Sinais Vitais 2010 - ICom

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Sinais Vitais 2010 - ICom

  1. 1. DIAGNÓSTICO DE FLORIANÓPOLIS – CRIANÇAS 2010
  2. 2. SINAIS VITAIS 2010 CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM FLORIANÓPOLIS
  3. 3. SINAIS VITAIS 2010 <ul><li>ORIGEM </li></ul><ul><li>CFC- Vital Signs- Check-up anual da cidade a partir de indicadores sociais, econômicos e ambientais </li></ul><ul><li>OBJETIVO </li></ul><ul><li>Disseminar informações para mobilizar cidadãos a engajar-se em iniciativas para melhoria da qualidade de vida de sua cidade </li></ul>
  4. 4. <ul><li>METODOLOGIA </li></ul><ul><li>Identificação de dados produzidos por instituições acadêmicas, institutos de pesquisa, agências públicas e organizações sociais </li></ul><ul><li>Formação de uma comissão técnica multi-setorial para contextualização e análise dos dados </li></ul><ul><li>Apresentação de forma simples e atraente para atingir diversos públicos </li></ul>SINAIS VITAIS 2010
  5. 5. <ul><li>DESAFIOS METODOLÓGICOS: </li></ul><ul><li>Abrangência de temas X profundidade </li></ul><ul><li>Equilíbrio entre aspectos positivos e negativos </li></ul><ul><li>Fontes oficiais X relatos de experiência </li></ul><ul><li>Descrição X interpretação </li></ul>SINAIS VITAIS 2010
  6. 6. <ul><li>1- Introdução </li></ul><ul><li>2-Dados Sócio-Demográficos </li></ul><ul><li>3- Investimentos </li></ul><ul><li>4-Sistema de Garantias </li></ul><ul><li>4.a-Promoção de Direitos </li></ul><ul><li>Rede de Atendimento </li></ul><ul><li>Assistência Social </li></ul><ul><li>Educação </li></ul><ul><li>Saúde </li></ul><ul><li>Cultura e Lazer </li></ul><ul><li>Segurança </li></ul><ul><li>4.b- Controle de Direitos </li></ul><ul><li>4.c-Defesa de Direitos </li></ul><ul><li>5- Principais Ameaças e Violações de Direitos </li></ul><ul><li>6- Desafios e propostas para garantir os direitos </li></ul>SINAIS VITAIS 2010 – CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM FLORIANÓPOLIS
  7. 7. CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM FLORIANÓPOLIS <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>Como a cidade cuida de suas crianças e adolescentes? </li></ul><ul><li>O que precisamos fazer para cuidar melhor? </li></ul>
  8. 8. <ul><li>DADOS DEMOGRÁFICOS </li></ul><ul><li>114 mil crianças e adolescentes de 0 a 18 anos </li></ul><ul><li>28% da população total da cidade </li></ul><ul><li>Em 2009 nasceram 5.221 crianças </li></ul><ul><li>Crescimento populacional de 2% ao ano devido à atração de novos moradores </li></ul>CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM FLORIANÓPOLIS
  9. 9. <ul><li>DADOS SOCIAIS </li></ul><ul><li>+ PIB per capita de R$ 17.907 (Brasil R$14.465) </li></ul><ul><li>+ Índice de Desenvolvimento Familiar 0.64 (Brasil 0.55) </li></ul><ul><li>- 11.311 famílias no CadUnico (1/2 sal. min. per capita) </li></ul><ul><li>- 6.273 famílias recebem Bolsa Família </li></ul><ul><li>- 60 áreas de interesse social (65 mil hab.) </li></ul><ul><li>1 em 5 crianças e adolescentes em Florianópolis vive em condições de pobreza! </li></ul>CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM FLORIANÓPOLIS
  10. 10. ASPECTOS SOCIO-DEMOGRÁFICOS <ul><li>Pontos Positivos: </li></ul><ul><li>PiB per capita relativamente alto indicando a existência de recursos na cidade </li></ul><ul><li>Crescimento moderado da população de crianças e adolescentes, permitindo o planejamento de políticas públicas para seu atendimento </li></ul><ul><li>Índice de Desenvolviment Familiar médio/alto (0,64) </li></ul><ul><li>Capacidade instalada de geração de informações para identificação de demandas sociais </li></ul><ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Desigualdade social- renda distribuída de forma desigual na população </li></ul><ul><li>Concentração de crianças e adolescentes em bairros com infra-estrutura precária </li></ul><ul><li>Atração de famílias de baixa renda com demandas significativas de serviços para crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>Falta de um banco de dados com informações sistematizadas e de fácil acesso sobre crianças e adolescentes na cidade </li></ul>
  11. 11. <ul><li>OCA- Orçamento Criança e Adolescente (Fundação ABRINq ) </li></ul>INVESTIMENTOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Orçamento Orçamento Aprovado Orçamento liquidado Orçamento total da prefeitura 1.095.826.615,00 413.844.992,00 OCA 264.635.744,60 217.805.145,05 % OCA 24,15% 52,63%
  12. 12. <ul><li>INVESTIMENTO DE ONGS </li></ul><ul><li>Nos serviços de proteção básica os convênios cobrem apenas 10% do custo de atendimento (valor max. para atendimento 5 vezes por semana com alimentação é de R$ 35,9 por criança, Res. nº 200/2010 do CMAS) </li></ul><ul><li>Considerando um custo médio mensal de R$ 150 e 11 mil crianças e adolescentes atendidos foram investidos pelas ONGs quase R$ 20 milhões. </li></ul><ul><li>Valor repassado por convênios na área de A.S. em 2009 R$ 1.7 milhão </li></ul>INVESTIMENTOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
  13. 13. INVESTIMENTOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Fonte: Secretaria Municipal de Assistência Social - Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, 2010.
  14. 14. <ul><li>Pontos Positivos: </li></ul><ul><li>Compromisso com demonstração de investimentos públicos para crianças e adolescentes através do Orçamento Criança (OCA). </li></ul><ul><li>Aumento gradual de recursos no FIA nos últimos anos </li></ul><ul><li>Resoluções possibilitando doações dirigidas ao FIA a partir de 2007 </li></ul>INVESTIMENTOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES <ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Baixa divulgação do FIA-Fpolis </li></ul><ul><li>Processo burocrático e longo para liberação dos recursos do FIA para as entidades. </li></ul><ul><li>O investimento em assistência social mostrado pelo OCA é apenas 4% do total de investimentos públicos em crianças e adolescentes na cidade. </li></ul><ul><li>Baixo valor per capita dos convênios celebrados com as ONGs na área de Assistência Social,. </li></ul>
  15. 15. SISTEMA DE GARANTIAS
  16. 16. REDE DE ATENDIMENTO
  17. 17. REDE DE ATENDIMENTO <ul><li>149 serviços cadastrados no CMDCA </li></ul><ul><li>102 serviços por ONGs com capacidade declarada de 11 mil (+18 mil projeto ACIF) </li></ul><ul><li>47 serviços governamentais </li></ul>
  18. 18. REDE DE ATENDIMENTO <ul><li>Pontos Positivos: </li></ul><ul><li>Ampla oferta de serviços </li></ul><ul><li>Diversidade de organizações na rede. </li></ul><ul><li>Parcerias entre ONGs e poder público para atendimento de crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Concentração dos serviços na área central e continental </li></ul><ul><li>Baixa complementaridade nos serviços de assistência social, saúde e educação. </li></ul><ul><li>Dificuldades para dimensionar a real capacidade de atendimento das organizações da rede de atendimento. </li></ul>
  19. 19. ASSISTÊNCIA SOCIAL- PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA <ul><li>Programação de Atenção Integral a Família PAIF-CRAS </li></ul><ul><li>Centros de Educação Complementar CECs </li></ul><ul><li>Programa Bolsa família: </li></ul><ul><li>5.158 famílias atendidas </li></ul><ul><li>Programa de Atenção Socioassistencial-PASA </li></ul><ul><li>- 752 atendimentos </li></ul><ul><li>Pró-jovem adolescente- 124 atendimentos </li></ul>
  20. 20. ASSISTÊNCIA SOCIAL- PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA 5 CRAS com média 22.5 mil atendimentos Compromisso de ampliar para 13 CRAS até 2011!
  21. 21. <ul><li>Centros de Educação Complementar CECs </li></ul>ASSISTÊNCIA SOCIAL- PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA Não há registro de atividades extra-escolares para aprox. 28 mil crianças e adolescentes que vivem em Florianópolis: será que a cidade tem capacidade para oferecer este atendimento fundamental para a educação integral? 5-14 anos (58 mil) * 13.582 estão em escolas particulares portanto tem acesso a educação complementar privada * 15.739 crianças e adolescentes estão matriculadas em atividades complementares de contra-turno escolar. (EducaCenso.2009) Localização Atendimento a Crianças e Adolescentes Chico Mendes 80 Costeira 80 Itacorubi 120 Monte Verde 70 Novo Horizonte 80 Promorar 70 Tapera 100 Vila União 80 Agronômica 210 TOTAL 890
  22. 22. <ul><li>18 mil crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco </li></ul><ul><li>Em 2008 a taxa de cobertura no atendimento a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade foi de 51,57% (9.439 atendidos) </li></ul><ul><li>Sob Proteção Básica : 4.500 </li></ul><ul><li>Sob Proteção Média e Alta: 4.934 </li></ul><ul><li>Fonte: Mapa Abrinq Florianópolis 2008. Programa Prefeito Amigo da Criança </li></ul>ASSISTÊNCIA SOCIAL- PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
  23. 23. ASSISTÊNCIA SOCIAL- PROTEÇÃO SOCIAL DE MÉDIA COMPLEXIDADE <ul><li>CREAS - Centro de Referência Especializado de Assistência Social </li></ul><ul><li>PAEFI / Sentinela - Serviço de Proteção e Atendimento Especializado à Famílias e Indivíduos em Situação de Ameaça ou Violação de Direitos </li></ul><ul><li>SAR - Serviço de Abordagem de Rua- 57 atendidos em 2009 </li></ul><ul><li>PETI - Programa de Erradicação do Trabalho Infantil </li></ul><ul><li>LA / PSC - Serviço de orientação e acompanhamento a adolescentes em cumprimento de medida socio-educativa 704 adolescentes atendidos: </li></ul><ul><li>- Liberdade assistida (LAI e LAC) = 347 </li></ul><ul><li>Prestação de serviço a comunidade-=280 </li></ul><ul><li>LA+PSC= 77 </li></ul>
  24. 24. <ul><li>PAEFI - Serviço de Proteção e Atendimento Especializado à Famílias e Indivíduos em Situação de Ameaça ou Violação de Direitos </li></ul><ul><li>Total de denúncias recebidas: 1218 </li></ul><ul><li>Total de casos atendidos: 979 </li></ul><ul><li>Atendimentos realizados: </li></ul><ul><li>Diagnóstico: 3.143 </li></ul><ul><li>Acompanhamento: 5.956 </li></ul>ASSISTÊNCIA SOCIAL- PROTEÇÃO SOCIAL DE MÉDIA COMPLEXIDADE
  25. 25. <ul><li>PETI- Programa de Erradicação do Trabalho Infantil </li></ul>ASSISTÊNCIA SOCIAL- PROTEÇÃO SOCIAL DE MÉDIA COMPLEXIDADE <ul><li>550 crianças atendidas </li></ul><ul><li>1/3 em trabalhos de coleta de recicláveis e mendicância </li></ul><ul><li>Áreas : Monte Cristo, Agronômica e Capoeiras </li></ul><ul><li>Em 2009 apenas 3 casos de reincidência </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Casa de Passagem </li></ul><ul><li>18 vagas </li></ul><ul><li>327 atendimentos em 2009 </li></ul><ul><li>Acolhimento Institucional (Abrigos) </li></ul><ul><li>Oferecido por 7 instituições não governamentais (ONGs) </li></ul><ul><li>164 vagas/ 137 crianças e adolescentes em 2010 </li></ul><ul><li>Custo médio criança por mês R$ 1088/ repasse SEMAS R$ 206 </li></ul>ASSISTÊNCIA SOCIAL- PROTEÇÃO SOCIAL DE MÉDIA COMPLEXIDADE
  27. 27. ASSISTÊNCIA SOCIAL <ul><li>Pontos Positivos: </li></ul><ul><li>Criação dos CEC’s como estratégia de promoção e inclusão social de crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>Ampliação da equipe e procedimentos do PAEFI/Sentinela </li></ul><ul><li>Implementação dos princípios previstos no SUAS e capacidade de gestão plena do sistema </li></ul><ul><li>Atendimento de prevenção através dos CRAS e compromisso com ampliação de 5 para 13 CRAS em 2011. </li></ul><ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Baixa valor per capita repassado para as ONGs para acolhimento institucional </li></ul><ul><li>Baixo registro de resolutividade do atendimento nos casos de violação de direitos de crianças e adolescentes . </li></ul><ul><li>Pouca sistematização dos dados da assistência social para facilitar a análise e o planejamento de políticas e ações estratégicas para proteção social de crianças e adolescentes. </li></ul>
  28. 28. EDUCAÇÃO <ul><li>63.945 alunos em escolas municipais, estaduais e federal (579 com necessidades especiais) </li></ul><ul><li>29.912 (26%) matriculados em escolas particulares </li></ul><ul><li>IDEB (2009) anos iniciais 5.2 anos finais 4.5 (Brasil 4.6 e 4) </li></ul><ul><li>Baixa matricula no Ensino Médio (50% dos jovens entre 15 e 18 anos) </li></ul><ul><li>Vagas em creche: demanda por 1,5 mil vagas </li></ul><ul><li>Covênios com ONGs: 20 para educação infantil e 37 para educação complementar </li></ul>
  29. 29. EDUCAÇÃO <ul><li>Pontos Positivos: </li></ul><ul><li>Aumento consistente do índice de qualidade da educação básica (IDEB). </li></ul><ul><li>Correção significativa da distorção idade - serie na rede municipal de ensino </li></ul><ul><li>Implantação de inovações educacionais- sistema de gestão educacional </li></ul><ul><li>Alinhamento da política educacional com as ONGs conveniadas </li></ul><ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Demanda reprimida de vagas em creches e educação infantil </li></ul><ul><li>Desigualdade de desempenho entre escolas públicas (IDEB de 2,9 a 6,4 ) </li></ul><ul><li>Baixa taxa de cobertura do ensino médio (50% dos jovens dentre 15 e 19 anos) </li></ul>
  30. 30. SAÚDE <ul><li>Programas focados em prevenção e atenção primária 100 equipes de saúde da família que acompanham a saúde de 74.375 crianças e adolescentes. </li></ul><ul><li>Programa Capital Criança- acompanhamento desde o nascimento </li></ul><ul><li>Atendimento diferenciado para vitimas de violência sexual ( RAIVVS) </li></ul><ul><li>Atendimento para saúde mental e drogadição em 2010: </li></ul><ul><li>1 Centro de Atenção Psicossocial Infantil –CAPSi- 226 crianças </li></ul><ul><li>2 Centros de Atenção Psicossocial para atendimento a adolescentes usuários de álcool e drogas - CAPs ad- 51 adolescentes </li></ul><ul><li>700 adolescentes grávidas (2009) </li></ul><ul><li>Uso precoce de alcool e cigarro entre adolescentes (PenSE) </li></ul>
  31. 31. SAÚDE <ul><li>Pontos Positivos: </li></ul><ul><li>Programas focados em prevenção </li></ul><ul><li>Programa Capital Criança </li></ul><ul><li>Criação de atendimento de saúde diferenciado para vitimas de violência sexual (nas primeiras 72h) </li></ul><ul><li>Registros estatísticos acurados sobre população atendida </li></ul><ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Capacidade limitada de atendimento específico de saúde mental e drogadição para crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>Integração do trabalho das equipes de saúde da família com outros serviços de proteção social </li></ul><ul><li>Não há programa específico para as adolescentes grávidas de Florianópolis. </li></ul>
  32. 32. CULTURA E LAZER <ul><li>Pontos Positivos: </li></ul><ul><li>Criação de eventos de cultura específicos para crianças e adolescentes (ex. festival de cinema infantil) </li></ul><ul><li>Utilização dos espaços das escolas para lazer comunitário nos finais de semana (ex. 13 escolas funcionando nos finais de semana no programa Escola Aberta) </li></ul><ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Poucos parques e praças em comunidades de baixa renda (concentração no centro) </li></ul><ul><li>Ausência de informações sistematizadas sobre atividades </li></ul><ul><li>culturais oferecidas por ONGs </li></ul><ul><li>Baixa divulgação de programas e locais apropriados para prática de esportes a população de baixa renda </li></ul>
  33. 33. SEGURANÇA <ul><li>Em 2009 foram registrados 368 BOs de violência física e 52 de violência sexual praticadas contra crianças e adolescentes na 6ª Delegacia de Policia da Capital (6ª DP). </li></ul><ul><li>Pesquisa PenSE- indice maior de adolescentes envolvidos em brigas nas escolas </li></ul><ul><li>Aumento das mortes violentas de adolescentes ligadas ao trafico de drogas </li></ul><ul><li>830 atos infracionais cometidos por adolescentes </li></ul>
  34. 34. SEGURANÇA <ul><li>Pontos Positivos </li></ul><ul><li>Implantação de programa integrado da Guarda Municipal e Polícia Militar para garantir a segurança no trajeto para escola </li></ul><ul><li>Utilização dos espaços das escolas para lazer comunitário nos finais de semana </li></ul><ul><li>Criação dos CONSEGS para promover a segurança nas comunidades </li></ul><ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Garantia de segurança dentro e fora da escola </li></ul><ul><li>Evitar o envolvimento de crianças e adolescentes com o tráfico de drogas </li></ul><ul><li>Adolescentes cumprindo medida de internação sem infra-estrutura adequada e com poucas atividades de socialização ou acompanhamento psicológico </li></ul>
  35. 35. CONTROLE DE DIREITOS <ul><li>Institucionalização do CMDCA com espaço de discussão intersetorial </li></ul><ul><li>Canais ativos de denúncias de violação de direitos de crianças e adolescentes (ex: SOS disque denúncia e ligue 100). O número de denúncias recebidas aumentou (de 1151 em 2008 para 1117 denuncias no 1º semestre de 2010) </li></ul><ul><li>Pouca cultura de participação comunitária (apenas 12% das escolas tem Conselhos Escolares) </li></ul>
  36. 36. CONTROLE DE DIREITOS <ul><li>Pontos Positivos </li></ul><ul><li>Institucionalização do CMDCA com espaço de discussão intersetorial </li></ul><ul><li>Maior divulgação de informações sobre programas para crianças e adolescentes em Florianópolis- Portal PMF </li></ul><ul><li>Criação de diretrizes mais claras e maior autonomia para que ONGs captem recursos através do FIA </li></ul><ul><li>Canais ativos de denúncias de violação de direitos de crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Garantir autonomia e agilidade para o trabalho do CMDCA para incentivar maior participação </li></ul><ul><li>Falta de informações sistematizadas para subsidiar a ação do CMDCA no controle dos direitos </li></ul>
  37. 37. DEFESA DE DIREITOS <ul><li>Conselhos Tutelares: </li></ul><ul><li>Em 2009 7687 denuncias recebidas; 1727 casos acompanhados e 7295 sem acompanhamento </li></ul><ul><li>Estrutura insuficiente para registro e acompanhamento dos casos; remuneração baixa </li></ul><ul><li>Entraves/dificuldades no fluxo de encaminhamento </li></ul><ul><li>Promotorias da Infância e Juventude: </li></ul><ul><li>Compromisso histórico pela causa da infancia – 1701 casos atendidos em 2009 </li></ul><ul><li>3 promotorias-Rotatividade e acumulo de funções </li></ul><ul><li>Dificuldades de mapeamento e encaminhamento para rede de atendimento </li></ul><ul><li>Juizado da Infância e Juventude (2009) </li></ul><ul><li>1592 processos criminais na Vara de Infância e Juventude </li></ul><ul><li>842 autos de apreensão e BOs envolvendo crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>273 Apurações de Atos Infracionais </li></ul><ul><li>255 Execuções de medida socioeducativas </li></ul>
  38. 38. DEFESA DE DIREITOS <ul><li>Pontos Desafiadores </li></ul><ul><li>Falta de sistemas ágeis de cadastro e análise para resolutividade dos casos ( SIPIA não implantado) e para o planejamento de ações prioritárias </li></ul><ul><li>Problemas de fluxo em abrigos e Casa de Passagem para encaminhamento, dificultando a proteção </li></ul><ul><li>A remuneração baixa e infraestrutura inadequada para o trabalho dos Conselheiros Tutelares </li></ul><ul><li>Integração dos atores responsáveis pela defesa e atendimento de crianças em risco social </li></ul><ul><li>Pontos Positivos </li></ul><ul><li>Aumento do número de Conselhos Tutelares na cidade (de 2 para 3) </li></ul><ul><li>Atuação relevante do Ministério Público na defesa de crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>Produção de materiais de apoio aos atores responsáveis pela defesa de direitos </li></ul>
  39. 39. PRINCIPAIS AMEAÇAS E VIOLAÇÕES DE DIREITOS <ul><li>Vagas e alternativas limitadas para o cumprimento de medidas sócio-educativas com privação de liberdade </li></ul><ul><li>Repasses financeiros para ONGs insuficientes para ampliação de vagas e melhorias na infra-estrutura </li></ul><ul><li>Poucos programas apoio à escolarização de jovens de 15-18 anos escola regular. </li></ul><ul><li>Baixa resolutividade dos casos de ameaça e /ou violação de direitos </li></ul><ul><li>Falta de vagas em creches </li></ul><ul><li>Capacidade limitada para tratamento de drogadição para adolescentes </li></ul><ul><li>Baixo investimento em assistência social para ações de prevenção . </li></ul>
  40. 40. AMEAÇAS, DESAFIOS E PROPOSTAS <ul><li>Ameaça : A falta de registro individual e um banco de dados com informações sistematizadas sobre todas as crianças e adolescentes dificulta a identificação de prioridades e ações estratégicas para este segmento da população. </li></ul><ul><li>Desafio : Criar um sistema de registro e um banco de dados integrado que possa ser alimentado e acessado por diferentes organizações. </li></ul><ul><li>Proposta: Criação de código de identificação (RG ou CI- Cidadão Florianopolis) e um software compartilhado de gestão municipal que integre ações e serviços prestados a crianças e adolescentes por diversas secretarias e organizações </li></ul>
  41. 41. AMEAÇAS, DESAFIOS E PROPOSTAS <ul><li>Ameaça: Falta de complementariedade na ação institucional de órgãos públicos e ONGs junto a famílias dificultando a resolutividade da rede de atendimento </li></ul><ul><li>Desafio: Articular serviços e profissionais que atuam com as famílias para potencializar e complementar ações. </li></ul><ul><li>Proposta: Planejamento de políticas intersetoriais com a criação de protocolos de atendimento e registro de resultados </li></ul>
  42. 42. AMEAÇAS, DESAFIOS E PROPOSTAS <ul><li>Ameaça: Falta de recursos adequados para programas de proteção social básica e proteção de direitos de crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>Desafio: Aumentar os recursos destinados para organizações públicas e privadas, tanto para atendimento direto de crianças e adolescentes quanto para infra-estrutura institucional </li></ul><ul><li>Propostas: </li></ul><ul><li>Mobilizar pessoas físicas e jurídicas para investirem no FIA </li></ul><ul><li>Criar fundos comunitários e programas de atendimento a crianças e adolescentes </li></ul>
  43. 43. [email_address] www.icomfloripa.org.br Siga: @icomfloripa (48) 3222-5127

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