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  • 1. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” EXPEDIENTE TÉCNICO DEL PROYECTO “REFORESTACIÓN EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CODIGO DE SNIP Nº 1234ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 1
  • 2. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CONSULTOR: “SEPAR – DESCO” COORDINADOR: Ms. FLORIBERTO QUISPE CACERESADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 2
  • 3. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”EQUIPO TECNICO Coordinador Institucional Consorcio SEPAR - DESCO Econ. Jorge Perea Valencia Coordinador de proyecto: Ing. Ms. Floriberto Quispe Cáceres. Consultores: Ing. Rubén Muníve Cerrón Ing. Víctor Tomasto Barrera Lic. Jorge Noriega Dávila Asistentes de campo: Econ. Ricardo Contreras Peña Ing. Yuri Noe Quispe Mercado Bach. Ing. Lilia Paulino Aquino Bach. Ing. Noelia Velita Ruiz Bach. Ing. Melvin Nájera Meléndez Asistentes técnicos: Com. Social. Laura Asto Flores Bach. Ing. Fidel Jorge Betalleluz Urruchi ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 3
  • 4. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”INDICE DE SIGLASPRAA : Proyecto de Adaptación al Impacto del Retroceso Acelerado de Glaciares en los Andes TropicalesMINAM : Ministerio del AmbienteMINAG : Ministerio de AgriculturaGOREJ : Gobierno Regional de JunínSEDAM : Empresa de servicios de agua y alcantarillado Municipal de HuancayoCAN : Comunidad AndinaCEPAL : Comisión Económica para América LatinaIPCC : Panel Intergubernamental de Cambio ClimáticoMINSA : Ministerio de SaludOIT : Organización Internacional de TrabajoBM : Banco MundialB/C : Relación beneficio – costoONGD : Organización no gubernamental de DesarrolloSAIS : Sociedades Agrarias de Interés SocialSNIP : Sistema Nacional de Inversión Pública ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 4
  • 5. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” - INDICE DE CONTENIDO - Pág.RESUMEN EJECUTIVO 7CAPITULO I. ASPECTOS GENERALES 9 1.1. Modalidad de ejecución 9 1.2. Unidad Ejecutora 9 1.3. Clasificación Funcional Programática: Fuente de Financiamiento 10 1.4. Localización del Proyecto 12 1.5. Duración del Proyecto: Fecha de inicio y fecha de término 14 1.6. Análisis del Sector al cual pertenece el proyecto y de los involucrados en el proyecto 14 1.7. Descripción de las principales características del PRAA 16 1.8. Salvaguardas del Banco Mundial 18 1.9. Resumen del presupuesto general 181.10. Marco conceptual general del proyecto 20CAPITULO II. BREVE DESCRIPCION DEL PROYECTO 232.1. Antecedentes del proyecto 232.2. Alcances y características generales del proyecto 242.3. Componentes y actividades del proyecto 292.4. Costos y presupuesto 312.5. Beneficios del proyecto 322.6. Resultados de la evaluación privada y social 322.7. Sostenibilidad del proyecto 322.8. Impacto ambiental 33CAPITULO III. MARCO DE REFERENCIA Y BASE LEGAL 363.1. Marco de Referencia 363.2. Base Legal 39CAPITULO IV. SITUACION ACTUAL Y CARACTERISTICAS DEL AREA DEL PROYECTO 524.1. Problemas que debe resolver el proyecto 524.2. Objetivos del proyecto 554.3. Principales características de las áreas de intervención 56 4.3.1. Características biofísicas: clima, zonas de vida y suelos 56 4.3.2. Características socioeconómicas y culturales 85CAPITULO V. EJECUCION DEL PROYECTO 1045.1. Criterios técnicos de selección de los beneficiarios 1045.2. Criterios técnicos de selección de las áreas de intervención 1055.3. Resultados esperados según componentes y actividades con indicadores del proyecto 1065.4. Impactos esperados en relación a las condiciones socioeconómicas y ambientales 1095.5. Sostenibilidad del proyecto 1115.6. Actividades y metas por componentes 1145.7. Métodos y estrategias de ejecución del proyecto 1225.8. Medios, materiales y servicios requeridos por el proyecto 1265.9. Organización para la ejecución del proyecto 127 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 5
  • 6. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” 5.10. Plan de actividades mensuales y anuales (calendario forestal) 137 5.11. Especificaciones técnicas de las actividades 138 5.12. Marco lógico general y anual del proyecto 155 5.13. Presupuesto y costos 157 5.14. Cronograma de ejecución del proyecto 157 5.15. Otros cuadros 158 CAPITULO VI. MONITOREO, SEGUIMIENTO Y EVALUACIÓN DEL PROYECTO 160 VII. ANEXOS Anexo Nº 01: Matriz de línea base de la situación actual – 2010 Anexo Nº 02: Cuadro Nº 13 A: Seguimiento de avance de metas físicas del proyecto - POA 2010 Anexo Nº 03: Matriz de impactos ambientales potenciales: Interacción entre Componente ambiental y actividades del proyecto de Reforestación Anexo Nº 04: Presupuesto y costos: Cuadros Nº 1 al 12; 17; 9A-9C; 10A -10C, 11A; y 12A al 12C Anexo Nº 05: Cronograma de ejecuciones: Cuadros Nº 13, 14, 15,16, 18, 19 y 20. Anexo Nº 06: Otros cuadros: Cuadro Nº 20, 21, 22 y 23. Anexo Nº 07: Anexo Cuadros Nº 24 A al 24 C: Auxiliar al Expediente Técnico Anexo Nº 08: Diseños de sistema de plantación y de cerco perimétrico Anexo Nº 09: Mapas temáticos:  Mapa Nº 01: Mapa base  Mapa Nº 02: Capacidad de uso mayor de tierras.  Mapa Nº 03: Zonas de vida  Mapa Nº 04: Uso actual de las tierras  Mapa Nº 05: Conflictos de uso de tierras  Mapa Nº 06: Áreas de tratamiento del proyecto: Reforestación con pino y especies nativas  Mapa Nº 07: Área reforestada  Mapa Nº 08: Área de producción  Mapa Nº 09: Cercos de protección Anexo Nº 10: Fotografías Anexo Nº 11: Proformas Anexo Nº 12: Actas de compromiso de participación y mantenimiento del proyectoBIBLIOGRAFIA CONSULTADA ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 6
  • 7. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”RESUMEN EJECUTIVOEl proyecto “Reforestación en la Subcuenca del Río Shullcas”, es promovido por elMinisterio del Ambiente y ejecutado por el Ministerio de Agricultura a través de AGRORURALcomo parte del “Proyecto de Adaptación al Impacto del Retroceso Acelerado de Glaciares enlos Andes Tropicales – PRAA”, el cual es administrado por la Comunidad Andina . Estáubicado en los distritos de El Tambo y Huancayo, provincia de Huancayo y departamento deJunín, región de la sierra central del Perú. La subcuenca se sitúa entre 3200 y 5557msnm(pico de Lazo Huntay), comprende 5 zonas de vida y abarca 21352 ha. Su ejecución durarátres años de 2010 a 2012, y el Ente ejecutor es AGRORURAL Dirección Zonal Junín y puedeencargar a terceros la ejecución de algunas actividades específicas que requieren de unaespecialización.Las características socioeconómicas y ambientales de la subcuenca, están representadaspor: ecosistemas en proceso de degradación debido al sobrepastoreo y quemas de praderas,deforestación, erosión de suelos, relieves variados con pendientes de 25-70%, el caudal delrío Shullcas fluctúa entre 0.64 y 40.64 m3/s. Existen 2527.9 ha de tierras de aptitud forestal(F) que están asociadas con las de protección (X) y pastos (P), de las cuales 257.32 ha esoferta forestal actual y el resto es demanda de las que corresponde al proyecto 1900 ha. Esescasa la cultura conservacionista de la población, ésta no está capacitada para la gestión entodo caso es incipiente el conocimiento sobre el proceso de “adaptación al cambio climático”,el promedio de ingreso per-cápita es de S/. 290; las organizaciones comunales requierenadecuado fortalecimiento y articulación entre ellas; las instituciones involucradas con lagestión y el uso del agua tienen objetivos sectoriales aislados, y no están integradas en tornoa intereses y fines comunes teniendo como hilo articulador el agua, por lo que lainstitucionalidad queda por desarrollarse en el futuro. Finalmente, se espera que esteproyecto contribuya al logro de los lineamientos establecidos en la Política RegionalAmbiental y las estrategias regionales del Gobierno Regional de Junín.La metodología de relevamiento de la información primaria para la identificación y seleccióntanto de las áreas como de los beneficiarios, se basó en procedimientos participativos enasambleas Comunales. La evaluación de tierras se basó en mapeos sobre hojas derestitución aerofotogramétrica 1:25000 y georreferencias con participación de las autoridadeslocales.El objetivo inicial de “Recuperación de los suelos de laderas de la Subcuenca del RíoShullcas”, se logrará a través del “Establecimiento de un sistema eficiente de recuperación ymanejo de los recursos forestales, con el fortalecimiento de capacidades comunales para la ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 7
  • 8. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”adaptación al impacto del retroceso del glaciar de Huaytapallana y contribuir a la gestiónintegrada de la Subcuenca del Rio Shullcas”, puesto que la reforestación y la capacitacióncontribuirán a mejorar la capacidad de adaptación de la población a los impactos de ladeglaciación del nevado de Huaytapallana y al cambio climático”. Los beneficios, son bienes(madera, leña, hongos microrríticos y pastos naturales), y los servicios ambientales (controlde erosión, regulación del régimen hidrológico, captura de CO2, mejora del paisaje y delhábitat de la fauna. El resultado esperado es que sirvan las –“actividades piloto”-, para“demostrar los costos y beneficios del proceso de adaptación (cultural, socioeconómica yambiental) al cambio climático”, y sirvan también, para que las “implicancias de los impactosdel retroceso del glaciar de Huaytapallana se integren en la planificación regional y sectorialcon enfoque de gestión de cuencas hidrográficas”.El proyecto tiene dos componentes: Reforestación y Fortalecimiento de capacidadestécnicas y de gestión social. El primer componente tiene la meta de reforestar 1900hectáreas, de este total, 718 es con Pinus radiata con 798,416 plantas, 860 de Buddlejacoriácea con 956,320 plantas y 322 ha de Polylepis racemosa con 358,064 plantas; elsegundo componente tiene como meta capacitar mediante 18 talleres y dos pasantías, entecnologías de producción y manejo forestal a 200 productores por año; dar asistencia técnicaa 548 comuneros, fortalecer en 4 comunidades igual número de comités de gestión forestalarticulados al Comité de gestión de la subcuenca. En consecuencia, tanto la reforestacióncomo el desarrollo de las capacidades comunales, permitirán “reforzar la resiliencia de losecosistemas y economías de las Subcuencas del Shullcas y Yurajyacu”.El presupuesto total es de S/. 5’770,817.00 que proviene del tesoro público a través delMinisterio de Agricultura – AGRORURAL por S/. 3’847,211.00 y del Banco Mundial S/.1’923,606.00. Estos montos se irán invirtiendo en bienes duraderos, insumos y recursohumano, de acuerdo a un calendario de gastos que se establece en este Expediente Técnico.El aporte esperado del proyecto “reforestación de la Subcuenca del Río Shullcas” escontribuir en el largo plazo a incrementar la captación y retención de agua, incrementando deeste modo la recarga hídrica del agua superficial y subterránea en toda la subcuencaespecialmente para el uso múltiple en la parte media y baja donde se encuentra la poblaciónurbana de Huancayo y distritos.El impacto ambiental en el mediano y largo plazo será positivo, debido a que la biomasaforestal adecuadamente manejada, cumplirá funciones sostenibles en la dimensión: social,económico, cultural y ecológicos por tiempo indefinido. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 8
  • 9. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” EXPEDIENTE TÉCNICO DEL PROYECTONOMBRE DEL PROYECTO: “REFORESTACIÓN EN LA SUBCUENCA DEL RIO SHULLCAS” CODIGO SNIP DEL PIP: 1234 CAPITULO I. ASPECTOS GENERALES 1.1. MODALIDAD DE EJECUCION: La Ejecución física y financiera del proyecto, se encargará a una institución con experiencia demostrada en esta clase de proyectos de inversión; en este caso, se encargará a la Dirección Zonal de AGRORURAL Junín. Esta entidad, para la ejecución de algunas actividades específicas que requieren de cierta especialización y experiencia, podrá contratar los servicios de terceros sean éstos personas naturales o jurídicas. AGRORURAL formulará las bases y los Términos de Referencia para las adquisiciones y la selección del Equipo Técnico que ejecutará el proyecto en todas sus fases de ejecución hasta la preliquidación. La Dirección deberá designar vía una Resolución, la Comisión de adquisiciones y contrataciones, en la que debe incluirse a un Ingeniero Forestal para la adecuada interpretación y aplicación de las especificaciones técnicas y criterios técnicos o de ingeniería. Es Agrorural quien deberá hacer el seguimiento, monitoreo y la evaluación de las actividades programadas, en coordinación con las instituciones involucradas como el Gobierno Regional, Ministerio del Ambiente, la Comunidad Andina, etc, según corresponda o el caso requiera. La modalidad de ejecución implica además procesos de sinergia, participativos, concertaciones y coordinación con las comunidades beneficiarias y otros actores locales involucrados en el tema de reforestación, cambio climático y medio ambiente en el ámbito de influencia del proyecto. 1.2. UNIDAD EJECUTORA Considerando que el ámbito del proyecto está focalizado en la cuenca donde se encuentra la sede departamental de AGRORURAL y tomando también en cuenta la funcionalidad, experiencia y presencia en el ámbito del proyecto, tal como está aprobado en el perfil, se ratifica que la Unidad Ejecutora de las metas físicas y financieras sea ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 9
  • 10. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” AGRORURAL Junín. La Unidad Ejecutora –con el personal contratado para tal fin- conformará un Equipo Técnico integrado por profesionales de ciencias forestales, sociales y bachilleres forestales con experiencia en este tipo de proyectos. Se reitera que para la ejecución de metas o actividades específicas, podrá contratarse el servicio especializado de terceros, principalmente para una mejor eficiencia técnica y económica dentro del calendario forestal. Para las actividades de campo, en una perspectiva participativa, colaborativa y de veiduría, deberá integrarse al Equipo de Trabajo a un representante del gobierno local, el PRAA, ALA, Comisión de Regantes, Universidad Nacional del Centro y otros de interés que puedan coadyuvar principalmente en el seguimiento y monitoreo técnico. 1.3. CLASIFICACION FUNCIONAL PROGRAMATICA. FUENTE DE FINANCIAMIENTO: El presupuesto total es de S/. 5’770,817.00 y es proveniente del Estado a través del Ministerio de Agricultura destinado como recursos ordinarios de AGRORURAL por S/. 4’039,173.00 (70%) y del Banco Mundial por S/. 1’731,644.00 (30%). Estos montos se irán ejecutando de acuerdo al Expediente Técnico aprobado. Los montos totales y programados anualmente según fuentes financieras y de acuerdo al presente Expediente Técnico, se muestran resumidamente en el siguiente cuadro Nº 01, y con detalle en el cuadro Nº 16 de los Anexos. Cuadro Nº 01: PRESUPUESTO Y FINANCIAMIENTO TOTAL AÑOS DE INVERSION FUENTE DE FIANCIAMIENTO % Año 3 Año 1 Año 2 Año 3 Total (Reca)Agrorural 987,796.56 1,156,435.3 1,824,543 70,398 4,039,173 70%Banco Mundial 1,070,004.4 661,640.00 1,731,644 30%Presupuesto anual 2,057,801 1,818,075 1,824,543 70,398 5,770,817 100% Nota: En el primer año se tiene mayor gasto debido a las principales compras de bienes duraderos, lo cual evitará incrementos de precios que pudieran ocurrir debido a efectos inflacionarios imprevisibles en los años siguientes. El presupuesto para la ejecución de las metas anuales por comunidades, actividades y gastos generales incluido el costo del Expediente Técnico, asciende a la suma de S/. 5’770,817.00 que se muestra en el cuadro Nº 02. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 10
  • 11. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº 02: PRESUPUESTO GENERAL POR ACTIVIDADES Y COMUNIDADES COMUNIDADES/ UNIDAD DE META COSTO ACTIVIDADES MEDIDA COSTO TOTAL RUBRO FISICA UNITARIO 4,562,242.05 Plantación con pino. Ha 579 2,096.9 1,214,093.52 Plantación con quinual. Ha 322 1,555.6 500,890.32 Plantación con ccolle Ha 860 1,555.6 1,337,781.60 ACOPALCA Cerco Perimetrico Ha 1761 432.2 761,104.20 Recalce de Plantaciones Pino Ha 579.00 115.7 66,996.09 Recalce Plantaciones Quinual y Ccolle Ha 1182.00 92.3 109,051.32 Riego de Plantaciones Ha 1761 325.0 572,325.00 392,012.28 Plantación con pino. Ha 132 2,096.9 276,788.16 Plantación con quinual. Ha 1,555.6 0.00 Plantación con ccolle Ha 1,555.6 0.00 CULLPA ALTA Cerco Perimetrico Ha 132 432.2 57,050.40 Recalce de Plantaciones Pino Ha 132.00 115.7 15,273.72 Recalce Plantaciones Quinual y Ccolle Ha 92.3 0.00 Riego de Plantaciones Ha 132 325.0 42,900.00 8,909.37 Plantación con pino. Ha 3 2,096.9 6,290.64 Plantación con quinual. Ha 1,555.6 0.00 Plantación con ccolle Ha 1,555.6 0.00 COCHAS CHICO Cerco Perimetrico Ha 3 432.2 1,296.60 Recalce de Plantaciones Pino Ha 3 115.7 347.13 Recalce Plantaciones Quinual y Ccolle Ha 92.3 0.00 Riego de Plantaciones Ha 3 325.0 975.00 11,879.16 Plantación con pino. Ha 4 2,096.9 8,387.52 Plantación con quinual. Ha 1,555.6 0.00 Plantación con ccolle Ha 1,555.6 0.00COCHAS GRANDE Cerco Perimetrico Ha 4 432.2 1,728.80 Recalce de Plantaciones Pino Ha 4 115.7 462.84 Recalce Plantaciones Quinual y Ccolle Ha 92.3 0.00 Riego de Plantaciones Ha 4 325.0 1,300.00 4,975,042.86 Plantación con pino. Ha 718.00 2,096.9 1,505,559.84 Plantación con quinual. Ha 322.00 1,555.6 500,890.32TOTAL INVERSION Plantación con ccolle Ha 860.00 1,555.6 1,337,781.60POR ACTIVIDADES Cerco Perimetrico Ha 1,900.00 432.2 821,180.00 Recalce de Plantaciones Pino Ha 718.00 115.7 83,079.78 Recalce Plantaciones Quinual y Ccolle Ha 1,182.00 92.3 109,051.32 Riego de Plantaciones Ha 1,900.00 325.0 617,500.00 Capacitacion Evento 18 2,740.9 49,336.20 CAPACITACION Pasantia Unidad 2 14,260.0 28,520.00 Asistencia Tecnica Ing. Forestal (Residente) Mes 33 3,800.00 125,400.00 Tecnicos agropecuarios (02) Mes 15 3,500.00 52,500.00 Tecnico agropecuario (01) Mes 15 1,750.00 26,250.00 Facilitador área social Mes 12 2,000.00 24,000.00 GASTOS Apoyo Administrativo GENERALES Asistente administrativo Mes 23 1,500.00 34,500.00 Asistente planillero y apoyo administrativo Mes 19 1,300.00 24,700.00 Costo Administrativo Año 3 263,667.95 Supervision y monitoreo Supervisor a todo costo Mes 23 3,800.0 87,400.00 Monitoreo por AGRO RURAL Mes 35 500.0 17,500.00INTANGIBLES Expediente Tecnico Doc 1 62,000.0 62,000.00 TOTAL INVERSION - 5,770,817 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 11
  • 12. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”1.4. LOCALIZACION DEL PROYECTOLa ubicación del ámbito del proyecto que se muestra en el mapa Nº 01, estácaracterizada por: o Departamento de Junín o Provincia de Huancayo o Distritos: Huancayo y El Tambo o Comunidades (4) de: Cullpa Alta, Cochas Chico, Cochas Grande y Acopalca. Adicionalmente, sólo para fines de capacitación se incluirá a las comunidades de Vilcacoto y Uñas. o Altitud: Entre 3200 y 4750 msnm (naciente del río Sulcas) y 5236 (pico del nevado) o Superficie de la Subcuenca del Río Shullcas: 21,352 ha. Para fines de este proyecto, se incorpora la zona alta de la Subcuenca del Río Yurajyacu en una extensión total de 314 ha, perteneciente a la comunidad de Acopalca, con la que el ámbito total del proyecto asciende a 21,666 hectáreas Cuadro N° 03: AMBITO SELECCIONADO PARA EL PROYECTO Comunidad o anexo Provincia Distrito Superficie Total Total ámbito Nombre (ha) para el proyecto Cochas Grande 317.50 4.00 El Tambo Cochas Chico 655.70 3.00 Huancayo Cullpa Alta 1,445.52 132.00 Vilcacoto 132.30 0.0 Huancayo Acopalca 20,701.63 1,761.00 Total intervención del proyecto 1,900.00 Total Subcuenca Shullcas 21,352.00 1486.00 Zona de la Subcuenca Yurajyacu para el proyecto 414.00 414.00 FUENTE: Elaboración Equipo Consultor de SEPAR-DESCO, Enero de 2010 Ministerio de Agricultura, DRAJ. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 12
  • 13. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” MAPA N° 01: Ubicación de la Microcuenca del Río Shullcas – YurajyacuADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 13
  • 14. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”1.5. DURACION DEL PROYECTOConsiderando las limitaciones del sistema administrativo del Estado y la fecha deaprobación del Expediente Técnico, las actividades preliminares de la plantación deberánde iniciarse indefectiblemente en el mes de octubre 2010 con las primerasactividades de compra de plantones, instalación de cercos de protección y excavación dehoyos. El proyecto culminará con la ejecución de las metas físicas en el mes dediciembre del 2013, prolongándose en el año tres (3) un mes más para la pre liquidación.Esto quiere decir que el proyecto financieramente y según las normas del SNIP tendráuna duración de 35 meses. Técnicamente las actividades intensas se ejecutarán en 18meses efectivos, (octubre-marzo del año 1, 2 y 3); mientras que las actividades deasistencia técnica, mantenimiento (riego) y seguimiento serán continuos durante 33meses, y el monitoreo a cargo del Especialista de Agrorural durará 35 meses. Lasactividades se ejecutarán en función al calendario forestal relacionado con la naturalezabiológica de las plantas estrechamente dependientes de las condiciones de lluvia entrediciembre y marzo.Dada la necesidad de cerrar la ejecución financiera con aporte del Banco Mundial, sepropone ejecutar los gastos por esta fuente al mes de julio de 2012; mientras que elfinanciamiento proveniente del MINAG continuará hasta el mes de setiembre pero lasmetas físicas del último recalce se ejecutarán de manera improrrogable aún en diciembre2013, para ello se reservará el presupuesto en el mes de setiembre del mismo año enque se debe preliquidar.Previo al inicio del proyecto (entre julio y setiembre), el Ente Ejecutor deberá realizarimprorrogablemente el proceso de contratación del personal del proyecto o de servicio deterceros, designando vía acto resolutivo la Comisión respectiva que se encargará deelaborar las Bases y Términos de Referencia para dichas contrataciones y también paralas adquisiciones de bienes para este proyecto. Tanto para las Bases como para lostérminos de referencia deberá basarse en lo establecido en este Expediente Técnico.1.6. ANALISIS DEL SECTOR AL CUAL PERTENECE Y DE LOS INVOLUCRADOS EN EL PROYECTO:AGRO RURAL es un programa que depende del Ministerio de Agricultura y como talcuenta con personería jurídica de derecho público. Depende técnica, normativa,funcional, administrativa y presupuestalmente del Ministerio de Agricultura. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 14
  • 15. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Agro Rural Junín, en casos de ejecución de actividades afines y para fines operativos,mantiene relaciones de coordinación con la Dirección Regional Agraria Junín, que es unórgano del Gobierno Regional, que cuenta con personería jurídica de derecho público, ygoza de autonomía técnica, mientras que política y administrativamente depende delGobierno Regional Junín.Así mismo, para fines de ejecución de algunos proyectos, mantiene relaciones decoordinación con el Gobierno Regional Junín a través de la Gerencia Regional deDesarrollo Económico y la Gerencia Regional de Recursos Naturales y Medio Ambiente.Este proyecto involucra a diferentes instituciones como: CARE Perú, Ministerio delAmbiente y Ministerio de Agricultura. Se propone que también debe involucrarse en esteproyecto a los usuarios del agua como: SEDAM Huancayo, Electro Centro, los Comitésde Regantes de ambas márgenes del río Shullcas, el Gobierno Regional y lasMunicipalidades de El Tambo y Huancayo, Universidades y la sociedad civil. Losmecanismos y estrategias de involucramiento deben tener como objetivo central la“gestión integrada de la Subcuenca del Río Shullcas” que entre sus componentes demediano y largo plazo debe comprender: “Desarrollo de sistemas económico-productivospara la adaptación al impacto de la disminución del recurso hídrico y al cambio climático”;“fortalecimiento de las organizaciones e instituciones para la formación y consolidaciónde una institucionalidad para la gestión de la subcuenca”; y, “gestión participativa delrecurso hídrico”. Todo esto implica políticas concertadas y de consenso, instrumentoslegales construidos desde las bases organizacionales e institucionales, co-inversiones entorno a objetivos y metas de interés común como el agua y la “adaptación al cambioclimático”.El Ente Ejecutor solo no podrá llevar adelante todo esto, por lo que recomendamospromover la conformación de plataformas que podrían asumir compromisos de:convocar, organizar las mesas de trabajo, construir la normatividad de la misma mesacomo institución de segundo piso , establecer los niveles de responsabilidad de quienesrepresenten a las instituciones, buscar el concurso de fuentes financieras, etc; estaplataforma debe tener independencia política y técnica para proponer proyectos yprogramas enmarcados dentro del concepto de Gestión integrada de la Subcuenca delShullcas y de “adaptación al cambio climático”, particularmente, “adaptación al impactodel retroceso del glaciar de Huaytapallana”. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 15
  • 16. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Hay acciones relativamente realizables que el ente Ejecutor puede hacer como:Promover la articulación de las instituciones u organizaciones de base para suparticipación en este proyecto como por ejemplo con aportes externos durante lasjornadas de trabajo, apoyo con cisternas para el riego de mantenimiento, traslado deplantones de los viveros al campo, difusión en los medios de comunicación para lasensibilización, implementación de la operatividad de los Comités Locales de GestiónForestal, en el monitoreo de este proyecto y otras como el manejo de praderas queejecutará AGRORURAL en el ámbito del Shullcas.1.7. DESCRIPCIÓN DE LAS PRINCIPALES CARACTERÍSTICAS DEL PRAA:El Proyecto de Adaptación al Impacto del Retroceso Acelerado de Glaciares en losAndes Tropicales – PRAA tiene como objetivo reforzar la resiliencia de los ecosistemas yeconomías locales ante los impactos del retroceso glaciar en los Andes Tropicales através de la implementación de actividades piloto que muestren los costos y beneficiosde la adaptación al cambio climático en cuencas seleccionadas en Bolivia, Ecuador yPerú.Para la ejecución del PRAA se cuenta con una donación de US$ 7.49 millonesprovenientes del Fondo Mundial del Medio Ambiente (GEF por sus siglas en inglés).Adicionalmente se cuenta con una donación del fondo PHRD del gobierno japonés por unmonto de US$ 0.85 millones para la implementación de una red de monitoreo deglaciares. Estos fondos son canalizados a través del Banco Mundial y son administrados,a solicitud de los países beneficiarios, por la Secretaría General de la Comunidad Andina- SGCA. El monto total del PRAA, incluyendo contrapartidas nacionales y aportes deotras entidades que apoyan al PRAA se estima para los tres países beneficiarios en US$30 millones para un periodo de ejecución de 4 años, hasta Septiembre 2012.La entidad implementadora del PRAA en el Perú es el Ministerio del Ambiente - MINAM,a través de la Dirección General de Cambio Climático, Desertificación y RecursosHídricos del Viceministerio de Desarrollo Estratégico de los Recursos Naturales. Con lafinalidad de establecer las responsabilidades durante la implementación del PRAA, ELMINAM y la SGCA suscribieron un Convenio Subsidiario el 13 de marzo de 2009.El PRAA cuenta con cuatro componentes. El Componente 1 comprende la evaluación deimpactos del cambio climático, diseño final de medidas de adaptación y laimplementación de una estrategia comunicacional. El Componente 2 tiene como objetivola implementación de medidas de adaptación al cambio climático, las cuales han sido ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 16
  • 17. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”identificadas de manera participativa atendiendo las prioridades de cada cuencaseleccionada. Estas intervenciones están dirigidas principalmente a mejorar la gestión delrecurso hídrico, especialmente para uso agrícola, agropecuario y consumo humano. ElComponente 3 está relacionado con el monitoreo de glaciares, incluyendo lacaracterización y evaluación del comportamiento de glaciares seleccionados así comoescenarios de disponibilidad hídrica y el Componente 4 está relacionado con la gestióndel PRAA a cargo de la SGCA.Las medidas de adaptación en el Perú, en el marco del Componente 2 del PRAA, seejecutarán en dos cuencas priorizadas. Estas cuencas han sido seleccionadasconsiderando su vulnerabilidad, importancia política, impacto socio-económico, pobreza ysu relación con glaciares. Una de ellas es la cuenca del Urubamba (Región Cusco)debido a la presencia de glaciares y su impacto en la disponibilidad del recurso hídrico,así como su importancia económica y su valioso patrimonio cultural y natural. Dentro dela cuenca del Urubamba el área de trabajo específico es Santa Teresa en la provincia deLa Convención.La segunda cuenca seleccionada es la del río Mantaro, uno de los ríos más importantesde los Andes Centrales Peruanos cuyo caudal depende de las precipitaciones en toda lacuenca, del nivel del lago Junín y de las lagunas ubicadas al pie de los nevados de lacordillera occidental y del nevado Huaytapallana. Esta cuenca es de gran importanciaeconómica para el país debido a su contribución en la generación de energía eléctrica,producción agrícola que abastece principalmente a Lima y población involucrada. Dentrode la cuenca del Mantaro el área de trabajo específico es la subcuenca del Shullcas.Las medidas de adaptación al cambio climático han sido planteadas bajo el enfoque degestión integral de la cuenca, promoviendo la mejor gestión del recurso hídrico así comomejores prácticas para el manejo de suelos en las cuencas seleccionadas. Entre lasmedidas de adaptación seleccionadas tenemos la implementación de sistemas de riegotecnificado, mejoramiento de infraestructura de riego y almacenamiento de agua,reforestación, conservación de praderas altoandinas, utilización de cultivos resistentes astress hídrico y/o variaciones de temperatura, prevención de deslizamientos y aluviones,planes de gestión de cuencas, fortalecimiento de organizaciones relacionadas con lagestión del recurso hídrico, entre otras. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 17
  • 18. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”1.8. SALVAGUARDAS DEL BANCO MUNDIALCon relación a la aplicación o no de las salvaguardas de pueblos indígenas del BancoMundial OP 4.10, ya se realizó esta evaluación con el Banco Mundial durante la fase depreparación del PRAA. El Banco Mundial concluyó que la OP 4.10 no aplica paraShullcas debido a que no hay pueblos indígenas (de acuerdo a sus definiciones). Lasúnicas OP que se encontraron aplicables fueron la OP 4.01 Evaluación ambiental y OP4.09 Control de plagas, las mismas que son de cumplimiento obligatorio para todas lasactividades del PRAA.Política Operativa (OP) OP 4.01 – Evaluación Ambiental: La Política Operativa OP4.01 establece que todos los proyectos deben contar con una evaluación ambiental conel fin de garantizar su solidez y sostenibilidad ambiental, y mejorar así el proceso de tomade decisiones.Por la naturaleza del proyecto, no se esperan impactos ambientales significativos durantesu ejecución. Se tomarán las medidas necesarias para evitar o mitigar los impactosambientales que pudieran presentarse debido a las actividades del proyecto, teniendo encuenta el Marco de Gestión Ambiental del PRAAPolítica Operativa (OP) OP 4.09 – Control de plagas: La Política Operativa OP 4.09promueve el uso de métodos de control biológico o ambiental y reduce la dependencia depesticidas químicos sintéticos, apoyando un control de plagas seguro, eficaz yecológicamente racional.Para la ejecución del presente proyecto se tomará muy en cuenta el Manual de Manejode Herbicidas y Plaguicidas del PRAA, según sea requerido.1.9. RESUMEN DEL PRESUPUESTO GENERALEn forma resumida, el presupuesto general del proyecto que se presenta en el cuadrosiguiente, está desagregado por actividades, metas y según el costo directo e indirecto.El costo directo representa el 86.21% y el costo indirecto sólo el 12.78%, este último,pese a que incluye el costo de capacitación, pasantías y asistencia técnica, se encuentradentro del rango deseable de optimización de recursos que generalmente se busca entodo proyecto de inversión y particularmente en el presente caso. De igual modo, losgastos generales sin contar capacitación, pasantías y asistencia técnica, alcanza 7.41%,que está dentro del rango deseable. Así mismo, el gasto de supervisión y monitoreorepresenta sólo el 2%, que explica la eficiencia frente a la magnitud de la presenteinversión. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 18
  • 19. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº 04: PRESUPUESTO TOTAL COSTOS DIRECTOS E INDIRECTOS UNID. DESCRIPCION META C. UNIT. COSTO S/. % MED.TOTAL COSTO DIRECTO 4’975,043.00 86%COSTO TOTAL DE PLANTACION: ha 1900 3’344,232.00 - PLANTACION DE PINO ha 718 2096.88 1’505,560.00 - PLANTACION DE ESPECIES NATIVAS ha 1182 1555.56 1’838,672.00COSTO DE PROTECCION CON CERCADO ha 1900 432.2 821,180.00COSTO DE RECALCE 6% DE LA PLANTACION (114 ha) ha 1900 192,131.00 - RECALCE DE PINO 718 115.71 83,080.00 - RECALCE DE ESPECIES NATIVAS 1182 92.26 109,051.00COSTO DE RIEGO DE MANTENIMIENTO ha 1900 325 617,500.00TOTAL COSTO INDIRECTO 733,774.00 13%COSTO DE EVENTOS DE CAPACITACIÓN Evento 18 2740.9 49,336.00GASTOS DE PASANTIAS (1er y 3er año): Pasantía 2 14260 28,520.00GASTOS DE SERVICIOS DE ASISTENCIA TECNICA Global 1 228150 228,150.00GASTOS GENERALES: 427,768.00 7% - GASTOS DE SERVICIOS DE APOYO ADMINISTRATI. Global 1 59200 59,200.00 - GASTOS ADMINISTRATIVOS Global 1 263667.95 263,668.00 - GASTOS DE SUPERVISION Y MONITOREO Global 1 104900 104,900.00 2%OTROS (Expediente técnico) Estudio 1 62000 62,000.00 1%TOTAL GENERAL (INCLUYE EXP. TEC.) 5’770,817.00 100%Adicionalmente, se presenta el resumen del presupuesto anual para las 500 ha. Así mismo,se indica que dada la decisión de adquirir la mayor parte de bienes físicos duraderos para elproyecto, el monto a ejecutarse en el primer año será de S/.2,057,801.00, tal como estáplanteada en el cuadro Nº 16 de anexo. Cuadro Nº 4A: RESUMEN DEL PRESUPUESTO ANUAL 2010 (considerando el costo de las 500 ha) UNID. DESCRIPCION META C. UNITARIO COSTO S/. MED.TOTAL COSTO DIRECTO 1’255,404.00COSTO TOTAL DE PLANTACION: ha 500 869,804.00 - PLANTACION DE PINO ha 170 2096.88 356,470.00 - PLANTACION DE QUINUAL ha 100 1555.56 155,556.00 - PLANTACION DE CCOLLE ha 230 1555.56 357,779.00COSTO DE PROTECCION CON CERCADO ha 500 432.2 216,100.00COSTO DE RECALCE 6% DE LA PLANTACION (114 ha) ha 0 - RECALCE DE PINO 0 - RECALCE DE ESPECIES NATIVAS 0 0 0COSTO DE RIEGO DE MANTENIMIENTO -compra bidones** ha 500 169,500.00TOTAL COSTO INDIRECTO 356,573.00COSTO DE EVENTOS DE CAPACITACIÓN Evento 5 2740.9 13,705.00GASTOS DE PASANTIAS (1er y 3er año): Pasantía 1 14260 14,260.00GASTOS DE SERVICIOS DE ASISTENCIA TECNICA Global 1 79,850.00GASTOS GENERALES: 248,758.00 - GASTOS DE SERVICIOS DE APOYO ADMINISTRATI. Global 1 18,300.00 - GASTOS ADMINISTRATIVOS Global 1 197,858.00 - GASTOS DE SUPERVISION Y MONITOREO Global 1 32,600.00OTROS (Expediente técnico) Estudio 1 62,000.00TOTAL GENERAL (INCLUYE EXP. TEC.) * 1’673,977.00* = NOTA IMPORTANTE: Este costo directo es para las 500 ha; sin embargo, el presupuesto es mayor por ladecisión de compra en el primer año de todos los bienes duraderos, que se utilizarán en los siguientes años más(Ver cuadro16 de anexo).** Incluye compra del total de 380 bidones en el primer año (para la actividad de riego). ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 19
  • 20. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”1.10. MARCO CONCEPTUAL GENERAL DEL PROYECTOLa identificación y selección de las comunidades y parajes de intervención del proyecto,se ha coordinado con las autoridades locales para convocar a las reuniones Comunalesen las que participaron en Asambleas las autoridades locales, comunales y loscomuneros en general. Así mismo, los trabajos de ubicación de áreas de aptitud forestalcon criterio de Capacidad de Uso Mayor (CUM) forestal “F” -tierras de aptitud forestal porzonas de vida- y su respectiva georreferenciación, se hicieron con las autoridades localesy productores. Un caso particular a citar, es lo encontrado en la comunidad de Acopalca,porque las tierras comunales están en posesión de las familias, basada en Actas deAsamblea Comunal; esta particularidad es un aspecto social singular que implicó mayortiempo de trabajo tanto en la sensibilización y la firma de compromisos de participacióncomo en la verificación de las áreas a reforestar dentro de las parcelas asignadas a cadafamilia que están muy esparcidas en el territorio ubicado en dos subcuencas: RíosShullcas y Yurajyacu.Es importante resaltar que para el “Proyecto de Adaptación al Impacto del RetrocesoAcelerado de Glaciares en los Andes Tropicales – PRAA”, el objetivo general es“Reforzar la resiliencia de los ecosistemas y economías locales ante los impactos delretroceso glaciar en los Andes Tropicales a través de la implementación de actividadespiloto que muestren los costos y beneficios de la adaptación al cambio climático,integración de impactos del retroceso glaciar en planificación regional, local y sectorial, yla generación de información sobre dinámica de glaciares”. El proyecto de “Reforestaciónde la Subcuenca del Río Shullcas”, tiene estrecha relación con este objetivo marco.Las áreas degradadas por causas de sobrepastoreo, uso inadecuado de tierras sinrespetar la CUM de tierras, quema de pastos naturales y la deforestación, todas ellas,para fines de este proyecto, se consideran una oportunidad, pues tienen un potencialforestal y silvopastoril sobre tierras de aptitud forestal (F) y de pastos (P), que sereincorporarán tanto a la protección en gran parte como a la producción forestal,contribuyendo de esta manera a mejorar la capacidad de adaptación al impacto negativoen la disponibilidad del recursos hídrico debido al retroceso del glaciar del Huaytapallana.Las prácticas a ser implementadas como parte de este proyecto han sido diseñadasconsiderando los escenarios de cambio climático proyectados para la cuenca delMantaro, por lo que estas prácticas constituyen medidas piloto de adaptación al cambioclimático, que se espera puedan ser replicadas en otros ámbitos y en mayor escala. Unode los varios efectos del proyecto, será la contribución a la recuperación o mejoramientode las condiciones ambientales intra e inter-subcuencas del Río Shullcas y Yurajyacu. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 20
  • 21. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”El aporte esperado del proyecto “reforestación de la subcuenca del río Shullcas” escontribuir con la búsqueda de un adecuado “diseño de medidas piloto de adaptación alcambio climático” que implica incrementar la retención de agua atmosférica y subterráneaen las inmediaciones del nevado y también incrementar la recarga hídrica del aguasuperficial y subterránea en toda la subcuenca especialmente para el uso múltiple en laparte baja. Mejorará la regulación del régimen hidrológico en el suelo, contribuirá a lacaptura de carbono, y mejorará el hábitat de la fauna doméstica y silvestre; a todo esteconjunto de aspectos biofísicos y antrópicos, podemos denominar “recuperación de laoferta de bienes y servicios ambientales” y “adaptación de las formas deproducción agropecuaria y forestal al impacto de la deglaciación de Huaytapallanay al cambio climático” en el ámbito de ambas subcuencas. La “adaptación de lasnuevas formas de producción agropecuaria y forestal al impacto del retiro glaciar y alcambio climático”, estará expresada en una actividad ganadera y forestal que seguirádesarrollándose pero con cambios tecnológicos y tomando en consideración informacióntécnica-científica (por ejemplo escenarios de cambio climático) para una mejor toma dedecisiones, con mejores capacidades humanas fortalecidos por la capacitación ysensibilización, y en una forma planificada de producción agropecuaria articulada a lacobertura forestal de pino, colle y quinual, especies que no entran en conflictos de usoproductivo y espacial con la ganadería en particular que en perspectiva se implementaránformas de silvopastura. El No conflicto de uso productivo, está evidenciado en laspequeñas extensiones de Pinus radiata asociado a pastos naturales a los 4000 msnm deAcopalca donde se viene pastoreando sin efectos negativos visibles.Se ha verificado también que en las comunidades beneficiarias, se dispone de mano deobra no calificada y semicalificada con predisposición para participar en el proyecto,voluntaria y responsablemente; puesto que tienen el propósito de mejorar las condicioneseconómicas, sociales y ambientales de las familias mediante la reforestación y su manejorespectivo.Referente al nivel organizacional de las comunidades campesinas, éstas tienendiferentes grados de capacidades de fortalecimiento tecnológico, cultural yorganizacional; por lo general, es débil la organización social para la producción, manejoy protección de los recursos naturales, están escasamente capacitados para la gestiónlocal de conservación de los recursos naturales y el ambiente, tampoco forma parte delesquema mental de la población el proceso de “adaptación al cambio climático”, por loque este proyecto deberá incidir significativamente en la facilitación de informaciónadecuada, capacitación temática y sensibilización a todo nivel. Por ahora, éstos y otrosaspectos, son limitaciones que deben ser superados con la contribución de este proyecto ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 21
  • 22. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”En los acuerdos para realizar trabajos en las áreas forestales, la participación de la mujeres fundamental en los procesos de mantenimiento. El proceso deberá tener una etapa deadaptabilidad a nuevas formas de trabajo y procesos participativos de capacitación yorientaciones precisas. Otra etapa importante es la de fortalecimiento de los procesosiniciales mediante talleres progresivos para analizar sus avances y dificultades yfinalmente la etapa de auto desarrollo con asesoría parcial donde se deberá examinarlos cambios de capacidades, actitudes y prácticas (CAPs). ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 22
  • 23. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CAPITULO II. BREVE DESCRIPCION DEL PROYECTO2.1. ANTECEDENTES DEL PROYECTOLos glaciares juegan un papel importante como reguladores del sistema hidrológico en laregión andina. Proveen de agua durante las épocas de poca lluvia permitiendo contar conun caudal mínimo de agua para la agricultura, generación hidroeléctrica y consumohumano.En el caso de la Cuenca del Mantaro, el caudal de éste río depende de lasprecipitaciones en toda la cuenca, del nivel del Lago Junín y de las lagunas ubicadas alpie de los nevados de la Cordillera Oriental y Occidental. En total son siete ríos los quedrenan en el Valle del Mantaro por la vertiente oriental, incluyendo al Río Shullcas(SENAMHI 2007)El Río Shullcas es alimentado por los desagües de las Lagunas Chuspicocha, LazoHuntay, Huacracocha y otras pequeñas, y éstas a su vez, por la fusión del hielo glaciardel Sistema Huaytapallana, mantienen un caudal permanente durante todo el año, elmismo que se incrementa durante los meses de enero-marzo.En el cono de deyección del Río Shullcas se ubica Huancayo, uno de los centrospoblados más importantes de la región central del país, con aproximadamente 700,000habitantes. Las aguas del Río Shullcas constituyen la principal fuente de abastecimientode agua potable para Huancayo; asimismo alrededor de 2 mil hectáreas de cultivos seabastecen del agua del Río Shullcas en ambas márgenes del río (INRENA 2007, citadoen SENAMHI, 2007 p. 19)Diversos estudios muestran que la desaparición de los glaciares está estrechamentevinculada al cambio climático global. Los modelos de circulación global prevén unaumento generalizado de la temperatura en los Andes, la cual sería más elevada porencima de los 4,000 msnm. De acuerdo a los experimentos realizados por SENAMHI conel modelo japonés de alta resolución utilizando el supercomputador Simulador de laTierra, se proyecta que para fines del siglo XXI, las temperaturas máxima y mínima en laCuenca del Mantaro se habrán incrementado, en promedio, 2,7°C y 2,3°Crespectivamente; acentuándose también la reducción de las precipitaciones en verano einvierno, y en los sectores norte y centro de la cuenca principalmente.Del análisis realizado como resultado de estos experimentos, se prevé que las zonasmás vulnerables de la cuenca del Mantaro corresponden a los sectores próximos a la ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 23
  • 24. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Subcuenca del Shullcas y a las partes altas del sector norte de la cuenca, es decir elcalentamiento y reducción de lluvias se manifestarán más explícitamente en estossectores ubicados por encima de los 4,000 msnm (SENAMHI, 2007).El aumento de la temperatura produciría un aumento temporal de los caudales de los ríosabastecidos por glaciares, seguido de una drástica disminución en el volumen de losrecursos hídricos. Una disminución en la oferta hídrica sumado a la reducción proyectadade las lluvias afectaría las actividades que dependen de este recurso, tales como lasactividades agropecuarias, generación de energía hidroeléctrica y consumo humano.El proyecto “Adaptación al Impacto del Retroceso Acelerado de Glaciares en losAndes Tropicales – PRAA” es implementado en el Perú por el Ministerio del Ambientecon el objetivo de reducir la vulnerabilidad de las poblaciones que viven en cuencasdependientes de glaciares frente a los impactos del cambio climático. Una de las cuencaspriorizadas en el PRAA es la Subcuenca del Río Shullcas, en la cual se implementaránmedidas de adaptación al cambio climático bajo el enfoque de gestión integral de lacuenca, promoviendo la mejor gestión del recurso hídrico así como mejores prácticaspara el manejo de suelos y la cobertura vegetal.La reforestación puede desempeñar un papel clave para la adaptación y para reducir lavulnerabilidad al cambio climático de poblaciones, debido al efecto de regulación delrégimen hidrológico, captura de CO2, producción de biomasa permanente hasta alcanzaruna optimalidad biológica, mejora de las condiciones del hábitat y del microclima local.En este contexto, y considerando las proyecciones respecto a los impactos del cambioclimático en la disponibilidad hídrica, se ha formulado en el marco del PRAA el proyecto“Reforestación en la Subcuenca del Río Shullcas” como una de las “medidas deadaptación al impacto negativo del retroceso del glaciar de Huaytapallana y al cambioclimático” orientada principalmente a mejorar la gestión de los servicios ecosistémicos,principalmente asociados a los recursos agua, suelo y flora en general en las zonas altasde la subcuenca, lo que a su vez tendrá impactos positivos en las zonas media y baja dela misma.2.2. ALCANCES Y CARACTERÍSTICAS GENERALES DEL PROYECTOEl proyecto tiene dos componentes: Reforestación y Fortalecimiento de capacidadestécnicas y de gestión social; siendo la actividad principal la reforestación con fines deproducción y protección, aprovechando las tierras cuya capacidad de uso mayor (CUM)es de aptitud forestal (F) asociada en algunas zonas a tierras aptas para pastos naturales(P) y a tierras de protección (X). ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 24
  • 25. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Las razones técnicas por las que se utilizarán las tres clases de tierras, son:1º. En el rango entre las altitudes de 3500 msnm y 4300 msnm, encontramos estas tres clases de tierras (F, P y X). De estas altitudes, arriba de los 3800 es propio de ecosistemas de pastos naturales y la franja entre 3500 y 3800 es para fines agrícolas o forestales.2º. Corresponden a tres (3) zonas de vida: bosque húmedo – Montano Tropical (bh-MT), bosque muy húmedo - Montano Tropical (bmh-MT) y páramo muy húmedo – Sub alpino Tropical (pmh-SaT), en estas dos últimas zonas de vida se encuentran la mayor superficie de la clase P y una menor superficie propiamente de la clase F3 y generalmente asociada con X, sin embargo las condiciones de temperatura y humedad son relativamente apropiadas para una actividad mixta o silvopastura con las especies elegidas: Forestería y ganadería.3º. La reforestación con las especies de pino, colle y quinual, previo manejo son compatibles con el pastoreo (excepto cuando se pretende hacer inversión en pmh- SaT y tp-AT, principalmente en este último que es un ecosistema de praderas que requieren de otro tipo de tratamiento, por ejemplo protección bajo la forma de intangibilidad). Dada la compatibilidad observada de las especies, es que se plantea implementar plantaciones con estas tres especies y se les protegerá los primeros seis (6) años como mínimo, mediante cercados para luego introducir el ganado y hacer el pastoreo controlado y rotatorio: Silvopastura manejado.4º. No existen suficientes áreas forestales sin cobertura entre los 3300 y 3800 msnm (bh-MT), debido a que una parte ya están reforestadas, otra gran parte ha sido incorporada de manera inadecuada (sin respetar la CUM) a la agricultura de subsistencia y en algunos casos la gente prefiere para su pastoreo extensivo antes que para la reforestación, y otra porción de esta franja son tierras X.5º. Las condiciones ambientales de los ecosistemas, están en serio proceso de degradación: Sobrepastoreo de praderas naturales, deforestación, erosión de suelos, ausencia de cultura de conservación de los recursos naturales y carencia de planes o programas de gestión del recurso hídrico y por ende de cuencas en la zona media y alta de ambas subcuencas.6º. La reforestación está orientada antes que a la producción propiamente dicha, en mayor extensión a la protección ambiental y adaptación a los impactos del retroceso ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 25
  • 26. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” del glaciar y al cambio brusco del clima; por lo tanto, en el pmh-SaT es totalmente razonable realizar la reforestación en tierras de la clase P asociada con escasas tierras F (en el futuro para silvopastura) y X asociada con F ó P (para protección de recursos naturales conexos). Se enfatiza que la identificación y caracterización de los seis principales elementos citados, se realizó mediante una evaluación in situ de cada zona del proyecto.De manera similar, para determinar la oferta y demanda del proyecto, se ha hecho laevaluación de áreas reforestadas y por reforestar, sondeos de la existencia deinfraestructura de viveros y sus respectivas capacidades instaladas, y de la oferta ydemanda de servicios de capacitación y de asistencia técnica relacionados con elproyecto.Este proyecto contribuirá a “mejorar la capacidad de adaptación de la población a losimpactos de la deglaciación particularmente del sistema Huaytapallana”. Enconsecuencia, en el largo plazo, tanto la reforestación como el desarrollo de lascapacidades comunales y la sensibilización, permitirán reforzar la resiliencia de losecosistemas y economías en las microcuencas del Shullcas y Yurajyacu ante dichosimpactosEl enfoque de desarrollo socioeconómico, se expresará de manera directa e indirecta algenerar trabajo e ingresos económicos, en el mediano y largo plazo. El proyecto en ellargo plazo ofertará bienes (madera, leña, hongos micorríticos, incorporación de materiaorgánica y pastos) y servicios ambientales (control de erosión de los suelos; regulacióndel régimen hidrológico atmosférico, superficial y subterráneo; regulación de microclimaslocales, captura de carbono, mejoramiento visual del paisaje y mejora del hábitat de lafauna en general. Todo esto en conjunto, permitirán incrementar el bienestar de losbeneficiarios del proyecto.El objetivo.Inicialmente propuesto del proyecto es la “Recuperación de los suelos de laderas de laSubcuenca del Río Shullcas”.A manera de precisión del Objetivo inicial, el Equipo Consultor propone considerarlocomo el “Establecimiento de un sistema eficiente de recuperación y manejo del potencialproductivo de los recursos forestales, con el fortalecimiento de capacidades comunalespara la adaptación al cambio del impacto del retroceso del glaciar de Huaytapallana ycontribuir a la gestión integrada de la Subcuenca del Rio Shullcas”. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 26
  • 27. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Los objetivos específicos del proyecto, son: ofertar bienes directos: madera y leña, eindirectos como los hongos microrríticos y pastos naturales asociados al bosque; y,servicios ambientales como: control de erosión de los suelos, regulación del régimenhidrológico, mejora de microclimas, captura de carbono, mejoramiento visual del paisajey mejora del hábitat de la fauna.Balance de Oferta y demanda del proyecto.A fin de evaluar la oferta y demanda de tierras de aptitud forestal (F) y adicionalmenteformas asociadas de tierras para pastos (P) y protección (X) para su uso asociado con F,se utilizó como metodología la clasificación mediante mapeo y georeferenciación deáreas para determinar la demanda actual y potencial de tierras F homogéneas y lasasociadas con X y P, que dada la realidad biofísica, se reforestarán en las diferentesformas de asociaciones de estas categorías. Mediante una sistematización y análisis detoda la información georreferenciada, se ha obtenido que las tierras con potencial forestal(F) entre relativamente homogéneas y asociadas entre sí (F1, F2, F2-F1 y F2-F) y conotras (F3-X y X-F3) son 2,224.6 ha, a esto se añade para este proyecto una menorextensión (aproximadamente un 25%) de algunas asociaciones de P3-X y X-P3 quesuman 2,314.5 ha.Como oferta forestal actual se tiene 275.32 ha con plantaciones principalmente deeucaliptos, además, se estima como oferta lo que las instituciones públicas realizananualmente un promedio de 20 ha de plantaciones en el ámbito de la subcuenca; pese adicha oferta, queda una demanda insatisfecha de 2,527.88 ha, de las cuales la demandadel proyecto es sólo 1,900 ha.Por otra parte, en la zona del proyecto no existen instituciones privadas que ofertanplantones y otros servicios excepto en zonas relativamente cercanas como el valle delMantaro, donde se ha podido identificar a empresas públicas y privadas que se dedican ala producción de plantones a un precio muy elevado; las instituciones públicas producenpara su propio proyecto o programa. Una mínima parte de la producción y principalmentela de los productores privados es considerada como oferta para comprar y dotar alpresente proyecto.Se recomienda al Ejecutor AGRORURAL, asegurar la compra de plantones dos mesesantes del inicio de ejecución, vía pre inscripción, registro de proveedores, mejor aún si sehace el pre-contrato de compra a futuro previa licitación pública y abierta. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 27
  • 28. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Metas específicas del proyecto: Según el perfil aprobado, este proyecto tiene una meta total de 1,900 hectáreas reforestadas con 2’509,900 plantas, protegidas mediante cercos de alambre con púas y manejadas de manera sostenible y 05 comunidades con capacidades técnicas y de gestión fortalecidas. En total, involucran a un promedio de 988 productores o comuneros entre activos y pasivos, de los cuales aproximadamente 548 son los activos y beneficiarios directos que equivale a igual número de familias. NOTA: Se aclara que las 2’509,900 plantones es considerando un 16% de pérdidas o mortandad; sin embargo, para este Expediente Técnico sólo se comprará 2’112,800 porque el proveedor tendrá la responsabilidad de entregar en obra el 100% de plantones en óptimas condiciones. De las 1900 ha, 500 son con fines de producción ubicados en tres parajes: Cullpa Alta 120 ha y 380 en dos parajes de Acopalca (ver la localización en mapa Nº 1). La meta específica para el 2010 es reforestar 500 hectáreas, plantar 556000 árboles (cuadro Nº 05), capacitar a 200 comuneros y dar asistencia técnica aproximadamente a 548 productores comuneros que por lo general son jefes de hogar y comuneros activos. La población objetivo asciende a 4,515 (ver cuadro 06). Cuadro Nº 05: META DE PLANTACIONES FORESTALES AÑOS TIERRAS PARA REFORESTACIÓN 1 2 3 4* 5 – 10 * Tierras con aptitud forestal (ha) 500 1200 1900 1900 1900Plantaciones forestales (Nº plantas) 556,000 1’334,400 2’112,800 2’112,800 2’112,800FUENTE: Equipo Consultor SEPAR-DESCO * Se espera dar mantenimiento de estas metas por lo menos hasta el año 10. Población Objetivo: La población objetivo es de 4,515 habitantes, de los cuales 988 son todos los comuneros entre activos y pasivos, de los cuales (según información de las autoridades locales) solamente la población beneficiaria directa alcanza a 548 productores que corresponde a los comuneros activos (no incluye a los comuneros pasivos), equivalente a igual número de familias en las 5 comunidades. Anualmente se capacitará a un promedio de 200 personas, correspondiendo la mayor parte a la parte baja (Cochas Chico, Cochas Grande, Cullpa Alta, Vilcacoto y Uñas, estos últimos sólo para fines de talleres de capacitación), y menor en la parte media (Acopalca). ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 28
  • 29. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº 06: POBLACIÓN OBJETIVO Distrito de Huancayo Distrito de Tambo Género Acopalca Vilcacoto Cochas Grande Cochas Chico Cullpa Alta Total Total % Total % Total % Total % Total % Hombre 266 46% 244 45% 266 46% 820 49% 589 51% 2185 Mujer 318 54% 295 55% 307 54% 847 51% 563 49% 2330 Total 584 100% 539 100% 573 100% 1,667 100% 1,152 100% 4,515 FUENTE: Censos XI de población y VI de vivienda del INEI, 20072.3. COMPONENTES Y ACTIVIDADES DEL PROYECTO 2.3.1. Componentes: 1º Componente REFORESTACIÓN. Comprende sub actividades como la: Compra de plantones, plantaciones, protección perimétrica, y mantenimiento y vigilancia forestal. 2º Componente FORTALECIMIENTO DE CAPACIDADES TECNICAS Y DE GESTION SOCIAL, cuyas actividades específicas son: a) La capacitación técnica y para el fortalecimiento organizacional y la gestión social de la comunidad y el “Comité local de gestión forestal”, y b) La asistencia técnica durante la ejecución del proyecto 2.3.2. Actividades, sub actividades y metas por componentes: A. Actividad de Reforestación. Las sub actividades y metas son:  Compra y transporte de plantones: En total se comprarán 2’112,800 plantones  Plantaciones en campo definitivo: 1900 ha, con plantones forestales instalados en macizos utilizando 3 especies: pino, colle y quinual.  Protección perimétrica: Mediante el empleo de alambre de púas y postes en el 100% del área reforestada.  Mantenimiento y Vigilancia forestal al 100% de áreas plantadas: Mantenimiento: Comprende las labores silviculturales de recalces de plantas no prendidas o muertas que se espera varíe entre un mínimo de 06% y máximo de 18% al año siguiente de cada plantación. En la campaña siguiente, es necesario realizar los recalces en enero y febrero. Otra de las tareas es la aplicación de ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 29
  • 30. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”riegos de mantenimiento de rehidratación del hidroabsorvente aplicando en mayordosis en las plantaciones del Shullcas y en mínima dosis en la zona de yuracyacu ydurante los meses críticos de sequía entre Junio y agosto de los primeros 3 añosde cada plantación. Se requerirán otros 3 años más de mantenimiento a cargo delos beneficiarios con aporte de mano de obra comunal. De esta labor, el primerriego se hará pagado por el proyecto y el resto de los riegos lo asumirá elbeneficiario.Vigilancia: La vigilancia en las comunidades de Cullpa Alta y Acopalca con“guardabosques” adhonorem será permanente en el 100% de la plantación.Mientras que en Cochas Chico y Cochas Grande, solo será necesario unavigilancia periódica debido a la poca extensión cercada. En Cullpa Alta, los“guardabosques” serán designados rotativamente por la comunidad en asamblea;mientras que en Acopalca, cada comunero posesionario será responsable de lavigilancia en su respectiva zona o “canchada”.B. Actividad de fortalecimiento de capacidades técnicas y de gestióncomunal. Las sub actividades son dos: a) La capacitación técnica y lacapacitación para el fortalecimiento de la organización local para la gestión forestal,y b) La asistencia técnica. Ambas capacitaciones se consideran como una solaporque los temas se desarrollarán paralelamente en los mismos eventos decapacitación.a) Capacitación técnica y de fortalecimiento para la gestión forestal: Se realizarán 18 eventos, considerando cursos talleres de capacitación técnica y de fortalecimiento organizacional para la gestión, dos (2) pasantías a Porcón (Cajamarca) para la aplicación de la metodología de “campesino a campesino”. Parte del fortalecimiento para la gestión, comprenderá el asesoramiento para su articulación con el Comité de gestión de la Subcuenca del Río Shullcas y la elaboración del Reglamento Interno; así como la integración con otras instituciones vinculadas con el tema de gestión del agua, de la subcuenca y “adaptación al cambio climático”.b) Asistencia técnica: Se hará en forma permanente a cargo de un Equipo de profesionales y técnicos, compuesto por un (1) Residente, tres (3) técnicos extensionistas y un metodólogo del área social. El personal profesional y técnicos extensionistas, para fines de la ejecución del proyecto, estarán distribuidos en la forma como se propone más adelante.ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 30
  • 31. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” 2.4. COSTOS Y PRESUPUESTO Los costos totales, por componentes y actividades (cuadro Nº 04) están presupuestados en función a las metas totales tal como se muestra en el cuadro Nº 07 y en los cuadros Nº 01 al 12 y otros cuadros de Anexo, siendo el costo anual (de la meta de 500 ha) el primer año 2010 ascendente a S/. 1’673,977.00, cuyas fuentes provienen del tesoro público a través del Ministerio de Agricultura- AGRORURAL y del Banco Mundial. Se hace una aclaración que para el primer año, la ejecución presupuestal según fuentes de financiamiento asciende a S/. 2,057,801.00 (ver cuadro Nº 16 de anexo). Las razones se explican más adelante. Cuadro Nº 07: PRESUPUESTO TOTAL Y ANUAL POR ACTIVIDAD UNIDAD META PRESUP. META PRESUP. 2010 DESCRIPCION DE LA ACTIVIDAD MEDIDA TOTAL TOTAL S/. ANUAL S/.Expediente Técnico Doc. 1 1 62,000.00 62,000.00PLANTACIÓN FORESTAL Ha 1900 3`344,232.00 500.00 869,804.00Especie pino 718 1’505,560.00 170.00 356,470.00Especie quinual y ccolle 1182 1’838,672.00 330.00 513,335.00PROTECCION FORESTAL 821,180.00 500.00 216,100.00Protección con cercado de alambre de púas Ha 1900 821,180.00 500.00 216,100.00MANTENIMIENTO Y VIGILANCIA FORESTAL 809,631.00 500.00 169,500.00Recalce (máximo el 6% de mortandad) Ha 1900 192,131.00 0.00 0.0Riego Ha 1900 617,500.00 500.00 169,500.00Vigilancia (aporte del beneficiario) Ha 1900 * 500.00 *TOTAL COSTO DIRECTO 4’975,043.00 1’255,404.00GASTOS GENERALES:Curso taller participativo: Rol de las plantacionesforestales ante el cambio climático (3), Instalación ymanejo de plantaciones forestales (6), mercado de Evento 18 49,336.00 05 13,705.00negocios forestales (3) y organización y gestiónsocial (6)Pasantías a Porcón Pasantía 2 28,520.00 01 14,260.00Gastos por servicios de Asistencia Técnica Global 1 228,150.00 1 79,850.00Gastos de servicios de apoyo administrativo Global 1 59,200.00 1 18,300.00Gastos administrativos Global 1 263,668.00 1 197,858.00Gastos de Supervisión Global 1 104,900.00 1 32,600.00TOTAL COSTO INDIRECTO 733,774.00 356,573.00TOTAL PROYECTO 5`770,817.00 1’673,977.00FUENTE: Elaboración por Equipo Consultor Exp. Técnico ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 31
  • 32. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”2.5. BENEFICIOS DEL PROYECTOLos productos del proyecto están representados por bienes forestales directos, lo cual noquiere decir que no se tenga los servicios ambientales indirectos y los intangibles. Entrelos bienes sujetos a evaluación cuantitativa para el análisis económico, son los productosforestales comerciales en el mediano y largo plazo: madera de pino y esquejes dequinual, y como servicios, el fortalecimiento de capacidades técnicas y de gestión socialde los actores locales y particularmente de los beneficiarios.Uno de los beneficios con valor socioambiental, será la mejora de las condicionesambientales y la adaptación de la población al efecto de la deglaciación delHuaytapallana.2.6. RESULTADOS DE LA EVALUACION PRIVADA Y SOCIALComo referencia para el Equipo Técnico y el ente Ejecutor, se muestra los indicadoresfinancieros del proyecto, tal como podrá observarse en el cuadro siguientes. Cuadro N° 08: Indicadores financieros del proyecto (Alternativa 1) INDICADORES ALTERNATIVA VAN TIR B/C FINANCIEROS A PRECIOS DE MERCADO 14 738,291 29.29 % 4.78 ALTERNATIVA I A PRECIOS SOCIALES 13 438,631 31.51% 5.91 FUENTE: Elaborado por el Equipo Consultor del perfil del proyecto2.7. SOSTENIBILIDAD DEL PROYECTODe manera resumida, la sostenibilidad social y organizacional del proyecto se basa en lacapacitación en temas sociales, sensibilización, consolidación de los Comités Locales dereforestación, políticas y normas (ordenanzas) que se espera de parte de los gobiernoslocales, fortalecimiento de las organizaciones e instituciones que intervendrán y asumiráncompromisos concretos vía acuerdos o convenios, y en las metodologías participativasde comuneros(as) beneficiarios que se evidencia con las Actas de Compromiso de lasComunidades y de los productores (caso de Acopalca) firmados tanto para suparticipación durante la ejecución como para el mantenimiento y vigilancia postplantación, principalmente posterior a la plantación para el mantenimiento de riego ymanejo. Las autoridades locales de cada pueblo beneficiario han participado activamentetanto en las convocatorias para las asambleas como en el relevamiento de la informaciónde campo y la georreferenciación. Todos los trabajos, acuerdos o decisiones deberáincluir la participación de la mujer. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 32
  • 33. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”La sostenibilidad tecnológica estará representada por el nivel de capacitación práctica enaspectos técnico-productivos, la mejora de sus habilidades y destrezas forestales de losbeneficiarios.La sostenibilidad económica estará reflejada por la rentabilidad sostenido de la biomasaforestal con rendimientos crecientes; el cercado no sólo favorecerá el incremento delrendimiento forestal sino también el de los pastos naturales en la misma área en términosde toneladas de materia seca por hectárea y año (tMS/ha-año) y esta oferta de pastosmejorará el rendimiento de carcaza, lana y fibra de sus ganados que se expresará enmejor ingreso per-cápita (IPC).Finalmente, la sostenibilidad ecológica de por sí es segura y positiva con algunosimpactos negativos mínimos y temporales como el alambrado (barrera para la fauna) ylas bolsas de polietileno; sin embargo el efecto del alambrado será mitigado por elpastoreo dirigido hasta los 6 años y de ahí en adelante se podrán implementar elpastoreo controlado, y las bolsas serán recolectadas para ser depositadas en un sololugar de mínimo riesgo. La sostenibilidad ecológica estará representada por la capacidadde regeneración de las especies y por sus efectos positivos sobre la mejora del hábitat,regulación hídrica, control de la erosión, captura de carbono, etc.2.8. IMPACTO AMBIENTALDe manera resumida, el impacto ambiental potencial es positivo antes que negativo. Loque en páginas posteriores se amplían con mayor detalle y en la matriz de impactos delas siguientes páginas:En lo económico - productivo: Las tierras reforestadas rendirán mayor producción ytendrán una plusvalía, así como una mejor protección de las mismas. Esto es una formade adaptación económica al nuevo escenario del impacto de la deglaciación delHuaytapallana, reduciendo por tanto la vulnerabilidad económica. El jornal pagadobeneficiará al 100% de los comuneros, así mismo los ingresos permanentes posterior alos 12 años incrementará el ingreso per-cápita (IPC). La disponibilidad de bienesmaderables y no maderables será un beneficio directo y a la vez un ahorro interno delas familias. El impacto negativo de menor significancia es la barrera del cercado que semitigará con el pastoreo dirigido, y las bolsas de polietileno que se mitigará depositandoen un solo lugar donde el sitio geológica sea estable y con menor movimiento hídrico delos acuíferos. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 33
  • 34. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Social y organizacionalmente: Las comunidades se fortalecerán en torno a fines deconservación y producción forestal participativa, debido a que la capacitación,sensibilización y mejora organizacional, reducirá la vulnerabilidad social e institucional dela población. La práctica de las faenas forestales comunales, fortalecerán la identidadcultural y la solidaridad traída a menos. Las capacidades comunales fortalecidas seránuna herramienta para proponer y negociar con otras instancias; los procesos departicipación, replicabilidad y de “adaptabilidad” mejorarán con la capacitación.En lo tecnológico: La capacitación y asistencia técnica productiva, permitirá mejorar elnivel tecnológico forestal y silvopastoril local. Uno de los aportes tecnológicos es el usode polímeros, fertilizantes y el riego de la plantación, que más adelante se amplía susventajas.En lo cultural: Mejorará la visión paisajística, articulando en el mediano y largo plazo alturismo.En lo ecológico y ambiental: La plantación reducirá la erosión de suelos y arrastre denutrientes, cuya magnitud requiere de estudios. La experiencia nos permite afirmar que lacobertura forestal contribuirá a la regulación del régimen hidrológico superficial y subsuperficial en beneficio de la mayor disponibilidad para usos diversos en la subcuenca, ala resiliencia de los ecosistemas locales (praderas, lagunas y humedales). Así mismo,contribuirá en la adopción de formas de adaptación al cambio climático, captura de CO2,y repoblamiento de la biodiversidad local y mejora del hábitat de la fauna. (Ver Anexo Nº 03:MATRIZ DE IMPACTOS AMBIENTALES POTENCIALES)2.8.1. MEDIDAS DE CONTROL DE IMPACTOS AMBIENTALESSalvaguardas del Banco Mundial: De acuerdo a la evaluación realizada por el BancoMundial, se han identificado dos salvaguardas aplicables OP 4.01 y OP 4.09 para lasactividades a realizarse en la Subcuenca del Shullcas:Política Operativa (OP) OP 4.01 – Evaluación Ambiental: La Política Operativa OP4.01 establece que todos los proyectos deben contar con una evaluación ambiental conel fin de garantizar su solidez y sostenibilidad ambiental, y mejorar así el proceso de tomade decisiones.Por la naturaleza del proyecto, no se esperan impactos ambientales significativos durantesu ejecución. Se tomarán las medidas necesarias para evitar o mitigar los impactosambientales que pudieran presentarse debido a las actividades del proyecto, teniendo encuenta el Marco de Gestión Ambiental del PRAA ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 34
  • 35. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Política Operativa (OP) OP 4.09 – Control de plagas: La Política Operativa OP 4.09 promueve el uso de métodos de control biológico o ambiental y reduce la dependencia de pesticidas químicos sintéticos, apoyando un control de plagas seguro, eficaz y ecológicamente racional. Para la ejecución del presente proyecto se considerará el Manual de Manejo de Herbicidas y Plaguicidas del PRAA, según sea requerido. Impactos ambientales: No se esperan impactos ambientales negativos significativos o permanentes como resultado de la ejecución del presente proyecto, por lo que no se requieren recursos adicionales para su mitigación. Por el contrario, por la naturaleza del proyecto y considerando el enfoque de adaptación bajo el cual se ha formulado el proyecto, los impactos ambientales serán principalmente impactos ambientales positivos. Los impactos ambientales han sido identificados en la sección 2.8 “Impacto ambiental” del expediente técnico correspondiente. A continuación se presenta un resumen de los potenciales impactos ambientales negativos no significativos y las medidas de control a ser aplicadas, las cuales han sido formuladas de acuerdo al marco de gestión ambiental del PRAA en cumplimiento a las salvaguardas del Banco Mundial: Potenciales impactos ambientales Medidas de control negativos no significativos El cercado será temporal y será retirado una vez que los árboles hayanAfectación de la actividad ganadera debido alcanzado un tamaño que permita el ingreso de animales domésticos sina cercado de terrenos poner en riesgo la supervivencia de los árboles. Esto se complementa con actividades de pastoreo dirigido.Generación de residuos de bolsas de Disposición en locación geológicamente estable y con menor movimientopolietileno utilizadas durante la plantación hídrico de los acuíferosDisminución de la capacidad de captura de El aprovechamiento forestal se realizará de manera programada. Secarbono (o liberación de CO2) durante la elaborará un plan de manejo forestal o plan de aprovechamiento, queetapa post proyecto por mantenimiento y considere la regeneración natural o inducida de las especies forestales y asíaprovechamiento forestal la sostenibilidad de la plantación. El aprovechamiento forestal se realizará de manera programada. Se elaborará un plan de manejo forestal o plan de aprovechamiento, de maneraVariación del régimen hídrico superficial y que permita la regeneración natural o inducida de las especies forestales y lasubterránea sostenibilidad de la plantación, conservando así los servicios ambientales proporcionados por la plantación, incluyendo la regulación del régimen hídrico.Afectación del paisaje natural debido a la El cercado será temporal y se emplearán materiales biodegradables (postes)instalación de cercos forestales de y alambres que serán retirados una vez que los árboles hayan alcanzado unprotección durante la etapa de ejecución del tamaño que permita el ingreso de animales domésticos sin poner en riesgo laproyecto supervivencia de los árboles.Cambios del microclima en zonas Se realizará el aprovechamiento basándonos en un Plan de Manejo Forestal,focalizadas por el aprovechamiento de para lo cual se deberá buscar el apoyo de instituciones técnicas involucradasarboles. en el tema para su desarrollo..Flora y fauna silvestre establecida por efecto Se realizará el aprovechamiento basándonos en un Plan de Manejo Forestal,de la existencia de la plantación afectada para lo cual se deberá buscar el apoyo de instituciones técnicas involucradaspor el aprovechamiento de arboles en el tema para su desarrollo.. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 35
  • 36. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CAPITULO III. MARCO DE REFERENCIA Y BASE LEGAL3.1. MARCO DE REFERENCIACambio Climático: Hace más de un decenio, la mayor parte de los países se adhirieron a untratado internacional la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climáticopara comenzar a considerar qué se puede hacer para reducir el calentamiento atmosférico yadoptar medidas para hacer frente a las subidas de la temperatura que sean inevitables. ElPerú es parte de la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre Cambio Climático(CMNUCC o UNFCCC, por sus siglas en inglés) desde que el Congreso de la Repúblicaratificara sus principios en 1993.Marcos normativos, políticos e institucionales. El proyecto se ejecutará dentro deobjetivos compatibles con los establecidos en normas y políticas interinstitucionalesvigentes. Entre ellas se cita:Gobierno Regional: De acuerdo a la Ley de descentralización, el Gobierno Regional deJunín, dentro de uno de sus objetivos regionales, considera importante el manejo de losrecursos naturales y la protección del Medio Ambiente a través de la forestación yreforestación; además viene apoyando iniciativas de manejo de la Subcuenca del RíoShullcas.Ley Nº 28611, Ley General del Ambiente: Que remplaza al Código del Medio Ambiente, en suArt. 60º, define que las normas regionales en materia ambiental guardan concordancia con lalegislación de nivel nacional y que los gobiernos regionales deben informar y realizarcoordinaciones con las entidades con las que compartan competencias y funciones, antes deejercerlas. El artículo 61º, establece que los gobiernos regionales, a través de sus Gerenciasde Recursos Naturales y Gestión del Medio Ambiente, en coordinación con las ComisionesAmbientales Regionales y la Autoridad Ambiental Nacional (hoy Ministerio del Ambiente),implementarán un sistema regional de gestión ambiental, integrando a las entidades públicasy privadas que desempeñan funciones ambientales o que inciden sobre la calidad del medioambiente así como la sociedad civil, en el ámbito de actuación del Gobierno Regional.La Política Nacional del Ambiente: Aprobada mediante Decreto Supremo No. 012-2009-MINAM. Esta Política incluye los siguientes lineamientos de política referidos al cambioclimático: ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 36
  • 37. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” 1. Incentivar la aplicación de medidas para la mitigación y adaptación al cambio climático con un enfoque preventivo, considerando las particularidades de las diversas regiones del país, con énfasis en la situación y accionar espontáneo de adaptación de las comunidades campesinas y pueblos indígenas. 2. Establecer sistemas de monitoreo, alerta temprana y respuesta oportuna frente a los desastres naturales asociados al cambio climático, privilegiando a las poblaciones más vulnerables. 3. Fomentar el desarrollo de proyectos forestales, manejo de residuos sólidos, saneamiento, usos de energías renovables y otros, para contribuir en la mitigación de los efectos del cambio climático. 4. Conducir los procesos de adaptación y mitigación al cambio climático difundiendo sus consecuencias, así como capacitar a los diversos actores sociales para organizarse. 5. Promover el uso de tecnologías adecuadas y apropiadas para la adaptación al cambio climático y mitigación de gases de efecto invernadero y de la contaminación atmosférica.La Estrategia Nacional de Cambio Climático: Aprobada mediante D. S. N° 086-2003-PCM, fue elaborada sobre la base de las Políticas de Estado Décima y Décimo Novena delAcuerdo Nacional relacionadas con la Reducción de la Pobreza y DesarrolloSostenible/Gestión Ambiental, respectivamente.La Estrategia ha definido once líneas estratégicas de acción, con la finalidad de establecerel marco de todas las políticas y actividades que se desarrollen y que estén relacionadascon el cambio climático en el Perú. Las líneas estratégicas son las siguientes: 1. Promover y desarrollar investigación científica, tecnológica, social y económica sobre vulnerabilidad, adaptación y mitigación respecto al Cambio Climático. 2. Promover políticas, medidas y proyectos para desarrollar la capacidad de adaptación a los efectos del cambio climático y reducción de la vulnerabilidad. 3. Activa participación del Perú en las negociaciones internacionales de cambio climático, para defender los intereses del país y proteger la atmósfera mundial. 4. Desarrollo de políticas y medidas orientadas al manejo racional de las emisiones de gases de efecto invernadero - GEI, otros contaminantes del aire y la reducción del impacto del cambio climático, considerando los mecanismos disponibles en el Protocolo de Kyoto y otros instrumentos económicos. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 37
  • 38. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” 5. Difusión del conocimiento y la información nacional sobre el cambio climático en el Perú en sus aspectos de vulnerabilidad, adaptación y mitigación. 6. Promoción de proyectos que tengan como fin el alivio a la pobreza, reducción de la vulnerabilidad y/o mitigación de GEI. 7. Promoción del uso de tecnologías adecuadas y apropiadas para la adaptación al cambio climático y mitigación de GEI y de la contaminación atmosférica. 8. Lograr la participación de la sociedad para mejorar la capacidad de adaptación a los efectos del cambio climático, reducir la vulnerabilidad y mitigar las emisiones de GEI y contaminantes ambientales. 9. Gestión de los ecosistemas forestales para mitigar la vulnerabilidad al cambio climático y mejorar la capacidad de captura de carbono. 10. Explorar la posibilidad de lograr una compensación justa por los efectos adversos del cambio climático generados principalmente por los países industrializados 11. Gestión de ecosistemas frágiles, en especial ecosistemas montañosos para la mitigación de la vulnerabilidad al cambio climáticoEl Plan Nacional de Reforestación 2005-2024 elaborado por el Sector Agricultura:Plantea como marco conceptual que “la reforestación es un medio para atenuar y compensarla tala y comercio ilegal de recursos del bosque, los cuales constituyen un problema ancestralen el Perú”. Establece como visión al 2024 “El Perú está posicionado competitivamente en elmercado mundial con plantaciones forestales que generan riqueza y bienestar para supoblación, en armonía con el medio ambiente”. Propone 4 objetivos estratégicos: 1. Lograr lacompetitividad y sostenibilidad de las plantaciones forestales, 2. Promover y fortalecer eldesarrollo de servicios ambientales, 3. Incorporar la base social a la economía forestal, y 4.Fortalecer y modernizar las capacidades de gestión forestal.La Estrategia Regional de Cambio Climático de la Región Junín: Fue aprobada medianteD. Regional N° 00002-2007-GR-JUNIN/PR. Esta estrategia establece como una de susprioridades la Gestión Integrada de la Cuenca del Mantaro incluyendo a las subcuencas. Lacuenca del Mantaro tiene una importancia interregional y nacional; constituye una fuentecentral de provisión de alimentos para las ciudades de Lima y Callao, y fuente de agua paraactividades energéticas y de provisión de agua potable. Asimismo tiene proyección comozona de desarrollo de actividades de exportación y potencial turístico.Estrategia Regional de Recursos Hídricos de Junín: La Estrategia Regional de RecursosHídricos de Junín fue aprobada mediante Decreto Regional N° 008-2008-GR-JUNIN/PR. Ensu Lineamiento Estratégico 1 la estrategia establece impulsar la gestión integrada de losrecursos hídricos articulada a las diferentes políticas públicas de carácter regional y local, ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 38
  • 39. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”mientras que en su Lineamiento Estratégico 05 la estrategia establece crear y fortalecercapacidades de gestión del agua en cuencas hidrográficas y promover la cultura del agua enlos usuarios y la población en general.Como antecedente existe un documento de propuesta marco, elaborado en el 2006 porun Equipo Técnico Intersectorial de Junín, que entre algunos de los principales lineamientos,acciones y propuestas técnicas inherentes a la política y actividad forestal regional –en elmarco de la Estrategia Forestal Nacional 2001-2021, fueron los siguientes: Los programas de desarrollo deben responder a una cultura conservacionista y no privilegiar la renta sobre la sostenibilidad. Este debe ser uno de los principios fundamentales en la utilización de los recursos naturales. Una propuesta de desarrollo sostenible debe asumir la interacción que existe entre el sistema social y el sistema natural (hombre-naturaleza), existe una estrecha interrelación entre la sociedad cultural y la naturaleza. La generación de nuevos bosques en tierras de aptitud forestal y en tierras de protección debe ser el eje principal de desarrollo sostenible del departamento de Junín. La adecuada vinculación con los mercados, a través de la optimización de las redes de valor de los diferentes productos y servicios ambientales de los bosques, es un componente del enfoque de sostenibilidad. La “inversión privada con rostro social y ambiental” será uno de los pilares del desarrollo forestal sostenible y una condición que posibilite a todos los ciudadanos el acceso a condiciones de vida digna y saludable.En concordancia con estos marcos de referencia, este Expediente Técnico, proponeestablecer un sistema eficiente de recuperación del potencial productivo de los recursosforestales, mejora de la calidad ambiental local y adaptación al impacto del retroceso delglaciar de Huaytapallana, mediante la instalación de plantaciones forestales sostenibles, confines de producción, protección y de servicios ambientales.3.2. BASE LEGALLa Constitución Política del Perú de 1993, capítulo II, artículo 55, establece: “Los tratadoscelebrados por el Estado y en vigor, forman parte del derecho nacional”. Se puede identificarnormas legales desde inicios del siglo XX, tendientes principalmente a regular laconservación de especies de fauna y flora silvestre, caracterizadas por ser sectoriales ydispersas. A partir de la Constitución de 1979, se produce un cambio trascendental en ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 39
  • 40. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”derecho ambiental, originando una pluralidad legal, desde la aprobación del derogado Códigode Medio Ambiente y los Recursos Naturales de 1990 y que fue sustituido por la Ley Nº28611, cuerpo normativo que nos involucra al derecho a un desarrollo sostenible, y enfatiza lopositivo de una conducta de adecuado aprovechamiento de los recursos naturales renovablesy no renovables.Las políticas de gestión de los recursos naturales y de gestión ambiental, sirven de marco alas leyes y normas que tienen relación directa o indirecta con el proceso de ejecución delExpediente Técnico. Entre las Leyes, se tienen:Ley Nº 29376 de junio 2009, que suspende la aplicación de los D. Legislativos 1090 y 1064(Art. 1) y a la letra dice: restituye la ley 27308 de julio 2000, sus modificatorias, normascomplementarias y su Reglamento; así como la restitución de la Ley 26511 y el D. Leg. 653.Asi mismo las funciones del ex INRENA son ejercidas por el Ministerio de Agricultura o losGobiernos Regionales dentro del marco de sus competencias.Los servicios ambientales se rigen por la Ley Nº 28611, Ley General del Ambiente y lasnormas complementarias que apruebe el Ministerio del Ambiente en su calidad de órganorector de los mismos.LEY ORGÁNICA DE LOS GOBIERNOS REGIONALES.Objeto: Establece y norma la estructura, organización, competencias y funciones de losgobiernos regionales. Define la organización democrática, descentralizada y desconcentradadel Gobierno Regional conforme a la Constitución y a la Ley de Bases de la DescentralizaciónLa misión de los gobiernos regionales es organizar y conducir la gestión pública regional deacuerdo a sus competencias exclusivas, compartidas y delegadas, en el marco de laspolíticas nacionales y sectoriales, para contribuir al desarrollo integral y sostenible de laregión.El desarrollo regional comprende la aplicación coherente y eficaz de las políticas einstrumentos de desarrollo económico, social, poblacional, cultural y ambiental, a través deplanes, programas y proyectos orientados a generar condiciones que permitan el crecimientoeconómico armonizado con la dinámica demográfica, el desarrollo social equitativo y laconservación de los recursos naturales y el ambiente en el territorio regional, orientado haciael ejercicio pleno de los derechos de hombres y mujeres e igualdad de oportunidades. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 40
  • 41. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Son competencias de los gobiernos regionales relacionadas a los recursos naturales:Promover y regular actividades y/o servicios en materia de agricultura, pesquería industria,agroindustria, comercio, turismo, energía, minería, vialidad, comunicaciones, educación,salud y medio ambiente, conforme a Ley.Facilitar los procesos orientados a los mercados internacionales para la agricultura, laagroindustria, la artesanía, la actividad forestal y otros sectores productivos, de acuerdo a suspotencialidades.LEY ORGÁNICA DE MUNICIPALIDADES Nº 27972.Objetivo: Planificar integralmente el desarrollo local y el ordenamiento territorial, en el nivelprovincial; y promover, apoyar y ejecutar proyectos de inversión y servicios públicosmunicipales que presentenARTICULO 1º.- Objeto de la LeyLa presente ley orgánica establece normas sobre la creación, origen, naturaleza, autonomía,organización, finalidad, tipos, competencias, clasificación y régimen económico de lasmunicipalidades; también sobre la relación entre ellas y con las demás organizaciones delEstado y las privadas, así como sobre los mecanismos de participación ciudadana y losregímenes especiales de las municipalidades.ARTICULO 3º.- JURISDICCION Y REGIMENES ESPECIALESLas municipalidades se clasifican, en función de su jurisdicción y régimen especial, en lassiguientes:Las municipalidades provinciales y distritales (gobiernos locales), son los órganos degobierno promotores del desarrollo local. Son entidades básicas de la organización territorialdel Estado y canales inmediatos de participación vecinal en los asuntos públicos y losintereses propios de las colectividades.Entre las funciones municipales están: - Organización del espacio físico y determinación de uso del suelo promoviendo la conservación del patrimonio histórico, cultural y paisajístico. - Saneamiento ambiental y el establecimiento, conservación y administración de áreas de conservación natural, directamente o a través de concesiones. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 41
  • 42. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” - Promover la protección y conservación del ambiente, a través de la formulación, ejecución y monitoreo de los planes y políticas locales en materia ambiental, en concordancia con las políticas, normas y planes regionales, sectoriales y nacionales. - Proponer la creación de áreas de conservación ambiental. Promover la educación e investigación ambiental en su localidad e incentivar la participación ciudadana en todos sus niveles. - En materia de desarrollo y economía local, es tarea del municipio, el fomento de las inversiones privadas en proyectos de interés local, como lo son los proyectos forestales y el fomento del turismo local sostenible, para lo cual es importante el tema de los servicios ambientales.LEY DEL SISTEMA NACIONAL DE EVALUACIÓN DEL IMPACTO AMBIENTALLey N° 27446 del 23 de abril del 2005, tiene como finalidad: La creación del Sistema Nacionalde Evaluación Ambiental (SEIA), como un sistema único y coordinado de identificación,prevención, supervisión, control y corrección anticipada de los impactos ambientalesnegativos derivados de las acciones humanas expresadas por medio del proyecto deinversión (Art. 1°).El establecimiento de un proceso uniforme que comprenda los requerimientos, etapas yalcances de las evaluaciones del impacto ambiental de proyectos de inversión (Art. 1°).En el Artículo 2º se establece el ámbito de la Ley, la que dice: Quedan comprendidos en elámbito de aplicación de la presente Ley, los Proyectos de inversión públicos y privados queimpliquen actividades, construcciones u obras que puedan causar impactos ambientalesnegativos.Artículo 10°.- Los Estudio de Impacto Ambiental deberán contener:  Una descripción de la acción propuesta y los antecedentes de su área de influencia;  La identificación y caracterización de los impactos ambientales durante todo el ciclo de duración del proyecto;  La estrategia de manejo ambiental o la definición de metas ambientales incluyendo, según el caso, el plan de manejo, el plan de contingencia, el plan de compensación y el plan de abandono;  Los planes de seguimiento, vigilancia y control; y,  Un resumen ejecutivo de fácil compresión. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 42
  • 43. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”En el Artículo 11° se señala que se deberá presentar el estudio de impacto ambiental a laautoridad componente para su revisión.LEY GENERAL DE AGUAS: DECRETO LEY Nº 17752.La Ley General de Aguas, Decreto Ley Nº 17752, fue promulgada el 24 de julio de 1969, unmes después de la promulgación de la Ley de Reforma Agraria.A través de sus diez Títulos y un Anexo (conteniendo definiciones), la Ley General de Aguasestableció un régimen de dominio público de las aguas, afirmando que todas las aguas, sinexcepción y cualquiera fuera su estado físico y ubicación, pertenecen al Estado,correspondiendo a la Autoridad de Aguas una serie de funciones y responsabilidades. LaAutoridad de Aguas estaba diseñada en torno a una Dirección General de Aguas y unAdministrador Técnico del Distrito de Riego (actualmente cambiado de nombre), en cada unode ellos. En ese marco todos los particulares requieren una licencia, un permiso o unaautorización para aprovechar el agua, sujetándose a las normas pertinentes.Los pocos cambios que se han producido en la Ley General de Aguas (Decretos Leyes 18735y 19503, así como en el Decreto Legislativo 106 y el Decreto Legislativo 653) se hanincorporado en el texto que se presenta a continuación.De la misma manera, se han incorporado los cambios correspondientes en cada uno de losReglamentos.La LEY N° 29338 LEY DE RECURSOS HÍDRICOS (aprobado por el Congreso el 23-3-09 ypromulgado el 30-3-09). Tiene puntos conexos con la reforestación, gestión de cuencas y elcambio climático, por ello se cita los artículos más saltantes.Artículo I.- ContenidoLa presente Ley regula el uso y gestión de los recursos hídricos. Comprende el aguasuperficial, subterránea, continental y los bienes asociados a esta. Se extiende al aguamarítima y atmosférica en lo que resulte aplicable.Artículo III.- PrincipiosLos principios que rigen el uso y gestión integrada de los recursos hídricos son: ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 43
  • 44. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”1. Principio de valoración del agua y de gestión integrada del aguaEl agua tiene valor sociocultural, valor económico y valor ambiental, por lo que su usodebe basarse en la gestión integrada y en el equilibrio entre estos. El agua es parteintegrante de los ecosistemas y renovable a través del ciclo hidrológico.2. Principio de prioridad en el acceso al aguaEl acceso al agua para la satisfacción de las necesidades primarias de la personahumana es prioritario por ser un derecho fundamental sobre cualquier uso, inclusiveen épocas de escasez.3. Principio de participación de la población y cultura del aguaEl Estado crea mecanismos para la participación de los usuarios y de la poblaciónorganizada en la toma de decisiones que afectan el agua en cuanto a calidad,cantidad, oportunidad u otro atributo del recurso. Fomenta el fortalecimientoinstitucional y el desarrollo técnico de las organizaciones de usuarios de agua.Promueve programas de educación, difusión y sensibilización, mediante lasautoridades del sistema educativo y la sociedad civil, sobre la importancia del aguapara la humanidad y los sistemas ecológicos, generando conciencia y actitudes quepropicien su buen uso y valoración.4. Principio de seguridad jurídicaEl Estado consagra un régimen de derechos para el uso del agua. Promueve y velapor el respeto de las condiciones que otorgan seguridad jurídica a la inversiónrelacionada con su uso, sea pública o privada o en coparticipación.5. Principio de respeto de los usos del agua por las comunidades campesinas y comunidades nativasEl Estado respeta los usos y costumbres de las comunidades campesinas ycomunidades nativas, así como su derecho de utilizar las aguas que discurren por sustierras, en tanto no se oponga a la Ley. Promueve el conocimiento y tecnologíaancestral del agua.6. Principio de sostenibilidadEl Estado promueve y controla el aprovechamiento y conservación sostenible de losrecursos hídricos previniendo la afectación de su calidad ambiental y de lascondiciones naturales de su entorno, como parte del ecosistema donde se encuentran. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 44
  • 45. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”El uso y gestión sostenible del agua implica la integración equilibrada de los aspectossocioculturales, ambientales y económicos en el desarrollo nacional, así como lasatisfacción de las necesidades de las actuales y futuras generaciones.7. Principio de descentralización de la gestión pública del agua y de autoridad únicaPara una efectiva gestión pública del agua, la conducción del Sistema Nacional deGestión de los Recursos Hídricos es de responsabilidad de una autoridad única ydesconcentrada.La gestión pública del agua comprende también la de sus bienes asociados, naturaleso artificiales.8. Principio precautorioLa ausencia de certeza absoluta sobre el peligro de daño grave o irreversible queamenace las fuentes de agua no constituye impedimento para adoptar medidas queimpidan su degradación o extinción.9. Principio de eficienciaLa gestión integrada de los recursos hídricos se sustenta en el aprovechamientoeficiente y su conservación, incentivando el desarrollo de una cultura de uso eficienteentre los usuarios y operadores.10. Principio de gestión integrada participativa por cuenca hidrográficaEl uso del agua debe ser óptimo y equitativo, basado en su valor social, económico yambiental, y su gestión debe ser integrada por cuenca hidrográfica y con participaciónactiva de la población organizada. El agua constituye parte de los ecosistemas y esrenovable a través de los procesos del ciclo hidrológico.11. Principio de tutela jurídicaEl Estado protege, supervisa y fiscaliza el agua en sus fuentes naturales o artificiales yen el estado en que se encuentre: líquido, sólido o gaseoso, y en cualquier etapa delciclo hidrológico. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 45
  • 46. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”TÍTULO I: DISPOSICIONES GENERALESArtículo 1º.- El aguaEl agua es un recurso natural renovable, indispensable para la vida, vulnerable yestratégico para el desarrollo sostenible, el mantenimiento de los sistemas y ciclosnaturales que la sustentan, y la seguridad de la Nación.Artículo 2º.- Dominio y uso público sobre el aguaEl agua constituye patrimonio de la Nación. El dominio sobre ella es inalienable eimprescriptible. Es un bien de uso público y su administración solo puede ser otorgaday ejercida en armonía con el bien común, la protección ambiental y el interés de laNación. No hay propiedad privada sobre el agua.Artículo 3º.- Declaratoria de interés nacional y necesidad públicaDeclárase de interés nacional y necesidad pública la gestión integrada de los recursoshídricos con el propósito de lograr eficiencia y sostenibilidad en el manejo de lascuencas hidrográficas y los acuíferos para la conservación e incremento del agua, asícomo asegurar su calidad fomentando una nueva cultura del agua, para garantizar lasatisfacción de la demanda de las actuales y futuras generaciones.Ley N° 26821 “Ley Orgánica para el Aprovechamiento Sostenible de losRecursos”Artículo 2º.- La presente Ley Orgánica tiene como objetivo promover y regular elaprovechamiento sostenible de los recursos naturales renovables y no renovables,estableciendo un marco adecuado para el fomento a la inversión, procurando unequilibrio dinámico entre el crecimiento económico, la conservación de los recursosnaturales y del ambiente y el desarrollo integral de la persona humana.Definición de recursos naturales:Artículo 3º.- Se consideran recursos naturales a todo componente de la naturaleza,susceptible de ser aprovechado por el ser humano para la satisfacción de susnecesidades y que tenga un valor actual o potencial en el mercado, tales como: a. Las aguas: superficiales y subterráneas; b. El suelo, subsuelo y las tierras por su capacidad de uso mayor: agrícolas, pecuarias, forestales y de protección; ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 46
  • 47. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” c. La diversidad biológica: como las especies de flora, de la fauna y de los microorganismos o protistas; los recursos genéticos, y los ecosistemas que dan soporte a la vida; d. Los recursos hidrocarburíferos, hidroenergéticos, eólicos, solares, geotérmicos y similares; e. la atmósfera y el espectro radioeléctrico; f. Los minerales; g. Los demás considerados como tales.El paisaje natural, en tanto sea objeto de aprovechamiento económico, es consideradorecurso natural para efectos de la presente Ley.Alcance del dominio sobre los recursos naturalesArtículo 4º.- Los recursos naturales mantenidos en su fuente, sean estos renovableso no renovables, son Patrimonio de la Nación. Los frutos y productos de los recursosnaturales, obtenidos en la forma establecida en la presente Ley, son del dominio delos titulares de los derechos concedidos sobre ellos.Normas sobre participación ciudadana:Artículo 5º.- Los ciudadanos tienen derecho a ser informados y a participar en ladefinición y adopción de políticas relacionadas con la conservación y uso sosteniblede los recursos naturales. Se les reconoce el derecho de formular peticiones ypromover iniciativas de carácter individual o colectivo ante las autoridadescompetentes, de conformidad con la Ley de la materia.Ley N° 26839 “Ley sobre la Conservación y Aprovechamiento Sostenible de laDiversidad Biológica”.Establece clausulas sobre la necesidad de conservar la diversidad de especies y suadecuada utilización para la sostenibilidad. Los enunciados de esta norma tienenrelación con los fines de protección del presente proyecto.TITULO VI: DE LAS COMUNIDADES CAMPESINAS Y NATIVASArtículo 23º.- Se reconoce la importancia y el valor de los conocimientos,innovaciones y prácticas de las comunidades campesinas y nativas, para laconservación y utilización sostenible de la diversidad biológica. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 47
  • 48. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Asimismo, se reconoce la necesidad de proteger estos conocimientos y establecermecanismos para promover su utilización con el consentimiento informado de dichascomunidades, garantizando la distribución justa y equitativa de los beneficiosderivados de su utilización.Artículo 24º.- Los conocimientos, innovaciones y prácticas de las comunidadescampesinas, nativas y locales asociados a la diversidad biológica, constituyenpatrimonio cultural de las mismas, por ello, tienen derecho sobre ellos y la facultad dedecidir respecto a su utilización.LEY Nº 26505 (*) . APRUEBA LA LEY DE LA INVERSIÓN PRIVADA EN ELDESARROLLO DE LAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS EN LAS TIERRAS DELTERRITORIO NACIONAL Y DE LAS COMUNIDADES CAMPESINAS Y NATIVAS(18.07.95)Artículo 1º.- La presente Ley establece los principios generales necesarios parapromover la inversión privada en el desarrollo de las actividades económicas en lastierras del territorio nacional y de las comunidades campesinas y nativas.Artículo 2º.- El concepto constitucional "tierras" en el régimen agrario, comprende atodo predio susceptible de tener uso agrario. Entre otras, están comprendidas lastierras de uso agrícola, de pastoreo, las tierras con recursos forestales y de fauna, lastierras eriazas, así como, las riberas y márgenes de álveos y cauces de ríos; y engeneral, cualquier otra denominación legal que reciba el suelo del territorio peruano. Elrégimen jurídico de las tierras agrícolas se rige por el Código Civil y la presente Ley.Artículo 4º.- El Estado garantiza a toda persona natural o jurídica, nacional oextranjera el libre acceso a la propiedad de las tierras, cumpliendo con las normas delderecho sustantivo que las regula.En caso de extranjeros la propiedad de las tierras situadas en zona de frontera estásujeta a lo establecido en el Artículo 71º de la Constitución Política.Artículo 5º.- El abandono de tierras, a que se refiere el Artículo 88º segundo párrafode la Constitución Política del Perú, sólo se refiere a las tierras adjudicadas enconcesión por el Estado, en los casos de incumplimiento de los términos y condicionesde aquella.(*) (Artículo sustituido por el Art. 1° de la Ley N° 26570, publicada el 04.01.96) ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 48
  • 49. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Artículo 8º.- Las Comunidades Campesinas y las Comunidades Nativas son libres deadoptar por acuerdo mayoritario de sus miembros el modelo de organizaciónempresarial que decidan en Asamblea, no estando sujetas al cumplimiento de ningúnrequisito administrativo previo.Artículo 10º.- Las Comunidades Campesinas y las Comunidades Nativas deberánregularizar su organización comunal de acuerdo con los preceptos Constitucionales yla presente Ley.Tratándose de tierras de propiedad de las Comunidades Campesinas de la Costa, laregularización del derecho de propiedad se regirá por las siguientes normas: Para la adquisición en propiedad por parte de posesionarios comuneros sobre la tierra que poseen por más de un año, el acuerdo de Asamblea General de la Comunidad requerirá el voto a favor de no menos del cincuenta por ciento de los comuneros posesionarios con más de un año. Para los efectos de la adquisición por el actual posesionario, la entrega de las parcelas se acredita con el documento extendido por la Comunidad a su favor. Para la adquisición en propiedad por parte de miembros de la comunidad no posesionarios o de terceros así como para gravar, arrendar o ejercer cualquier otro acto de disposición sobre las tierras comunales de la Costa se requerirá el voto a favor de no menos del cincuenta por ciento de los miembros asistentes a la Asamblea instalada con el quórum correspondiente.Artículo 11º.- Para disponer, gravar, arrendar o ejercer cualquier otro acto sobre lastierras comunales de la Sierra o Selva, se requerirá del Acuerdo de la AsambleaGeneral con el voto conforme de no menos de los dos tercios de todos los miembrosde la Comunidad.Artículo 12º.- El Poder Ejecutivo en un plazo no mayor de 60 días de la vigencia de lapresente Ley determinará mediante Decreto Supremo las zonas de protecciónecológica en la Selva.Dichas zonas sólo podrán ser materia de concesión sujeta a las normas de proteccióndel medio ambiente.Esta limitación no comprende las tierras de las comunidades campesinas y nativas,las zonas urbanas y suburbanas, ni la propiedad constituida antes de la promulgaciónde la presente Ley. Tampoco comprende el área entregada en posesión segúncertificados extendidos por el MINAG a la fecha de la vigencia de la presente Ley. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 49
  • 50. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” El Banco Mundial y el enfoque de participación de las comunidades campesinas en el marco del Convenio 169 de la OIT. Las condiciones que se dan en el país referente al tema campesino y su relación con el tema indígena son importantes. En la década de los ´70 el mayor daño fue considerarlos campesinos a todos los indígenas, con las reformas agrarias, el día del campesino, etc. etc. todos se convirtieron en campesinos y se borraron los pueblos indígenas del mapa; de ahí al presente, los intentos de una institución pública del Estado Peruano que responda a las demandas, necesidades desde una dimensión cultural, sigue siendo un tremendo reto. Lo que conocemos son experiencias frustradas. En cuanto a la identidad indígena, en el caso de los migrantes serranos a la costa e incluso a capitales de regiones, se produjo un fenómeno especial. Para evitarse problemas la gran mayoría de los recién llegados en la década de los años 60 y 70 adoptaron la “estrategia del disimulo” que a la larga terminó socavando la identidad local previa en una gama inmensa de variantes dentro de lo que Nugent1 ha llamado “el laberinto de la choledad”. Como señala Noriega2, “en las ciudades intermedias andinas como Junín, han desarrollado una identidad que la podemos denominar del indígena mestizo, donde la identidad indígena se entremezcla con la mestiza en sus actividades culturales, gastronómicas, religiosas y económicas.” Estas actividades han sido poco estudiadas. Tanto la Comunidad Andina (CAN) con su Consejo Consultivo de los Pueblos Indígenas llamó al gobierno peruano a acatar las recomendaciones de la OIT y dejar de ignorarlas. Asimismo retomando la 169 de la OIT, el Banco Mundial (BM) ha establecido una Política Operacional OP 4.10 y las Normas de Procedimiento del Banco BP 4.10. (BM, 2005) que retoma este convenio. Ambos instrumentos se aplican en la evolución de todos los proyectos a partir del 1 de julio de 2005; sin embargo, para el caso del Shullcas este convenio no tiene aplicación por no corresponderle. En las zonas rurales de la micro cuenca del Shullcas se evidencia este “indígena mestizo”, incluso un distrito vecino como es Parihuanca se reconoce como el “reducto Huanca” y por tanto, para la propuesta las capacidades indígenas de conocimientos sobre los temas forestales nativo serán claves.1 Nugent, Guillermo. El laberinto de la choledad, Fundación Friedrich Ebert, Lima, 19922 Noriega, Jorge. La visibilidad indígena. En Perú Hoy, 2009. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 50
  • 51. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Para la formulación del Expediente Técnico, se ha hecho las consultas en asambleacomunal, coordinaciones y alcanzado la información necesaria sobre este proyecto, hacialas comunidades beneficiarias que aceptaron participativamente.Es necesario precisar que el BM considera como “pueblos indígenas” a los grupos quetienen las siguientes características:a. La auto identificación como miembros de un grupo determinado de cultura indígena y el reconocimiento de su identidad por otros;b. Un hábitat geográficamente definido o territorios ancestrales en la zona del proyecto y a los recursos naturales de esos hábitats o territorios;c. Instituciones consuetudinarias culturales, económicas, sociales o políticas distintas de las de la sociedad y cultura dominantes, yd. Una lengua indígena, con frecuencia distinta de la lengua oficial del país o región.De acuerdo a la evaluación realizada por el Banco Mundial, no se han identificadopueblos indígenas en el ámbito del proyecto. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 51
  • 52. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CAPITULO IV. SITUACION ACTUAL Y CARACTERISTICAS DEL AREA DEL PROYECTO4.1. PROBLEMA QUE DEBE RESOLVER EL PROYECTODe acuerdo al proyecto, se debe resolver el problema de “Degradación de los suelos deladeras de la Subcuenca del Río Shullcas” y otros de orden económico – productivo, deprotección y el aspecto social.Sin embargo, para fines de este Expediente Técnico se ha analizado con más profundidad elproblema, sus causas y efectos. El problema no es tanto la “Degradación de los suelos deladeras de la subcuenca”, en todo caso, dicha degradación es un efecto o resultado de unmal manejo del recurso suelo.A manera de refuerzo, el Consultor ha evaluado in situ y ha analizado la realidad biofísica,cultural, socioeconómica y ambiental actual, encontrando que el problema es más amplio ycomplejo, que en forma sintetizada podemos precisar como el “Deficiente sistema deproducción agropecuaria, uso y manejo inadecuados de los recursos forestales y conexos,así como la debilidad de las capacidades humanas para promover e implementar formas deadaptación al impacto del retroceso del glaciar de Huaytapallana y al cambio climático en lasSubcuencas de los Ríos Shullcas y Yurajyacu”. La Subcuenca del Yurajyacu ha sido incluidadebido a su interdependencia hídrica y su relación con el referido nevado, así como paradisminuir la presión sobre el recursos forestal en la Subcuenca del Shullcas.Este problema central analizado, tiene causas directas e indirectas identificadas, que comoaporte de esta Consultoría se detallan a continuación: 1º Tenencia de tierras comunales: El caso particular de las tierras en la comunidad de Acopalca (derivado de la aplicación de la Ley de Reforma Agraria 17716 y la posterior disolución de la Sociedad Agrícola de Interés Social Cahuide (SAIS Cahuide), es la “parcelación interna”, lo cual representa una amenaza potencial para fines de conservación de ecosistemas locales como las praderas naturales, los suelos y la escasa foresta arbustiva que tienen relación con la cantidad de agua en ambas subcuencas. La parcelación de tierras casi siempre predispone a la acelerada vulnerabilidad ambiental de los ecosistemas locales, a la vulnerabilidad social y económica de los núcleos familiares y la misma comunidad como organización. Producto de la “parcelación” –como ocurre en todas partes-, las praderas naturales ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 52
  • 53. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” están fuertemente degradadas y cada vez más acelerada porque la carga animal por hectárea es cada vez mayor particularmente debido a la práctica de la “michipa” (pastoreo de ganado de otras zonas o comunidades a cambio de algún tipo de pago) que incrementa la sobre carga animal por unidad de superficie de pastos.2º Débil capacidad humana para entender y conocer el riesgo que conlleva el deterioro ambiental y sus implicancias con el retroceso acelerado del glaciar de Huaytapallana, así como de la necesidad de “reforzar la resiliencia del ecosistema de pastos naturales y del ecosistema de lagunas y bofedales”. La población de la parte media y alta, no tiene -o en todo caso es incipiente- el entendimiento básico sobre la adaptación al cambio climático a través de actividades y actitudes adecuadas.3º El sobrepastoreo degradatorio, quema de pastos naturales y la deforestación, se han acelerado en los últimos 15 años después de que se desactivó la SAIS Cahuide, pues la cultura de rotación de “canchas de pastoreo” fue desapareciendo con la parcelación de tierras comunales. Actualmente se estima que la Unidad Ovina por hectárea y año (UO/ha –año), oscila entre 0.8 y 1.2, cuando hace 15 años atrás fue de un promedio de 2.2 UO/ha-año en la zona de Suytocancha-Acopalca (Ministerio de Agricultura, 2008). Esta realidad tiene efecto indirecto en la capacidad de almacenamiento y recarga hídrica subsuperficial del agua en las subcuencas. Un aspecto indeseable en el sistema de crianza de animales, es la cada vez más intensa práctica de la “michipa” en Acopalca. Esta realidad, viene acelerando la degradación de las praderas altas de la comunidad, y posiblemente en el futuro, la actividad ganadera colapsará de no adoptarse otras medidas de mitigación como las planteadas por este proyecto y similares que viene promoviendo el PRAA y Agrorural.4º Sistema de producción agrícola con uso inadecuado de tierras para la agricultura y la ganadería, sin respetar la CUM de tierras. Esta situación, viene acelerando la degradación de la calidad agrológica de suelos que se conoce como conflicto de uso de tierras. Tierras de la clase P y F se han incorporado a la agricultura temporal, debido a causas de: presión demográfica, demanda de producción alimentaria y por desinformación o desconocimiento sobre manejo de suelos y conservación de los mismos. Una de las pruebas fehacientes del uso inadecuado de las tierras por los agricultores de Acopalca, es su preferencia de uso de tierras forestales y de protección para su pastoreo por ser la actividad que más conocen por tradición ancestral. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 53
  • 54. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Frente a esta situación nuestra Consultoría tuvo que propiciar y realizar varias reuniones de información y sensibilización para que en Asamblea Comunal, la población decida destinar tierras para este proyecto de reforestación, lo cual consideramos que es un gran aporte nuestro a favor de la sostenibilidad del proyecto. Su relativa negativa inicial que luego fue totalmente superado, consideramos que tenía tres razones fundamentales: 1) Desconocimiento de las bondades de la producción y protección forestal en el mediano y largo plazo, 2) Desinformación e incipiente nivel de sensibilización sobre el tema “rol de la cobertura forestal en el proceso de adaptación al impacto del retroceso del glaciar de Huaytapallana y al cambio climático”, y 3) Concepto cortoplacista de ingresos económicos de beneficio inmediato como los obtenidos por sus actividades ganaderas con una saca anual entre 12 á 20% de la población ovina (Estadística Agraria, 2006).5º Escasa iniciativa del Estado para invertir en plantaciones forestales especialmente con fines de servicios ambientales. En las cuatro comunidades, no se hace inversión significativa en la forestación y reforestación con fines de protección, producción y de servicios ambientales. Lo cual limita hacer frente a la creciente demanda de productos forestales maderables y no maderables, a la recuperación o mantenimiento de ecosistemas de praderas, lagunas y bofedales de las subcuencas. Esta situación de falta de inversión con “perspectiva de adaptación al cambio climático” en las zonas de intervención, tiene como indicador el abandono de las infraestructuras de viveros forestales en Chamisería, Cullpa Alta y Acopalca y en las pocas áreas reforestadas no se cuenta con planes de manejo forestal actual.6º Deficiente sistema de desarrollo de capacidades comunales para una adecuada gestión de los recursos naturales y de la subcuenca. Que a su vez resulta de la interacción de otras causas fundamentales como: La débil organización rural en las 4 localidades beneficiarias; el 85% de las familias carecen de una capacitación técnica productiva y de un fortalecimiento organizacional para la gestión comunal; la asistencia técnica forestal es escasa en las cinco comunidades y zonas adyacentes; limitada o nula participación de la población en la gestión local planificada del recurso pastos y forestal; el 100% de las familias tienen escaso conocimiento e información generalizada y específica sobre temas de conservación y gestión sostenible de los recursos naturales, así como de protección ambiental. El concepto de “adaptación al cambio climático y de gestión integrada de la subcuenca”, por ahora, es casi nula o excepcionalmente incipiente en la mente de la población de las comunidades. Es débil la capacidad colectiva e individual de la parte alta de la subcuenca; en la parte baja ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 54
  • 55. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” están desarticuladas las instituciones, gremios y organizaciones usuarias del agua y los otras instituciones vinculadas con el tema del agua y la Subcuenca del Shullcas, debido a que sus visiones son sectoriales y no tienen un objetivo e interés comunes integrados en torno al hilo articulador que es el agua. Existe un Comité de Gestión de la Subcuenca del Río Shullcas, cuya presencia no tiene incidencia social, su capacidad de articulación e integración es muy débil, por lo tanto, la institucionalidad queda por desarrollarla en el futuro. En estas condiciones, no es factible –por ahora-implementar la gestión sostenible de la Subcuenca del Shullcas. Ante esta situación, este proyecto espera contribuir a mejorar la articulación interinstitucional y la participación de la población con acciones concretas como las planteadas en este Expediente Técnico. Es resumen, como resultado de las causas directas e indirectas arriba citadas, se tiene: Los escasos recursos forestales degradados y agravados en algunos casos por el sobre pastoreo que aceleran el proceso de erosión de suelos; el deterioro de la calidad de las tierras con disminución de la producción agrícola y forestal; deterioro del medio ambiente particularmente en las inmediaciones o corona del Huaytapallana; menor oferta de servicios ambientales de la foresta que limita tanto el secuestro del CO2 como la contribución a la mitigación del cambio climático. Finalmente los efectos se reflejan en el retraso socioeconómico y deterioro ambiental general de tales distritos, trayendo consigo un bajo nivel de vida de la población afectada.4.2. OBJETIVOS DEL PROYECTOFrente al problema y sus causas descritas en el punto anterior, el objetivo inicial planteadosegún el proyecto aprobado es la “Recuperación de los suelos de laderas de la Subcuencadel Río Shullcas”.En este punto como en el caso del problema central, el Consorcio SEPAR-DESCO, hace unanálisis ampliatorio y presenta como aporte para fines de este Expediente Técnico, que elproyecto no solamente recuperará suelos de laderas, sino que reforestará las tierras ycapacitará a los actores locales beneficiarios. Por lo tanto, la reforestación primeramentecontribuirá al objetivo de “mejorar la capacidad de adaptación de la población a los impactosde la deglaciación particularmente del Sistema Huaytapallana”, y contribuirá con la “mitigacióndel cambio climático”. En consecuencia, tanto la reforestación como el desarrollo de lascapacidades comunales y la sensibilización, es mejor visualizarlos como el reforzamiento a la ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 55
  • 56. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”resiliencia de los ecosistemas y economías de las Subcuencas del Shullcas y Yurajyacu ;finalmente, el resultado esperado del proyecto es que sirva la para “demostrar los costos ybeneficios del proceso de adaptación al cambio climático”; así mismo, sirva también, para quelas “implicancias del impacto del retroceso del glaciar de Huaytapallana” se integre en laplanificación regional, local e intersectorial con enfoque de gestión integrada de cuencashidrográficas y de adaptación al cambio climático; todo esto es concordante con la políticainicial del GOREJ y el marco conceptual del PRAA.Por ello a manera de mejora del Objetivo inicial, el Equipo Consultor del Expediente Técnicopropone precisarlo como el “Establecimiento de un sistema eficiente de recuperación ymanejo del potencial productivo de los recursos forestales, con el fortalecimiento decapacidades comunales para la adaptación al cambio del impacto del retroceso del glaciar deHuaytapallana y cambio climático articulando a la gestión integrada de la subcuenca del RioShullcas”.El objetivo del proyecto en el largo plazo, es también ofertar bienes directos: madera y leña, ycomo bienes indirectos: hongos microrríticos, pastos naturales recuperados asociados albosque y otros servicios indirectos o ambientales como: control de erosión de los suelos,incorporación de materia orgánica, regulación del régimen hidrológico superficial ysubterráneo, mitigación del cambio brusco de microclimas locales, captura de carbono,mejoramiento visual del paisaje y mejora del hábitat de la fauna, así como la recuperación delpotencial productivo del ecosistema local. Todo esto en conjunto, permitirán mejorar elbienestar de los beneficiarios del proyecto en la perspectiva de “adaptación al cambioclimático”.4.3. PRINCIPALES CARACTERISTRICAS DE LAS AREAS DE INTERVENCION 4.3.1. Características Biofísicas: Clima, zonas de vida y suelos A. CARACTERÍSTICAS DEL CLIMA El ámbito de las cinco comunidades campesinas beneficiarias se tuvo que hacer la evaluación y estimación mediante visitas de campo y uso de indicadores biológicos complementado con información secundaria existente in situ, encontrándose que existen condiciones climáticas con características relativamente moderadas para instalar macizos forestales con especies nativas y exóticas, desde los 3500 hasta los 4300 msnm. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 56
  • 57. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº 09: CARACTERISTICAS CLIMATICAS Y BIOLOGICAS POR ZONAS DE VIDA Características de los factores climáticos de la micro cuenca del Río ShullcasZonas de vida (Tossi, 1976, reajustado para fines de Tº Promedio (ºC) Precipitación Especies indicadoras este proyecto) Altitud media anual (msnm) Max. Mín. Nombre de especies (mm)Bosque seco-Montano Bajo Guinda, cultivo de trigo, maíz (caso del 3200-3450 17.5 8.6 780Tropical (bs-MBT) valle Mantaro) Lupinos sp (silvestre), Bacharis sp,Bosque húmedo Montano 3450-3870 13.5 4.2 850 Escallonia sp, Alnus sp, Culettia sp,Tropical (bh-MT) * “quinual”, etc. Stipa brachipylla, Festuca dolychophylla,Páramo muy húmedo- Scirpus sp, Poa sp, Trifolium peruvianum,Subalpino Tropical (pmh- 3870-4300 10.2 2.1 980 etc.SaT)  Calamagrostis sp, líquenes, algunasTundra pluvial – Alpino 4300-4620 6.1 0.7 1090 geraniáceas, “sumaysuncho”, “limaTropical (tp-AT) lima” , Stipa ichu y otrosNival tropical > 4600 Nevado de HuaytapallanaFUENTE: Elaboración: Estimado por Equipo Consultor, 2010, en base al Mapa Ecológico y Tesis de Floriberto Quispe C. UNCP, 1986. *= En la Subcuenca del Yurajyacu la zona de vida es bmh-MT y pmh-SaT. Los dos factores del clima como la biotemperatura (Tossi, 1976) y la precipitación (pp), son los más importantes porque determinan las zonas de vida, tipo de vegetación y las condiciones para el crecimiento y rendimiento biológico de las especies vegetales. Los valores estimados de biotemperatura y pp en base al mapa ecológico y los indicadores biológicos de cada zona de vida, se presentan en el cuadro Nº 09. B. CARACTERÍSTICAS DE LAS ZONAS DE VIDA: Fue necesaria la interpretación del mapa ecológico del sistema Holdridge, actualizado para el caso peruano por J. Tossi (1967), a fin de compatibilizar o confrontar con el tipo de uso actual y la misma dinámica de las actividades agropecuarias y forestales de las zonas a intervenir. Durante el estudio en toda la subcuenca, se han identificado 5 zonas de vida de acuerdo a ciertos indicadores biológicos (plantas tipo). Las características fundamentales de cada zona de vida y que fueron utilizados para este trabajo, son: La altitud (msnm), promedios anuales de biotemperatura, promedios anuales de precipitación y las especies o cultivos indicadores relacionadas con el tipo de riesgo climático (vulnerabilidad climática). De las 5 zonas de vida de la Microcuenca del Shullcas, el proyecto se ejecutará sólo en dos (2) de ellas: bh-MT y pmh-SaT. Se aclara además que en el lado del ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 57
  • 58. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Yurajyacu, se ejecutará en el bosque muy húmedo – Montano Tropical (bmh-MT) y páramo muy húmedo-Montano Tropical (pmh-MT). Las características principales de zonas de vida (bosque seco – Montano Bajo tropical (bs-MBT), bosque húmedo – Montano Tropical (bh-MT), páramo muy húmedo – Subalpino Tropical (pmh-SaT), tundra pluvial – Alpino Tropical (tp-AT) y Nival), para las comunidades evaluadas, son: La biotemperatura promedio máximo varía entre 6.1 y 17.5 ºC y el promedio mínimo entre 0.7 y 8.6 ºC. Las especies forestales que se utilizarán estarán entre el promedio mínimo de 2.1ºC y promedio máximo de 13.5ºC La precipitación oscila entre 780 mm (bs-MBT) y 1090 mm (tp-AT). La humedad relativa varía entre promedios de 45 (bs-MBT) y 80% (tp-AT) dependiendo de la época del año en el sotavento, mientras que en el barlovento donde se ubica Yurajyacu (bmh-MT y pmh-MT) la humedad ambiental varía entre 55 y 86%. La variable humedad ambiental es tan importante para la producción agropecuaria como para la reforestación y para el mantenimiento del régimen de humedad en el sistema del nevado de Huaytapallana, principalmente en el lado oriental o barlovento del nevado. Se debe indicar que el riesgo de sequía y helada es de moderada a severa desde las partes bajas hacia las partes altas del lado occidental de la subcuenca en tanto que en el lado oriental es menor este riesgo debido a la mayor cantidad de humedad atmosférica. En las inmediaciones de Huaytapallana, los vientos corren de oriente a occidente, esta característica hace que la humedad que asciende de la selva alta subiendo (efecto Foehn3) a través de las zonas de vida: pluviales, muy húmedas del premontano y del montano, llegan a alimentar de nieve y lluvias al sistema3 Efecto Foehn: La topografía obliga a la masa de aire a ascender, condensando el vapor de agua y dando lugar a lluvias orográficas (efecto barrera). A sotavento el aire ya seco desciende rápidamente aumentando la presión atmosférica y la temperatura (efecto Foehn) (Wikipedia, Feb. 2010) La masa de aire caliente y húmedo en la medida que asciende por el barlovento del Huaytapallana desciende su presión y temperatura, expandiéndose adiabáticamente. Esta expansión es suficiente para alcanzar y superar el punto de condensación, dando lugar a la formación de nubes y precipitación en mayor cantidad a barlovento, llegando a la cima del nevado una masa de aire con menor humedad (efecto Foehn). Por la observación in situ, se pudo ver que la masa de nube que asciende por el barlovento, alcanza las cumbres o picos del Huaytapallana y logra avanzar hacia el sotavento unos 500 a 1200 m y la nube termina tornándose claro y finalmente disipándose totalmente. Esto explicaría que el aire húmedo al pasar del barlovento al sotavento pierde humedad por miscibilidad con aire más seco, disminuyendo su temperatura por compresión, lo cual también explicaría la menor cantidad de precipitación de nieve y proceso de ablación mayor en el sotavento (F. Quispe, 2010). ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 58
  • 59. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Foto que ayuda explicar el efecto Foehn: De derecha a izquierda, la primera vista muestra el ascenso de la nube abarlovento (lado de Yurajyacu hacia la amazonía), en la segunda se ve la nube ya cercano al pico de Huaytapallana en lasinmediaciones de la laguna Yanacocha, y la tercera presenta ya una nube más clara y rala que gana el pico delHuaytapallana, avanza un poco a sotavente (donde predomina el aire seco) y vuelve a evaporarse. Esta información de temperatura, precipitación, humedad relativa y el viento son muy importantes para que el nevado se recargue (acumulación), para la escorrentía superficial y subsuperficial de las Subcuencas del Shullcas y el Yurajyacu. La observación de estas imágenes intertemporales de 4 décadas (1976, 1985 y 2005), muestra un retroceso del glaciar de Huaytapallana; esta tendencia ayuda explicar que efectivamente en el sistema de los andes hay una disminución de la superficie de los nevados en aproximadamente un 25 (INRENA, 2008); sin embargo no se cuenta con información sobre el tipo de impactos negativos sobre los ecosistemas, las economías y la conducta antrópica. Estos temas son materia de investigación para fines de inserción en los planes de “adaptación al cambio climático”. La disponibilidad de agua, será útil para dotar de agua que requerirá la plantación y la rehidratación del hidroabsorvente que se aplicará al momento de plantar para mitigar el estrés hídrico en los meses de fuerte sequía entre mayo y agosto. C. CARACTERÍSTICAS DE LOS SUELOS DEL AREA DEL PROYECTO: El presente estudio tiene como objetivo dar a conocer los diferentes tipos de uso de suelos, representados cartográficamente a escala de 1:60000. La metodología utilizada está basada en los criterios establecidos por la Unión Geográfica Internacional (UGI). ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 59
  • 60. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”La clasificación de la cobertura vegetal y su descripción respectiva se basa en unacombinación de conceptos fisonómicos, climáticos y florísticos. En el ámbito de lasubcuenca se han identificado las siguientes unidades de cobertura vegetal: Áreas decultivo, Áreas reforestadas, Pastos naturales, Arbustos y Áreas sin vegetación y dosunidades adicionales ocupadas por lagunas y áreas urbanas. De las cuales, destacanpor su extensión e importancia agropecuaria: Pastos Naturales y las Áreas de cultivo. CUADRO Nº C.1: Uso Actual de Tierras. USO ACTUAL DE TIERRAS SUPERFICIE DESCRIPCION SIMBOLO Ha. % AGRICOLA: Reúnen condiciones ecológicas que permiten la remoción periódica y continuada del suelo para el sembrío de Aa plantas herbáceas y semiarbustivas de corto período vegetativo, Ar 1,593.00 7.46 bajo técnicas económicamente accesibles a los agricultores del As lugar, sin deterioro de la capacidad productiva del suelo, ni alteración del régimen hidrológico de la subcuenca. PASTOREO: Son aquellas que no reúnen las condiciones ecológicas mínimas requeridas para cultivos en limpio o permanentes, pero que permiten su uso continuado o temporal Pa 17,273.60 80.91 para el pastoreo, bajo técnicas económicamente accesibles a los Pn agricultores del lugar, sin deterioro de la capacidad productiva del recurso, ni alteración del régimen hidrológico de la Subcuenca. FORESTAL: No reúnen las condiciones ecológicas requeridas para su cultivo o pastoreo, pero permiten su uso para la producción de maderas y otros productos forestales, siempre que Fa 259.70 1.22 sean manejadas en forma técnica para no causar deterioro en la capacidad productiva del recurso ni alterar el régimen hidrológico de la subcuenca. PROTECCION: Están constituidas por aquellas que no reúnen las condiciones ecológicas mínimas requeridas para cultivos, X 1,018.40 4.76 pastoreo, producción forestal. Otras áreas (Ríos, lagunas, zona urbana). 1,207.30 5.65 TOTAL 21,352.00 100.00C.1 EVALUACIÓN DE USO ACTUAL DE TIERRAS:La evaluación del uso actual tiene como objetivo fundamental proporcionar lainformación básica sobre cómo se viene utilizando actualmente las tierras y suscaracterísticas edafológicas del área de la Subcuenca del Río Shullcas, para lo cual seha tomado en cuenta los aspectos más relevantes en cuanto al estado físico-morfológico, propiedades químicas, fertilidad y aptitud agronómica.La Subcuenca del Río Shullcas presenta áreas que vienen siendo usadasactualmente para cultivos agrícolas, producción forestal, pastoreo, protección y comootras áreas (zona urbana, ríos, lagunas), las cuales se resumen en la siguiente figura: ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 60
  • 61. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Figura Nro. 01: Uso actual de tierras.El uso de tierras para la agricultura es reducida, pues representa un 7% referente alárea total de la subcuenca, esto se debe principalmente a las limitantes de relievetopográfico y condiciones climáticas, que conjuntamente con la altura de la zona,juegan un papel importante. Las tierras de uso actual para producción forestal tambiénson escasas, solo representan aproximadamente un 1.22% que equivale a decir259.70 ha. Las tierras donde se viene practicando pastoreo extensivo son las demayor representación con un 81% y de protección 5%. Es importante señalar que lamayor extensión está relacionada con la principal actividad que es la ganadería,principal fuente de ingreso en la zona alta de Acopalca e inclusive parte alta de CullpaAlta.Cabe aclarar que el uso actual de tierras es bastante diferenciado con la clasificaciónsegún capacidad de uso mayor (CUM), debido a que el primero no respeta los criteriostécnicos (edáficos y ecológicos) de uso potencial, más responde a factores como:Presión demográfica de las comunidades, demanda de producción de alimentos(cultivos agrícolas) por las familias, presión del mercado local como Huancayo, ydesconocimiento técnico sobre conservación y manejo de sus suelos.Para fines del presente proyecto, el uso actual de tierras requiere de enmiendasagronómicas incorporando guano de corral descompuesto, fertilizantes fosfatados ynitrogenados, hidroabsorvente y prácticas de conservación de suelos. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 61
  • 62. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Áreas de cultivos agrícolas (Aa, Ar y As):Abarca una superficie de 1593.0 ha, correspondiente al 7.46% del área total de lasubcuenca. Se localiza en los sectores de relieve suave a moderado de los fondos delvalle, pero también en aquellos de relieve inclinado (laderas de Acopalca, Vilcacoto,Cullpa Alta, Cochas Chico y Cochas Grande).Este tipo de tierras se usa en forma rotativa o anualmente, observándose que endeterminada época del año se encuentra en descanso (si no cuenta con riego). Sepresenta desde los primeros niveles de la subcuenca (cauce del río Mantaro) hastaaproximadamente los 3,700 msnm. Los principales cultivos que se desarrollan son:papa, maíz, trigo, cebada, arvejas, habas, hortalizas, pastos (alfalfa, avena, Dactylis,etc.). La tecnología usada para conducir estos cultivos se puede considerar comointermedia, utilizándose maquinarias (tractores) como arados de tracción animal parapreparar los terrenos. Como cercos vivos de las áreas de cultivo, existen árboles de"eucalipto" Eucalyptus globulus, este sistema si bien protege a los cultivos de posiblesvientos, su presencia es más perjudicial que benéfico, porque ocasiona mucha sombralos que inciden directamente en el desarrollo de las plantas por recibir menos horas deluz (menos fotoperíodo y menos producción); el diámetro de las copas, así como laextensión de las raíces, quitan espacio al área de cultivo, se ha calculado entre tres acuatro metros a ambos lados del cerco de área desperdiciada.Áreas reforestadas Fa:Se localizan más arriba de las áreas de cultivos agrícolas, sobre las laderas,aproximadamente sobre los 3,300 hasta los 4,000 msnm, ocupan una superficie de259.70 ha, que representa el 1.22 % del área total de la subcuenca.Comprenden áreas reforestadas con la especie "eucalipto" Eucalyptus globulus y“Pino” Pinus radiata, formando de esta manera macizos o bosques siempre verdes.El "eucalipto" es una especie que en el medio se ha desarrollado favorablemente endistintos tipos de suelo, incluso en aquellos donde el afloramiento lítico es mayor,logrando que las raíces se introduzcan por las hendiduras de las rocas.Estas áreas boscosas constituyen un buen potencial en cuanto a la producción demadera y sus múltiples usos, así como para leña, construcción, usos medicinales,entre otros. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 62
  • 63. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Área de pastoreo (Pa y Pn):Esta unidad de uso ocupa una superficie de 17,273.60 ha, que representa el 80.91 %del área total de la microcuenca. Altitudinalmente se localiza sobre los 3,800 hastaaproximadamente los 4,700 msnm.El tipo de cobertura vegetal ha sido definido por su fisonomía constituida mayormentepor gramíneas alto andinas del tipo "Pajonal" que forman matas gruesas y altas (< 1m), con hojas punzo cortantes cuando están maduras, asociadas a gramíneas,pegadas al piso tipo "césped". Entre los géneros más comunes se puede citar a Stipa,Festuca, Calamagrostis, Poa, etc.Es común encontrar en determinados sitios, de manera dispersa algunas plantasarbustivas y semi arbustivas conviviendo con las herbáceas anteriormentemencionadas, tales como: "taya" Bacharis tricuneata "ancoquishca" Opuntia flocuosa,"Chegche", Berberis lutea, "canlli" Margyricarpus sp y otras especies.Actualmente estas áreas vienen siendo utilizadas para el pastoreo extensiva deovinos, vacunos y camélidos sudamericanos en forma continua y simultanea, razónpor las que están degradadas; donde se práctica comúnmente quemas con la finalidadde aprovechar los rebrotes tiernos. Por otro lado, las matas gruesas y altas de algunasespecies del pajonal son muy usados por los pobladores del lugar para el techado decasas y chozas, ya que los animales consumen solamente las partes más verdes ytiernas de las praderas.Manejo actual de las pasturas naturales:Sistemas de pastoreo:Un sistema puede dar buenos resultados desde el punto de vista de la productividadanimal, sin embargo, la planta y el suelo puede verse afectados paulatinamente. Loque se debe es tratar de lograr la formulación de planes de manejo equilibrados, quesean ecológicamente adecuados y económicamente factibles. En el área en estudio,se ha podido diferenciar dos sistemas de pastoreo: continuo y rotativo. El Pastoreocontinuo es propio de las comunidades campesinas y da lugar a que el ganadodivague sin ningún control en busca de los pastos de su mayor preferencia. Esteefecto de selectividad, produce la exterminación de especies forrajeras de buenascaracterísticas, que cuando llegan a extinguirse dejan áreas “calvas” o desnudadasque se constituyen en focos de inicio de procesos erosivos. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 63
  • 64. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Pastoreo rotativo,Es un sistema de pastoreo más organizado, consiste en rotar las áreas de pastoreocada cierto tiempo; esta práctica es escasamente practicada en Acopalca.Quema de pastizales:Se quema principalmente los pastos de porte alto que se agrupan en pajonales (ichu,huamanpinta, chillhuar, etc.). La quema es una práctica común del manejo tradicionalde pastizales, y tiene como finalidad habilitar para el aprovechamiento del ganado losrebrotes de los pastos que son muy suculentos; sin embargo esta práctica tieneconsecuencias negativas en la densidad, vigor y composición de las especiesvegetales. En la zona alta del Shullcas, esta práctica es repetida con ciertaperiodicidad lo cual ha afectado a la cobertura vegetal, quedando reducida a nivelesmínimos y el suelo queda expuesto a la erosión hídrica y eólica.Áreas de protección (X)Ocupa una superficie de 1,018.40 ha, que representa el 4.76 % del total de lasubcuenca. Se localiza más en las partes medias casi encañadas y de fuertespendientes o picos de cerros en las zonas altas, donde las diferentes formas de vidason limitadas, donde mayormente predomina los afloramientos rocosos y fragmentosgruesos: gravas, guijarros, piedras y rocas. En esta clase están también las que seencuentran cubiertos casi permanentemente de nieve.Otras áreasComprende 1,207.30 ha, que representa el 5.65% de espacios ocupadas por la zonaurbana, ríos, lagos y lagunas. METODOLOGÍA UTILIZADA PARA LA EVALUACIÓN DEL USO ACTUAL:a. Materiales: Plano topográfico de la subcuenca de Shullcas, mapa ecológico del Perú a escala 1/1’000,000 con su respectiva memoria descriptiva (ONERN, 1976), mapa base a escala 1/25 000 y mapa satelital. Otros materiales como tarjetas de descripción de perfiles, ácido clorhídrico diluido al 15%, tabla Munsell de color de suelo, GPS, cinta métrica, equipo necesario para toma de muestras (tarjetas de identificación de muestras, bolsas de plástico, cuchillo, picota, auger, etc.).b. Metodología propiamente dicha: La metodología utilizada en la elaboración del presente estudio de suelos ha seguido las normas y procedimientos establecidos en el "Soil Survey Manual (1993, Handbook Nº 18)" y "Soil Taxonomy (2005 del Departamento de Agricultura de los Estados Unidos de Norte América)", así como ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 64
  • 65. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” los del "Reglamento de Clasificación de Tierras del Ministerio de Agricultura del Perú (2009)”.c. Etapas de Trabajo: Se describe las técnicas y procedimientos empleados en cada una de las etapas: Etapa preliminar de Gabinete, que comprende acopio de la información existente, el material cartográfico y se procesó de acuerdo al propósito del estudio. Etapa de Campo, se realizó el reconocimiento preliminar del área de estudio con el propósito de efectuar una descripción relieve, pendiente del terreno, formas de uso de la tierra más relevante y zonas de vida ecológicas, en esta etapa se hizo el mapeo Sistemático y recolección de muestras; es decir caracterizando y calificando los principales factores edáficos, igualmente se caracterizó el área de acuerdo al uso actual y la caracterización de los factores edáficos de acuerdo al Reglamento de Clasificación de tierras del Perú. Etapa de Laboratorio, se hizo en el Laboratorio de Análisis de Suelos y Fertilizantes de la Facultad de Agronomía de la Universidad Nacional del Centro del Perú, en donde se efectuó los análisis de caracterización correspondientes según los métodos siguientes: Análisis mecánico (textura): Método del hidrómetro (Bouyoucos) pH : Método de potenciómetro, relación suelos-agua 1:2,5 Materia orgánica : Método de Walkley Black Fósforo disponible : Método Olsen modificado Potasio disponible : Método de Peech C.E. (Salinidad) : Método del Conductometro C.I.C. : Método del Acetato de Amonio pH 7 Carbonatos : Método del Gasometro. Acidez Cambiable : Método del ClK 1N Color del Suelo : Tabla Munsell Etapa final de Gabinete: Comprende el proceso de reajuste con la información obtenida del examen morfológico y los resultados de laboratorio, se estableció los trazos definitivos de las unidades de mapeo y su descripción. Complementariamente se realizó la interpretación práctica de las unidades edáficas identificadas en términos de aptitud potencial, incluyendo su denominación, simbología, leyendas, gráficos, mapas y elaboración de la memoria explicativa final. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 65
  • 66. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº C.2: Resultados de los Análisis físico químico de los suelos en estudio. Ac. pH C.E. CIC M.0. P K Arena Limo Arcilla ClaseNº Lugar 1:2,5 Cam. Textural mS/cm Cmol/kg Cmol/kg % ppm ppm % % %PERFILES DE CALICATAS:1 COCHAS CHICO BAJA FCO 6.54 0.301 0.00 5.1 2.70 22.72 260 36.16 34.00 29.84 (0 – 30 cm) ARCILLOSA COCHAS CHICO BAJA2 6.00 0.321 0.00 10.8 1.35 4.40 240 32.00 52.72 15.28 FCO LIMOSO (30 – 80 cm) COCHAS CHICO BAJA FCO3 6.23 0.250 0.00 8.3 0.95 4.24 230 32.44 31.72 35.84 (80 - MAS) ARCILLOSA COCHAS CHICO FCO4 4.28 0.161 3.00 5.9 1.76 16.09 150 38.72 28.72 32.56 MEDIA (0 – 30 cm) ARCILLOSA COCHAS CHICO FCO5 4.41 0.225 2.00 9.4 0.14 1.70 120 35.44 28.00 36.56 MEDIA(30 – 60 cm) ARCILLOSA COCHAS CHICO FCO6 4.85 0.167 1.50 8.0 0.27 14.64 180 36.00 29.44 34.56 MEDIA (60 - MAS) ARCILLOSA ACOPALCA I7 4.27 0.208 3.00 12.2 8.92 8.17 140 27.44 54.00 18.56 FCO LIMOSO (0 – 50 cm) ACOPALCA I8 5.47 0.320 0.40 5.1 0.54 0.73 250 64.16 20.00 15.84 FCO ARENOSA ( 50 - MAS) ACOPALCA II FCO9 4.42 0.353 2.50 11.2 5.00 4.13 130 43.44 28.00 28.56 (0 – 40 cm) ARCILLOSA ACOPALCA II FCO10 4.61 0.294 1.70 15.2 4.33 16.63 150 39.44 22.00 38.56 (40 – 90 cm) ARCILLOSA VILCACOTO FCO11 5.30 0.374 0.50 10.4 1.35 5.75 220 34.72 34.72 30.56 (0 – 60 cm) ARCILLOSA VILCACOTO FCO12 6.32 0.235 0.00 7.2 0.54 14.85 260 32.88 32.00 35.12 (60 – 90 cm) ARCILLOSA UÑAS FCO13 6.72 0.342 0.00 8.0 2.84 0.19 280 36.00 29.44 34.56 (0 – 70 cm) ARCILLOSA UÑAS FCO14 6.59 0.283 0.00 6.7 0.14 0.09 270 32.72 28.44 38.84 (70 - MAS) ARCILLOSAMUESTRAS ADICIONALES PARA REFORESTACION: COCHAS CHICO15 4.56 0.208 1.70 9.6 2.70 0.19 170 28.72 53.72 17.56 FCO LIMOSO (0 – 30) Clase F CULLPA MEDIA A3 FCO16 4.81 0.160 1.50 6.4 1.35 2.62 160 34.88 34.00 31.12 (0 – 30 cm) ARCILLOSA ACOPALCA CHOZA17 5.26 1.071 0.60 18.4 10.55 14.75 250 41.28 39.44 19.28 FRANCO Clase F - P(0 - 45) ACOPALCA Y.YACU18 4.24 1.129 3.10 12.5 6.50 6.39 140 49.28 30.72 20.00 FRANCO Clase F y P( 0 - 60) El análisis físico químico nos sugiere en forma general, que es necesario adicionar buenas dotaciones de materia orgánica, para mantener las características productivas de estos suelos, de acuerdo a su CUM, de manera sostenible, excepto en los suelos de Acopalca que presentan contenidos altos de materia orgánica producto de la acumulación por la baja tasa de mineralización a consecuencia de las bajas temperaturas y la altitud del lugar. No presentan problemas de salinidad, requieren aplicación de fuentes nitrogenadas y fosforadas principalmente para el establecimiento de las especies forestales. pH del suelo: La medida del pH nos ha proporcionado los criterios necesarios para la apreciación de que los suelos que van desde neutros a ligeramente ácidos así como muy ácidos siendo muy importante su conocimiento para realizar la instalación de las diferentes especies vegetales (cultivos, pastos y especies forestales). A valores de pH < ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 66
  • 67. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” de 5,5 se presentan los problemas de acidez del suelo básicamente por la presencia de Aluminio (Al+3) en la solución suelo que reduce en el crecimiento de las raíces y problemas de desarrollo radicular y de las plantas; siendo necesario realizar encalados o buscar plantas que se adapten a las condiciones de pH (suelos ácidos y muy ácidos). Capacidad de Intercambio Cationico (CIC): La CIC nos proporciona los criterios necesarios para la apreciación de que los suelos van desde valores bajos a medios (caso de Acopalca). En su mayoría son bajos lo que nos indica que los suelos requieren de un manejo especial para elevar dichos valores que están asociados directamente al contenido de arcilla y materia orgánica del suelos, siendo necesario por lo tanto realizar aportes importantes de materia orgánica descompuesta (estiércoles). Color del suelo: El contenido en materia orgánica confiere a los suelos colores que varían de marrón amarillento, pardusco amarillento en seco a marrón amarillento oscuro, en función del material originario; también, existen suelos (Acopalca) de color gris oscuro, donde el principal factor es la acumulación de materia orgánica en el horizonte superficial debido a la baja tasa de mineralización producto de las bajas temperaturas y la altitud. Cuadro Nº C.3: Color de suelos analizados (Tabla Munsell). Lugar EN SECO NOTACION EN HUMEDO NOTACIONCOCHAS CHICO BAJA (0 MARRON AMARILLENTO MARRON AMARILLENTO 10 YR 4/6 10 YR 3/4– 30 cm) OSCURO OSCUROCOCHAS CHICO BAJA MARRON AMARILLENTO 10 YR 5/4 MARRON AMARILLENTO 10 YR 4/4(30 - 80 cm) OSCUROCOCHAS CHICO BAJA MARRON AMARILLENTO 10 YR 7/6 AMARILLENTO 10 YR 4/6(80 - MAS) OSCUROCOCHAS CHICO MEDIA PARDUSCO MARRON AMARILLENTO 10 YR 6/6 10 YR 4/4(0 - 30 cm) AMARILLENTO OSCUROCOCHAS CHICO MEDIA PARDUSCO MARRON AMARILLENTO 10 YR 6/6 10 YR 4/4(30-60 cm) AMARILLENTO OSCUROCOCHAS CHICO 10 YR 7/6 AMARILLENTO 10 YR 5/6 MARRON AMARILLENTOMEDIA(60 - MAS)ACOPALCA I 10 YR 2/1 10 YR 4/1 GRIS OSCURO MARRON MUY OSCURO(0 - 50 cm)ACOPALCA I MARRON CLARO 10 YR 7/2 GRIS LIGERO 10 YR 6/4(50 - MAS) AMARILLENTOACOPALCA II 10 YR 5/4 MARRON AMARILLENTO 10 YR 3/3 MARRON OSCURO(0 – 40 cm)ACOPALCA II MARRON GRISÁCEO 10 YR 4/2 10 YR 2/1 MARRON MUY OSCURO(40 – 90 cm) OSCUROVILCACOTO MARRON AMARILLENTO 10 YR 5/6 MARRON AMARILLENTO 10 YR4/4(0 – 60 cm) OSCUROVILCACOTO MARRON AMARILLENTO 10 YR 5/6 MARRON AMARILLENTO 10 YR 4/4(60 – 90 cm) OSCUROUÑAS MARRON AMARILLENTO 10 YR 5/3 MARRON 10 YR 4/4(0 – 70 cm) OSCUROUÑAS 10 YR 7/6 AMARILLENTO 10 YR 5/6 MARRON AMARILLENTO(70 - MAS)COCHAS CHICO MARRON AMARILLENTO 10 YR 5/4 MARRON AMARILLENTO 10 YR 4/4 (0 - 30) Clase F OSCURO ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 67
  • 68. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CULLPA MEDIA MARRON AMARILLENTO 10 YR 7/6 AMARILLENTO 10 YR 4/6 A3 (0 – 30 cm) OSCURO ACOPALCA CHOZA MARRON MARRON GRISÁCEO MUY 10 YR 5/3 10 YR 3/2 (0 – 45 cm) OSCURO ACOPALCA YURAC 10 YR 4/1 GRIS OSCURO 10 YR 2/1 MARRON MUY OSCURO YACU (0 – 60 cm)Textura de los suelos: Los suelos son de textura media a fina con clases que van de Francoa Franco Arenosas, Franco Arcillosas siendo importante asociar directamente el contenido dearcilla con la materia orgánica de los suelos; la textura del suelo nos da pautas de manejo delmismo en sus diferentes labores culturales de la producción agrícola.Fertilidad Química de los Suelos: La fertilidad química (ver cuadro Nº 2) se encuentracaracterizado por presentar en general una fertilidad baja. Los suelos mayormente contienenmateria orgánica baja, contenido de medio a bajo de fósforo disponible y contenidos medios aaltos de potasio disponible. Los suelos de Acopalca contienen niveles altos de materiaorgánica pero bajos contenidos de fósforo y potasio disponibles teniendo problemas deacidez cambiable requieren de un manejo adecuado de las fertilizaciones para un mejoraprovechamiento.DESCRIPCIÓN DE LOS PERFILES MODALES DE SUELOSSUELO DE ACOPALCA I (MEDIA) Clasificación : Soil Taxonomy (1994): ENTISOLES Capacidad de Uso Mayor : PASTOS (P3) Fisiografía : Ladera de Montaña Pendiente : 65% Zona de Vida : Páramo muy húmedo - Subalpino Tropical Material Madre : areniscas/cuarcitas Vegetación : Descanso Drenaje : Bueno UTM. : 0489552 – 08675774 Horizonte Profundidad/cm DESCRIPCIÓN Franco Limoso; gris oscuro en seco a marrón muy oscuro en húmedo; A0 0 -50 estructura granular, reacción acida (pH 4.27), Permeabilidad buena, contenido alto de materia orgánica; Límite de horizonte gradual. Franco Arenosa; gris ligero en seco a marrón claro amarillento en húmedo; R 50–MAS estructura granular; reacción acida (pH 5.47); permeabilidad buena; bajo en materia orgánica; límite de horizonte claro. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 68
  • 69. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Foto Nº 01: Perfil de Calicata Nº 01 en Acopalca en la parte media. UTM: 489552-8675774 Horizonte A Horizonte R Cuadro Nº C.4: Resultados de los Análisis físico químico de los suelos. Ac. pH C.E. CIC M.0. P K Arena Limo Arcilla Clase Nº Lugar Cam. 1:2,5 Textural mS/cm Cmol/kg Cmol/kg % ppm ppm % % % PERFIL DE LA CALICATA: ACOPALCA I A 4.27 0.208 3.00 12.2 8.92 8.17 140 27.44 54.00 18.56 FCO LIMOSO (0 – 50 cm) ACOPALCA I R 5.47 0.320 0.40 5.1 0.54 0.73 250 64.16 20.00 15.84 FCO ARENOSA ( 50 - MAS)SUELO DE ACOPALCA II (BAJA) Clasificación : Soil Taxonomy (1994): INCEPTISOLES Capacidad de Uso Mayor : FORESTAL (F2) Fisiografía : Ladera de Montaña Pendiente : 45% Zona de Vida : Páramo muy húmedo - Subalpino Tropical Material Parental : Arenisca Vegetación : Descanso Drenaje : moderado UTM : 0488396 – 08674635 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 69
  • 70. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Horizonte Profondidad/cm DESCRIPCIÓN A 0 - 40 Franco arcillosa; marrón amarillento en seco a marrón oscuro en húmedo; estructura granular, reacción acida (pH 4.42), Permeabilidad buena, contenido alto de materia orgánica; Límite de horizonte gradual. B 40 - 90 Franco arcillosa; Marrón grisáceo oscuro en seco a marrón muy oscuro en húmedo; granulado; firme; reacción neutra (pH 4.61); permeabilidad bueno; alto en materia orgánica; límite de horizonte claro. R 90 A MAS Lecho rocoso. Foto Nº 02: Perfil de Calicata Nº 02 en Acopalca en la parte baja. UTM: 488396- 8674635 Horizonte A Horizonte B Horizonte R Cuadro Nº C.5: Resultados de los Análisis físico químico de los suelos. Ac. pH C.E. CIC M.0. P K Arena Limo Arcilla Clase Nº Lugar Cam. 1:2,5 mS/ Textural Cmol/kg Cmol/kg % ppm ppm % % % cm PERFIL DE CALICATA: ACOPALCA II FCO A 4.42 0.353 2.50 11.2 5.00 4.13 130 43.44 28.00 28.56 (0 – 40 cm) ARCILLOSA ACOPALCA II FCO B 4.61 0.294 1.70 15.2 4.33 16.63 150 39.44 22.00 38.56 (40 – 90 cm) ARCILLOSASUELO VILCACOTO: Clasificación : Soil Taxonomy (1994): INCEPTISOLES Capacidad de Uso Mayor : CULTIVOS EN LIMPIO (A2) Fisiografía : Ladera de Montaña Pendiente : 50 % Zona de Vida : Páramo húmedo - Subalpino Tropical Material Parental : arenisca/limonita Vegetación : Descanso Drenaje : moderado UTM : 0481124 – 08671963 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 70
  • 71. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Horizonte Profondidad/cm DESCRIPCIÓN A 0 - 60 Franco arcillosa; marrón amarillento en seco a marrón amarillento oscuro en húmedo; estructura de bloques sub angulares, reacción ácida (pH 5.30); contenido bajo de materia orgánica; límite de horizonte gradual. B 60 – 90 Franco arcillosa; marrón amarillento en seco a marrón amarillento oscuro en húmedo; estructura de bloques sub angulares; permeabilidad buena; reacción ligeramente ácida (6.32). Límite de horizonte claro. R 90 – MAS Presencia de roca con fragmentos gruesos en el perfil. Foto Nº 03: Perfil de Calicata Nº 01 en Vilcacoto en la parte media. UTM: 481124- 8671963 Horizonte A Horizonte B Horizonte R Cuadro Nº C.6: Resultados de los Análisis físico químico de los suelos. Ac. pH C.E. CIC M.0. P K Arena Limo Arcilla ClaseNº Lugar Cam. 1:2,5 Textural mS/cm Cmol/kg Cmol/kg % ppm ppm % % %PERFIL DE CALICATA: VILCACOTO FCOA 5.30 0.374 0.50 10.4 1.35 5.75 220 34.72 34.72 30.56 (0 – 60 cm) ARCILLOSA VILCACOTO FCOB 6.32 0.235 0.00 7.2 0.54 14.85 260 32.88 32.00 35.12 (60 – 90 cm) ARCILLOSASUELO UÑAS Clasificación Natural : Soil Taxonomy (1994): ENTISOLES Capacidad de Uso Mayor : CULTIVOS EN LIMPIO (A2(r)) Fisiografía : ladera de Montaña Pendiente : 35% Zona de Vida : bosque húmedo Montano Tropical Material Parental : limonita - rocas sedimentarias Vegetación : cultivo maíz. UTM : 0480400 – 08671918 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 71
  • 72. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Horizonte Profondidad/cm DESCRIPCIÓN A 0 - 70 Franco arcillosa; marrón en seco a marrón amarillento oscuro, en húmedo; estructura granular medio, reacción ligeramente ácida (pH 6.72) Contenido medio de materia orgánica; permeabilidad buena. Limite de horizonte gradual. R 70- MAS Franco arcillosa; amarillento en seco a marrón amarillento en húmedo; permeabilidad buena ; reacción ligeramente ácida (pH 6.59); bajo contenido de materia orgánica .Horizonte claro. Foto Nº 04: Perfil de Calicata Nº 01 en Uñas en la parte baja. UTM: 480400 -8671918 Horizonte A Horizonte R Cuadro NºC.7: Resultados de los Análisis físico químico de los suelos. Ac. pH C.E. CIC M.0. P K Arena Limo Arcilla ClaseNº Lugar Cam. 1:2,5 Textural mS/cm Cmol/kg Cmol/kg % ppm ppm % % %PERFIL DE CALICATA: UÑASA 6.72 0.342 0.00 8.0 2.84 0.19 280 36.00 29.44 34.56 FCO ARCILLOSA (0 – 70 cm) UÑASR 6.59 0.283 0.00 6.7 0.14 0.09 270 32.72 28.44 38.84 FCO ARCILLOSA (70 - MAS)SUELO COCHAS CHICO (MEDIA) Clasificación Natural : Soil Taxonomy (1994): INCEPTISOLES Capacidad de Uso Mayor : PASTOS (P3) Fisiografía : ladera de montaña Pendiente : 35 % Zona de Vida : bosque húmedo Montano Tropical Material Parental : limonita Vegetación : Descanso. UTM : 0479911 – 08673708 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 72
  • 73. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Horizonte Profondidad/cm DESCRIPCIÓN A 0 - 30 Franco arcillosa; pardusco amarillento en seco a marrón amarillento oscuro en húmedo; estructura en bloques angulares reacción muy acida (pH 4.28); drenaje moderada; Contenido bajo de materia orgánica. Límite de horizonte gradual. B 30 - 60 Franco arcillosa; pardusco amarillento en seco a marrón amarillento oscuro en húmedo; estructura de bloques sub angulares, reacción muy acida (pH 4.41); drenaje moderada; Contenido bajo de materia orgánica. Límite de horizonte gradual. C 60 – mas Franco arcilloso; amarillento en seco a marrón amarillento en húmedo; estructura de bloques sub angulares, reacción acida (pH 4.85); contenido bajo de materia orgánica. Limite de horizonte claro. Foto Nº 05: Perfil de Calicata Nº 01 de Cochas Chico en la parte media del lugar. UTM: 47991-8673708 Horizonte A Horizonte B Horizonte C Cuadro Nº C.8: Resultados de los Análisis físico químico de los suelos. Ac. pH C.E. CIC M.0. P K Arena Limo Arcilla ClaseNº Lugar Cam. 1:2,5 mS/ Textural Cmol/kg Cmol/kg % ppm ppm % % % cmPERFIL DE CALICATA: COCHAS CHICO FCOA 4.28 0.161 3.00 5.9 1.76 16.09 150 38.72 28.72 32.56 MEDIA (0 – 30 cm) ARCILLOSA COCHAS CHICO FCOB 4.41 0.225 2.00 9.4 0.14 1.70 120 35.44 28.00 36.56 MEDIA(30 – 60 cm) ARCILLOSA COCHAS CHICO FCOC 4.85 0.167 1.50 8.0 0.27 14.64 180 36.00 29.44 34.56 MEDIA (60 - MAS) ARCILLOSASUELO COCHAS CHICO (BAJA) Clasificación Natural : Soil Taxonomy (1994): INCEPTISOLES Capacidad de Uso Mayor : CULTIVOS EN LIMPIO (A3) Fisiografía : suave ondulado Pendiente : 15 % Zona de Vida : bosque húmedo Montano Tropical Material Parental : coluvio- aluvial Vegetación : descanso UTM : 0479243 – 08673221. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 73
  • 74. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Horizonte Profondidad/cm DESCRIPCIÓN A1 0 - 30 Franco arcillosa; marrón amarillento oscuro en seco y en húmedo; estructura de bloques sub angulares; reacción neutra (pH 6.54); contenido medio de materia orgánica; drenaje moderado; Límite de horizonte gradual. AB 30 – 80 Franco limoso; marrón amarillento en seco a marrón amarillento oscuro en húmedo; estructura de bloques sub angulares, reacción ligeramente acida (pH 6.00); bajo contenido de materia orgánica; drenaje moderado; Límite de horizonte gradual. B 80 – MAS Franco arcilloso; amarillento en seco a marrón amarillento oscuro en húmedo; reacción neutra (pH 6.23); bajo contenido de materia orgánica; Límite claro. Foto Nº 06: Perfil de Calicata Nº 02 de Cochas Chico en la parte baja. UTM: 479243- 8673221 Horizonte A1 Horizonte AB Horizonte B Cuadro Nº C. 9: Resultados de los Análisis físico químico de los suelos. Ac. pH C.E. CIC M.0. P K Arena Limo Arcilla Clase Nº Lugar Cam. 1:2,5 Textural mS/cm Cmol/kg Cmol/kg % ppm ppm % % %PERFIL DE CALICATA:A1 COCHAS CHICO BAJA FCO. 6.54 0.301 0.00 5.1 2.70 22.72 260 36.16 34.00 29.84 (0 – 30 cm) ARCILLOSA COCHAS CHICO BAJAAB 6.00 0.321 0.00 10.8 1.35 4.40 240 32.00 52.72 15.28 FCO LIMOSO (30 – 80 cm) COCHAS CHICO BAJA FCO. B 6.23 0.250 0.00 8.3 0.95 4.24 230 32.44 31.72 35.84 (80 - MAS) ARCILLOSA C.2 CLASIFICACIÓN DE TIERRAS SEGÚN SU CAPACIDAD DE USO MAYOR (CUM): Teniendo como información básica el aspecto edáfico procedente, es decir la naturaleza morfológica, física y química de los suelos identificados, así como el ambiente ecológico en que se desarrolla, se ha determinado la máxima vocación de las tierras en cada zona de vida, y con ello, las predicciones de su comportamiento. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 74
  • 75. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Esta sección constituye la parte interpretativa de la clasificación de tierras, en la que se suministra la información que expresa el uso adecuado de las mismas para fines agrícolas, forestal, pecuarios y de protección, así como las prácticas de manejo y conservación que eviten su deterioro. El sistema de clasificación adoptado se basa en criterios edáficos y ecológicos según zonas de vida, tomando como guía el Reglamento de Clasificación de Tierras del Ministerio de Agricultura del Perú, en términos Capacidad de Uso Mayor, según Decreto Supremo N° 017-AG, del 01 de Setiembre del 2009. DESCRIPCIÓN DE UNIDADES DE CAPACIDAD DE USO MAYOR A continuación se describen las tierras clasificadas a nivel de Grupo, Clase y Sub Clase de Capacidad de Uso Mayor determinadas en el área del proyecto de reforestación y en forma aproximada en las partes altas por encima de los 4200 msnm. Cabe indicar que en la clasificación se ha tratado de llegar hasta la calidad agrológica (1, 2 y 3) así como identificar algunos factores limitantes como la profundidad efectiva del suelo (s), pendiente o topografía (e) y el clima (c); las calidades agrológicas 2 y 3 están asociadas a dos o más de estos factores limitantes. La superficie y porcentaje de las diferentes categorías clasificadas se muestran en el Cuadro N° 10, y su distribución cartográfica se muestra en el Mapa de Capacidad de Uso Mayor a escala 1:25,000. Cuadro Nº C.10: Unidades Cartográficas de Capacidad de Uso Mayor. CAPACIDAD DE USO MAYOR DE LAS TIERRAS SUPERFICIE SIMBO DESCRIPCIÓN LO ha % UNIDADES NO ASOCIADASTierras aptas para cultivo en limpio, calidad agrologica media. A2 850.60 3.98Tierras aptas para cultivo en limpio, calidad agrológica media y riego. A2(r) 755.20 3.54Tierras aptas para cultivo en limpio, calidad agrológica baja. A3 11.0 0.05Tierras aptas para pastoreo, calidad agrològica alta. P1 145.9 0.68Tierras aptas para pastoreo, calidad agrológica media. P2 13 081.60 61.27Tierras aptas para pastoreo, calidad agrológica baja. P3 90.42 0.42Tierras aptas para producción forestal, calidad media. F2 58.0 0.27Tierras aptas para producción forestal, calidad baja. F3 67.0 0.31Tierras de protección. X 1 037.5 4.86Ríos, lagos, lagunas. 249.90 1.17Área urbana U 590.90 2.77 UNIDADES ASOCIADASTierras aptas para pastoreo, calidad agrologica baja; asociadas con P3-X 2 012.5 9.43tierras de protección. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 75
  • 76. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Tierras aptas para la producción forestal, calidad agrologica media; F2-F1 240.6 1.13asociadas con tierras de producción forestal de calidad agrologica alta.Aptas para la producción forestal, calidad agrologica media; asociadas 6.56 F2-F3 1 401.4con tierras de producción forestal de calidad agrologica baja.Tierras aptas para la producción forestal, calidad agrologica baja; F3-X 106.60 0.50asociadas con tierras de protección.Tierras de protección; asociadas con tierras de producción o protección X-F3 351.0 1.64forestal de calidad agrologica baja.Tierras de protección, asociadas con tierras aptas para pastoreo, calidad X-P3 302.0 1.41agrologica baja. TOTAL 21 352.0 100.00 TIERRAS APTAS PARA CULTIVO EN LIMPIO (A): Ocupan una superficie de 2,065.1 ha (9.32%), incluye aquellas tierras que presentan las mejores características edáficas, topográficas y climáticas de la zona, para el establecimiento de una agricultura de tipo intensivo, en base a especies anuales de corto período vegetativo, adaptados a las condiciones ecológicas de la subcuenca. Dentro de este grupo se ha determinado la clase de capacidad de uso mayor A2 y A3. Clase A2: Ocupa una superficie de 990.3 ha (4.47%). Agrupa tierras de calidad agrológica media, con características apropiadas para la explotación agrícola con prácticas moderadas de manejo y conservación de suelos; sus limitaciones están referidas principalmente al factor edáfico y el riego. Representan las mejores tierras del área de estudio. Están ubicados en la parte baja sobre superficies planas a ligeramente inclinadas. Dentro de esta Clase se ha determinado las Sub Clase de Capacidad de Uso Mayor: A2 (r). Sub-clase A2(r): Ocupa una superficie de 1,063.8 has. (4.80%). Agrupa tierras de calidad agrológica media, con suelos de textura media a moderadamente fina, con drenaje natural bueno a moderado; de reacción ligeramente ácida a neutra. Cuentan con riego. Limitaciones de Uso: Las mayores limitaciones de uso de estas tierras están referidas, principalmente, a la fertilidad natural, generalmente media a baja, determinada por contenidos: medios a bajos de materia orgánica y nitrógeno disponible, bajo de fósforo disponible y alto de potasio disponible. Lineamientos de Uso y Manejo: La utilización de estas tierras para la producción de cultivos anuales es en forma intensiva y económicamente rentable. Requiere de moderadas medidas de manejo y conservación de suelos, mediante la aplicación ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 76
  • 77. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”racional y balanceada de fertilizantes químicos nitro-fosfo-potásica, acorde con unprevio análisis de fertilidad para incrementar y mantener la fertilidad natural,incorporaciones de materia orgánica en sus diversas formas, para mejorar lascondiciones físico-mecánicas, químicas y retentivas de humedad de los suelos, sedeben considerar un adecuado programa de rotación de cultivos adaptados a lascondiciones ecológicas de la zona. Asimismo es necesario implementar sistemas deriego tecnificado, tanto para la conducción del agua de riego como para la aplicaciónde la misma en los campos de cultivo.Especies Recomendables: Dadas las condiciones ecológicas y edáficas, serecomienda la siembra de los siguientes cultivos: maíz, papa y hortalizas.Clase A3: Ocupa una superficie de 11.0 ha (0.05%). Agrupa tierras que presenta bajacalidad agrológica para la fijación de cultivos intensivos, con limitaciones, por lo querequieren de prácticas intensivas de manejo y conservación de suelos, a fin deasegurar una producción económica en forma continuada. Presentan limitaciones decarácter edáfico y topográfico, principalmente.Limitaciones de Uso: Las limitaciones más importantes de estas tierras estánreferidas al factor pendiente y edáfico, debido a las condiciones de gravosidad yfertilidad natural generalmente baja a media expresado por su contenidos bajo amedio de materia orgánica, bajo de nitrógeno total y bajo de fósforo disponible, asícomo la disponibilidad de agua de riego.Lineamientos de Uso y de Manejo: La producción de cultivos en estas tierras estásupeditada al manejo de la pendiente y las características de los suelos, se deberárealizar labores cuidadosas e intensas, tales como aradura adecuada, con sembríosde contorno o curvas a nivel, en terrazas o andenes, a fin de evitar problemas deerosión. En estas tierras, en lo posible se debe evitar el aprovechamiento directo oextensivo de los forrajes cultivados como Rye grass o alfalfa, debido al riesgo a laerosión por el pisoteo del ganado en las estructuras del suelo, siendo lo másrecomendable la modalidad de corte; en caso contrario, se deberá realizar unadecuado control de la carga animal y evitar el sobrepastoreo.Especies Recomendables: Se recomienda la siembra de trigo, papa y pastoscultivados como Rye gras o alfalfa. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 77
  • 78. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”TIERRAS APTAS PARA PASTOREO (P): Ocupa una superficie de 13,474.9 ha(60.77%). Estas tierras, por sus limitaciones edáficas, topográficas y climáticas comola P2 y P3, no son aptas para cultivos intensivos ni permanentes, pero si para elpastoreo, ya sea en base al aprovechamiento de las pasturas naturales temporales opermanentes, o aquellos mejorados, adaptados a las condiciones ecológicas de lazona. Dentro de este grupo se ha determinado las clases de capacidad de uso mayorP1, P2 y P3.Clase P1: Ocupa una superficie de 145.9 ha (0.66 %). Agrupa aquellas tierras decalidad agrológica alta, de aptitud para pasturas. Con prácticas moderadas de manejoy conservación de suelos, se puede desarrollar una actividad pecuaria rentable. Selocalizan en la parte media de la subcuenca sobre superficies ligeramente inclinadas ainclinadas.Clase P2: Ocupa una superficie de 13,238.6 ha (59.70 %). Agrupa aquellas tierras decalidad agrológica media, de aptitud limitada para pasturas, que sin embargo, conprácticas moderadas de manejo y conservación de suelos, se puede desarrollar unaactividad pecuaria rentable. Las limitaciones que presentan estas tierras son decarácter topográfico, edáfico y climático. Se localizan en la parte alta y media de lasubcuenca sobre superficies ligeramente inclinadas a inclinadas.Limitaciones de Uso: Están relacionados básicamente con el factor edáfico, debidoprincipalmente a su fertilidad natural media a baja, por deficiencias principalmente defósforo y a veces nitrógeno, por la topografía, mal drenaje y por el factor climático(bajas temperaturas, frígidos a gélidos).Lineamientos de Uso y Manejo: La utilización de estas tierras para el mantenimientoy explotación de una ganadería económicamente rentable requiere de un manejoracional de las pasturas. Las especies nativas deberán ser conservadas y mejoradas,elevando su capacidad productiva mediante la aplicación de algunas medidas oprácticas culturales que ayuden a mantener, o en el mejor de los casos, incrementar lafertilidad natural de estas tierras, mediante la propagación de leguminosas como eltrébol u otras similares, previa evaluación de las zonas. Se recomienda un manejo queevite el sobrepastoreo, estableciendo potreros cercados para una determinada cargaanimal (UO/ha-año), con una rotación adecuada como el sistema de rotación radial,que consiste en efectuar rotaciones con cuatro o cinco potreros, de los cuales por lomenos tres o cuatro son pastoreados, mientras que uno descansa por lo menosdurante cuatro meses cada año y en diferentes estaciones, de manera que después ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 78
  • 79. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”de cuatro o cinco años se consigue una rotación completa. Con esta práctica se podráincrementar la producción forrajera y por consiguiente la soportabilidad de laspasturas; evitando su degradación y facilitando su recuperación.Por las condiciones climatológicas de páramo y tundra, que imperan en el área dedistribución de estas tierras, se debería incentivar el fomento de una ganaderíabasándose en camélidos como la alpaca y vicuña, por la alta demanda de su fibra, y/orazas de ovinos adaptados, que sean de alto rendimiento en lana y carcasa.Especies Recomendables: Se recomienda seleccionar especies de pastos nativosexistentes, con fines de investigación, para escoger y determinar las especies demejor rendimiento y calidad ya sea gramíneas o leguminosas para su propagaciónfutura de acuerdo a las condiciones edáficas y ecológicas y la palatabilidad, como losgéneros y especies: Festuca, Bromus, Poa, Muhlembergia, Trifolium, Vicia, Eragrostis,Calamagrostis cephalanta, Calamagrostis ovata, Festuca orthophylla y Calamgrostisheterophylla, entre otras; así como promover la introducción de pastos exóticosadaptados sea leguminosa y/o gramíneas de alto valor nutritivo, pero teniendo cuidadoen mantener las especies nativas.Clase P3: Ocupa una superficie de 90.4 ha (0.41 %). Está conformada por tierras debaja calidad agrológica, apropiadas para el pastoreo extensivo, pero con prácticasintensivas de manejo y conservación de suelos. Incluye suelos de relieves ligeramenteinclinados a empinados con pendientes de 2 a 50%.Limitaciones de Uso: Las limitaciones de mayor importancia están referidas a latopografía, debido a la pendiente empinada de las laderas donde se localizan lossuelos. Esta incide directamente en pérdida de su capa superficial, por efecto de lagravedad y la escorrentía superficial, favorecida por la falta de una adecuadacobertura vegetal. La baja fertilidad natural constituye otra limitación importante debidoa las deficiencias nutricionales, especialmente nitrógeno y fósforo; así como lapresencia de fragmentos gruesos en algunos sectores, tanto dentro como sobre elperfil, o la presencia de un contacto lítico que reduce o limita el volumen útil del suelo.Lineamientos de Uso y Manejo: Se recomienda evitar la excesiva carga animal, elsobre pastoreo, la tala indiscriminada de las especies arbustivas existentes y evitar lasprácticas tradicionales de quema, que si bien favorece un rebrote vigoroso de laspasturas de raíces permanentes, sin embargo elimina aquellas de mejor calidadpalatable, facilitando a su vez la rápida pérdida de nutrientes contenidos en las ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 79
  • 80. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”cenizas ya sea por lixiviación o lavaje; este efecto aumenta conforme se incrementa lapendiente del terreno. Asimismo, en aquellas áreas de difícil propagación de pastosmejorados, se recomienda mantener, conservar y propagar las pasturas nativas demejor calidad palatable.Asimismo, y con el objeto de disminuir la escorrentía superficial y aumentar lainfiltración del agua de Iluvia y con ello, la humedad del suelo, permitiendo un mejordesarrollo de los pastos, se recomienda la construcción de zanjas de infiltración enaquellas laderas que permitan su instalación, cuyo diseño y distribución esconveniente precisar en el campo.Especies Recomendables: Dada las características de estas tierras se recomiendamantener y/o mejorar el pasto natural, mediante la colección y selección de aquellaspasturas de mejor calidad palatable, tales como: Festuca dolichophylla, Poaaequigluma, Calamagrostis ovata, Calamagrostis heterophylla, Alchemilla pinnata,Muhlembergia lígularis, Eragrostis sp, Poa gymnantha, Nassella publiflora,Piptochaetum panicoides, etc., entre las más importantes.TIERRAS APTAS PARA PRODUCCIÓN FORESTAL (f): En forma homogénea sonpocas las áreas, más están en forma de asociaciones entre calidad agrológicas o conotro Grupos de Tierras. Así se tiene un total de 2,224.6 ha (10.41% de la subcuenca),desagregado en: 58 ha de F2, 67 de F3, 240.6 de F2-F1, 1,401.4 de F2-F3, 106.6 deF3-X y 351 de X-F3. Las tierras F2, F3 y las asociaciones con X, tiene sus limitacionesedáficas, topográficas y climáticas, no son aptas para cultivos intensivos, permanentesni pastoreo, pero si son apropiadas para la producción de madera y otros productosforestales, para no causar deterioro en la capacidad productiva del recurso ni alterar elrégimen hidrológico de la subcuenca, con especies adaptados a las condicionesecológicas de la zona como el quinual, ccolle, aliso, chachacomo, etc.NOTA IMPORTANTE SOBRE LAS TIERRAS GEORREFERENCIADAS PARA ELPROYECTO:1) Cabe indicar que para fines de este Expediente Técnico, de estas tierras, y en algunos casos, de una superficie aproximada del 25% (278.6 ha) de las asociaciones X-P3 (302 ha) y P3-X (2,012.5 ha), se utilizarán para alcanzar la meta de 1900 ha para el proyecto. El total de área disponible es aproximadamente 4539.1 ha, que representa la demanda total, de la cual el proyecto cubrirá sólo la brecha faltante para alcanzar la meta de 1900 ha. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 80
  • 81. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”2) De acuerdo a la georreferenciación, se tiene 2110.14 ha, de las cuales 1900 ha es para destinar al proyecto y 210.14 ha (10%) se descuenta por considerar rocosidades y otras áreas sin aptitud potencial. Así mismo existen tres lugares ubicados como áreas de “reserva” que deberá hacerse el replanteo necesario antes o durante la ejecución del proyecto, estas áreas de reserva se encuentran en: Frente de la piscigranja cerca a Acopalca, 44.03 ha, en Tinco 54.92 ha y en Yurajyacu 100 ha, tal como está señalado en el mapa de tratamientos del proyecto.Clase F2: Ocupa una superficie de 58.0 has. (0.27 %). Agrupa aquellas tierras decalidad agrológica media, que con prácticas moderadas de manejo y conservación desuelos, se puede desarrollar una actividad forestal rentable. Las limitaciones quepresentan estas tierras son de carácter topográfico, edáfico o climático para especiesno adaptadas, principalmente. Se localizan en la parte alta y media de la subcuencasobre superficies ligeramente inclinados a inclinadas.Limitaciones de Uso: Las limitaciones de uso están relacionados básicamente con elfactor edáfico, debido principalmente a su fertilidad natural media a baja, pordeficiencias principalmente de fósforo y a veces nitrógeno, por la topografía, maldrenaje y por el factor climático, por la incidencia de bajas temperaturas, climasfrígidos a gélidos; así como la falta de agua en las épocas de estiaje.Lineamientos de Uso y Manejo: La utilización de estas tierras para el mantenimientoy explotación forestal económicamente rentable requiere de un manejo sostenible delos bosques establecidos. Estas tienen como base especies nativas y exóticas quedeberán ser conservadas, elevando su capacidad productiva mediante la aplicación dealgunas medidas o prácticas culturales que ayuden a mantener o mejorar la fertilidadnatural de estas tierras.Especies Recomendables: Se recomienda realizar una colección y selección deespecies forestales, con fines de producción y otros de protección, de acuerdo a lascondiciones edáficas y ecológicas, se sugieren algunas especies como: Quinual,ccolle, aliso, quishuar y chachacomo; y exóticas como: el pino hasta no más arriba delos 4050 msnm, y en las quebradas, máximo hasta los 4100 msnm, esto es tomandoen cuenta una buena plasticidad adaptativa de esta especie observada en la zona.Estas tierras se destinarán para producción forestal de baja intensidad y deprotección. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 81
  • 82. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Clase F3: Ocupa una superficie de 67.0 ha (0.31 %). Está conformada por tierras debaja calidad agrológica, apropiadas para la producción forestal, tiene limitacionesorden topográfico (pendientes de moderada hasta empinada), drenaje y climático.Aquí se incluye los denominados bosques de producción en baja intensidad. Selocalizan en la parte media y media-alta.Limitaciones de Uso: Las limitaciones de mayor importancia están referidas a latopografía, que incide directamente en pérdida de su capa superficial por efecto de lagravedad y la escorrentía superficial, favorecida por la falta de una adecuadacobertura vegetal. La baja fertilidad natural constituye otra limitación importante debidoa las deficiencias nutricionales, especialmente fósforo; así como la presencia defragmentos gruesos en algunos sectores.Lineamientos de Uso y Manejo: Se recomienda evitar el ingreso de animales en losprimeros años de plantación y la tala indiscriminada de las especies arbustivasexistentes. Para mantener o mejorar la capacidad productiva o de soporte de estastierras y poder lograr una utilización adecuada, se recomienda seguir todas lasprácticas culturales y sugerencias hechas para la subclase anterior. Asimismo, serecomienda la construcción de zanjas de infiltración en aquellas laderas que permitansu instalación, cuyo diseño y distribución es conveniente precisar en el campo por elEnte Ejecutor y aporte de mano de obra la comunidad.Especies Recomendables: Dada las características de estas tierras se recomiendaespecies nativas quinual, colle y la especie exótica pino, entre las más importantes.Igualmente, estas tierras se destinarán a la producción forestal de baja intensidad oprotección forestal.TIERRAS DE PROTECCIÓN (X).: Abarca una extensión de 1,037.5 has. (4.86%).Incluye aquellas tierras con limitaciones edáficas, climáticas y topográficas extremas(pendientes abruptas muy empinadas). Presentan rocosidades, pedregosidades,cuerpos de agua, etc, que las hacen inapropiadas para la explotación agropecuaria yforestal, quedando relegadas para otros propósitos, como por ejemplo áreasrecreacionales, zonas de protección de vida silvestre, plantaciones forestales con finesde protección de la subcuenca, lugares de belleza escénica, etc.ASOCIACIONES: Abarca una extensión de 4,414.1 ha (19.93%) las que seencuentran dispersas y conformadas por áreas de pendientes ligeramente inclinada ainclinadas, suelos superficiales, con cárcavas y áreas con pedregosidad superficialdel cuaternario. Susceptibles a la erosión y problemas de excesivo drenaje. Entre las ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 82
  • 83. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”principales asociaciones que se encuentran en la zona de estudio son: P3-X, X-P3,F2-F1, F3-F2, F3-X y X-F3.Algunas características físico químicas de estos suelos son: Materia orgánica quevaría entre 0.14 y 6.5%, fósforo entre 0.19 y 16 ppm, Ph entre 4.5 y 5.5, y suelospredominantemente de textura franco arcillosos. Así mismo, de acuerdo a los análisis,predominan los suelos pobres o deficientes en fósforo y nitrógeno; esta es una de lasrazones para presupuestar fosfato diamónico en el Expediente Técnico.Finalmente, se reitera que de estas asociaciones, las cuatro últimas y algunasporciones de las dos primeras asociaciones (25% del área), se utilizarán para las 1900ha de este proyecto.EXPLICACIÓN DEL MAPA DE CAPACIDAD DE USO MAYOR:El mapa denominado "Mapa de Capacidad de Uso Mayor" publicado a escala1:50000, suministra información de carácter práctico, netamente interpretativa, basadaen la aptitud natural que poseen las tierras para soportar sosteniblemente undeterminado uso, sea agrícola, pastoreo, forestal y/o protección, y muestra ladistribución espacial de las diferentes unidades de capacidad de uso determinadas deacuerdo con el Mapa de Suelos y al Sistema de Clasificación utilizada.La representación de las diferentes unidades de capacidad de uso establecidas a nivelde sub clase está representada mediante un símbolo alfa numérico, donde la primeraletra mayúscula A, P, C, F, X, indica el Grupo de Capacidad (Cultivo en Limpio, CultivoPermanente, Pastoreo, Producción Forestal y Protección), seguida por un númeroarábigo (1, 2 y 3) que indica la Clase o Calidad Agrológica (Alta, Media y Baja),seguida a continuación por tres o cuatro letras minúsculas s, e, c, w, que indican laslimitaciones o deficiencias de uso, que definen a la sub clase (suelo, erosión, clima,drenaje). Para fines del Expediente Técnico, sólo se indican las calidades agrológicas.C.3 TIPOS DE SUELOS SEGÚN SU ORIGEN:Teniendo en cuenta los diversos tipos de materiales parentales que han dado origen alos suelos de la zona estudiada, se presenta a continuación un esquema general delpatrón distributivo de los suelos: ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 83
  • 84. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Suelos derivados de materiales aluviales: Se han originado a partir de depósitosaluviales transportados y depositados por el Río Shullcas y por las quebradasafluentes. Constituyen suelos sin desarrollo genético, con perfiles estratificados yubicados en terrazas plano inclinadas. Son de texturas moderadamente gruesas agruesas, con cantos rodados en el perfil, de reacción neutra a acida, buen drenaje ybuena fertilidad natural, caso de pañaspampa, Cullpa Baja y Vilcacoto.Suelos derivados de materiales coluvio-aluviales: Estos suelos se han originado apartir de materiales sedimentarios holocénicos recientes y sub-recientes, de variadalitología, principalmente conformados por areniscas, gneiss, y lutitas, transportados ydepositados en forma local por la acción combinada del agua de escorrentía y lagravedad. Se distribuyen en las partes altas y medias de las formaciones montañosas,constituyendo generalmente, depósitos plano ondulados, depósitos de ladera ysuperficies depresionadas, con pendientes de 2 a 50 %. Los suelos se encuentran sindesarrollo o con incipiente desarrollo genético, de morfología irregular,moderadamente profundos a muy superficiales, textura variable, de reaccióngeneralmente ácida, mayormente con presencia de materiales gruesos angulosos ysemi-angulosos de diverso tamaño dentro del perfil, en proporciones variables. Seencuentran ocupando posiciones fisiográficas de laderas de montañas y colinas, piede montes y superficies onduladas. Estos suelos se distribuyen en forma dispersa entodo el ámbito de la subcuenca.Suelos derivados de materiales residuales: Estos suelos se han originado in situ apartir de rocas sedimentarias del Jurásico, Cretáceo y Terciario, de litología deAreniscas y Lutitas. Se distribuyen en las partes altas y medias de las formacionesmontañosas, conformando generalmente, depósitos plano ondulados, depósitos deladera y superficies depresionadas, con pendientes de 15 a más de 50%. Estáconformada por suelos sin desarrollo genético o con incipiente desarrollo del mismo,de morfología irregular, moderadamente profundos a muy superficiales, texturavariable, de reacción generalmente ácida. Se encuentran ocupando posicionesfisiográficas de laderas de montañas y superficies plano onduladas. Estos suelos sedistribuyen en forma dispersa en todo el ámbito de la subcuenca.EVALUACIÓN DEL RECURSO FORESTALEn el ámbito del proyecto, se ha realizado la evaluación de las plantaciones enmacizos (no incluye las plantaciones en cercos) que existen en las comunidades deAcoplaca, Cullpa Alta, Vicacoto, Cochas chico y Cochas Grande. La superficie ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 84
  • 85. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” evaluada alcanza una oferta forestal actual de 275.32 ha, con árboles predominantemente jóvenes de eucalipto 96% y el 4% representado por pinos, alisos y quinual. En las plantaciones de eucaliptos, los diámetros de mayor frecuencia oscilan entre 14 y 24 cm (70% de las plantaciones), aproximadamente el 12% tienen diámetros mayores a 24 cm pero no más de 40 cm; mientras que el 18% de los árboles tienen diámetros menores a 14 cm. Existen plantaciones tiernas no inventariables en aproximadamente 38 ha. Foto: Evaluación del recurso forestal en la parte alta de las comunidades de Cochas Grande y Cullpa Alta,4.3.2. Características Socio económicas y Culturales A. Características socio culturales La Subcuenca del Shullcas, comprende los distritos Huancayo y El Tambo, los que a su vez albergan ocho centros poblados: en la margen izquierda están Acopalca, Chamisería, Vilcacoto y Uñas de Huancayo, y en la derecha Cochas Chico, Cochas Grande, Cullpa Alta y Cullpa Baja que pertenecen al distrito El Tambo. Huaytapallana significa “Lugar en donde se recolectan flores” y proviene de dos voces quechuas Huayta = Flor y Pallana = Recolectar. Este nombre proviene por la costumbre que tienen los habitantes del valle de ir en grandes grupos a esta zona a recoger flores de “sumaysunchu”, “lima lima” y “wila wila” (flores que solo crecen al pie de los nevados además del ichu, ocsha, abuelos, etc.) con los que adornan sus sombreros para las fiestas de Taita Shanti, fiesta que se realiza en el mes de julio en honor al Apóstol Santiago, patrón tutelar de los animales. Para Semana Santa también se utilizan las flores del “sumaysunchu” para elaborar las coronas y cruces para las procesiones del Santo Sepulcro y el Pascualito Wanka y en Navidad para decorar los nacimientos. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 85
  • 86. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Para llegar a estos nevados, es necesario, según creencia de los naturales del lugar,realizar un pago a la tierra o pagapu, el mismo que consiste en pagar al cerromediante un ritual en el que se fuma cigarrillos Inca, se chaccha coca, se bebeaguardiente, se encienden velas (una por cada asistente) y se ofrenda flores, frutas,alimentos, vinos entre otros, los mismos que se depositan en huecos que seencuentran entre las rocas o junto a las apachetas (montículos de piedra). Este pagose realiza al nevado para pedir su protección en cuanto a salud, negocios, viajes, amor, entre otros, además para pedir que el clima sea propicio y deje observar los nevados y sus lagunas. Este rito es oficiado por un Laya (sacerdote andino) en torno a una organización comunal que se daba entre los habitantes. A través de la subcuenca fluye el Rio Shullcas que está en la vertiente oriental del Valle cuyas aguas desembocan en el rio Mantaro que constituye el principal rio del Valle del mismo nombre. El Río Shullcas en todo su trayecto alcanza una longitudaproximada de 35,9 Km que da posibilidades al asentamiento de diferentespoblaciones rurales y urbanas, entre ellas el propio Huancayo capital deldepartamento de Junín.El caudal del Shullcas es permanente. Por su cauce discurre agua durante todo elaño, los mayores registros ocurren durante los meses de enero-marzo y la época deestiaje ocurre en el invierno (junio-agosto). Así el recurso agua es abundante y segenera por el sistema natural, sin la aparente intervención de la población local, peroque esta misma estaba agradecida por ello y por ello el Huaytapallana, determinócaracterísticas culturales en la zona para resguardar este sistema hidrogeográficoconsiderado por los ancestros como el dios tutelar de los Wankas. Es evidente ladisminución del glaciar y eso posiblemente exprese los bajos niveles de recolecciónde agua de las lagunas y de los caudales de los ríos en particular del Shullcas. A suvez se evidencian sus efectos en las condiciones sociales. Ello tiene dos causascentrales el mayor deshielo en las zonas nevadas y que los agricultores no hacen usode riego tecnificado y poca reforestación. Generalmente se desarrolla el riego porinundación y eso genera que se desperdicie el agua y no tienen zonas de contención ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 86
  • 87. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”natural del agua. Asimismo sus hogares no cuentan con adecuadas condiciones de unuso adecuado del agua. En consecuencia la organización social rural de las zonasaltas organiza sus sistemas de pastos naturales y productivos y de sobrevivencia enfunción a ello.Efectivamente la organización socio productiva y de sobrevivencia depende de estelíquido elemental. Por un lado, los Comités de regantes están siempre atentos a lasposibilidades de mejorar a través de canales de riego para sus zonas agrícolas quedepende de las épocas de lluvias o riego por gravedad. Por otra parte las aguas delRío Shullcas son utilizadas por cientos de personas todos los días para actividadescomo lavado de ropa por no tener distribución de agua en sus hogares, produciendola contaminación de las aguas del rio.En la parte baja o curso inferior, es decir en el cono de deyección del Río Shullcas, laciudad de Huancayo, el rio se constituye en la principal fuente de abastecimiento deagua potable para la población urbana a través de la planta de tratamiento de SEDAMHuancayo con una dotación promedio 400 litros por segundo.Hay que señalar que según informe de la Defensoría el conflicto por el agua se vahaciendo evidente cuando las Comisiones y Juntas de Regantes de los pobladoresrurales entraron en controversia con la Empresa SEDAM – Huancayo por ladistribución del agua del Río Shullcas.Pero también en la parte baja la falta de cultura ambiental de las autoridades,empresas y los ciudadanos implica que arrojen las aguas servidas y desechosurbanos al Río Shullcas, así como los desechos industriales de las pequeñasmicroempresas textiles, haciendo que éste se encuentre muy contaminado. Noobstante que hay diferentes informaciones sobre la contaminación aún no hay datoscerteros sobre los grados de contaminación a la que se ha llegado.La población en la Subcuenca del Shullcas: Para caracterizar a la poblaciónreferida al estudio se enfocó en las condiciones de los principales centros pobladosdel distrito de Huancayo y el Tambo, esto es Acopalca y Vilcacoto en el distrito deHuancayo, y Cullpa Alta, Cochas Grande y Cochas Chico para el distrito de El Tambocomo se muestra en el siguiente cuadro. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 87
  • 88. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº A.1. Centros poblados Distrito Centro poblado Acopalca HUANCAYO Vilcacoto Cochas Grande TAMBO Cochas Chico Cullpa AltaA su vez estos centros poblados (CCPP) son comunidades donde la propuesta seejecutará.Los aspectos demográficos: En estos CCPP viven 4,515 habitantes, 48% de los cualesson varones y 52% son mujeres como se aprecia en el cuadro siguiente, con un promediode un poco más de 900 habitantes por CCPP. Esta es una tendencia que se evidencia endiferentes comunidades del país y de la región. Ello se puede deber a la migraciónprogresiva que hacen los varones y a la mayor capacidad de las mujeres para asumirresponsabilidades de productoras en las zonas rurales. Cuadro Nº A.2. Total de habitantes en los 5 CCPP Género Total % Hombre 2,185 48% Mujer 2,330 52% Total 4,515 100% Fuente: INEI 2007En el siguiente cuadro apreciamos salvo Cullpa Alta, que en todos los demás CCPP, tieneuna mayor cantidad de mujeres. También se aprecia que el principal CCPP por habitanteses Cochas Chico seguido de Cullpa Alta, llamando la atención la escasa población enAcopalca, Vilcacoto y Cochas Grande. Cuadro Nº A.3. Total de habitantes por CCPP Distrito de Huancayo Distrito de Tambo Cochas Cochas Acopalca Vilcacoto Cullpa Alta Grande Chico Total % Total % Total % Total % Total %Hombre 266 46% 244 45% 266 46% 820 49% 589 51%Mujer 318 54% 295 55% 307 54% 847 51% 563 49%Total 584 100% 539 100% 573 100% 1,667 100% 1,152 100% ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 88
  • 89. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Llama también la atención la estructura de la población en Acopalca, respecto a los demáscentros poblados, pues evidencia que la población joven de 20 a 29 años es escasa, a suvez en esta comunidad a partir de los 40 años el número de mujeres sobresale por encimade los varones, lo que explica la gran cantidad de mujeres en los talleres que tuvimos y loque deja en evidencia la escasa estabilidad de los jóvenes en este centro poblado y portanto en la propia comunidad para asumir responsabilidades de trabajo directo.Es oportuno señalar que será indispensable por tanto tener muy en cuenta a las mujeresen general para cualquier labor en estos centros poblados o comunidades. Gráficos con la estructura poblacional por grupos quinquenales en los CCPPs CCPP Acopalca CCPP Vilcacoto 85 a 89 85 a 89 80 a 84 80 a 84 75 a 79 75 a 79 70 a 74 70 a 74 65 a 69 65 a 69 60 a 64 60 a 64 55 a 59 55 a 59 50 a 54 50 a 54 Edad grupo 45 a 49 45 a 49 quinquenal 40 a 44 40 a 44 Hombre Edad grupo Hombre 35 a 39 35 a 39 Mujer quinquenal Mujer 30 a 34 30 a 34 25 a 29 25 a 29 20 a 24 20 a 24 15 a 19 15 a 19 10 a 14 10 a 14 5a9 5a9 0a4 0a4 0 20 40 60 80 100 0 20 40 60 80 Número de pobladores Número de pobladores CCPP Cochas Grande CCPP Cochas Chico CCPP Cullpa Alta 95 a 99 90 a 94 95 a 99 90 a 94 85 a 89 90 a 94 85 a 89 80 a 84 85 a 89 80 a 84 75 a 79 80 a 84 75 a 79 75 a 79 70 a 74 70 a 74 70 a 74 65 a 69 65 a 69 65 a 69 60 a 64 60 a 64 60 a 64 55 a 59 55 a 59 55 a 59 50 a 54 Edad grupo 50 a 54 Edad grupo Edad grupo 50 a 54 45 a 49 quinquenal 45 a 49 quinquenal quinquenal 45 a 49 Hombre Hombre Hombre 40 a 44 40 a 44 40 a 44 Mujer 35 a 39 Mujer Mujer 35 a 39 35 a 39 30 a 34 30 a 34 30 a 34 25 a 29 25 a 29 25 a 29 20 a 24 20 a 24 20 a 24 15 a 19 15 a 19 15 a 19 10 a 14 10 a 14 10 a 14 5a9 5a9 5a9 0a4 0a4 0a4 0 20 40 60 80 0 50 100 150 200 250 0 50 100 150 200 Número de pobladores Número de población Número de pobladores ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 89
  • 90. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Cultura e idiomaLa población de esta zona de la región de Junín proviene de los quechuas huancas y cuyoidioma era el del mismo nombre. Según los datos censales tanto varones como mujereshablan más el castellano. Los datos también muestran que al parecer el dialecto se vaperdiendo a medida que se llega a la adultez o puede suceder que la familia simplementeesconda su capacidad de habla indígena. Opinamos que más bien se trata de lo segundo.Al respecto tomamos posición respecto a que se trata de una población centralmenteindígena tanto por el manejo del dialecto huanca como una percepción subjetiva quetienen ellos sobre su mundo, esto es un poblador huanca, para no decir indígena huanca.Progresivamente como en toda la región se evidencia el cada vez menor uso del quechua,sin que se exista una política para fortalecer la educación bilingüe bi-cultural, pues es en elidioma que guarda la riqueza emblemática y de conocimiento de un pueblo, así comocostumbres. Pero como se ha reconocido en otros estudios de pueblos indígenas, lapoblación de una zona que mantiene el idioma de alguna forma, significa que sus propiasredes sociales básicas de familia aún mantienen esa característica, en este caso delpueblo Huanca para transformarlo y poderlos desarrollar con la otra cultura esto es lacastellana.También es importante determinar que son las mujeres que relativamente respecto a losvarones usan más el dialecto huanca como se aprecia en el siguiente gráfico.En consecuencia todo trabajo en cualquier campo social y tecnológico, en la zona deberáen principio ser desarrollado teniendo en cuenta el origen indígena de la población, el usodel idioma local para fortalecer la capacidad de comprensión y desarrollo de las acciones aemprender con la población sobre todo si se trabaja con las mujeres. Cultura idiomática de la población en los CCPPs 1,600 1,400 1,200 1,000 800 600 400 200 Mujer 0 Hombre Quechua Quechua Quechua Quechua Quechua Es sordomudo Es sordomudo Es sordomudo Es sordomudo Es sordomudo Castellano Castellano Castellano Castellano Castellano Acopalca Vilcacoto Cochas Cochas Cullpa Alta Grande Chico ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 90
  • 91. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Nivel EducativoLo anterior también se relaciona a los niveles educativos. Existiendo un porcentaje depoblación que es indígena huanca explícitamente o escondiendo su origen nativos, lascondiciones de educación en otro idioma serán más difíciles y más excluyentes.Como se aprecia en el siguiente gráfico, no solamente hay analfabetismo, sino tambiénque la mayoría de la población llega a la primaria o secundaria. En el caso de Acopalca yVilcacoto un menor porcentaje pasa a la secundaría. Y si lo hacen serán principalmentelos varones Nivel Educativo en los CCPPs 700 600 500 400 300 200 100 0 Mujer Secundaria Secundaria Secundaria Secundaria Secundaria Superior No Univ. incompleta Superior No Univ. incompleta Superior No Univ. incompleta Superior No Univ. incompleta Superior No Univ. incompleta Primaria Primaria Primaria Primaria Primaria Educación Inicial Educación Inicial Educación Inicial Educación Inicial Educación Inicial Superior No Univ. completa Superior No Univ. completa Superior No Univ. completa Superior No Univ. completa Superior No Univ. completa Sin Nivel Superior Univ. completa Sin Nivel Superior Univ. completa Sin Nivel Superior Univ. completa Sin Nivel Superior Univ. completa Sin Nivel Superior Univ. completa Superior Univ. incompleta Superior Univ. incompleta Superior Univ. incompleta Superior Univ. incompleta Superior Univ. incompleta Hombre Acopalca Vilcacoto Cochas Grande Cochas Chico Cullpa AltaCiertamente la educación ha mejorado a nivel distrital considerando que también en laszonas urbanas de Huancayo y El Tambo hay centros educativos de mejor calidad.Sin embargo para conocer también como se da más cercanamente a la zona rural vamosa contrastar con el distrito vecino de Pariahuanca.Como se aprecia aquí prácticamente hay una brecha muy grande entre este distrito vecinode los otros respecto al nivel de alfabetismo y al logro educativo.Como apreciamos en el capítulo de cultura e idioma en esta zona se habla más elcastellano, pero también es cierto que subsiste el idioma con más fuerza en las reunionesfamiliares, comunales de las zonas rurales, pero para acceder a la sociedad más urbana, ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 91
  • 92. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”utilizan más el castellano. Es justamente la dificultad de no tener una política bilingüebicultural para los niños y puedan a su vez utilizar los dos idiomas es que provoca en elmundo rural serios problemas de tránsito hacia la educación más occidental ycastellanizada. Cuadro Nº B.8. Analfabetismo y logro educativo CENTRO Alfabe- Logro educativo DISTRITO POBLADO Tismo 2006 2006 Distritos de la propuesta Acopalca HUANCAYO 96.1 94.5 Vilcacoto Cochas Grande TAMBO Cochas Chico 96.5 95.2 Cullpa Alta Distrito de referencia PARIAHUANCA 76.0 78.3Actividades de los habitantesLas condiciones culturales y educativas también determinan la ocupación que tendrían enesto pueblos.Como se aprecia en el siguiente gráfico la agricultura no es propiamente la ocupación másimportante, salvo en Acopalca aunque con cierta relatividad. Se trata de una poblaciónrural con ocupaciones principalmente no agrícolas, sin dejar lo agrícola.Tanto varones como mujeres tienen trabajos de peones, vendedores ambulantes, asícomo de obreros de construcción, industrias manufactureras como las textiles, papeleríaentre otros. En el caso de las mujeres aunque en menor proporción destaca el de serviciospersonales y de comerciantes de mercados.En el presente proyecto, la naturaleza biológica de la plantación entre diciembre y febrero,absorberá la mano de obra en que la actividad agrícola y ganadera bajan en intensidad,además los alumnos estarán de vacaciones para suplir en algunas faenas ganaderas y enla propia reforestación.Como se aprecia en el siguiente gráfico, salvo Acopalca, donde efectivamente supoblación tiene actividades especialmente en la agricultura y ganadería, los demás CCPPsestán en actividades de la industria manufacturera, construcción y comercio, como los mássaltantes aunque no dejan de realizar sus actividades agrícolas, pero en menor número. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 92
  • 93. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Actividades de los pobladores en los CCPPs 450 Actividad económica no especificada 400 Hogares privados y servicios domésticos Otras activi. serv.comun.,soc.y personales 350 Servicios sociales y de salud Enseñanza 300 Admin.pub.y defensa;p.segur.soc.afil. Activit.inmobil.,empres.y alquileres 250 Intermediación financiera Transp.almac.y comunicaciones 200 Hoteles y restaurantes Comercio por menor 150 Comercio por mayor Venta,mant.y rep.veh.autom.y motoc. 100 Construcción Suministro electricidad, gas y agua Industrias manufactureras 50 Explotación de minas y canteras Pesca 0 Hombre Hombre Hombre Hombre Hombre Mujer Mujer Mujer Mujer Mujer Agri.ganadería, caza y silvicultura Acopalca Vilcacoto Cochas Cochas Chico Cullpa Alta GrandeB. Características socio económicosLa Población Económicamente Activa:En la PEA, los datos del INEI muestran que los 3 CCPPs gravitantes son las que estánen el Tambo, pues las que están en Huancayo tienen escasa PEA.Como se muestra en el siguiente gráfico este sector está vinculado a los servicios,comercio y al trabajo como obrero, siendo escasos los agricultores especializados en laPEA. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 93
  • 94. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” PEA de principales CCPP 700 Otra ocupaciones 600 Trabaj.no calif.serv.,peon,vend.,amb., y afines Obreros construcc.,conf., papel, fab., 500 instr. Obrero y oper. de minas,cant.,ind.,manuf.y otros 400 Agricult.trabajador calific.agrop.y pesqueros 300 Trabj. de serv.pers. y vend.del comerc. y mcdo. Jefes y empleados de oficina 200 Técnicos de nivel medio y trabajador asimilados 100 Profes. cientificos e intelectuales Miembros poder ejec.y leg. direct. adm. 0 pub y emp. Cochas Grande Cochas Chico Cullpa AltaSe aclara que Cochas Chico se caracteriza por su artesanía de mates burilados, mientrasque Acopalca es eminentemente ganadero por tradición ancestral.El ingreso en las familiasEl ingreso familiar vamos a estudiarlo en función de ingreso per cápita (IPC) de las familiasde esta subcuenca.Una primera caracterización general de los ingresos de la población la podemos apreciaren los niveles de pobreza monetaria, esto es a la insuficiencia del ingreso per cápitarespecto al valor de la línea de pobreza (LP) o monto mínimo necesario para satisfacer lasnecesidades alimentarias o no alimentarias de los hogares.Respecto a la línea de pobreza en al Departamento de Junín4 en estos distritos de ElTambo y Huancayo, según el INEI5 aproximadamente oscila entre los S/. 170-400. Estadisparidad se debe a que puede haber familias por debajo de la línea de pobrezadepartamental rural, como aquellas que están por encima de esta, por mejorescondiciones de ingreso y por tanto de capacidad de gasto.Si esta información la correlacionamos con el tipo de actividad y la PEA que hemos vistomás arriba concluiremos que estos ingresos no provienen de las actividadesagropecuarias, sino de actividades no agrarias como el de servicios, comercio e ingresoscomo obreros.4 En el caso de Junín la línea de pobreza (LP) total considerada por el INEI en el ámbito urbano es 235.48 soles y en el rural es 174.97 soles. Por otro parte la pobreza extrema en el ámbito urbano es 126.59 soles y en el rural es 111.31soles.5 Censos Nacionales 2007. Mapa de Pobreza monetaria y no monetaria. 2009. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 94
  • 95. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”No se tiene datos de los centros poblados, pero evidentemente cuanto más lejos estén dela capital del distrito menos ingresos tendrá esta población. Con lo cual también seevidencia que no obstante estar muy cerca de la capital de departamento se mantienencondiciones de sobrevivencia y de autoconsumo en estas zonas.Caballero indica que “pareciera que, no obstante el tiempo transcurrido de las SAISCahuide que basaba su actividad económica en la explotación ganadera extensiva y quela actividad agrícola en las unidades de producción de no era significativa para la marchaeconómica de la empresa, esta última mantuviera esa escasa importancia”6.Esto plantea una importante conclusión a tener en cuenta: la población residente enestos centros poblados no se caracterizan ni histórica, ni actualmente por unavocación agrícola, ni de ingreso agrícola. Si desde los 80 esta población ruralcentralmente ganadera estuvo diversificando sus ingresos, en estos momentosmayoritariamente estos son no agrícolas por las posibilidades de migración y demandade mano de obra de los centros urbanos. Lo que queda en el ámbito rural es la economíaparcelaria, pues no se evidencia ninguna actividad comunal, y a diferencia de los años 80la economía parcelaria es, en el nuevo siglo, complementaria a sus principales ingresos noagrarios.La propiedad de la tierraEn los talleres que tuvimos en las diferentes comunidades de estos centros poblados seevidenciaba que teniendo residencia en Huancayo, se trasladan a su comunidad paraalgún tema que tenga que ver con la administración de sus propiedades. Pero ello seríaposible gracias a la convocatoria o el aviso de algún familiar esto es una permanencia deparientes que se mantienen como campesinos o finalmente algún peonaje que puedantener. Es decir la propiedad de la tierra se mantiene por la continuidad de familiarescampesinos pobres para la sobrevivencia o con menores gastos monetarios y nonecesariamente para el desarrollo económico o dar valor a la propiedad, pues por el otrolado hay la transferencia de dinero de la ciudad al campo por el agente familiar dinámico yde esta manera cubrir gastos de insumos en la zona rural. En Acopalca principalmente,la propiedad comunitaria es del socio comunero que algunas veces no escampesino. Puede ser profesor, comerciante u obrero de servicios o de manufactura.6 Caballero Víctor, Cambios en la propiedad de la tierra: Estudio de la SAIS Cahuide y las comunidades socias dice al respecto que “El 71.4% de sus ingresos brutos provenía de esta actividad [ganadera]. El rubro más importante era la venta total de ovinos que aportaba 29% de los ingresos brutos, la venta de lana de ovino aportaba 24% y la venta de productos vacunos y sus derivados aportaba 18%”. Precisa que Acopalca era una Unidad que tendía la mejor productividad en ganado lechero. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 95
  • 96. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Esta situación de la propiedad llamó la atención en los talleres que se tuvo cuando los“asociados” de la comunidad dijeron que sus tierras estaban entregadas para losposesionarios y usufructo de particulares, pero que podían considerarse comunales pueseran “comunidad” que era una estrategia interna.En estos talleres se mencionaron algunos conflictos intracomunales que se generan alinterior de las comunidades campesinas por distintos motivos, entre los cuales, ladeterminación de la posesión de canchas/parcelas, invasión de parcelas por parte de otroscomuneros, retorno de comuneros afectados por la violencia política, las discrepancias encuanto al tema de la titulación individual de predios fueron los que se mencionaron.También ya se evidenciaron conflictos extracomunales que se producen entre el comité deregantes y la empresa privada SEDAM Huancayo. Más bien las entidades públicas comoel Ministerio de agricultura (MINAG) o el Gobierno regional de Junín (GOREJ) tienenproyectos con ellos. Frente a estos conflictos iniciales, en este proyecto se promoverá laformación de una plataforma técnica que integre a todas las instituciones y organizacionesde base para tender a la constitución de una institucionalidad para la gestión ordenada dela Subcuenca del Río Shullcas, tomando como hilo articulador el recurso hídrico. Másadelante, se amplía esta idea.Aunque no se evidencian conflictos Intercomunales tampoco existe entre comunidadesvecinas acuerdos para actuar de manera intercomunal. Esto se puede deber a que losconflictos históricos aún no estarían resueltos aunque aparentemente los linderos estándelimitados legalmente.De acuerdo a la información recogida del MINAG se tiene la siguiente situación de lapropiedad de las tierras como comunidades campesinas. Cuadro Nº B.1. Propiedad de las tierras, según Mini. De Agricultura. Referencia de CENTRO Titulada Reconocida # Fam. (ref.: DISTRITO Has plano POBLADO Referencia Referencia Directorio) catastral (PC) R.R.G.002-91-GPD- Plano n°: LP 27,062.30 Acopalca ODGR-RAAC 3- 719 (03- 230 (Ref: PC) (11.01.91) Ficha 357 1992)HUANCAYO 25M-I-NO Tomo: Vilcacoto 132.3 306, folio 94; 300 FICHA: S/N 24M-II-SO Tomo: MINAG, Cochas 317.50 y 306, folio 80, y X4P 711- 90 Grande 4.5 Tomo: 245, folio 18 (08- 322; FICHA: S/N 1975) TAMBO 1,445.52 Cullpa Alta 24M-II-SO Tomo: MINAG, X4P (ref: PC) y Cochas 248, folio 52; 711-25 (01- 400 655.7 y Chico FICHA: 15335 1977) 4.07Fuente: (a). Directorio de comunidades campesinas Ministerio de Agricultura, PETT, 2001. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 96
  • 97. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Ministerio de Agricultura plano catastral (PC).Como se aprecia la titulación de la comunidad está dada para Vilcacoto, Cochas Grande yCullpa Alta y Cochas Chico, esta última se trata solo de una comunidad. En el caso deAcopalca no es una comunidad titulada solo está reconocida proceso que se ha dado enlos 90.Como ya explicamos el caso de Acopalca, se trata de una propiedad comunitaria formal,cuando en la práctica ya existe un proceso de parcelación. Como los propios habitantesseñalaron el tema comunitario es estratégico en la medida que los pueda favorecer.Niveles de pobrezaDe acuerdo a la información que tiene el INEI, la pobreza la tienen a nivel distrital. Ello norefleja necesariamente los niveles de pobreza en las zonas rurales, pero si podemos teneruna aproximación de estos niveles con distritos pobres vecinos que son centralmenterurales. Cuadro Nº B.2. Niveles de pobreza Incidencia de Incidencia de Distrito Centro poblado pobreza total pobreza extrema DISTRITOS PROPUESTA Acopalca 32,127habitantes 5,836 habitantes HUANCAYO Vilcacoto (30.2%) (5%) Cochas Grande 36,032 habitantes 5,517 habitantes TAMBO Cochas Chico (25.9%) (3.6%) Cullpa Alta DISTRITO REFERENCIA 4, 538 habitantes 1,604 habitantes PARIAHUANCA (25.9%) (25.9%)Como se aprecia los distritos de la propuesta y también el referencial tiene un nivel deincidencia parecido. Sin embargo es importante detectar que el mayor nivel está enHuancayo y por lo tanto en sus CCPPs, respecto a El Tambo. También se parece eldistrito vecino referencial que es una zona rural en las fronteras más rurales tanto deHuancayo como de El Tambo. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 97
  • 98. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”La incidencia de pobreza extrema también se parece entre los distritos de Huancayo yTambo. Sin embargo si tenemos en cuenta las zonas más rurales y la podemos compararcon una zona netamente rural como Pariahuanca vemos que este nivel extremo crece.Con ello se evidencia que las zonas rurales sobre todo se trata de población rural pobre omuy pobre, que puede estar en niveles de escasos ingresos monetarios y desobrevivencia, pero que siempre estarán buscando las mejores condiciones de ingresos.Los niveles de pobreza por Nececidades Básica Insatisfechas (NBI)En este caso vamos a determinar datos generales distritales sobre las NBI de aquellos quese consideran pobres y con pobreza extrema según datos del INE 2007.En el caso de El Tambo hay un 20% de pobres que llega a casi 30,000 habitantes. En elcaso de pobreza extrema se tiene 2.3% de habitantes que llega a 3,438 habitantes.En el caso de Huancayo hay un 25% de pobres que llega a casi 27,431 habitantes. En elcaso de pobreza extrema se tiene 3.8% de habitantes que llega a 4,182 habitantes.Ello corrobora el dato que en Huancayo existe mayores niveles de pobreza extrema.Indicadores de Desarrollo HumanoLos indicadores llegan a ser desagregados a nivel distrital y por tanto haremos uncomentario sobre estos dos distritos.Como se aprecia en el siguiente cuadro los indicadores evidencian una mejora en ambosdistritos. Pero esta información incluye tanto áreas urbanas como rurales. Si tomamoscomo referencia Pariahuanca que es un distrito rural veremos que su IDH es bastante bajoen relación a los otros distritos. Es posible entonces que en los CCPPs de la propuestaestos niveles se parezcan más a los del distrito vecino de Pariahuanca. Cuadro Nº B.3. Indice de desarrollo económico IDH IDH Esperanza de vida Distrito Centro poblado 2005 2006 2006 DISTRITOS PROPUESTA Acopalca 0.501 0.6329 72.6 HUANCAYO Vilcacoto Cochas Grande 0.500 0.622 71.2 TAMBO Cochas Chico Cullpa Alta DISTRITO REFERENCIA PARIAHUANCA 0.38 0.54 70.2 Fuente: IDH. PNUD, 2005-2006 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 98
  • 99. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”La situación de la saludEn primer lugar, lo que apreciamos es que en Huancayo la esperanza de vida es mejorque en el Tambo como se aprecia en el cuadro siguiente.Pero también este dato oculta la esperanza de vida en la zona rural. Para aproximarnos aeste dato utilizamos el de Pariahuanca que es más una zona rural vecina y como se podráapreciar tiene una esperanza de vida bastante menor respecto a los otros distritos. Cuadro Nº B.4. Esperanza de vida por centros poblados CENTRO Esperanza de DISTRITO POBLADO vida 2006 DISTRITOS PROPUESTA Acopalca 72.6 HUANCAYO Vilcacoto Cochas Grande 71.2 TAMBO Cochas Chico Cullpa Alta DISTRITO REFERENCIA PARIAHUANCA 70.2 IDH. PNUD, 2005-2006 / Otros datos que se pueden analizar son a nivel departamental.Como se aprecia en el siguiente cuadro las condiciones de las infecciones respiratoriasagudas (IRA) en el departamento se agravó en el 2007. Esto puede ser más sensible enlas zonas rurales y de alturaProporción de menores de 36 meses que en las dos semanas anteriores a la encuestatuvieron IRA, en Junín Cuadro Nº B.5. Valores de IRA 1996 2000 Junio 2007 a/ Valor Valor Valor estimado estimado estimado 23.9 21.4 24.5 Fuente. ENDES 2009En el caso de las enfermedades diarreicas agudas (EDA) se aprecia que en este caso sise ha logrado un mayor control por parte del MINSA. Este avance se ha logrado a nivelnacional y tiene buenos resultados en la región. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 99
  • 100. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Proporción de menores de 36 meses que en las dos semanas anteriores a la encuestatuvieron EDA en Junín. Cuaro Nº B.6. Valores de EDA 1996 2000 Junio 2007 a/ Valor Valor Valor estimado estimado estimado 35.6 26.3 21.1 Fuente. ENDES 2009En el cuadro siguiente se aprecia los niveles de fecundidad en el departamento. Por losmenores niveles que se evidencian estimamos que las mujeres a nivel general estánlogrando un mayor control de su salud reproductiva.Tasa global de fecundidad de los 3 años anteriores a la encuesta, en Junín Cuadro Nº B.7. Tasa de fecundidad 2000 Junio 2007 a/ Valor Valor estimado estimado 3.2 2.8 Fuente. ENDES 2009La ViviendaLas características de las viviendas locales son principalmente de adobe o de tapia entodos los centros poblados y en menor proporción de material noble, como se puedeapreciar en el siguiente cuadro. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 100
  • 101. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Esto evidencia ya el nivel de pobreza que tienen los habitantes. Es posible también queuna parte de estas viviendas rústicas no son lugares de residencia permanente, sino paralos familiares que están permanentemente o para una estadía temporal para los realesdueños que tiene otra vivienda en la ciudad de Huancayo.En el siguiente gráfico sobre los materiales de construcción en los pisos de las viviendasen los CCPPs, se evidencia que el principal material es de tierra, en segundo lugar elconcreto armado. En el caso de la madera no obstante ser el material de menor uso semantiene en la zona. Es posible que este material en años pasados haya sido importantepor las posibilidades forestales que se deben haber perdido. 450 Material 400 en los pisos de viviendas 350 300 250 Viviendas 200 150 Madera, entablados Parquet o madera pulida 100 Losetas, terrazos 50 Cemento Tierra 0 Acopalca Cullpa Alta Vilcacoto Cochas Chico Cochas Grande Huancayo El TamboFormas de organización e institucionesDe acuerdo a las reuniones que se han tenido con la población se constata que:En la parte alta la organización es escasa debido a las condiciones históricas de uncampesino o pastor peón de la hacienda que por lo general ganaba sueldos bajos, perotenía como compensación el derecho de poder criar animales propios sin pagar gastos yluego con la conformación de la Sociedad Agrícola de Interés Social Cahuide (SAISCahuide) este campesino por su trabajo recibía subsidios, pagos no monetarios, acceso aproductos subsidiados y uso de tierras de ciertas áreas fortaleciendo su individualismo y ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 101
  • 102. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”desconfianza, aspecto que fue utilizado por sectores violentistas en la década de los 80.Así las organizaciones más importantes están vinculadas a las necesidades desobrevivencia, destacando la presencia de las mujeres y las Comisiones de regantes. Lascomunidades campesinas son más bien instancias formales para arreglos internos sobrela distribución de las tierras y negociaciones con agentes externos.En estas zonas también desde principios de siglo XX se evidencia los conflictos entre lascomunidades y la hacienda7 y posteriormente con la ex SAIS Cahuide que se constituyócomo la empresa más grande de la región y del país con 270,000 ha de 28 comunidadescon 6 Unidades productivas entre ellas Acopalca zona de la actual propuesta con 37,000ha.La drástica baja en las ventas de producción ganadera y de lana de ovino fuedeterminante para la dramática reducción de sus ingresos desde 1979 y finalmente parasu propia liquidación en 1988. El descontento de las comunidades socias fue creciendo nosolamente debido a la caída de la producción y los ingresos, sino también porque alinterior de la SAIS se produjeron conflictos entre comuneros socios y personaladministrativo que generalmente eran profesionales foráneos. Además, como es conocido,se suscitan una serie de enfrentamientos entre las comunidades socias y aquellas quequedaron fuera del esquema de la reforma agraria del gobierno militar. Contradicción quefueron agudizadas en la época de la violencia, incluso entre las propias comunidades quea la disolución de la SAIS se pierde el capital ganadero y muchos de los pastoresespecializados salen de la zona, incluso para migrar al exterior. Finalmente en 1990 seemitió una resolución en la cual se explicaba que al haber sido acordada la disolución dela SAIS-Cahuide en 1988, se realizaría la respectiva transferencia de dominio y posiciónde los terrenos a las comunidades socias.En la actualidad se dice que existe todavía esa rivalidad entre las comunidades que impidegenerar mejores capacidades de organización, la que en parte ha sido resueltacentrándose en el tema de uso del agua vía los Comités de riego.En los pisos medios y bajos se evidencia un mayor nivel de organización, pero tambiénvinculados a los temas de regantes, así como a organizaciones de sobrevivencia. Lacomunidad juega un mayor rol aglutinador de acuerdos de los habitantes que son7 Ibid. “Son frecuentes los pleitos de los hacendados con los comuneros por cuestión de lindero. Haciendasgrandes han sido invadidas por las ya famosas comunidades. Hacer el catastro de las tierras agrícolas yganaderas de estas provincias, es medida de gran urgencia, un deslinde general y rescate de tierras á los quese les han usurpado es una operación que no debe aplazarse mucho, pues el desarrollo de cualquier industriaextractiva, pide ante todo linderos netamente definidos y ampliamente protegidos por la justicia” .pp 15 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 102
  • 103. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”productores, pero también comerciantes o profesionales, lo que les posibilita mayorescapacidades para negociación vía la instancia de la comunidad.La participación de las mujeres es escasa, aunque se han logrado avances con proyectosinstitucionales, particularmente el Programa de Vaso de Leche y A Trabajar Urbano. Losjóvenes están ausentes en las instancias de decisión, pues sólo participan en los clubesparroquiales y algunos deportivos.El caso de Acopalca, su permanencia como comunidad (aún no reconocida), se debeprincipalmente a dos factores. Por un lado, la necesidad de protección de la micropropiedad privada resultante de la parcelación de las empresas asociativas creadas por laReforma Agraria de 1969, que benefició tanto a comunidades tradicionales (comunidadesmadres o anexos de éstas, que se remontan a los ayllus o grupos de familias desde lostiempos del incanato) como a ex trabajadores de las haciendas que no tenían una tradicióncomunal. Por otro, la respuesta a incentivos económicos ofrecidos para comunidades en laprimera mitad de los 80.Finalmente, en el ámbito de la Subcuenca existen organizaciones de base, gremios einstituciones tales como: Comunidades campesinas, comités locales de gestión forestal(conformado para fines de este Expediente Técnico), comité de gestión de la Subcuencadel Río Shullcas, Comité de Regantes, GRUPO TÉCNICO REGIONAL DE CAMBIOCLIMÁTICO del Gobierno Regional de Junín, SEDAM Huancayo, Dirección RegionalAgrario, Autoridad Local del Agua, Agrorural, SENAMHI, Municipalidad de El Tambo yHuancayo, Gobierno Regional de Junín, ONGs, Colegios profesionales varios,Universidades pública y privadas, etc. Estos actores actúan sectorial o individualmente afalta de una institución líder que los integre y los involucre con una visión común.En el tema social es importante el fortalecimiento de Capacidades Técnicas y de Gestiónde todos los actores citados, para ello se considera indispensable en este proyecto,realizar la capacitación técnica y de fortalecimiento para la gestión socioambiental de lasubcuenca. Los Comités de gestión forestal deberá ser el primer eslabón para promover laposibilidad de conformación en un periodo mayor un Comité intercomunal para aspectosde comercialización, asistencia técnica, negociación con otros actores para replicaractividades orientadas a la resiliencia de ecosistemas y economías locales.Es importante considerar dadas las características históricas, el diseño de unametodología de intervención que permita una adecuada participación de los pobladoresque viven en el lugar y que permita incorporar sobre todo a las mujeres lugareñas. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 103
  • 104. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CAPITULO V. EJECUCION DEL PROYECTO5.1. CRITERIOS TECNICOS DE SELECCIÓN DE LOS BENEFICIARIOSSe considera que la población beneficiaria del ámbito de influencia de la zona afectada por elproblema se encuentra en una situación de pobreza, cuyo sustento económico de la zona aintervenir se basa en la actividad agropecuaria tanto para el autoconsumo como una partepara el mercado, principalmente la ganadería.La población tiene limitado acceso a los servicios básicos de calidad como la educación,salud, saneamiento, energía y otros; por lo tanto, se considera que la población del ámbito deinfluencia directa se encuentra en su mayoría en una situación de pobreza, cuyo sustentoeconómico se basa principalmente en la actividad ganadera, vendiendo una parte de suproducción al mercado local de Huancayo y El Tambo.Los beneficiarios del presente proyecto, son las cinco comunidades que pertenecen a los dosdistritos de El Tambo y Huancayo. La población total es de 4,515 (INEI, 2007), sin embargo lapoblación objetivo propiamente es de 548 comuneros activos (información de las autoridades)que equivale a igual número de familias cuyos miembros oscilan entre 4.6 y 5 por hogar encuya cabeza están los jefes de hogar. Las cinco comunidades campesinas como personasjurídicas son las que se beneficiarán directamente con el proyecto. Cabe aclarar que elcomponente capacitación y sensibilización del proyecto, beneficiará a los productores ocomuneros de las comunidades de Uñas y Vilcacoto, por ser poblaciones vecinas cuyo usode recursos como el agua, suelo y vegetación, ocurren dentro de la Subcuenca del RíoShullcas Cuadro Nº 10: DISTRITOS, LOCALIDADES, POBLACION Y COMUNEROS BENEFICIARIOS Comunidad o anexo Provincia Distrito Población Comuneros beneficiarios Nombre beneficiaria Activos y pasivos Activos/directos Cochas Grande 573 125 72 El Tambo Cochas Chico 1667 360 202 Huancayo Cullpa Alta 1152 250 140 Huancayo Vilcacoto 539 115 66 Acopalca 584 118 68 Total 4515 988 548 FUENTE: INEI, 2007 y Elaboración Equipo Consultor de SEPAR-DESCO, Enero de 2010 ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 104
  • 105. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”5.2. CRITERIOS TÉCNICOS DE SELECCIÓN DE LAS ÁREAS DE INTERVENCIÓNEn la zona de intervención, el manejo o conservación y protección de los recursos forestales,a través del tiempo fueron soslayados y progresivamente sobre explotados y degradados,hasta que en la actualidad el sistema de producción agropecuaria empieza a evidenciar queno será sostenible en el futuro, situación que se verá agravada por los impactos proyectadosdel cambio climático; entonces surge la necesidad de recuperar el potencial productivo de losrecursos forestales y ganaderos, la mejora de las condiciones ambientales y la conservacióno protección de los otros recursos naturales conexos como una forma de conservación de losservicios ecosistémicos, lo que permitirá a los ecosistemas y comunidades que dependen deellos adaptarse al impacto del retroceso del glaciar de Huaytapallana y al cambio climático.Existe una deforestación con escasa oferta, degradación de la calidad agrológica de lastierras y deterioro de las condiciones ambientales, desconocimiento de tecnologías accesiblesy sostenibles sobre conservación y manejo de los recursos naturales y ecosistemas locales,débil organización local; desinformación y desconocimiento local sobre la conservación derecursos naturales, el medio ambiente y la adaptación a los impactos del cambio climático.Falta de inversión tanto en actividades productivas sostenibles como en serviciosambientales, y falta de implementación de políticas locales y regionales consistentes sobreconservación de los recursos naturales y adaptación de sistemas socioeconómicos y técnico-productivos al cambio climático. Así mismo, falta una institucionalidad con objetivos y metascomunes así como una plataforma que lo promueva, conforme y lo consolideLos 2 distritos y sus comunidades consideradas dentro de la subcuenca como zonasafectadas por el problema, cuentan con aproximadamente un total de 21,352 hectáreas detierras (área reajustada para este Expediente Técnico), gran parte está en proceso dedegradación por la deforestación irracional, la erosión y el sobre pastoreo de las partes altas ymedias, y por las malas prácticas agrícolas en la parte media y baja; de estas tierras, parafines de este proyecto, se ha destinado 1,900 ha en total, de las cuales se tiene como metaanual, 500 ha para el 2010, 700 para el 2011 y 700 para el 2012Mediante coordinaciones con las autoridades locales y asambleas participativas con loscomuneros, se ha constatado en las comunidades conjuntamente con las autoridades ycomuneros con mayor precisión las áreas de intervención del proyecto (zonas con tierrasforestales, con disponibilidad de agua permanente y en lo posible tierras libres de conflictossociales), y principalmente responde al interés y demanda sentida que fue ratificada por lascomunidades en sus asambleas, particularmente en Acopalca que luego de varias reunionesde sensibilización acordaron destinar para la ejecución del presente proyecto sus tierras bajoun compromiso individual firmado que se anexa al Expediente Técnico. (se adjunta actas) ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 105
  • 106. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Podemos resumir que los criterios técnicos para identificar y seleccionar las áreas deintervención, fueron:  La disponibilidad y ubicación tanto de las áreas de aptitud forestal para las plantaciones forestales como de algunas zonas de pastoreo y de protección, con características topográficas y edáficas deseables de las tierras y condiciones climáticas relativamente apropiadas por zonas de vida (Tossi, 1976), disponibilidad de mano de obra y de agua cercano para el riego de mantenimiento, demanda verificada de las comunidades e interés de los comuneros y sus autoridades.  Existen tierras de propiedad comunal en las que se ejecutará el proyecto, con aprobación en asamblea comunal y con designación de un comité local de gestión forestal.  Aprobación de los comuneros en asamblea comunal, para su participación en la ejecución del proyecto en las diferentes fases y posterior a la plantación para dar mantenimiento y vigilancia a la plantación.  Aporte de mano de obra local en los casos que sean necesarios.5.3. RESULTADOS ESPERADOS SEGÚN COMPONENTES Y ACTIVIDADES CON INDICADORES DEL PROYECTO 1º Componente REFORESTACION: Actividades con indicadores: a. Compra de plantones: 100% de plantones adquiridos. Se comprará 556000 plantones forestales, durante el primer año 2010. En el 2011 y 2012 se comprarán 1’556,800 hasta llegar al 100% de los 2’112,800 plantones. El total de plantones según el proyecto incluye un 16% más, sin embargo por razones técnico-económicas y de contrato de adquisiciones de plantones puesto en obra y en condiciones óptimas, sólo se comprará: Pinus radiata 798,416 plantones, quinual 358,064 y colle 956,320 plantones. Las cantidades, por lugares y años, se presentan más adelante en los cuadros de metas anuales. b. Plantación: Superficie reforestada de 500 ha (26.3%), durante el primero año 2010. En el segundo año 700 ha (36.8%), y en el tercer año 700 ha (36.8%) hasta cubrir el 100% de las 1,900 hectáreas. Las especies y cantidades a plantar por localidades cada año, se detallan en los cuadros de metas de anexo. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 106
  • 107. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” c. Protección con cercos: 26.3% de superficie protegida con cercos de alambre de púas y postes que equivale a 500 ha, durante el primero año 2010. En el siguiente año se cercarán 36.8% (700 ha) y el 2012, el 36.8 % restante (700 ha) llegando al 100% de las 1,900 hectáreas. La superficie a cercar en cada comunidad y cada año se especifican en el cuadro de metas. d. Mantenimiento y vigilancia: 26.3% de superficie (500 ha) con recalces en el 6 % del área o lo que es lo mismo el 6% de plantas muertas. El riego de mantenimiento del 100% del área intervenida para rehidratar el polímero así como proteger mediante “vigilantes” durante el primero año 2010. En los siguientes 2 años se hará el mismo mantenimiento y vigilancia hasta alcanzar el 100% de las 1,900 hectáreas.2º Componente FORTALECIMIENTO CAPACIDADES TECNICAS Y DE GESTION COMUNAL: Capacitación técnica y de gestión, y asistencia técnica con indicadores a. Capacitación técnica: El 100% de los 548 comuneros han fortalecido sus capacidades técnicas, conocimiento y han sido sensibilizados; mientras que un promedio anual de 200 personas será mejorados en sus habilidades y destrezas para la ejecución de las actividades del primer componente del proyecto, con mejor conocimiento sobre los beneficios directos e indirectos de la reforestación y con capacidad para la gestión de sus recursos forestales instalados. Así mismo, sensibilizados en temas de adaptación al impacto de la deglaciación del Huaytapallana y cambio climático. b. Capacitación en gestión comunal: El 100% de los 548 comuneros beneficiarios conocen y están capacitados en temas de organización, sus roles y funciones dentro del comité local de gestión forestal. Así mismo un promedio de 200 personas están capacitados para participar, proponer y formar parte de organizaciones que promoverán la sostenibilidad del proyecto y la gestión de la Subcuenca. c. Asistencia técnica: El 100% de los 548 comuneros beneficiarios han recibido asistencia técnica directa sobre trabajos prácticos en la plantación, riego de mantenimiento, labores silviculturales (recalce) y protección forestal. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 107
  • 108. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”d. Organización para la Gestión Local: El 100% de las 05 comunidades con igual número de Comités Locales de Gestión Forestal debidamente organizados y capacitados para la gestión forestal, y articulados al Comité de Gestión de la Subcuenca del Río Shullcas. El Equipo Técnico ejecutor será el responsable de la mejor organización (como Línea Base y como resultado final) y fortalecimiento, para ello deberá facilitar, promover y desarrollar las acciones necesarias (concursos intercomunales), para el cumplimiento de este resultado. Cuentan con Reglamento interno y tienen capacidad propositiva en base a la capacitación y pasantías. Es menester acotar que fuera de los tres años de ejecución del proyecto, mediante el seguimiento y asistencia técnica de AGRORURAL, la participación activa de los beneficiarios y mediante la acción conjunta de otras instituciones vinculados con los objetivos del proyecto, se irán obteniendo beneficios tales como:  A partir del noveno año de inversión, se estima que aproximadamente el 30% de los beneficiarios empezarán a obtener los primeros beneficios debido a: Mejora de los pastos naturales (silvopastura) para el ganado que se estima una recuperación en un 90% de su rendimiento en materia seca (tMS/ha-año) en condiciones normales. Indirectamente se reducirá la erosión de sus tierras (hecho que debe ser cuantificado por AGRORURAL u otra entidad aliada que hará un seguimiento). Así mismo, a partir del 9no año se podrá obtener leña de las podas de aproximadamente un 70% de las plantas.  El 100% de beneficiarios obtienen beneficios a partir del 12vo. año del proyecto, debido a la obtención de material leñoso por las podas de un 80% de las plantas.  El 100% de comunidades continúan consolidando su organización comunal para participar y proponer acciones que contribuyan a la gestión forestal y de la subcuenca con una visión de adaptación al cambio climático.  Las 1900 ha (100%) de las tierras reforestadas tendrán mayor plusvalía económica debido a las plantaciones con valor económico y ambiental.  La zona de intervención ha mejorado en el aspecto paisajístico lo cual indirectamente atraerá más visitantes, turistas y científicos interesados en conocer la “experiencia piloto”. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 108
  • 109. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”5.4. IMPACTOS ESPERADOS EN RELACIÓN A LAS CONDICIONES SOCIO ECONOMICAS Y AMBIENTALESLos impactos esperados del proyecto, se darán en el orden económico - productivo, social,tecnológico, organizacional, cultural y ambiental.En lo económico - productivo: Las tierras reforestadas rendirán mayor producción porunidad de superficie, en consecuencia el valor o plusvalía de las tierras F asociadas con X (F-X ó X-F) e inclusive aquellas de la clase P (que se utilizarán para este proyecto), tendrán unmayor valor monetario debido a la plantación y la protección de la misma. Esto es una formade adaptación del proceso productivo al nuevo escenario del impacto de la deglaciación delHuaytapallana, reduciendo por lo tanto la vulnerabilidad económica a los efectos del mismo.El jornal pagado de S/. 20.00 beneficiará al 100% de los comuneros durante la ejecución dela plantación. Se ha estimado que se requieren aproximadamente de 92720 jornales pagadospor un monto de S/. 1’854,400.00, que representa un ingreso de S/. 3,384/Familiabeneficiaria. Esto contribuye en la mejora del nivel de ingreso económico familiar anual.Posterior a los 12 años, los ingresos permanentes mejorarán debido a la venta de productosmaderables y no maderables (hongos, esquejes), entonces el ingreso per-cápita (IPC) de lapoblación será mejor.La disponibilidad de madera para la demanda local de construcciones y leña, evitará losgastos familiares, por lo tanto es una forma de ahorro interno de las familias.Social y organizacionalmente: Las comunidades y los Comités de Gestión forestal comoformas organizacionales, se fortalecerán en torno a fines de conservación, producción forestaly mejora de las condiciones ambientales. Debido a la capacitación, sensibilización y mejoraorganizacional, la vulnerabilidad social e institucional de la población se reducirá, cuyacuantificación estará a cargo de quienes monitorearán durante y después de la ejecucióncomo AGRORURUAL, Ministerio de Agricultura a través del Área de Forestal y Fauna,Gobierno regional, etc. La práctica de formas de trabajo colectivo como las faenas forestales,fortalecerán la identidad cultural, los lazos de amistad y la solidaridad traída a menos en lascomunidades beneficiarias.Las capacidades fortalecidas de las comunidades, serán una herramienta para proponer ynegociar con otras instancias, las alternativas de “replicabilidad del proyecto” en otras zonasasí como mejorar procesos de participación y de “adaptabilidad de sus actividadesproductivas al cambio climático”. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 109
  • 110. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Interculturalmente, aún cuando el cambio requiere de un proceso más largo, habrá un cambiorelativo de concepción y actitud en torno a la conducta de adaptación al impacto negativo dela deglaciación en la subcuenca.En lo tecnológico: La capacitación y asistencia técnica participativa, permitirá mejorar elnivel tecnológico local e incorporar nuevas tecnologías sostenibles de producción y manejoforestal a las tradicionalmente existentes que por cierto son muy limitadas. Uno de los nuevosaportes tecnológicos, es el uso en mínima cantidad de polímeros químicamente estables enla plantación y el riego de rehidratación de los mismos, así como la incorporación de fosfatodiamónico (en pequeña cantidad) durante la plantación tomando en consideración que lossuelos tienen baja fertilidad y la especie forestal requiere de fósforo para su consistencialeñosa, evitar caída de hojas y más adelante la caída de flores y frutos.En lo cultural: Mejorará la visión paisajística en relación a todo el sistema de Huaytapallanay la subcuenca, articulando de este modo en el mediano y largo plazo, al servicio turístico engeneral.En lo ecológico y ambiental: La plantación reducirá la erosión de suelos y arrastre denutrientes naturales, cuya magnitud no es razonable pronosticar por ahora por que requierede estudios específicos de varios años, además no existen investigaciones para la zona, entodo caso se recomienda que las instituciones que monitorearán (Agrorural, Forestal y fauna,Universidades, etc) implementen la metodología de medición8. Sin embargo, guiados por laexperiencia, afirmamos que la cobertura forestal contribuirá a la regulación del régimenhidrológico superficial y sub superficial en beneficio de la mayor disponibilidad de agua parausos diversos en la zona baja de la subcuenca, a la mitigación de la alteración negativa deecosistemas locales y a la resiliencia de los mismos. Así mismo, contribuirá a la mitigación delcambio climático a través de la captura de CO2. El bosque permitirá el repoblamiento de labiodiversidad local y el hábitat de la fauna silvestre y doméstica.La mejora de la cobertura vegetal, contribuirá a mantener la humedad atmosférica en lasinmediaciones del Huaytapallana, a la mitigación de los efectos del retroceso del glaciar9 delmismo y a la resiliencia de los ecosistemas de pastos naturales altoandinos, lagunas ybofedales.8 Se recomienda implementar un estudio de la medición de la erosión de suelos y escurrimiento superficial, mediante parcelasde escurrimiento. Esta investigación debe formar parte del proceso de monitoreo durante 10 a 15 años desde el momento de laplantación.9 Consideramos que el nevado de Huaytapallana es un glaciar local adaptado al relieve de las montañas. Es producto de la acumulación de nieve y no de las bajas temperaturas propiamente. La realidad observada por más de 19 años, muestra zonas de licuación inferior significativa a sotavento, formando una escorrentía hacia las lagunas del lado occidental del nevado. La alimentación del glaciar de Huaytapallana tiene lugar en la zona de acumulación (circo), donde la nieve se acumula por la altura, la orientación y la topografía (F. Quispe, 2010). ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 110
  • 111. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Existen algunas especies de la flora silvestre vulnerables o en peligro de extinción como la“lima lima”, “huila huila” y “sumaysuncho” que son especies herbáceas propias de la tundrapluvial - Alpino Tropical (tp-AT) y no forman parte de esta propuesta; sin embargo, serecomienda al Ministerio de Ambiente y a otras instituciones locales (Gobiernos Regionales yMunicipales) a fin de que emitan normas e implementen mecanismos de protección de estasespecies nativas, como por ejemplo, declarando zonas intangibles previa concertación conla comunidad. Cuando no se conoce la tecnología de reproducción o multiplicación de lasespecies no domesticadas, es más razonable dejarlo en su hábitat y protegerlo contra todoriesgo depredatorio.5.5. SOSTENIBILIDAD DEL PROYECTOPodemos afirmar con certeza que este proyecto productivo es sostenible en el tiempo porsus diferentes características como: Su naturaleza productiva en el mediano y largo plazo,por el bajo costo de inversión debido a su baja intensidad de manejo, por la característica derendimientos crecientes y decrecientes hasta alcanzar su optimalidad biológica de laplantación en el tiempo, por su naturaleza biológica las tres especies forestales tienencapacidad de resiliencia (las 3 especies tienen capacidad de regeneración natural), por el usomúltiple esperado de las plantaciones, y por su alta relación con la mitigación de impactosambientales (captura de carbono, control de erosión, regulación hídrica, incorporación demateria orgánica, mejora de las condiciones para la biodiversidad, mejora paisajística, etc).La sostenibilidad como enfoque –para algunos una utopía-, tiene diferentes dimensiones:Social, económico, ecológico y jurídico-institucional. Cada uno tiene sus respectivoselementos o factores relacionados con este proyecto. El Equipo Consultor luego de analizarlas bases y factores de sostenibilidad del presente proyecto, ha encontrado la necesidad dereforzarla, para ello, recomienda la implementación de diferentes mecanismos y estrategiasque se citan en este Expediente Técnico. Entre las principales estrategias o mecanismosque se sugiere implementar son:En la dimensión social: Capacitación, sensibilización y pasantías; fortalecimientoorganizacional de las comunidades y los usuarios de aguas; involucramiento formal de lasinstituciones vinculadas al agua y a los procesos de adaptación al cambio climático,compromisos o convenios con las instituciones académicas y científicas, etc, porque losmecanismos de sinergia mejoran la sostenibilidad social. Una de las formalidades de soporteconstituyen los compromisos formales, por ello se ha obtenido en Asamblea Comunal lasActas de compromiso de participación durante y después de la ejecución del proyecto; en el ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 111
  • 112. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”caso de Acopalca, se adjunta la relación de personas que destinarán sus parcelas para esteproyecto y aceptan hacer el mantenimiento posterior mínimamente durante los 3 añossiguientes de la ejecución. (ver actas adjuntas al Expediente).En la dimensión económica: Buscar los cofinanciamientos interinstitucionales para lacontinuidad (seguimiento y monitoreo) del proyecto, articular o complementar con otrosproyectos productivos sostenibles como riegos, manejo de praderas, turismo y acuicultura. Esobvio que los rendimientos forestales y por ende los ingresos que generará este proyecto leotorgan buena sostenibilidad en el tiempo, particularmente a la resiliencia de los ecosistemasy las economías de las comunidades beneficiarias.En la dimensión ecológica o ambiental: Mantenimiento de riegos de la plantación en laépoca de sequías, manejo silvicultural (podas y recalces), extracción o cosechas forestalesplanificadas y racionales, control de incendios y sanción por acuerdo de Asamblea,colocación de avisos o letreros con mensajes que sensibilicen para conservar y proteger lasplantaciones, etc. En síntesis la cobertura forestal contribuirá a reforzar la resiliencia delecosistema local a través de la regulación hidrológica, así como con la mitigación del cambioclimático a través de la captura de CO2, la mejora del hábitat de la fauna y el repoblamientode la biodiversidad.En la dimensión jurídico-institucional: Instrumentar mediante la emisión de OrdenanzasRegionales o Municipales orientadas a la conservación o protección de las plantaciones y dela subcuenca, creación de Comités o plataformas de segundo piso para la gestión hídrica ymejor aún de la subcuenca con presupuesto propio de funcionamiento; reconocimiento de losComités Locales de Gestión Forestal articulados al actual Comité de Gestión de laSubcuenca del Río Shullcas; desarrollar una institucionalidad a partir de las instituciones,organizaciones, comunidades y la sociedad civil, esta institucionalidad es fundamental parauna futura gobernabilidad en la Subcuenca del Shullcas; quien debe liderar para laconformación de esta institucionalidad debe ser el Gobierno Regional o la sociedad civil, sureconocimiento deberá serlo mediante una Ordenanza Regional.El Equipo Técnico ejecutor del proyecto, durante la fase de ejecución debe promover laimplementación de estas estrategias; debe así mismo velar por el cumplimiento de loscompromisos comunales (actas); así mismo deberá motivar, facilitar y capacitar para elfortalecimiento de las capacidades técnicas y de gestión social de los Comités Localesconformados en esta etapa, actualizando anualmente sus integrantes si fuese el caso ydinamizando su funcionamiento con reglamento interno elaborado por ellos mismos. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 112
  • 113. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Por su parte las instituciones: AGRO RURAL Junín, Ministerio de Ambiente, GobiernoRegional y Locales, Dirección Regional Agrario, Comité de Regantes, SEDAM, y otrosinvolucrados, deberán articularse y apoyar al Equipo Ejecutor en acciones conjuntas yconcretas, para que el proyecto piloto logre resultados de impacto y replicabilidad así como elmanejo sostenible de las zonas reforestadas.En consecuencia se espera que las diversas actividades y estrategias implementadas en prode la sostenibilidad, puedan en el tiempo expresarse con características deseables enSostenibilidad social e institucional: Participación sostenida de las comunidades, ComitésLocales y las instituciones involucradas con capacidades fortalecidas para la ejecución ymantenimiento de las plantaciones durante y posterior a los 3 años de ejecución. Líderes ydirigentes con capacidad de negociación integrando plataformas.Sostenibilidad económico - productiva: El empleo y los ingresos económicos durante yposterior a la ejecución reducirá la migración, incrementará la capacidad adquisitiva entérminos de mejor IPC. Se generará aproximadamente 92720 Jornales pagados por elproyecto. La rentabilidad de las tierras reforestadas es un nuevo elemento económico paralas comunidades (ahora sus tierras tienen una plusvalía y un valor agregado ambiental);además en el mediano y largo plazo, el bosque representa un capital de reserva yrendimientos sostenidos asociado con la mejora de los pastos naturales; la tecnología de usoy manejo del bosque está diseñado bajo el enfoque de adaptación al cambio climático y lamitigación de impactos del retroceso del glaciar de Huaytapallana, y articulada a la gestiónintegrada del recurso hídrico a nivel de la subcuenca.Sostenibilidad ambiental: El uso y manejo de las plantaciones establecidas asegura –en elmediano y largo plazo- la disponibilidad de bienes y al mismo tiempo de serviciosambientales. El bosque será una fuente para mejorar el medio ambiente por: Captura decarbono, regulación hídrica, control de erosión, mejora paisajística, protección deecosistemas de praderas y hábitats de la fauna. En el caso de especies en extinción, tal comose dijo en páginas anteriores, deberá protegerse mediante la declaratoria de zonasintangibles para proteger el hábitat de las especies nativas como la “huila huila” (Senecioculcitoides Wedd), “lima lima” (Ranunculus macropétalus) y “sumay suncho” (Gentinellascarlatinostriata).Otros servicios ambientales, en el futuro se irán valorando según se vayan desarrollando lasmetodologías apropiadas que por ahora aún no se han desarrollado o se conocen poco. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 113
  • 114. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Entre estos servicios ambientales cuantificables en el futuro son por ejemplo: Captura de CO2(t/ha, según la especie), incremento de caudal superficial (l/s), recarga de acuíferos (m3),nivel de reducción de transporte de sedimentos o control de erosión en t/ha, incremento de lapoblación de fauna silvestre (Nº aves o mamíferos), recreación (Nº de visitantes/periodo), etc.Sostenibilidad jurídico-institucional: Instrumentos normativos funcionando para laconservación o protección de las plantaciones y de la Subcuenca, Comités o plataformasreconocidos y legitimados operando con presupuesto propio, institucionalidad en marcha paraproteger el nevado de Huaytapallana y una gobernabilidad en la Subcuenca del ShullcasEn síntesis, estas cuatro dimensiones de sostenibilidad, tendrán como impacto en larecuperación del potencial forestal como sistema adecuado de producción sostenida yconsecuentemente contribuirá a mejorar las condiciones de vida de la población, a larecuperación de la calidad ambiental de la subcuenca, a la regulación del régimenhidrológico, y a la adaptación al impacto del retroceso de la superficie glaciar deHuaytapallana, fuente principal de suministro de agua para las ciudades y otros usos deHuancayo, El Tambo, Chilca y otros distritos.5.6. ACTIVIDADES Y METAS POR COMPONENTESACTIVIDADES, SUB ACTIVIDADES Y METAS POR COMPONENTES: 1º. Componente REFORESTACION. Cuyas sub actividades y metas son: Compra de plantones: En total se comprarán 2’112,800 plantones de buena calidad, desagregadas en especies forestales exóticas “pino” (Pinus radiata) 798,416 plantones y nativas como “quinual” (Polylepis racemosa) 358,064 plantones y “ccolle” (Buddleja coriácea) 956,320 plantones. La cantidad de plantones por especies y para cada localidad, está en función de la superficie disponible, las condiciones edafoclimáticas y la disponibilidad de mano de obra. Los profesionales y extensionistas ejecutores se encargarán de precisar detalles complementarios en el momento inicial de replanteo de obra así mismo levantarán la información para reajustar la Línea Base del proyecto. Para el POA general 2010-2012, son 2’112,800 plantones que deberán establecerse proporcionalmente en cada localidad tal como se detalla en el cuadro siguiente; mientras que para cada año deberá basarse en los cuadros del 14B al 14D de Anexo. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 114
  • 115. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CUADEO Nº 11 METAS POR COMUNIDADES Y ESPECIES FORESTALES META TOTAL META TOTAL META TOTAL TOTAL META COMUNIDAD PINO QUINUAL CCOLLE ESPECIES Ha Plantas Ha Plantas Ha Plantas Ha PlantasAcopalca 579 643,848 322 358,064 860 956,320 1,761 1’958,232Cullpa Alta 132 146,784 0 0 0 0 132 146,784Cochas Grande 4 4,448 0 0 0 0 4 4,448Cochas Chico 3 3,336 0 0 0 0 3 3,336 TOTAL 718 79,8416 322 358,064 860 956,320 1,900 2’112,800NOTA: La plantación debe empezar en diciembre y culminar en febrero. NOTA ACLARATORIA IMPORTANTE: Según el proyecto aprobado, la cantidad total de plantones es de 2’509,900, lo cual incluye aproximadamente un 16% de plantas más por hectárea, posiblemente con la idea de pérdidas durante el transporte del vivero al terreno definitivo; lo cual técnica y económicamente no es correcto. Por lo tanto, El Equipo Consultor del Expediente Técnico, recomienda comprar solamente 1112 plantas por hectárea; esta afirmación se basa en los siguientes factores: Distanciamiento de 3.5x3.5m, predominancia de pendientes entre 25 y 80%, y principalmente en la realidad de que el proveedor (de acuerdo a una clausula que debe precisarse en su contrato) tiene que entregar en obra esta cantidad de plantas aptas, y si hay mortandad o pérdida por causas atribuibles al proveedor durante el transporte, tiene que reponerlo, de tal manera que no se tengan que hacer gastos innecesarios. Plantaciones en campo definitivo. En total son 1,900 ha con 2’112,800 plantones forestales instalados en macizos de producción y protección, a un distanciamiento de 3.5 x 3.5m para las 3 especies: pino, quinual y colle. Para el POA 2010 son 500 ha. Las áreas plantadas varían para cada localidad beneficiaria en función de la disponibilidad de tierras comunales y mano de obra disponible. Estas áreas serán precisadas o reajustadas en mínimas extensiones –si fuese necesario y por causas razonables, justificadas por el Residente y aprobadas por el Supervisor- en el momento del replanteo antes del inicio de la plantación por el Equipo ejecutor del proyecto. La meta total y anual se encuentra en los cuadros Nº 14A al 14D de Anexo. La protección perimétrica: Esta protección física se hará mediante el empleo de alambre de púas y postes en el 100% del área reforestada. Además, se reforzará la protección mediante la vigilancia forestal con “guardabosques” o vigilantes que recorrerán permanentemente el área, a fin de proteger el cerco (alambre y postes) de robos y daños así como a la plantación misma. En el caso de Acopalca, la protección ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 115
  • 116. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”estará bajo la responsabilidad de cada comunero en su respectivo sector asignado porla comunidad para el pastoreo o “canchada” correspondiente. La meta total y anual seencuentra en el cuadro Nº 14E de anexo.Mantenimiento y Vigilancia:Mantenimiento: Comprende las labores silviculturales como: Recalces de plantas noprendidas o muertas por factores ambientales (sequías y friajes). En condiciones dereforestación tradicional, se espera que la mortandad varíe entre un mínimo de 06% ymáximo de 18% al siguiente año de las plantaciones; sin embargo, para este proyectosólo se espera un máximo de 6%, debido a la tecnología de: uso de polímeros, riegode mantenimiento, fertilización y cercado con alambre de púas reforzado con vigilanciade los beneficiarios.Por tales razones sólo se recalzará el 6% del área, vale decir 6% de plantas queequivale a 67 plantones/ha-año. Para el POA 2010, se podrán hacer recalces entreenero y febrero del siguiente año 2012, siempre y cuando se haya registradomortandad en las plantaciones realizadas por ejemplo entre diciembre 2010 y febrero2011. Con el propósito de reducir dicha mortandad en el resto de los meses desequía, se aplicarán riegos de mantenimiento trasladando agua en recipientes. Esteriego es para mantener la humedad y en otros casos para rehidratar el polímero ohidroabsorvente que igualmente mantendrá la humedad en el hoyo. El riego seaplicará al 100% de las plantaciones y en los meses críticos de Junio (primerasemana) y Agosto (primera semana) de cada año. La mano de obra no calificada paraesta labor de primer riego, será pagada por el proyecto durante la campaña 1, 2 y 3, apartir del segundo riego/ha y en los siguientes años lo asumirá la comunidad, tal comose establece en Actas de compromiso y que el Equipo técnico ejecutor deberápropiciar y velar o prever no sólo su cumplimiento si no también su fortalecimiento.Las metas de recalce total y anual se muestran en el cuadro Nº 14F de anexo y en elsiguiente cuadro: CUADRO Nº 11 A. META TOTAL Y ANUAL DE RECALCE EN CADA COMUNIDAD Y POR ESPECIES META TOTAL RECALCE AÑO 2011 * RECALCE AÑO 2012 RECALCE AÑO 2013 * COMUNIDAD Ha Plantas Ha Plantas Ha Plantas Ha Plantas Acopalca 1,761 117987 450 30150 650 43550 661 44287 Cullpa Alta 132 8844 50 3350 50 3350 32 2144 Cochas Grande 4 268 0 0 0 0 4 268 Cochas Chico 3 201 0 0 0 0 3 201 TOTAL 1,900 127300 500 33500 700 46900 700 46900 *= Plantación de Dic. 2010-Feb. 2011, se recalza en enero-Feb. del 2012 y así sucesivamente, culminando en Dic. 2013. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 116
  • 117. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Vigilancia forestal: La vigilancia permanente será al 100% de la plantación con “guardabosques”, para verificar que los postes y alambrado no sufran robos ni daños, tampoco las plantas. A las plantaciones instaladas, se dotará inmediatamente luego de la plantación o antes de ella, de “guardabosques” designados por la comunidad. A partir del cuarto año de la primera plantación, la vigilancia correrá a cargo de los Comités Locales de Gestión Forestal que dependerán de la Directiva Comunal. En la comunidad de Acopalca, la protección estará bajo la responsabilidad de cada comunero en su respectivo sector asignado por la comunidad como áreas de pastoreo o “canchada”. 2º. FORTALECIMIENTO DE CAPACIDADES TECNICAS Y DE GESTION SOCIAL: Las actividades principales son dos: a) La capacitación técnica y la capacitación para la organización local y la gestión comunal, y b) La asistencia técnica. Tanto la capacitación técnica como la capacitación para el fortalecimiento organizacional y la gestión social de comunidades y comités locales, se consideran como una sola porque los temas se desarrollarán paralelamente en los mismos eventos de capacitación y sólo se diferenciarán en el contenido curricular estructurado para cada caso y cada horario. a. Capacitación técnica y de fortalecimiento para la organización y gestión comunal: Se realizarán 18 eventos en total, considerando cursos de capacitación técnica y de fortalecimiento organizacional para la gestión social, cursos talleres participativos y pasantías para la aplicación de la metodología de “campesino a campesino10, etc, mediante temas diseñados con contenido curricular sistemático y específico. Se realizarán como meta dos pasantías a Porcón con dos grupos distintos seleccionados, uno el primer año y el segundo en el tercer año de ejecución. Esta propuesta se selecciona porque es una metodología participativa que se basa en que el proceso de enseñanza-aprendizaje e inter-aprendizaje interactiva, y es más efectiva si se aplica la metodología de aprender haciendo o las lecciones entran por la vista; esto es lo que se busca con la pasantía a Porcón.10 Una de las tantas metodologías participativas de capacitación y transferencia de tecnología es el denominado “campesino a campesino”, que consiste en la transmisión de conocimientos prácticos y aplicativos por un productor calificado o con experiencia en determina actividad. Esto es lo que se propiciará con el proyecto al visitar a los productores campesinos de Porcón para que los beneficiarios visitantes del Shullcas reciban in situ la transferencia tecnológica que los de Porcón saben y conocen en lo referente al manejo forestal y silvopastura. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 117
  • 118. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” La meta para el 2010 se consideran 05 eventos de capacitación a llevarse a cabo 3 en Acopalca y 2 en la parte baja para Cochas Grande y Chico, Cullpa Alta, Uñas y Vilcacoto. En el 2011 se realizarán 6 eventos, 3 en Acopalca y 3 en la parte baja. El 2012, de manera similar se realizarán 7, 4 en Acopalca y 3 en la parte baja. Los temas seleccionados para los cursos talleres son: Rol de las plantaciones forestales ante el cambio climático (3 talleres), Instalación y manejo sostenible de plantaciones forestales (6 talleres), mercado de negocios forestales (3 talleres), y organización y gestión social (6 talleres). Estos temas serán previamente reajustados, precisados en su contenido curricular en coordinación entre el Capacitador / metodólogo y Residente; además recibirá aportes o sugerencias de temas de los Extensionistas, el Supervisor, Agrorural y el PRAA. Parte del fortalecimiento para la gestión social, comprende el asesoramiento a los Comités, para que construyan sus propios instrumentos como un Reglamento interno elaborado participativamente con la facilitación del Equipo Técnico ejecutor del proyecto y la actualización del padrón de beneficiarios. Para el 2010, se considera la conformación y constitución con su Libro de Actas, Padrón de beneficiarios y su Reglamento Interno aprobado participativamente y por la Asamblea comunal. Además, deberán articularse al Comité de Gestión de la Subcuenca del Río Shullcas y a otras formas organizacionales involucradas o relacionadas con los objetivos del proyecto. El Comité de Gestión del cuadro Nº 12, tiene como objetivo apoyar en la parte de organización de los trabajos de campo, conformar las brigadas de trabajo, apoyo como promotores rurales, servir de nexo entre el Equipo Técnico ejecutor y las autoridades locales, hacer cumplir los acuerdos de asamblea en todo lo relacionado a las actividades del proyecto; estará subordinado a la Directiva Comunal. Tendrá una composición simple, cuya función se propone para que sea mejorada participativamente durante el proceso de ejecución y funcionamiento en los años siguientes, según un reglamento elaborado por ellos y aprobado por la comunidad.ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 118
  • 119. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº 12: Estructura y Funciones del Comité Local de Gestión ForestalNº CARGO FUNCIONES Presidir, dirigir, planificar y ejecutar las actividades del proyecto y establecidas en el1. Presidente Plan de Trabajo del Comité y en observancia de su Reglamento Interno. Todas sus actividades que realizan serán de conocimiento de la Junta Directiva Comunal. Llevar en orden el Libro de Actas y cumplir con las funciones asignadas por el2. Secretario Comité y su Reglamento Interno Hacer las veces de cualesquiera de sus miembros, en caso de ausencia o renuncia3. Vocal y apoyar las actividades del Pdte. El comité de gestión forestal tendrá características adecuadas a cada Comunidad de la cual esté relacionada. El Comité deberá elaborar sus objetivos, funciones y reglamentos en el marco de los acuerdos Comunales para las responsabilidades sobre la adaptabilidad climática, roles sobre las plantaciones y el uso de los beneficios forestales. Bajo estas circunstancias cada Comité podrá tener una representación ante el Comité de Gestión de la subcuenca la que a su vez se entiende que tendrá una representación otorgada por el Gobierno Regional mediante Ordenanza para que sea interlocutor válido. Se recomienda en este caso también que exista equidad de género entre sus integrantes. Este comité deberá tener capacidad de gestión más allá del propio proyecto. Por ello se propone lo siguiente: El objetivo del Comité debe basarse en la opinión de la propia comunidad, respetando la consulta previa y los principios de interculturalidad, así como el aprovechamiento del patrimonio forestal y de fauna silvestre regional huanca que a su vez es de la Nación. El Comité propiciará que las personas de la comunidad participen responsablemente en los procesos de toma de decisiones, así como en la definición y aplicación de los futuros planes de manejo forestal y recursos conexos que se adopten en la comunidad y que requieran acuerdos con otros niveles del gobierno local, regional o nacional, así como con la autoridad nacional que exista sobre el tema forestal. Así mismo, deberá asegurar el aprovechamiento sostenible, conservación y protección de los recursos forestales de flora y fauna silvestre a través del ordenamiento que se establezca y propiciando la delimitación de áreas para la protección de hábitats críticos y especies silvestres vulnerables o en extinción. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 119
  • 120. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” El grado de consolidación de los comités, deberá medirse por el reconocimiento de la misma comunidad en Asamblea y vía Ordenanzas si el caso requiere. b. Asistencia técnica: A cargo de un Equipo de profesionales y técnicos extensionistas, compuesto por un (1) Residente como cabeza quien dirigirá y gerenciará, tres (3) Técnicos Extensionistas a cargo de ámbitos comunales y sedes asignados que más adelante se detallan. El proyecto, dotará a su entera responsabilidad al Equipo Técnico (Residente y Técnicos) de 03 motocicletas para su desplazamiento a las Comunidades a fin de que puedan cumplir con sus funciones especificadas en el presente Expediente Técnico y sus contratos respectivos. Así mismo tendrán como apoyo una camioneta para movilizar el personal, trabajadores y beneficiarios en los casos necesarios. El personal profesional y técnicos extensionistas, para fines de la ejecución del proyecto, estarán distribuidos en la forma como se propone más adelante en el cuadro Nº 16.ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 120
  • 121. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº 13: Cronograma mensual de metas físicas para 2010 - 2012 Inicio de las actividades del proyecto: Octubre del 2010 (sin embargo todo el proceso de compras y contratos se puede hacer antes). EJECUCION DE METAS POR MESESNº DISTRITO COMUNIDADES COMPONETES / ACTIVIDADES Unid. Meta Presup. M e s e s 2010 – 2012 Anual M Medida 2010 2010 (S/.) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 1 Establecimiento de la plantación forestal: Adquisición de plantones forestales Plantón 556,000 455,364.00 X X X Plantación forestal ha 500 414,440.00 X X X Protección de plantaciones con cercos ha 500 216,100.00 X X X X Recalces ha 0 a) a a Acopalca, Cullpa El Tambo Alta, Cochas Riegos de mantenimiento ha 500 169,500.00 X X Grande, Cochas Huancayo Chico y Vilcacoto * Vigilancia ha 500 Aporte comu. X X X X X X X X X X X X 2 Fortalecimiento de capacidades técnicas y de gestión Capacitación Evento 05 13,705.00 X X Asistencia técnica Nº Person. 548 79,850.00 X X X X X X X X X X X X Pasantía Pasantía 01 14,260.00 X a) La plantación realizada entre diciembre 2010 y febrero del 2011, se recalzará recién en enero y febrero del 2012. * Vilcacoto no tiene tierras comunales para reforestar, sin embargo participa en el proyecto en la actividad de capacitación y sensibilización al igual que UñasNota: Existe otro cronograma de ejecución de metas físicas por años en los cuadros Nº 20 A a la 20C del anexo. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 121
  • 122. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”5.7. METODOS Y ESTRATEGIAS DE EJECUCION DEL PROYECTOLa metodología de los trabajos de campo deberá ser eminentemente participativa con losbeneficiarios, autoridades locales, Comités Locales y técnicos ejecutores; la metodología seaplicará tanto en la compra de plantones, plantación, protección y mantenimiento, como enla planificación de los trabajos, la organización social, en las capacitaciones y pasantías. Laestrategia general de ejecución de las actividades previstas, consistirá de: Convocatorias,coordinaciones con autoridades y comités, asambleas comunales, conformación decuadrillas de trabajo en cada comunidad, ejecuciones directas de los trabajos de campomediante el Equipo Técnico contratado para tal fin o mediante terceros, monitoreos yevaluación periódica y anual.En tanto que las actividades administrativas como las contrataciones del personal, lasadquisiciones de materiales, insumos, equipos, herramientas, etc, se realizarán en estrictocumplimiento de las normas vigentes para cada caso y por la instancia correspondiente delEnte Ejecutor con la veiduría de la CAN y el PRAA. Las adquisiciones se realizarán porlicitación pública abierta, dependiendo la modalidad de compra, del monto de mayor omenor cuantía y los procedimientos que establezcan las fuentes de financiamiento como elBanco Mundial. Las compras se deberán hacer según los costos referenciales y lascaracterísticas especificadas en los términos de referencia de los bienes que se describenen el cuadro Nº 21 de anexo (dimensión, tipo de material, calidad de los bienes, etc). Serecomienda que en la comisión de adquisiciones y contrataciones se integre un Ing. Forestalcalificado para una adecuada selección de herramientas, plantones, etc; así mismo dichoEspecialista Forestal debe estar presente en el momento de la apertura de sobres(propuestas de proveedores) y en la recepción de los bienes a fin de que verifique ycertifique la calidad de los mismos, principalmente de los insumos que se comprarán. Parael pago de los insumos, previamente el Especialista Forestal o algunas veces el Residenteemitirá su opinión técnica de conformidad, como por ejemplo sobre el polímero, fertilizante,calidad de los plantones, etc.La contratación del Equipo Técnico y de apoyo administrativo se realizará medianteconcurso público y tomando en cuenta el perfil y los términos de referencia que seespecifican en este Expediente Técnico para cada tipo de personal requerido. En el caso decontratación de terceros para trabajos específicos, se aplicarán las normas vigentescorrespondientes. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 122
  • 123. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”El Seguimiento, evaluación y Monitoreo como herramientas de control, se realizaránsiguiendo criterios técnicos y administrativos previamente socializados por el Equipo Técnicoen el marco de las normas vigentes de AGRO RURAL y el PRAA. Un aspecto importantepara el seguimiento, evaluación y monitoreo es que al inicio del proyecto, el Ejecutor con suEquipo Técnico y AGRORURAL elabore y apruebe un “Lineamiento Técnico de Trabajo” quedebe contener básicamente lo siguiente: Conceptos, criterios técnicos de obtención de datoscuantificables, tipos de datos principales (variable de interés, frecuencia, valor cuantitativo ycualitativo), tipos de indicadores (lo esencial) para cada actividad del proyecto, periodicidadde las reuniones técnicas, tipos de informes (no más de dos: descriptivo somero ycuantitativo en cifras), coeficientes técnicos de rendimientos de la mano de obra para cadasub actividad, otros coeficientes técnicos relacionados con el proyecto y otros aspectos queayuden reajustar y mejorar la eficiencia de ejecución de las actividades del proyecto.El cuadro Nº 13 A de Anexo, deberá servir como modelo base para adecuar el seguimiento yla evaluación de metas físicas.La metodología y estrategias de ejecución de las actividades del proyecto por componentesy que servirán de base al Equipo Técnico ejecutor, se presentan en el cuadro de la siguientepágina. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 123
  • 124. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº 14: COMPONENTES, ACTIVIDADES, METODOLOGIAS Y ESTRATEGIAS DE EJECUCION DEL PROYECTO Componente/ Sub Activi- Breve descripción de actividad y/o subNº Metodología de ejecución y Responsables Estrategias de ejecución Actividades dades actividad01 ESTABLECIMIENTO DE UN SISTEMA DE REPOSICIÓN FORESTAL: Reforestación que comprende: Plantación, protección perimétrica, y mantenimiento y vigilancia forestal. Comprende: Selección de plantones, carguío, Capacitar participativamente, transporte en vehículos Convocar a los beneficiarios, organizarlos en brigadas, Selección y Traslado transporte al terreno definitivo, descargar y o acémilas y distribuir por zonas bajo la asistencia ejecutar directamente y planificar participativamente plantones distribuir en los lugares de plantación. técnica del Extensionista y el Residente. bajo la facilitación del Equipo Ejecutor Hacer el embanderamiento de parcelas. El Capacitar participativamente, trabajos organizados en Embanderamiento, Convocar y organizar a los beneficiarios en grupos, trazado en tresbolillo con un distanciamiento de grupos o faenas comunales y bajo la asistencia trazado, marcación ejecutar directamente y planificar participativamente 3.5 x 3.5m; las dimensiones apropiadas de los técnica del Equipo Técnico. y apertura de hoyos bajo la dirección y facilitación del Equipo Ejecutor hoyos son 40 x 40 x 40 cm. Plantar los plantones en terreno definitivo con Capacitar participativamente, trabajos organizados en Coordinar con autoridades locales, convocar y organizar pan de tierra, depositando en los hoyos de grupos o faenas comunales y bajo la asistencia a los beneficiarios en grupos, ejecutar directamente la 40x40x40cm luego de quitar la bolsa de técnica del Extensionista y la dirección del Residente. plantación y planificar participativamente bajo la polietileno. En la base del hoyo se colocará la dirección y facilitación del Equipo Ejecutor tierra agrícola mezclada con abono o fertilizante y polímero, luego la siguiente y última capa Plantación solamente tierra agrícola con estiércol y fertilizante hasta el cuello de la planta, dejando un ligero desnivel o borde entre la superficie y el cuello de la planta. Finalmente en el desnivel se colocarán piedras planas cuyo propósito es evitar Plantación la evaporación y mantener la humedad del suelo. Protección física mediante el empleo de Capacitar participativamente, trabajos organizados en Coordinar, convocar y organizar a los beneficiarios en materiales convencionales como el alambre de grupos o faenas comunales y bajo la asistencia grupos, ejecutar directamente y planificar Cercado perimétrico puas y postes al 100% del área total reforestado, técnica del Extensionista y la dirección del Residente. participativamente bajo la dirección y facilitación del a fin de proteger la plantación de los daños Equipo Técnico Trabajos posteriores a la plantación, tales como: Capacitar participativamente, trabajos organizados en Coordinar, convocar y organizar a los beneficiarios en Mantenimiento o Recalces y riegos de mantenimiento del grupos o faenas comunales y bajo la asistencia grupos, ejecutar directamente y planificar labores polímero. Otras labores a cargo de los técnica del Extensionista y la dirección del Residente. participativamente bajo la dirección y facilitación del Silviculturales: beneficiarios en el largo plazo serán: Podas o Equipo Técnico. Asamblea para acuerdos de no Recalce y riegos raleos, control de, incendios, etc. pastorear en la zona reforestada, sancionar a quienes afecten con daños de animales o por acción humana. Vigilancia con Trabajo posterior a la plantación, que consiste en Capacitar participativamente en técnicas de vigilancia, Reporte al Comité Local de gestión forestal y a la “guardabosques” la vigilancia de las áreas reforestadas y cercadas trabajos asignados en forma rotativa a los comuneros, Directiva comunal, selección y designación del mediante “guardabosques” designados por la rondar permanentemente a la zona reforestada, guardabosque en asamblea comunal, vigilante con comunidad supervisados y controlados por el control de vigilantes por parte de los comités locales. atribuciones para depositar en el coso a los ganados Comité Local de gestión forestal. Vigilará La asesoría técnica a cargo del Extensionista y del que hacen daño, inspeccionar y reportar daños de permanentemente los cercos y las plantaciones. Residente. cercos. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 124
  • 125. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”02 FORTALECIMIENTO DE CAPACIDADES TECNICAS Y DE GESTION SOCIAL: Capacitación técnica y para la gestión que incluye la formalización de los comités locales de gestión forestal, y la asistencia técnica. Charlas de motivación, exposición de objetivos, Motivación interactiva, charlas técnicas con uso de resultados esperados, hacer que la gente logre materiales de la zona y uso de papelotes, tarjetas u interiorizar el proyecto y se involucre. Coordinación y convocatoria de actores locales. otros medios de capacitación. Ejecución mediante terceros bajo la supervisión del Talleres participativos de Inter- aprendizaje mediante Talleres participativo para capacitar a los Residente y Coordinador. métodos expositivos, interactivos y presentación de Capacitación: Taller beneficiarios en temas técnicos y de gestión Contratar a capacitadores temáticos en forma periódica temas por grupos. Eventos participativo de social del proyecto y hacer los seguimientos y monitoreo de la aplicación Pasantías guiadas a Porcón para talleres y prácticas de participativos capacitación de lo aprendido en cada evento. “campesino a campesino”. Constituir el Comité Local de gestión forestal y Sistematización del contenido de los temas de Desarrollo de temas específicos con contenidos fortalecer su funcionamiento. capacitación a cargo de Residente y Supervisor. curriculares, facilitado por un Capacitador y bajo la organización del Equipo Técnico del proyecto Pasantías a Porcón para técnicas de inter- aprendizaje de “campesino a campesino” Asistencia técnica en la ejecución de los trabajos Visitas de campo para dar la asistencia Técnica Directa Organizar a los beneficiarios en grupos, ejecución técnicos: Plantación, protección y mantenimiento y aplicada que comprende la facilitación, asesoría u práctica de trabajos por los beneficiarios, organizar Plantación y Asistencia de las plantaciones. Esta labor estará a cargo de orientación para la ejecución de las actividades del competencias intercomunales, facilitación guiada del labores los Extensionistas y el Residente. técnica proyecto. Prácticas demostrativas de ejecución de Equipo Técnico silviculturales cada tipo de actividad del proyecto. Labores de gestión del proyecto inherentes a las funciones técnicas y administrativas del Equipo Ejecutor Comprende el seguimiento mensual, trimestral y Evaluación cuantitativa de ejecución física de metas en Supervisión programada e inopinada, reuniones semestral de las actividades y sus metas físicas y el campo, condiciones y limitaciones para el avance, participativas con los beneficiarios, ejecución directa financieras del proyecto. supervisiones periódicas de los trabajos e introducir del Equipo Técnico, opinión y recomendaciones del La evaluación será anual y total al tercer año de los reajustes o correctivos necesarios. Supervisor y los Especialistas de Agro Rural. Seguimiento, evaluación y ejecución de todas las actividades del proyecto. El monitoreo utilizará técnicas de muestreo, Socialización de los avances y dificultades y reajustes o monitoreo El monitoreo es la recopilación y análisis de la observaciones y mediciones in situ a cargo de los correctivos necesarios. ¡El proyecto no es absoluto, información necesaria para comparar el avance Residentes y Técnicos. si no dinámico, perfectible y flexible!. Sin de ejecución de metas y objetivos respecto a la El Supervisor y los Especialistas de AGRO RURAL embargo no debe incorporar cambios Línea Base. harán el seguimiento, evaluación y monitoreo, en sustanciales que afecten al objetivo central o estrecha coordinación con el proyecto PRAA y contradigan las normas del SNIP. Ministerio del Ambiente. Son las actividades de apoyo administrativo por Gestión documentaria, elaboración de requerimientos, Asistente administrativo del Aplicación de técnicas, métodos y normas parte del asistente. requerimientos, cotizaciones, trámites administrativos y proyecto administrativas en forma eficiente y oportuna. reportes financieros, etc, con apoyo de Secretariado. Acciones y actividades de ejecución de todo la Aplicación de técnicas de gerencia de proyectos: Coordinación con autoridades locales e instancias de parte operativa del proyecto. Gestión de recursos físicos y humanos, planificación AGRORURAL. Asesoría directa, evaluación permanente. Residente del proyecto participativa, búsqueda e introducción de técnicas de Reporte técnico administrativo al Supervisor y Agro eficiencia y efectividad. Rural. Comunicación horizontal al Equipo. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 125
  • 126. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”5.8. MEDIOS, MATERIALES Y SERVICIOS REQUERIDOS POR EL PROYECTOComprende todos los materiales, equipos, herramientas, insumos de producción (plantones,fertilizantes y polímeros), recursos humanos y todo aquello que interviene directa oindirectamente en la ejecución de las actividades del proyecto. En los cuadros depresupuestos analíticos por actividades y de requerimientos de bienes y servicios de loscuadros Nº 13 de Anexo, se detallan todos los medios materiales y no materiales (servicios)que se requieren y se utilizarán en cada una de las actividades del proyecto durante el 2010y los siguientes años. Las adquisiciones y contrataciones se realizarán siguiendo las normasy procedimientos establecidos para el caso, tal como se señaló en páginas anteriores.Los bienes duraderos se comprarán preferentemente el primer año (2010) y se mantendránen los almacenes de Agrorural para ir entregando anualmente a los beneficiarios de acuerdoa las necesidades de las metas programadas. Los otros bienes poco duraderos o fungiblesse comprarán anualmente, tal como está establecido en el cronograma anual de ejecuciónfinanciera y de adquisiciones. Ver los cuadros respectivos en anexo.SEGURIDAD Y DESTINO FINAL DE LOS BIENES DEL PROYECTO:Seguridad de bienes: La seguridad de los bienes entregados a las comunidades estará acargo de autoridades comunales y el comité respectivo en almacenes que asignen para elcaso. El control bajo inventario de los bienes como las herramientas y otros, estará a cargodel comité. Las personas o grupos de trabajo que utilizan los bienes, deben entregar al finalde cada trabajo, al comité para su seguridad y control de inventario en cada localidad. ElResidente y Técnicos Extensionistas son los responsables de implementar las medidasnecesarias para la seguridad y control de los bienes en cada comunidad; mientras que laseguridad en los almacenes estará a cargo del asistente administrativo.Los bienes duraderos adquiridos, mientras no se entreguen a las comunidades, seránalmacenados en los ambientes de Agrorural bajo inventario y responsabilidad del Asistenteadministrativo. La salida y entrega de los bienes será controlado con “pecosa” y/o acta derecepción firmada tanto por el Residente como por la autoridad comunal. La asistenteadministrativa será la responsable del control documentado de todos los bienes que seentrega a las comunidades beneficiarias, y el Supervisor será quien verifique elcumplimiento de los procedimientos de administración de los bienes del proyecto según lasnormas del caso. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 126
  • 127. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Transferencia de bienes: Una vez culminado el proyecto, los bienes duraderos usadosserán entregados bajo inventario y acta de transferencia, a las comunidades beneficiarias, afin de que sigan utilizando en trabajos complementarios y de mantenimiento del proyecto.5.9. ORGANIZACIÓN PARA LA EJECUCIÓN DEL PROYECTO 5.9.1. Estructura organizacional del proyecto: La estructura organizacional y funcional propuesta para fines de operatividad del proyecto, es la siguiente: MINI. AGRICULTURA DIRECCION PROYECTO PRAA EJECUTIVA NACIONAL AGRO MINI. DEL AMBIENTE COMUNIDAD RURAL ANDINA DIRECCION ZONAL AGRO RURAL-JUNIN SUPERVISOR DEL PROYECTO RESIDENTE DE PROYECTO ASISTENTE ADMINISTRATIVO PROYECTO SEC. EJECUTIVA- PLANILLERA ADMINISTRATIVO DEL PROYECTO ESPECIALISTA CIENCIAS SOCIALES EXTENSIONISTA EXTENSIONIS EXTENSIONIS ZONA “A” TA ZONA “B” TA ZONA “C” 5.9.2. Organización del Equipo Ejecutor: Ámbitos, perfiles y funciones Equipo Técnico Ejecutor: El Equipo Técnico ejecutor del Proyecto, técnicamente dependerá del ente ejecutor propuesto que en este caso es AGRO RURAL Junín. El cuadro de profesionales, Extensionistas y personal de apoyo administrativo son ocho (08) que se muestra en el cuadro Nº 15, quienes tendrán sus propias funciones y responsabilidades que se ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 127
  • 128. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” detallan en las siguientes páginas. El personal será contratado de acuerdo a las normas vigentes y según las fuentes de financiamiento. Los casos de contratación de terceros para algunas actividades, se sujetará a las normas vigentes para el caso. Cuadro N° 15: CUADRO DEL PERSONAL N° PERSONAL CANTIDAD 1 Ingeniero Residente 1 2 Extensionistas (3 técnicos o bachilleres) 3 3 Especialista social 1 4 Supervisor 1 5 Asistente Administrativo 1 6 Secretaria Ejecutiva/Planillera 1 TOTAL 08 El periodo de contratación del personal será de octubre a abril de cada año y de acuerdo al cronograma, los costos y presupuesto establecidos en este Expediente (ver en anexo los cuadros de costos, contrataciones y cronogramas de ejecución financiera). Sólo el Residente (Ing. Forestal) deberá permanecer de manera continua los 33 meses para hacer trabajos necesarios (como la inspección de plantones a adquirirse y otros), el riego, monitoreo y seguimiento de las actividades del proyecto, bajo la supervisión de un especialista/monitor de Agrorural. Es el Residente quien organizará y sistematizará toda la información de las actividades, del seguimiento y monitoreo hasta la culminación del proyecto. Ámbitos y distribución de sedes del personal técnico Distribución de ámbitos de ejecución y del Equipo Técnico: Para la ejecución física del proyecto, el personal técnico estará distribuido en lo posible de acuerdo a la cercanía y vías de acceso a las localidades beneficiarias, cuyas sedes se presentan en el cuadro Nº 16; sin embargo el Equipo Técnico podrá adecuar esta distribución siempre con el criterio de eficiencia tanto de costos como de tiempo y rendimiento laboral del personal técnico. Cuadro Nº 16: DISTRIBUCION DEL PERSONAL SEGÚN AMBITO/SEDES RESIDENTE Técnicos Distrito Comunidad o anexo El Tambo y Técnico 1 Cullpa Alta, Cochas Chico, Cochas Grande y Residente “A” Huancayo Chamisería. Y de apoyo(Todo el ámbito) Técnico 2 Huancayo y El Acopalca Margen derecha. Y de apoyo Técnico 3 Tambo Acopalca margen izquierda -Yurajyacu. Y de apoyo Fuente: Propuesta del Consultor ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 128
  • 129. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”PERFILES Y FUNCIONES DEL EQUIPO EJECUTOR:El perfil profesional, técnico y administrativo y las funciones respectivas delpersonal requerido para el proyecto, se especifican a continuación:INGENIERO RESIDENTE:Deben ser profesionales de la especialidad de ingeniería forestal. Debe contar conexperiencia, con residencia física en la zona del proyecto, quien apoyará directa ypermanentemente en el campo a los extensionistas en las comunidades. Son losprofesionales con capacidad de resolver problemas locales de carácter técnico yorganizacional, facilitar en todo su extensión el proceso de ejecución, monitorear lasactividades en marcha, dar las recomendaciones y corregir las deficiencias enforma oportuna e informar a la instancia correspondiente. Además recogerinquietudes, necesidades y resolver la problemática a nivel social y técnico enforma inmediata. Aquellas situaciones que requieren ser resueltos a nivel delSupervisor, deberá recoger y hacer de conocimiento correspondiente de manerainmediata.Formación profesional:  Título de Ingeniero Forestal  Colegiado y habilitado  Maestría con grado y diploma (opcional) Experiencia laboral:  En formulación, evaluación y ejecución de proyectos SNIP (Perfiles y estudios definitivos), de POAs o expedientes técnicos y pre-liquidaciones.  Cuatro a más años de experiencia en la ejecución de proyectos de reforestación, de manejo de recursos naturales (producción forestal, conservación de suelos y aguas) y manejo de cuencas hidrográficas.  Trabajo bajo presión y en equipo  Capacitación Técnica en temas afines al proyecto, en los últimos 4 años.  Experiencia en planes de desarrollo, planificación participativa y manejo de metodologías participativas.  Dominio de Microsoft: Word, Excel y Power Point.  Licencia de conducir categoría A I, como mínimo. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 129
  • 130. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Funciones y atribuciones:  Hacer las preliquidaciones en coordinación con el Asistente Administrativo y presentar al Supervisor para su aprobación.  Dirigir la ejecución física del proyecto de acuerdo al Expediente Técnico, facilitando todos los procesos de ejecución de las actividades.  Hacer el seguimiento y asesoramiento técnico permanente e in situ a los extensionistas y beneficiarios.  Hacer los informes mensuales, trimestrales y anuales. Visar los informes físicos mensuales y anuales de los técnicos previa verificación de metas in situ.  Permanecer durante los 33 meses en el campo reforzando los conocimientos impartidos por los extensionistas, de acuerdo a un plan de trabajo.  Inspeccionar la calidad y cantidad de plantones de la pre compra en los viveros de los proveedores. Así mismo, deberá emitir la opinión técnica para su compra definitiva.  Proponer temas específicos para los eventos de capacitación conjuntamente con el Especialista Capacitador y los técnicos.  Llevar el Cuaderno de Obra al día con las anotaciones necesarias de acuerdo a las normas vigentes.  Presentará los requerimientos de materiales e insumos en forma oportuna, tomando en cuenta el pedido de los técnicos extensionistas.  Consolidar, sistematizar y socializar experiencias y resultados de las actividades de las diferentes zonas de trabajo de los técnicos, para finalmente ser publicado.  Dar asistencia técnica en apoyo o en ausencia del técnico extensionista por razones de fuerza mayor.  Otras que asigne Agro Rural y Supervisor y de acuerdo a los términos de referencia de su contrato.EXTENSIONISTAS (3 TÉCNICOS O BACHILLERES FORESTALES):Formación técnica o profesional:  Técnico Agropecuario titulado o Bachiller forestal.  Conocimiento de metodologías participativas  Experiencia en proyectos de reforestación y manejo de Recursos naturales.  Dominio de Microsoft: Word, Excel y Power Point  Manejo del Internet. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 130
  • 131. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”  Facilidad de comunicación con los productores.  Experiencia en trabajo bajo presión y en equipo. Experiencia laboral:  Tres o más años como promotor o extensionista.  Asistente técnico de proyectos y afines.  Manejo de viveros forestales  Participación en proyectos similares  Capacitación y asistencia técnica rural. Funciones:  Monitoreo y Asesoramiento técnico a los beneficiarios en las actividades del proyecto.  Ejecutar las actividades según el Expediente Técnico del proyecto.  Presentar informe mensual, trimestral y semestral de avance físico del proyecto.  Acompañar, asistir, asesorar y facilitar en todas las actividades del proyecto y en los procesos de enseñanza-aprendizaje a los beneficiarios en forma permanente y oportuna.  Presentar requerimientos técnicos al Residente del proyecto.  Asegurar los bienes del proyecto en las comunidades, en coordinación con el Presidente Comunal y comités locales de gestión forestalASISTENTE ADMINISTRATIVO:Es el personal con experiencia de llevar adelante las actividades administrativas ycontables como: cotizaciones, preparar procesos de adquisiciones de acuerdo a lasnormas vigentes de CEASE/OSE, hacer las programaciones de los desembolsos ylas rendiciones de cuenta en forma oportuna, con lo que facilitará las actividades delcampo, además debe de tener capacidad para integrarse al Equipo de Trabajo,coordinando directamente con su jefe inmediato y también con el personalprofesional y técnico de campo, con conocimiento en actividades de capacitacióndesarrollo rural y asistencia social, en aras de atender adecuadamente losrequerimientos de campo y al personal profesional y técnico. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 131
  • 132. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Formación técnica:  Técnico Contador titulado de Instituto Superior Tecnológico o bachiller en contabilidad o administración.  Dominio de Microsoft: Word, Excel, Power Point e internet.  Dominio del Programa SPSExperiencia  Tres a más años de experiencia en manejo administrativo  Experiencia en ejecución del aspecto administrativo de proyectos de inversión productiva o similares.  Experiencia en trabajo bajo presión y en equipo  Experiencia y conocimiento sobre manejo de almacenes y la respectiva documentación como pecosas y otros.  Facilidad de comunicación con población quechua hablante (opcional)  Capacidad para trabajo en equipo  Disponibilidad para salidas a las comunidades beneficiarias.Funciones y atribuciones:  Es el encargado de la gestión y administración económica, presentación de los informes económicos mensuales, trimestral, semestral e informe consolidado.  Preparar informes financieros mensuales y especiales, y juntamente con el Residente la preliquidación anual.  Facilitar todo el proceso administrativo y contable en forma oportuna, apoyo logístico a todo el Equipo, proveer materiales, insumos y otros según requerimientos y según las programaciones.  Realizar todo el proceso previo de adquisiciones para las compras y contrataciones para el proyecto.  Participar en las reuniones técnicas y en los eventos de capacitación que disponga el jefe inmediato.  Llevar el inventario o control de bienes actualizados  Otras que le asigne el Jefe inmediato y los términos de referencia de su contrato. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 132
  • 133. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”INGENIERO SUPERVISOR:Es un Profesional Forestal con experiencia en este tipo de proyectos, quien sedesempeñará como Supervisor del proyecto, que dependerá administrativa ytécnicamente de la Dirección Zonal de Agro Rural y coordinará con las instanciascomo el Proyecto PRAA, Comunidad Andina, Ministerio de Agricultura y Ministeriodel Ambiente. La contratación del Supervisor será por concurso pública, en base alos términos de referencia que se detallan en este Expediente Técnico.El supervisor deberá estar permanentemente en contacto con el Residente yTécnicos así como con las comunidades beneficiarias, con la finalidad de evaluar,corregir y recomendar correctivos para ir mejorando la eficiencia y eficacia de lostrabajos programados y lograr las metas y resultados esperados del proyecto, quienademás participará asesorando, evaluando y monitoreando el cumplimiento de lasmetas del proyecto; su función también es revisar el avance físico y financiero yevaluar en el campo para luego dar las recomendaciones en el cuaderno de obra decada comunidad. Su función será interactiva y en estrecha relación laboral con elequipo profesional y técnico del proyecto. Formación profesional:  Título de Ingeniero Forestal  Colegiado y habilitado  Maestría con grado (diploma) en ciencias de la ingeniería forestal.  Otras especializaciones en gestión de recursos naturales y diplomados en temas ambientales y afines al proyecto. Funciones y atribuciones:  Responsable de la adecuada ejecución del proyecto de acuerdo a lo establecido en el proyecto y el Expediente Técnico. Su rol es coordinar y orientar la ejecución de las actividades físicas y financieras. Supervisar las actividades del Residente, administrativo y técnicos extensionistas.  Hacer el seguimiento físico y financiero, de acuerdo a los desembolsos recibidos y metas establecidas.  Sistematizar y validar las experiencias dentro y fuera de la zona, juntamente con el Residente y el Especialista de ciencias sociales.  Será el responsable de la revisión de los cuadernos de obra, analizando y dando las recomendaciones en forma oportuna. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 133
  • 134. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”  Revisar y aprobar las preliquidaciones anuales del proyecto  Hacer las recomendaciones sobre las deficiencias y los correctivos necesarios.  Promover la articulación con otros proyectos que operan dentro de la Subcuenca y con los representantes de las instituciones involucradas, a fin de integrar iniciativas orientadas a la gestión integrada del agua.  Otras de acuerdo a su contrato y las indicaciones de Agrorural. Experiencia laboral: Mínimo de 8 años en formulación, evaluación y/o ejecución de proyectos forestales, así como en proyectos SNIP (Perfiles, estudios de pre factibilidad o definitivos y Expedientes Técnicos o POAs). Mínimo de 04 proyectos forestales, productivos o similares de inversión elaborados y aprobados. Mínimo de 5 POAs y/o Expedientes técnicos de proyectos forestales SNIP aprobados. Mínimo de 3 Supervisiones o gerenciamiento de proyectos forestales, productivos y de conservación de recursos naturales. Experiencia en capacitación Técnica con manejo de metodologías participativas en zonas rurales. Experiencia en pre-liquidaciones de proyectos similares. Mínimo 04 Planes de desarrollo integral concertado, manejo o gestión de cuencas y estudios técnicos relacionados con cuencas hidrográficas, los recursos naturales y estudios de impacto ambiental elaborados y aprobados. Mínimo de 4 capacitaciones o diplomados en proyectos SNIP, en temas ambientales y recursos naturales.ESPECIALISTA EN CIENCIAS SOCIALES:Debe ser Licenciado en Sociología, Antropología o Trabajo Social. Debe contar conexperiencia, con residencia física en la zona del proyecto, quien apoyarádirectamente en el campo en la facilitación, sensibilización, organización y procesosde concertación interinstitucional para lograr las metas y los objetivos del proyecto.Es el profesional con capacidad para resolver problemas locales de carácter social yorganizacional, monitorear los cambios de conducta social. Además recoger ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 134
  • 135. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”inquietudes, necesidades y resolver la problemática a nivel social en formainmediata.Formación profesional:  Lic. En Sociología, Antropología o Trabajo Social  Colegiado y habilitado  Diplomado en proyectos de inversión pública SNIP o afinesExperiencia laboral:  Mínimo de 3 años en ejecución de proyectos relacionados a desarrollo de capacidades humanas, educación de adultos y afines.  Cuatro a más años de experiencia en trabajos rurales de capacitación o proyectos con comunidades, mejor aún si tiene relación con formulación o ejecución de proyectos de reforestación, riegos u otro tipo de proyectos productivos en zonas rurales.  Trabajo bajo presión y en equipo  Capacitación Técnica en temas afines al proyecto, en los últimos 4 años.  Facilitación o capacitación y manejo de metodologías participativas.  Dominio de Microsoft: Word, Excel y Power Point.Funciones y atribuciones:  Desarrollar un programa de capacitación en temas seleccionados para este proyecto.  Organizar los 18 eventos, las dos pasantías y cursos intermedios de rutina en los temas de interés para el proyecto.  Facilitar todo proceso de reunión social - organizacional.  Hacer el seguimiento de aspectos sociales del proyecto para socializar con el Equipo Técnico.  Hacer los informes mensuales, trimestrales y anuales.  Proponer temas específicos para los eventos de capacitación conjuntamente con el Especialista Capacitador, Residente, Supervisor y los técnicos.  Sistematizar y socializar experiencias y resultados de las actividades de capacitación, para finalmente publicar. Otras que asigne Agro Rural y el Supervisor, y de acuerdo a los términos de referencia de su contrato. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 135
  • 136. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”SECRETARIA EJECUTIVA-PLANILLERA Y DE APOYO ADMINISTRATIVO:Es la persona que será el nexo de comunicación entre el Equipo profesional y losbeneficiarios del proyecto, de trato amable y gozar de una buena salud.Responsable de llevar los archivos de documentos de ingreso y salida clasificadosadecuadamente, registro de documentación. Elaboración de documentos decomunicación exclusivos del proyecto, facilitará al Supervisor, los Residentes ytécnicos en la información relacionada a la marcha del proyecto. Responsable de laelaboración de la planilla de jornales y control de jornales por comunidades. Apoyo alas labores administrativas.Formación técnica:  Secretaria ejecutiva titulada de Instituto Tecnológico.  Experiencia en manejo de archivos.  Dominio demonstrable de: Word, Excel y Power Point.  Manejo demostrable del Internet.Experiencia laboral:  Experiencia mínima de tres años como secretaria en proyectos de esta naturaleza o similares.  Dominio de la ofimática  Manejo demostrable de Microsoft Office: Word, Excel, Corel Draw y Power Point documentado.  Facilidad de comunicación con los productores beneficiarios.  Trabajo bajo presión y en Equipo  Experiencia documentada en control de jornales y manejo de planillas de jornales en proyectos de inversión productiva.  Conocimiento y experiencia en manejo de PECOSAs  Haber recibido alguna capacitación en proyectos productivos, de preferencia en temas de reforestación.Funciones:  Mantener la oficina adecuadamente ordenada.  Llevar los documentos en forma organizada, ordenada y adecuadamente archivada.  Digitalizar los informes mensual, trimestral y anual de avance físico del proyecto, apoyando en ello al Residente y Administrativa. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 136
  • 137. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”  Digitalizar planillas de jornales y padrón de beneficiarios.  Apoyar a la parte administrativa en la elaboración de documentos como: Requerimientos, cotizaciones, PECOSAs y otros. Mantener buenas relaciones laborales con todo el Equipo del proyecto, así como con los trabajadores dependientes de Agrorural.5.10. PLAN DE ACTIVIDADES MENSUALES Y ANUALES (calendario forestal)Para el Expediente Técnico, se tiene programado un presupuesto total de S/. 5’770,817.00.Este presupuesto está desagregado de acuerdo al analítico de actividades, en costosdirectos e indirectos o generales, según específicas de gastos que se muestran en loscuadros de Anexo Nº 01 al 12 en Anexo. Los cuadros de presupuesto analítico poractividades, servirán de instrumento para la ejecución presupuestal del Ejecutor.Las actividades y metas programadas a ejecutarse son las que se muestran en el cuadro Nº13 y en otros cuadros de Anexo, los que deben ser ejecutadas de acuerdo al calendarioforestal del Cuadro Nº 17. Cuadro N° 17: Calendario forestal anual para la ejecución del proyecto CAMPAÑA FORESTAL: MesesN° ACTIVIDAD / SUB ACTIVIDADES E F M A M J J A S O N D PLANIFICACIÓN INICIAL DE ACTIVIDADES: Contratación de personal a cargo de la Comisión X de Agrorural. I Planificación y capacitación previa al Equipo X Técnico contratado. Replanteo de algunas pequeñas áreas a X reforestar II ADQUISICION DE PLANTONES Labores preliminares: Sondeos y cotizaciones de2.1 X X precios de plantones2.2 Contratos de compra de plantones X X XIII PLANTACION4.1 Replanteo, embanderamiento, trazado y poceado X X X4.2 Traslado de plantones X X X X Plantación (incorporando fosfato diamónico e4.3 X X X hidroabsorvente) PROTECCION PERIMETRICO, TRATAMIENTO V SILVICULTURAL Y VIGILANCIA FORESTAL5.1 Protección con cercos X X X5.2 Recalces X X5.3 Riegos de mantenimiento de polímero X X X5.4 Vigilancia forestal con guardabosques X X X X X X X X X X X XVI CAPACITACION Y ASISTENCIA TECNICA Capacitación técnica y de gestión social6.1 X X comunidades y comités locales6.2 Asistencia técnica X X X X X X X X X X X X6.3 Pasantía XFuente: Elaboración por Equipo Consultor. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 137
  • 138. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”5.11. ESPECIFICACIONES TECNICAS DE LAS ACTIVIDADES 1º ESTABLECIMIENTO DE LA REFORESTACION: La reforestación y las sub actividades: Compra de plantones, plantaciones, protección perimétrica, y mantenimiento y vigilancia forestal. a. Selección y compra de plantones: Se comprarán previa concurso público y bajo la modalidad de puesto en obra. Se tiene prevista la compra de 2’112,800 plantones en total, siendo para el 1er año 556,000 plantones forestales, en los siguientes años se comprarán 1’556,800 de las tres especies hasta completar la meta. Antes de ser trasladados al terreno definitivo, deberán ser seleccionados aquellos plantones con las siguientes características: Vigorosos, sanos, libres de patógenos fungosos y sin defectos; las dimensiones requeridas son: 30 cm de altura como mínimo medido del cuello al ápice, grosor del tallo como de un lápiz, embolsados en polietileno y en sustrato apropiado, libre de fertilizante sintético mucho menos si es abono foliar nitrogenado. Se recomienda hacer las pre-compras con antelación. Estas compras anticipadas deberán hacerse en junio o julio para luego ser inspeccionadas y monitoreadas en el vivero hasta el momento del traslado al terreno definitivo; esta labor deberá hacerlo el Especialista de Agrorural y el Residente, de tal manera que se garantice la cantidad y calidad de los plantones para el momento de ser traslado al terreno definitivo. Los criterios de selección de las especies se describen para cada especie y se detallan más adelante en un cuadro comparativo. CARACTERISTICAS PRINCIPALES DE LAS ESPECIES SELECCIONADAS: Características del pino radiata (Pinus radiata). Sus características principales son: Es un árbol de talla media a elevada, de aproximadamente 30 m de altura en su lugar de origen (California). La ventaja es que es una especie de crecimiento rápido ya que alcanza diámetros de más de 50 centímetros en 25 o 35 años. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 138
  • 139. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Posee una copa aplanada o abovedada en su madurez, con ramas inferioresextendidas. Tiene el tronco recto con ritidoma grueso de color pardo-rojizo. Lashojas de agujas de unos 15 cm de longitud agrupadas en tres. Estróbilos ovoidesde 7-14 cm de longitud agrupados en parejas o verticilos de 3-5 con las escamasexternas muy prominentes. Es una especie distribuida en todo el mundo por larapidez de su crecimiento.Prefiere climas templados o cálidos, puesto que no soporta las temperaturas muybajas ni las heladas, y necesita bastante humedad, aunque tolera algo de sequíaestival.Usos: Es una especie de gran interés para la industria por la calidad de sumadera y su rápido crecimiento, que hace que su cultivo comience a darbeneficios en pocos años.Criterio de selección: Se ha elegido el Pinus radiata, por ser una especie queha demostrado gran plasticidad de adaptación a los climas andinos desde los2600 hasta los 4150 msnm, tal como podemos afirmar con las muestrasencontradas por el Consultor en la parte alta del centro poblado de Acopalca,Lomolargo y Puno, todos ellos a alturas mayores a 3900 msnm.Características del Quinual (Polylepis racemosa):Características: El género Polylepis incluye a aproximadamente 28 especies depequeños árboles y arbustos, comunmente llamados queñua, pertenecientes a lafamilia Rosaceae y a la tribu Sanguisorbeae.El Polylepis es una especie nativa que se distribuye a lo largo de la Cordillera delos Andes desde el norte de Venezuela, pasando por Colombia, Ecuador, Perú,Bolivia, el norte de Chile y el noroeste de ArgentinaTiene una corteza rojiza laminada, hojas pequeñas, gruesas y cubiertas porresinas, flores pequeñas en racimo y un tronco retorcido son algunas de lascaracterísticas morfológicas utilizadas para su identificación taxonómica. Lapolinización y dispersión de los frutos se realiza a través del viento.ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 139
  • 140. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Estos árboles tienen una extraordinaria adaptación al frío altoandino: su cortezase desprende formando un paquete alrededor del tronco a modo de aislantetérmico para protegerlo contra las heladas. Los bosques de Polylepis(queñuales) se caracterizan por formar pequeños parches donde el Polylepistiende a ser la especie leñosa dominante o exclusiva, a excepción de aquellasespecies que habitan los bosques húmedos montanos (P. multijuga y P.quadrijuga entre otros) y el bosque tucumano-boliviano (P. crista-galli y P.hyeronymi) donde estas se entremezclan con otras especies arbóreas tropicales.Por otro lado, muchas de las especies (p.ej. P. pepei, P. tarapacana, P. besseri)suelen habitar las zonas de líneas de árboles (zonas de transición entre losbosques montanos y zonas alpinas) y forman pequeños parches cuya distribuciónse encuentra asociada con laderas y quebradas rocosas. Los bosques dePolylepis tarapacana pueden llegar a crecer a altas altitudes (4.000 - 4.500msnm) y el bosque de P. tarapacana que crece a las faldas del nevado Sajama(Parque Nacional Sajama, Bolivia) es considerado como uno de los bosques másaltos del mundo porque su rango altitudinal se encuentra entre los 4.200 y 5.200msnm. En la cordillera de Vilcanota en el Perú los queñuales se encuentran entreuna altitud de 3600-4500 msnm.Importancia económica. Son árboles económicamente importantes para lascomunidades indígenas que viven cerca de los mismos porque son una fuenteimportante de madera para la cocción de alimentos y construcción de corrales,mangos de herramientas y tintes; así mismo es una planta medicinal utilizadapara curar enfermedades respiratorias y renales y para el tinte de tejidos. Asímismo, los bosques son zonas utilizadas para el pastoreo del ganado domésticonativo (llamas, alpacas) e introducido (ovejas y vacas). Distribución. Las causasde la distribución actual, especialmente concerniente a la distribución aislada, delgénero han sido discutidas por los científicos desde fines de los años 50. En elpresente, las hipótesis tanto ambiental y como la antropogénica son las másaceptadas. La hipótesis ambiental propone que los reductos se encuentranasociados a las laderas y quebradas rocosas porque estos actúan comocobertizos contra las fluctuaciones drásticas de temperatura, las heladasnocturnas y los vientos helados; mientras que la hipótesis antropogénica sugiereque la distribución actual es el producto de la explotación intensiva de losbosques por parte de grupos humanos, quienes redujeron la cobertura boscosa através de la extracción intensiva de madera, provocación de incendios eintroducción de ganado vacuno y bovino.ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 140
  • 141. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Los bosques de Polylepis son ecosistemas que contienen una fauna y flora única,caracterizada por especies de hábitat y de endemismo. Estos bosques tambiénrepresentan uno de los habitantes más vulnerables de los altos Andes por lafuerte presión antropogénica existente, ya que constituyen el único recursomaderable en esas alturas.Selección de la especie: El Polylepis racemosa se su gran adaptación alsistema andino entre 3600 y 4100 msnm. Tiene buena capacidad para soportarperiodos de sequía y los hábitats en los que se les encuentra muestra no serexigente en agua (proyecto FAO Holanda, 1995).Se conoce que crece en zonas con rango de precipitación que va desde los 250 alos 2000 mm anuales distribuidos durante 6 a 7 meses. Tolera suelos de diversostipos, aunque crece con mayor rapidez en aquellos con texturas francas: franco-arcillosas (caso de las inmediaciones de Huaytapallana) y franco arenosas; crecebien en suelos pocos profundos con altos porcentajes de pedregosidad. Requieremedios a altos y constantes niveles de humedad. El Polylepis racemosa esposiblemente la especie del género con más rápido ritmo de crecimiento en laSierra Central y Sur del Perú. Reynel y León (1990). Características del Colle (Buddleja coriácea): Características. La Buddleja cuenta con unas 100 especies. Son arbustos, pocas son árboles; los más altos llegan a 30 m de altura, pero en general no superan los 5 m. Hay tanto especies perennes (caso del ande peruano) como caducifolios. Se distribuye en la Sierra Central y Sur del Perú hasta Bolivia, entre el rango altitudinal de los 3400 a 4500 msnm. Usos. Una forma de utilización tradicional de interés, es el uso del follaje y materia húmica generada por la planta como abono natural, adicionándose a las chacras antes de la siembra. Con este propósito, suele acodársele múltiplemente, para generar pequeños bosquetes cerca al terreno de cultivo. El colle es utilizado como muros de contención en contorno y con obras mecánicas de conservación y recuperación de suelos. Frecuentemente esta especie y la especie polylepis racemosa la asocian con obras mecánicas de conservación de suelosADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 141
  • 142. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Selección de la especie: El colle (Buddleja coriácea), ha demostrado gran plasticidad fuera de su hábitat y se le puede encontrar desde 3400 hasta 4350 msnm como en Junín y Puno (Padilla, 1995), y en las quebradas hasta los 4400 msnm. En la zona de intervención se plantarán entre 4000 y 4300 msnm que corresponde a la zona de vida pmh-SaT. La zona de su hábitat es de fuertes fríos y por sus hojas coriáceas soporta periodos de sequía en zonas con lluvias de 500 a 700 mm (proyecto FAO Holanda, 1995).ESPECIES NO ELEGIDASRazones por qué no se eligen otras especies:Las especies nativas como el aliso (Alnus sp), chachacomo (Escallonia sp),mutuy (Cassia sp), quisuar (Buddleja incana) y eucalipto (Eucalyptus sp) no sehan seleccionado por que la primera requiere de mayor humedad permanenteque las especies seleccionadas (prospera en la riberas de riachuelos y enhumedales de quebradas) y es escaso en el mercado; mientras que elchachacomo, quisuar y mutuy aún cuando se encuentran en los mismos rangosde altitud y en condiciones edafoclimáticas similares donde crece el quinual yccolle, la desventaja es que no existe la suficiente cantidad de plantones en losviveros, lo cual es una gran limitante para el momento de compra de plantones.Además existen otras razones de selección o no de las especies forestales quese muestran en el cuadro siguiente:ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 142
  • 143. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” RANGO SOPORTA RESISTE AGUA RESISTE SOPORTA RANGO DE Tº TIPO DE OFERTA EN APTITUD ESPECIE ALTITUDINAL SUELO Ph ** MINIMA A CRECIMIENTO PEDREGOSIDAD MEDIA ºC PROPAGACIÓN MERCADO SILVOPASTORIAL (msnm) SUPERFICIAL ALCALINO (mm) HELADAS Sexual- Alnus sp (Aliso) 100-3800 NO NO NO 500 Tolera 7-20 Medio-Rápido Escasa Buena Asexual Buddleja coriácea Sexual- 3000-4500 NO Si Si 500 Resiste 3-10 Lento Regular Buena (Colle) Asexual Buddleja incana Sexual- 2300-3300 Si Si No 300 Tolera 9-17 Lento Muy escaso Regular (Quisuar) Asexual Cassia sp (Mutuy) 2600-3900 Si Si Si 500 Tolera 10-14 Sexual Medio Escaso Buena Escallonia sp 2600-3700 Si Si No 300-400 Resiste 6-14 Sexual Lento Muy escaso Buena (chachacomo) Pinus radiata (Pino) 2600-3700 * No (1) No (1) No 500-600 Tolera 11-18 (a) Sexual Medio Buena Buena Buena Pinus patula (Pino) 2800-3600 No No No 700 Tolera 12-18 Sexual Medio Escaso Polylepis racemosa 2800-4800 Si Si Si 500 Resiste 3-12 Asexual Lento Regular Regular (Quinual) Eucalytus globulus 2800-3500 No No No 500 Tolera 10-18 Sexual Rápido Muy buena Mala (Eucalipto)Fuente: Observación de Reynel (1990). Observación de Quispe (2009). *= En la zona de intervención se ha encontrado a 4150 msnm. (1) = Si soporta relativamente. (a) = En la zona del proyecto y otros lugares andinos, se ha encontrado entre 3 y 10ºC. * *= pH ligeramente alcalino.NOTA: Los factores de ponderación cualitativa más resaltantes tomados en cuenta para la selección de las especies, se encuentran en las celdas resaltados. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 143
  • 144. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”COMPRA DE PLANTONES PARA EL PROYECTO:Un aspecto importante a considerar es que se ha encontrado que en el mercadoregional y local, la oferta de plantones de pino, quinual, ccolle y otras especies esdeficitaria frente a la demanda creciente de muchas instituciones que ejecutanproyectos de desarrollo forestal. Según el análisis de sondeo de mercado(entrevistas, visitas a viveros e información secundaria en instituciones) realizado entres departamentos más cercanos a la Subcuenca del Río Shullcas, se haencontrado que la brecha total es de 5’842,200 plantones que es bastante alto (vercuadro Nº 18), y la brecha objetivo (demanda del proyecto) 2’112,800 plantones.Esta situación deficitaria de plantones, podría ser un factor limitante para laadquisición de plantones en los meses de diciembre 2010 - febrero 2011 y en lossiguientes añlos; frente a esta situación proponemos varias alternativas de soluciónque debe implementar en forma oportuna el Ente Ejecutor:1º Agrorural debe prever la producción de mayor número de plantones en sus viveros institucionales y si es posible instalar nuevos viveros.2º Firmar convenios de compra de plantones con la Dirección Regional Agraria para que ésta produzca más en sus instalaciones, siempre y cuando no tenga proyectos de envergadura en cartera.3º Difundir por los diferentes medios de comunicación la información de requerimiento o compra de los 2’112,800 plantones para este proyecto.4º Considerando que el negocio de venta de plantones forestales tiene un mercado imperfecto: Pocos oferentes formalizados y una ola de demanda casi exponencial a la que se suma la demanda de este proyecto. Frente a esta situación se recomienda hacer una compra anticipada (ventas/compra a futuro), para ello AGRORURAL Zonal Junín, deberá solicitar en mayo 2010 ante los entes financieros, para que autorice la compra – venta a futuro en el mismo mes; el dinero para estos gastos no deberá exceder de un 30% del costo de compra de plantones para el 2010. Una vez aceptada la solicitud deberá llevarse a cabo el concurso público para la compra a futuro. Esta es la alternativa recomendada para asegurar la dotación de plantones en forma oportuna y al precio presupuestado. Una vez hecha la compra a futuro, los Especialistas de Agrorural deberán monitorear en vivero, el proceso de producción de plantones de los proveedores ganadores hasta el momento en que ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 144
  • 145. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” se concrete la entrega en el mes de diciembre de cada año, empezando del 2010. Los requisitos mínimos que se debe establecer en las Bases y Términos de Referencia de la compra (o pre-compra) de plantones, se recomienda lo siguiente: Proveedor con experiencia de varios años, contar con vivero propio operativo sujeto a verificación antes de la firma del contrato, vivero con riego propio y cercado de seguridad, manejo de buena tecnología verificable en la conducción del vivero, que acepte el monitoreo por los Especialistas de Agrorural, con buena capacidad instalada y de inversión, el proveedor ganador de la licitación deberá emitir una Carta Fianza por el equivalente del monto de adelanto con vigencia hasta la entrega de los plantones; otras consideraciones técnicas propios de las características de los plantones a adquirir. Cuadro No 18. DEMANDA Y CAPACIDAD DE PRODUCCION/OFERTA PROMEDIO ANUAL DE PLANTONES FORESTALES EN TRES DEPARTAMENTOS OFERTA BRECHANº INSTITUCIONES DEMANDA BRECHA ACTUAL TOTAL POTENCIAL OBJETIVO (Nº Plantas) (Nº plantones) I DEPARTAMENTO DE HUNACAVELICA1 Municipios Distritales 25,200 22,000 3,2002 Dirección Reg. de Agricultura 1’980,000 18,000 1’962,0003 AGRORURAL (SIN PAMPAS) 886,000 28,000 858,000 AGRORURAL Y OTROS SECTORES (Tayacaja) 146,000 90,000 56,0004 Fondebosque La Mejorada 0,00 720,000 -720,000II DEPARTAMENTO DE JUNIN1 Chupaca (Agrorural y otros públicos) 240,000 200,000 40,0002 Chupaca Sector Privado 495,000 560,000 -65,0003 Concepción Sector Público 1’800,000 650,000 1’150,0004 Concepción Sector privado 1’120,000 800,000 320,0005 Municipalidades (El Tambo, Huancayo, Huancán, 17,000 212,000 195,000 Pucará y otras del valle del Mantaro)6 Tarma (sector público y privado) 328,000 120,000 208,0007 Comunidades subcuenca Shullcas (abandonadas 1790,500 2’112,800 2’110,500 320,000 excepto Cullpa Alta en reactivación)III DEPARTAMENTO DE PASCO1 Yanahuanca (Sector público) 188,000 70,000 118,0002 Paucartambo (Sector público) 130,000 95,000 35,0003 Otros viveros públicos y privados 126,000 56,500 69,500 TOTAL 9’786,700 3’944,500 5’842,200FUENTE: - DRA Huancayo, DRA Hvca, ex PRONAMACHCS C. Pasco 2009-2010. - Sondeo del Equipo Consultor 2009 (entrevistas y visitas a viveros). ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 145
  • 146. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Transporte de plantones del vivero al terreno definitivo: Se acondicionaránvehículos acomodando en un camión especialmente adecuado con dos pisos (separadolos pisos con tablas). Para el caso de transporte de punta de carretera hasta lasparcelas, se podrá utilizar cajones de fruta, costales y jabas si los hubiera, según sea elcaso en cada localidad.b. Plantaciones forestales:Comprende las actividades y subactividades de instalación de plantaciones en el terrenodefinitivo previamente seleccionado de acuerdo a los pisos altitudinales o zonas de vida,la calidad del suelo y la topografía; esta actividad incluye:  Embanderamiento de las parcelas o zonas donde se realizará la plantación. Esta es una primera labor del personal técnico ejecutor acompañado de un ayudante de campo que debe contratarse en cada comunidad.  Trazado y marcación del terreno, con métodos de plantación en función a las pendientes. La plantación será en tresbolillo con un distanciamiento de 3.5 x 3.5 m para el pino, quinual y colle. Debido a las características de las zonas a reforestar, no hay vegetación arbustiva que desbrozar. El trazo y la marcación lo harán de manera práctica con una varilla de 3.5 m, para ello previamente se entrenará a varias personas en la forma de hacer el trazado y la marcación. NOTA IMPORTANTE: Se utilizarán un promedio de 1112 plantas/ha. Las razones son: 1º. El distanciamiento de 3.5x3.5m en tresbolillo es recomendable para fines de protección particularmente en zonas con pendiente. 2º Debido al “efecto tresbolillo” se requiere de 943 plantas y a esta cantidad se suma un aproximado de 18% más para compensar el “efecto pendiente” que en la zona varía entre 20% y 80%.  Apertura de hoyos: De forma circular de 40 cm de diámetro y 40 cm de profundidad, o cuadrado de 40 x 40 de lado x 40 cm de profundidad. Al momento de apertura se deberá extraer y colocar sobre la superficie, la tierra de la parte superior separando de aquella de la parte inferior, cuyo objetivo se describe: Se hace énfasis que en la apertura del hoyo, de los primeros 20cm de profundidad, la capa “A” deberá ser extraída y se pondrá al lado derecho del hoyo, la otra capa “B” de los 20cm también debe ser extraído pero colocado al lado izquierdo del hoyo; luego en el momento de hacer la plantación se invierte el orden inicial de las capas, es decir se coloca primero la tierra de la capa “A” ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 146
  • 147. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” mezclado con 14-17 gr de fosfato diamónico y 06-15 gr de hidroabsorvente hasta una altura de 30cm de la base del hoyo, y en seguida se deposita parte de la tierra de la capa “B”. Otra forma que se sugiere, es mezclar el 80% de toda la tierra extraída de la capa “A” con 15-17 gramos de fosfato diamónico y 06-15 gramos de polímero, luego depositarla en forma homogénea hasta un poco más de las tres cuartas partes del hoyo. Finalmente, se rellena con tierra de la capa “A” dejando finalmente una ligera depresión (desnivel) alrededor de la planta, a fin de que se almacene agua de lluvias o riego en cantidad adecuada, con la precaución de que un exceso de agua puede causar la asfixia o propagación de hongos patógenos. NOTA IMPORTANTE: El uso de fosfato diamónico, obedece a la baja fertilidad de los suelos en fósforo (P) y nitrógeno (N), tal como se pudo encontrar en los resultados del análisis de laboratorio de suelos. Además, el P es tan importante para fortificar flores, frutos y los tejidos en general. Es una sustancia relativamente estable y su aplicación será en baja dosis. Plantación propiamente dicha: Quitando la bolsa de polietileno y depositando el plantón en el hoyo que lleva la mezcla de tierra con fosfato diamónico y el hidroabsorvente. Es importante que una vez plantado, en el desnivel se coloquen piedras planas para evitar la evaporación y mantener la humedad bajo la planta. Es importante acotar que para la plantación se cuenta con tierras identificadas: Total 2110.14 de los cuales 1900 es área neta y el resto corresponde a tierras de protección y rocosidades. En cada comunidad se distribuye de la siguiente manera: Acopalca: 1761 ha de área neta, más una reserva de 198.95 ha, de los cuales 98.95 ha está en la Subcuenca del Shullcas y 100 ha en Yurajyacu. Cullpa Alta: 132 ha de área neta Cochas Grande: 4 ha de área neta Cochas Chico: 3 ha de área neta NOTA IMPORTANTE: Al inicio y paralelo a la ejecución de la plantación, es probable que sea necesario hacer el replanteo de algunas pequeñas áreas a reforestar (no más de 20% del área georreferenciada), principalmente cuando se tenga la necesidad de utilizar las áreas de reserva o descartar algunas otras por situaciones imprevisibles o razones de fuerza mayor.ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 147
  • 148. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”c. Protección con cercado, mantenimiento y vigilancia forestal  Mantenimiento. Comprende un conjunto de actividades tales como: recalce de plantas muertas o dañadas luego de la plantación, riego de mantenimiento del polímero durante los meses de sequía (preferentemente en la primera semana de junio y agosto), y en el futuro, podas de formación que el caso requiere. En este proyecto y durante la vida útil sólo se prevé hacer el recalce en el 6% del área (o equivalente al 6% de 1112 plantas/ha) con plantas buenas con características similares a las plantas adquiridas para la plantación, este porcentaje guarda relación con el 6% de plantas/ha que por diversas causas morirá.  Protección Perimétrica de plantaciones: Esta actividad es inmediatamente después de la plantación o bien ejecutar antes, puesto que ya está delimitada cada zona a reforestar. Tiene como finalidad proteger a las plantaciones. Se considera realizar la protección con postes de eucalipto rollizo tratado de 2.10m, a distancias de 3.5m de poste a poste y alambre de púas 4 hileras; los 60cm del poste irá bajo tierra, luego la primera hilera a 20cm del suelo, luego a 35 cm, 35 cm y 45 cm de hilera a hilera, cercando al 100% del total del área reforestada durante el 2010 y hacer lo mismo las dos campañas siguientes del presente proyecto. La cantidad de alambre y postes requeridos se muestra en el cuadro 18. A. Así mismo se debe ejecutar el cercado, siguiendo los detalles de las especificaciones que se muestran en el diseño que se encuentra en Anexo. Cuadro Nº 18. A. Requerimiento de alambre de púas y postes para el cercado: Comunidad Alambre de púas Postes de eucalipto Observaciones Acopalca 2,779 37,746 Incluido un % adicional Cullpa Alta 206 3,085 Incluido un % adicional Cochas Grande 39 736 Incluido un % adicional Cochas Chico 16 234 Incluido un % adicional Total 3,040 41,800 Fte: Elaborado por Equipo Consultor.  Vigilancia y protección forestal mediante “guardabosques”: Se estima que cada persona designada vigilará un promedio de 30 a 60 ha/vigilante, ellos serán designados rotativamente en asamblea y adhonorem como aporte ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 148
  • 149. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” de la comunidad; en el caso de Acopalca será cada comunero quien vigile en su “canchada”. En las otras comunidades, posterior al tercer año, el Comité Local de gestión con apoyo de la comunidad, asumirá la responsabilidad de proteger la plantación, para el efecto, el Equipo Técnico deberá fortalecer y consolidar la organización; y finalmente, es la Unidad Ejecutora la responsable de hacer el seguimiento de su cumplimiento durante la vida útil del proyecto. Se reitera que el 100% de las plantaciones serán cercadas y reforzadas mediante vigilancia para evitar daños o robos.2º FORTALECIMIENTO DE CAPACIDADES TECNICAS Y DE GESTION COMUNAL. Las actividades son: Capacitación técnica, capacitación para el fortalecimiento de la organización local para la gestión comunal, y la asistencia técnica.a. Capacitación técnica y de gestión comunal: Es necesario establecer dos tipos de capacitaciones: a) Para el fortalecimiento de capacidades técnicas y b) Para el fortalecimiento de capacidades sociales para la gestión. Este último comprende también el proceso de asesoría y facilitación para la formulación de estatutos de los comités locales de gestión forestal. Estos dos factores además de la asistencia técnica descrita más adelante, son la piedra angular de la sostenibilidad del proyecto, por ello se ha considerado 18 eventos que incluye tanto los de capacitación técnica como los de capacitación para la gestión comunal. En la capacitación técnica se ha considerado diferentes temas según las diferentes fases de la plantación forestal y mantenimiento. En la capacitación para la gestión social y fortalecimiento organizacional de las comunidades, los Comités Locales y otros actores vinculados al tema forestal y adaptación al cambio climático. Los temas eje o principales se mantendrán durante el periodo de ejecución, pudiendo variar algunos tópicos de acuerdo a la necesidad y realidad de cada zona específica. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 149
  • 150. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Plan de capacitación:Se tiene programado 18 eventos de capacitación mediante metodologías de talleresparticipativos, días de campo, concursos de trabajo entre comunidades, pasantíaspara aplicar la metodología de “campesino a campesino” descrito en páginasanteriores. La finalidad es mejorar el conocimiento, elevar el nivel de sensibilidad ymejorar sus capacidades técnicas y de gestión de los beneficiarios del presenteproyecto, desarrollar nuevas capacidades para la adaptación al impacto delretroceso del glaciar y al cambio climático. Se recomienda programar los últimoseventos de capacitación a diferentes niveles; es decir, para decisores, productores ypara líderes y dirigentes, tocando temas técnicos, organizacionales y sociales, rol ymanejo de las plantaciones, negocios forestales, medio ambiente y adaptación alcambio climático, y otros temas como la institucionalidad.Durante la evolución de SNIP en el Perú, se ha encontrado que la parte másimportante es el recurso humano con capacidad para conocer, hacer e internalizaro empoderarse con convicción del proyecto, para lograr estos tres aspectos, serequiere un buen grado de participación, mejor nivel de conocimiento y compromisode los beneficiarios para con el proyecto, en forma consciente, responsable yvoluntaria; por esta razón es primordial considerar un programa de desarrollo decapacidades de manera permanente y estrechamente relacionado con el calendarioforestal. Al final del proyecto, gran parte del desarrollo de capacidades se debeexpresar en el mejor nivel de sensibilización, conocimiento, habilidades, capacidadde negociación para la gestión de las plantaciones y la subcuenca, capacidad parainvolucrarse en las estrategias de adaptación al cambio climático.La Capacitación estará a cargo de un Especialista que domine la metodologíaparticipativa, técnicas de enseñanza-aprendizaje, elaboración curricular de temasespecificados en páginas anteriores y otros relacionados con el proyecto. Elcapacitador deberá orientar con énfasis cada tema a propósitos como:  Promover la difusión de conocimiento sobre la adaptación al impacto de la deglaciación y cambio climático y la necesidad de promover actividades sostenibles que contribuyan a la resiliencia de los ecosistemas locales.  Elevar el conocimiento tecnológico de los productores, en las labores silviculturales y de manejo sostenible: Recalce, riego, podas, raleos y protección forestal.ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 150
  • 151. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”  Crear una adecuada conciencia sobre el uso adecuado de tierras con potencial forestal y la conservación de los recursos conexos como el suelo y el agua.  Fortalecer las organizaciones campesinas y al Comité Local de Gestión Forestal en las localidades intervenidas para hacer una gestión comunal sostenible que contribuya al manejo integral de las plantaciones y los recursos naturales conexos.  Promover mecanismos para articular a las instituciones y construir la institucionalidad para facilitar al siguiente proceso de gobernabilidad de la subcuenca. Esta etapa está lejos pero los pasos que se den, será fundamental para la adaptación al proceso de deglaciación y cambio climático.Los lugares (sedes) del evento de capacitación, la duración, principales temas decapacitación, la metodología y materiales didácticos a utilizar en el programa decapacitación del proyecto, a manera de modelo, se presenta en el cuadro Nº 19. ElEquipo Técnico y el Capacitador, deberán tomar como base los temas que aparecenen dicho cuadro, pudiendo ampliar de acuerdo a la demanda de los beneficiarios yla necesidad de enfatizar un determinado tema para cada localidad. El Capacitadorde preferencia un Metodólogo, deberá desarrollar el contenido curricular de cadatema, incorporando básicamente: Objetivos del tema, la metodología de enseñanza-aprendizaje, las estrategias necesarias, los materiales didácticos a utilizar, pasosque debe contener las prácticas. En cada evento, será necesario que el capacitadortome un examen de prueba de entrada y otra de salida, etc.Estos eventos tipo taller participativo, serán organizados por el facilitador deciencias sociales, quien será el responsable de sistematizar el material decapacitación juntamente con el Residente y Supervisor para su publicación al finalde la ejecución del proyecto.b. Asistencia técnica:La asistencia técnica directa por el Equipo Técnico, es otra de las tareas muyimportantes para la adecuada ejecución de las actividades consideradas en elpresente proyecto y obtener bosques homogéneos y de calidad. La asistenciatécnica contribuirá a homogenizar capacidades disparejas de algunos beneficiariosen experiencia forestal a diferentes niveles incluso en lo que concierne aADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 151
  • 152. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”organización comunal, comités locales de gestión y las modalidades deorganización para cada etapa de ejecución y post ejecución del proyecto.Considerando la amplitud de la zona propuesta para el proyecto y la vida útil delmismo, se ha visto por conveniente contar con un Equipo profesional y Técnicos conexperiencia, que se dediquen a facilitar, fortalecer y hacer un seguimientopermanente de las actividades forestales en sus diferentes etapas o fases; debido ala naturaleza del proyecto con metas, resultados y plazos definidos, el EquipoTécnico tendrá funciones y responsabilidades técnicas específicas bajo lasupervisión de la instancia ejecutora y el supervisor, y con el apoyo -en términos deveeduría, coordinación y asesoría - del PRAA, Ministerio de Agricultura y otrasinstituciones locales involucradas.Los Técnicos Extensionistas y Residente acompañarán, asesorarán, dirigirán,orientarán y facilitarán el fortalecimiento aplicativo o práctico de las capacidades ydestrezas de los beneficiarios, durante la ejecución de las actividades del proyecto.Se considera un mínimo de 40 y máximo de 50 participantes por cada día decapacitación. En el cuadro se considera el número promedio de participantes queestá acorde a lo presupuestado.ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 152
  • 153. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Cuadro Nº 19: PROGRAMA DE FORTALECIMIENTO DE CAPACIDADES DE PRODUCTORES DEL PROYECTO (EVENTOS DE TALLERES DE CAPACITACION TECNICA Y DE GESTION SOCIAL)CAPACITADOR: ………………………………………………………….. LUGAR: ……………………………………………. FECHA: ………………… Nº DE DURACION PROMEDIODISTRITO/LOCALIDA- DE METODOLOGIA DE ENSEÑANZA- MEDIOS Y MATERIALES EVENTO DEL PARTICI- TEMAS A DESARROLLAR (1)DES PARTICIPANTES S EVENTO APRENDIZAJE DIDACTICOS PANTESTAMBO Y HUANCAYO 09 02 dias 45 por día Año 1, 2 y 3: - Taller participativo (uso de técnicas de - Audiovisuales (videos yACOPALCA Téc. de plantación, aplicación de fertilizantes y lluvia de ideas, papelotes, museos, etc). Power Point). aplicación de polímeros. Mantenimiento y - Exposición-interacción - Resúmenes de temas tratamientos silviculturales: Recalce y riegos. - Grupos de trabajo: Desarrollo de temas y (fotocopias) Rol de las comunidades y los comités locales presentación en papelotes, maquetas, - Papelotes y tarjetas de gestión forestal. Roles del guardabosque. escenificación, etc. - Material de la zona (como Mercado de negocios forestales - Prácticas de campo para aplicar la material didáctico) y otros Rol de las plantaciones forestales en el metodología de “campesino a campesino” necesarios cambio climático. Adaptación al impacto de la deglaciación y al cambio climáticoTAMBO Y HUANCAYO 09 02 dias 45 por día Año 1, 2 y 3: - Taller participativo (uso de técnicas de - Audiovisuales (videos yCullpa Alta, Cochas Téc. de plantación, aplicación de fertilizantes y lluvia de ideas, papelotes, museos, etc). Power Point).Grande, Cochas Chico, aplicación de polímeros. Mantenimiento y - Exposición-interacción - Resúmenes de temasUñas y Chamisería. tratamientos silviculturales: Recalce y riegos. - Grupos de trabajo: Desarrollo de temas y (fotocopias) Rol de las comunidades y los comités locales presentación en papelotes, maquetas, - Papelotes y tarjetas de gestión forestal. Roles del guardabosque. escenificación, mapas vivas, etc. - Material de la zona (como Mercado de negocios forestales - Prácticas de campo para aplicar la material didáctico) y otros Rol de las plantaciones forestales en el metodología de “campesino a campesino” necesarios cambio climático. Adaptación al impacto de la deglaciación y al cambio climático.Porcón: Pasantía 02 06 30 Año 1 y 3: Visitas guiadas a la plantación de - Transmisión de conocimientos y Bosque y las actividades Porcón-Cajamarca, para aplicar la transferencia tecnológica de “Campesino generadas en torno a dicho metodología “campesino a campesino” a campesino” recurso. TOTAL (2) 18 34 548 - - (1) Cada tema tendrá su contenido curricular desarrollado por el Capacitador en coordinación con el Equipo Técnico. (2) = NOTA IMPORTANTE: Los 18 eventos son talleres participativos con especialistas en capacitación y experiencia en los temas propuestos en el programa de capacitación. Además de estos eventos especiales, habrá un mínimo de 6 charlas técnicas de capacitación participativa en Cullpa Alta y Acopalca cada año (un total de 18 por año), a cargo de los Ingenieros Residentes y sus respectivos Extensionistas. Debe quedar claro que tanto los temas como la frecuencia de capacitaciones, deben responder a dos aspectos: 1) Calendario forestal que marca el tipo de actividad(es), y 2) Requerimiento o demanda de los beneficiarios y la necesidad de acuerdo a cada localidad; es decir, que responda a la necesidad de capacitarlos en un determinado tema en forma oportuna y práctica para la aplicación inmediata en el trabajo(s) programado(s). (3) = El Capacitador, para cada evento desarrollará el contenido curricular del tema previa coordinación con el Residente y recogiendo sugerencias de los ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 153
  • 154. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Extensionistas. La estructura del tema de capacitación debe comprender: Contenido curricular del tema detallado, objetivo del tema, metodología deenseñanza-aprendizaje, uso de medios y materiales didácticos de preferencia de la localidad, duración de cada tópico, prácticas guiadas (descripciónde pasos a seguir durante las prácticas) y método de evaluación del aprendizaje. El Capacitador en cada evento, entregará un ejemplar impreso y enmagnético todo el contenido del tema y el resultado (informe detallado), de tal manera que sirva como material para la SISTEMATIZACION a cargo delEspecialista de ciencias sociales, Supervisor y el Residente del proyecto, para que finalmente se publique y anexe a la Memoria Anual y al informe depre liquidación y Liquidación del proyecto. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 154
  • 155. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”5.12. MARCO LOGICO GENERAL DEL PROYECTO OBJETIVOS INDICADORES MEDIOS DE VERIFICACION SUPUESTOS Cumplimiento de adecuadas Desarrollo socioeconómico de la población políticas del Estado para la y mejora de la calidad ambiental de losFIN conservación de los Rec. Nat., ecosistemas locales en la subcuenca del medio ambiente y promoción de Shullcas. inversión en ambos casos - Cumplimiento de políticas dePROPÓSITO Establecer un sistema eficiente de - Padrón de beneficiarios e conservación de Rec. Forestales recuperación del potencial y manejo - 1,900 ha reforestadas con 2’112,800 plantones inventario forestal en las y de inversión productiva y medio sostenible de los recursos forestales de las que, estaría generando beneficios económicos a comunidades campesinas de ambiente, por el GORE Junín. comunidades pobres de la subcuenca del partir del noveno año. los distritos de El Tambo y - Condiciones climatológicas Shullcas. Huancayo. favorables. - Estabilidad social en la zona. - Informe de avances Físico- - Los beneficiarios utilizan 1. ESTABLECIMIENTO DE UN SISTEMA - Instalación de 1900 ha con Spp. forestales en el financieros mensual y anual. racionalmente los recursos 1er, 2do y 3er año del proyecto.COMPONENTE DE REPOSICIÓN FORESTAL: - Informe final de ejecución del naturales (agua-suelo-planta) Reforestación con: Instalación de plantación, - El 100% de beneficiarios obtienen beneficios a Proyecto. - Participación de beneficiarios en protección, mantenimiento y vigilancia. partir del doceavo año del proyecto. - Evaluac. de Reforestación la ejecución del proyecto, - El 100% de beneficiarios directos fortalecidos en - Libro de Actas de Asambleas. mediante grupos organizados o sus capacidades técnicas, organizacionales y de 2. FORTALECIMIENTO DE CAPACIDADES - Informe de Capaci., Asist. faenas con el asesoramiento gestión social al tercer año de intervención. TECNICAS Y DE GESTION COMUNAL: técnica y de asesoría. técnico permanente - 100% de comunidades o anexos, con Comités Capacitación técnica y de gestión social y - Programa y contenidos - Predisposición de beneficiarios Locales de Gestión Forestal fortalecidos asistencia técnica currículares de capacitación. para organizarse para la gestión funcionando. - Reglamentos de Comites . local del bosque - Elaboración de Estudios Definitivos. - Expediente Técnico S/. 62,000.00 - Asignación del presupuesto en - Plantaciones forestales en macizo. - Resolución de aprobación de forma oportuna y sin recortes. - Protección o cercado perimétrico de las los estudios definitivos. En los tres primeros años: - Los beneficiarios cumplen conACCIONES plantaciones forestales. - Informes técnicos de avances - Plantación forestal S/. 3’344,232.00 los compromisos asumidos. - Mantenimiento y protección (vigilancia) físico - financieros - Mantenimiento: recalce S/. 192,131.00 - Apoyo de las Autoridades foresta: Recalce, riego y vigilancia - Liquidación del Proyecto con Riego S/. 617,500.00 Locales y comunales, así como - Capacitación técnica general y para la un informe técnico financiero. Protección S/. 821,180.00 de la participación de las gestión social de comunidades y de los - Acta de entrega de bienes y - Gastos generales S/. 733,774.00 instituciones vinculadas al comités locales materiales a favor de las - Presupuesto Total Proy. S/. 5’770,817.00 desarrollo de la actividad forestal - Asistencia técnica comunidades campesinas y ambiental en cada zona. - Pasantías ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 155
  • 156. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”5.12 A. MARCO LOGICO PARA EL 2010 OBJETIVOS INDICADORES MEDIOS DE VERIFICACION SUPUESTOS Desarrollo socioeconómico de la población Cumplimiento de adecuadas y mejora de la calidad ambiental de los políticas del Estado para laFIN ecosistemas locales en la Subcuenca del conservación de los Rec. Nat., Shullcas. medio ambiente y promoción de inversión en ambos casos Establecer un sistema eficiente de - Padrón de beneficiarios e - Cumplimiento de políticas dePROPÓSITO recuperación del potencial y manejo - 500 ha reforestadas con 556,000 plantones que, inventario forestal en las conservación de Rec. Forestales sostenible de los recursos forestales en las estaría generando beneficios económicos a partir comunidades campesinas de y de inversión productiva y medio comunidades pobres de la Subcuenca del río del noveno año. los distritos de El Tambo y ambiente, por el GORE Junín. Shullcas. Huancayo.. - Condiciones climatológicas favorables. - Estabilidad social en la zona. 1 . ESTABLECIMIENTO DE UN SISTEMA - Instalación de 500 ha con Sp. Forestales en el - Informe de avances Físico- - Los beneficiarios utilizan DE REPOSICIÓN FORESTAL: 1er año. financieros mensual y anual. racionalmente los recursosCOMPONENTE Reforestación con: Instalación de plantación, - El 100% de beneficiarios obtienen beneficios a - Informe final de ejecución del naturales (agua-suelo-planta) protección, mantenimiento y vigilancia. partir del noveno y doceavo año del proyecto. Proyecto. - Participación de beneficiarios en - El 100% de beneficiarios directos fortalecidos en - Evaluac. de Reforestación la ejecución del proyecto, 2. FORTALECIMIENTO DE CAPACIDADES sus capacidades técnicas, organizacionales y de - Libro de Actas de Asambleas. mediante grupos organizados o TECNICAS Y DE GESTION: SOCIAL: gestión social al tercer año de intervención. - Informe de Capaci., Asist. faenas con el asesoramiento Capacitación técnica y de gestión social y - 100% de comunidades, con Comités Locales de técnica y de asesoría. técnico permanente asistencia técnica Gestión Forestal fortalecidos y funcionando. - Programa y contenidos - Predisposición de beneficiarios currículares de capacitación. para organizarse para la gestión - Reglamentos de Comites . local del bosque - Elaboración de Estudios Definitivos. - Expediente Técnico S/. 62,000.00 - Resolución de aprobación de - Asignación del presupuesto en - Plantaciones forestales en macizo. los estudios definitivos. forma oportuna y sin recortes. - Protección o cercado perimétrico de las En el primer año 2010: - Informes técnicos de avances - Los beneficiarios cumplen con los plantaciones forestales. - Plantación forestal S/. 869,804.00 físico - financieros compromisos asumidos.ACCIONES - Mantenimiento y protección (vigilancia) - Mantenimiento: recalce S/. 0.00 - Liquidación anual con un - Apoyo de las Autoridades Locales foresta: Recalce, riego y vigilancia Riego S/. 169,500.00 informe técnico financiero. y comunales, así como de la Protección S/. 216,100.00 - Actas de entrega de bienes a participación de las instituciones - Capacitación técnica general y para la - Gastos generales S/. 356,573.00 las comunidades beneficiarias vinculadas al desarrollo de la gestión social de comunidades y de los - Presupuesto Total Proy. S/. 1’673,977.00 actividad forestal y ambiental en comités locales cada zona. - Asistencia técnica ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 156
  • 157. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”5.13. PRESUPUESTO Y COSTOSLos costos y presupuesto analítico por actividades, se detallan en los cuadros de Nº 01 al12. Estos cuadros sirven como guía para la ejecución de las compras y contrataciones deservicios para el proyecto. 5.13.1. Presupuesto Analítico de la actividad de plantación (Cuadro Nº 01 y 02 de Anexo 5.13.2. Presupuesto Analítico de protección o cercado (Cuadro Nº 03 de Anexo 5.13.3. Presupuesto Analítico de recalce (Cuadro Nº 04 y 05 de Anexo) 5.13.4. Presupuesto Analítico de riego (Cuadro Nº 06 de Anexo) 5.13.5. Presupuesto analítico de capacitación (Cuadro Nº 07 de Anexo) 5.13.6. Presupuesto analítico de pasantía (Cuadro Nº 08 de Anexo) 5.13.7. Presupuesto analítico de gastos de asistencia técnica (Cuadro Nº 09 de Anexo) 5.13.8. Presupuesto analítico de gastos de apoyo administrativo (Cuadro Nº 10 de Anexo) 5.13.9. Presupuesto analítico de gastos administrativos (Cuadro Nº 11 de Anexo) 5.13.10. Presupuesto analítico de gastos de supervisión y monitoreo (Cuadro Nº 12 de Anexo)En los cuadros 9A-C, 10A-C, 11A y 12A-C, se encuentran los costos anuales que deberánutilizarse para la ejecución anual de los gastos específicos por actividades. En el caso deejecución de gastos de capacitación (18 eventos) y las pasantías (2), se debe tomar encuenta lo calendarizado para cada año, de acuerdo a los costos unitarios establecidos en elcuadro Nº 07 y Nº 08 respectivamente. Estos gastos concuerdan con lo establecido en loscuadros 15A al 15C.5.14. CRONOGRAMA DE EJECUCIÓN DEL PROYECTO 5.14.1. Requerimiento de bienes y servicios del proyecto. En el cuadro Nº 13 de Anexo se detallan los bienes y servicios requeridos para el proyecto durante los tres años. 5.14.2. Cronograma de ejecución de metas físicas anuales. Las metas físicas especificadas por comunidades y especies forestales por año, y por actividades anuales, se encuentran detalladas en los cuadros Nº 14 A al 14 G de Anexo. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 157
  • 158. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” 5.14.3. Cronograma de ejecución financiera, según actividades y servicios. El cronograma de ejecución financiera establece los gastos por años, meses y metas que se muestra en el cuadro Nº 15 A al 15C de Anexo. Este cuadro representa los gastos por las metas anuales de 500 ha el 1er año, 700 ha en el año 2, y 700 ha en el año 3 Así mismo, este cronograma de ejecución financiera servirá para el control de gastos anuales según metas. 5.14.4. Cronograma de ejecución financiera según fuentes de financiamiento: Los gastos de ejecución financiera según fuentes, por actividades y servicios requeridos para el proyecto, se detallan en el cuadro Nº 16 de Anexo. Según este cuadro, se hacen las adquisiciones durante el primer año por una suma de S/. 2,057,801.00, debido a que los bienes duraderos deben ser comprados cuanto antes para evitar casos de efectos inflacionarios y plazos de finalización de ejecución presupuestal de la fuente cooperante como el Banco Mundial, cuyo aporte se deberá gastar máximo hasta julio de 2012. 5.14.5. Cronograma de adquisición de bienes anuales para el proyecto. Se detallan las mayores adquisiciones que deben realizarse de preferencia durante los primeros meses de inicio/reinicio de actividades, que en este caso es el mes de octubre de cada año. Ver cuadro 18 en Anexo y 16. 5.14.6. Cronograma anual valorizado de contratación de servicios: En los cuadros Nº 19 y 19A, se especifican la contratación de los servicios del Equipo Técnico y Administrativo para el proyecto. 5.14.7. Cronograma de ejecución física de actividades mensuales: En los cuadros Nº 20A al 20C, se especifican la ejecución de las actividades por meses. Este cuadro junto con el calendario forestal, deberá utilizarse para el control de ejecución de las metas físicas.5.15. OTROS CUADROSComplementariamente se anexan los siguientes cuadros: Cuadro Nº 20 de distribución demano de obra. Cuadro Nº 21 de Términos de referencia básica de adquisiciones de bienes yde contrataciones de servicios para el proyecto; estos términos de referencia deberán sercotejados y actualizados en el momento de ejecutar las compras y las contrataciones. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 158
  • 159. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Cuadro Nº 22 de perímetros de las parcelas de plantación que sirven de base para el cálculode postes y alambre de púas.El Cuadro Nº 23 establece la distribución de bienes y materiales por comunidadesbeneficiarias, en base a este cuadro deberá utilizarse para la entrega a las comunidades enfunción a las metas establecidas en cada una de ellas.El Anexo Cuadros Nº 24 A al 24 C: Auxiliar al Expediente Técnico. Estos cuadros fueronelaborados a solicitud de Agrorural y el PRAA solamente para fines operativos de cambio demano de obra de la actividad riego a la actividad de plantación; es decir, el total de mano deobra pagada por proyecto no cambia. En el caso de la mano de obra para riego, una parteserá pagada por el proyecto y la otra será aporte comunal gratuito que responde a uncompromiso en Acta de Asamblea de las comunidades beneficiarias, por cuyo cumplimientoel ente ejecutor Agrorural deberá velar. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 159
  • 160. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” CAPITULO VI. MONITOREO, SEGUIMIENTO Y EVALUACION DEL PROYECTO El monitoreo, seguimiento y la evaluación del proceso de ejecución del proyecto, comprende el seguimiento mensual, trimestral, semestral y anual de las actividades y sus metas físicas y financieras del proyecto. La cuantificación se hará en cifras absolutas y porcentuales, de acuerdo al cuadro Nº 13 A de Anexo que comprende: Meta programada para el mes, ejecutada en el mes, acumulada al mes de evaluación y saldo de meta anual por ejecutarse. La evaluación será semestral y anual 2010 al 2012 y parte del 2013 de ejecución de todas las actividades del proyecto. Las evaluaciones semestrales y anuales permitirán introducir los correctivos o reajustes necesarios para las siguientes campañas, previa aprobación de la Supervisión y conocimiento de la OPI del Sector o de la Dirección Zonal de AGRO RURAL Junín, según sea el caso. La metodología de evaluación será cuantitativa y previa verificación del avance físico en el campo, considerando el análisis de las condiciones y limitaciones de la ejecución de las actividades. Al Residente, se le encomendará hacer la ejecución de riegos de mantenimiento, el monitoreo11 y seguimiento continuado durante 33 meses, a fin de que no se tenga el desfase de los trabajos complementarios y de información del estado (crecimiento, prendimiento o mortandad, presencia de patógenos, estrés hídrico, etc) de las plantaciones. El monitoreo es la recopilación y análisis de la información necesaria para comparar el avance anual de ejecución de metas y objetivos del proyecto respecto a la Línea de Base. Al final del año 1 y los siguientes años, se comparará las metas ejecutadas respecto al total previsto en el proyecto, así como los resultados expresados en valores cuantitativos y cualitativos. Estos resultados logrados al primer año con indicadores sociales y físicos medibles, se compararán también respecto a los valores de la Línea Base del proyecto. El monitoreo utilizará indicadores técnicos y socioeconómicos adecuadamente seleccionados (parámetro o variable medible, que ocurre con periodicidad definida, en una comunidad o escenario definido, etc), para el relevamiento de la información se utilizará técnicas de muestreo, observaciones prefijadas y mediciones in situ a cargo del Residente y Técnicos, más el apoyo del Supervisor, los11 Se recomienda a Agrorural, instalar parcelas de escurrimiento para evaluar la magnitud de cambio de la erosión por efecto de la reforestación. Así mismo, el Ejecutor deberá propiciar la firma de convenios entre instituciones públicas y privadas para implementar el monitoreo y seguimiento de los efectos del proyecto. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 160
  • 161. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Especialistas del PRAA, Agrorural y otras instituciones (Universidades, Oficina deForestal y Fauna ex INRENA, ALA, etc) que se hayan involucrado en la etapa deejecución y que a la vez tengan interés en hacer el seguimiento para fines de medicióndel impacto del proyecto, así como para propósitos de ir construyendo información sobrela adaptación al impacto del retroceso del glaciar de Huaytapallana y al cambio climático. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 161
  • 162. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” VII.- A N E X O SAnexo Nº 01: Matriz de línea base de la situación actual – 2010Anexo Nº 02: Cuadro Nº 13 A: Seguimiento de avance de metas físicas del proyecto - POA 2010Anexo Nº 03: Matriz de impactos ambientales potenciales: Interacción entre Componente ambiental y actividades del proyecto de ReforestaciónAnexo Nº 04: Presupuesto y costos: Cuadros Nº 1 al 12; 17; 9A-9C; 10A -10C, 11A; y 12A al 12CAnexo Nº 05: Cronograma de ejecuciones: Cuadros Nº 13, 14, 15,16, 18, 19 y 20.Anexo Nº 06: Otros cuadros: Cuadro Nº 20 , 21, 22 y 23.Anexo Nº 07: Anexo Cuadros Nº 24 A al 24 C: Auxiliar al Expediente TécnicoAnexo Nº 08: Diseños de sistema de plantación y de cerco perimétricoAnexo Nº 09: Mapas temáticos:  Mapa Nº 01: Mapa base  Mapa Nº 02: Capacidad de uso mayor de tierras.  Mapa Nº 03: Zonas de vida  Mapa Nº 04: Uso actual de las tierras  Mapa Nº 05: Conflictos de uso de tierras  Mapa Nº 06: Áreas de tratamiento del proyecto: Reforestación con pino y especies nativas  Mapa Nº 07: Área reforestada  Mapa Nº 08: Áreas de producción  Mapa Nº 09: Cercos de protecciónAnexo Nº 10: FotografíasAnexo Nº 11: ProformasAnexo Nº 12: Actas de compromiso de participación y mantenimiento del proyecto ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 162
  • 163. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Anexo 01: MATRIZ DE LINEA BASE DE LA SITUACION ACTUAL - 2010 PROBLEMA VARIABLE INDICADOR VALOR DEL INDICADOR - Areas comunales con potencial forestal que requieren ser - 1,900 ha. reincorporadas a la producción y protección de “Degradación de los suelos de ecosistemas locales en las microcuencas. laderas de lasubcuenca del 1. - Reforestaciòn Río Shullcas” ( según el considerando sus - Especies forestales potencialmente a producir: Pino y Consultor del perfil, 2008). - Son 2: Pino, ccolle y quinual actividades. quinual - Total de plantones 2`509,900. El problema central según Consultor de Expediente Técnico: - 05 comunidades “Deficiente sistema de - Comunidades beneficiarias en situación de pobreza producción agropecuaria, uso y (5 comunidades,) - Ingreso percápita mensual menor a S/. 290.00. manejo inadecuados de los - 548 familias, equivalente a igual número de - Escaso empleo productivo: Promedio de 65% de recursos forestales y conexos, comuneros activos empleados entre permanentes y temporales así como la debilidad de las capacidades humanas para 2. - Fortalecimiento de promover mecanismos de - - Bajas o limitadas capacidades técnicas de producción y - 05 comunidades capacidades adaptación al impacto del para el manejo de Rec. Forestales y conservación de - 548 beneficiarios comuneros activos retroceso del glaciar y cambio técnicas y de ecosistemas locales climático en las subcuencas de gestión social - Bajas o limitadas capacidades de gestión social y débil - 05 organizaciones comunales los ríos Shullcas y Yurajyacu”. organización local Comités locales de gestión forestal No existe ningún Comité Local de gestión forestalNOTA: Par el año 2010, no es recomendable ni posible desagregar la condición actual o Línea Base, por ello se presenta sólo a nivel de todo el proyecto. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 163
  • 164. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Anexo 02: Cuadro Nº 13 A: SEGUIMIENTO DE AVANCE DE METAS FÍSICAS DEL PROYECTO - POA 2010Mes …………. Año ……… SALDO POR Total Avance Anterior Avance mes actual Acumulado al mes ACTIVIDAD EJECUTAR Meta AVANCE % AVANCE % AVANCE % META % TOTAL…………………. …………………………….. ………………….. Vº Bº Vº Bº RESIDENTE Vº Bº VEEDOR/COORDINADOR SUPERVISOR ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 164
  • 165. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS” Anexo Nº 03: MATRIZ DE IMPACTOS AMBIENTALES POTENCIALES: Interacción entre Componente ambiental y Actividades del proyecto de Reforestación Etapas y componentes del Proyecto ACTIVIDADES CON POTENCIALES IMPACTOS AMBIENTALES Etapa de Etapa de Manteni- Etapa de Ejecución Preinversión miento post proyecto Elaboración Capacitac. Mantenim. de Organiza Mantenimie Elabora- Adquisic. Protección Asisten- Uso de de Exped. Inicial de plantación: Capacita- ción de nto: Riegos Vigilancia ción de de Plantación con cercos cia bienes delComponentes del Ambiente Perfil Técnico Equipo plantones Recalces y forestal ción Comités Técnica y Manejo forestal bosque Técnico Riegos Locales silvicultural AIRE Nivel de gases (captura de CO2) 0 0 0 0 P P 0 0 0 0 P 0 N* Variación del régimen hídrico 0 0 0 0 P P 0 0 0 0 P 0 N* superficial y subterranea AGUA 0 Variación de la cantidad de agua 0 0 0 0 P P O O O O P 0MEDIO Cambio de uso de suelos y de 0 0 0 0 P 0 0 0 0 0 0 0 0FISICO SUELO tierras Y Erosión / deslizamientos 0 0 0 0 P 0 0 0 0 0 P 0 0 TIERRA Modificación de la morfología 0 0 0 0 P 0 0 0 0 0 P 0 0 Mitigación de cambios del CLIMA 0 0 0 0 P P 0 0 0 0 P 0 N* microclima local Cambio en la cobertura forestal 0 0 0 0 P P 0 0 0 0 P 0 0MEDIO Repoblam. De flora y fauna silvestre 0 0 0 0 P P P 0 0 0 P 0 N*BIOLOGICO Cambio de ecosistemas y hábitats 0 0 0 0 P P P 0 0 0 P 0 0 Cambio del paisaje natural 0 0 0 0 P 0 N* 0 0 0 P 0 0 Fortalecimiento de capacidades 0 P P 0 0 0 0 P P P 0 0 0MEDIO técnicas y de gestión forestalSOCIOECONÓ Generación de empleo local P P 0 0 P P P P 0 P P P PMICO Y Ingresos económicos P P 0 P P P P P 0 0 P P PCULTURAL Plusvalía de tierras comunales 0 0 0 0 P 0 0 0 0 0 P 0 0 Migración temporal 0 0 0 0 P P P 0 0 0 P 0 PFuente: Elaboración por el Equipo Consultor del Exp. Técnico.Símbolo: O = No causa impactos por que no tienen relación directa, o es una actividad indiferente sobre el impacto. N * = Impacto negativo por lo general leve y de corta duración. Todos mitigables bajo adecuado uso y control antrópico. P = Impacto positivo directo, en la mayoría de los casos de naturaleza permanente.NOTA: Si bien es cierto que durante el poceado para la plantación habrá un movimiento de 135219 m3 de tierra, sin embargo casi la totalidad (99%) de este volumen vuelve almismo hoyo en el momento de la plantación de los 2’112800 plantones. Así mismo el cercado con alambre de púas será mitigado mediante el pastoreo controlado de losganaderos de Acopalca y Cullpa Alta. ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 165
  • 166. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”BIBLIOGRAFIA CONSULTADA Padilla Mendoza, Saúl, 1995. Manejo Agroforestal Andino. Proyecto FAO Holanda “Desarrollo Forestal Participativo en los Andes. Quito, Ecuador. Aguirre Núñez, Mario et Al, 2003. MANUAL DE PROCEDIMIENTOS PARA LA DELIMITACIÓN Y CODIFICACIÓN DE CUENCAS HIDROGRÁFICAS DEL PERÚ. INRENA- IRH-DIRHI-SIG/M., Lima, Perú 2003. Y Cusco, 2008. Gobierno Regional Junín, 2008. PROPUESTA DE ESTRATEGIA FORESTAL PARA LA REGION JUNIN. Huancayo, Perú. Gobierno Regional Junín, 2009. ESTRATEGIA REGIONAL DE CAMBIO CLIMÁTICO DE JUNÍN, Enfrentando el Cambio. CONAM-INSTITUTO GEOFISICO DEL PERU, 2005. DIAGNÓSTICO DE LA CUENCA DEL MANTARO. Bajo la visión de cambio climático. Vol. II. Primera Edición, 2005. Perú. Wikipedia. Efecto Foehn. Disponible en:http: //www.gobiernodecanarias.org/educacion/general (Fecha de acceso, 15-03-2010). Chepstow-Lusty, A. & M. Winfield (2000) «Inca agroforestry: lessons from the past» Ambio. Vol. 6. Nº 9. 322-328.. Fjeldså, J. & M. Kessler (1996). Conserving the biological diversity of Polylepis woodlands of the highlands on Peru and Bolivia, a contribution to sustainable natural resource management in the Andes.. Copenhagen: NORDECO. ISBN. Lojan, Leoncio. 1992. Arboles y arbustos nativos para el desarrollo forestal altoandino, Quito, Ecuador, Proyeto FAO/Holanda/ DFPA, 223 p. Quispe Cáceres, Floriberto, 1965. Clasificación comparativa de tierras mediante la percepción remota y clasificación directa de Capacidad de Uso Mayor de Tierras- Provincia Huancayo. UNCP, Huancayo-Perú. Wikipedia La inciplopedia Libre. Feb. 2010. Pinus radiata. Disponible en: http://es.wikipedia.org/wiki/Pinus_radiata (Fecha de acceso, 29.03.10). Hidroade. Hidrosorb Agro. Disponible en: info@hidroade.net (fecha de acceso: 10-03-10). Arica S, Denis. Algunas Especies Forestales Nativas Para la Zona Altoandina. CONDESAN. Disponible en: http://www.condesan.org/memoria/foresteria/DArica3.pdf (Fecha de acceso: 29-03-10). FAO, 2010. Combatir el cambio climático con los pastizales. Disponible en: http://www.fao.org/news/story/es/item/38916/icode/ [fecha acceso: 09 Marzo 2010] Guerrero, J. y J. Remigio, 2009. Marco del Plan de Adaptación al Cambio Climático de la Gestión de Recursos Hídricos. Ministerio de Agricultura – MINAG. Segunda Comunicación Nacional del Perú a la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre Cambio Climático (documento preliminar) ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 166
  • 167. “REFORESTACION EN LA SUB CUENCA DEL RIO SHULLCAS”Ministerio del Ambiente – MINAM, Gobierno Regional de Ancash, Programa de NacionesUnidas para el Desarrollo – PNUD, 2008. Caracterización Socioeconómica Actual de laCuenca del Río Santa.Secretaría General de la Comunidad Andina – SGCA, Programa de las Naciones Unidaspara el Medio Ambiente – PNUMA y Agencia Española de Cooperación Internacional –AECI, 2007. ¿El fin de las cumbres nevadas? Glaciares y Cambio Climático en laComunidad Andina.Servicio Nacional de Meteorología e Hidrología – SENAMHI, 2007, Escenarios de CambioClimático en la Cuenca del río Mantaro para el año 2100. Fase de preparación del “Proyectode Adaptación al Impacto del Retroceso Acelerado de Glaciares en los Andes Tropicales –PRAA”Vergara et al, 2007. Visualizing Future Climate in Latin America: Results from the applicationof the Earth Simulator (Visualizando el Clima Futuro en América Latina: Resultados de laaplicación del Simulador de la Tierra). Banco MundialVuille, M. et al, 2007. Climate Change in the Tropical Andes – Impacts and Consequencesfor Glaciation and Water Resources. Part I: The Scientific Basis (Cambio Climático en losAndes Tropicales – Impactos y Consecuencias para la Glaciación y Recursos Hídricos.Parte I: La base científica). Reporte para CONAM y el Banco Mundial ADAPTACION AL IMPACTO DEL RETROCESO ACELERADO DE GLACIARES EN LOS ANDES TROPICALES – PRAA 167

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