Construções sustentáveis, Arquitetura Sustentável Ecocidades

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Construções sustentáveis, Arquitetura Sustentável Ecocidades

  1. 1. 9/6/2011Construções sustentáveisArquitetura Sustentável Ecocidades Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 1
  2. 2. 9/6/2011 Modelos de Desenvolvimento e de Produção do Ambiente Construído• A vida humana só pode se sustentar e se desenvolver a partir de um contexto onde se encontrem todos os meios necessários a sobrevivência  fatores climáticos  disponibilidade de recursos  equilíbrio dos ciclos naturais• As ações antrópicas sempre interferiram neste equilíbrio, de acordo com:  o modo de produção;  a estrutura de classes;  o aparato tecnológico;  o universo cultural de cada sociedade. O progresso permanente se baseou na aparente disponibilidade de recursos naturais ilimitados Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 2
  3. 3. 9/6/2011 Atualmente... Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 Aumento crescente da atividade econômica• As tecnologias desenvolvidas recentemente possibilitaram o desenvolvimento dos transportes modernos, o acesso fácil aos combustíveis fósseis e o barateamento da energia disponível;• Modelo de desenvolvimento consolidado após a Segunda Guerra Mundial: crescimento econômico;• A hegemonia na qual se baseava esse modelo, possibilitou um crescimento sem precedentes na história, e também sem precedentes foram os impactos ambientais dela decorrentes (SILVA; SHIMBO, 2000). Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 3
  4. 4. 9/6/2011 Aumento da população mundialdécada de 50 2,5 bilhões de pessoasconsumo per capita deenergia e de recursostevecrescimento aindamaior que o da década de 90população(WACKERNAGEL; REES,1995) 5,8 bilhões de pessoas 2050 ?????? 10 bilhões de pessoas Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 Aumento das relações causaisPoluição atmosférica Super-população Crise Energética Mudanças climáticas Poluição das águas Contaminação do solo Desmatamento Lixo Concentração Demográfica Exclusão social Centros urbanos Consumo materiais Desertificação Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 4
  5. 5. 9/6/2011Aumento das relações causais Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011Aumento das relações causais Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 5
  6. 6. 9/6/2011 Aumento das relações causais Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 Representatividade impacto cidadesALIMENTO:41% ENERGIA:10% TRANSPORTE:5%MATERIAIS ERESÍDUOS:44% Exemplo categorias de impactos ambientais Cidade de Londres Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 6
  7. 7. 9/6/2011 Representatividade impacto da construção • 50% dos RECURSOS NATURAIS extraídos da crosta terrestre • 40% a 50% da ENERGIA consumida em cada país • 50% dos RESÍDUOS SÓLIDOS urbanos; • PROBLEMAS SAÚDE Habitantes de áreas urbanas passam 90% de seu tempo em ambientes fechados. • PROBLEMAS SOCIAIS Déficit habitacional de 6.656.000 habitações (Fundação João Pinheiro, 2002) Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 MODELO DE PLANEJAMENTO PREDOMINANTEMODELO INDUSTRIAL> busca alto nível de produtividade e eficiência operacionalMODELOS DEGENERATIVOS> métodos determinativos: conhecimento apenas das partes e mecanismos de cada elemento> tecnologia é o motor que dirige o processo> excluem variáveis humanas, ambientais...> separação nítida AMBIENTE NATURAL E CONSTRUÍDO> sistemas naturais CONCORREM com os sistemas humanos Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 7
  8. 8. 9/6/2011 MODELO DE PLANEJAMENTO PREDOMINANTE 40.000 unidades habitacionais Movimento de terra equivalente a 21% do necessário para a implantação da usina de ItaipuO custo de cada residência,ante as obras de recuperaçãonecessárias, equivaleria a deum apartamento na Av. Paulista,na cidade de São Paulo. Conj. Hab. Sta. Etelvina (COHAB/SP, 1983) Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 Fonte: FARAH (1998) MODELO DE PLANEJAMENTO PREDOMINANTE Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 8
  9. 9. 9/6/2011 MODELO DE PLANEJAMENTO PREDOMINANTEControle do metabolismo urbano Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 9
  10. 10. 9/6/2011 CONTEXTO PLANEJAMENTOnossas ações profissionais estãodiariamente transformando avida das pessoas...causandomaior ou menor impactoambiental, assim como, maiorou menor qualidade social eefeito econômico!!! Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 “Os problemas que nos deparamos HOJE não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento que estávamos quando os criamos” (EINSTEIN APUD LYLE, 1994) Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 10
  11. 11. 9/6/2011 > A abordagem dos projetos ambientais deve ser aplicada na estruturação do problema de projeto, de forma que todos os elementos e funções do projeto sejam considerados desde o inicio de acordo com suas inter- relações com o projeto como um todo e com o ambiente em que ele se insere. (YEANG, 1999 e HANDLER, 1970)Esta estruturação pode proporcionar ao projetista uma visualizaçãomais ampla e completa das variáveis de projeto, e assim possibilitar uma tomada de decisão de projeto mais equilibrada. Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 CONFERÊNCIA DE ESTOCOLMO (1972) COMISSÃO MUNDIAL (1983) A21 NOSSO FUTURO COMUM (1987) Construção Sustentável - CIB (1999) ECO – 92 (1992) AGENDA 21 GLOBAL FORUM (1994) CITIES SUSTAINABLE HABITAT II (1996) “CITY SUMMIT” A21 ASSENTAMENTOS Construções Sustentáveis HUMANOS em Países em Desenvolviment o - CIB e– UNEP (2002) Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 11
  12. 12. 9/6/2011 O processo de desenvolvimento da sustentabilidade tem ocorrido em diferentes níveis: ECONOMIA VERDE TECNOLOGIAS VERDES PLANEJAMENTO SUSTENTÁVEL Como definir objetivos para o desenvolvimento de projetos mais sustentáveis? Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVELÉ viver dentro da capacidade de suporte do planeta!É aquele desenvolvimento que conduz à sustentabilidade! Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 12
  13. 13. 9/6/2011 PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVEL MODELO REGENERATIVO > busca alto nível de cooperação entre todos os envolvidos no processo MODELOS NATURAIS > métodos para lidar com questões complexas: conhecimento das relações entre os elementos > são atrelados a processos sociais e naturais > tecnologia é mais um fator de contexto social e ecológico > integração AMBIENTE NATURAL E CONSTRUÍDO > sistemas naturais INTERAGEM com os sistemas humanos PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVEL“Construção é um extenso processo ou mecanismopara a realização de assentamentos humanos ecriação de infra-estrutura de suporte aodesenvolvimento” (Agenda 21 for Sustainable Constructionin Developing Countries, 2002)“A arquitetura sustentável é uma contribuição paradiminuição da pobreza e aumento das condições deuma vida digna” (International Council for Research andInnovation in Building and Construction, 1999) Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 13
  14. 14. 9/6/2011 PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVEL Orr, David W. EARTH IN MIND: On Education, Environment and the Human Prospect. Island Press, 1994, p. Desafios e Inspirações 1. PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVELSocolow e Pacala (2006)apontam duas possibilidadesde futuro...A opção sustentável estáalinhada com a presença, nocontexto urbano, de vegetação,meios de locomoçãoenergeticamente eficientes emenos impactantes, fontessustentáveis de energia Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 14
  15. 15. 9/6/2011 PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVEL Pretoria, Africa do Sul A cidade de células florestadas - Tóquio, Japãoaumento da densidade populacional, porém com melhor utilização dos espaços(ecologicamente funcionais); Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVEL CIDADES DO FUTURO (segundo John Lyle) • Edifícios com não mais que seis a oito andares Londres, Calthorpe, Camden1(984-1.2 acres) Comprado pela comunidade com o propósito de estabelecer um jardim comunitário. Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 15
  16. 16. 9/6/2011PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVEL Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011PLANEJAMENTO + SUSTENTÁVEL Ms. Arq. Patrícia de Freitas Nerbas | 2011 16
  17. 17. 9/6/2011 REFERÊNCIAS> LYLE, J. T. Regenerative design for sustainable development. Nova York: JohnWiley & Sons,1994.MEADOWS, D.H. et alli. Limites do Crescimento. São Paulo: Ed. Perspectiva,1972.> Ministério do Meio Ambiente. Disponível em <www.mma.gov.br>. Acesso emDezembro de 1999.> MANZINI, EZIO. O desenvolvimento de Produtos Sustentáveis. São Paulo:Editora da Universidade de São Paulo, 2005.> Menegat, Rualdo; Almeida, Gerson; Satterthwaite, David. Desenvolvimentosustentável e gestão ambiental nas cidades: estratégias a partir de Porto Alegre.Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004.> McHarg, Ian. Proyectar con la naturaleza. Ed. Gustavo Gili, SA. Barcelona, 2000.> Mollison , Bill; Slay, Reny Mia. Introdução à permacultura. Brasília: 1998.204p. Traduzido por André Luis Jaeger Soares.> SATTLER, M.A. Habitação de baixo custo mais sustentáveis: a casa Alvorada e oCentro Experimental de tecnologias habitacionais sustentáveis. Porto Alegre:ANTAC, 2007. Coleção Habitare.> ORNSTEIN, S. W.; ROMÉRO, M. (Col.). Avaliação pós-ocupação do ambienteconstruído. São Paulo: Studio Nobel/Edusp, 1992. 17

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