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Slides curso santa casa nov2010 Convertido

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  • ATENÇÃO PORTUGAL!
    MAIOR CURSO DE LINGUAGEM CORPORAL- COMO IDENTIFICAR A MENTIRA- SINAIS NÃO VERBAIS DA DISSIMULAÇÃO EM PORTUGAL
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    OBJETIVOS: O curso aborda a maneira de entendermos a linguagem corporal e sinais de identificação de mentira.
    Professora: Vera Lúcia Lourenço – psicóloga jurídica perita.
    Ministrou recentemente em Brasília os Cursos de Pericia Psicológica Policial e o
    Curso de Psicopatologia Forense.

    CARGA HORÁRIA: 20 horas
    CONTEUDO PROGRAMÁTICO:
    • Como identificar a mentira – Sinais Não-verbais da dissimulação
    • Gestos
    • Face
    • Fala
    • Aspectos psicológicos do interrogatório
    • A linguagem do corpo
    • O Corpo Fala
    • Estudos de casos

    PALESTRANTE

    VERA LUCIA LOURENÇO JACOMETI:
    CRP 05/25939

    PSICOLOGA FORMADA CEUCEL; ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA JURIDICA, PERITA,
    MINISTRANTE DOS CURSOS DE EXTENSÃO DE PERICIA PSICOLÓGICA POLICIAL E CRIMINAL,
    PSICOLOGIA JURIDICA, ABUSO SEXUAL&PEDOFILIA, PSICOPATOLOGIA JURIDICA NA
    UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ E UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA.
    Professora treinadora da Acadepol nos cursos de Pericia Psicológica e Indentificação de Sinal.
    Participação no Programa SALTO ALTO- CBN- SALVADOR
    CURSO PERICIA NA POLICIA CIVIL/ACADEPOL/RJ- 2ª TURMA EM MARÇO/2012
    CURSO PERICIA NA SECRETÁRIA DE SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO DO MARANHÃO- MARÇO/2012
    PROFESSORA DE CURSO DE FORMAÇÃO NA ACADEPOL/RJ PARA MEDICOS LEGISTAS E PILOTOS
    PROFESSORA DE CURSOS DE FORMAÇÃO NA ACADEPOL/RJ PARA MEDICOS LEGISTAS NO IML/RJ
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  • 1. SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO RJ
    SETOR DE PSIQUIATRIA
    SETOR DE TRANSTORNOS ALIMENTARES E OBESIDADE
    APRESENTAÇÃO
    CASO CLÍNICO
  • 2. IDENTIFICAÇÃO
    • L.A.
    • 3. 29 anos
    • 4. Branca
    • 5. Médica (atualmente está afastada do exercício da Medicina)
    • 6. Mora com a mãe
  • QUEIXA PRINCIPAL
    • Apresenta episódios de BN seguidos de uso de laxantes (uso diário e compulsivo)
    • 7. Crises recorrentes de Depressão
    • 8. Pensamentos suicidas contínuos
    • 9. Auto-mutilação
  • HISTÓRICO DA PACIENTE
  • 10.
    • Aos 19 anos apresentou o primeiro episódio de BN e Depressão
    • 11. Métodos compensatórios utilizados:
    1-Vômitos – 4 vezes por semana
    Obs:Atualmente não utiliza mais o vômito como recurso compensatório, embora ainda o considere uma opção.
    2- Laxantes – uso contínuo de 3 a 4 vezes ao dia
  • 12.
    • Alimentação restritiva baseada em pequenos lanches substituindo o almoço.Nas demais refeições apresenta um padrão alimentar satisfatório .
    • 13. Quadros de compulsão alimentar de 3 a 4 vezes por semana com duração de 40 minutos a 1 h 20 m ocorridos durante a ausência da mãe
  • EXEMPLO RETIRADO DO DIÁRIO ALIMENTAR
    CAFÉ DA MANHÃ
    Uma caneca de café com leite semidesnatado com adoçante, 2 fatias de pão integral, 2 fatias de chester defumado, 1 fatia grossa de queijo branco
    LANCHE
    3 torradas integrais com ricota, 1 caneca de leite desnatado com café, 1 laranja, 1 colher de farelo de aveia
    JANTAR
    2 colheres de sopa de arroz, 1 pedaço médio de omelete de carne moída, 2 pedaços de berinjela empanada(um grande e um médio), 2 folhas grandes de alface e 1copo de 500ml de suco de maracujá com adoçante.
  • 14.
    • Auto-mutilação com lâminas – cortes em partes do corpo,inclusive na língua com o objetivo de que o gosto do sangue a impeça de comer mais
    • 15. Queimaduras pelo corpo causadas por velas
    • 16. Episódios suicidas recorrentes utilizando métodos distintos: uso abusivo de medicações
    • 17. Apresenta sentimentos múltiplos de raiva e tristeza
    • Distorção da imagem corporal
    • 18. Sic, todos os dias a paciente dedica um tempo na frente do espelho contando suas costelas, para que possa reconhecer a si própria.
    • 19. Obs:Esta crença permite a paciente a reafirmação de sua própria identidade
    • 20. Foco de distorção corporal: barriga e braços
  • HISTÓRICO DA PACIENTEHistórico da relação familiar
  • 21.
    • Problemas graves de relacionamento com a mãe
    • 22. Mãe diagnosticada com transtorno bipolar
    • 23. Sic, o transtorno dificulta ainda mais o relacionamento.
    • 24. Pai policial assassinado durante assalto –paciente tinha 16 anos na época
    • Figura paterna importante e influente na vida familiar da paciente
    • 25. Sic, o pai sempre foi o mediador das situações estressantes no convívio familiar,e que sempre jantavam juntos.Com sua morte, a paciente perdeu o contato com o lado saudável da família.
    • 26. Família desestruturada após a morte do pai
    • 27. Mãe propôs as filhas que morressem juntas em um suicídio coletivo
    • Irmã mais velha casada - Sic,marido da irmã é um “bandido”
    • 28. Paciente tem um sobrinho de 7 anos por quem nutre um afeto especial.
    • 29. Sic, o sobrinho é a única pessoa que ela ama na família e a razão de manter-se viva.
    • Preocupação com sua imagem perante o sobrinho
    • 30. Sic, ao cometer o suicídio ela estaria sendo injusta com ele e que mensagem estaria passando para o mesmo.
    • 31. Ciúmes da relação da irmã com a mãe
    • 32. Boa relação com a irmã, apesar das divergências
    • Não mantêm contato com o cunhado, alega ter medo dele
    • 33. Boa relação com a avó paterna
    • 34. Atualmente mantêm relacionamento estável
    • 35. O namorado demonstra atitude colaborativa no tratamento
  • SÚMULA PSICOPATOLÓGICA
    • Aparência:boa, demonstra cuidados com sua apresentação
    • 36. Atitude: negativista e ambivalente (auto-destruição x desejo de construir um futuro melhor)
    • 37. Consciência: alerta
    • Orientação: orientada autopsiquicamente (apresenta identidade assegurada) e alopsiquicamente (apresentea clareza e noções asseguradas de espaço e tempo)
    • 38. Consciência do eu: auto-depreciação
    • 39. Pensamento: sem alterações
    • Fala e linguagem: articulada
    • 40. Humor: deprimido, irritabilidade, pensamentos suicidas recorrentes, auto-mutilação
    • 41. Memória:sem alteração
  • C0NSIDERAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO NA ABORDAGEM COGNITIVA COMPORTAMENTAL
    • O terapeuta como facilitador da remissão dos sintomas que o paciente apresenta e prevenção de recaídas.
    • 42. A terapia cognitiva é educativa,visa ensinar o paciente a lidar com os sintomas da doença (Psicoeducação)
    • 43. Em todas as formas de terapia cognitiva que foram derivadas do modelo BECK,o tratamento baseia-se tanto na formulação cognitiva do caso (do transtorno específico) como também do entendimento do paciente sobre o que ele vive.
    • O terapeuta busca,através diversas formas de intervenção produzir mudanças no pensamento e no seu sistema de crenças visando assim mudanças emocionais e comportamentais duradouras.
    • 44. Como qualquer processo psicoterápico, a terapia cognitiva também requer uma aliança terapêutica segura, onde o paciente possa confiar no profissional com quem está compartilhando suas dificuldades.
    • Os ingredientes básicos necessários para a manutenção da relação são: cordialidade, empatia, atenção, respeito genuíno e competência.(Obs: pacientes com transtornos de personalidade,requerem uma ênfase muito maior sobre o relacionamento terapêutico,pois são pacientes que demandam,inicialmente,uma atenção maior a aliança terapêutica)
     
  • 45.
    • Dentro dos transtornos alimentares, a terapia cognitiva enfatizará a reestruturação das crenças disfuncionais sobre comida, peso e, particularmente, em relação à imagem corporal e ao valor pessoal do paciente.
    • 46. É uma abordagem que ,inicialmente, enfatiza o presente (o momento atual do paciente).A atenção volta-se para o passado em três circunstâncias:
  • Quando o paciente necessita falar sobre sua história de vida pregressa.
    Quando o trabalho voltado aos problemas atuais produz pouca ou nenhuma mudança cognitiva, comportamental e emocional .
    Quando o terapêuta julga ser importante entender como e quando idéias disfuncionais importantes surgiram e como as mesmas afetam o paciente no aqui e agora.
  • 47. OBSERVAÇÃO
    Nem todos os pacientes se enquadram no modelo da terapia cognitiva. Cabe ao terapeuta, utilizar sua sensibilidade e experiência para identificar a melhor abordagem a ser utilizada respeitando as características individuais de cada paciente.
    Devemos fugir da zona de conforto (ortodoxia) investigando além da queixa principal trazida pelo paciente, buscando um olhar amplo e irrestrito sobre o paciente.
    *Referência Bibliográfica: BECK, S. JUDITH, Terapia Cognitiva,Teoria e Prática.
  • 48. DIAGRAMA DE CONCEITUAÇÃO COGNITIVAPor Judith Beck
  • 49. Dados Relevantes de Infância
    Que experiências contribuíram para o desenvolvimento e manutenção da crença central?
    Crença Central
    Qual é a crença mais central sobre si mesmo?
    Suposições Condicionais/Crenças/Regras
    Que suposição positiva a ajudou a lidar com a crença central?
    Qual é a contraparte negativa para essa suposição?
    Estratégia (s) Compensatória (s)
    Que comportamentos o ajudam a lidar com a crença?
    Situação 1
    Qual foi a situação problemática?
    Situação 2
    Situação 3
    Pensamento Automático
    O que passou por sua cabeça?
    Pensamento Automático
    Pensamento Automático
    Significado do P.A.
    O que o pensamento automático significou para ele?
    Significado do P.A..
    Significado do P.A.
    Emoção
    Que emoção esteve associada ao pensamento automático?
    Emoção
    Emoção
    Comportamento
    Comportamento
    Comportamento
    O que o paciente fez então?
  • 50. PRESSUPOSTOS MAL ADAPTADOS
    “Sou uma fracassada”
    “Não tenho forças para cuidar de mim”
    “Nunca vou conseguir me livrar da doença”
    “Não vejo como algo possa dar certo na minha vida, tudo sempre acaba dando errado”
    “Com o estômago cheio,me sinto empanturrada e fico cansada”
    “Quanto mais empanturrada eu fico,mais nojo eu sinto de mim”
  • 51. “Quanto mais leve eu fico,melhor eu me sinto psiquicamente”
    “Quanto mais leve meu estômago, menos dor e menos raiva eu sinto”
    “Se eu mantiver meu estômago cheio,eu não tenho controle sobre minhas reações”
    “Se eu posicionar limites aos outros, eu imagino que pagarei um preço alto”
    “Não posicionando limites,eu sempre me prejudico,me machuco e acabo me mutilando”
    “Estou começando a sentir que até então dava conta do preço, mas hoje já´está diferente.Não é mais da mesma maneira”
  • 52. “Quando não dou conta do meu sofrimento, da minha dor emocional a primeira saída é a gilete”
    “Todas as vezes que eu vejo o sangue pingar, eu me sinto mais limpa e aliviada”
    “Essse alívio me faz ver crer que está tudo bem naquele exato momento, abrandei a situação”
    “É horrível conviver com a minha mãe”
    “Não posso comer,pois dessa forma me sinto mais forte para lidar com as loucuras da minha mãe”
    “Se engordar me sentirei a pessoa mais defeituosa do mundo”
    “Se comer, sentirei tanta raiva que não sei o que pode acontecer com as minhas atitudes,acho que posso matar alguém ou me matar”
  • 53. Esquemas sobre os outros
    Crítica, abandono, rejeição, frustração
    Esquemas pessoais
    Sente-se sozinha, desamparada, sem família, perdedora, fracassada , sem perspectivas
  • 54. Estratégias comportamentais
    Mutilação como forma de minimizar sua angústia frente as situações da vida – sente-se limpa e aliviada.
    Repulsa ao contato com o mundo externo – acredita que não expondo suas dificuldades não será abandonada
    Estômago cheio – perda do controle sobre suas reações.
    Estômago vazio - como sinal de fortalecimento para lidar melhor com os problemas.
    Limites – Dificuldade de se impor, consequentemente busca a mutilação como uma punição.
  • 55. DIAGNÓSTICO
    • Bulimia nervosa
    • 56. Depressão moderada
    • 57. Transtorno de
    personalidade(Borderline)
  • 58. MEDICAÇÃO
    Fluoxetina
    Topiramato
    Rivotril
  • 59. ORIENTAÇÃO FAMILIAR
  • 60.
    • Inicialmente paciente colocou que precisava sentir-se mais forte para chamar sua mãe à orientação familiar
    • 61. Não se mostrou opositária a idéia
    • 62. Na sessão da semana seguinte pediu que chamássemos a mãe para dar início ao tratamento
    • Namorado ciente de todo o problema da paciente, demonstra estar preocupado e fica no “controle” da alimentação e uso dos laxantes
    • 63. Mãe da paciente foi à primeira entrevista com as terapeutas de família Alda Caminha e Isabel Gouveia Vieira
  • EVOLUÇÃO DO TRATAMENTO
  • 64.
    • Atualmente encontra-se sem vomitar
    • 65. Redução no uso abusivo de laxantes
    • 66. Está fazendo um curso preparatório para concurso e demonstra estar feliz com o seu desempenho
    • 67. Relata sentir-se mais focada nos estudos
    • Redução da ansiedade e maior auto controle sobre os comportamentos de auto-mutilação
    • 68. Maior consciência sobre a doença e como lidar com as situações causadas pela mesma
    • 69. Apresenta episódios de compulsão (última semana de Setembro)
  • “Quando somos abandonados pelo mundo, a solidão é superável; quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável”Augusto Cury
    CONTATO
    Judith Pires
    judithpires_@hotmail.com
    Tels: 2493-3779/ 9604-0936