.Data/horário: 26/11, sábado, das 14h às 17hLocal: Teatro ApoloExpositores: Moacir Chaves (RJ) e Nelson Baskerville (SP)Mediação: Marcondes Lima (PE)Moacir Chaves – Soma cerca de 40 espetáculos em 26 anos de carreira. No início dosanos 1980, a formação de ator inclui passagem pelo Grupo Tapa. Em 1991, encenaEsperando Godot, de Samuel Beckett, com Denise Fraga. Em 1993, atua no Centro deDemolição e Construção do Espetáculo, capitaneado por Aderbal Freire-Filho. Em 1994,transpõe para a cena o Sermão da Quarta-Feira de Cinzas, do Padre Antônio Vieira,com Pedro Paulo Rangel. Em 1999, é um dos fundadores da Péssima Companhia edirige um dos marcos da sua trajetória, Bugiaria, transformando em dramaturgiatextos retirados de um processo inquisitorial contra um dos franceses que tenta fundara França Antártida no Brasil do século XVI. Entre as montagens recentes, constam Porum Fio, de Drauzio Varella; O Jardim das Cerejeiras, de Tchékhov; Macbeth, deShakespeare; e Utopia, de Thomas More.
  • 15. Nelson Baskerville: É ator, diretor, autor teatral e artista plástico. Diretor-criador daAntikatártika Teatral e da Companhia Mungunzá de Teatro. Formado pela Escola deArte Dramática (EAD-USP), em 1983, trabalhou como ator e assistente de Fauzi Arapnos anos 1980. Atuou junto ao grupo Tapa, sob direção de Eduardo Tolentino.Integrou o Núcleo dos Dez de Dramaturgia, coordenado por Luis Alberto de Abreu. Éprofessor da Escola Superior de Artes Célia Helena. Em 2008, adaptou e dirigiu PorQue a Criança Cozinha na Polenta, de Aglaja Veteranyi, com a Mungunzá. Em 2011,estreou com a mesma companhia, Luis Antônio – Gabriela. Neste ano, atuou emEspectros, de Ibsen, sob direção de Francisco Medeiros. Na televisão, na novelaÉramos Seis, do SBT; na minissérie Maysa e na novela Viver a Vida, de Manoel Carlos,dirigida por Jayme Monjardim, entre outras produções da TV Globo.Lançamento de Livros24/11, quinta, 17h30, Espaço de Convivência do Centro Apolo-HermiloPróximo Ato: Teatro de Grupo . Organização Antônio Araújo, José Fernando Peixoto deAzevedo e Maria Tendlau. São Paulo: Itaú Cultural, 2011.26/11, sábado, 18h, Espaço de Convivência do Centro Apolo-HermiloTransgressão em 3 Atos: nos Abismos do Vivencial , de Alexandre Figueirôa, CláudioBezerra e Stella Maris Saldanha. Prefácio Antonio Edson Cadengue. Recife: Fundaçãode Cultura Cidade do Recife, 2011.Hermilo Borba Filho e a Dramaturgia: Diálogos Pernambucanos , de Anco MárcioTenório Vieira, João Denys Araújo Leite e Luís Augusto Reis. Organização e PrefácioLúcia Machado. Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife, 2010.Avaliação do Festival28/11, segunda, 19h, Teatro ApoloAvaliador: Paulo Vieira (PB)Romancista, dramaturgo, encenador, atualmente chefiando o Departamento de ArtesCênicas da Universidade Federal da Paraíba/UFPB. Fez mestrado e doutorado emArtes, Concentração em Teatro, na Universidade de São Paulo, sob a orientação doProf. Dr. Sábato Antônio Magaldi, e pós-doutorado em Paris junto ao grupo Théâtre duSoleil, de Ariane Mnouchkine, entre 1994 e 1996. Da sua mais recente produção,destacam-se os romances O Peregrino (2009) e O Ronco da Abelha (2001); a peçaAnita (Prêmio Bolsa Funarte de Estímulo à Dramaturgia/2007). Na UniversidadeFederal da Paraíba, com o apoio da Universidade Federal da Bahia, criou o MestradoInstitucional em Teatro, através do qual orientou seus colegas de Departamento naUFPB no Mestrado da Bahia, em 2000. Depois, junto com esses colegas, criou na UFPBa Especialização em Representação Teatral, em 2003. É Docente da ComissãoAssessora de Avaliação da Área de Teatro do MEC (Inep), desde 2006.Críticos ConvidadosFábio Prikladnicki (RS)Jornalista; doutorando em Literatura Comparada na Universidade Federal do RioGrande do Sul. Trabalha no Jornal Zero Hora, em Porto Alegre, e já colaborou comdiversos veículos de mídia impressa e eletrônica no país. Em mais de uma ocasião, foi
  • 16. jurado do Prêmio Açorianos de Teatro, concedido pela Prefeitura de Porto Alegre, e doPrêmio Braskem Em Cena, no Festival Porto Alegre Em Cena. Foi professor visitante naUniversidade do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul, ministrando aulas decrítica cultural.Rodrigo Dourado (PE)Diretor e crítico teatral, atualmente cursando o Doutorado em Artes Cênicas pelaUniversidade Federal da Bahia (UFBA), é Mestre em Comunicação e jornalista pelaUniversidade Federal de Pernambuco (UFPE). Participou da organização do livroMemórias da Cena Pernambucana, volume 01, e integra a equipe editorial da mesmaColeção (em quatro volumes). É colaborador da Revista Continente Multicultural, desde2001, para a qual realizou, este ano, cobertura do Festival CenaContemporânea/Brasília e do Festival Internacional de Artes Cênicas/Bahia. Tambémem 2011, publicou o artigo “(Des)centramentos e (Re)presentações: identidade epolítica no teatro de grupo nordestino” no livro Próximo Ato: Teatro de Grupo , editadopelo Itaú Cultural. Criou e editou o Portal TeatroPE (2007 e 2008); organizou oSeminário Internacional de Crítica Teatral (2007 e 2010). Integrou a comissãojulgadora de diversos eventos, tais como XXII Festival de Teatro do Agreste (2010);Mostra Capiba de Teatro (2007 a 2009); Festival de Teatro Estudantil de Limoeiro(2008); Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, Mostra Infantil (2007) e MostraAdulta (2005).As apreciações críticas serão publicadas no site do Festival Recife do TeatroNacionalwww.frtn.com.brLOCAIS:Teatro ApoloRua do Apolo, 121, Bairro do RecifeFone: (81) 3355.3318/3319/3321Teatro Hermilo Borba FilhoAv. Cais do Apolo, sn,Bairro do RecifeFone: (81) 3355.3318/3319/3321Teatro de Santa IsabelPraça da República, sn, Bairro de Santo AntônioFone: (81) 3355.3323/3322Teatro Barreto JúniorRua Estudante Jeremias Bastos, sn, PinaFone: (81) 3355.6398/6399/6400Teatro Luiz MendonçaParque Dona Lindu, Boa ViagemFone: (81) 3355.9821/9845Teatro Marco Camarotti (SESC Santo Amaro)Rua do Pombal, sn, Santo AmaroFone: (81) 3216.1728
  • 17. LOCALIZAÇÃO DAS RPA’sRPA 1- Dia 19/11 às 20hPraça do Arsenal da MarinhaBAIRRO DO RECIFERPA 2- Dia 20/11 às 20hRefinaria Multicultural Nascedouro de PeixinhosEndereço: Av. Brasília, S/N- PeixinhosFone: (81)3355 3308RPA 3- Dia 21/11 às 20hRefinaria Multicultural do Sítio TrindadeEndereço: Estrada do Arraial, 3259, Casa AmarelaFone: (81)3355 3410/ 3355 3411/ 3355 6070RPA 4- Dia 22/11 às 20hEscola Municipal de Artes João PernambucoEndereço: Av. Barão de Muribeca, 116- VárzeaFone: (81)3355 4094RPA 5- Dia 23/11 às 20hEscola Municipal Antônio FariasEndereço: Rua 21 de Abril, S/N- San MartinFone: (81)3355 4902/ 3355 3166.RPA 6- Dia 24/11 às 20hEscola Estadual Jordão EmerencianoEndereço: Rua Angra dos Reis, S/N, IburaFone: (81)3475 6172
  • 18. EXPEDIENTEPrefeitura do RecifePrefeito - João da CostaVice-prefeito - Milton CoelhoSecretaria de CulturaSecretário- Renato LAssessor executivo - Rosival SantosFundação de Cultura da Cidade do RecifePresidente - Luciana FélixAssessor executivo - João Paulo OliveiraDiretora de Descentralização Cultural - Luciana VerasSecretaria Especial de Relações com a ImprensaSecretária - Ceça BrittoAssessoria especial- Anneliese PiresDiretor de Jornalismo - Marcos BaianoSecretaria de ComunicaçãoSecretário - Eric CarrazzoniAssessoria executiva - Cláudia AraújoAssessoria de Imprensa da Secretaria de Culturae Fundação de CulturaJaciana SobrinhoFlora NobertoPaula WalterXIV FESTIVAL RECIFE DO TEATRO NACIONALCoordenação Geral – Vavá Schön-PaulinoCuradoria - Valmir SantosAvaliação – Paulo VieiraCoordenação de Eventos Especiais – Lúcia MachadoProdução Executiva – Kátia Ivo e Rafaele CostaReceptivo – Paulo DocaFotografia – Val LimaProgramação Visual – Sulamita FerreiraAssessoria de Imprensa/ Íntegra: Ana Paula Rocha e Flávia Melo