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Conecta 2010 - Redes e Alianças: conectando pessoas e organizações para acelerar a inovação - Escola de Redes
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Conecta 2010 - Redes e Alianças: conectando pessoas e organizações para acelerar a inovação - Escola de Redes Conecta 2010 - Redes e Alianças: conectando pessoas e organizações para acelerar a inovação - Escola de Redes Presentation Transcript

  • Redes e alianças: conectando pessoas e organizações para acelerar a inovação AUGUSTO DE FRANCO – ESCOLA DE REDES© 2010 Inventta – Todos os direitos reservados. 1
  • Redes SociaisConectando pessoas para a inovação AUGUSTO DE FRANCO Trabalho entregue ao Domínio Público
  • Três constatações básicas Negócios serão para qualquer um Negócios dependerão de (e serão) Inovação Negócios serão em Rede
  • Negócios nos HCWNos Highly Connected Worlds: Conhecimento igualmente disponível Capital inicial não é tão relevante Relações políticas +democratizadas
  • Negócios e Crowdsourcing Duzentos cérebros aprisionados trabalhando para um dono não podem competir com vinte mil cooperando livremente para encontrar uma solução (de gestão, processo ou produto).
  • Inovação Nenhuma empresa sozinha conseguirá se manter na ponta da inovação sem lançar suas “hifas” para importar capital humano (conhecimento) e social (relações) do ambiente em que opera!
  • Negócios em Rede  Inovação Toda inovação surge por polinização mútua, por fertilização cruzada. Unidades administrativo-produtivas fechadas não conseguirão acompanhar o ritmo das inovações. Redes de stakeholders (novas comunidades de negócios separadas do meio por membranas).
  • Mas... O que são redes?
  • Redes: Nodos e ConexõesGrafo: representação estática
  • Redes: o grafo não é a redeEspalhamento de partículas
  • Rede = FluiçãoFluxos “luminosos” e intermitentes...
  • Exemplos de redes: NeuralRede neural
  • Exemplos de redes: UrbanaRede urbana
  • Exemplos de redes: SocialRede social
  • O que são redes sociais Redes sociais são pessoas interagindo segundo um padrão de organização de rede distribuída.
  • Topologias de redeDiagramas de Paul Baran (1964)
  • Três “sociedades” diferentes?Os nodos são os mesmos, mas os entes são diferentes...
  • Rede e HierarquiaMundo de 2 elementos Rede = Hierarquia
  • Rede e HierarquiaMundo de 3 elementos Hierarquia = caminho único Rede = Múltiplos caminhos
  • Rede e Hierarquia Hierarquia = caminho único Rede = Múltiplos caminhos Mundo de 5 elementos
  • O que são redes distribuidas Redes distribuídas são redes mais distribuídas do que centralizadas. Redes mais centralizadas do que distribuídas são hierarquias. É uma convenção (razoável).
  • Redes ≠ Hierarquias Redes sociais são padrões de organização em que há abundância de caminhos. Hierarquias são o oposto: um campo onde se gerou (artificialmente) escassez de caminhos. ≠
  • Múltiplos caminhos
  • Redes = Interação
  • Modo-de-interagir Não é o conteúdo do que flui pelas conexões da rede a variável fundamental para explicar o que acontece(rá) e sim o modo-de- interagir e suas características...
  • Características doModo-de-Interagir (1) Frequência Reverberações Loopings Configurações de fluxos que se constelam a cada instante Espalhamentos e aglomeramentos (clustering)
  • Características doModo-de-Interagir (2) Enxameamentos (swarming) Curvas de distribuição das variações aleatórias introduzidas pela imitação (cloning) que produzem ordem emergente (a partir da interação) Contrações na extensão características de caminho (crunch) dentro de cada cluster
  • Comunicação  Interação
  • InteraçãoBroadcasting não é interação Padrão Um => Muitos
  • Interação ≠ Participação Redes sociais são ambientes de interação, não de participação. ≠
  • Redes sociais ≠ Midias sociais
  • Social ≠ Digital ou Virtual Redes sociais não são sites de relacionamento. Como o nome está dizendo, elas são sociais mesmo, não digitais ou virtuais.
  • Redes ≠ Plataformas interativasMas plataformas interativaspodem ser boas ferramentas dearticulação e animação de redes.
  • Redes = Redes de pessoas Redes sociais são sempre redes de pessoas. Redes de instituições hierárquicas não podem ser redes distribuídas. ≠
  • Pessoa ≠ Indivíduo Fractal: pessoa já é rede! (Ou, como captou Novalis, em 1789: “Cada ser humano é uma pequena sociedade”)
  • Controle  Hierarquia Uma imagem aterrorizante?
  • Fenomenologia das redes Os fenômenos que ocorrem nas redes independem do conteúdo do que flui. Esses fenômenos – como o clustering, o swarming e o crunching – dependem dos graus de distribuição e conectividade da rede em questão.
  • ClusteringA tendência que têm dois conhecidos comuns a umterceiro de conhecer-se entre si
  • ClustersClusters centralizados e descentralizados
  • AglomeramentoTudo clusteriza: a tendência ao aglomeramento é função dadistributividade e da conectividade da rede
  • SwarmingInsetos enxameando
  • EnxameamentoNuvem de insetos
  • Cupins enxameando Cupinzeiro africano
  • Swarming civil ou societárioDistintos grupos e tendências, nãocoordenados explicitamente entre si,vão aumentando o alcance e avirulências de suas ações... Exemplo: 11 a 13 de março de 2004 na Espanha (papel do SMS = celular)
  • 11-M España en la calle
  • Crunching Redução do tamanho (social) do mundo
  • Amassamento A redução do tamanho social do mundo é função da distributividade e da conectividade da rede social
  • Experimento de Stanley Milgran Milgram-Travers (1967): 5,5 graus de separação: Milgram: 160 pessoas que moravam em Omaha tentaram enviar cartas para um corretor de valores que trabalhava em Boston utilizando apenas intermediários que se conhecessem pelo nome de batismo.
  • Experimento de Duncan Watts Duncan Watts et all. (2002): 6 graus de separação. Watts: 60 mil usuários de e-mail tentaram se comunicar com uma de dezoito pessoas-alvo em 13 países, encaminhando mensagens a alguém conhecido.
  • Mundo pequeno Small is powerful Quanto menor o tamanho do mundo mais empoderante é o campo social
  • Redes  Cooperação Redes sociais distribuídas são sempre redes de cooperação: tal como a liberdade, a cooperação é um atributo do modo como os seres humanos se organizam e nada mais.
  • Dificuldades de entender redes Falamos, falamos, falamos sobre redes, mas – naquilo que julgamos fundamental para nossa sobrevivência e para nossa carreira – ainda nos organizamos hierarquicamente.
  • Comando-e-controle
  • Por que não entendemos? Estudar as redes, investigá-las, escrever sobre elas ou tentar usá-las para obter algum resultado adianta muito pouco se continuarmos nos organizando hierarquicamente.
  • Não é falta de informação Ninguém pode ter um entendimento do que são as redes sociais enquanto não for capaz de experimentá-las. Ninguém pode experimentar redes sociais enquanto se relacionar em organizações hierárquicas ou do tipo “cada um no seu quadrado”. O reizinho no seu quadradinho
  • Ado, a-ado, cada um no seu...
  • Os novos papéis sociaisNa sociedade em rede os indicadores de sucesso não serão mais aacumulação de riqueza, de poder e de conhecimento atestado portítulos. Estão emergindo novos papéis sociais: Hubs Inovadores Netweavers
  • Modelos mentais são sociais
  • Ah!... O insight fundamental A rede não é um instrumento para fazer a mudança: ela já é a mudança.
  • Semente de rede é rede Não adianta tentar fazer netweaving a partir de organizações hierárquicas. Somente redes podem gerar redes.
  • APÊNDICE15 idéias furadas sobre redes
  •  1 - A idéia de que redes sociais são a mesma coisa que midias sociais, redes digitais, ambientes virtuais, sites de relacionamento ou plataformas interativas (que deixa de ver que redes são pessoas interagindo e não ferramentas).
  •  2 - A idéia de que redes são um novo tipo de organização surgidas com as novas tecnologias de informação e comunicação e não um padrão de organização que pode ser ensaiado com diferentes midias e tecnologias (até com sinais de fumaça, tambores, conversações, cartas escritas em papel e transportadas a cavalo, etc.)
  •  3 - A confusão entre hierarquia e liderança.
  •  4 - A confusão entre hierarquização (centralização) e clusterização, que deixa de ver que o poder não surge da clusterização e sim do desatalhamento entre clusters...
  •  5 - A hipótese de que foi a escassez (natural, de recursos) que gerou a hierarquia (e não a escassez introduzida artificialmente pelo modo de regulação) e que, assim, a hierarquia tenha brotado espontaneamente do caos et coetera.
  •  6 - A idéia de que o deslizamento do conceito de hierarquia (hieros + arché) para os mundos físico (e. g., sistemas termodinâmicos) e biológico (e. g., sistemas vivos aninhados) é uma prova de que a hierarquia é natural e, portanto, naturalmente também se manifestaria no mundo social.
  •  7 - A idéia de que redes (mais distribuídas do que centralizadas) não são possíveis (no "mundo real") como forma de (auto) organização da ação coletiva.
  •  8 - A idéia de que as redes são um tipo de organização que surgiu recentemente e que elas devem, sim, ser usadas para algumas coisas mas para outras não (ligada a idéia de que as redes são um instrumento para alcançar algum objetivo, para realizar uma mudança social etc.).
  •  9 - A idéia de que redes sociais são formadas a partir de escolhas racionais feitas por indivíduos (e que podem existir pessoas humanas sem redes, quer dizer, que primeiro existem os indivíduos plenamente humanos para, depois, se esses indivíduos resolverem se conectar, só então surgirem as redes sociais).
  •  10 - A idéia de que a fenomenologia de uma rede é função das características intrínsecas de seus nodos e não da sua topologia.
  •  11 - A idéia de que o conteúdo do que flui pelas redes é determinante para o seu comportamento (ou de que o comportamento coletivo não é função dos graus de distribuição e conectividade - ou interatividade - da rede social e sim dos propósitos dos indivíduos conectados, dos seus valores, das suas habilidades etc.)
  •  12 - A idéia de que o conhecimento é um objeto, um conteúdo e que alguém sempre tem que organizar o conhecimento, fazer algum tipo de gestão, criar alguma taxionomia para os outros.
  •  13 - A idéia de que qualquer organização exige diferenciação de papéis pré-definíveis (como na crença, já desmascarada pela ciência, de que as formigas nasciam com funções especializadas: forrageiras, operárias, soldados etc.).
  •  14 - A idéia de que redes são formas de participação e não ambientes de interação.
  •  15 - A idéia de que é necessário erigir um novo tipo de hierarquia (e não tecer uma rede-embrião) para iniciar a transição de uma organização hierárquica para uma organização em rede.
  • Obrigado Augusto de Franco Netweaver da Escola-de-Redes http://escoladeredes.ning.com Site profissional http://netweaving.ning.com