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Building Global Innovators: converte-se em acelerador e ganha nova área ao lançar 5ª Ed.

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Start-ups da Rússia, Espanha, Itália e Portugal já apresentaram candidaturas para a 5ª edição do acelerador Building Global Innovators, uma parceria ISCTE-IUL, Massachussetts Institute of Technology …

Start-ups da Rússia, Espanha, Itália e Portugal já apresentaram candidaturas para a 5ª edição do acelerador Building Global Innovators, uma parceria ISCTE-IUL, Massachussetts Institute of Technology (MIT) e a Caixa Capital. As candidaturas estão abertas até 9 de junho.

Inicialmente concebida como concurso internacional de empresas, esta parceria entre 8 universidades portuguesas de Engenharia e Ciência, o MIT Portugal, o MIT e o ISCTE-IUL evolui a partir desta 5ª edição para o conceito de aceleradora de projetos e empresas de base tecnológica.

A nova área de Ocean Economy junta-se às tradicionais Medical Tech & Health IT, Smart Cities & Industrial Tech e Enterprise IT & Smart Data. A relevância da Ocean Economy insere-se na estratégia nacional de alargamento da plataforma continental para uma superfície de 4 milhões de quilómetros quadrados, equivalente a 91% do território da União Europeia.

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  • 1. Nova área de Ocean Economy enriquece oferta da BGI- Building Global Innovators® Lisboa, 02 de Maio de 2014 – Start-ups da Rússia, Espanha, Itália e Portugal já apresentaram candidaturas para a 5ª edição do programa de aceleração de empresas Building Global Innovators, uma parceria ISCTE-IUL, Massachussetts Institute of Technology (MIT) e a Caixa Capital. As candidaturas estão abertas até 9 de junho. Inicialmente concebida como concurso internacional de empresas, esta parceria entre 8 universidades portuguesas de Engenharia e Ciência, o MIT Portugal, o MIT e o ISCTE-IUL evolui a partir desta 5ª edição para o conceito de aceleradora de projetos e empresas de base tecnológica. A nova área de Ocean Economy junta-se às tradicionais Medical Tech & Health IT, Smart Cities & Industrial Tech e Enterprise IT & Smart Data. A relevância da Ocean Economy insere- se na estratégia nacional de alargamento da plataforma continental para uma superfície de 4 milhões de quilómetros quadrados, equivalente a 91% do território da União Europeia. Projetos de produtos ou serviços nos setores do Turismo, Biologia Marinha, Energia (petróleo e gás), Novos Materiais, Tecnologias de Prospeção Geo-Técnica, Infraestruturas de Transporte e Logística, Agroalimentar (incluindo a gestão da pesca em profundidade e sistemas offshore de aquacultura e tecnologias de monitorização) são alvo desta nova área de Ocean Economy. Os 20 candidatos que venham a ser selecionados serão anunciados a 11 de Julho e receberão mentoring especializado por uma rede internacional de mais de 200 peritos, através do programa de aceleração em parceria com o MIT. Este programa é gratuito, característica única em todo o mundo, apesar de cada equipa beneficiar de 1 150 horas de capacitação. Pelas métricas standard, este apoio equivale a 1 milhão de euros. Independentemente do prémio Caixa Capital Awards no valor de 500 mil euros para os 4 finalistas, os participantes na BGI valorizam sobretudo o acesso que conseguem a financiamento e a redes internacionais.
  • 2. Das 80 empresas apoiadas nas quatro primeiras edições da BGI, 55 estão ativas (69%) e conseguiram assegurar mais de 23 milhões de euros em investimento, 60% do qual em capital de risco. Este valor coloca a BGI em 2º lugar na Europa e em 6º no Mundo, de acordo com os critérios do ranking recentemente publicado em “The Economist”. Fonte: adaptado de “The Economist”, Special Report “Tech Startups: a Cambrian moment”, jan. 18th 2014. O processo de aceleração desenvolve-se em 3 bootcamps, dois no ISCTE-IUL e o último em Boston, no MIT. O primeiro decorre de 21 a 25 de Julho próximos. A 20 de Novembro serão conhecidos os 4 finalistas da 5ª edição, durante o Demo Day, em que potenciais investidores vão assistir aos pitches das 20 equipas. As candidaturas são apresentadas online em www.mitportugal-bgi.org até ao dia 9 de Junho.
  • 3. Informação Adicional: BGI ISCTE-IUL Catarina Madeira, Coordenadora de Operações Vasco Trigo, Assessor de Comunicação catarina.madeira@iscte.pt vasco.matos.trigo@iscte.pt Sobre o ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa O ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa é uma instituição de ensino universitário público, criada em 1972. A sua ação desenvolve-se em três grandes vetores: Ensino/Formação, Investigação e Prestação de Serviços à Comunidade. Atualmente disponibiliza 16 licenciaturas, 29 Pós-Graduações, 53 Mestrados e 20 Doutoramentos em três grandes domínios: Ciências de Gestão, Ciências Sociais e Humanas e Ciências Tecnológicas e Arquitetura. Tem aproximadamente 9000 estudantes, dos quais 16% são estrangeiros, 450 quadros docentes e 220 funcionários não docentes. As suas prioridades são a internacionalização, a inovação, a qualidade e diversidade, tanto na educação como na pesquisa académica. Com grande reconhecimento no mercado de trabalho, o ISCTE-IUL apresenta uma elevada taxa de empregabilidade dos seus diplomados. Website Sobre a Caixa Capital A Caixa Capital é o braço de private equity e de capital de risco do maior grupo bancário português - Caixa Geral de Depósitos, com 700 milhões de euros de ativos sob gestão, tornando-o num dos maiores investidores do País nesta classe de activos. Com equipas dedicadas ao investimento em private equity e funds of funds, a equipa de capital de risco investe antes de mais, directamente em rondas acima de 1 M euros com parceiros internacionais, e abaixo do valor mencionado indirectamente através de anjos e fundos de universidades e aceleradoras. A equipa de capital de risco investe nos principais sectores tecnológicos e de healthtech. Website Sobre o Programa MIT Portugal O programa é um esforço de alto perfil para demonstrar que um investimento em ciência, tecnologia e ensino superior pode ter um impacto positivo e duradouro sobre a economia, abordando as principais questões sociais através da educação de qualidade e pesquisa no campo emergente da engenharia de sistemas. Tendo como a base para o programa a engenharia de sistemas, integra ciências de gestão, economia e política, a fim de melhor compreender, projetar e implementar a complexidade dos sistemas baseados na tecnologia em que a sociedade está cada vez mais dependente. O Programa é apoiado por uma iniciativa nacional que envolve sete universidades Portuguesas e 14 centros de pesquisa que têm como alvo sistemas de energia sustentáveis, sistemas de transporte, sistemas de bioengenharia e métodos de produção avançada como áreas fundamentais para o desenvolvimento económico e social. Além destas quatro áreas de foco, um programa âncora inclui projetos para abordar a investigação fundamental em engenharia de sistemas, bem como projetos emblemáticos que integram a pesquisa em várias áreas de foco. Website

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