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1ºano-sociologia-cap5e6 - trabalho e sociedade

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  • 1. SOCIOLOGIA – 1ºANOPROFESSOR ÍTALO GOMES
  • 2. O TRABALHO NA SOCIEDADEMODERNA CAPITALISTACAPÍTULO 5
  • 3. KARL MARX E A DIVISÃOSOCIAL DO TRABALHO• Para Marx, os conflitos sociais nascem das contradições,sendo estas resultantes do acesso desigual aos meios deprodução, ou seja, quem é capitalista e quem étrabalhador.
  • 4. KARL MARX E A DIVISÃOSOCIAL DO TRABALHO• Mais-valia é o termo famosamente empregado por KarlMarx à diferença entre o valor final da mercadoriaproduzida e a soma do valor dos meios de produção e dovalor do trabalho, que seria a base do lucro no sistemacapitalista.
  • 5. KARL MARX E A DIVISÃOSOCIAL DO TRABALHO• Obtêm-se a mais-valia absoluta aumentando-se a jornadade trabalho para além do tempo de trabalho em que ooperário produziria o necessário a sua subsistência, ereduzindo a sua remuneração ao mínimo necessário paraa satisfação de suas necessidades.• Produção de mais-valia relativa é um modo deincrementar a produção do excedente a ser apropriadopelo capitalista.
  • 6. KARL MARX E A DIVISÃOSOCIAL DO TRABALHO• Para MARX a jornada de trabalho é composta do trabalhonecessário e do trabalho excedente.
  • 7. ÉMILE DURKHEIM E A COESÃO SOCIAL• O ser humano necessita se sentir seguro, protegido e respaldado. Umasociedade sem regras claras (num conceito do próprio Durkheim, "emestado de anomia”: quando as relações sociais encontram-se semregulamentação, sem normas integradoras), sem valores, sem limites levao ser humano ao desespero.• Na tentativa de "curar" a sociedade da anomia, Durkheim escreve "Dadivisão do trabalho social", onde discorre sobre a necessidade de seestabelecer uma solidariedade orgânica entre os membros desta. A solução estaria em seguir o exemplo de um organismo biológico, onde cadaórgão tem uma função e depende dos outros para sobreviver. Se cada membroexercer uma função específica na divisão do trabalho da sociedade, ele estarávinculado a ela através de um sistema de direitos e deveres, e também sentiráa necessidade de se manter coeso e solidário aos outros. O importante para Durkheim é que o indivíduo realmente se sinta parte de umtodo, que realmente precise da sociedade de forma orgânica, interiorizada enão meramente mecânica.
  • 8. Solidariedade mecânica• Para ele a solidariedade mecânica é característica das sociedades ditas"primitivas" ou "arcaicas", ou seja, em agrupamentos humanos de tipo tribalformado por clãs.• Nestas sociedades, os indivíduos que a integram compartilham das mesmasnoções e valores sociais tanto no que se refere às crenças religiosas como emrelação aos interesses materiais necessários a subsistência do grupo. Sãojustamente essa correspondência de valores que irão assegurar a coesãosocial.Solidariedade orgânica• De modo distinto, existe a solidariedade orgânica que é a do tipo quepredomina nas sociedades ditas "modernas" ou "complexas" do ponto devista da maior diferenciação individual e social (o conceito deve ser aplicadoàs sociedades capitalistas). Além de não compartilharem dos mesmos valorese crenças sociais, os interesses individuais são bastante distintos e aconsciência de cada indivíduo é mais acentuada.ÉMILE DURKHEIM E A COESÃO SOCIAL
  • 9. FORDISMO• Fordismo é um sistema de produção, criado peloempresário norte-americano Henry Ford, cuja principalcaracterística é a fabricação em massa. Henry Ford crioueste sistema em 1914 para sua indústria de automóveis,projetando um sistema baseado numa linha de montagem.
  • 10. FORDISMOObjetivo do sistema• O objetivo principal deste sistema era reduzir ao máximo os custosde produção e assim baratear o produto, podendo vender para omaior número possível de consumidores.• Desta forma, dentro deste sistema de produção, uma esteira rolanteconduzia a produto, no caso da Ford os automóveis, e cadafuncionário executava uma pequena etapa. Logo, os funcionários nãoprecisavam sair do seu local de trabalho, resultando numa maiorvelocidade de produção.• Também não era necessária utilização de mão-de-obra muitocapacitada, pois cada trabalhador executava apenas uma pequenatarefa dentro de sua etapa de produção.• O fordismo foi o sistema de produção que mais se desenvolveu noséculo XX, sendo responsável pela produção em massa demercadorias das mais diversas espécies.
  • 11. FORDISMOFordismo para os trabalhadores• Enquanto para os empresários o fordismo foi muitopositivo, para os trabalhadores ele gerou algunsproblemas como, por exemplo, trabalho repetitivo edesgastante, além da falta de visão geral sobre todas asetapas de produção (alienação) e baixa qualificaçãoprofissional. O sistema também se baseava no pagamentode baixos salários como forma de reduzir custos deprodução.
  • 12. DESEMPREGODesempregocorresponde ao termousado para indicar aparcela da força detrabalho que se encontrasem emprego.
  • 13. DESEMPREGO• O desemprego naeconomia capitalistamoderna é decorrentede um conjunto depossibilidadesassociadas aomercado: procura eoferta de um bem,serviço, mercadoria,ou seja, da oferta deempregos.
  • 14. DESEMPREGO• O desemprego natural é a taxa para a qual umaeconomia tende no longo prazo, sendo compatível com oestado de equilíbrio de pleno emprego e com a ausênciade inflação.• O desemprego estrutural é uma forma de desempregonatural. Neste caso existe um desequilíbrio permanenteentre a oferta e a procura (de trabalhadores), que não éeliminado pela variação dos salários.• O desemprego cíclico é transitório, ocorre durante algunsperíodos e está associado as flutuações da atividadeeconômica, ou seja, do PIB
  • 15. A QUESTÃO DO TRABALHO NOBRASILCapítulo 6
  • 16. A QUESTÃO DO TRABALHONO BRASILForam três as fases que foram marcadas porcaracterísticas específicas das relações de trabalho:• a escravidão no período colonial;• a transição do trabalho escravo para o trabalho livre;• a nacionalização da força de trabalho na industrialização.
  • 17. ESCRAVIDÃO NO PERÍODOCOLONIALO trabalho na sociedade colonial brasileira estavabaseado na exploração de mão-de-obra cativa deorigem africana para ser usada no cultivo da canapara a fabricação de açúcar.
  • 18. TRANSIÇÃO DO TRABALHOESCRAVO PARA O TRABALHO LIVRE• Durante o século XIX, o governo brasileiro incentivou um amploprocesso de imigração, objetivando substituir a mão-de-obra escrava.• O sistema de parceria foi utilizado principalmente em meados doséculo 19. Por meio desse sistema os fazendeiros cediam terras paraos imigrantes plantarem. Mas os imigrantes deveriam dividir oslucros com a venda do café e de outros produtos. Os imigrantes nãopodiam deixar as fazendas enquanto não pagassem todas as dívidas.• No sistema de colonato, a remuneração podia ocorrer de duasformas: por tarefa ou por produção. Os imigrantes recebiampequenos salários. Além do salário, os imigrantes podiam usar partedas terras para plantar alimentos para o consumo próprio e morar nolocal de trabalho
  • 19. A NACIONALIZAÇÃO DA FORÇA DETRABALHO NA INDUSTRIALIZAÇÃO• A primeira geração de proletários brasileiros convivera, nasfábricas e nas cidades, com trabalhadores escravos durantevárias décadas.• A política de repressão à vadiagem era direcionada,principalmente, ao liberto, a ser reeducado numa nova éticado trabalho.• A imagem ideal do trabalhador era representada peloestrangeiro, portador em potencial da civilização e damodernização do país.• Dentre as primeiras categorias de proletários brasileiros,formados no século XIX, encontravam-se os ferroviários,estivadores, portuários e têxteis.
  • 20. • A Greve Geral de 1917 é o nome pela qualficou conhecida a paralisação geral daindústria e do comércio do Brasil, em Julhode 1917, como resultado da constituição deorganizações operárias de inspiraçãoanarcosindicalista aliada à imprensalibertária. Esta mobilização operária foiuma das mais abrangentes e longas dahistória do Brasil. O movimento operáriomostrou como suas organizações(Sindicatos e Federações) podiam lutar edefender seus direitos de formadescentralizada e livre, mas de forteimpacto na sociedade. Esta greve mostrounão só a capacidade de organização dostrabalhadores, mas também que uma grevegeral era possível.A NACIONALIZAÇÃO DA FORÇA DETRABALHO NA INDUSTRIALIZAÇÃO
  • 21. é uma homenagem a uma greve ocorrida nacidade de Chicago (EUA) no ano de 1886.A data foi marcada pela reunião de milharesde trabalhadores que reivindicavam aredução da jornada de trabalho de 13 para 8horas diárias.• Dias depois, em 4 de maio de 1886, outramanifestação aconteceu em Chicago eresultou na morte de policiais eprotestantes. O evento também foi um dosoriginários do Dia do Trabalho e ficouconhecido como Revolta de Haymarket.• Três anos mais tarde, em 1889, o CongressoInternacional Socialista realizado em Parisadotou como resolução a organização anual,
  • 22. FIMPROFESSOR ITALO GOMES

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