Saúde da família e Dengue - Intensivo Estado

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Saúde da família e Dengue - Intensivo Estado

  1. 1. INTENSIVO SES/RJSAÚDE PÚBLICA 4Dengue e Estratégia de saúde da família
  2. 2. Prof. Ismael CostaISMAC@GLOBO.COMWWW.BLOGPROFISMAEL.BLOGSPOT.COM
  3. 3. DENGUE
  4. 4. By Ismael Costa ismac@globo.com 4Descrição• Doença febril aguda, que pode ser de curso benigno ou grave, dependendo da forma como se apresente: infecção inaparente, dengue clássico (DC), febre hemorrágica da dengue (FHD) ou síndrome do choque da dengue (SCD). Atualmente, é a mais importante arbovirose que afeta o ser humano e constitui sério problema de saúde pública no mundo.
  5. 5. Descrição• Agente etiológico• É um vírus RNA. Arbovírus do gênero Flavivirus, pertencente à família Flaviviridae. São conhecidos quatro sorotipos: 1, 2, 3 e 4.• Reservatório• A fonte da infecção e reservatório vertebrado é o ser humano. Foi descrito na Ásia e na África um ciclo selvagem envolvendo macacos.
  6. 6. Vetores • No Brasil, a principal espécie vetora é o Aedes aegypti, havendo também o Aedes albopictus, o qual não se tem até o momento comprovação de sua importância como transmissor dessa doença no Brasil. A transmissão ocorre pela picada da fêmea do mosquito vetor. • No seu ciclo de vida, o Aedes apresenta quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. O mosquito adulto vive, em média, de 30 a 35 dias. A sua fêmea põe ovos de 4 a 6 vezes durante sua vida e, em cada vez, cerca de 100 ovos, em locais com água limpa e parada. Um ovo do Aedes aegypti pode sobreviver por até 450 dias (aproximadamente 1 ano e 2 meses), mesmo que o local onde ele foi depositado fique seco. Se esse recipiente receber água novamente, o ovo volta a ficar ativo
  7. 7. By Ismael Costa ismac@globo.com 7Modo de transmissão• A transmissão se faz pela picada dos mosquitos Aedes aegypti, no ciclo ser humano-Aedes aegypti-ser humano. Após um repasto de sangue infectado, o mosquito está apto a transmitir o vírus depois de 8 a 12 dias de incubação extrínseca.• A transmissão mecânica também é possível, quando o repasto é interrompido e o mosquito, imediatamente, se alimenta num hospedeiro susceptível próximo. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções com pessoa sadia, nem por intermédio de água ou alimento.• Período de incubação• Varia de 3 a 15 dias, sendo em média de 5 a 6 dias.
  8. 8. Período de transmissibilidade• O período de transmissibilidade da doença compreende dois ciclos: um intrínseco, que ocorre no ser humano, e outro extrínseco, que ocorre no vetor.• A transmissão do ser humano para o mosquito ocorre enquanto houver presença de vírus no sangue do ser humano (período de viremia). Este período começa um dia antes do aparecimento da febre e vai até o 6º dia da doença.• No mosquito, após um repasto de sangue infectado, o vírus vai se localizar nas glândulas salivares da fêmea do mosquito, onde se multiplica depois de 8 a 12 dias de incubação.• A partir deste momento, é capaz de transmitir a doença e assim permanece até o final de sua vida (6 a 8 semanas).
  9. 9. Imunidade e suscetibilidade• A susceptibilidade ao vírus da dengue é universal. A imunidade é permanente para um mesmo sorotipo (homóloga). Entretanto, a imunidade cruzada (heteróloga) existe temporariamente.• A resposta primária ocorre em pessoas não expostas anteriormente ao flavivírus, e o título dos anticorpos se eleva lentamente. A resposta secundária ocorre em pessoas com infecção aguda por dengue, mas que tiveram infecção prévia por flavivírus, e o título de anticorpos se eleva rapidamente, atingindo níveis altos.
  10. 10. Manifestações da doença• Dengue clássico (DC): a febre é o primeiro sintoma, sendo geralmente alta (39º a 40°C), com início abrupto, associada à cefaléia, prostação, mialgia, artralgia, dor retroorbitária, exantema maculo papular e acompanhado ou não de prurido. Também pode haver quadros diarréicos, vômitos, náuseas e anorexia. A doença tem duração média de 5 a 7 dias; o período de convalescença pode se estender de poucos dias a várias semanas, dependendo do grau de debilidade física causada pela doença.• Febre hemorrágica da dengue (FHD): os sintomas iniciais da FHD são semelhantes aos do DC, até o momento em que ocorre a defervescência da febre, o que ocorre geralmente entre o 3° e o 7° dias de evolução da doença, com posterior agravamento do quadro, aparecimento de manifestações hemorrágicas espontâneas ou provocadas, trombocitopenia (plaquetas <100.000/mm3) e perda de plasma.
  11. 11. • Síndrome do choque da dengue (SCD): nos casos graves de FHD, o choque ocorre geralmente entre o 3° e o 7° dias de doença, freqüentemente precedido por dor abdominal. O choque ocorre devido ao aumento da permeabilidade vascular, seguida de hemoconcentração e falência circulatória.• A sua duração é curta e pode levar a óbito em 12 a 24 horas ou à recuperação rápida frente terapia antichoque oportuna e apropriada. Caracteriza-se essa síndrome por pulso rápido e fraco, com diminuição da pressão de pulso e arterial, extremidades frias, pele pegajosa e agitação.
  12. 12. DCC• Os casos que não se enquadram nos critérios de FHD e quando a classificação de dengue clássica é insatisfatória, dado à gravidade do quadro apresentado, devem ser considerados para fins de vigilância, como dengue com complicações. Nessa situação, a presença de um dos itens a seguir caracteriza o quadro: alterações neurológicas; disfunção cardiorespiratórias; insuficiência hepática; plaquetopenia igual ou inferior a 50.000/mm3; hemorragia digestiva; derrames cavitários; leucometria < 1.000/mm3 e/ou óbito.
  13. 13. Aspectos clínicos na criança• A dengue na criança, na maioria das vezes, apresenta-se como uma síndrome febril com sinais e sintomas inespecíficos: apatia ou sonolência, recusa da alimentação, vômitos, diarréia ou fezes amolecidas. Nos menores de dois anos de idade, os sintomas cefaléia, mialgia e artralgia, podem manifestar-se por choro persistente, adinamia e irritabilidade, geralmente com ausência de manifestações respiratórias.• As formas graves sobrevêm geralmente após o terceiro dia de doença, quando a febre começa a ceder. Na criança, o início da doença pode passar despercebido e o quadro grave ser identificado como a primeira manifestação clínica.• Observa-se inclusive a recusa de líquidos, podendo agravar seu estado clínico subitamente, diferente do adulto no qual a piora é gradual. O exantema, quando presente, é maculo-papular, podendo apresentar-se sob todas as formas (pleomorfismo), com ou sem prurido, precoce ou tardiamente.
  14. 14. By Ismael Costa ismac@globo.com 15FHD – CLASSIFICAÇÃO DA OMS Grau I – febre acompanhada de sintomas inespecíficos, em que a única manifestação hemorrágica é a prova do laço positiva; Grau II – além das manifestações constantes do Grau I, somam-se hemorragias espontâneas (sangramentos de pele, petéquias, epistaxe, gengivorragia e outras); Grau III – colapso circulatório com pulso fraco e rápido, diminuição da pressão arterial ou hipotensão, pele pegajosa e fria e inquietação; Grau IV – choque profundo, com pressão arterial e pulso imperceptíveis (síndrome do choque da dengue).
  15. 15. Diagnóstico• É importante que as pessoas com suspeita da doença sejam atendidas nas Unidades Básica de Saúde (UBS). A confirmação da suspeita de DC pode ser realizada através de critérios laboratoriais (sorologia ou isolamento viral) ou clínico-epidemiológico, em períodos de epidemia.• A dengue possui um amplo espectro clínico, sendo importante considerar no seu diagnóstico diferencial, algumas doenças principais: gripe, rubéola, sarampo e outras infecções virais, bacterianas e exantemáticas. Além dessas doenças, deve-se observar o perfil epidemiológico local.
  16. 16. Prova do laço • A prova do laço deve ser realizada obrigatoriamente em todos os casos suspeitos de dengue, durante o exame físico. Ela é de vital importância para triagem de pacientes suspeitos de dengue, pois pode ser a única manifestação hemorrágica de casos complicados ou FHD, podendo representar a presença de plaquetopenia ou de fragilidade capilar. A sua realização se dá da seguinte forma: • desenhar um quadrado de 2,5cm de lado (ou uma área ao redor do polegar) no antebraço da pessoa e verificar a pressão arterial (deitada ou sentada); • calcular o valor médio (PAS+PAD/2); • insuflar novamente o manguito até o valor médio e manter por cinco minutos (em crianças, 3 minutos) ou até o aparecimento de petéquias; • contar o número de petéquias no quadrado; • a prova será positiva se houver mais de 20 petéquias em adultos e mais de 10 petéquias em crianças.
  17. 17. Diagnóstico laboratorial• Exames específicos – isolamento do agente ou métodos sorológicos que demonstram a presença de anticorpos da classe IgM, em única amostra de soro, ou o aumento do título de anticorpos IgG (conversão sorológica) em amostras pareadas. A sorologia só deve ser colhida a partir do 6º dia da doença.• Exames inespecíficos – hematócrito e plaquetometria são os mais importantes para o diagnóstico e acompanhamento dos pacientes com manifestações hemorrágicas e para pacientes em situações especiais: gestante, idoso (>65 anos), hipertensão arterial, diabete melito, asma brônquica, doença hematológica ou renal crônicas, doença severa do sistema cardiovascular, doença ácido-péptica ou doença auto-imune.
  18. 18. By Ismael Costa ismac@globo.com 21DENGUE - TRATAMENTO• Dengue clássico – o tratamento é sintomático (analgésicos e antipiréticos) e pode ser feito no domicílio, com orientação para retorno ao serviço de saúde após 48 a 72 horas do início dos sintomas. Indica-se hidratação oral com aumento da ingesta hídrica Não devem ser usados medicamentos com ou derivados do ácido acetilsalicílico e antiinflamatórios não hormonais, por aumentar o risco de hemorragias.
  19. 19. By Ismael Costa ismac@globo.com 22DENGUE - TRATAMENTO Febre hemorrágica da dengue – existe uma progressão do dengue clássico para a FHD, e a conduta frente ao paciente depende dos sinais clínicos e evolução da hemoconcentração. Hidratação venosa.
  20. 20. DENGUE – definição de caso• Caso suspeito de dengue clássico – paciente que tenha doença febril aguda, com duração máxima de 7 dias, acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: cefaléia, dor retroorbital, mialgia, artralgia, prostração, exantema. Além desses sintomas, deve ter estado nos últimos quinze dias em área onde esteja ocorrendo transmissão de dengue ou tenha a presença de Aedes aegypti.• Caso suspeito de FHD – é todo caso suspeito de dengue clássico que também apresente manifestações hemorrágicas, variando desde prova do laço positiva até fenômenos mais graves como hematêmese, melena e outros. By Ismael Costa ismac@globo.com 23
  21. 21. DENGUE – definição de caso• Caso confirmado de dengue clássico – é o caso confirmado laboratorialmente. No curso de uma epidemia, a confirmação pode ser feita através de critério clínico-epidemiológico, exceto nos primeiros casos da área, que deverão ter confirmação laboratorial. By Ismael Costa ismac@globo.com 24
  22. 22. DENGUE – definição de caso• Caso confirmado de FHD – é o caso em que todos os critérios abaixo estão presentes: febre ou história de febre recente, com duração de 7 dias ou menos; trombocitopenia (< = 100 mil/mm3);• um ou mais dos seguintes sinais: prova do laço positiva, petéquias, equimoses ou púrpuras e sangramentos de mucosas, do trato gastrointestinal e outros;• extravasamento de plasma, devido ao aumento de permeabilidade capilar, manifestado por: hematócrito apresentando um aumento de 20% do valor basal (valor do hematócrito anterior à doença) ou valores superiores a: 45% em crianças; 48% em mulheres e 54% em homens; ou queda do hematócrito em 20%, após o tratamento; ou presença de derrame pleural, ascite e hipoproteinemia;• confirmação laboratorial específica. By Ismael Costa ismac@globo.com 25
  23. 23. Caso de Dengue com complicações - DCC É todo caso que não se enquadre nos critérios deFHD e a classificação de dengue clássico éinsatisfatória, dada a gravidade do quadro clínico-laboratorial apresentado. Nessa situação, a presença de um dos itens a seguircaracteriza o quadro: alterações neurológicas; disfunçãocardiorrespiratória; insuficiência hepática;plaquetopenia igual ou inferior a 50 mil/mm3;hemorragia digestiva; derrames cavitários; leucometriaglobal igual ou inferior a 1 mil/mm3; óbito. By Ismael Costa ismac@globo.com 26
  24. 24. NOTIFICAÇÃO- Corrigir na apostila• Doença de notificação compulsória, todo caso suspeito e/ou confirmado deve ser comunicado ao Serviço de Vigilância Epidemiológica, o mais rapidamente possível.• Segundo a portaria 104 de 25/01/2011, casos de:• dengue tipo 4 , FHD, DCC, SCD e óbito por dengue devem ser notificados em 24h. By Ismael Costa ismac@globo.com 27
  25. 25. By Ismael Costa ismac@globo.com 28
  26. 26. By Ismael Costa ismac@globo.com 29
  27. 27. QUESTÕES
  28. 28. 1)O Ministério da Saúde define como um caso de denguecom complicações todo caso que não se enquadre noscritérios de febre hemorrágica da dengue e a classificação dedengue clássico seja insatisfatória, dada a gravidade doquadro clínico-laboratorial apresentado. Nessa situação, oitem a seguir que NÃO caracteriza o quadro de dengue comcomplicações é:a) plaquetopenia igual ou inferior a 50 mil/mm3;b) febre elevada;c) hemorragia digestiva;d) leucometria global igual ou inferior a 1 mil/mm3;e) óbito
  29. 29. 1)O Ministério da Saúde define como um caso de denguecom complicações todo caso que não se enquadre noscritérios de febre hemorrágica da dengue e a classificação dedengue clássico seja insatisfatória, dada a gravidade doquadro clínico-laboratorial apresentado. Nessa situação, oitem a seguir que NÃO caracteriza o quadro de dengue comcomplicações é:a) plaquetopenia igual ou inferior a 50 mil/mm3;b) febre elevada;c) hemorragia digestiva;d) leucometria global igual ou inferior a 1 mil/mm3;e) óbito
  30. 30. 2)Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde,estão ocorrendo surtos de dengue em várias localidadesda cidade. O método de escolha para a confirmaçãolaboratorial é:a) isolamento viralb) detecção de antígenos viraisc) sorologia IgM específicad) reação em cadeia da polimerase com transcriçãoreversa
  31. 31. 2)Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde,estão ocorrendo surtos de dengue em várias localidadesda cidade. O método de escolha para a confirmaçãolaboratorial é:a) isolamento viralb) detecção de antígenos viraisc) sorologia IgM específicad) reação em cadeia da polimerase com transcriçãoreversa
  32. 32. 3) O clima e os hábitos urbanos oferecem condições ideaispara proliferação do mosquito transmissor da dengue,tendo sido notificados 6440 casos da doença no Estado doRio de Janeiro, apenas em janeiro de 2008. O diagnósticoprecoce é fundamental para reduzir sua letalidade. Entreos sinais de alerta para identificação da dengue em suasformas mais graves, temos:a) a artralgia;b) a diarréia;c) a hipertensão;d) a hipotermia;e) a exantema.
  33. 33. 3) O clima e os hábitos urbanos oferecem condições ideaispara proliferação do mosquito transmissor da dengue,tendo sido notificados 6440 casos da doença no Estado doRio de Janeiro, apenas em janeiro de 2008. O diagnósticoprecoce é fundamental para reduzir sua letalidade. Entreos sinais de alerta para identificação da dengue em suasformas mais graves, temos:a) a artralgia;b) a diarréia;c) a hipertensão;d) a hipotermia;e) a exantema.
  34. 34. 4)A dengue é hoje uma das doenças com maior incidência no Brasil, atingindo apopulação de todos os estados, independentemente da classe social. SobreDengue (Dengue: manual de enfermagem – adulto e criança: Ministério da Saúde,2008) é correto afirmar, exceto:(A) A prova do laço deverá ser realizada obrigatoriamente em todos os casossuspeitos de dengue durante o exame físico, na ausência de manifestaçõeshemorrágicas.(B) Técnica para prova do laço: Desenhar um quadrado de 2,5cm de lado (ou umaárea ao redor da falange distal do polegar) no antebraço da pessoa e verificar apressão arterial (deitada ou sentada). Calcular o valor médio: (PAS+PAD)/2.Insuflar novamente o manguito até o valor médio e manter por cinco minutos emadultos (em crianças, 3 minutos) ou até o aparecimento de petéquias ouequimoses. Contar o número de petéquias no quadrado. A prova será positiva sehouver 20 ou mais petéquias em adultos e 10 ou mais em crianças.(C) Instituir medidas de isolamento em todos os casos suspeitos.(D) Na dengue, a primeira manifestação é a febre, geralmente alta (39ºC a 40ºC)de início abrupto, associada à cefaleia, adinamia, mialgias, artralgias, dor retro-orbitária, com presença ou não de exantema e/ou prurido. Anorexia, náuseas,vômitos e diarreia podem ser observados por dois a seis dias.(E) São sinais de alarme: Dor abdominal intensa e contínua, hemorragiasimportantes (hematêmese e/ou melena). Diminuição repentina da temperaturacorpórea ou hipotermia.
  35. 35. 4)A dengue é hoje uma das doenças com maior incidência no Brasil, atingindo apopulação de todos os estados, independentemente da classe social. SobreDengue (Dengue: manual de enfermagem – adulto e criança: Ministério da Saúde,2008) é correto afirmar, exceto:(A) A prova do laço deverá ser realizada obrigatoriamente em todos os casossuspeitos de dengue durante o exame físico, na ausência de manifestaçõeshemorrágicas.(B) Técnica para prova do laço: Desenhar um quadrado de 2,5cm de lado (ou umaárea ao redor da falange distal do polegar) no antebraço da pessoa e verificar apressão arterial (deitada ou sentada). Calcular o valor médio: (PAS+PAD)/2.Insuflar novamente o manguito até o valor médio e manter por cinco minutos emadultos (em crianças, 3 minutos) ou até o aparecimento de petéquias ouequimoses. Contar o número de petéquias no quadrado. A prova será positiva sehouver 20 ou mais petéquias em adultos e 10 ou mais em crianças.(C) Instituir medidas de isolamento em todos os casos suspeitos.(D) Na dengue, a primeira manifestação é a febre, geralmente alta (39ºC a 40ºC)de início abrupto, associada à cefaleia, adinamia, mialgias, artralgias, dor retro-orbitária, com presença ou não de exantema e/ou prurido. Anorexia, náuseas,vômitos e diarreia podem ser observados por dois a seis dias.(E) São sinais de alarme: Dor abdominal intensa e contínua, hemorragiasimportantes (hematêmese e/ou melena). Diminuição repentina da temperaturacorpórea ou hipotermia.
  36. 36. A expansão da infestação do Aedes aegypti no territóriobrasileiro é fator potencial para reintrodução da febreamarela em meios urbanos.5 - Considerando a ausência de casos autóctones dadoença na cidade do Rio de Janeiro é correto afirmar emrelação à vacinação que:(A) a estratégia casa a casa é indicada em meios urbanoscom intensa agregação populacional(B) a estratégia de bloqueio é indicada em localidades comelevado índice de infestação pelo Aedes aegypti(C) na área indene são recomendadas estratégias quelevem ao alcance da cobertura de 100% de formahomogênea(D) na área indene deve ser direcionada à população quese dirige esporadicamente e/ou freqüentemente às áreasde risco
  37. 37. A expansão da infestação do Aedes aegypti no territóriobrasileiro é fator potencial para reintrodução da febreamarela em meios urbanos.5 - Considerando a ausência de casos autóctones dadoença na cidade do Rio de Janeiro é correto afirmar emrelação à vacinação que:(A) a estratégia casa a casa é indicada em meios urbanoscom intensa agregação populacional(B) a estratégia de bloqueio é indicada em localidades comelevado índice de infestação pelo Aedes aegypti(C) na área indene são recomendadas estratégias quelevem ao alcance da cobertura de 100% de formahomogênea(D) na área indene deve ser direcionada à populaçãoque se dirige esporadicamente e/ou freqüentemente àsáreas de risco
  38. 38. 6-Lorena é Agente Comunitária de Saúde numa área onde aconteceu umóbito de uma criança com Dengue. Na mesma área Lorena visitou um senhor, que apresentava febre, vômitos eprostração intensa. Ela solicitou um familiar para levá-lo imediatamente paraa Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF). Chegando lá o médico e aenfermeira atenderam corretamente o paciente. Assinale a opção queexpressa o atendimento correto:A) colher sangue para sorologia para dengue, manter o paciente emobservação com controle de temperatura de 2 em 2 horas e em caso de febremedicar com paracetamolB) colher o sangue para sorologia para dengue, liberar o paciente para odomicílio com orientação de ingestão hídrica e repouso.C) orientar o familiar a levar o paciente imediatamente à emergênciahospitalar, pois este caso não deve ser atendido em unidade básicaD) iniciar hidratação parenteral imediata na UBSF, colher sangue pararealização de hemograma e sorologia para dengue e solicitar transferênciapara Unidade Hospitalar
  39. 39. 6-Lorena é Agente Comunitária de Saúde numa área onde aconteceu umóbito de uma criança com Dengue. Na mesma área Lorena visitou um senhor, que apresentava febre, vômitos eprostração intensa. Ela solicitou um familiar para levá-lo imediatamente paraa Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF). Chegando lá o médico e aenfermeira atenderam corretamente o paciente. Assinale a opção queexpressa o atendimento correto:A) colher sangue para sorologia para dengue, manter o paciente emobservação com controle de temperatura de 2 em 2 horas e em caso de febremedicar com paracetamolB) colher o sangue para sorologia para dengue, liberar o paciente para odomicílio com orientação de ingestão hídrica e repouso.C) orientar o familiar a levar o paciente imediatamente à emergênciahospitalar, pois este caso não deve ser atendido em unidade básicaD) iniciar hidratação parenteral imediata na UBSF, colher sangue pararealização de hemograma e sorologia para dengue e solicitartransferência para Unidade Hospitalar
  40. 40. 7-Em relação ao dengue, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) para asafirmações abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que contém aseqüência CORRETA.( ) Por não ser uma doença de notificação compulsória, só deve sernotificado dengue hemorrágico.( ) A notificação dos casos suspeitos, a investigação do local provávelde infecção, bem como a busca ativa de casos são medidasimportantes de controle.( ) Há um nível "limite", abaixo do qual se pode ter certeza de que nãoocorrerão surtos de dengue.( ) Não há necessidade de mudanças no meio ambiente, para impedirou minimizar a propagação do vetor.( ) Tratamento focal (elimina larvas), peri-focal (em pontos estratégicosde difícil acesso) e por ultra baixo volume - “fumacê” (elimina alados).A) F, V, V, F, V.B) V, F, F, V, F.C) V, V, F, V, F.D) F, V, F, F, V.
  41. 41. 7-Em relação ao dengue, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) para asafirmações abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que contém aseqüência CORRETA.( ) Por não ser uma doença de notificação compulsória, só deve sernotificado dengue hemorrágico.( ) A notificação dos casos suspeitos, a investigação do local provávelde infecção, bem como a busca ativa de casos são medidasimportantes de controle.( ) Há um nível "limite", abaixo do qual se pode ter certeza de que nãoocorrerão surtos de dengue.( ) Não há necessidade de mudanças no meio ambiente, para impedirou minimizar a propagação do vetor.( ) Tratamento focal (elimina larvas), peri-focal (em pontos estratégicosde difícil acesso) e por ultra baixo volume - “fumacê” (elimina alados).A) F, V, V, F, V.B) V, F, F, V, F.C) V, V, F, V, F.D) F, V, F, F, V.
  42. 42. IABAS 20108-Em relação à dengue , é correto afirmar que:a)É uma doença infecciosa febril crônicab)Seu curso em geral é gravec)A apresentação mais comum é a síndrome do choque dadengue.d)O período de incubação varia de 3 a 15 diase)O homem pode infectar o mosquito até o terceiro dia dadoença.
  43. 43. IABAS 20108-Em relação à dengue , é correto afirmar que:a)É uma doença infecciosa febril crônicab)Seu curso em geral é gravec)A apresentação mais comum é a síndrome do choque dadengue.d)O período de incubação varia de 3 a 15 diase)O homem pode infectar o mosquito até o terceiro dia dadoença.
  44. 44. IABAS 20109-Os sinais de alarme que indicam a possibilidade degravidade do quadro clínico da dengue são:a)Febre, dor abdominal intensa e contínua , e vômitopersistente.b)Febre , agitação e hemorragia importantec)Cefaleia, febre e dor abdominald)Cefaleia, vômito persistente e agitaçãoe)Dor abdominal intensa, hemorragia importante eagitação.
  45. 45. IABAS 20109-Os sinais de alarme que indicam a possibilidade degravidade do quadro clínico da dengue são:a)Febre, dor abdominal intensa e contínua , e vômitopersistente.b)Febre , agitação e hemorragia importantec)Cefaleia, febre e dor abdominald)Cefaleia, vômito persistente e agitaçãoe)Dor abdominal intensa, hemorragia importante eagitação.
  46. 46. 10- O dengue é uma doença infecciosa febril aguda, benigna na maiorparte dos casos, causada por qualquer um dos quarto sorotipos de umvírus do gênero flavivírus. Em relação às suas características, é corretoafirmar que:I- O termo “hemorrágico é impreciso, uma vez que o que caracteriza estaforma da doença não é a presença de manifestações hemorrágicas, masa ocorrência de um súbito aumento da permeabilidade vascular.II- manifestações hemorrágicas, tais como epistaxe e gengivorragiapodem ocorrer em alguns casos, mesmo nas formas benignas dadoença.III- a notificação dos casos suspeitos ou confirmados é obrigatória e deveser feita às secretarias municipais de saúde através de formuláriopróprio.IV– a hidratação não é procedimento fundamental, devendo ser utilizadasomente nos casos em que haja hemoconcentração.a) I, II e III estão corretasb) I , II e IV estão corretasc) I , III e IV estão corretasd) II , III e IV estão corretas
  47. 47. 10- O dengue é uma doença infecciosa febril aguda, benigna na maiorparte dos casos, causada por qualquer um dos quarto sorotipos de umvírus do gênero flavivírus. Em relação às suas características, é corretoafirmar que:I- O termo “hemorrágico é impreciso, uma vez que o que caracteriza estaforma da doença não é a presença de manifestações hemorrágicas, masa ocorrência de um súbito aumento da permeabilidade vascular.II- manifestações hemorrágicas, tais como epistaxe e gengivorragiapodem ocorrer em alguns casos, mesmo nas formas benignas dadoença.III- a notificação dos casos suspeitos ou confirmados é obrigatória e deveser feita às secretarias municipais de saúde através de formuláriopróprio.IV– a hidratação não é procedimento fundamental, devendo ser utilizadasomente nos casos em que haja hemoconcentração.a) I, II e III estão corretasb) I , II e IV estão corretasc) I , III e IV estão corretasd) II , III e IV estão corretas
  48. 48. 11. A infecção pelo vírus da dengue causa uma doença deamplo espectro clínico, incluindo desde formasinaparentes até quadros graves, podendo evoluir para oóbito. Dentre os quadros graves, destaca-se a ocorrênciade, EXCETO: (Capela – 2010)(A) Febre hemorrágica da dengue e Trismo;(B) Hepatite e choque;(C) Hemorragias graves e manifestações do sistemanervoso.(D) Insuficiência hepática e Miocardite.
  49. 49. 11. A infecção pelo vírus da dengue causa uma doença deamplo espectro clínico, incluindo desde formasinaparentes até quadros graves, podendo evoluir para oóbito. Dentre os quadros graves, destaca-se a ocorrênciade, EXCETO: (Capela – 2010)(A) Febre hemorrágica da dengue e Trismo;(B) Hepatite e choque;(C) Hemorragias graves e manifestações do sistemanervoso.(D) Insuficiência hepática e Miocardite.
  50. 50. Prefeitura de Bagé/RS-enfermeiro-201112. A identificação precoce dos casos de dengue é de vital importânciapara a tomada de decisões e a implementação de medidas de maneiraoportunas, visando principalmente ao controle da doença. A organizaçãodos serviços de saúde, tanto na área de vigilância epidemiológica quantona prestação de assistência médica, é essencial para reduzir a letalidadedas formas graves e conhecer o comportamento da dengue, sobretudoem períodos de epidemia. A infecção por dengue causa uma doença cujoespectro inclui desde formas clinicamente inaparentes até quadros gravesde hemorragia e choque, podendo evoluir para o óbito. Com base notexto, são critérios de internação hospitalar, EXCETO:a) Recusa na ingestão de alimentos e líquidos.b)Comprometimento respiratório: dor torácica, dificuldade respiratória,diminuição do murmúrio vesicular ou outros sinais de gravidade.c) Derrames cavitários em reabsorção e sem repercussão clínica.d) Plaquetas <20.000/mm3, independentemente de manifestaçõeshemorrágicas.
  51. 51. Prefeitura de Bagé/RS-enfermeiro-201112. A identificação precoce dos casos de dengue é de vital importânciapara a tomada de decisões e a implementação de medidas de maneiraoportunas, visando principalmente ao controle da doença. A organizaçãodos serviços de saúde, tanto na área de vigilância epidemiológica quantona prestação de assistência médica, é essencial para reduzir a letalidadedas formas graves e conhecer o comportamento da dengue, sobretudoem períodos de epidemia. A infecção por dengue causa uma doença cujoespectro inclui desde formas clinicamente inaparentes até quadros gravesde hemorragia e choque, podendo evoluir para o óbito. Com base notexto, são critérios de internação hospitalar, EXCETO:a) Recusa na ingestão de alimentos e líquidos.b)Comprometimento respiratório: dor torácica, dificuldade respiratória,diminuição do murmúrio vesicular ou outros sinais de gravidade.c) Derrames cavitários em reabsorção e sem repercussão clínica.d) Plaquetas <20.000/mm3, independentemente de manifestaçõeshemorrágicas.
  52. 52. Prefeitura de umbuzeiro/PB-enfermeiro-201113 - Em relação à dengue assinale a alternativa incorreta:A) Circulam no Brasil 4 subtipos da DengueB) Não há casos autóctones do subtipo 4 no BrasilC) Há casos de dengue hemorrágica no Rio Grande doNorteD) A dengue é uma doença viralE) O mosquito Aedes aegypti também é vetor da febreamarela
  53. 53. Prefeitura de umbuzeiro/PB-enfermeiro-201113 - Em relação à dengue assinale a alternativa incorreta:A) Circulam no Brasil 4 subtipos da DengueB) Não há casos autóctones do subtipo 4 no BrasilC) Há casos de dengue hemorrágica no Rio Grande doNorteD) A dengue é uma doença viralE) O mosquito Aedes aegypti também é vetor da febreamarela
  54. 54. ESTRATÉGIA DE SAÚDEDA FAMÍLIAPortaria 648 de 28 de março de 2006
  55. 55. Conceito de atenção básica• A atenção básica trata de ações de saúde no âmbito individual e coletivo abrangendo ações de promoção, proteção, prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação, dirigidas a populações de territórios delimitados, assumindo responsabilidade sanitária.• É o contato preferencial dos usuários com o sistema de saúde. A portaria define também que a atenção básica utiliza serviços de tecnologias de elevada complexidade e baixa densidade, garantindo a resolutividade dos problemas de saúde identificados.
  56. 56. Fundamentos da atenção básica• Garantia de acesso universal e continuo• Efetivação da integralidade: integração de ações programáticas e demanda espontânea; articulação das ações de promoção à saúde, prevenção de agravos, tratamento e reabilitação;• Trabalho de forma interdisciplinar e em equipe; e a coordenação do cuidado na rede serviços;• Vinculo e responsabilização• Valorização profissional• Acompanhamento e avaliação• Estimulo a participação popular e controle social
  57. 57. Ações programáticas PAISM Programa de atenção integral à saúde da mulher PAISC Programa de atenção integral à saúde da criança PAISA Programa de atenção integral à saúde do adulto PAST Programa de saúde do trabalhador PROSAD Programa de saúde do adolescente PNI Programa nacional de imunizações
  58. 58. Áreas estratégicas da atençãobásica Eliminação da desnutrição infantil da hanseníase da tuberculose Controle da Hipertensão arterial do Diabetes Mellitus da mulher da criança Saúde do idoso bucal Promoção da saúde
  59. 59. • Outras áreas serão definidas regionalmente de acordo com prioridades e pactuações definidas nas CIBs. Para o processo de pactuação da atenção básica será realizado e firmado o Pacto de Indicadores da Atenção Básica, tomando como objeto as metas anuais a serem alcançadas em relação a indicadores de saúde acordados.• A pactuação dos indicadores da atenção básica está vinculada as áreas de atuação da atenção básica em todo o território Nacional conforme regulamentação específica do Pacto de Gestão, podendo a Comissão Intergestora Bipartítes (CIB) formada pelos Secretários Municipal e Estadual de Saúde acordar outros indicadores que serão acompanhados em seus respectivos territórios.
  60. 60. RESPONSABILIDADES DAS ESFERAS GESTORAS NA ATENÇÃO BÁSICA Federal Estadual MunicipalElaborar as diretrizes da Acompanhar a implantação Definir e implantar o modelopolítica nacional de atenção e execução das ações de debásica. atenção básica em seu atenção básica em seu território. território.Co-financiar o sistema de Regular as relações Contratualizar o trabalho ematenção intermunicipais. atenção básica.básica.Ordenar a formação de Coordenar a execução das Manter a rede de unidadesrecursos humanos. políticas de qualificação de básicas de saúde em recursos humanos em seu funcionamento (gestão e território. gerência).Propor mecanismos para a Co-financiar as ações de Co-financiar as ações deprogramação, o controle, a atenção atençãoregulação e a avaliação da básica. básica.atenção básica.Manter as bases de dados Auxiliar na execução das Alimentar os sistemas denacionais. estratégias de avaliação da informação. atenção básica em seu Avaliar o desempenho das território. equipes de atenção básica sob sua supervisão.
  61. 61. Infraestrutura e recursos necessários• São itens necessários à realização das ações de Atenção Básica nos municípios e no Distrito Federal:• I - Unidade(s) Básica(s) de Saúde (UBS) com ou sem Saúde da Família inscrita(s) no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde, de acordo com as normas sanitárias vigentes;• II - UBS com ou sem Saúde da Família que, de acordo com o desenvolvimento de suas ações, disponibilizem:• III - equipe multiprofissional composta por médico, enfermeiro, cirurgião dentista, auxiliar de consultório dentário ou técnico em higiene dental, auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem e agente comunitário de saúde, entre outros;• IV - consultório médico, consultório odontológico e consultório de enfermagem para os profissionais da Atenção Básica;
  62. 62. • V - área de recepção, local para arquivos e registros, uma sala de cuidados básicos de enfermagem, uma sala de vacina e sanitários, por unidade;• VI - equipamentos e materiais adequados ao elenco de ações propostas, de forma a garantir a resolutividade da Atenção Básica;• VII - garantia dos fluxos de referência e contra-referência aos serviços especializados, de apoio diagnóstico e terapêutico, ambulatorial e hospitalar;• VIII - existência e manutenção regular de estoque dos insumos necessários para o funcionamento das unidades básicas de saúde, incluindo dispensação de medicamentos pactuados nacionalmente.
  63. 63. Para Unidade Básica de Saúde (UBS) sem Saúdeda Família em grandes centros urbanos,recomenda-se o parâmetro de uma UBS paraaté 30 mil habitantes, localizada dentro doterritório pelo qual tem responsabilidadesanitária, garantindo os princípios da AtençãoBásica.Para UBS com Saúde da Família em grandescentros urbanos, recomenda-se o parâmetro deuma UBS para até 12 mil habitantes,localizada dentro do território pelo qual temresponsabilidade sanitária, garantindo osprincípios da Atenção Básica.
  64. 64. Princípios gerais da ESF• I - ter caráter substitutivo em relação à rede de Atenção Básica tradicional nos territórios em que as Equipes Saúde da Família atuam;• II - atuar no território, realizando cadastramento domiciliar, diagnóstico situacional, ações dirigidas aos problemas de saúde de maneira pactuada com a comunidade onde atua, buscando o cuidado dos indivíduos e das famílias ao longo do tempo, mantendo sempre postura pró-ativa frente aos problemas de saúde-doença da população;• III - desenvolver atividades de acordo com o planejamento e a programação realizados com base no diagnóstico situacional e tendo como foco a família e a comunidade;• IV - buscar a integração com instituições e organizações sociais, em especial em sua área de abrangência, para o desenvolvimento de parcerias;• V - ser um espaço de construção de cidadania.
  65. 65. Atribuições dos profissionais • As atribuições fundamentais dos profissionais da USF são as seguintes: • I. Planejamento de ações • II. Saúde, Promoção e Vigilância. • III. Trabalho interdisciplinar em equipe • IV. Abordagem integral da família
  66. 66. Atribuições comuns a todos os profissionais que integram as equipes:• I - participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe,• II - realizar o cuidado em saúde da população adscrita, prioritariamente no âmbito da unidade de saúde, no domicílio e nos demais espaços comunitários (escolas, associações,entre outros), quando necessário;• III - realizar ações de atenção integral conforme a necessidade de saúde da população local,• IV - garantir a integralidade da atenção por meio da realização de ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e curativas; e da garantia de atendimento da demanda espontânea, da realização das ações programáticas e de vigilância à saúde;• V - realizar busca ativa e notificação de doenças e agravos de notificação compulsória e de outros agravos e situações de importância local;
  67. 67. • VI - realizar a escuta qualificada das necessidades dos usuários;• VII - responsabilizar-se pela população adscrita;• VIII - participar das atividades de planejamento e avaliação das ações da equipe, a partir da utilização dos dados disponíveis;• IX - promover a mobilização e a participação da comunidade, buscando efetivar o controle social;• X - identificar parceiros e recursos na comunidade que possam potencializar ações intersetoriais com a equipe, sob coordenação da SMS;• XI - garantir a qualidade do registro das atividades nos sistemas nacionais de informação na Atenção Básica;• XII - participar das atividades de educação permanente;• XIII - realizar outras ações e atividades a serem definidas de acordo com as prioridades locais.
  68. 68. Do Agente Comunitário de Saúde:• I - desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população adscrita à UBS, considerando as características e as finalidades do trabalho de acompanhamento de indivíduos e grupos sociais ou coletividade;• II - trabalhar com adscrição de famílias em base geográfica definida, a microárea;• III - estar em contato permanente com as famílias desenvolvendo ações educativas,;
  69. 69. • IV - cadastrar todas as pessoas de sua microárea e manter os cadastros atualizados;• V - orientar famílias quanto à utilização dos serviços de saúde disponíveis;• VI - desenvolver atividades de promoção da saúde,...;• VII - acompanhar, por meio de visita domiciliar, todas as famílias e indivíduos sob sua responsabilidade, de acordo com as necessidades definidas pela equipe;• VIII - cumprir com as atribuições atualmente definidas para os ACS em relação à prevenção e ao controle da malária e da dengue, conforme a Portaria nº 44/GM, de 3 de janeiro de 2002.• Nota: É permitido ao ACS desenvolver atividades nas unidades básicas de saúde, desde que vinculadas às atribuições acima.
  70. 70. Atribuições específicas do enfermeiro• Do Enfermeiro do Programa Agentes Comunitários de Saúde:• I - planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS;• II - supervisionar, coordenar e realizar atividades de qualificação e educação permanente dos ACS;• III - facilitar a relação entre os profissionais da Unidade Básica de Saúde e ACS, contribuindo para a organização da demanda referenciada;• IV - realizar consultas e procedimentos de enfermagem na Unidade Básica de Saúde e, quando necessário, no domicílio e na comunidade;• V - solicitar exames complementares e prescrever medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas;• VI - organizar e coordenar grupos específicos de indivíduos e famílias em situação de risco da área de atuação dos ACS;• VII - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da UBS.
  71. 71. Atribuições específicas do enfermeiro - PSF• I - realizar assistência integral (promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde) aos indivíduos e famílias;• II- realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e prescrever medicações;• III - planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS;• IV - supervisionar, coordenar e realizar atividades de educação permanente dos ACS e da equipe de enfermagem;• V - contribuir e participar das atividades de Educação Permanente do Auxiliar de Enfermagem, ACD e THD;• VI - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
  72. 72. Do Médico:• I -realizar assistência integral (promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde) aos indivíduos e famílias em todas as fases do desenvolvimento humano: infância, adolescência, idade adulta e terceira idade;• II -realizar consultas clínicas e procedimentos na USF e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações etc);• III -realizar atividades de demanda espontânea e programada em clínica médica, pediatria, gineco- obstetrícia, cirurgias ambulatoriais, pequenas urgências clínico-cirúrgicas e procedimentos para fins de diagnósticos;
  73. 73. • IV -encaminhar, quando necessário, usuários a serviços de média e alta complexidade, respeitando fluxos de referência e contrareferência locais, mantendo sua responsabilidade pelo acompanhamento do plano terapêutico do usuário, proposto pela referência;• V -indicar a necessidade de internação hospitalar ou domiciliar, mantendo a responsabilização pelo acompanhamento do usuário;• VI -contribuir e participar das atividades de Educação Permanente dos ACS, Auxiliares de Enfermagem, ACD e THD; e• VII -participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
  74. 74. Do Auxiliar e do Técnico deEnfermagem:• I - participar das atividades de assistência básica realizando procedimentos regulamentados no exercício de sua profissão na USF);• II - realizar ações de educação em saúde• III - participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
  75. 75. Do Cirurgião Dentista:• I -realizar diagnóstico com a finalidade de obter o perfil epidemiológico para o planejamento e a programação em saúde bucal;• II -realizar os procedimentos clínicos da Atenção Básica em saúde bucal, incluindo atendimento das urgências e pequenas cirurgias ambulatoriais;• III -realizar a atenção integral em saúde bucal (promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde) individual e coletiva a todas as famílias, a indivíduos e a grupos específicos, de acordo com planejamento local, com resolubilidade;• IV -encaminhar e orientar usuários, quando necessário, a outros níveis de assistência, mantendo sua responsabilização pelo acompanhamento do usuário e o segmento do tratamento;
  76. 76. • V -coordenar e participar de ações coletivas voltadas à promoção da saúde e à prevenção de doenças bucais;• VI -acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes à saúde bucal com os demais membros da Equipe de Saúde da Família, buscando aproximar e integrar ações de saúde de forma multidisciplinar.• VII -contribuir e participar das atividades de Educação Permanente do THD, ACD e ESF;• VIII -realizar supervisão técnica do THD e ACD; e• IX -participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
  77. 77. Técnico de Higiene Dental (THD) –TSB• I -realizar a atenção integral em saúde bucal (promoção, prevenção, assistência e reabilitação) individual e coletiva a todas as famílias, a indivíduos e a grupos específicos, segundo programação e de acordo com suas competências técnicas e legais;• II -coordenar e realizar a manutenção e a conservação dos equipamentos odontológicos;• III -acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes à saúde bucal com os demais membros da equipe de Saúde da Família, buscando aproximar e integrar ações de saúde de forma multidisciplinar.• IV -apoiar as atividades dos ACD e dos ACS nas ações de prevenção e promoção da saúde bucal; e• V -participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
  78. 78. Auxiliar de consultório dentário (ACD)ASB• I -realizar ações de promoção e prevenção em saúde bucal para as famílias, grupos e indivíduos, mediante planejamento local e protocolos de atenção à saúde;• II -proceder à desinfecção e à esterilização de materiais e instrumentos utilizados;• III -preparar e organizar instrumental e materiais necessários;• IV -instrumentalizar e auxiliar o cirurgião dentista e/ou o THD nos procedimentos clínicos;• V -cuidar da manutenção e conservação dos equipamentos odontológicos;• VI -organizar a agenda clínica;• VII -acompanhar, apoiar e desenvolver atividades referentes à saúde bucal com os demais membros da equipe de saúde da família, buscando aproximar e integrar ações de saúde de forma multidisciplinar; e• VIII -participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da USF.
  79. 79. Itens necessários para ESF• I- existência de equipe multiprofissional responsável por, no máximo, 4.000 habitantes, sendo a média recomendada de 3.000 habitantes, com jornada de trabalho de 40 horas semanais para todos os seus integrantes e composta por, no mínimo, médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem e Agentes Comunitários de Saúde;• II- número de ACS suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por ACS e de 12 ACS por equipe de Saúde da Família;• III- existência de Unidade Básica de Saúde inscrita no Cadastro Geral de Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde, dentro da área para o atendimento das Equipes de Saúde da Família que possua minimamente:
  80. 80. • a. consultório médico e de enfermagem para a Equipe de Saúde da Família, de acordo com as necessidades de desenvolvimento do conjunto de ações de sua competência;• b. área/sala de recepção, local para arquivos e registros, uma sala de cuidados básicos de enfermagem, uma sala de vacina e sanitários, por unidade;• c. equipamentos e materiais adequados ao elenco de ações programadas, de forma a garantir a resolutividade da Atenção Básica à saúde;• IV- garantia dos fluxos de referência e contrarreferência aos serviços especializados, de apoio diagnóstico e terapêutico, ambulatorial e hospitalar; e• V- existência e manutenção regular de estoque dos insumos necessários para o funcionamento da UBS.
  81. 81. Composição das equipes• A composição mínina da equipe multiprofissional é de um médico, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem ou um técnico de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde (ACS).• Quando ampliada, ou seja, com equipe de saúde bucal (ESB) conta ainda com: um dentista, um auxiliar de consultório dentário e/ou um técnico de higiene dental. A jornada de trabalho de toda a equipe é de 40 horas/semanais de carga horária.
  82. 82. • Obs: O número máximo que um município pode ter de equipes de saúde da família será a divisão da sua população calculada pelo IBGE por 2400.• Obs2: O número máximo de Agentes comunitários de saúde que um município pode ter será a divisão de sua população calculada pelo IBGE por 400.• Para municípios dos estados da região norte, Maranhão e Mato Grosso, a fórmula será: População IBGE da área urbana / 400 + população da área rural IBGE/ 280
  83. 83. I - ESF Modalidade 1:• Todas as ESF implantadas em municípios:• a ) com população de até 50 mil habitantes nos• Estados da Amazônia Legal, ou• b) com população até 30 mil habitantes e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) igual ou inferior a 0,7 nos demais Estados do País; ou• c) que já fazem jus ao recebimento de acréscimo de 50% no valor dos incentivos referentes ao total de ESF e ESB que implantar; e
  84. 84. I - ESF Modalidade 1:• As ESF implantadas em municípios não incluídos no estabelecido na alínea I e atendam a população remanescente de quilombos e/ou residente em assentamentos de no mínimo 70 (setenta) pessoas, respeitado o número máximo de equipes por município;
  85. 85. II - ESF Modalidade 2:• ESF implantadas em todo o território nacional que não se enquadram nos critérios da Modalidade 1.
  86. 86. Financiamento da ESF• As ações de atenção básica são financiadas por recursos do PAB-fixo que é um valor em reais multiplicado per capita (por habitante).• As ações de Saúde da família e Programa de agentes comunitários de saúde são financiadas pelo PAB- Variável que financia também outras ações:
  87. 87. PAB - VARIÁVEL Saúde da família Agentes comunitários de saúde Compensação de especificidades regionais Saúde indígena Saúde no sistema penitenciário
  88. 88. Compensação das especificidadesregionais• Incremento de recursos correspondente a 5% do valor mínimo do PAB Fixo multiplicado pela população do Estado, aplicados conforme critérios que atendam a especificidades regionais.• A CIB (comissão intergestores bipartite) selecionará os municípios a serem contemplados, a partir de critérios regionais, bem como a forma de utilização desses recursos de acordo com as especificidades regionais e/ou municipais de cada estado, a exemplo de sazonalidade, migrações, dificuldade de fixação de profissionais, IDH, indicadores de resultados, educação permanente, formação de ACS.
  89. 89. SUSPENSÃO DO REPASSE DE RECURSOS DO PAB• I - Não houver alimentação regular (2 meses consecutivos ou 3 meses alternados no período de um ano) , por parte dos municípios e do Distrito Federal, dos bancos de dados nacionais de informação.• II - Forem detectados, por meio de auditoria federal ou estadual, malversação ou desvio de finalidade na utilização dos recursos. A suspensão será mantida até a adequação das irregularidades identificadas.
  90. 90. SUSPENSÃO - CONT• I - inexistência de unidade de saúde cadastrada para o trabalho das equipes e/ou;• II - ausência de qualquer um dos profissionais da equipe por período superior a 90 (noventa) dias, com exceção dos períodos em que a contratação de profissionais esteja impedida por legislação específica e/ou;• III - o descumprimento da carga horária para os profissionais das Equipes de Saúde da Família ou de Saúde Bucal estabelecida nesta Política.
  91. 91. Sistemas nacionais de informação SIAB sistema de informações de atenção básica SINASC sistema de informações de nascidos vivos SINAN sistema de informações de agravos de notificação SIA-SUS sistema de informações ambulatoriais SIH-SUS sistema de informações hospitalares SIM sistema de informações de mortalidade
  92. 92. SIAB• O SIAB é o sistema de informação utilizado para colher e processar dados dos territórios de abrangência de equipes de saúde da família e equipes de agentes comunitários de saúde. O SIAB trabalha com dados relativos a situação de saúde das áreas e microáreas além dos dados de produção das equipes.
  93. 93. SIAB: Conceitos básicos• Modelo de Atenção - é o resultado da combinação de tecnologias empregadas para assistência à saúde de uma dada população. O usuário do SIAB deverá identificar o modelo de atenção à saúde utilizado pelo município:• Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS),• Programa de Saúde da Família (PSF) ou• Outro - Como outro compreende-se qualquer modalidade de atenção básica diferente do modelo do PACS e do PSF (demanda espontânea, oferta programática, entre outros).• Obs: O modelo “outro” foi criado para incluir modelos como o médico de família de Niterói/RJ, que não é nem PACS nem PSF.
  94. 94. • Microárea - o espaço geográfico delimitado que corresponde à área de atuação de um agente comunitário de saúde (ACS).• Área - o conjunto de microáreas sob a responsabilidade de uma equipe de saúde. A composição da equipe de saúde e as coberturas assistenciais variam de acordo com o modelo de atenção adotado e a área pode assumir diversas configurações.
  95. 95. RelatórioFicha Finalidade Quem preenche que gera A cadastramento ACS A1,A2,A3,A4B-GES acompanhamento ACS de gestantesB-H.A acompanhamento ACS de hipertensosB-DIA acompanhamento ACS de diabéticosB-TB acompanhamento ACS de tuberculosos B- acompanhamento ACSHAN de hansenianos SSA2(mens C acompanhamento al) , SSA4 de crianças Toda a equipe (anual) Produção , atividades , PMA2(mens D notificações e Médico, enfermeiro, téc de al) e marcadores enfermagem, dentistas, THD e ACD PMA4(anual)
  96. 96. Instrumentos• Obs: SS – significa situação de saúde, PM – significa Produção e marcadores• São instrumentos de consolidação dos dados:• Relatórios A1, A2, A3 e A4; relatórios de consolidado anual das famílias cadastradas (consolidados das fichas A-diagnóstico)• Relatório SSA2(mensal) e SSA4 (anual) - relatório de situação de saúde e acompanhamento das famílias (consolidado das fichas B e C – situação)• Relatório PMA2(mensal) e PMA4(anual)- relatórios de produção e marcadores para avaliação (consolidados das fichas D-produção)
  97. 97. Instrumentos• No modelo do Programa de Saúde da Família (PSF) serão usados todos os instrumentos (fichas e relatórios) do SIAB.• O Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) utiliza os seguintes instrumentos do SIAB para o cadastramento das famílias (ficha A e relatórios A1, A2, A3 e A4):• • as fichas de acompanhamento de gestantes e das crianças (fichas B-GES e C);• • a ficha de registro de atividades, procedimentos e notificações (ficha D); e• • os relatórios de situação de saúde e acompanhamento das famílias (relatórios SSA2 e SSA4).• • nos locais onde os agentes comunitários de saúde do PACS acompanharem sistematicamente os hipertensos, os diabéticos e os pacientes com tuberculose ou hanseníase, sugere-se a utilização das fichas B-HA, B-DIA, B-TB e B-HAN, respectivamente, instrumentos específico de acompanhamento destes grupos.
  98. 98. NASF- Núcleo de Apoio à Saúdeda Família• Portaria 154/2008• Para que serve: Ampliar a abrangência e o escopo das ações de Atenção Básica, bem como sua resolubilidade, apoiando a inserção da estratégia Saúde da Família na rede de serviços (...) a partir da Atenção Básica.• O NASF, constituídos por equipes compostas por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, devem atuar em parceria com os profissionais das Equipes de Saúde da Família - ESF, compartilhando as práticas em saúde nos territórios das ESF.
  99. 99. Modalidades (port. 154/2008)• Tipo I, vinculado no mínimo a 8 Equipes Saúde da Família - ESF e no máximo a 20 Equipes Saúde da Família – ESF. Este núcleo é composto por ao menos 5 profissionais de uma lista definida na portaria citada.• Tipo II, vinculado no mínimo a 03 Equipes Saúde da Família – ESF, composto por ao menos 3 profissionais de uma lista definida na portaria.
  100. 100. NASF 1• Assistente Social;• Professor de Educação Física;• Farmacêutico;• Fisioterapeuta;• Fonoaudiólogo;• Nutricionista• Médico Ginecologista; Médico Homeopata; Médico Pediatra; Médico Psiquiatra; Médico Acupunturista;• Psicólogo;• e Terapeuta Ocupacional.
  101. 101. NASF 2• Assistente Social;• Professor de Educação Física;• Farmacêutico;• Fisioterapeuta;• Fonoaudiólogo;• Nutricionista;• Psicólogo; e Terapeuta Ocupacional.
  102. 102. Modalidade N°equipes vinculadas Quantidade de profissionais Lista de profissionais Assistente Social; Professor de Educação Física; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Médico Ginecologista; Médico I mín-8 / máx-20 5 Homeopata; Nutricionista; Médico Pediatra; M édico Psiquiatra; Médico Acupunturista; Psicólogo; e Terapeuta Ocupacional. Assistente Social; Professor de Educação Física; Farmacêutico; II mín-3 3 Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Nutricionista;Psicólogo; e Terapeuta Ocupacional
  103. 103. Considerações• Os NASF devem funcionar em horário de trabalho coincidente com o das equipes de Saúde da Família, e a carga horária dos profissionais do NASF considerados para repasse de recursos federais seja de, no mínimo, 40 horas semanais,observando o seguinte:• I - para os profissionais médicos, em substituição a um profissional de 40 (quarenta) horas semanais, podem ser registrados 2 (dois) profissionais que cumpram um mínimo de 20 (vinte) horas semanais cada um.• Recomenda-se que cada Núcleo de Apoio a Saúde da Família conte com pelo menos 1 (um) profissional da área de saúde mental.
  104. 104. PACS• O Programa de Agentes Comunitários de saúde (PACS), existente desde o inicio dos anos 90, foi efetivamente instituído e regulamentado em 1997, quando se iniciou o processo de consolidação da descentralização de recursos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Seu principal objetivo inicial era reduzir a mortalidade infantil.• O Programa de Agentes Comunitários de Saúde é hoje considerado parte da Saúde da Família. Nos municípios onde há somente o PACS, este pode ser considerado um programa de transição para a Saúde da Família.• No PACS, as ações dos agentes comunitários de saúde são acompanhadas e orientadas por um enfermeiro/supervisor lotado em uma unidade básica de saúde.• Os agentes comunitários de saúde podem ser encontrados em duas situações distintas em relação à rede do SUS:• a) ligados a uma unidade básica de saúde ainda não organizada na lógica da Saúde da Família;• b) ligados a uma unidade de Saúde da Família como membro da equipe multiprofissional.
  105. 105. PACS• ITENS NECESSÁRIOS À ORGANIZAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DESSA ESTRATÉGIA:• I - a existência de uma Unidade Básica de Saúde, inscrita no Cadastro Geral de estabelecimentos de saúde do Ministério da Saúde, de referência para os ACS e o enfermeiro supervisor;• II - a existência de um enfermeiro para até 30 ACS, o que constitui uma equipe de PACS;• III - o cumprimento da carga horária de 40 horas semanais dedicadas à equipe de ACS pelo enfermeiro supervisor e pelos ACS;• IV - definição das micro áreas sob responsabilidade de cada ACS, cuja população não deve ser superior a 750 pessoas;• V - o exercício da profissão de Agente Comunitário de Saúde regulamentado pela Lei nº 10.507/2002.• O desenvolvimento das principais ações deste programa se dá por meio dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), pessoas escolhidas dentro da própria comunidade para atuarem junto à população.
  106. 106. ACS• O ACS deve atender entre 400 e 750 pessoas, dependendo das necessidades locais, e desenvolver atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde por meio de ações educativas individuais e coletivas, nos domicílios e na comunidade, sob supervisão competente, como:• Visitar no mínimo uma vez por mês cada família da sua comunidade;• Identificar situações de risco e encaminhar aos setores responsáveis;• Pesar e medir mensalmente as crianças menores de dois anos e registrar a informação no Cartão da Criança;• Incentivar o aleitamento materno;• Acompanhar a vacinação periódica das crianças e gestantes por meio do cartão de vacinação;
  107. 107. ACS• Orientar a família sobre o uso de soro de reidratação oral para prevenir diarréias e desidratação em crianças;• Identificar as gestantes e encaminhá-las ao pré-natal;• Orientar sobre métodos de planejamento familiar;• Orientar sobre prevenção da AIDS;• Orientar a família sobre prevenção e cuidados em situação de endemias;• Monitorar dermatoses e parasitoses em crianças;• Realizar ações educativas para a prevenção do câncer cérvico uterino e de mama;• Realizar ações educativas referentes ao climatério;• Realizar atividades de educação nutricional nas famílias e na comunidade;• Realizar atividades de educação em saúde bucal na família, com ênfase no grupo infantil;
  108. 108. ACS• Supervisionar eventuais componentes da família em tratamento domiciliar e dos pacientes com tuberculose, hanseníase, hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas;• Realizar atividades de prevenção e promoção da saúde do idoso;• Identificar portadores de deficiência psicofísica com orientação aos familiares para o apoio necessário no próprio domicílio;
  109. 109. Rotina do ACS• Cadastramento/diagnóstico - é a primeira etapa do trabalho junto à comunidade. Consiste em registrar na ficha de cadastro do Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) informações sobre cada membro da família assistida a respeito de variáveis que influenciam na qualidade de saúde, como situação de moradia e condições de saúde.• Mapeamento – mapa de identificação das residências e pontos de referência.• Identificação de micro áreas de risco – locais que apresentem algum tipo de perigo para a saúde das pessoas que ali moram (água, esgoto).• Visita domiciliar – mínimo de uma visita por mês. Varia em função das condições de saúde dos seus habitantes.
  110. 110. Rotina do ACS• Ações coletivas – reuniões e encontros com grupos (mães, gestantes, idosos), e incentivar a participação das famílias na discussão do diagnóstico comunitário de saúde, no planejamento de ações e na definição de prioridades.• Ações intersetoriais:• -Educação: identificação de crianças em idade escolar que não estão freqüentando a escola.• -Cidadania e direitos humanos: ações humanitárias e solidárias que interfiram positivamente na melhoria da qualidade de vida (fome, enchentes, violência).
  111. 111. PACS• É importante ressaltar que as atividades desenvolvidas pelos agentes são acompanhadas e orientadas por um enfermeiro lotado em uma unidade de saúde (na proporção máxima de 30 ACS para cada enfermeiro), o qual atua como instrutor-supervisor.• Esse enfermeiro também é responsável pela capacitação dos ACS, que é desenvolvida de acordo com as necessidades identificadas na comunidade.
  112. 112. Funcionamento• O agente deve residir na própria comunidade, ter espírito de liderança e de solidariedade, ser recrutado por meio de processo seletivo e preencher os seguintes requisitos:• Idade mínima de 18 anos;• Saber ler e escrever.• Residir na comunidade há pelo menos dois anos;• Ter disponibilidade de tempo integral para exercer suas atividades,• Remuneração: cada agente deve receber pelo menos 1 salário mínimo por mês.• O governo federal repassa (aos municípios) 12 Salários Mínimos/ano por agente.• O monitoramento e avaliação das atividades desenvolvidas no Programa deverão ser realizados pelo Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB).
  113. 113. Legislação PACS• Portaria 1.886 de 18/12/1997 – aprova as normas e diretrizes do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e do Programa de Saúde da Família.• Dec. 3.189 de 04/10/1999 – fixa diretrizes para o exercício da atividade de ACS.• Lei 10.507 de 10/06/2002 – cria a profissão de agente comunitário de saúde.
  114. 114. QUESTÕES
  115. 115. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 201114-Em relação aos Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF,assinale a alternativa incorreta:A) Os NASF devem atuar de forma integrada à rede de serviços desaúde, a partir das demandas identificadas no trabalho conjunto com asequipes Saúde da Família.B) Os NASF funcionam como complementaridade do trabalho dasEquipes Saúde da Família – ESFC) Os NASF devem funcionar em horário de trabalho coincidente com odas equipes de Saúde da FamíliaD) Os NASF se constituem em porta de entrada do sistemaE) A carga horária dos profissionais do NASF considerados para repassede recursos federais será de, no mínimo, 40 horas semanais.
  116. 116. Prefeitura de Areial/PB – enfermeiro- 201114-Em relação aos Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF,assinale a alternativa incorreta:A) Os NASF devem atuar de forma integrada à rede de serviços desaúde, a partir das demandas identificadas no trabalho conjunto com asequipes Saúde da Família.B) Os NASF funcionam como complementaridade do trabalho dasEquipes Saúde da Família – ESFC) Os NASF devem funcionar em horário de trabalho coincidente com odas equipes de Saúde da FamíliaD) Os NASF se constituem em porta de entrada do sistemaE) A carga horária dos profissionais do NASF considerados para repassede recursos federais será de, no mínimo, 40 horas semanais.
  117. 117. Prefeitura de Bagé/RS-enfermeiro-201115- Segundo o Ministério da Saúde, o programa que formulauma estratégia de reorientação do modelo assistencial,operacionalizado mediante a implantação de equipesmultiprofissionais em unidades básicas de saúde, equipesessas são responsáveis pelo acompanhamento de umnúmero definido de famílias localizadas em uma áreageográfica delimitada, atuando com ações de promoção dasaúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças eagravos mais frequentes, além da manutenção da saúdedessa comunidade, é:a) Programa de Agentes Comunitários de Saúde.b) Programa Saúde da Família.c) Programa Bolsa Família.d) Programa de Aleitamento Materno.
  118. 118. Prefeitura de Bagé/RS-enfermeiro-201115- Segundo o Ministério da Saúde, o programa que formulauma estratégia de reorientação do modelo assistencial,operacionalizado mediante a implantação de equipesmultiprofissionais em unidades básicas de saúde, equipesessas são responsáveis pelo acompanhamento de umnúmero definido de famílias localizadas em uma áreageográfica delimitada, atuando com ações de promoção dasaúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças eagravos mais frequentes, além da manutenção da saúdedessa comunidade, é:a) Programa de Agentes Comunitários de Saúde.b) Programa Saúde da Família.c) Programa Bolsa Família.d) Programa de Aleitamento Materno.
  119. 119. Prefeitura da Mariana/MG - enfermeiro- 201116-A média recomendada de número de habitantes porequipe de saúde da família, segundo a Política Nacional deAtenção Básica é de:a) 13.000 pessoas.b) 4.000 pessoas.c) 4.000 famílias.d) 1.200 pessoas.
  120. 120. Prefeitura da Mariana/MG - enfermeiro- 201116-A média recomendada de número de habitantes porequipe de saúde da família, segundo a Política Nacional deAtenção Básica é de:a) 13.000 pessoas.b) 4.000 pessoas.c) 4.000 famílias.d) 1.200 pessoas.
  121. 121. Prefeitura de Cuité/PB-Enfermeiro-201117- São atribuições do enfermeiro na equipe de saúde dafamília, exceto:A) Realizar consulta de enfermagemB) Realizar pré-natal de alto riscoC) Solicitar exames complementaresD) Prescrever/transcrever medicaçõesE) Supervisionar agentes comunitários de saúde
  122. 122. Prefeitura de Cuité/PB-Enfermeiro-201117- São atribuições do enfermeiro na equipe de saúde dafamília, exceto:A) Realizar consulta de enfermagemB) Realizar pré-natal de alto riscoC) Solicitar exames complementaresD) Prescrever/transcrever medicaçõesE) Supervisionar agentes comunitários de saúde
  123. 123. Prefeitura de Cuité/PB-Enfermeiro-201118-O repasse financeiro feito pelo governo federal para asequipes de saúde da família faz parte do Piso da AtençãoBásica (PAB) em qual parte?A) PAB fixoB) Saúde bucalC) EndemiasD) PAB variávelE) Saúde da mulher
  124. 124. Prefeitura de Cuité/PB-Enfermeiro-201118-O repasse financeiro feito pelo governo federal para asequipes de saúde da família faz parte do Piso da AtençãoBásica (PAB) em qual parte?A) PAB fixoB) Saúde bucalC) EndemiasD) PAB variávelE) Saúde da mulher
  125. 125. Prefeitura de Paulo Jacinto/AL-enfermeiro-201119) A Política Nacional de Atenção Básica tem como característica umconjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangea promoção e a proteção da saúde. A Atenção Básica tem algunsfundamentos, tais como, EXCETO:A) Estimular a participação popular e o controle social.B) Valorizar os profissionais de saúde, estimulando a sua formação ecapacitação.C) Realizar avaliação e acompanhamento sistemático dos resultadosalcançados, como parte de processo de planejamento e programação.D) Possibilitar acesso regionalizado como característica de açõesprogramáticas.E) Desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipese a população adscrita, garantindo a continuidade das ações de saúde e alongitudinalidade do cuidado.
  126. 126. Prefeitura de Paulo Jacinto/AL-enfermeiro-201119) A Política Nacional de Atenção Básica tem como característica umconjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangea promoção e a proteção da saúde. A Atenção Básica tem algunsfundamentos, tais como, EXCETO:A) Estimular a participação popular e o controle social.B) Valorizar os profissionais de saúde, estimulando a sua formação ecapacitação.C) Realizar avaliação e acompanhamento sistemático dos resultadosalcançados, como parte de processo de planejamento e programação.D) Possibilitar acesso regionalizado como característica de açõesprogramáticas.E) Desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipese a população adscrita, garantindo a continuidade das ações de saúde e alongitudinalidade do cuidado.
  127. 127. Prefeitura de Mariana/MG-enfermeiro - 201120-São princípios que norteiam a prática dos trabalhadoresnuma Unidade Saúde daFamília, conforme a Portaria GM/MS/648 de 28 de março de2006:a) Transversalidade, unicidade e atendimento de urgência.b) Integralidade, atendimento clínico exclusivo, informalidade.c) Integralidade, territorialização e adscrição de clientela.d) Integralidade, hierarquização da atenção e atendimento deurgência.
  128. 128. Prefeitura de Mariana/MG-enfermeiro - 201120-São princípios que norteiam a prática dos trabalhadoresnuma Unidade Saúde daFamília, conforme a Portaria GM/MS/648 de 28 de março de2006:a) Transversalidade, unicidade e atendimento de urgência.b) Integralidade, atendimento clínico exclusivo, informalidade.c) Integralidade, territorialização e adscrição de clientela.d) Integralidade, hierarquização da atenção e atendimento deurgência.
  129. 129. Prefeitura de Pedra Branca/PB-enfermeiro- 201121. Determine dentre as opções seguintes a que correspondeao número máximo de pessoas a serem servidas peloscuidados de uma equipe de saúde da família (ESF):A) 4500B) 5000C) 3000D) 2500E) 1500
  130. 130. Prefeitura de Pedra Branca/PB-enfermeiro- 201121. Determine dentre as opções seguintes a que correspondeao número máximo de pessoas a serem servidas peloscuidados de uma equipe de saúde da família (ESF):A) 4500B) 5000C) 3000D) 2500E) 1500
  131. 131. Rio de Janeiro-PSF Viva a comunidade-Técnico de enfermagem-201022-SIAB – sistema de informações de atenção básica é um sistema utilizado para agregar de processar as informações da população visitada pela equipe de saúde da família ou pela equipe de agentes comunitários de saúde. São instrumentos utilizados para consolidação dos dados:a) SSA2, SSA4,PMA2 e Ficha Ab) SSA2, SSA4 e PMA4c) PMA4, PMA2 e Ficha Ad) PMA4, PMA2 e Ficha Ce) SSA2, SSA4 e Ficha C
  132. 132. Rio de Janeiro-PSF Viva a comunidade-Técnico de enfermagem-201022-SIAB – sistema de informações de atenção básica é um sistema utilizado para agregar de processar as informações da população visitada pela equipe de saúde da família ou pela equipe de agentes comunitários de saúde. São instrumentos utilizados para consolidação dos dados:a) SSA2, SSA4,PMA2 e Ficha Ab) SSA2, SSA4 e PMA4c) PMA4, PMA2 e Ficha Ad) PMA4, PMA2 e Ficha Ce) SSA2, SSA4 e Ficha C
  133. 133. Rio de Janeiro-PSF Viva a comunidade-Técnico de enfermagem-201023- Os gestores municipais de saúde do município Serra da esperança elaboraram um projeto para a reorganização da atenção básica. O município tem uma população de 90.000 habitantes, de acordo com dados do IBGE. O número máximo de agentes comunitários que esse município pode ter para receber incentivo financeiro é:a) 215b) 225c) 235d) 245e) 255
  134. 134. Rio de Janeiro-PSF Viva a comunidade-Técnico de enfermagem-201023- Os gestores municipais de saúde do município Serra da esperança elaboraram um projeto para a reorganização da atenção básica. O município tem uma população de 90.000 habitantes, de acordo com dados do IBGE. O número máximo de agentes comunitários que esse município pode ter para receber incentivo financeiro é:a) 215b) 225c) 235d) 245e) 255
  135. 135. Prefeitura Municipal de São João da Barra/RJ: Enfermeirodo PSF – 200924. O PAB variável é constituído por recursos financeirosdestinados ao financiamento de estratégias realizadas noâmbito da atenção em saúde, tais como:a. compensação das especificidades regionais.b. centros de atenção psicossocial.c. centros de especialidades odontológicas.d. unidades de pronto atendimento 24 horas.e. gestão da vigilância em saúde.
  136. 136. Prefeitura Municipal de São João da Barra/RJ: Enfermeirodo PSF – 200924. O PAB variável é constituído por recursos financeirosdestinados ao financiamento de estratégias realizadas noâmbito da atenção em saúde, tais como:a. compensação das especificidades regionais.b. centros de atenção psicossocial.c. centros de especialidades odontológicas.d. unidades de pronto atendimento 24 horas.e. gestão da vigilância em saúde.
  137. 137. Prefeitura Municipal de São João da Barra/RJ:Enfermeiro do PSF – 200925. Para unidades básicas de saúde (UBS) em grandescentros urbanos, com a Estratégia Saúde da Família,recomenda-se o parâmetro de uma UBS para o seguintenúmero de habitantes:a. até 12mil.b. de 10mil até 20 mil.c. até 30mil.d. até 4mil.e. de 3mil até 5mil.
  138. 138. Prefeitura Municipal de São João da Barra/RJ:Enfermeiro do PSF – 200925. Para unidades básicas de saúde (UBS) em grandescentros urbanos, com a Estratégia Saúde da Família,recomenda-se o parâmetro de uma UBS para o seguintenúmero de habitantes:a. até 12mil.b. de 10mil até 20 mil.c. até 30mil.d. até 4mil.e. de 3mil até 5mil.
  139. 139. Prof. Ismael CostaISMAC@GLOBO.COMWWW.BLOGPROFISMAEL.BLOGSPOT.COM

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