Produção e equipamentos de raios x

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  • funcao do alvo
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  • Você sabia? Todas as vezes que há presença de radioisótopo em algum material ou equipamento, o descarte dos materiais contaminados por eles e do equipamento obsoleto deve ser de acordo com a norma 6.05 da CNEN, que dispõe sobre a gerência de rejeitos radioativos.
    Aparelhos de Raios X não contem radioisótopo, muito menos presença de CÉSIO. A radiação neste aparelho (que é um tubo de raios catódicos) só é gerada quando é acionada a corrente elétrica. Assim, os elétrons saem em alta velocidade do catodo e se chocam com o alvo (anodo) produzindo os raios X. Mesmo não sendo radiação espontânea, como aquelas provenientes de radioisótopos, os raios X podem igualmente causar danos à saúde, com efeitos diferenciados em função da dose recebida pela pessoa. É por isso que, a adoção de uma cultura de controle de qualidade e proteção radiológica, é muito importante para evitarem-se danos à saúde do trabalhador e do paciente.
    O que fazer, então, com os aparelhos de Raio X obsoletos? O correto é contratar uma Empresa especializada em Desmonte de equipamentos médicos. Se o equipamento for de antes de 1981, deve ter ascarel no transformador. Por ser um produto muito perigoso, o ascarel deve ser drenado cuidadosamente, ser acondicionado em frasco hermético e destinado para incineração em equipamento especialmente licenciado para fazer este serviço. Atenção: não é qualquer tipo de incinerador!!! No Brasil, há empresas responsáveis por este procedimento. Quando foi proibido o uso do ascarel pela Convenção de Estocolmo, eles foram obrigados a substituir todos os transformadores e tiveram que se capacitar para o desmonte seguro. Não deixe que o transformador cheio de ascarel vá para a mão de sucateiros. Essa prática reintroduz este veneno na cadeia produtiva e causa danos à saúde dos trabalhadores. www.fasmed.com.br
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  • Olá , mas esse texto não diz repeito há 'Produção e equipamentos de raios x' e sim geração e criação de Raio-x
    apenas isso.
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  • muito bom.......
    porem, nao consigo salvar.
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  • Fantástico!!!mas como posso salvar?
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Produção e equipamentos de raios x

  1. 2. <ul><li>Embora não seja usual referir-se aos raios X em termos de comprimento de onda, na faixa do Radiodiagnostico, que se estende de aproximadamente 20 ate 150 kV os valores correspondentes de λ vão de 1 a 0,1 Angstrons. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Causam fluorescência em certos sais metálicos (com tempo de emissão menor que 10 - 6 segundos). </li></ul><ul><li>Enegrecem filme fotográfico; </li></ul><ul><li>São radiações eletromagnéticas (não são defletidos por campos elétricos ou magnéticos, não tem carga, são chamadas de radiação indiretamente ionizante). </li></ul><ul><li>São diferentes dos raios catódicos (que são produzidos quando elétrons passam através de um gás a baixa pressão). </li></ul><ul><li>Tornam-se “duros” (mais penetrantes) apos passarem por absorvedores; </li></ul><ul><li>Produzem radiação secundaria ao atravessar um corpo </li></ul><ul><li>Propagam-se em linha reta e em todas as direções </li></ul><ul><li>Produzem ionização (transformam gases em condutores elétricos) </li></ul><ul><li>Atravessam um corpo tanto melhor quanto maior for a tensão do tubo (kV) </li></ul><ul><li>No vácuo, propagam-se com a velocidade da luz. </li></ul><ul><li>São polienergéticos; </li></ul><ul><li>Obedecem a lei do inverso do quadrado da distancia (1/r2); </li></ul><ul><li>Podem provocar mutações genéticas. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>A divergência dos feixes de raios X é um conceito básico porém importante para se compreender o posicionamento radiográfico em um estudo. Isso ocorre porque os raios X se originam em uma fonte estreita no tubo de raios X e divergem ou se espalham no filme. O tamanho da fonte de raios X é limitado pelo ajuste dos colimadores, que absorvem os raios X em quatro cantos, controlando dessa forma o tamanho do campo de colimação. Quanto maior o campo de colimação e menor à distância foco-filme, maior será o ângulo de divergência nas margens externas, o que aumenta o potencial de distorção. (BONTRAGER, 2003). </li></ul><ul><li>Este mesmo autor refere que em geral, apenas o ponto central da fonte emissora de raios X, o raio central (RC), não apresenta divergência e penetra na parte do corpo, atingindo o filme em um ângulo de 90 graus, ou perpendicular ao plano do filme. Isso acarreta a menor distorção possível nesse ponto. Todos os outros aspectos do feixe de raios X que atingem o filme em algum outro ângulo que não o de 90° aumentam o ângulo de divergência nas porções mais externas ao feixe de raios X. A de distorção de tamanho é inevitável, e seu efeito, bem corno outros tipos de distorção de forma, deve ser controlado. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Os raios-X são produzidos pela incidência de elétrons em um alvo. Esta corrente de elétrons é gerada pela aplicação de uma diferença de potencial entre dois eletrodos: cátodo e ânodo. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>É o pólo negativo do tubo de raios-X, dividido em duas partes: filamento e capa focalizadora. (figura 1) O filamento emite elétrons quando uma corrente elétrica o percorre. Este fenômeno é chamado de emissão termo iônica. Ao serem acelerados na direção do ânodo devido à diferença de potencial (da ordem de kilovolts) aplicada entre cátodo e o ânodo, há uma tendência de dispersão destes elétrons por possuírem a mesma carga. Para evitar este efeito o filamento do cátodo é envolvido por uma capa focalizadora carregada negativamente, mantendo os elétrons agrupados em um feixe. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>É o pólo positivo do tubo onde incidem os elétrons emitidos pelo cátodo. Além de ser um bom condutor elétrico, o ânodo tem que ser bom condutor térmico para dispersar para o meio externo o calor gerado pelo choque dos elétrons em sua superfície (SOARES, 2002). </li></ul><ul><li>O molibdênio e o tungstênio são os materiais mais usados na construção dos ânodos nos tubos de raios-X, por possuírem energia mais adequada a esta aplicação. Além disto, estes materiais têm grande resistência às altas temperaturas resultantes da interação entre elétrons e o material do alvo. </li></ul><ul><li>Para reduzir os efeitos da temperatura e aumentar a sua vida útil, o tubo de raios - X emprega ânodo rotatório. Assim, o calor gerado no processo é dissipado em um maior área, causando menores danos ao mesmo. </li></ul><ul><li>A área do ânodo que recebe o impacto dos elétrons é denominada de alvo, no caso alvo rotatório. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Os aparelhos de raios X são constituídos de três componentes fundamentais: o tubo de raios X, o gerador de alta voltagem e o painel de controle. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>É um tubo de vidro denominado ampola no qual se faz vácuo e que contem no seu interior o catodo e o anodo. Sua função também e de promover isolamento térmico e elétrico entre as partes. Possui uma janela com espessura menor do que o resto da ampola e pela qual passa o feixe útil com o mínimo de absorção possível. O tubo e colocado dentro de uma calota protetora revestida de chumbo, chamado de cabeçote a fim de reduzir a radiação espalhada. </li></ul><ul><li>O cabeçote contém a ampola e demais acessórios. E geralmente de alumínio ou cobre cuja função e de blindar radiação de fuga. Possui uma janela radiotransparente por onde passa o feixe. O espaço e preenchido com óleo que atua como isolante elétrico e térmico. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Catodo: e o lado negativo do tubo de raios X. Divide-se em duas partes: filamento e focalizador. O filamento e um fio de tungstênio (Z = 74) com a forma de espiral, que emite elétrons devido ao seu aquecimento. </li></ul><ul><li>Focalizador: e utilizado para evitar a dispersão dos elétrons produzidos no filamento. Muitos tubos de raios X possuem dois focos, um pequeno chamado de foco fino e um grande chamado de foco grosso. Em geral, o foco fino tem comprimento entre 0,3 e 1,0mm e o foco grosso tem comprimento entre 1,3 e 1,5 cm. </li></ul><ul><li>Anodo: e o lado positivo do tubo de raios X. Existem dois tipos de anodos: anodo fixo que e utilizado em tubos de baixas correntes (equipamentos odontológicos e equipamentos transportáveis) e anodo rotatório que e utilizado em tubos de raios X de alta intensidade. </li></ul>
  10. 12. <ul><li>ddp % calor % raios X </li></ul><ul><li>60 kV 99,5 0,5 </li></ul><ul><li>200 kV 99 1,0 </li></ul><ul><li>4 MV 60 40 </li></ul>
  11. 13. <ul><li>Portanto, aproximadamente 99,5% da energia dos elétrons incidentes no alvo e convertida em calor o qual precisa ser dissipado rapidamente para não causar derretimento do anodo. </li></ul><ul><li>O alvo e a área do anodo onde ocorre o impacto direto dos elétrons. O material utilizado para o alvo e o tungstênio devido as seguintes características: </li></ul><ul><li>Alto numero atômico, o que implica em grande eficiência de produção de raios X e maior energia. </li></ul><ul><li>Condutividade térmica quase igual a do cobre, o que resulta em rápida dissipação do calor produzido. </li></ul><ul><li>Alto ponto de fusão (3.370°C); </li></ul><ul><li>Baixa taxa de evaporação (para evitar metalização do vidro da ampola); </li></ul><ul><li>Alta resistência física quando aquecido. </li></ul>
  12. 14. <ul><li>Existem também anodos fabricados de outros materiais tais como Molibdênio (Z= 42) e Ródio (Z= 44) que são usados em mamografia. </li></ul><ul><li>O W tem ponto de fusão de 3.380°C enquanto que a temperatura dos elétrons ao atingir o alvo e de 2.000°C. </li></ul><ul><li>Em radiodiagnostico o diâmetro do anodo varia entre 5 e 12 cm com angulações de 70 a 120. Em radioterapia a angulação oscila entre 26 e 350. A maioria dos aparelhos modernos possui anodo rotatório cuja velocidade pode atingir ate 10.000 r.p.m. </li></ul><ul><li>O anodo tem capacidade limitada de armazenar calor embora este seja continuamente dissipado para o óleo contido no seu invólucro. </li></ul>
  13. 15. <ul><li>Molibdênio Mo. Elemento de transição metálico, duro e prateado. Z = 42; configuração eletrônica: [Kr]4d 5 5s 1 ; MA = 95,94; d = 10,22g.cm -3 ; PF = 2610ºC; PE = 5560ºC. É encontrado na molibdenita (MoS 2 ). O metal é extraído por queima que produz o óxido que depois é reduzido por hidrogênio. O elemento é usado em ligas metálicas. O sulfeto de molibdênio (IV), MoS 2 , é usado como lubrificante. Quimicamente não é reativo e não é afetado pela maioria dos ácidos. Oxida em altas temperaturas e pode ser dissolvido em álcalis fundidos dando vários molibdatos e polimolibdatos. O molibdênio foi descoberto em 1778 por Scheele. </li></ul><ul><li>Ródio Rh. A principal aplicação deste elemento é como agente ligante para endurecer platina e paládio . Estas ligas são usadas em bobinas de fornos, buchas para a fabricação da fibra de vidro, componentes de termopares para elevadas temperaturas, eletrodos de ignição ( velas ) para aeronaves , e cadinhos para laboratório . Outros usos: </li></ul><ul><li>Como material de contato elétrico ( conectores ) devido a sua baixa resistência elétrica e elevada resistência a corrosão . </li></ul><ul><li>Revestimentos de ródio metálico , obtidas por eletrodeposição ou evaporação, devido a elevada dureza e reflexão óptica são utilizados para a produção de instrumentos ópticos. </li></ul><ul><li>Este metal encontra uso para a produção de jóias e objetos de decoração. </li></ul><ul><li>Também é utilizado em numerosos processos industriais como catalisador , como calisador automotivo ( conversor catalítico ), e na carbonilação do metanol para a formação do ácido acético . </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Ponto focal: Não e toda a área do anodo que esta envolvida na produção de raios X, mas sim uma pequena região denominada ponto focal. E uma área geralmente retangular e pode ser vista na figura abaixo. O tamanho do ponto focal esta relacionado com a resolução e com a dissipação de calor. Quanto menor o ponto focal, melhor será a resolução. Por outro lado, quanto maior for sua area, mais facilmente dissipara o calor. </li></ul>
  15. 17. <ul><li>Efeito Heel (Efeito Anódico) </li></ul><ul><li>Devido a inclinação da superfície do alvo, os elétrons que o atingem terão que atravessar diferentes espessuras do alvo. Os raios X são produzidos em varias profundidades no alvo e consequentemente sofrem atenuações diferentes. Quanto mais espesso, mais absorção. Isto resulta numa intensidade que e maior no lado do catodo que do anodo. No entanto esta aparente desvantagem poderá ser utilizada como um beneficio, por exemplo, numa radiografia de tórax, posicionando-se o paciente com a parte mais espessa do lado do catodo. Deste modo será compensada a diferença de espessura do paciente pela maior intensidade do feixe. </li></ul>
  16. 20. <ul><li>Raios cósmicos </li></ul><ul><li>Radiação extraterrestre primária Partículas (80% prótons) de energia extremamente alta </li></ul><ul><li>Radiação secundária Partículas (ex: elétrons) e radiação eletromagnética. </li></ul>
  17. 21. <ul><li>Existem dois processos de produção de Raios X: </li></ul><ul><li>1- radiação de freamento (bremmstrahlung). 2- radiação característica. </li></ul>
  18. 22. <ul><li>Essa radiação é produzida quando um elétron, passa próximo a um núcleo de um átomo do alvo, sendo atraído na direção deste núcleo e desviado de sua trajetória inicial. com isso o elétron perde energia cinética, e emite essa energia parte em forma de calor , parte em forma de radiação x. </li></ul><ul><li>99% em forma de calor </li></ul><ul><li>1% produção de raios x Fontes </li></ul>
  19. 23. <ul><li>Os elétrons incidentes, podem também remover elétrons de camadas eletrônicas dos átomos do alvo, deixando lacunas que são imediatamente preenchidas por elétrons de camadas mais externas. Acompanhando esse rearranjo, surge a emissão de raios- X característicos. A energia dos RX característicos corresponde à diferença entre as energias de ligação das camadas envolvidas no processo. </li></ul><ul><li>É chamada de radiação característica, porque sua energia, depende do material que a produz , sendo característica do mesmo. </li></ul>
  20. 24. <ul><li>Espero que vocês estudem, aprendam e usem todos os conteúdos aplicados em sala no seu cotidiano com muita sabedoria. </li></ul><ul><li>Um Forte abraço. </li></ul><ul><li>ESTUDEM </li></ul>

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