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Fé e Ciência

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Fé e a Ciência são compátiveis

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  • Matemático e astrônomo grego nascido em Mileto, na Jônia, Ásia Menor, hoje Yeniköy, Turquia, além de um bem sucedido comerciante nos ramos de azeite e sal, é considerado o primeiro filósofo grego e o primeiro dos sete sábios da idade helênica, o pai da filosofia e o fundador da ciência física. Estudou geometria no Egito, onde mediu a altura das pirâmides pela sombra delas, e astronomia na Babilônia, sob o governo de Nabucodonosor. Fundou a primeira escola grega de filosofia, na Jônia, colônia grega na Ásia Menor, onde ficava Mileto, cidade destruída por Dario (494 a. C.). Considerado o criador da geometria dedutiva (585 a. C.), são-lhe atribuídas as deduções de cinco teoremas da geometria plana. Na astronomia dividiu a esfera do céu em cinco círculos, ou zonas: ártica, trópico de verão, equador, trópico de inverno e antártica, e foi o primeiro astrônomo a explicar o eclipse do Sol, ao verificar que a Lua era iluminada por esse astro.
  • Anaxímenes- (+ ou - 588-524 a.C.) foi um filósofo da escola jônica, que tem  como característica básica explicar a origem do universo ou arché a partir de  uma substância única fundamental. Refutando a teoria da água de Tales, e do ápeiron de Anaximandro, Anaxímenes ensinava que essa substância era o ar infinito, pneuma ápeiron . O universo resultaria das transformações do ar, da sua rarefação, o fogo, ou condensação, o vento, a nuvem, a água e a terra e por último pedra. Esse era o processo por qual passava uma substância primordial, e resultava na multiplicidade, os quatro elementos. O ar tinha o eterno  elemento. Escreveu uma obra, como Anaximandro: Sobre a natureza . 
  • Pitágoras nasceu em Samos, uma das ilhas do Dodecaneso na Grécia e provavelmente recebeu instrução matemática e filosófica de Tales e de seus discípulos. Após viver algum tempo entre jônicos, viajou pelo Egito e Babilônia - possivelmente indo até a Índia. Durante suas peregrinações, ele absorveu não só informações matemáticas e astronômicas como também muitas idéias religiosas. Quando voltou ao mundo grego, Pitágoras estabeleceu-se em Crotona, na Magna Grécia (na costa sudoeste da atual Itália), onde fundou a Escola Pitagórica dedicada a estudos religiosos, científicos e filosóficos. À Pitágoras são atribuídas várias descobertas sobre as propriedades dos números inteiros, a construção de figuras geométricas e a demonstração do teorema que leva seu nome (cujo enunciado já era conhecido pelos babilônios). Os próprios termos Filosofia (amor a sabedoria) e Matemática (o que é aprendido) seriam criações de Pitágoras para descrever suas atividades intelectuais.
  • Na arquitetura, desenvolveram várias construções com enormes blocos de  pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos e jóias
  • Transcript

    • 1. Fé e Ciência OBSERVAÇÕES SOBRE A ORIGEM DA CIÊNCIA Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 2. <ul><li>PROBLEMÁTICA: </li></ul><ul><li>A Ciência surgiu em um período pós domínio da igreja? </li></ul><ul><li>Ciência e religião são antagônicas? </li></ul><ul><li>A Ciência só existiu a partir do século 15 com o Renascentismo e Iluminismo? </li></ul>Uma breve história da ciência Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 3. <ul><li>IMPLICAÇÕES: </li></ul><ul><ul><li>Antes do Século 15: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não haveria ciência </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>As civilizações não teriam métodos cien-tíficos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O pensamento cientí-fico seria ausente nos homens. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>As civilizações não desenvolveriam tecnologias antes do século 15. </li></ul></ul></ul>Uma breve história da ciência Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 4. <ul><li>CIVILIZAÇÕES ANTIGAS </li></ul><ul><ul><li>Egito </li></ul></ul><ul><ul><li>China </li></ul></ul><ul><ul><li>Assíria </li></ul></ul><ul><ul><li>Babilônia </li></ul></ul><ul><ul><li>Medo-pérsia </li></ul></ul><ul><ul><li>Grécia </li></ul></ul><ul><ul><li>Roma </li></ul></ul><ul><ul><li>Muçulmanos </li></ul></ul>Uma breve história da ciência Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 5. <ul><li>ESSAS CIVILIZAÇÕES NÃO TINHAM (?): </li></ul><ul><ul><li>Ciência </li></ul></ul><ul><ul><li>Método científico </li></ul></ul><ul><ul><li>Pensamento científico </li></ul></ul><ul><ul><li>Raciocínio lógico </li></ul></ul><ul><ul><li>Tecnologia </li></ul></ul><ul><ul><li>(Relógio de sol Inca. Segundo Heródoto teriam sido os Babilônios os inventores do relógio do sol) </li></ul></ul>Uma breve história da ciência Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 6. <ul><li>Periodização da história por C.J. Thomsen – Sec. 18 – Museu Nacional da Dinamarca: </li></ul><ul><li>Divisões da história antiga: </li></ul><ul><li>Período Lítico ou </li></ul><ul><li>Idade da Pedra </li></ul><ul><li>Período do Bronze </li></ul><ul><li>Período do Ferro </li></ul>Uma breve história da ciência Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 7. <ul><li>Paleolítico – Pedra Lascada </li></ul><ul><li>Neolítico – Pedra Polida </li></ul><ul><li>Neolítico A – anterior a objetos de cerâmica </li></ul><ul><li>Neolítico B – Pré-cerâmico </li></ul><ul><li>Neolítico Cerâmico </li></ul><ul><li>Calcolítico – Megalítico – Eneolítico </li></ul><ul><li>Produção em massa de monumentos de pedra </li></ul><ul><li>Início do uso do Cobre ou Bronze como matéria prima </li></ul>Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 8. <ul><li>Período do Bronze Primitivo </li></ul><ul><li>Bronze Antigo IA </li></ul><ul><li>Bronze Antigo IB </li></ul><ul><li>Bronze Antigo II </li></ul><ul><li>Bronze Antigo III </li></ul><ul><li>Período do Bronze Médio </li></ul><ul><li>Bronze Antigo IV </li></ul><ul><li>Bronze Médio I </li></ul><ul><li>Bronze Médio IIA Patriarcas </li></ul><ul><li>Bronze Médio IIB Hiksos e Hebreus no Egito </li></ul>Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 9. <ul><li>Período do Bronze Recente </li></ul><ul><li> Período do Bronze Recente I Êxodo </li></ul><ul><li> Per. do Bronze Recente IIA Conq.Canaã </li></ul><ul><li>Período do Bronze Recente IIB Juízes </li></ul><ul><li>Período do Ferro </li></ul><ul><li>Ferro IA </li></ul><ul><li>Ferro IB Monarquia </li></ul><ul><li>Ferro IIB Templo de Salomão </li></ul><ul><li>Ferro IIC Reino do Sul </li></ul>Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 10. <ul><li>Período Babilônico e Persa Cativeiro </li></ul><ul><li>Período Helenístico A Per.Intertestament. </li></ul><ul><li>Período Helenístico B </li></ul><ul><li>Período Romano </li></ul><ul><li>Depois de Cristo </li></ul><ul><li>Período Bizantino </li></ul>Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 11. <ul><li>A religião não impediu o desenvolvimento da ciência nas civilizações. </li></ul><ul><li>A religião, muitas vezes, era a ‘ mola ’ propulsora da ciência e da tecnologia. </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 12. <ul><li>Houve tecnologia e desenvolvimento da ciência entre as civilizações desde os tempos mais remotos. </li></ul><ul><li>(Templo da deusa Athena da razão) </li></ul><ul><li>A ciência e seu produto, a tecnologia, são produtos da razão e raciocínio humano. </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 13. Uma breve história da ciência <ul><li>SABEDORIA X PENSAMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><ul><li>Sabedoria: consiste na habilidade de pensamento e raciocínio para as ques-tões filosóficas, morais e espirituais da existência humana . </li></ul></ul><ul><ul><li>Pensamento científico: consiste na habilidade de raciocínio para decifrar os fenômenos naturais (ciência natural) suas leis, fundamentos e mecanismos a fim de se alcançar a tecnologia. </li></ul></ul>Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 14. <ul><li>EVIDÊNCIAS DE PENSAMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><li>Tales de Mileto 547 aC </li></ul><ul><li>Estudou geometria no Egito, onde mediu a altura das pirâmides pela sombra . São-lhe atribuídas as deduções de cinco teoremas da geometria plana. Na astronomia dividiu a esfera do céu em cinco círculos, ou zonas: ártica, trópico de verão, equador, trópico de inverno e antártica, e foi o primeiro astrônomo a explicar o eclipse do Sol, ao verificar que a Lua era iluminada por esse astro. </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 15. <ul><li>EVIDÊNCIAS DE MÉTODO CIENTÍFICO NA ANTIGUIDADE </li></ul><ul><li>Anaxímenes 588-524 aC </li></ul><ul><li>” Descrevia a condição primitiva das coisas como uma massa muito rarefeita que ia condensando-se gradativamente em vento, nuvem, água, terra e pedra, ou seja, os três estados da matéria como hoje classificados, seriam estágios progressivos da condensação. Os graus de condensação correspondiam às densidades de diversos tipos de matéria. Quando distribuído mais uniformemente, o ar era o atmosférico invisível. Pela condensação, tornava-se visível, a princípio como névoa ou nuvem, em seguida como água e depois como matéria sólida como terra e pedras.” </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 16. <ul><li>EVIDÊNCIAS DE RACIOCÍNIO LÓGICO </li></ul><ul><li>Pitágoras - 500 aC </li></ul><ul><li>“ À Pitágoras são atribuídas várias descobertas sobre as propriedades dos números inteiros, a construção de figuras geométricas e a demonstração do teorema que leva seu nome (cujo enunciado já era conhecido pelos babilônios).” </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 17. <ul><li>EVIDÊNCIAS DE TECNOLOGIA </li></ul><ul><li>“ os gregos eram excelentes escultores, pois buscavam retratar o corpo humano em sua perfeição. Músculos, vestimentas, sentimentos e expressões eram retratados pelos escultores gregos . As artes plásticas da Grécia Antiga influenciaram profundamente a arte romana e renascentista.” </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 18. <ul><li>TECNOLOGIA EGÍPCIA c.1250 aC </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 19. <ul><li>TECNOLOGIA SEMÍTICA </li></ul><ul><li>Circuncisão </li></ul><ul><li>Quarentena </li></ul><ul><li>Conceito de imundo e limpo </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 20. <ul><li>TECNOLOGIA CHINESA – 700 Ac – 6500 km </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 21. <ul><li>TECNOLOGIA GREGA </li></ul><ul><li>(pré-socráticos) </li></ul><ul><ul><li>Maximenes desenhou o mapa do continente europeu. </li></ul></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 22. <ul><li>TECNOLOGIA CALDÉIA c.580 AC </li></ul><ul><li>Mapa Mundi Babilônico </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 23. <ul><li>TECNOLOGIA INCA – Machu Pichu – Século 14 </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 24. <ul><li>TECNOLOGIA MAIA – Calendário Maia – 900 aC </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 25. <ul><li>TECNOLOGIA ROMANA - Aquedutos </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 26. <ul><li>TECNOLOGIA ASTECA </li></ul><ul><li>A Pedra do Sol, o famoso Calendário Asteca é, certamente, uma síntese perfeita de Ciência, Filosofia, Arte e Religião. </li></ul>Ciência nas antigas civilizações Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 27. <ul><li>c. 476 – Queda do Império Romano Ocidental </li></ul>A idade das trevas Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 28. <ul><li>Igreja Romana controlava a ciência e as artes. </li></ul>A idade das trevas Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 29. <ul><li>As Universitas – Sec. 11 – só a igreja poderia ensinar – as outras áreas eram ‘Filosofia’ ou ancilla theológica [serva da teologia]. </li></ul>A idade das trevas Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 30. <ul><li>As Universitas – só teólogos lecionavam </li></ul><ul><li>Esse modelo escolar determinou pensamento da época. </li></ul>A idade das trevas Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 31. <ul><li>A ciência e religião foram sufocadas. </li></ul>A idade das trevas Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 32. <ul><li>O ILUMINISMO foi o despertar da humanidade </li></ul><ul><li>Na religião a Reforma </li></ul><ul><li>Na ciência a Renascença </li></ul>A idade das luzes Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 33. <ul><li>Reforma Protestante + Wycleffe (1320-1384) + Huss (1373-1415) + Lutero (1517) </li></ul><ul><li>Renascença + Petrarca (1304-1374) + R.Descartes (Racionalismo) + F.Bacon (Empirismo) + Locke + Berkeley + Hume </li></ul>A idade das luzes Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 34. <ul><li>A Igreja Romana perde força: </li></ul><ul><ul><li>Muçulmanos – investidas na Europa </li></ul></ul>A idade das luzes Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 35. <ul><li>A Igreja Romana perde força: </li></ul><ul><ul><li>Queda do Império Oriental – Constantinopla em 1453 </li></ul></ul>A idade das luzes Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 36. <ul><li>O distanciamento geográfico, cultural e da Igreja Romana, garantiu ao império islãmico uma avanço maior. </li></ul>A ciência entre muçulmanos Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 37. <ul><li>Os árabes tomam Constantinopla </li></ul><ul><li>A Biblioteca da cidade era uma das mais ricas </li></ul><ul><li>Os escritos de Aristóteles são achados e estudados. </li></ul><ul><li>AVICENA (930-1037dc) o maior aristotélico, era professor em Teerã. </li></ul>A ciência entre muçulmanos Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 38. <ul><li>Tinham uma tecnologia melhor – usavam binóculos, pólvora, catapultas etc. </li></ul><ul><li>A ciência entre eles avança. </li></ul><ul><li>A religião muçulmana favorecia a ciência; ao contrário da igreja cristã medieval (romana) que inibia a ciência. </li></ul>A ciência entre muçulmanos Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 39. <ul><li>Os árabes invadem a Península Ibérica da Europa (Espanha). </li></ul><ul><li>Ibérica – Ibrahim – Abrão. </li></ul><ul><li>Cultura é transferida </li></ul><ul><li>Azeitona – inserção árabe </li></ul><ul><li>A cultura Aristotélica também é deixada </li></ul>A ciência entre muçulmanos Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 40. <ul><li>Tomas de Aquino </li></ul><ul><li>Com a saída dos muçulmanos da Pen. Ibérica, a cultura e os livros de Aristóte les ficam. </li></ul><ul><li>Aristóteles é lido pelos monges e a igreja agrega valores aristotélicos </li></ul>A ciência entre muçulmanos Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 41. <ul><li>Idéias principais: </li></ul><ul><li>O homem não é um depravado inato </li></ul><ul><li>O objetivo da vida é a própria vida e não a vida depois da morte </li></ul><ul><li>Libertação da mente dos homens da ignorân-cia e superstição </li></ul><ul><li>Tudo esta ligado a um sistema de providência benevolente </li></ul>O ILUMINISMO Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 42. <ul><li>Cientistas cristãos </li></ul><ul><li>J. kepler </li></ul><ul><li>Blaise pascal </li></ul><ul><li>Robert Boyle </li></ul><ul><li>James Maxwell </li></ul><ul><li>Michael Faraday </li></ul><ul><li>Louis Pasteur </li></ul><ul><li>Adam Sedgwik (prof. de Darwin) </li></ul><ul><li>William Buckland </li></ul>A Ciência moderna Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 43. <ul><li>Cientistas cristãos </li></ul><ul><li>Isaac Newton </li></ul><ul><li>O maior de todos </li></ul><ul><li>os cientistas </li></ul>A Ciência moderna Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 44. Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 45. Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 46. <ul><li>Isaac Newton </li></ul><ul><li>o maior de todos </li></ul><ul><li>os cientistas é um </li></ul><ul><li>exemplo de que a </li></ul><ul><li>fé e a ciência </li></ul><ul><li>podem conviver </li></ul><ul><li>juntas, no plano </li></ul><ul><li>de Deus para a </li></ul><ul><li>humanidade. </li></ul>Fé e Ciência Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico
    • 47. <ul><li>A ciência é tão antiga quanto as civilizações </li></ul><ul><li>Há muitas evidências do pensamento científico e de ciência antes da Modernidade </li></ul><ul><li>O cristianismo corrom-pido inibiu a ciência </li></ul><ul><li>O cristianismo protes-tante favoreceu a ciência </li></ul><ul><li>A religião é a mola propulsora da ciência </li></ul>Conclusão Pr Ivair Augusto-Dist.ARF-USeB Farmacêutico Bioquímico

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