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  1. 1. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Mestrado em SIG e Modelação Territorial aplicados ao OrdenamentoANÁLISE DEREDES E OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOSTRANSPORTES Docentes: Diogo Abreu e Nuno Marques da Costa Discentes: Igor Boieiro Nº 32483 Filipe Mendes Nº 33882 Página 1
  2. 2. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS ÍNDICE1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 32. SIG E A RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS ...................... 53. METODOLOGIA ................................................................................................................. 74. ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ............................................................. 125. CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................................. 136. BIBLIOGRAFIA................................................................................................................. 157. ANEXOS............................................................................................................................. 16 Página 2
  3. 3. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 1. INTRODUÇÃO A produção de resíduos tem vindo a aumentar em quantidade e diversidade nasúltimas décadas em todo o mundo, como resultado do aumento da população, docrescimento económico e do incremento do poder de compra das famílias, podendotambém constituir um sintoma de uso ambientalmente ineficiente de recursos. Estatemática representa, assim, um desafio ambiental, social e económico, tanto a nívelglobal, como nacional (REA 2006). Actualmente, existe uma crescente consciencialização no que diz respeito àredução dos desperdícios e à reciclagem. Os resíduos têm que, cada vez mais, serolhados como uma matéria-prima que interessa aproveitar, até porque o seuaproveitamento permite poupar recursos naturais e energia. O desenvolvimentosustentável deve estar na base de qualquer estratégia futura de desenvolvimento.(Fernandes_2009) Nos últimos anos, devido a uma série de custos, saúde epreocupações ambientais, muitos municípios têm sido forçados a avaliar a sua gestão deresíduos sólidos e a analisar a relação custo-eficácia e impactos ambientais, em termosde concepção de rotas de recolha. Segundo Ludwig et al 1968 a recolha de resíduos éum problema frequente na gestão de qualquer cidade e envolve encargos avultados, estátambém estatisticamente provado que uma parte importante do custo total da gestão deresíduos é gasto na recolha de resíduos sólidos urbanos. Tendo identificado osignificado económico da recolha de resíduos, é igualmente importante salientar que étambém um dos mais difíceis problemas operacionais enfrentados pelas autoridadeslocais. A enormidade e complexidade do processo, dita que este deve estar bemorganizado e gerido para que as equipas possam realizar as funções necessárias em umabase diária, a fim de sustentar as exigentes normas de higiene que são esperadas pelosresidentes na cidade. No que diz respeito à optimização dos processos de recolha de resíduos,Nuortioa et al 2005 diz que durante a última década, tem havido numerosos avançostecnológicos. E que resultado o disso é que tanto as empresas privadas como osdepartamentos municipais estão cada vez mais a aplicar softwares roteamento, de formaa alcançar uma soluções que possam permitir que as rotas já existentes se tornem maiseficientes (redução das distâncias a percorrer, dos tempos das viagens, econsequentemente, dos custos operacionais e do consumo energético). Página 3
  4. 4. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS É neste contexto que o presente trabalho do seminário de análises de redes etransportes se insere, visando definir, com recurso a tecnologia SIG, a rota maiseficiente para se realizar a recolha de resíduos em todos os ecopontos existentes na áreade estudo. Esta área corresponde a uma freguesia urbana do concelho de Lisboa,Coração de Jesus (figura 1), que ocupa uma área de aproximadamente 0,54 km2. Figura 1 – Área de estudo No que diz respeito à estrutura do documento, este está estruturado nas seguintessecções: a secção 2 apresenta uma visão teórica do tema abordado; a secção 3 descrevea metodologia utilizada; secção 4 apresenta os resultados, e por fim a secção 5 édedicada às considerações finais e à discussão e trabalhos futuros. Página 4
  5. 5. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 2. SIG E A RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Os SIG, como sistemas que permitem armazenar, integrar, visualizar e analisarobjectos e processos em relação aos quais a localização espacial é uma característicaimportante ou crucial para o problema, podem ser uma ferramenta importante de apoioà gestão de resíduos. Na gestão de resíduos, a componente “informação” deve serapresentada de forma (geo)gráfica, numérica ou alfanumérica, de modo a permitir acriação de associações ou relações de carácter espacial significativas para quem tenhade decidir. (Fernandes, 2009) Segundo Santos et al., (2003) um dos aspectos mais importantes na gestãoeficiente dos problemas que envolvem a circulação de veículos em redes urbanas está nacapacidade de obtenção de circuitos optimizados. A recolha de RSU sendo umproblema de circulação, têm a necessidade de obter uma configuração óptima para umconjunto de circuitos, de modo que sejam satisfeitos dois tipos de objectivos: por umlado, prestar determinados serviços em locais que são conhecidos à partida e, por outro,minimizar os custos envolvidos na execução de todas as tarefas. Geralmente, nosproblemas de circulação, os veículos efectuam uma ou mais voltas, regressandoposteriormente ao local de partida, definindo assim um circuito. A minimização de recursos despendidos na recolha e a maximização daeficiência desta recolha é fundamental, podendo esta optimização ser facilitada pelo usode SIG. Com a utilização do SIG, torna-se possível visualizar os resultados obtidos numambiente próximo do real, ou seja, é possível representar e modelar no sistema a redereal que está subjacente ao problema em causa e posteriormente projectar aí a soluçãoobtida. Uma rede é uma representação gráfica baseada em formas lineares (arcos -representam canais de fluxos) e pontuais (nós - representam as suas conexões) aosquais se associam valores. Esses valores podem representar distâncias, custos, tempo,ganhos, despesas ou outros atributos que se acumulem linearmente ao longo dopercurso da rede. A soma desses valores entre a origem e o destino pode, então, serminimizada. A busca do “menor caminho”, definida como o melhor (ou mais curto,mais rápido, mais barato) trajecto entre dois pontos, é uma das formas tradicionais dese optimizar um sistema de redes (Dykstra, 1984). Nesse contexto, os SIG são um poderoso aliado no processo de planeamento eapoio à gestão da recolha de resíduos, organizando as informações correlativas sob a Página 5
  6. 6. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS forma de uma base de dados espaciais em formato digital e disponibilizando uma gama de recursos avançados que permitem simular vários cenários e visualizar logo os resultados desses mesmos. Este facto é extremamente importante, pois permitir que os decisores tenham uma noção imediata da configuração dos circuitos, em vez de ter apenas uma lista ordenada das ruas a percorrer. Modelo conceptual População Reciclagem Produção Deposição Recolha Transporte Triagem Tratamentode resíduos Combustag • Aterro Tecnologia SIG de Optimização de rotas • Compostagem apoio á decisão • Incineração Variáveis a ter em conta: Pontos de recolha Rede viária Veículos de recolha - Capacidade - Largura; - Capacidade de armazenamento - Sentido de armazenamento - Níveis de tráfego - Dimensões deposição Resultados: Redução das distâncias a percorrer, dos tempos de viagem e consequentemente de todos os custos energéticos e operacionais relativos aos processos de recolha de resíduos. Figura 2 – Modelo conceptual do processo de gestão de resíduos recicláveis com recurso aos SIG Página 6
  7. 7. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 3. METODOLOGIA Quando se pretende analisar um determinado assunto há que escolher os dadoscuidadosamente, tendo em atenção a fiabilidade das fontes e dos métodos de recolha dedados. Sendo o principal objectivo deste trabalho analisar a produção de resíduosrecicláveis face à população residente na freguesia de Coração de Jesus e determinar arota mais eficiente (em termos de custo-distância) para a recolha de resíduos urbanosforam considerados variáveis como a densidade populacional, a quantidade de resíduosproduzidos, a rede viária, características dos contentores e dos veículos de recolha(figura 2). Este processo de optimização de um percurso de recolha de resíduos foirealizado tendo como base um modelo realístico em SIG de optimização de circuitos,aplicado na extensão Network Analystic do software ArcGIS 9.3. O Network Analyst usao algoritmo Dijkstra (1959) para modelar dinamicamente condições realísticas de umarede, aplicando limites de velocidade, altura, largura e condições do tráfego, emdiferentes momentos do dia. Por outro lado, esta extensão permite encontrar a rotamais eficiente, gerar de sentidos do curso, encontrar a facilidade mais próxima edefinir áreas de serviço baseadas no custo-tempo (ESRI 2006). A optimização das rotas de recolha de resíduos, foram geradas com base em doiscritérios: 1. Distância: a rota é gerada tendo em consideração a localização dos resíduos eo comprimento de cada segmento rodoviário. A distância de percurso é calculadaatravés da soma do comprimento de todos os segmentos rodoviários percorridos narecolha de resíduos em todos os ecopontos. O volume de tráfego nas estradas não éconsiderado neste caso; 2. Tempo: O tempo total do curso em cada estrada deve ser considerado como:viagens total = tempo de percurso do veículo + tempo de recolha dos resíduos. O tempode percurso do veículo é calculado considerando o comprimento da estrada e davelocidade do veículo em cada estrada. O tempo de recolha de resíduos é o tempo totalconsumido pelos veículos na recolha de resíduos em todos os ecopontos. No segundo critério, o comprimento, a largura e o volume de tráfego são tidosem conta em cada segmento rodoviário. Usando o segundo critério, diversas rotas Página 7
  8. 8. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS poderiam ser geradas durante um dia aleatório, a fim de comparar os tempos de percurso total entre esses intervalos de tempo pré-definido. Assim, as rotas poderiam ser geradas durante o dia ou durante o período nocturno, a fim de, comparar o tempo total de viagens nesses diferentes intervalos de tempo.Informação Vias Edifícios Ecopontos Freguesias População SubsecçõesPrimária residente EstatísticasTratamento Joindos dados ClipDados da freguesia Vias_CJ Edifícios_VC Ecopontos_CJ Freguesia_CJ População residente por subsecção_CJCoração de Jesus J Cálculo das áreas de influência Selecção da população dos ecopontos (método de por área de influência interpolação de Thiessen) Produção por Multiplicação da população residente por área pela produção Ecoponto média semanal de resíduos Join Edição CustosAnálise Network VehicleGeográfica Integrate Analystic Routing Rota óptima Network Restrições Problem Dataset Figura 3 – Modelo de estruturação e análise dos dados 1ºEtapa – Selecção, tratamento e edição dos dados As fontes dos dados são muito diversas e raramente comparáveis ou utilizadas directamente. A informação utilizada neste trabalho foi, maioritariamente, cedida pela Câmara Municipal de Lisboa, nomeadamente a rede viária, o edificado, freguesias e as subsecções estatísticas em formato shapfile. A variável população residente por subsecção dos censos 2001 foi obtida através do cruzamento da informação espacial das subsecções com os dados em tabela da população residente do INE. De seguida, Página 8
  9. 9. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOSforam apenas seleccionados os dados relativos ao caso de estudo (freguesia de Coraçãode Jesus).No presente trabalho foram ainda georreferenciados todos os ecopontos situados nafreguesia estudada, com o auxílio da base de dados do Departamento de Higiene Urbanae Resíduos Sólidos (DHURS) da Câmara de Lisboa. Esses dados foram então usadospara se gerar o tema ecopontos. A introdução dos dados foi seguida da edição do perfil do projecto, onde foramdefinidas as unidades utilizadas e muitas outras características referentes ao projecto,aos dados, à realização de circuitos e à visualização de resultados, mapas. Procedeu-seentão à validação dos dados e da geometria das vias, para excluir a hipótese daexistência de erros. Erros na conexão da rede viária são muito comuns devido aincongruências e impedimentos criados pelas restrições de viragem. Neste projecto, avalidação da geometria das ruas identificou a existência de ilhas (ruas sem ligação – nãopodem ser acedidas), que usualmente resultam de nós que deveriam estar em conexão,mas como não estão sobrepostos não estabelecem uma intersecção; e a existência depenínsulas (ruas sem ligação numa das intersecções – podem ser acedidas, mas não seconsegue sair de lá), que normalmente são ruas de sentido único mal codificadas oucujas ruas de ligação não estão incluídas na rede viária. Estes erros foram tratadosatravés da modificação das restrições de viragem e da conectividade das ruas. Asmodificações efectuadas sobre a rede viária incluem a criação de ruas de ligação e amodificação de nós, de modo a que fiquem sobrepostos. No tema vias foram de seguida elaboradas tabelas de frequência e tempos depercurso, criando primeiro no ArcCatalog uma network dataset de todas as vias dafreguesia. Na tabela de atributos do tema rede viária adicionaram-se os seguintescampos: Oneway (indica o sentido do tráfego – obtidos através da análise dos sentidosdas vias no site google maps) e FT_Minutes e TF_Minutes (tempo que leva apercorrer um segmento de recta - calculado através da multiplicação do camposhape_length pela velocidade média percorrida a pé por um ser humano, 3,6km/h). Oarco que simboliza o trecho da via onde o tráfego é permitido em ambas as direcçõesrecebeu o código B (both). Onde o tráfego é permitido em apenas uma direcção,atribuiu-se os códigos FT ou TF, dependo da orientação (início e fim) do arco ao serdigitalizado. Finalmente, o arco onde o tráfego não é permitido recebeu o código N.Ocampo Shape_Length que representa o comprimento, em metros, das fracções das viasjá se encontrava feito. Página 9
  10. 10. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Para determinar as áreas de influência dos ecopontos e, seguidamente apopulação abrangida e a quantidade média de resíduos recicláveis produzidos/depositados para cada um, utilizaram-se os seguintes temas (planos de informação):ecopontos, limite da freguesia e dados da bgri por subseccção da freguesia de Coraçãode Jesus. Recorrendo á técnica dos polígonos de Thiesen decompôs-se o espaço dafreguesia em regiões de acordo com a distância a cada ecoponto. De seguida com asáreas de influências definidas identificou-se quantos residentes existiam por cada área ede seguida calculou-se a produção média semanal de resíduos para cada ecoponto(quadro 2 em anexo). 2ª Etapa – Analise geográfica dos dados (determinação das rotas) Uma vez construídos os temas com os respectivos atributos, pode-se identificar omelhor percurso para a recolha dos resíduos. Para tal, utilizaram-se os comandosdisponíveis no módulo Network Analist do ArcGis. Figura 4 – Modelo de análise do do Vehicle Routing Problem Fonte: ESRI Seleccionou-se a opção Vehicle Routing Problem (figura 4). Nessa janelapressionou-se o botão Load Orders, seleccionando-se em seguida o tema de pontosecopontos.shp. Definiu-se de seguida que o tempo médio de recolha de resíduos seria de5 minutos e que a coluna prod_total e continha as quantidades de resíduos a recolher emcada um dos 17 ecopontos. Página 10
  11. 11. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS O próximo passo foi definir na opção Deports quais eram os locais base da rota,neste caso o Parque de viaturas pesadas do DHURS e a Central de Reciclagem daValorsul. Na opção Route definiu-se o Parque de viaturas pesadas do DHURS como oponto de partida e a central de triagem Valorsul como ponto final da rota. Devido aofacto de estes pontos não estarem representados nos locais geográficos, pois issoobrigaria ao tratamento de toda a rede viária, algo que seria impossível realizar nestetrabalho, optou-se por definir valores de custo de tempo e distância para os dois pontos(valores médios calculados no Google Maps)., 14km e 23 minutos para o caminho ate àcentral de triagem da Valorsul (Latitude: 38º 46´40.19´´; Longitude: 9º 10´27.27) e12km e 20 minutos para o do Parque de viaturas pesadas do DHURS (Latitude: 38º46´20.21´´; Longitude: 9º 06´26.84) Após especificar-se todos os comandos na janela de definição do problema,pressionou-se o botão Solve, automaticamente a rota optimizada foi acrescentada aotema Rota de recolha Coração de Jesus. O programa fornece detalhadamente o roteiroque o motorista deverá seguir para realizar a colecta. A visualização deste é possívelpressionando-se o botão Directions. Página 11
  12. 12. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 4. ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Os resultados dos processos descritos no item anterior podem ser visualizados na figura 5, que indica quais áreas com maior produção de resíduos e também qual rota que apresenta o menores custos em termos de distância e tempo. Após a execução do cálculo da rota optimizada, o Network Analyst obteve-se uma rota com os seguintes resultados, 32,1 km percorridos em 2h 38m e 3285,87 kg de resíduos recicláveis recolhidos (relativos à produção semanal dos residentes), passando pelos 17 ecopontos existentes na área de estudo. São ainda facultadas informações detalhadas relativas a todo o percurso que posteriormente poderão ser carregadas num GPS ou fornecidas ao motorista de forma a seguir a sequência estabelecida.Figura 5 – Optimização da rota de recolha de resíduos recicláveis da freguesia de Coração de Jesus Página 12
  13. 13. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS O trabalho realizado demonstra as potencialidades dos SIG, como um sistema deapoio à decisão no processo de recolha de resíduos sólidos urbanos. A contribuição dastecnologias SIG reflectiu-se numa avaliação e gestão eficaz da rede de recolha deresíduos recicláveis existente na freguesia de Coração de Jesus, particularmente no quediz respeito à qualificação das tomadas de decisão apoiadas numa visão espacial dosproblemas, que permite uma gestão mais eficiente aos aspectos de minimização derecursos envolvidos. Os resultados obtidos através do uso da aplicação Network Analysticdemonstram-na eficaz, validando a sua utilização para determinação de circuitos derecolha. A flexibilidade da aplicação permite reavaliar os circuitos sempre que existammodificações físicas na rede viária e alteração nos locais de recolha selectiva de lixo,pois as estruturas estão em constante evolução. Apresenta-se assim ajustada àsnecessidades do estudo, permitindo uma rápida visualização dos resultados e umaintervenção nas decisões conforme a necessidade e a realidade local. As informações geradas neste trabalho podem oferecer uma importantecontribuição no planeamento de um novo percurso para realização da colecta do lixoreciclável, Entretanto, a rota apresentada é dinâmica devendo ser reavaliada toda vezque houver modificações físicas na rede viária e alteração nos locais de recolhaselectiva de lixo, pois as estruturas estão em constante evolução. A introdução de dispositivos de medição do nível de enchimento de cadacontentor permite tornar o processo mais completo e apurado, uma vez que possibilitasaber, em tempo real, exactamente quais os contentores que é impreterível recolher ouaqueles que não é indispensável serem recolhidos. Este tipo de sistema faculta ummaior suporte e uma análise mais adequada, rentabilizando ainda mais os meiosexistentes. (Fernandes_2009) No diz respeito às limitações não foi possível, com é óbvio, tratar este tema emtodas as suas componentes. Existindo assim alguma subjectividade/limitação na análise,muito devido à falta de dados e de tempo para estruturar todos parâmetros necessáriospara a realizar. De salientar ainda que este trabalho teve apenas em conta a produção deresíduos da população residente na área de estudo. Caso tivesse dados relacionados coma população flutuante e a produção de resíduos recicláveis dos estabelecimentos Página 13
  14. 14. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOScomerciais seria possível definir um calendário de recolha rigoroso. Outros pontos quenão foram possíveis abordar neste trabalho mas que poderão ser num futuro são: - a tentativa de estabelecer uma relação entre a distância percorrida e gastos decombustíveis; - definir condicionantes físicas das ruas e dos equipamentos de recolha earmazenamento (comprimento, largura, volume, …); - definir que quando um veículo de recolha, durante um circuito, perfaz a suacapacidade máxima, é efectuado um percurso até à central de recolha e tratamento, paradescarga dos resíduos, após a qual o veículo retorna ao último ponto de recolha,continuando assim a prosseguir o circuito, pela ordem de pontos estabelecida; - gerar diversas rotas durante um dia aleatório tendo em conta o volume detráfego em cada segmento rodoviário , a fim de comparar os tempo de percurso totalentre esses intervalos de tempo pré-definido; No futuro, a metodologia aqui desenvolvida pode ser optimizada e alargada aoutros problemas que envolvam uma estrutura em rede. O Network Analyst não é sócapaz de reproduzir um número satisfatório de cenários, mas também tem a capacidadede ser facilmente ser adaptado a novas condições. Página 14
  15. 15. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 6. BIBLIOGRAFIABurrough, P.A. Principles of geographical information systems for land resourcesassessment. Nova York, Oxford University Press. 1986. 193p.Dykstra, D. P. Mathematical programing for natural resource manegement. NewYork: McGraw-Hill, 1984. 318p.ESRI, GIS and Mapping Software Support Group, 2006.“ArcGIS NetworkAnalyst: Routing, Closest Facility, and Service Area Analysis”.http://www.esri.com/networkanalyst (Accessed on February 10, 2009).Fernandes, Gisela (2009) ; Aplicação de SIG a um Sistema de Apoio à Decisão -OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDIFERENCIADOS NOMUNICÍPIO DE SINTRA, Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências eTecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre emBioenergia”Ludwig, H.F., Black, R.J., 1968. “Report on the solid waste problem”. Journal ofSanitary Engineering Div. 94 (2), 355-370.Relatório do Estado do Ambiente (2006). Agência Portuguesa do Ambiente, 2007.Santos, L.; Coutinho-Rodrigues, J.; Implementação em SIG de uma Heurística parao Estudo da Recolha da Resíduos Sólidos Urbanos. Coimbra, 2003Nuortioa, T., Kytöjokib, J., Niskaa, H., Bräysy, O., 2005. “Improved route planningand scheduling of waste collection and transport”.NIKOLAOS V. KARADIMAS ;MARIA KOLOKATHI; GERASIMOULA DEFTERAIOU; VASSILI LOUMOS(2007) MUNICIPAL WASTE COLLECTION OF LARGE ITEMS OPTIMIZED WITH ARC GISNETWORK ANALYST. Proceedings 21st European Conference on Modelling andSimulation - National Technical University of Athens, Multimedia TechnologyLaboratoryRECURSOS ELECTRÓNICOS CONSULTADOS:ArcGIS Desktop Help 9.3 disponível em: http://webhelp.esri.com/arcgisdesktop-/9.3/index.cfm?TopicName=welcome. (consultado em Setembro, 2009)http://www.inresiduos.pt (consultado em Julho, 2009)http://www.valorsul.pt (consultado em Julho, 2009)http://www.maps.google.pt/maps (consultado em Setembro, 2009)Departamento de Higiene Urbana e Resíduos Sólidos (DHURS) : http://lisboalimpa.cm-lisboa.pt/ (consultado em Setembro, 2009) Página 15
  16. 16. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 7. ANEXOS Página 16
  17. 17. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Produção de resíduos Papel e Vidro (1) Embalagens (1) e (2) (kg) Cartão (1) Anual 23.229.000 12.150.000 6.262.000 Média anual por pessoa (b) 13,36 6,99 3,60Média semanal por pessoa (c) 0,26 0,13 0,07 Média diária por pessoa (d) 0,04 0,02 0,01 Quadro 1 – Quantidade de resíduos recolhidos pelo DHURS no ano de 2008 Fonte: DHURS a) População servida = população residente [564.657 habitantes (INE, 2001)] + população flutuante [1.174.000 indivíduos (Pereira, G., 2003)] b) Produção de resíduos anual por pessoa = produção anual de resíduos / População servida pela recolha da DHRSU c) Produção de resíduos semanal por pessoa = Produção de resíduos diária por pessoa * 7 dias d) Produção de resíduos diária por pessoa = Produção de resíduos anual por pessoa / 365 dias 1. Materiais recolhidos selectivamente; na origem do processo de recolha. 2 - Inclui as embalagens de plástico, metais ferrosos e não ferrosos e embalagens decartão para líquidos alimentares Página 17
  18. 18. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS População Produção Residente Papel Vidro Embalagens Total Estado Localização dos Pontos de recolha Abrangida semanal (2001) Diária Semanal Diária Semanal Diária Semanal Diária SemanalAvenida Duque de Loulé 72 2,64 18,45 1,38 9,65 0,71 4,97 4,73 33,07 por encherRua Actor Tasso 297 10,87 76,1 5,69 39,8 2,93 20,51 19,49 136,4 por encherRua Mouzinho da Silveira 677 24,78 173,46 12,96 90,73 6,68 46,76 44,42 311 por encherRua Camilo Castelo Branco 182 6,66 46,63 3,48 24,39 1,8 12,57 11,94 83,6 por encherRua do Salitre 456 16,69 116,84 8,73 61,11 4,5 31,5 29,92 209,4 por encherRua de Santa Marta 405 14,82 103,77 7,75 54,28 4 27,97 26,57 186 por encherRua de Santa Maria 390 14,28 99,93 7,47 52,27 3,85 26,94 25,6 179,1 por encherLargo de Andaluz 453 16,58 116,07 8,67 60,71 4,47 31,29 29,72 208,1 por encherRua Duque de Palmela 200 7,32 51,25 3,83 26,8 1,97 13,81 13,12 91,86 por encherCruzamento Rua Duque de Palmela Rua Alexandre Herculano 116 4,25 29,72 2,22 15,55 1,14 8,01 7,61 53,28 por encherCruzamento Avenida da Liberdade e Rua do Salitre 145 5,31 37,15 2,78 19,43 1,43 10,02 9,52 66,6 por encherRua Luciano Cordeiro 2037 74,56 521,93 39 273 20,1 140,7 133,66 935,6 cheioRua Rodrigues Sampaio 206 7,54 52,78 3,94 27,61 2,03 14,23 13,51 94,62 por encherCruzamento Rua Camilo Castelo Branco Rua A Herculano 350 12,81 89,68 6,7 46,91 3,45 24,18 22,96 160,8 por encherPraça Marques de Pombal 23 0,84 5,89 0,44 3,08 0,23 1,59 1,51 10,56 por encherCruzamento Avenida da Liberdade Rua Barata Salgueiro 116 4,25 29,72 2,22 15,55 1,14 8,01 7,61 53,28 por encherCruzamento Rua Sociedade Farmacêutica e Rua Conde Redondo 1029 37,67 263,66 19,7 137,91 10,15 71,08 67,52 472,6 por encher Total 7154 261,87 1833,03 136,96 958,78 70,58 494,14 469,41 3285,87 Quadro 2 – Produção de resíduos recicláveis por ecoponto Página 18
  19. 19. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Quadro 3 – Descrição da rota obtida no Network Analystic 32,1 km 2 hr 38Route: Rota de recolha Coração de Jesus min 1: 0 km 8:00 Start at Parque de viaturas pesadas da DHURS 12 km 20 m 2: 12 km 8:20 Go northwest on Avenida da Liberdade toward Rua Barata Salgueiro < 0,1 < 1 min km 3: 12,1 8:20 Arrive at Ecoponto Cruz. Av. da Liberdade e R. do Salitre, on the left 5 min km Service Time: 5 min 4: 12,1 8:25 Depart Ecoponto Cruz. Av. da Liberdade e R. do Salitre km 5: 12,1 8:25 Continue northwest on Avenida da Liberdade 0,4 km < 1 min km 6: 12,5 8:26 Turn right on Rua Barata Salgueiro < 0,1 < 1 min km km 7: 12,5 8:26 Arrive at Ecoponto Cruz. Av. da Liberdade R. Barata Salgueiro, on the left 5 min km Service Time: 5 min 8: 12,5 8:31 Depart Ecoponto Cruz. Av. da Liberdade R. Barata Salgueiro km 9: 12,5 8:31 Continue northeast on Rua Barata Salgueiro < 0,1 < 1 min km km10: 12,6 8:31 Turn left on Rua Rodrigues Sampaio 0,1 km < 1 min km11: 12,7 8:31 Arrive at Ecoponto R. Rodrigues Sampaio, on the left 5 min km Service Time: 5 min12: 12,7 8:36 Depart Ecoponto R. Rodrigues Sampaio km13: 12,7 8:36 Continue northwest on Rua Rodrigues Sampaio < 0,1 < 1 min km km14: 12,8 8:36 Turn right on Rua Alexandre Herculano 0,1 km < 1 min km15: 12,9 8:36 Make sharp right on Rua de Santa Marta < 0,1 < 1 min km km16: 13 km 8:36 Arrive at Ecoponto R. de Santa Marta, on the right 5 min Service Time: 5 min17: 13 km 8:41 Depart Ecoponto R. de Santa Marta18: 13 km 8:41 Continue south on Rua de Santa Marta < 0,1 < 1 min km19: 13,1 8:41 Turn left on Travessa de Santa Marta 0,2 km < 1 min km20: 13,3 8:42 Bear left on Rua Nogueira e Sousa < 0,1 < 1 min km km21: 13,3 8:42 Turn left on Rua Luciano Cordeiro < 0,1 < 1 min km km22: 13,4 8:42 Arrive at Ecoponto R. Luciano Cordeiro, on the left 5 min km Service Time: 5 min23: 13,4 8:47 Depart Ecoponto R. Luciano Cordeiro km24: 13,4 8:47 Continue northwest on Rua Luciano Cordeiro 0,4 km < 1 min km25: 13,8 8:47 Continue on Avenida Duque de Loulé < 0,1 < 1 min km km26: 13,8 8:47 Continue on Rua Luciano Cordeiro < 0,1 < 1 min km km27: 13,9 8:47 Continue on Largo das Palmeiras < 0,1 < 1 min km km28: 13,9 8:47 At fork keep left on Largo das Palmeiras < 0,1 < 1 min km km29: 14 km 8:47 Bear left on Largo de Andaluz < 0,1 < 1 min km Página 19
  20. 20. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Quadro 3 – Descrição da rota obtida no Network Analystic (continuação)30: 14 km 8:47 Arrive at Ecoponto R. Actor Tasso, on the left 28 min Service Time: 28 min31: 14 km 9:15 Depart Ecoponto R. Actor Tasso32: 14 km 9:15 Continue southwest on Largo de Andaluz < 0,1 < 1 min km33: 14 km 9:15 Continue on Rua Actor Tasso < 0,1 < 1 min km34: 14,1 9:15 Turn left on Rua Eça de Queirós 0,1 km < 1 min km35: 14,2 9:16 Make sharp left on Avenida Duque de Loulé 0,2 km < 1 min km36: 14,4 9:16 Turn left on Rua Luciano Cordeiro < 0,1 < 1 min km km37: 14,5 9:16 Continue on Largo das Palmeiras < 0,1 < 1 min km km38: 14,5 9:16 At fork keep left on Largo das Palmeiras < 0,1 < 1 min km km39: 14,5 9:16 Bear left on Largo de Andaluz < 0,1 < 1 min km km40: 14,6 9:16 Arrive at Ecoponto Largo de Andaluz, on the right 5 min km Service Time: 5 min41: 14,6 9:21 Depart Ecoponto Largo de Andaluz km42: 14,6 9:21 Continue south on Largo de Andaluz < 0,1 < 1 min km km43: 14,6 9:21 Continue on Rua de Santa Marta 0,2 km < 1 min km44: 14,9 9:21 Arrive at Ecoponto R. de Santa Maria, on the right 5 min km Service Time: 5 min45: 14,9 9:26 Depart Ecoponto R. de Santa Maria km46: 14,9 9:26 Continue southeast on Rua de Santa Marta < 0,1 < 1 min km km47: 14,9 9:27 Make sharp left on Rua do Conde de Redondo 0,1 km < 1 min km48: 15,1 9:27 Turn left on Rua da Sociedade Farmacêutica < 0,1 < 1 min km km49: 15,1 9:27 Arrive at Ecoponto Cruz. R. Soc. Farmaceutica e R. Conde Redondo, on the left 5 min km Service Time: 5 min50: 15,1 9:32 Depart Ecoponto Cruz. R. Soc. Farmaceutica e R. Conde Redondo km51: 15,1 9:32 Go northwest on Rua da Sociedade Farmacêutica 0,1 km < 1 min km52: 15,2 9:32 Turn left on Avenida Duque de Loulé 0,1 km < 1 min km53: 15,3 9:32 Arrive at Ecoponto Av. Duque de Loule, on the left 5 min km Service Time: 5 min54: 15,3 9:37 Depart Ecoponto Av. Duque de Loule km55: 15,3 9:37 Continue southwest on Avenida Duque de Loulé < 0,1 < 1 min km km56: 15,4 9:37 Make sharp left on Rua Camilo Castelo Branco < 0,1 < 1 min km km57: 15,4 9:37 Arrive at Ecoponto Praça Marques de Pombal, on the right 5 min km Service Time: 5 min58: 15,4 9:42 Depart Ecoponto Praça Marques de Pombal km59: 15,4 9:42 Continue southeast on Rua Camilo Castelo Branco < 0,1 < 1 min km km Página 20
  21. 21. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Quadro 3 – Descrição da rota obtida no Network Analystic (continuação)60: 15,5 9:42 Arrive at Ecoponto R.Camilo Castelo Branco, on the left 5 min km Service Time: 5 min61: 15,5 9:47 Depart Ecoponto R.Camilo Castelo Branco km62: 15,5 9:47 Continue southeast on Rua Camilo Castelo Branco 0,1 km < 1 min km63: 15,6 9:47 Arrive at Ecoponto Cruz. R. Camilo Castelo Branco R. A Herculano, on the left 5 min km Service Time: 5 min64: 15,6 9:52 Depart Ecoponto Cruz. R. Camilo Castelo Branco R. A Herculano km65: 15,6 9:52 Continue southeast on Rua Camilo Castelo Branco < 0,1 < 1 min km km66: 15,6 9:52 Turn right on Rua Alexandre Herculano 0,4 km < 1 min km67: 16 km 9:53 Turn left on Rua Castilho 0,2 km < 1 min68: 16,2 9:53 Arrive at Ecoponto R. do Salitre, on the right 5 min km Service Time: 5 min69: 16,2 9:58 Depart Ecoponto R. do Salitre km70: 16,2 9:58 Go southeast on Rua Castilho < 0,1 < 1 min km km71: 16,2 9:58 Turn left on Rua Barata Salgueiro < 0,1 < 1 min km km72: 16,3 9:58 Turn left on Rua Mouzinho da Silveira 0,2 km < 1 min km73: 16,4 9:58 Turn right on Rua Alexandre Herculano < 0,1 < 1 min km km74: 16,5 9:58 Turn left on Rua Duque de Palmela < 0,1 < 1 min km km75: 16,5 9:58 Arrive at Ecoponto Cruz. R. Duq de Palmela R. Alex. Herculano, on the right 5 min km Service Time: 5 min76: 16,5 10:03 Depart Ecoponto Cruz. R. Duq de Palmela R. Alex. Herculano km77: 16,5 10:03 Go northwest on Rua Duque de Palmela 0,2 km < 1 min km78: 16,7 10:04 Arrive at Ecoponto R. Duque de Palmela, on the right 5 min km Service Time: 5 min79: 16,7 10:09 Depart Ecoponto R. Duque de Palmela km80: 16,7 10:09 Continue northwest on Rua Duque de Palmela < 0,1 < 1 min km km81: 16,7 10:09 Turn right on Rua Braamcamp < 0,1 < 1 min km km82: 16,7 10:09 Continue on Praça do Marquês de Pombal 0,1 km < 1 min km83: 16,8 10:09 Continue on Rua Joaquim António de Aguiar 0,2 km < 1 min km84: 17,1 10:09 Make sharp left on Rua Castilho 0,3 km < 1 min km85: 17,4 10:09 Make sharp left on Rua Braamcamp < 0,1 < 1 min km km86: 17,4 10:10 Arrive at Ecoponto R. Mouzinho da Silveira, on the right 5 min km Service Time: 5 min87: 17,4 10:15 Depart Ecoponto R. Mouzinho da Silveira km88: 17,4 10:15 Continue northeast on Rua Braamcamp 0,1 km < 1 min km89: 17,6 10:15 Continue on Praça do Marquês de Pombal < 0,1 < 1 min Página 21
  22. 22. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS km km90: 17,6 10:15 Make sharp right to stay on Praça do Marquês de Pombal 0,2 km < 1 min km91: 17,8 10:15 Turn left at Avenida Fontes Pereira de Melo to stay on Praça do Marquês de < 0,1 < 1 min km Pombal km92: 17,8 10:15 Turn right on Avenida Fontes Pereira de Melo 0,3 km < 1 min km93: 32,1 10:38 Finish at Central de triagem da Valorsul , on the right 14 km 23 min km 32,1 10:38 Total time: 2 hr 38 min km Total distance: 32,1 km Start time: 18-10-2009 8:00 Finish time: 18-10-2009 10:38 Página 22
  23. 23. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Figura 1 – Área de estudo Página 23
  24. 24. OPTIMIZAÇÃO DA RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOSFigura 5 – Optimização da rota de recolha de resíduos recicláveis da freguesia de Coração de Jesus Página 24

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