TÉCNICO EM DIAGNÓSTICO
TOYOTA
TOYOTA
SISTEMA DE CONTROLE EM
MOTOR DIESEL
2007
© 2007 TOYOTA MOTOR CORPORATION
Todos os direitos reservados. Esta publicação não
poderá ser reproduzida ou copiada, em to...
Página
Tipo SPV Convencional ...................................................................27
Tipo SPV com Atuação Di...
Página
Controle do Sistema .................................................................................51
Descrição ....
Página
Diagnóstico ..........................................................................................88
Funções de...
Instrução Técnica para Especialização Automotiva
PARTE GERAL
Apostilas Índice da Apostila
– 1 –
A ECU detecta as condições
operacionais do motor conforme
os sinais do vários sensores.
Usando estas informações, a
...
– 2 –
EFI-diesel
Volume de injeção: SPV (Controle da ECU)
Ponto de injeção: TCV (Controle da ECU)
A/C...Ar Condicionado
EC...
– 3 –
Existem dois tipos de EFI-diesel:
Tipos de EFI-diesel
TIPOS DE EFI-DIESEL
1. EFI-diesel Convencional
O volume de inj...
– 4 –
EFI-diesel convencional
EFI-diesel tipo distribuidor comum de combustível (Common rail)
5L-E
(Bomba tipo êmbolo axia...
– 5 –
Configuração do sistema convencional
1.Sensores
2.Atuadores
3.ECU e Outros
Configuração do Sistema EFI-diesel
EFI-DI...
– 6 –
1.Sensores
(1) Sensor de posição do pedal do acelerador
Detecta o ângulo de abertura do acelerador e a
condição na m...
– 7 –
4.Fluxo de combustível e sinais no sistema EFI-
diesel convencional
(1) Fluxo de combustível
A bomba de alimentação ...
– 8 –
Configuração do Sistema EFI-diesel Tipo
EFI-DIESEL TIPO DISTRIBUIDOR
Distribuidor Comum de Combustível
COMUM DE COMB...
– 9 –
(9) Sensor de temperatura do combustível
Detecta a temperatura do combustível.
(8) Sensor de pressão do combustível
...
– 10 –
3.ECU e Outros Componentes
(1) ECU (Unidade eletrônica de controle)
Determina as condições operacionais conforme os...
– 11 –
Itens Básicos de Controle
ITENS BÁSICOS DE CONTROLE
As funções controladas pela ECU no sistema EFI-diesel convencio...
– 12 –
Tabela de Sintomas de Problemas
RECOMENDAÇÃO DE SERVIÇO
(para EFI-diesel convencional)
Quando o código de falhas nã...
– 13 –
Marcha-lenta inicial incorreta
Área suspeita:
Filtro de combustível
ECU do motor
Bomba injetora
Rotação na marcha-l...
– 14 –
Vibração no motor frio
Área suspeita:
Bico injetor
Circuito da alimentação da ECU
Circuito de controle do aquecedor...
– 15 –
Tabela de Sintomas de Problemas
(para EFI-diesel tipo distribuidor comum)
Quando o código de falhas não for confirm...
– 16 –
Outros (Motor morre)
Área suspeita:
Circuito da alimentação da ECU
Injetor
ECU do motor
Bomba injetora
Sensor de pr...
– 17 –
Marcha-lenta irregular
Área suspeita:
Injetor
Linha de combustível (Sangria do ar)
Controle do circuito da EGR
Pres...
– 18 –
Detonação (Má dirigibilidade)
Área suspeita:
Injetor
Controle do circuito da EGR
ECU do motor
Bomba injetora
Sensor...
– 19 –
Igualmente, no sistema EFI-diesel tipo distribuidor
comum, alinhe as marcas de correspondência da polia
segundo o m...
– 20 –
Marca de Correspondência 3
Inspeção de Vazamento no Tubo do
Bico Injetor
Execute a verificação de vazamentos após r...
Instrução Técnica para Especialização Automotiva
EFI-DIESEL
CONVENCIONAL
Apostilas Índice da Apostila
– 21 –
Sistema de Combustível
DESCRIÇÃO
EFI-DIESEL CONVENCIONAL
EFI-diesel Convencional
No sistema EFI-diesel convencional...
– 22 –
Construção interna da bomba tipo êmbolo
axial
Construção interna da bomba tipo êmbolo
radial
Bomba Tipo Êmbolo Axia...
– 23 –
A bomba consiste de:
Construção da Parte Bombeadora da
BOMBA
Bomba Tipo Êmbolo Axial
Anel de rolete
Roletes
Apostil...
– 24 –
Placa de cames
Êmbolo
Operação da Parte Bombeadora da
Bomba Tipo Êmbolo Axial
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 25 –
Construção da Parte Bombeadora da
Bomba Tipo Êmbolo Radial
A bomba consiste de:
Anel de cames
4 roletes
Apostilas Í...
– 26 –
4 êmbolos
REFERÊNCIA:
Bomba para Tipo com 6 Cilindros
Operação da Parte Bombeadora da
Bomba Tipo Êmbolo Radial
Apos...
– 27 –
Descrição de SPV
VOLUME DE INJEÇÃO
Existem dois tipos de SPV (Válvula de controle de
descarga) que controlam o volu...
– 28 –
Tipo SPV com Atuação Direta
1.Construção
Comparado ao SPV convencional, o tipo SPV de ação
direta que é montada na ...
– 29 –
Operação da Bomba e SPV
Existem dois tipos de êmbolos:
Bomba tipo êmbolo axial
Bomba tipo êmbolo radial
Operação
Ci...
– 30 –
Bomba Tipo Êmbolo Radial e SPV
Operação
Ciclo de admissão
SPV abre.
Roletes e êmbolos expandem para fora, aspirando...
– 31 –
A construção da válvula de controle de ponto está
ilustrada à esquerda.
Construção da TCV
PONTO DE INJEÇÃO
(Válvula...
– 32 –
Operação de Temporizador de Bomba
Tipo Êmbolo Radial
A válvula TCV é controlada pela razão (razão do ciclo
de carga...
– 33 –
Instalação da Bomba Injetora
RECOMENDAÇÃO DE SERVIÇO
Instale a bomba injetora alinhando a marca de
correspondência ...
– 34 –
Inspeção da TCV
Inspecione a bobina TCV removendo o conector e
medindo a resistência entre os terminais da TCV.
Ins...
Instrução Técnica para Especialização Automotiva
EFI-DIESEL TIPO
DISTRIBUIDOR COMUM
DE COMBUSTÍVEL
Apostilas Índice da Apo...
– 35 –
Configuração do Sistema da
EFI-DIESEL DISTRIBUIDOR COMUM
DESCRIÇÃO
1.Descrição
O combustível que foi aspirado da bo...
– 36 –
Ilustração da Bomba de Alta Pressão
BOMBA DE ALTA PRESSÃO
1.Designação dos componentes
2.Motor 2KD-FTV e 1ND-TV
Con...
– 37 –
Fluxo de Combustível da Bomba de
Alta Pressão
O combustível na bomba de alimentação flui na
seqüência abaixo:
Bomba...
– 38 –
Motor 2KD-FTV
Para o fluxo de combustível da
bomba de alta pressão, que é
usada no motor 2KD-FTV, o
êmbolo B aspira...
– 39 –
Geração de Pressão do Combustível na
Bomba de Alta Pressão
Os dois conjuntos de êmbolos opostos são acionados
pelo ...
– 40 –
REFERÊNCIA:
Controle SCV da Bomba de Alta Pressão
A SCV funciona sob o controle da ECU.
Ao mesmo tempo, o controle ...
– 41 –
Construção de Distribuidor Comum
DISTRIBUIDOR COMUM
(Commom-rail)
O distribuidor comum armazena o combustível sob a...
– 42 –
REFERÊNCIA:
Operação do Limitador de Pressão
O limitador de pressão é acionado mecanicamente para
liberar a pressão...
– 43 –
1. Pressão objetivo do
combustível (distribuidor
comum ou pressão de injeção)
RECOMENDAÇÃO:
A aparência do regulado...
– 44 –
Motor 1ND-TV
O regulador de pressão
recebe o sinal da ECU do
motor e ajusta a pressão
do combustível no interior do...
– 45 –
Descrição do Injetor
INJETOR
Os sinais da ECU são amplificados pela EDU para
acionar o injetor. A alta voltagem é u...
– 46 –
Existem 25 tipos de injetores conforme indicado abaixo, cada um inclui um resistor de correção diferente.
Na substi...
– 47 –
Precauções Quanto à Remoção e
RECOMENDAÇÃO DE SERVIÇO
Reinstalação de Componentes
O sistema do distribuidor comum c...
– 48 –
Condições das Conexões de Tubo
O sistema EFI-diesel tipo distribuidor comum mantém
combustível altamente pressuriza...
– 49 –
Distribuidor Comum
O distribuidor comum, limitador de pressão, e sensor de
pressão do combustível não podem ser reu...
– 50 –
ANOTAÇÕES
............................................................................................................
Instrução Técnica para Especialização Automotiva
CONTROLE DO
SISTEMA
Apostilas Índice da Apostila
– 51 –
Diagrama do Sistema de
CONTROLE DO SISTEMA
DESCRIÇÃO
Controle Eletrônico
Os sistemas eletrônicos de
controle aprese...
– 52 –
Tipo de motor:
5L-E (Bomba tipo êmbolo axial)
Diagrama do Sistema de
Controle Eletrônico
Apostilas Índice da Aposti...
– 53 –
1KZ-TE (Bomba tipo êmbolo axial)
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 54 –
1HD-FTE (Bomba tipo êmbolo radial)
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 55 –
15B-FTE (Bomba tipo êmbolo radial)
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 56 –
1CD-FTV (Tipo distribuidor comum)
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 57 –
1KD-FTV (Tipo distribuidor comum)
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 58 –
2KD-FTV (Tipo distribuidor comum)
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 59 –
1ND-TV (Tipo distribuidor comum)
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 60 –
Sobre a EDU
EDU
A EDU é um dispositivo gerador
de alta voltagem. Montado entre
a ECU e um atuador, a EDU
amplifica ...
– 61 –
Posição de Montagem de Sensores
SENSOR
1.Motor 1KZ-TE
Sensor de rotação
Sensor de temperatura do combustível
Sensor...
– 62 –
4.Motor 1KD-FTV
Sensor de temperatura do combustível
Sensor de pressão do combustível
Medidor de fluxo de ar/sensor...
– 63 –
Construção e Operação
de Sensores
O sensor que transmite o sinal
para a ECU do motor está
detalhado no diagrama à
e...
– 64 –
O outro é o sensor de posição da
borboleta de EGR, que está
montado no venturi e utiliza um
resistor variável.
Sens...
– 65 –
O motor 1CD-FTV EFI com distribuidor comum utiliza o
sensor de posição da árvore de manivelas para detectar
a rotaç...
– 66 –
Sensor de Posição da Árvore de
Comando
O sensor de posição da árvore de comando é usado em
alguns motores (1CD-FTV)...
– 67 –
REFERÊNCIA:
Sensor de Pressão do Turbo
A VSV funciona conforme os
sinais da ECU e é conectada entre o
sensor de pre...
– 68 –
Cada tipo de sensor de
temperatura integra um termistor
cuja resistência varia conforme
com a temperatura e as
cara...
– 69 –
Descrição
Funções Controladas pela ECU
FUNÇÕES
Determinação do volume de
injeção e do ponto de injeção
de um motor ...
– 70 –
Controle de volume de injeção
Controle de ponto de injeção
Apostilas Índice da Apostila Seção
– 71 –
Determinação do volume de
injeção e do ponto de injeção
no motor EFI-diesel tipo
distribuidor comum
Controle de vol...
– 72 –
Controle de ponto de injeção
ANOTAÇÕES
...............................................................................
– 73 –
A ECU desempenha as três funções para determinar o
volume de injeção:
1.Cálculo do volume básico de injeção
2.Cálcu...
– 74 –
Correção da pressão do ar da
admissão
O volume de injeção é corrigido
conforme a pressão do ar da
admissão (volume)...
– 75 –
Cálculo do volume máximo de
injeção
A ECU compara o volume básico
calculado de injeção e o volume
máximo de injeção...
Toyota   técnico em diagnóstico toyota 2007
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  1. 1. TÉCNICO EM DIAGNÓSTICO TOYOTA TOYOTA SISTEMA DE CONTROLE EM MOTOR DIESEL 2007
  2. 2. © 2007 TOYOTA MOTOR CORPORATION Todos os direitos reservados. Esta publicação não poderá ser reproduzida ou copiada, em todo ou em parte sem a permissão escrita daToyota do Brasil Ltda. ÍNDICE Página Sistema de Controle do Motor a Diesel Parte Geral O que é EFI-Diesel?...............................................................................1 O que é EFI-Diesel? ..........................................................................1 Tipos de EFI-Diesel................................................................................3 Tipos de EFI-Diesel ...........................................................................3 EFI-Diesel Convencional ........................................................................5 Configuração do Sistema EFI-Diesel Convencional ..........................5 EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustível ............................8 Configuração do Sistema EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustível..........................................8 Itens Básicos de Controle ....................................................................11 Itens Básicos de Controle ................................................................11 Recomendação de Serviço ..................................................................12 Tabela de Sintomas de Problemas (para EFI-Diesel Convencional) .......................................................12 Tabela de Sintomas de Problemas (para EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum) .....................................15 Instalação da Engrenagem de Sincronismo ....................................18 Instalação da Correia de Distribuição EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustível........................................19 Inspeção de Vazamento no Tubo do Bico Injetor .............................20 EFI-Diesel Convencional ..........................................................................21 Descrição .............................................................................................21 Sistema de Combustível EFI-Diesel Convencional ..........................21 Tipo de Bomba.................................................................................21 Bomba..................................................................................................23 Construção da Parte Bombeadora da Bomba Tipo Êmbolo Axial ...23 Operação da Parte Bombeadora da Bomba Tipo Êmbolo Axial ......24 Construção da Parte Bombeadora da Bomba Tipo Êmbolo Radial..........................................................................25 Operação da Parte Bombeadora da Bomba Tipo Êmbolo Radial....26 Volume de Injeção................................................................................27 Descrição de SPV ............................................................................27 Apostilas
  3. 3. Página Tipo SPV Convencional ...................................................................27 Tipo SPV com Atuação Direta .........................................................28 Operação da Bomba e SPV.............................................................29 Bomba Tipo Êmbolo Axial e SPV.....................................................29 Bomba Tipo Êmbolo Radial e SPV ..................................................30 Ajuste de Volume de Injeção............................................................30 Ponto de Injeção ..................................................................................31 Construção da TCV (Válvula de Controle de Ponto .........................31 Operação de Temporizador de Bomba Tipo Êmbolo Axial...............31 Operação de Temporizador de Bomba Tipo Êmbolo Radial ............32 Recomendação de Serviço ..................................................................33 Instalação da Bomba Injetora ..........................................................33 Inspeção da SPV .............................................................................33 Inspeção da TCV .............................................................................34 EFI-Diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustível ..............................35 Descrição .............................................................................................35 Configuração do Sistema da Bomba de Alimentação......................35 Bomba de Alimentação ........................................................................36 Ilustração da Bomba de Alimentação ..............................................36 Construção Interna da Bomba de Alimentação ...............................36 Fluxo de Combustível da Bomba de Alimentação ...........................37 Geração de Pressão do Combustível na Bomba de Alimentação ....................................................................39 Regulagem da Pressão do Combustível através da Bomba de Alimentação ....................................................................39 Distribuidor Comum .............................................................................41 Construção de Distribuidor Comum (Common-Rail)........................41 Injetor ...................................................................................................45 Descrição do Injetor .........................................................................45 Construção do Injetor.......................................................................45 Resistor de Correção de Injetor .......................................................45 Operações do Injetor .......................................................................46 Recomendação de Serviço ..................................................................47 Precauções quanto à Remoção e Reinstalação de Componentes ........................................................47 Instalação do Tubo Injetor ................................................................47 Inspeção de Vazamento do Combustível .........................................48 Inspeção da SCV .............................................................................48 Distribuidor Comum .........................................................................49 Instalação do Injetor.........................................................................49 Procedimento de Teste de Balanço de Potência.............................49 Apostilas
  4. 4. Página Controle do Sistema .................................................................................51 Descrição .............................................................................................51 Diagrama do Sistema de Controle Eletrônico EFI-Diesel ................51 Descrição da ECU ...........................................................................51 Diagrama do Sistema de Controle Eletrônico ..................................52 EDU .....................................................................................................60 Sobre a EDU ....................................................................................60 Sensor..................................................................................................61 Posição de Montagem de Sensores ................................................61 Construção e Operação de Sensores..............................................63 Sensor do Acelerador ......................................................................63 Sensor de Rotação do Motor ...........................................................64 Sensor de Posição da Árvore de Manivelas ....................................65 Sensor de Posição da Árvore de Comando .....................................66 Sensor de Pressão do Turbo............................................................66 Temperatura da Água/ Temperatura do Ar da Admissão/ Sensor de Temperatura do Combustível ..........................................67 Sensor de Pressão do Combustível.................................................68 Medidor de Fluxo de Ar....................................................................68 Funções ...............................................................................................69 Funções Controladas pela ECU ......................................................69 Determinação do Volume de Injeção ...................................................73 Determinação do Volume de Injeção ...............................................73 Determinação do Ponto de Injeção ......................................................76 Determinação do Ponto de Injeção..................................................76 Controle na Partida ..............................................................................80 Controle do Volume de Injeção durante a Partida............................80 Controle da Taxa de Injeção.................................................................81 Injeção Seccionada..........................................................................81 Injeção Piloto ...................................................................................81 Controle de Rotação na Marcha-Lenta ................................................82 Controle de Rotação na Marcha-Lenta ............................................82 Controle de Redução de Vibrações na Marcha-Lenta .........................83 Controle de Redução de Vibrações na Marcha-Lenta .....................83 Outros Tipos de Controle .....................................................................84 Outros Tipos de Controle .................................................................84 Controle da Pressão do Combustível...................................................86 Determinação da Pressão de Combustível no Distribuidor Comum (Common-Rail) ................................................86 Tabela de Volume e Ponto de Injeção ..................................................87 Tabela de Volume e Ponto de Injeção ..............................................87 Apostilas
  5. 5. Página Diagnóstico ..........................................................................................88 Funções de Diagnóstico ..................................................................88 Apresentação de DTC (Código de Falha) ........................................88 Teste Ativo............................................................................................90 Teste Ativo .......................................................................................90 Recomendação de Serviço ..................................................................91 Leitura de DTC (Código de Falha) ...................................................91 Inspeção Usando Dispositivo de Teste de Circuitos ........................91 Inspeção Usando Dispositivo Portátil de Teste ................................92 Outros Dispositivos ..................................................................................93 Aceleração Diesel ................................................................................93 Descrição (1CD-FTV/15B-FTE) .......................................................93 Obturador da Admissão .......................................................................95 Descrição e Operação do Obturador da Admissão .........................95 EGR (Recirculação dos Gases do Escapamento) ...............................96 Sistema EGR (Recirculação dos Gases do Escapamento) .............96 Válvula Reguladora de Vácuo..........................................................96 Válvula EGR ....................................................................................96 Operação do Sistema EGR .............................................................97 Recomendação de Serviço ..................................................................98 Inspeção do Obturador da Admissão ..............................................98 Inspeção da Aceleração Diesel .......................................................98 Apostilas
  6. 6. Instrução Técnica para Especialização Automotiva PARTE GERAL Apostilas Índice da Apostila
  7. 7. – 1 – A ECU detecta as condições operacionais do motor conforme os sinais do vários sensores. Usando estas informações, a ECU controla eletronicamente o volume de injeção de combustível e o ponto de injeção para atingir o nível ideal acionando os atuadores. O que é EFI Diesel? O QUE É EFI DIESEL? O sistema EFI diesel controla eletronicamente o volume de injeção de combustível e o ponto de injeção para atingir o nível ideal. Isto resulta em: 1.Alta potência do motor 2.Baixo consumo de combustível 3.Nível baixo de emissões de poluentes 4.Nível baixo de ruídos 5.Descarga baixa de fumaça branca e preta 6.Melhor capacidade de partida Diesel (Tipo mecânico) Volume de injeção: Governador (Mecânico) Ponto de injeção: Temporizador Apostilas Índice da Apostila Seção
  8. 8. – 2 – EFI-diesel Volume de injeção: SPV (Controle da ECU) Ponto de injeção: TCV (Controle da ECU) A/C...Ar Condicionado ECT...Transmissão Controlada Eletronicamente ECU...Unidade Eletrônica de Controle EDU...Unidade Eletrônica do Atuador EFI...Injeção Eletrônica de Combustível E/G...Motor EGR...Sistema de Recirculação dos Gases do Escapamento ISC...Controle de Rotação na Marcha-lenta SCV...Válvula de Controle de Sucção SPV...Válvula de Controle de Descarga TCV...Válvula de Controle de Ponto TDC...Ponto Morto Superior ←→ Ponto Morto Inferior VRV...Válvula Reguladora de Vácuo VSV...Válvula Comutadora de Vácuo REFERÊNCIA: Lista de Abreviações Apostilas Índice da Apostila Seção
  9. 9. – 3 – Existem dois tipos de EFI-diesel: Tipos de EFI-diesel TIPOS DE EFI-DIESEL 1. EFI-diesel Convencional O volume de injeção de combustível e o ponto são controlados eletronicamente. O mecanismo de controle usado nos processos de bombeamento, distribuição, injeção é conforme o mecanismo usado no sistema diesel mecânico. Controle do volume de injeção: SPV Controle do ponto de injeção: TCV Bomba Tipo Êmbolo Axial* Bomba Tipo Êmbolo Radial* *Como no tipo com bomba tipo mecânica existem dois tipos de bombas, designadas conforme o formato da parte de bombeamento. 2. EFI-diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustível (Common Rail) Ao invés da própria bomba distribuir o combustível para os cilindros, o combustível é armazenado no distribuidor à pressão necessária para a injeção. Como no sistema EFI de um Motor a Gasolina, os injetores abrem e fecham conforme os sinais de injeção recebidos da ECU para realizar a injeção ideal de combustível. Controle do volume de injeção: Duração da abertura do injetor Controle do ponto de injeção: Ponto de início do injetor Apostilas Índice da Apostila Seção
  10. 10. – 4 – EFI-diesel convencional EFI-diesel tipo distribuidor comum de combustível (Common rail) 5L-E (Bomba tipo êmbolo axial) 1KZ-TE E/G (Bomba tipo êmbolo axial) 1HD-FTE E/G (Bomba tipo êmbolo radial) 15B-FTE E/G (Bomba tipo êmbolo radial) 1CD-FTV E/G 1KD-FTV E/G 2KD-FTV E/G 1ND-TV E/G REFERÊNCIA: Principais Tipos de Motor com EFI-diesel ANOTAÇÕES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas Índice da Apostila Seção
  11. 11. – 5 – Configuração do sistema convencional 1.Sensores 2.Atuadores 3.ECU e Outros Configuração do Sistema EFI-diesel EFI-DIESEL CONVENCIONAL Convencional REFERÊNCIA: Disposição de Componentes (1HD-FTE E/G) Apostilas Índice da Apostila Seção
  12. 12. – 6 – 1.Sensores (1) Sensor de posição do pedal do acelerador Detecta o ângulo de abertura do acelerador e a condição na marcha-lenta. (2) Sensor de temperatura do ar da admissão Detecta a temperatura do ar da admissão. (3) Sensor de pressão turbo Detecta a pressão no coletor de admissão. (4) Sensor de temperatura da água Detecta a temperatura da água. (5) Sensor de posição da árvore de manivelas Detecta a posição de referência do ângulo da árvore de manivelas. (6) Sensor de velocidade Montado no came do rotor da bomba, este sensor detecta a rotação do motor e o ângulo do came da bomba. (7) Sensor de temperatura do combustível Detecta a temperatura do combustível. 2.Atuadores (1) Válvula EGR (Válvula de Recirculação dos Gases do Escapamento) Controla o volume do fluxo de entrada dos gases EGR. (2) SPV (Válvula de Controle de Descarga) Controla o volume de injeção de combustível. (3) TCV (Válvula de Controle de Ponto) Controla o ponto de injeção do combustível. 3.ECU e Outros Componentes (1) ECU (Unidade eletrônica de controle) Determina as condições operacionais conforme os sinais do vários sensores e transmite sinais ideais para o controle do motor. (2) EDU (somente bomba com êmbolo radial) Amplifica os sinais da ECU e aciona a SPV. (3) Bomba Bombeia e distribui o combustível. (4) Filtro de combustível e sedimentador Remove as partículas estranhas e a água do combustível. (5) Bico injetor Injeta o combustível que é bombeado pela bomba. Apostilas Índice da Apostila Seção
  13. 13. – 7 – 4.Fluxo de combustível e sinais no sistema EFI- diesel convencional (1) Fluxo de combustível A bomba de alimentação dentro da bomba aspira o combustível do tanque de combustível para a bomba. O combustível é pressurizado pela bomba e distribuído ao bico injetor em cada cilindro. A pressão do combustível faz abrir o bico injetor para injetar o combustível para o interior do cilindro. RECOMENDAÇÃO: O circuito de retorno de combustível do bico injetor ou da bomba injetora não está ilustrado à esquerda, mas o circuito de retorno de combustível é conectado ao sistema de combustível real. (2) Fluxo de sinal A ECU recebe os sinais dos vários sensores para determinar as condições operacionais do motor. A seguir, a ECU transmite sinais para controlar SPV e TCV na bomba para que seja obtido o volume e ponto ideal de injeção de combustível. ANOTAÇÕES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas Índice da Apostila Seção
  14. 14. – 8 – Configuração do Sistema EFI-diesel Tipo EFI-DIESEL TIPO DISTRIBUIDOR Distribuidor Comum de Combustível COMUM DE COMBUSTÍVEL Configuração do sistema EFI-diesel tipo distribuidor comum de combustível 1.Sensores 2.Atuadores 3.ECU outros componentes REFERÊNCIA: Disposição de Componentes (1CD-FTV E/G) Apostilas Índice da Apostila Seção
  15. 15. – 9 – (9) Sensor de temperatura do combustível Detecta a temperatura do combustível. (8) Sensor de pressão do combustível Detecta a pressão do combustível no distribuidor comum de combustível. (7) Sensor de posição da árvore de manivelas Detecta o ângulo de rotação da árvore de manivelas. (6) Sensor de temperatura da água Detecta a temperatura do fluido de arrefecimento. (5) Sensor de pressão turbo Detecta a pressão no coletor de admissão. (4) Sensor de temperatura do ar da admissão Detecta a temperatura do ar da admissão. (3) Sensor de posição da árvore de comando Identifica o cilindro Nº1 em PMS. (2) Sensor de posição do pedal do acelerador Detecta o ângulo de abertura do acelerador e condições da marcha-lenta. 1.Sensor (1) Medidor de fluxo de ar Detecta o volume de ar da admissão. 2.Atuadores (1) Injetor Injeta o combustível conforme os sinais. (2) Válvula EGR (Válvula de Recirculação dos Gases do Escapamento) Abre e fecha conforme os sinais da ECU para recircular os gases do escapamento para reduzir a quantidade de emissões. (3) SCV (Válvula de Controle de Sucção) Montado na bomba de alimentação, a SCV regula o volume de combustível que é aspirado dentro da bomba de alimentação. Apostilas Índice da Apostila Seção
  16. 16. – 10 – 3.ECU e Outros Componentes (1) ECU (Unidade eletrônica de controle) Determina as condições operacionais conforme os sinais do vários sensores para transmitir o motor os sinais ideais de controle do motor. (2) EDU Amplifica os sinais da ECU para ativação dos injetores. (3) Distribuidor comum de combustível Armazena o combustível que foi comprimido pela bomba de alimentação para a injeção. (4) Bomba de alimentação Aumenta a pressão do combustível exigido para a injeção e fornece o combustível para o distribuidor comum de combustível. (5) Filtro de combustível e sedimentador Remove as partículas estranhas e água do combustível. 4.Fluxo de combustível e sinais no sistema EFI- diesel tipo distribuidor comum de combustível (Common rail) (1) Fluxo de combustível e sinal no distribuidor comum de combustível A bomba alimentadora interna na bomba de alimentação aspira o combustível do tanque de combustível. O combustível que foi pressurizado pela bomba de alimentação para atingir a pressão de injeção correta é fornecido ao distribuidor de combustível comum onde é armazenada. O combustível armazenado é distribuído aos injetores dos cilindros através dos tubos de combustível e quando os injetores são atuados, o combustível é injetado. RECOMENDAÇÃO: O circuito de retorno de combustível do injetor, bomba de alimentação ou distribuidor comum não está ilustrado à esquerda, mas o circuito de retorno de combustível está conectado no sistema de combustível. (2) Fluxo de sinal A ECU recolhe informações dos sensores e transmite sinais para a SCV para atingir a pressão objetivo do combustível. Adicionalmente, o sinal de pressão do distribuidor comum retorna à ECU. A ECU envia sinais à EDU para acionar os injetores, a EDU aplica a voltagem aumentada aos injetores, e os injetores injetam o combustível. Apostilas Índice da Apostila Seção
  17. 17. – 11 – Itens Básicos de Controle ITENS BÁSICOS DE CONTROLE As funções controladas pela ECU no sistema EFI-diesel convencional e EFI-diesel tipo distribuidor comum de combustível: Apostilas Índice da Apostila Seção
  18. 18. – 12 – Tabela de Sintomas de Problemas RECOMENDAÇÃO DE SERVIÇO (para EFI-diesel convencional) Quando o código de falhas não for confirmado na inspeção de DTC e ainda não for possível confirmar o problema através da inspeção básica, execute o diagnóstico conforme a seqüência numérica abaixo. Sintoma Não gira (Partida difícil) Área suspeita:: Motor de partida Relé do motor de partida Circuito do interruptor de partida em neutro (A/T) Partida difícil com o motor frio Área suspeita: Circuito de controle das velas de pré-aquecimento Circuito do sinal STA Bico injetor Filtro de combustível ECU do motor Bomba injetora Partida difícil no motor aquecido Área suspeita: Circuito do sinal STA Bico injetor Filtro de combustível Pressão de compressão ECU do motor Bomba injetora Motor morre após a partida Área suspeita: Filtro de combustível Circuito da alimentação da ECU ECU do motor Bomba injetora Outros (Motor morre) Área suspeita: Circuito da alimentação elétrica da ECU Circuito do relé da válvula de descarga ECU do motor Bomba injetora Apostilas Índice da Apostila Seção
  19. 19. – 13 – Marcha-lenta inicial incorreta Área suspeita: Filtro de combustível ECU do motor Bomba injetora Rotação na marcha-lenta alta do motor Área suspeita: Circuito do sinal do A/C Circuito do sinal STA ECU do motor Bomba injetora Rotação na marcha-lenta baixa do motor Área suspeita: Circuito do sinal do A/C Bico injetor Circuito de controle da EGR Pressão de compressão Folga da válvula Linha de combustível (Sangria de ar) ECU do motor Bomba injetora Marcha-lenta irregular Área suspeita: Bico injetor Linha de combustível (Sangria de ar) Circuito de controle do aquecedor da admissão Controle do circuito da EGR Pressão de compressão Folga da válvula ECU do motor Bomba injetora Vibração no motor aquecido Área suspeita: Bico injetor Circuito da alimentação da ECU Pressão de compressão Linha de combustível (Sangria do ar) Folga da válvula ECU do motor Bomba injetora Apostilas Índice da Apostila Seção
  20. 20. – 14 – Vibração no motor frio Área suspeita: Bico injetor Circuito da alimentação da ECU Circuito de controle do aquecedor da admissão Pressão de compressão Linha de combustível (Sangria do ar) Folga da válvula ECU do motor Bomba injetora Hesitação/Aceleração fraca (Má dirigibilidade) Área suspeita: Bico injetor Filtro de combustível Controle do circuito da EGR Pressão de compressão ECU do motor Bomba injetora Detonação (Má dirigibilidade) Área suspeita: Bico injetor Controle do circuito da EGR ECU do motor Fumaça preta (Má dirigibilidade) Área suspeita: Bico injetor Controle do circuito da EGR ECU do motor Bomba injetora Fumaça branca (Má dirigibilidade) Área suspeita: Controle do circuito da EGR Circuito de controle do aquecedor da admissão Bico injetor Filtro de combustível ECU do motor Bomba injetora Oscilação/Vibração (Má dirigibilidade) Área suspeita: Bico injetor ECU do motor Bomba injetora Apostilas Índice da Apostila Seção
  21. 21. – 15 – Tabela de Sintomas de Problemas (para EFI-diesel tipo distribuidor comum) Quando o código de falhas não for confirmado na inspeção de DTC e ainda não for possível confirmar o problema através da inspeção básica, passe a esta etapa e execute o diagnóstico conforme a seqüência numérica abaixo. Sintoma Não gira (Partida difícil) Área suspeita: Motor de partida Relé do motor de partida Sensor de temperatura da água Partida difícil no motor frio Área suspeita: Circuito do sinal STA Injetor Filtro de combustível ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Partida difícil no motor aquecido Área suspeita: Circuito do sinal STA Injetor Filtro de combustível Pressão de compressão ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Motor morre após a partida Área suspeita: Filtro de combustível Injetor Circuito da alimentação da ECU ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Apostilas Índice da Apostila Seção
  22. 22. – 16 – Outros (Motor morre) Área suspeita: Circuito da alimentação da ECU Injetor ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Marcha-lenta inicial incorreta Área suspeita: Filtro de combustível Injetor ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Rotação na marcha-lenta alta do motor Área suspeita: Circuito do sinal do A/C Injetor Circuito do sinal STA ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Rotação na marcha-lenta baixa do motor Área suspeita: Circuito do sinal do A/C Injetor Controle do circuito da EGR Pressão de compressão Folga da válvula Linha de combustível (Sangria do ar) ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Apostilas Índice da Apostila Seção
  23. 23. – 17 – Marcha-lenta irregular Área suspeita: Injetor Linha de combustível (Sangria do ar) Controle do circuito da EGR Pressão de compressão Folga da válvula ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Vibração no motor aquecido Área suspeita: Injetor Circuito da alimentação elétrica da ECU Pressão de compressão Linha de combustível (Sangria do ar) Folga da válvula ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Vibração no motor frio Área suspeita: Injetor Circuito da alimentação elétrica da ECU Pressão de compressão Linha de combustível (Sangria do ar) Folga da válvula ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Hesitação/Aceleração fraca (Má dirigibilidade) Área suspeita: Injetor Filtro de combustível Controle do circuito da EGR Pressão de compressão ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Obturador da admissão Apostilas Índice da Apostila Seção
  24. 24. – 18 – Detonação (Má dirigibilidade) Área suspeita: Injetor Controle do circuito da EGR ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Fumaça preta (Má dirigibilidade) Área suspeita: Injetor Controle do circuito da EGR ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Aceleração diesel Fumaça branca (Má dirigibilidade) Área suspeita: Controle do circuito da EGR Injetor Filtro de combustível ECU do motor Bomba de alimentação Sensor de pressão do combustível Aceleração diesel Oscilação/Vibração (Má dirigibilidade) Área suspeita: Injetor ECU do motor Bomba injetora Sensor de pressão do combustível Instalação da Engrenagem de Sincronismo Reinstale a bomba injetora alinhando as marcas na engrenagem de sincronismo da árvore de manivelas, engrenagem intermediária, e engrenagem de acionamento da bomba para ajustar a sincronia da bomba e do motor. Apostilas Índice da Apostila Seção
  25. 25. – 19 – Igualmente, no sistema EFI-diesel tipo distribuidor comum, alinhe as marcas de correspondência da polia segundo o mesmo procedimento. A SCV e o êmbolo na bomba podem ser sincronizados alinhando as posições da polia da bomba. Instalação da Correia da Distribuição EFI-diesel Tipo Distribuidor Comum de Combustível Marca de Correspondência 1 Marca de Correspondência 2 Apostilas Índice da Apostila Seção
  26. 26. – 20 – Marca de Correspondência 3 Inspeção de Vazamento no Tubo do Bico Injetor Execute a verificação de vazamentos após reinstalar o tubo de retorno do bico. Após instalar o tubo de retorno do bico no cabeçote do motor (em alguns modelos), fixe o medidor de pressão (SST) ao tubo, pressurize-o e certifique-se de que não haja vazamentos. ANOTAÇÕES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas Índice da Apostila Seção
  27. 27. Instrução Técnica para Especialização Automotiva EFI-DIESEL CONVENCIONAL Apostilas Índice da Apostila
  28. 28. – 21 – Sistema de Combustível DESCRIÇÃO EFI-DIESEL CONVENCIONAL EFI-diesel Convencional No sistema EFI-diesel convencional, o controle do ponto e volume de injeção é efetuado eletronicamente. O dispositivo que gera a pressão do combustível é a mesma bomba usada em um motor diesel comum. RECOMENDAÇÃO: O circuito de retorno de combustível do bico injetor, bomba injetora ou distribuidor comum não está ilustrado à esquerda, mas o circuito de retorno de combustível está conectado no sistema de combustível. O combustível aspirado pela bomba injetora circula do tanque de combustível para o filtro de combustível, e é introduzido na bomba onde é pressurizado e a seguir bombeado pelo êmbolo para dentro da bomba injetora. Este processo é igual a uma bomba diesel comum. O combustível na câmara da bomba é pressurizado pela bomba alimentadora para que esteja entre 1,5 e 2,0 MPa. Além disso, conforme os sinais da ECU, a SPV controla o volume de injeção (duração da injeção) e a TCV controla o ponto de injeção do combustível (ponto do início da injeção). RECOMENDAÇÃO: O circuito de retorno de combustível do bico injetor, ou bomba injetora não está ilustrado à esquerda, mas o circuito de retorno de combustível está conectado no sistema de combustível. Filtro de combustível, SPV (controle do volume de injeção) (Controle do ponto de injeção) Bico injetor Tanque de TCV Combustível sedimentador O sistema EFI-diesel convencional utiliza um dos dois tipos de bomba de distribuição: bomba tipo êmbolo axial, e bomba tipo êmbolo radial com pressão mais alta de injeção. Tipo de Bomba Apostilas Índice da Apostila Seção
  29. 29. – 22 – Construção interna da bomba tipo êmbolo axial Construção interna da bomba tipo êmbolo radial Bomba Tipo Êmbolo Axial (usada no modelo 5L-E 1KZ-TE, etc.) Approximadamente 80 MPa máx. Bomba Tipo Êmbolo Radial (usada nos motores com injeção direta como 1HD-FTE, 15B-FTE, etc.) Approximadamente 130 MPa máx. Pressão de Injeção em Cada Tipo de Bomba REFERÊNCIA Apostilas Índice da Apostila Seção
  30. 30. – 23 – A bomba consiste de: Construção da Parte Bombeadora da BOMBA Bomba Tipo Êmbolo Axial Anel de rolete Roletes Apostilas Índice da Apostila Seção
  31. 31. – 24 – Placa de cames Êmbolo Operação da Parte Bombeadora da Bomba Tipo Êmbolo Axial Apostilas Índice da Apostila Seção
  32. 32. – 25 – Construção da Parte Bombeadora da Bomba Tipo Êmbolo Radial A bomba consiste de: Anel de cames 4 roletes Apostilas Índice da Apostila Seção
  33. 33. – 26 – 4 êmbolos REFERÊNCIA: Bomba para Tipo com 6 Cilindros Operação da Parte Bombeadora da Bomba Tipo Êmbolo Radial Apostilas Índice da Apostila Seção
  34. 34. – 27 – Descrição de SPV VOLUME DE INJEÇÃO Existem dois tipos de SPV (Válvula de controle de descarga) que controlam o volume de injeção. Tipo convencional SPV (usada na bomba tipo êmbolo axial) Tipo SPV com atuação direta (usado na bomba tipo êmbolo radial em aplicações para alta pressão) Tipo SPV Convencional 1.Construção O tipo convencional SPV consiste de duas válvulas: válvula principal e válvula piloto. 2.Operação Em condição normal A válvula piloto do sistema SPV é normalmente fechada, quando a eletricidade flui na bobina. A pressão do combustível e a força de mola fazem a válvula principal fechar também a passagem "A" , uma vez que a pressão interna da válvula é maior do que a pressão externa na válvula. Quando o sinal da ECU do motor está desativado Quando o sinal da ECU é desativado causando interrupção na corrente aplicada à bobina, a válvula piloto move para cima por ação da mola piloto, e a passagem “B” abre. Quando a válvula piloto está aberta A seguir, a pressão aplicada acima da válvula principal diminui. Como resultado, a válvula principal sobe fazendo abrir a passagem “A”. Apostilas Índice da Apostila Seção
  35. 35. – 28 – Tipo SPV com Atuação Direta 1.Construção Comparado ao SPV convencional, o tipo SPV de ação direta que é montada na bomba com pressão de combustível mais alta, atinge altos níveis de resposta e características de descarga. Além disso, os sinais da ECU são amplificados pela EDU para acionar a válvula em alta voltagem de aproximadamente 150V no fechamento da válvula. A partir daí a válvula permanece fechada quando a voltagem é baixa. 2.Operação Em condição normal A válvula carretel é pressionada para baixo para fechar a passagem porque a bobina está energizada. Quando a corrente não flui na bobina Quando a corrente para a bobina é desativada, a pressão do combustível pressiona a válvula carretel para cima para abrir a passagem. Quando o tipo SPV de ação direta começa a funcionar, voltagem de aproximadamente 150V é aplicada à bobina. A partir daí o controle de ciclo de carga é feito em voltagem mais baixa. REFERÊNCIA: Voltagem de Partida da SPV de Ação Direta Apostilas Índice da Apostila Seção
  36. 36. – 29 – Operação da Bomba e SPV Existem dois tipos de êmbolos: Bomba tipo êmbolo axial Bomba tipo êmbolo radial Operação Ciclo de admissão SPV fecha. Êmbolo move para a esquerda. O combustível é aspirado para o interior da câmara. Injeção SPV fecha. O êmbolo move para a direita. A pressão do combustível aumenta e o combustível é bombeado. Injeção termina SPV abre. Devido ao alívio do combustível, a pressão diminui. Injeção termina. Quando as condições para o corte de combustível forem atendidas, a pressão não aumenta porque a SPV permanece constantemente aberta. Bomba Tipo Êmbolo Axial e SPV Apostilas Índice da Apostila Seção
  37. 37. – 30 – Bomba Tipo Êmbolo Radial e SPV Operação Ciclo de admissão SPV abre. Roletes e êmbolos expandem para fora, aspirando combustível para dentro da câmara. Pressão aumenta SPV fecha. Roletes e êmbolos contraem, causando aumento de pressão. Injeção SPV fecha. O rotor gira e conecta a abertura de bombeamento do rotor e a abertura de distribuição, permitindo o bombeamento de combustível. Injeção termina SPV abre. Devido ao alívio do combustível, a pressão diminui. Injeção termina. Quando as condições para o corte de combustível forem atendidas, a pressão não aumenta porque a SPV permanece constantemente aberta. Injeção O volume de injeção é ajustado através da operação da SPV conforme os sinais da ECU para variar o ponto de encerramento da injeção. Ajuste de Volume de Apostilas Índice da Apostila Seção
  38. 38. – 31 – A construção da válvula de controle de ponto está ilustrada à esquerda. Construção da TCV PONTO DE INJEÇÃO (Válvula de Controle de Ponto) A construção do temporizador está detalhada na ilustração à esquerda. A válvula TCV é controlada pela razão (razão do ciclo de carga) do período ON/OFF da corrente que é aplicada à bobina. A duração em que a válvula permanece aberta, com a corrente ON, controla a pressão do combustível no êmbolo do temporizador. Avanço Quando a duração do período que a válvula permanece aberta é pequena (a razão da corrente sendo aplicada está baixa), a quantidade de combustível derivada torna-se menor. Desta forma, o êmbolo do temporizador move para a esquerda para girar o anel de roletes no sentido do avanço do ponto. Retardo Quando a duração do período que a válvula permanece aberta é longa (a razão da corrente sendo aplicada está alta), a quantidade de combustível derivada torna- se maior. Desta forma, o êmbolo do temporizador move para a direita por ação da mola para girar o anel de roletes no sentido de retardo do ponto. Operação de Temporizador de Bomba Tipo Êmbolo Axial Apostilas Índice da Apostila Seção
  39. 39. – 32 – Operação de Temporizador de Bomba Tipo Êmbolo Radial A válvula TCV é controlada pela razão (razão do ciclo de carga) do período ON/OFF da corrente que é aplicada à bobina. A duração do período que a válvula permanece aberta, com a corrente ON, controla a pressão do combustível no êmbolo do temporizador. Avanço Quando o período que a válvula permanece aberta é pequeno (a razão da corrente sendo aplicada está baixa), a quantidade de combustível derivada torna-se menor. Desta forma, o êmbolo do temporizador move para a esquerda para girar o anel de roletes no sentido do avanço do ponto. Retardo Quando a o período que a válvula permanece aberta é longo (a razão da corrente sendo aplicada está alta), a quantidade de combustível derivada torna-se maior. Desta forma, o êmbolo do temporizador move para a direita por ação da mola para girar o anel de roletes no sentido de retardo do ponto. Apostilas Índice da Apostila Seção
  40. 40. – 33 – Instalação da Bomba Injetora RECOMENDAÇÃO DE SERVIÇO Instale a bomba injetora alinhando a marca de correspondência na bomba injetora e a marca de posição de referência no motor. Como a ECU reconhece o ponto de injeção e faz as correções apropriadas, não é necessário ajustar o ponto de injeção após a montagem, como na bomba mecânica diesel. Inspeção da SPV Inspecione a SPV removendo o conector e medindo a resistência entre os terminais da SPV. Apostilas Índice da Apostila Seção
  41. 41. – 34 – Inspeção da TCV Inspecione a bobina TCV removendo o conector e medindo a resistência entre os terminais da TCV. Inspecione a operação da TCV conectando os terminais positivo (+) e negativo (-) da bateria aos terminais da TCV e observando o ruído “click” do solenóide. ANOTAÇÕES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas Índice da Apostila Seção
  42. 42. Instrução Técnica para Especialização Automotiva EFI-DIESEL TIPO DISTRIBUIDOR COMUM DE COMBUSTÍVEL Apostilas Índice da Apostila
  43. 43. – 35 – Configuração do Sistema da EFI-DIESEL DISTRIBUIDOR COMUM DESCRIÇÃO 1.Descrição O combustível que foi aspirado da bomba alimentadora localizada dentro da bomba de alta pressão é pressurizado à pressão especificada. O êmbolo na bomba gera a pressão de injeção exigida. A pressão varia conforme a rotação do motor e as condições de carga , de 20 MPa na marcha-lenta, a 135 MPa em regime alto de carga, condições operacionais em alta rotação. (No sistema EFI-diesel convencional, a pressão está entre 10 e 80 MPa.) A ECU comanda a SCV (Válvula de controle de sucção) para ajustar a pressão do combustível, regulando o volume de combustível que entra na bomba de alimentação. A ECU constantemente detecta a pressão do combustível no distribuidor comum através do sensor de pressão do combustível, e faz o controle de retro- alimentação. Bomba de Alta Pressão 2.Nome das peças Apostilas Índice da Apostila Seção
  44. 44. – 36 – Ilustração da Bomba de Alta Pressão BOMBA DE ALTA PRESSÃO 1.Designação dos componentes 2.Motor 2KD-FTV e 1ND-TV Construção Interna da Bomba de Alta Pressão 1. Válvula reguladora 2. Bomba alimentadora 3. SCV (Válvula de controle de sucção) 4. Válvula de retenção 5. Êmbolo 6. Came interno 7. Válvula de débito Apostilas Índice da Apostila Seção
  45. 45. – 37 – Fluxo de Combustível da Bomba de Alta Pressão O combustível na bomba de alimentação flui na seqüência abaixo: Bomba alimentadora SCV (Válvula de controle de sucção) Válvula de retenção Êmbolo Válvula de débito Existem dois sistemas de passagem de combustível na bomba de alta pressão. Apostilas Índice da Apostila Seção
  46. 46. – 38 – Motor 2KD-FTV Para o fluxo de combustível da bomba de alta pressão, que é usada no motor 2KD-FTV, o êmbolo B aspira o combustível enquanto o êmbolo A bombeia para fora, conforme detalhado à esquerda. Desta forma, o êmbolo A e B enviam o combustível para o distribuidor comum através de ciclos de aspiração e de bombeamento. Motor 1ND-TV A bomba de alta pressão usada no motor 1ND-TV tem três êmbolos conforme detalhado à esquerda, e envia o combustível para o distribuidor comum através de ciclo de aspiração e de bombeamento do combustível. Este processo é basicamente igual ao motor 2KD- FTV exceto que no motor 1ND- TV são usados três êmbolos. O motor 1ND-TV também controla volume de combustível aspirado para o êmbolo usando a MPROP (Válvula proporcional magnética), que exerce a mesma função da SCV (Válvula de controle de sucção). Fluxo de Combustível da Bomba de Alta Pressão REFERÊNCIA: Apostilas Índice da Apostila Seção
  47. 47. – 39 – Geração de Pressão do Combustível na Bomba de Alta Pressão Os dois conjuntos de êmbolos opostos são acionados pelo came interno através de roletes. O came interno é acionado pelo motor através da correia de distribuição. O interior do came interno, que é elíptico faz contato com o rolete. Quando o came interno gira, o êmbolo move em movimento recíproco e a sucção e o bombeamento do combustível resultantes gera a alta pressão. Motor 2KD-FTV A rotação do ressalto excêntrico faz o ressalto anelar girar com um eixo descentralizado. O ressalto anelar gira e pressiona um dos dois êmbolos para cima quando puxa o outro êmbolo para cima ou vice-versa no sentido para baixo. Na bomba de alta pressão, o êmbolo B é pressionado para comprimir o combustível e enviá-lo para o distribuidor comum quando o êmbolo A é puxado para baixo para aspirar o combustível. Inversamente, quando o êmbolo A é empurrado para cima para comprimir o combustível e enviá-lo para o distribuidor comum, o êmbolo B é puxado para cima para aspirar combustível. Regulagem da Pressão do Combustível através da Bomba de Alta Pressão O combustível que foi fornecido pela bomba de alta pressão percorre a SCV e a válvula de retenção 1, é pressurizado pelo êmbolo, e é bombeado através da válvula de retenção 2 para o distribuidor comum. 1. SCV 2. Válvula de retenção 1 3. Êmbolo 4. Came interno 5. Válvula de retenção 2 Apostilas Índice da Apostila Seção
  48. 48. – 40 – REFERÊNCIA: Controle SCV da Bomba de Alta Pressão A SCV funciona sob o controle da ECU. Ao mesmo tempo, o controle da corrente é efetuado para limitar a quantidade de corrente elétrica que flui durante o período de ativação, evitando assim que a bobina no SCV seja danificada. Motores 2KD-FTV e 1ND-TV O combustível fornecido pela bomba alimentadora circula na SCV (ou MPROP) e na válvula de retenção. A seguir, é comprimido pelo êmbolo, e é bombeado para a válvula de retenção 1 através da válvula de retenção 2 para o distribuidor comum. Tempo de abertura/fechamento da SCV: longo Para regular a geração de pressão do combustível, o volume de combustível que é admitido na bomba de alta pressão é regulado através da variação do tempo de abertura/fechamento da SCV ou MPROP. Tempo de abertura/fechamento da SCV: curto Apostilas Índice da Apostila Seção
  49. 49. – 41 – Construção de Distribuidor Comum DISTRIBUIDOR COMUM (Commom-rail) O distribuidor comum armazena o combustível sob alta pressão que foi gerado pela bomba de alta pressão e distribui o combustível através dos tubos para os injetores dos cilindros. Por ser altamente pressurizado o combustível exige o devido cuidado para evitar vazamentos. Sensor de pressão do combustível Detecta a pressão no distribuidor e notifica a ECU. Limitador de pressão Se houver falha no sistema e a pressão no distribuidor comum aumentar a um nível anormal, esta válvula abre para liberar a pressão, retornando o combustível para o tanque. Apostilas Índice da Apostila Seção
  50. 50. – 42 – REFERÊNCIA: Operação do Limitador de Pressão O limitador de pressão é acionado mecanicamente para liberar a pressão se a pressão no distribuidor comum aumentar até um nível anormal. Limitador de pressão inativo Limitador de pressão ativo Motor 2KD-FTV REFERÊNCIA: Operação da Válvula de Descarga de Pressão/ Regulador de Pressão Quando a pressão do combustível do distribuidor comum aumenta acima da pressão objetivo da injeção, a válvula de descarga de pressão recebe um sinal da ECU do motor, para abrir a válvula e retornar o combustível para o tanque de combustível para que a pressão do combustível possa retornar ao nível objetivo. Apostilas Índice da Apostila Seção
  51. 51. – 43 – 1. Pressão objetivo do combustível (distribuidor comum ou pressão de injeção) RECOMENDAÇÃO: A aparência do regulador de pressão de combustível do motor 1ND-TV E/G é diferente mas a função é a mesma. 2. Pressão acima do valor objetivo (distribuidor comum ou pressão de injeção) Apostilas Índice da Apostila Seção
  52. 52. – 44 – Motor 1ND-TV O regulador de pressão recebe o sinal da ECU do motor e ajusta a pressão do combustível no interior do distribuidor comum. ANOTAÇÕES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas Índice da Apostila Seção
  53. 53. – 45 – Descrição do Injetor INJETOR Os sinais da ECU são amplificados pela EDU para acionar o injetor. A alta voltagem é usada para abrir os bicos. O volume e ponto de injeção são controlados por ajuste do ponto de abertura e fechamento dos injetores, assim como no sistema EFI do motor a gasolina. Controle do volume de injeção Controle do ponto de injeção Construção do Injetor Resistor de Correção de Injetor Considerando o mesmo intervalo de injeção as variações mecânicas resultarão na variação do volume de injeção entre um injetor e outro. Para permitir que a ECU corrija estas variações, os injetores são dotados de resistor de correção em cada injetor. Conforme as informações recebidas de cada resistor de correção, a ECU corrige as variações no volume de injeção entre os injetores. Estes resistores de correção permitem que a ECU identifique os injetores, e não são conectados ao circuito do injetor. RECOMENDAÇÃO: O resistor de correção, listado acima não é conectado ao injetor do motor 1ND-TV E/G. São adotados 3 tipos de injetores conforme a diferença do volume de injeção, e os números de identificação (A, B, C) estão fixados na extremidade superior em cada injetor. Apostilas Índice da Apostila Seção
  54. 54. – 46 – Existem 25 tipos de injetores conforme indicado abaixo, cada um inclui um resistor de correção diferente. Na substituição de um injetor, a ECU automaticamente faz a correção de combustível apropriada, portanto não é necessário substituir usando um com a mesma resistência de correção. REFERÊNCIA: Tipos de Resistor de Correção do Injetor para 1CD-FTV E/G 1. Antes da operação do injetor O combustível que foi fornecido ao distribuidor comum é separado na câmara de controle e no fundo da agulha. Neste estado a agulha é pressionada pela pressão da câmara de controle e pela mola, e o bico permanece fechado. Operações do Injetor 2. Quando a válvula solenóide abre Quando a voltagem é aplicada pela ECU-EDU, a válvula solenóide abre e a pressão na câmara de controle diminui. 3. Quando a agulha abre Devido a operação do orifício, a pressão no fundo da agulha permanece alta, e o bico injetor abre para injetar combustível. 4. Quando a válvula solenóide fecha Quando a voltagem aplicada pela ECU-EDU termina, a ação de mola fecha a válvula solenóide e a pressão na câmara de controle aumenta novamente. 5. Quando a agulha fecha Devido a pressão na câmara de controle e força da mola, a agulha desce e fecha o bico injetor para encerrar a injeção. Apostilas Índice da Apostila Seção
  55. 55. – 47 – Precauções Quanto à Remoção e RECOMENDAÇÃO DE SERVIÇO Reinstalação de Componentes O sistema do distribuidor comum consiste de componentes de precisão e utiliza combustível altamente pressurizado. Portanto, extremo cuidado deve ser observado para garantir a não penetração de objetos estranhos no sistema. 1.Limpe e lave cuidadosamente a área de trabalho para remover toda sujeira e oxidação antes de desmontar quaisquer componentes para evitar a contaminação no interior do sistema de combustível durante a desmontagem. 2.Posicione os componentes em sacos plásticos para evitar a penetração de objetos estranhos e proteger as superfícies de vedação contra danos durante a estocagem. 3.Limpe cuidadosamente os componentes antes da montagem, certificando-se de que as respectivas superfícies de vedação estejam livres de objetos estranhos como poeira ou rebarbas cortantes. Instalação do Tubo Injetor Observe as precauções abaixo para instalar os tubos injetores. Condições em que os tubos injetores devem ser substituídos: Substituição dos injetores ou do distribuidor comum. Condições em que o tubo de entrada de combustível deve ser substituído: Substituição da bomba de alta pressão ou do distribuidor comum. 1.Para reinstalar na posição original um componente lave os injetores e certifique-se de que as respectivas superfícies de vedação estejam livres de objetos estranhos ou cortes antes de instalar os tubos. 2.Como os tubos injetores não podem acomodar alterações excessivas no alinhamento, as alterações em componentes instalados combinados devem ser evitadas. (Os tubos não deverão ser usados em motores diferentes, e a ordem do cilindro dos injetores não deverá ser alterada.) 3.Pela mesma razão, substitua os tubos usando componentes novos se houver substituição do componente que afeta o alinhamento dos tubos. Apostilas Índice da Apostila Seção
  56. 56. – 48 – Condições das Conexões de Tubo O sistema EFI-diesel tipo distribuidor comum mantém combustível altamente pressurizado. As áreas de junção de tubos e componentes usam um tipo de união é que selada por deformação da sua superfícies de vedação. Por esta razão, se o injetor, distribuidor comum, ou a bomba de alta pressão for substituído, os tubos devem ser substituídos porque as respectivas superfícies de contato foram alteradas. Uma falha na substituição do tubo irá causar vazamento de combustível. REFERÊNCIA: Inspeção de Vazamento do Combustível Verifique quanto a vazamentos de combustível após apertar a união. Use o modo Active Test do Intelligent Tester II para aumentar a pressão do combustível e verificar quanto a vazamentos de combustível. Antes de acionar a partida do motor, verifique as condições de montagem. A seguir, acione o motor em marcha-lenta para inspecionar vazamentos. Finalmente, execute o teste ativo. Se o Intelligent Tester II não estiver disponível, rapidamente pressione o pedal do acelerador totalmente para atingir a rotação máxima do motor e mantenha esta rotação durante 2 segundos. Repita esta operação diversas vezes. Inspeção da SCV Inspecione a SCV conforme segue: Desfaça as conexões SCV1 e SCV2. Usando um ohmímetro, meça a resistência entre terminais conforme ilustrado. Resistência especificada: 1,5 - 1,7 a 20 °C (graus centígrados), 68 °F (graus Fahrenheit) Se a resistência não estiver conforme a especificação acima substitua a bomba. Apostilas Índice da Apostila Seção
  57. 57. – 49 – Distribuidor Comum O distribuidor comum, limitador de pressão, e sensor de pressão do combustível não podem ser reutilizados. O limitador de pressão e o sensor de pressão do combustível são montados através de deformação plástica. Portanto, após a remoção, os componentes deverão ser substituídos junto com o distribuidor comum. RECOMENDAÇÃO: Estes componentes são disponíveis como peça de serviço integrada. Instalação do Injetor A instalação dos injetores deve ser executada cuidadosamente. Usando combustível diesel limpo, limpe as superfícies de vedação dos injetores e tubos injetores imediatamente antes da instalação. Observe as instruções para instalação descritas no Manual de Reparações do respectivo modelo. Esteja especialmente atento ao sentido de instalação dos injetores e respectivo alinhamento do cabeçote do motor. Procedimento de Teste de Balanço de Potência O modo Active Test do Intelligent Tester permite executar o teste de balanço de potência, desativando o injetor em cada cilindro um a um. Uma vez que o combustível no tubo é altamente pressurizado, jamais acione a partida do motor quando as uniões de tubos estiverem soltas. O combustível é injetado sob alta pressão através de injetores controlados eletronicamente. Portanto, os testes de pressão de abertura ou padrão de pulverização dos bicos injetores no motor diesel convencional não são aplicados a estes injetores. Apostilas Índice da Apostila Seção
  58. 58. – 50 – ANOTAÇÕES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... 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  59. 59. Instrução Técnica para Especialização Automotiva CONTROLE DO SISTEMA Apostilas Índice da Apostila
  60. 60. – 51 – Diagrama do Sistema de CONTROLE DO SISTEMA DESCRIÇÃO Controle Eletrônico Os sistemas eletrônicos de controle apresentam pequenas variações conforme o tipo de motor. Controle eletrônico EFI-diesel convencional Controle eletrônico de distribuidor comum de gasolina (Common-rail) EFI-diesel Descrição da ECU Em termos de controle eletrônico, a função da ECU é determinar o volume de injeção de combustível, ponto de injeção do combustível, e volume de ar da admissão apropriado para as condições de condução, conforme os sinais recebidos dos vários sensores e interruptores. Além disso, a ECU emite sinais para operação dos atuadores dos sistemas EFI-diesel e distribuidor comum de combustível. Apostilas Índice da Apostila Seção
  61. 61. – 52 – Tipo de motor: 5L-E (Bomba tipo êmbolo axial) Diagrama do Sistema de Controle Eletrônico Apostilas Índice da Apostila Seção
  62. 62. – 53 – 1KZ-TE (Bomba tipo êmbolo axial) Apostilas Índice da Apostila Seção
  63. 63. – 54 – 1HD-FTE (Bomba tipo êmbolo radial) Apostilas Índice da Apostila Seção
  64. 64. – 55 – 15B-FTE (Bomba tipo êmbolo radial) Apostilas Índice da Apostila Seção
  65. 65. – 56 – 1CD-FTV (Tipo distribuidor comum) Apostilas Índice da Apostila Seção
  66. 66. – 57 – 1KD-FTV (Tipo distribuidor comum) Apostilas Índice da Apostila Seção
  67. 67. – 58 – 2KD-FTV (Tipo distribuidor comum) Apostilas Índice da Apostila Seção
  68. 68. – 59 – 1ND-TV (Tipo distribuidor comum) Apostilas Índice da Apostila Seção
  69. 69. – 60 – Sobre a EDU EDU A EDU é um dispositivo gerador de alta voltagem. Montado entre a ECU e um atuador, a EDU amplifica a voltagem da bateria e aciona conforme os sinais recebidos da ECU; SPV de ação direta no sistema EFI-diesel convencional, ou injeção no sistema de distribuidor comum. A EDU gera alta voltagem em qualquer caso quando a válvula está fechada. RECOMENDAÇÃO: A EDU de um motor 1ND-TV está no interior da ECU. A SPV de ação direta é usada em uma bomba de alta pressão com êmbolo radial. O sistema inclui uma bobina de alta capacidade para permitir que a SPV responda rapidamente nas condições de alta pressão do combustível. Portanto, é exigido nível de alta voltagem para energizar a bobina. REFERÊNCIA: Sobre SPV de Ação Direta A. Circuito de geração de alta voltagem B. Circuito de controle ECU → (Sinal) → Circuito de controle EDU Circuito de controle EDU → (Sinal) → Circuito de geração de alta voltagem (amplificação) Circuito de geração de alta voltagem → (Alta voltagem) → SPV → EDU → Massa SPV → (Sinal de verificação) → ECU Apostilas Índice da Apostila Seção
  70. 70. – 61 – Posição de Montagem de Sensores SENSOR 1.Motor 1KZ-TE Sensor de rotação Sensor de temperatura do combustível Sensor de temperatura do ar da admissão Sensor de posição da borboleta de aceleração Sensor de temperatura da água Sensor de pressão do turbo Sensor de posição da árvore de manivelas 2.Motor 1HD-FTE/15B-FTB Sensor de rotação Sensor de temperatura do combustível Sensor de posição do pedal do acelerador Sensor de temperatura do ar da admissão Sensor de temperatura da água Sensor de pressão do turbo Sensor de posição da árvore de manivelas 3.Motor 1CD-FTV Sensor de temperatura do combustível Sensor de pressão do combustível Medidor de fluxo de ar/sensor de temperatura do ar da admissão (no filtro de ar) Sensor de posição do pedal do acelerador Sensor de temperatura do ar da admissão (no coletor de admissão) Sensor de posição da árvore de comando Sensor de temperatura da água Sensor de pressão do turbo Sensor de posição da árvore de manivelas Apostilas Índice da Apostila Seção
  71. 71. – 62 – 4.Motor 1KD-FTV Sensor de temperatura do combustível Sensor de pressão do combustível Medidor de fluxo de ar/sensor de temperatura do ar da admissão (no filtro de ar) Sensor de posição do pedal do acelerador Sensor de temperatura do ar da admissão (no coletor de admissão) Sensor de temperatura da água Sensor de pressão do turbo Sensor de posição da árvore de comando Sensor de posição da árvore de manivelas 5.Motor 2KD-FTV Sensor de temperatura do combustível Sensor de pressão do combustível Medidor de fluxo de ar/sensor de temperatura do ar da admissão (no filtro de ar) Sensor de posição do pedal do acelerador Sensor de temperatura do ar da admissão (no coletor de admissão) Sensor de temperatura da água Sensor de pressão do turbo Sensor de posição da árvore de comando Sensor de posição da árvore de manivelas 6.Motor 1ND-TV Regulador de pressão de combustível Sensor de pressão do combustível Medidor de fluxo de ar/sensor de temperatura do ar da admissão Sensor de posição do pedal do acelerador Sensor de posição da árvore de comando Sensor de temperatura da água Sensor de posição da árvore de manivelas Apostilas Índice da Apostila Seção
  72. 72. – 63 – Construção e Operação de Sensores O sensor que transmite o sinal para a ECU do motor está detalhado no diagrama à esquerda. Pedal do Acelerador Existem dois tipos de sensores. Uma é o sensor de posição do pedal do acelerador, que forma um conjunto como o pedal do acelerador. Este sensor, que é do tipo elemento Hall, detecta o ângulo de abertura do acelerador. A voltagem que corresponde ao ângulo de abertura do acelerador pode ser detectada no terminal de saída. Sensor de Posição do Apostilas Índice da Apostila Seção
  73. 73. – 64 – O outro é o sensor de posição da borboleta de EGR, que está montado no venturi e utiliza um resistor variável. Sensor de Rotação do Motor O sensor de rotação do motor é montado na bomba injetora. Consiste de rotor que é pressionado no eixo de tração e sensor. Os sinais elétricos são gerados no sensor (bobina) conforme a rotação do rotor. Aqui há a relação entre a rotação do rotor e o formato de onda gerada. A ECU conta o número de pulsos para detectar a rotação do motor. O rotor faz meia rotação em cada rotação do motor. A ECU detecta o ângulo de referência a partir da área em que falta um dente, que está localizada na circunferência do rotor. Apostilas Índice da Apostila Seção
  74. 74. – 65 – O motor 1CD-FTV EFI com distribuidor comum utiliza o sensor de posição da árvore de manivelas para detectar a rotação do motor assim como o sistema EFI do motor a gasolina. O sensor de posição da árvore de manivelas do EFI- diesel tipo distribuidor comum emite o mesmo sinal NE que é emitido pelo sensor de rotação do motor EFI- diesel convencional. O sensor de posição da árvore de manivelas está montado no bloco do motor. Detecta a posição de referência do ângulo da árvore de manivelas na forma de sinal PMS. RECOMENDAÇÃO: O sensor de posição da árvore de manivelas de tipo distribuidor comum emite os sinais de rotação do motor (NE). Detecta o ângulo da árvore de manivelas conforme os sinais NE. Sensor de Posição da Árvore de Manivelas Um pulso é gerado quando a projeção na árvore de manivelas aproxima do sensor devido à rotação da árvore de manivelas. O pulso é gerado uma vez a cada revolução da árvore de manivelas, e é detectado na forma de sinal de posição de referência do ângulo da árvore de manivelas. Apostilas Índice da Apostila Seção
  75. 75. – 66 – Sensor de Posição da Árvore de Comando O sensor de posição da árvore de comando é usado em alguns motores (1CD-FTV) ao invés da posição de referência do ângulo da árvore de manivelas detectado na forma de sinal G. Motor 1ND-TV No motor 1ND-TV é usado um sensor de posição da árvore de comando tipo elemento hall. O ponto de disparo na roda dentada de ponto detecta a posição da árvore de comando enviando um sinal a cada duas rotações da árvore de manivelas. Sensor de Pressão do O sensor de pressão do turbo é conectado ao coletor de admissão através de uma mangueira de ar e VSV, e detecta a pressão no coletor de admissão (volume do ar da admissão). Turbo Apostilas Índice da Apostila Seção
  76. 76. – 67 – REFERÊNCIA: Sensor de Pressão do Turbo A VSV funciona conforme os sinais da ECU e é conectada entre o sensor de pressão e ao atuador, entre atmosfera e vácuo. Vácuo Atmosfera Existem três tipos de sensores de temperatura que são usados para controlar EFI- diesel: O sensor de temperatura da água é montado no bloco do motor para detectar a temperatura do fluido de arrefecimento do motor. O sensor de temperatura do ar da admissão é montado no tubo de admissão do motor e detecta a temperatura do ar da admissão. O sensor de temperatura do combustível é montado na bomba e detecta a temperatura do combustível. Temperatura da Água/ Temperatura do Ar da Admissão/ Sensor de Temperatura do Combustível Apostilas Índice da Apostila Seção
  77. 77. – 68 – Cada tipo de sensor de temperatura integra um termistor cuja resistência varia conforme com a temperatura e as características conforme detalhado no diagrama. O sensor de pressão de combustível que é usado no sistema diesel tipo distribuidor comum detecta a pressão do combustível no distribuidor comum. Conforme os sinais recebidos o sensor de pressão do combustível, a ECU controla a SCV (Válvula de controle de sucção) para gerar a pressão de combustível especificada conforme as condições de condução. Sensor de Pressão do Combustível O medidor de fluxo de ar com fio aquecido foi adotado no EFI-diesel tipo distribuidor comum para detectar o volume de ar da admissão. Medidor de Fluxo de Ar Apostilas Índice da Apostila Seção
  78. 78. – 69 – Descrição Funções Controladas pela ECU FUNÇÕES Determinação do volume de injeção e do ponto de injeção de um motor EFI-diesel convencional Apostilas Índice da Apostila Seção
  79. 79. – 70 – Controle de volume de injeção Controle de ponto de injeção Apostilas Índice da Apostila Seção
  80. 80. – 71 – Determinação do volume de injeção e do ponto de injeção no motor EFI-diesel tipo distribuidor comum Controle de volume de injeção Apostilas Índice da Apostila Seção
  81. 81. – 72 – Controle de ponto de injeção ANOTAÇÕES .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... Apostilas Índice da Apostila Seção
  82. 82. – 73 – A ECU desempenha as três funções para determinar o volume de injeção: 1.Cálculo do volume básico de injeção 2.Cálculo do volume máximo de injeção 3.Comparação entre volume básico de injeção e volume máximo de injeção Determinação do Volume de Injeção DETERMINAÇÃO DO VOLUME DE INJEÇÃO 1.Cálculo do volume básico de injeção O cálculo do volume básico de injeção é feito conforme os sinais de rotação do motor e a quantidade de esforço aplicado ao pedal do acelerador. 2.Cálculo do volume máximo de injeção O cálculo do volume máximo de injeção é feito conforme os sinais recebidos do sensor de rotação do motor (NE), sensor de temperatura da água, sensor de temperatura do ar da admissão, sensor de temperatura do combustível, e pressão do turbo. No tipo distribuidor comum, os sinais do sensor de pressão do combustível também são usados. Apostilas Índice da Apostila Seção
  83. 83. – 74 – Correção da pressão do ar da admissão O volume de injeção é corrigido conforme a pressão do ar da admissão (volume). Correção da temperatura do ar da admissão A densidade do ar da admissão (volume de ar) varia conforme a temperatura do ar da admissão. (Baixa temperatura do ar da admissão → Correção de aumento do volume de injeção) REFERÊNCIA: Correção do Volume de Injeção Correção de temperatura do combustível Alta temperatura do combustível → Correção de aumento de volume de injeção Correção de motor frio Baixa temperatura da água → Correção de aumento de volume de injeção Correção de pressão do combustível Em um motor diesel tipo distribuidor comum, as alterações na pressão do combustível no distribuidor comum são detectadas conforme os sinais do sensor de pressão do combustível. Se a pressão do combustível estiver abaixo da pressão objetivo, o período que os bicos injetores são mantidos abertos é aumentado. Apostilas Índice da Apostila Seção
  84. 84. – 75 – Cálculo do volume máximo de injeção A ECU compara o volume básico calculado de injeção e o volume máximo de injeção e define o menor como o volume de injeção. Condução em velocidade constante – 60% do acelerador Aceleração repentina 100% de aceleração 3.Comparação entre volume básico de injeção e volume máximo de injeção A diferença no volume real de injeção no EFI-diesel convencional gerada por variações mecânicas que ocorrem de bomba para bomba é corrigida. Sobre a ROM de correção: Centros de serviço como oficinas de reparo de bombas usam ferramentas especiais para medir as bombas e substituir as ROMs defeituosas ou fazer os ajustes corretivos. Outros tipos de correções: Além do volume de injeção determinado aqui, a correção da temperatura do combustível também é feita em alguns modelos de veículo. Se a temperatura do combustível estiver alta, o volume real de injeção será mais baixo (devido à baixa densidade) do que o valor determinado. Portanto o valor determinado deverá ser aumentado. REFERÊNCIA: Sobre a ROM de Correção Apostilas Índice da Apostila Seção

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