Brasil Monárquico
Independência do BrasilO período inicial do Império estende-se da Independênciado Brasil, em 1822, até a abdicação de D. P...
Coroação de D. Pedro ID. Pedro I havia sido aclamado primeiro imperador do                         país              em 12...
Períodos     Regência                             Segundo Império   1831           1840             1850                  ...
Liberdade pelas                  os portugueses resistiram    armas           em algumas províncias                       ...
   Portugueses queriam poder    total ao imperador                  Disputas políticas   Os brasileiros falavam em poder...
Constituição de      D.Pedro I rejeitou o projeto                      (Constituição da Mandioca) e dissolveu a     1824 ...
   O absolutismo de D.PedroI               Confederação do    agravava as tensões que vinham    desde a Revolução Pernamb...
   Crise econômica – falência do BancoAbdicação       do Brasil, elevados gastos com                guerras etc          ...
Período Regencial   1. Regência Trina Provisória (abril/junho 1831)       “ em caso de impedimento do Imperador de exerc...
2. Regência Trina Permanente (1831 a 1835)      A criação da Guarda Nacional: tropa composta por       membros da aristoc...
A Regência Una de Feijó(1835 a 1837)   Eleito pelo voto direto – experiência republicana   Contradição: centralização do...
A Regência Una de Araújo Lima        (1837 a 1840)   Fusão do partido em dois: Liberal e Conservador   “Maré Conservador...
As rebeliões regenciaisRazões e resultados: A Cabanagem (PA) A Sabinada (BA) A Balaiada (MA) A Farroupilha (RS) A Mal...
Golpe da        Maioridade   A maioridade de Pedro de Alcântara foi    usada politicamente por liberais e    conservadore...
O Segundo Império1.   Golpe da Maioridade – 22 de julho de 18402.   POLÍTICA INTERNA        Liberais X Conservadores     ...
2. POLÍTICA EXTERNA Brasil X Inglaterra       A Questão Christie       A Tarifa Alves Branco       O Bill Aberdeen    ...
ECONOMIA:Café: principal produto.     Mercado externo (EUA/EUROPA).     Alto valor.     Solo (“terra roxa”) e clima favorá...
SOCIEDADE: A imigração:    Superação da crise do escravismo.    Mito do “embranquecimento”.    Necessidade de mão-de-obra ...
Movimento abolicionista: intelectuais, camadas médias urbanas, setores do exército.Prolongamento da escravidão por meio de...
E) A CRISE GERAL DO IMPÉRIO (1870):A questão religiosa:   Igreja atrelada ao Estado (Constituição de 1824).        Padroad...
Questão militar:   Exército desprestigiado pelo governo: baixos soldos, pouca   aparelhagem e investimentos.   Exército fo...
Questão Republicana:   1870: Manifesto Republicano (RJ) – dissidência   radical do Partido Liberal.   1873: Fundação do PR...
Questão Abolicionista:    Abolição da Escravidão (1888) retira do governo imperial sua última base de    sustentação: aris...
A Proclamação da República (15/11/1889):   1888 – D. Pedro II tenta implementar   reformas políticas inspiradas no   repub...
Brasil monarquico
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Brasil monarquico

652

Published on

0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
652
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
26
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Brasil monarquico

  1. 1. Brasil Monárquico
  2. 2. Independência do BrasilO período inicial do Império estende-se da Independênciado Brasil, em 1822, até a abdicação de D. Pedro I , em 1831.
  3. 3. Coroação de D. Pedro ID. Pedro I havia sido aclamado primeiro imperador do país em 12 de outubro de 1822.
  4. 4. Períodos Regência Segundo Império 1831 1840 1850 1870 1889 Pacificação Apogeu DecadênciaAbdicação de D. Golpe da Guerra do Paraguai Proclamação daPedro I Maioridade República
  5. 5. Liberdade pelas os portugueses resistiram armas em algumas províncias (na Bahia, 13.000 homens sob o comando do general Madeira de Melo resistiram por 7 meses). D.Pedro I contratou mercenários como Grenfel, Cochrane e Rabatut, cruéis e ferozes, aos poucos “pacificando” os Cochrane focos de resistência.
  6. 6.  Portugueses queriam poder total ao imperador Disputas políticas Os brasileiros falavam em poder executivo forte, mas vigiado pelo legislativo. As elites do sudeste queriam centralização do poder (beneficiadas pelo controle do RJ sobre o resto das províncias as elites de províncias distantes queriam autonomia Bonifácio combatia os portugueses, mas também não aceitava os liberais. Aos poucos o imperador foi isolando Bonifácio (que acabou exilado) e aproximando-se dos portugueses.
  7. 7. Constituição de  D.Pedro I rejeitou o projeto (Constituição da Mandioca) e dissolveu a 1824 Constituinte (Noite da Agonia)  Outorgou (impôs) o texto constitucional  Voto censitário (só para os que tiverem renda acima de 100mil réis...)  Unitarismo (ao contrário das ex-colônias espanholas, o Brasil manteve sua unidade territorial, também graças ao poder central forte...)  4º poder – Poder Moderador (está acima dos demais e é exercido pelo imperador)  Sistema de Padroado (união Igreja- Estado)  Vitaliciedade do cargo de Senador
  8. 8.  O absolutismo de D.PedroI Confederação do agravava as tensões que vinham desde a Revolução Pernambucana Equador de 1817 O governador indicado por D.PedroI não foi aceito pelo povo Líderes: Cipriano Barata e Frei Caneca Queriam federalismo e república Propostas populares, de caráter urbano, incluíam o abolicionismo Chegaram a adotar a Constituição da Colômbia Um racha entre as lideranças (por causa do abolicionismo) tornou mais fácil a repressão (elite fez acordo) D.PedroI comprou armas até da Inglaterra...
  9. 9.  Crise econômica – falência do BancoAbdicação do Brasil, elevados gastos com guerras etc  Derrota – perdeu a Guerra da Cisplatina (gastou dinheiro e perdeu...), dando origem ao Uruguai  Aproximação com os portugueses – os brasileiros e os radicais uniram-se...  Rejeição por parte da opinião pública – acusação de assassinato (jornalista Líbero Badaró), autoritarismo e a noite das garrafadas, etc  Questão Sucessória Portuguesa – demora a tomar uma posição...
  10. 10. Período Regencial 1. Regência Trina Provisória (abril/junho 1831)  “ em caso de impedimento do Imperador de exercer o poder, este será exercido por um membro da Família Imperial, maior de 25 anos, ou, na ausência desse membro, por três pessoas eleitas (composta pela Câmara dos Deputados e pelo Senado), por um período de quatro anos.”  Composta pelo senador Nicolau de Campos Vergueiro, José Joaquim de Campos e pelo brigadeiro Francisco de Lima e Silva.  Medidas: retorno do ministério brasileiro ao poder,anistia dos presos políticos.  Limites: proibida de conceder títulos de nobreza e de negociar acordos com o estrangeiro.
  11. 11. 2. Regência Trina Permanente (1831 a 1835)  A criação da Guarda Nacional: tropa composta por membros da aristocracia, fiel ao governo e capaz de garantir a ordem  As correntes políticas:  Restauradores (caramurus) – retorno de D. Pedro I  Moderados (chimangos) - monarquistas  Exaltados (jurujubas ou farroupilhas)- republicanos  Código do Processo Criminal de 1832  Maior autonomia para os municípios – eleições dos Juizes de Paz  O Ato Adicional de 1834  Mudança na Constituição de 1824  Descentralização do poder, maior autonomia das províncias, abolição do Conselho de Estado, manutenção do Poder Moderador, Rio de Janeiro torna-se município neutro e a capital é transferida para Niterói, transformação da Regência Trina em Una.
  12. 12. A Regência Una de Feijó(1835 a 1837) Eleito pelo voto direto – experiência republicana Contradição: centralização do poder nas mãos do regente e autonomia político-administrativa das províncias. Eclosão da Farroupilha e da Cabanagem Progressistas ( defendem o Ato Adicional) X Regressistas (revisão do Ato Adicional) Maioria do Parlamento contrária a Feijó. A renúncia de Feijó (1837) – encerramento da “Maré Liberal”
  13. 13. A Regência Una de Araújo Lima (1837 a 1840) Fusão do partido em dois: Liberal e Conservador “Maré Conservadora” O ministério das capacidades A Lei Interpretativa do Ato Adicional (1840): anulação da autonomia da províncias e revisão do Código de Processo Criminal Eclodem a Balaiada e a Sabinada devido as medidas centralizadoras. O Clube da Maioridade e o Golpe: arquitetado pelo Partido Liberal.
  14. 14. As rebeliões regenciaisRazões e resultados: A Cabanagem (PA) A Sabinada (BA) A Balaiada (MA) A Farroupilha (RS) A Malês (BA)
  15. 15. Golpe da Maioridade A maioridade de Pedro de Alcântara foi usada politicamente por liberais e conservadores (cada hora um a defendia...) Foi criada uma sociedade secreta, o “clube da maioridade”, para tramar a coroação de D.Pedro II, com apenas 14 anos de idade Os liberais articularam o golpe e, depois da coroação, os Andrada manipulavam tudo (ministério dos irmãos”)
  16. 16. O Segundo Império1. Golpe da Maioridade – 22 de julho de 18402. POLÍTICA INTERNA  Liberais X Conservadores  Eleições do cacete  As “derrubadas”  A Revolução Liberal de 1842  O Parlamentarismo brasileiro  Primeiro Ministro ou Presidente do Conselho de Ministros  O “ parlamentarismo às avessas”  A Revolução Praieira  Pedro Ivo  A Conciliação: liberais + conservadores (1853)
  17. 17. 2. POLÍTICA EXTERNA Brasil X Inglaterra  A Questão Christie  A Tarifa Alves Branco  O Bill Aberdeen  O desfecho do conflito Brasil X Solano Lopes: a Guerra do Paraguai  Solano e o “ Paraguai Maior”  A prisão do navio Marquês de Olinda  A Tríplice Aliança  As dezembradas de Caxias  O Conde D´Eu e a Campanha da Cordilheira  As conseqüências da guerra para o Paraguai e o Brasil.
  18. 18. ECONOMIA:Café: principal produto. Mercado externo (EUA/EUROPA). Alto valor. Solo (“terra roxa”) e clima favoráveis. Região Sudeste. Desenvolvimento dos transportes (estradas de ferro, portos). Desenvolvimento de comunicações (telégrafo, telefone). Desenvolvimento de atividades urbanas paralelas (comércio, bancos, indústrias)
  19. 19. SOCIEDADE: A imigração: Superação da crise do escravismo. Mito do “embranquecimento”. Necessidade de mão-de-obra (cafeicultura – sudeste). Ocupação e defesa (região sul). Crise econômica e social em países europeus.A crise do escravismo: Oposição inglesa (Bill Aberdeen – 1845). Lei Eusébio de Queirós (1850). Fim do tráfico de escravos. Tráfico interprovincial (NE – SE). Aumento do valor dos escravos.
  20. 20. Movimento abolicionista: intelectuais, camadas médias urbanas, setores do exército.Prolongamento da escravidão por meio de leis inócuas: Lei do Ventre Livre (1871). Lei dos Sexagenários ou Saraiva-Cotegipe (1885). Lei Áurea (1888): Fim da escravidão sem indenizações. Marginalização de negros. Crise política do império.
  21. 21. E) A CRISE GERAL DO IMPÉRIO (1870):A questão religiosa: Igreja atrelada ao Estado (Constituição de 1824). Padroado e Beneplácito. 1864 – Bula Syllabus (Papa Pio IX): maçons expulsos dos quadros da Igreja. D. Pedro II proíbe tal determinação no Brasil. Bispos de Olinda e Belém descumprem imperador e são presos. Posteriormente anistiados. Igreja deixa de prestar apoio ao Imperador.
  22. 22. Questão militar: Exército desprestigiado pelo governo: baixos soldos, pouca aparelhagem e investimentos. Exército fortalecido nacionalmente após a Guerra do Paraguai. Punições do governo a oficiais que manifestavam-se politicamente. Sena Madureira, Cunha Matos. Penetração de idéias abolicionistas e republicanas positivistas nos quadros do exército associam o Império ao atraso institucional e tecnológico do país.
  23. 23. Questão Republicana: 1870: Manifesto Republicano (RJ) – dissidência radical do Partido Liberal. 1873: Fundação do PRP (Partido Republicano Paulista), vinculado a importantes cafeicultores do Estado. Descompasso entre poderio econômico dos cafeicultores do Oeste Paulista e sua pequena participação política. Abolicionismo em contradição com o escravismo defendido por velhas elites aristocráticas cariocas. Idéia do Federalismo – maior autonomia estadual. Apoio de classes médias urbanas, também pouco representadas pelo governo imperial.
  24. 24. Questão Abolicionista: Abolição da Escravidão (1888) retira do governo imperial sua última base de sustentação: aristocracia tradicional.Império é atacado por todos os setores, sendo associado ao atraso e decadência.
  25. 25. A Proclamação da República (15/11/1889): 1888 – D. Pedro II tenta implementar reformas políticas inspiradas no republicanismo através de Visconde de Ouro Preto: Autonomia provincial, liberdade de culto e ensino, senado temporário, facilidades de crédito... Reformas negadas pelo parlamento que é dissolvido pelo imperador. Republicanos espalham boatos de supostas prisões de líderes militares. Marechal Deodoro da Fonseca lidera rebelião que depõe D. Pedro II.
  1. Gostou de algum slide específico?

    Recortar slides é uma maneira fácil de colecionar informações para acessar mais tarde.

×