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Introdução
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2 - Informações de Segurança
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  1. 1. Manual de Oficina NGD 9.3E
  2. 2. MWM INTERNATIONAL Motores Assistência ao Cliente / Asistencia al Cliente / Customer Assistance Fax: Av. das Nações Unidas, 22.002 CEP- 04795-915 - São Paulo - SP - Brasil +55(11) 3882-3574 8120080 - 02/08 Internet: e-mail Fone: (DDG): www.mwm-international.com.br : assistencia.cliente@nav-international.com.br +55(11) 3882-3200 0800 0110229 Impresso no Brasil Manual de Oficina NGD 9.3E
  3. 3. Manual de Oficina Motor NGD 9.3E MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Prefácio 1-1 Manual de Serviço Tendo em vista o programa contínuo de pesquisa e desenvolvimento, alguns produtos, especificações e peças podem ser alterados no constante esforço para atualizar e melhorar nossos produtos. MANUAL DE OFICINA NGD 9.3E MWM INTERNATIONAL Motores
  4. 4. MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Manual de Oficina Motor NGD 9.3E 1-2
  5. 5. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E Introdução 1-3 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Introdução Este manual contém informações e especificações completas para a montagem e desmontagem dos motores NGD 9.3E, e de todos os componentes fabricados pela MWM INTERNATIONAL Motores. Leia e siga todas as instruções de segurança.Consulte o item ATENÇÃO nas Instruções Gerais de Segurança. Os procedimentos de reparo descritos neste manual assumem que o motor esteja colocado sobre um suporte aprovado. Alguns dos processos de montagem e desmontagem requerem a utilização de ferramentas especi- ais. Assegure-se de que as ferramentas corretas sejam utilizadas como indicado. As especificações e informações para montagem e desmontagem apresentadas neste manual são as que estavam em vigor no momento de sua publicação. A MWM INTERNATIONAL Motores reserva-se o direito de fazer modificações no produto a qualquer momento sem isto incorrer em nenhuma obrigação.Caso sejam constatadas diferenças entre seu motor e as informações deste manual, contate um Distribuidor Autorizado MWM INTERNATIONAL ou a própria fábrica. Os componentes utilizados na fabricação dos motores MWM INTERNATIONAL são produzidos com tecnologia de última geração e com elevados padrões de qualidade. Quando necessitar de peças de reposição, recomendamos utilizar apenas peças originais MWM INTERNATIONAL.
  6. 6. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 1-4 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08
  7. 7. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 1-5 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Índice Diagnóstico de Serviço......................................................................................... 6 Informações sobre segurança .............................................................................. 7 Sistemas do Motor ................................................................................................ 9 Fixação do Motor no Suporte ............................................................................. 59 Turboalimentador de Geometria Variável EVRT® ............................................. 65 Coletores de Admissão, de Entrada e de Escape............................................. 73 Resfriador e Tubulações EGR ............................................................................ 85 Cabeçote do Motor e Trem de Válvulas ............................................................. 97 Tampa Frontal, Peça Intermediária e Componentes Relacionados ...............139 Cárter e Tubo de Sucção de Óleo ....................................................................173 Camisas, Pistões e Bielas ................................................................................183 Bloco, Árvore de Manivelas e Eixo Comando de Válvulas .............................207 Conjunto do Módulo do Sistema de Óleo, Filtro Centrífugo e Filtro Químico .239 Parte Elétrica do Motor......................................................................................257 Sistemas de Combustível .................................................................................285 Volante e Carcaça do Volante...........................................................................309 Freio-motor Logic Brake ® .................................................................................323 Compressor de Ar e Bomba da Direção Hidráulica.........................................337 Apêndice A — Especificações .........................................................................343 Apêndice B — Torques .....................................................................................355 Apêndice C — Ferramentas Especiais de Serviço .........................................363
  8. 8. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 1 - Diagnóstico de Serviço 1-6 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Diagnóstico de Serviço O Diagnóstico de Serviço é um procedimento sis- temático de investigação utilizado para identificar e corrigir um problema no motor. O motor é primei- ramente considerado como uma unidade comple- ta em sua aplicação específica e, a seguir, o pro- blema é identificado por componentes ou sistemas: admissão, escape, arrefecimento, lubrificação ou injeção. Procedimentos de teste preliminares, an- tes da desmontagem de componentes, auxiliam na análise da origem do problema. Pré-requisitos para um diagnóstico efetivo: • Conhecimento dos princípios de operação, tanto do motor como dos sistemas de aplica- ção; • Conhecimento para efetuar e compreender to- dos os procedimentos contidos nas publica- ções de diagnóstico e de serviço; • Habilidade em usar equipamentos de diagnós- tico e disponibilidade dos mesmos; • Disponibilidade das informações atualizadas para a aplicação do motor. Embora a causa de uma falha do motor possa ser aparente, muito freqüentemente a causa real não é encontrada, até ser possível reproduzir a falha. Isto pode ser evitado se uma ação específica de diagnóstico for tomada antes, durante e após a desmontagem e montagem do motor. Da mesma forma, é de suma importância que se- jam efetuados testes específicos de diagnóstico antes e após a montagem do motor, e após colo- car o motor em funcionamento. A identificação dos sintomas que levam a falhas do motor é o resultado de diagnósticos adequados aplicados em seqüência lógica. Diagnósticos efetivos de serviço exigem a utiliza- ção das seguintes referências: • Manual de oficina; • Diagnóstico de partida difícil ou falta de parti- da; • Diagnóstico de desempenho; • Manual de Diagnose de controle eletrônico; • Boletins de Serviço; • Diagramas Elétricos Nota: Os valores no sistema Métrico serão apresentados antes dos valores no sistema Britânico nos procedimentos de teste e valo- res de referência. Exemplos: 0,96 bar (14 psi), 20°C (68°F)
  9. 9. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 2 - Informações de Segurança 2-7 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Terminologia de segurança Três termos são utilizados neste manual para enfatizar pontos relacionados à sua segurança, bem como a operação segura do motor: Atenção, Cuidado e Nota. Atenção: Este símbolo é utilizado para que você esteja consciente sobre uma condição insegura, perigosa ou prá- tica que possa resultar em aciden- tes. Cuidado: É utilizado para alertá-lo sobre uma con- dição ou prática que possa danificar o motor. Nota:Indica um ponto-chave ou procedimento que deve ser observado para o funcionamento cor- reto e eficiente do motor. Instruções sobre segurança Veículo • Certifique-se de que o veículo esteja em neu- tro, que o freio de estacionamento esteja apli- cado e que as rodas estejam travadas antes de efetuar qualquer trabalho ou procedimento de diagnóstico no motor ou veículo. Área de trabalho • Mantenha a área de trabalho limpa, seca e organizada; • Mantenha as ferramentas e peças fora do piso; • Certifique-se de que a área de trabalho seja ventilada e bem iluminada; • Certifique-se de que a Caixa de Primeiros So- corros esteja disponível. Equipamentos de segurança • Utilize dispositivos de levantamento apropria- dos; • Utilize blocos de segurança e cavaletes. Medidas de proteção • Utilize óculos e sapatos de segurança (não tra- balhe com os pés descalços, calçando san- dálias ou tênis); • Utilize protetores auriculares adequados; • Utilize roupa de trabalho adequada; • Não use anéis, relógios ou outras jóias; • Evite cabelos compridos. Informações de segurança Leia e siga todas as instruções de segurança. Con- sulte o item ATENÇÃO nas Instruções Gerais de Segurança. Os procedimentos de reparo descritos neste ma- nual assumem que o motor esteja colocado sobre um suporte aprovado. Alguns dos processos de montagem e desmontagem requerem a utilização de ferramentas especiais. Assegure-se que as ferramentas corretas sejam utilizadas como indicam os procedimentos.
  10. 10. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 2 - Informações de Segurança 2-8 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Prevenção a incêndios • Certifique-se de que existam extintores de in- cêndio devidamente carregados na área de trabalho. Nota:Verifique a classificação de cada extintor de in- cêndio para assegurar-se de que os seguintes tipos de incêndio possam ser combatidos. 1. Tipo A - Madeira, papel, tecidos e lixo. 2. Tipo B - Líquidos inflamáveis. 3. Tipo C - Equipamentos elétricos. Baterias As baterias produzem gases altamente inflamáveis antes e durante a carga. • Sempre desconecte primeiramente o cabo ne- gativo principal da bateria; • Sempre conecte o cabo negativo principal da bateria por último; • Evite debruçar-se sobre baterias; • Proteja os olhos; • Não coloque baterias próximas a chamas ou faíscas; • Não fume na área de trabalho. Ar comprimido • Limite a pressão de ar da pistola a 2 bar (30 psi); • Utilize equipamentos aprovados; • Não direcione o ar para o corpo ou roupas; • Use óculos ou máscara de segurança; • Use protetores auriculares; • Utilize um anteparo para proteger outras pes- soas que estejam na área de trabalho. Ferramentas • Certifique-se de que todas as ferramentas es- tejam em boas condições; • Certifique-se de que todas as ferramentas elé- tricas convencionais estejam aterradas e em boas condições de uso. Ferramentas adapta- das e fiação exposta podem causar aciden- tes. Fluidos sob pressão • Seja extremamente cuidadoso ao trabalhar em sistemas sob pressão; • Siga apenas os procedimentos aprovados. Combustível • Não abasteça excessivamente o tanque de combustível. Isto leva a riscos de incêndio; • Não fume na área de trabalho; • Não abasteça o tanque quando o motor esti- ver funcionando. Remoção de ferramentas, peças e equipamentos • Reinstale todos os protetores de segurança, anteparos e coberturas após efetuar serviços no motor; • Certifique-se de que todas as ferramentas, pe- ças e equipamentos de serviço sejam removi- dos do motor após efetuar o serviço. Outros cuidados Espere o motor esfriar para efetuar qualquer servi- ço. O escape, turboalimentador e EGR atingem temperaturas muito altas oferecendo risco de quei- maduras. • Nunca efetue serviços em qualquer compo- nente do sistema enquanto o motor estiver funcionando; • Não inspecionar o sistema de escape com o motor em funcionamento dentro de locais sem ventilação adequada, pois os gases de esca- pe são tóxicos.
  11. 11. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-9 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Identificação do motor ........................................................................................................ 10 Sistemas do motor .............................................................................................................. 21 Sistema de gerenciamento de ar ........................................................................................ 22 Sistema de gerenciamento de combustível ...................................................................... 28 Sistema de alimentação de combustível ........................................................................... 35 Sistema de lubrificação do motor ...................................................................................... 38 Sistema de arrefecimento ................................................................................................... 41 Sistema de controle eletrônico........................................................................................... 44 Sistemas do Motor
  12. 12. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-10 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Identificação do motor Número de série do motor Número de série do motor O número de série do motor pode ser encontrado em dois locais: • Estampado no bloco do motor (lado direito do bloco) abaixo do cabeçote do motor; • Na plaqueta de identificação do motor, na tam- pa de válvulas na parte traseira do motor, aci- ma da carcaça do volante. Exemplos de número de série do motor HT570 : 570HM2UXXXXXXX Códigos do número de série do motor 570 - Cilindrada do motor em polegadas cúbicas (pol3 ) H - Diesel, turbo-alimentado, resfriador de ar (CAC) e controlado eletronicamente M2 - Família do motor U - Local de produção Sufixo de 7 dígitos - Número de série do motor (seqüência) Numeração dos cilindros
  13. 13. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-11 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 • Ref. cliente; • Potência; • Ordem de injeção; • Folga de válvulas; • Cilindrada; • Rotação máx. livre; Acessórios do motor Os acessórios do motor relacionados a seguir devem apresentar etiquetas ou plaquetas de identificação: • Compressor de ar (para o sistema de freio ou de suspensão); • Turboalimentador controlado eletronicamente - Versão INTERNATIONAL do Turboalimentador de Ge- ometria Variável (EVRT®). As etiquetas ou plaquetas de identificação apresentam informações e especificações úteis aos operado- res do veículo, bem como aos técnicos. Plaqueta de identificação do motor Plaqueta de identificação do motor (exemplo) A plaqueta do motor inclui as seguintes informações: • Fumaça em aceleração livre; • Marcha lenta; • No série; • Data de fabricação; • Emissões gasosas.
  14. 14. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-12 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Descrição do motor Tabela 1 Características e especificações gerais do motor NGD 9.3E Motor 4 tempos, em linha, seis cilindros Diesel Configuração Quatro válvulas por cilindro Cilindrada 9,3 L (570 pol.3) Diâmetro interno (diâmetro da camisa) 116,6 mm (4,59 pol.) Curso 146 mm (5,75 pol.) Taxa de compressão 17,5 : 1 Aspiração EVRT® (Turbo de Geometria Variável) controlado eletronicamente e resfriado a ar Potência máxima @ rpm 367 cv/273 Kw@2000 rpm Torque máximo @ rpm 1600 Nm @ 1100 a 1400 rpm Rotação máxima livre 2050 ± 10 rpm Rotação de marcha-lenta 700 ± 10 rpm Rotação do motor (a partir do volante do motor) Anti-horário Seqüência de ignição 1 - 5 - 3 - 6 - 2 - 4 Sistema de injeção eletro-hidráulico G2® Sistema de combustão MWM INTERNATIONAL injeção de alta pressão Peso total do motor (seco sem acessórios) 719 kg Capacidade do sistema de arrefecimento (apenas motor) 12,8 L (13,5 quartos americanos) Capacidade do sistema de lubrificação incluindo o filtro - Motor novo ou estoque 48,5 L incluindo o filtro - Reenchimento 43,5 L sem troca de filtro - Reenchimento 41,3 L Folga de válvulas (a frio) - admissão e escape 0,50 mm Folga de válvulas (a frio) - freio-motor 0,60 mm Sistema de lubrificação Pressão de óleo - rotação nominal (1400 rpm) 3 a 7 bar - marcha-lenta (mínimo) 1,0 bar - em rotação a 2000 rpm 3,5 a 7,5 bar Temperatura de óleo 70 a 110 °C Sistema de arrefecimento Temperatura da água de saída do motor 95 °C (Nominal) 102 °C (Máxima) Sistema de alimentação Pressão de injeção até 1400 bar Sistema de exaustão Temperatura de escape (máximo) 590 °C
  15. 15. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-13 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Características do Motor Características básicas O cabeçote do motor possui quatro válvulas por cilindro para melhorar o fluxo de ar. Cada injetor de combustível está localizado na parte central entre as quatro válvulas e direciona o combustível sobre a cabeça do pistão, para melhorar o desem- penho e reduzir a emissão dos gases de escape. O trem de válvulas inclui tuchos mecânicos roletados, varetas de tucho, balancins e válvulas duplas que abrem através de uma ponte de válvu- las. A extremidade inferior do motor NGD 9.3E inclui uma grade estrutural projetada para absorver car- gas adicionais geradas pelo aumento de potência. Sete mancais suportam a árvore de manivelas . Movimentos axiais da árvore de manivelas são restringidos pelo mancal traseiro. Quatro buchas suportam o eixo do comando de válvulas. O suporte do vedador de óleo traseiro faz parte da carcaça do volante do motor. O conjunto do respiro aberto do bloco utiliza um tubo para liberar a pressão do bloco do motor e um separador de óleo que faz o óleo retornar ao cárter. Os sensores da árvore de manivelas e do eixo de comando de válvulas são utilizados pelos módulos de controle para calcular rotação, consumo de com- bustível por unidade de tempo, quantidade de com- bustível e duração da injeção de combustível. As bielas são do tipo fraturada e as camisas de cilindro são úmidas. Uma bomba de óleo, montada na peça intermedi- ária, é diretamente acionada pela árvore de mani- velas. Tabela 2 Características básicas Características opcionais Quatro válvulas por cilindro Compressor de ar Dois sensores de sincronização Sensor de pressão de combustível do motor (EFP) Pistões e camisas substituíveis Freio-motor Logic Brake ® Bomba de engrenagens de óleo lubrificante Cabeçote "cross flow" em ferro fundido Sistema de injeção de alta pressão - MWM INTERNATIONAL Turboalimentador de Geometria Variável EVRT® Recirculação dos gases de escapamento (EGR) Suporte auxiliar Módulos de controle eletrônico Separação de água no combustível Sensor de presença de água no combustível (WIF)
  16. 16. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-14 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Uma bomba de baixa pressão retira o combustível do tanque através do conjunto filtro que inclui: filtro de tela, elemento do filtro, bomba de escorva, vál- vulas de dreno e sensor de presença de água no combustível. Após a filtragem, o combustível é bombeado para o tubo de distribuição de combus- tível do cabeçote do motor. O sistema de injeção de alta pressão da MWM INTERNATIONAL inclui uma galeria de óleo lubri- ficante de ferro fundido, injetores de combustível e uma bomba de óleo lubrificante de alta pressão. A característica-chave do EVRT® são os vanes acionados na carcaça da turbina. Os vanes modi- ficam as características de fluxo dos gases de es- cape através da carcaça da turbina. O benefício é a capacidade de controlar a pressão do turbo para as várias rotações do motor e condições de carga. Um benefício adicional é o baixo nível de emis- sões. A válvula de controle EGR regula os gases de es- cape resfriados que entram na corrente de ar de admissão. Os gases de escape resfriados aumen- tam a suscetibilidade do motor para os gases de escape recirculados, ao mesmo tempo em que re- duz a fumaça formada pela diluição da mesma na mistura. O suporte auxiliar é o alojamento do reservatório do líquido de arrefecimento que inclui uma cone- xão auxiliar de água. Três módulos de controle monitoram e controlam os sistemas eletrônicos do motor: • Módulo de Controle Eletrônico (ECM); • Módulo de Controle do Injetor (IDM); • Módulo de Controle da Recirculação dos Ga- ses de Escape (EGR). A separação da água no combustível ocorre quan- do o elemento do filtro retém o excesso de água, que passa para o fundo da carcaça do elemento do filtro de combustível. Um sensor de presença de água no combustível, localizado na carcaça do elemento do filtro de com- bustível, detecta a água. Quando houver um acúmulo suficiente na carcaça do elemento, o sensor envia um sinal ao Módulo de Controle Eletrônico (ECM). Uma válvula de dre- no, localizada na carcaça, pode ser aberta para drenar a água. Características opcionais Um sensor opcional de Pressão de Combustível do Motor (EFP), detecta baixa pressão decorrente de alta restrição do filtro de combustível, e envia um sinal ao ECM acendendo a luz no painel de instrumentos. O freio-motor Logic Brake ® é novo para os moto- res diesel de médio porte. Este sistema de frenagem por compressão utiliza um conjunto do tubo de distribuição de alta pressão e o EVRT® para frenagem adicional. O operador controla o freio-motor para diferentes condições de operação.
  17. 17. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-15 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Localização dos componentes do motor 1. Sensor de contra-pressão de escape (EBP) 2. Tampa de válvulas 3. Válvula de controle EGR 4. Conjunto resfriador do EGR 5. Conjunto do respiro 6. Duto de entrada e misturador EGR Localização dos componentes – seção superior
  18. 18. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-16 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 1. Tubo do EGR (do resfriador do EGR para a válvula EGR) 2. Conjunto do tubo de saída de água (saída da válvu- la termostática) 3. Tampa frontal 4. Conjunto da polia intermediária lisa 5. Suporte frontal do motor (dianteiro) 6. Polia da árvore de manivelas Localização dos componentes – vista dianteira 7. Cotovelo de entrada de água 8. Polia da bomba d'água 9. Sensor de posição do eixo de comando de válvulas (CMP) 10. Conjunto do auto-tensionador (correia) 11. Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (ECT)
  19. 19. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-17 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 1. Sensor de Pressão Absoluta do Coletor (MAP) 2. Válvula de controle EGR 3. Sensor de Temperatura do Ar de Admissão do Coletor (MAT) 4. Duto de entrada e do misturador EGR 5. Conector de derivação da junta da tampa da vál- vula a. Conectores para os injetores de combustível b. Conector para o sensor de pressão de con- trole de injeção (ICP) c. Aplicação de freio-motor - conector para o sensor de pressão de controle de freio (BCP) e conector para a válvula de freio. Localização dos componentes elétricos – lado esquerdo 6. Conjunto do módulo ECM e IDM 7. Sensor de Posição da Árvore de Manivelas (CKP) 8. Módulo de acionamento EGR 9. Sensor de Pressão do Óleo do Motor (EOP) 10. Sensor de Temperatura do Óleo do Motor (EOT)
  20. 20. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-18 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 1. Tubo do medidor do nível de óleo 2. Mangueira de óleo de alta pressão 3. Válvula de drenagem de água (combustível) 4. Filtro de combustível 5. Conjunto do respiro 6. Alça de levantamento 7. Conjunto do tubo de ventilação e drenagem 8. Coletor de admissão 9. Válvula de drenagem (filtro de combustível) 10. Mangueira - saída do líquido de arrefecimento Localização dos componentes – lado esquerdo 11. Conjunto do cárter de óleo 12. Compressor de ar 13. Mangueira de lubrificação do compressor de ar 14. Conjunto da bomba de escorva de combus- tível 15. Bomba de alimentação de combustível de baixa pressão 16. Conjunto da bomba de óleo de alta pressão
  21. 21. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-19 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 1. Conjunto do tubo de retorno do resfriador EGR 2. Conjunto do coletor de escape 3. Conjunto do resfriador EGR 4. Turboalimentador de GeometriaVariável (EVRT®) 5. Alça de levantamento do motor 6. Suporte auxiliar 7. Conjunto do tubo de alimentação do resfriador EGR Localização dos componentes – lado direito 8. Bloco do motor 9. Filtro centrífugo de óleo 10. Módulo de controle do turboalimentador 11. Filtro de óleo químico 12. Resfriador de óleo 13. Filtro de óleo 14. Tubo de entrada de óleo do turbo
  22. 22. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-20 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 1. Tampa de válvula 2. Junta da tampa de válvula com conectores de deri- vação 3. Tubo de retorno do resfriador EGR 4. Cabeçote do motor Localização dos componentes – vista traseira 5. Tubo de entrada de óleo do turbo 6. Bloco do motor 7. Suportes traseiros do motor 8. Carcaça do volante do motor 9. Volante do motor
  23. 23. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-21 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sistemas do motor Diagrama dos sistemas do motor Sistemas do motor Os sistemas principais do motor são o “Gerenciamento de Ar” e o “Gerenciamento de Combustível”, que compartilham alguns sub-sis- temas ou possuem sub-sistemas que ajudam em seu funcionamento. • O sistema de controle eletrônico controla os sistemas de gerenciamento de ar e combus- tível; • O sistema de arrefecimento proporciona a transferência de calor dos gases EGR e do óleo de lubrificação; • O sistema de lubrificação proporciona a lubri- ficação e a transferência de calor dos compo- nentes do motor; • O sistema de controle da pressão de injeção (ICP) utiliza o óleo lubrificante como fluido hi- dráulico para acionar os injetores de combus- tível; • O sistema de alimentação de combustível pressuriza o combustível para transferí-lo aos injetores de combustível.
  24. 24. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-22 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sistema de gerenciamento de ar Componentes do sistema de gerenciamento de ar e fluxo de ar 1. Ar de admissão 2. Gases de escape 3. Filtro de ar 4. Resfriador de ar 5. Duto de entrada e misturador EGR 6. Coletor de admissão 7. Válvula EGR de recirculação dos gases de escape 8. Sensor de Pressão Absoluta do Coletor (MAP) 9. Sensor de Temperatura do Ar de Admissão do Coletor (MAT) 10. Cabeçote 11. Coletor de escape 12. Resfriador EGR 13. Tubo EGR 14. Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®) 15. Sensor de Contra-pressão de Escape (EBP) Sistema de Gerenciamento de Ar (AMS)
  25. 25. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-23 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 O sistema de gerenciamento de ar inclui o seguinte: • Conjunto do filtro de ar; • Resfriador de ar; • Turboalimentador de geometria variável (EVRT®); • Coletor de admissão; • Sistema de recirculação dos gases de esca- pe (EGR); • Sistema de escape; • Duto de entrada e misturador EGR; • Freio-motor. Fluxo de ar O ar flui através do filtro de ar e entra no Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®). O compressor no turboalimentador aumenta a pressão, temperatura e densidade do ar de admis- são antes que ele entre no resfriador de ar . O ar comprimido e resfriado flui do resfriador de ar para o duto misturador EGR. • Se a válvula de controle EGR estiver aberta, os gases de escape irão misturar-se com o ar de admissão filtrado e fluir para o coletor de admissão; • Se a válvula de controle EGR estiver fechada, apenas o ar filtrado irá fluir para o coletor de admissão. Após a combustão, o gás de escape é forçado atra- vés do coletor de escape para o resfriador EGR e turboalimentador. • Uma parte dos gases de escape é resfriada no resfriador EGR e flui através da válvula de controle EGR para o duto misturador EGR. Quando os gases de escape se misturam com o ar filtrado, as emissões de óxido de nitrogê- nio (NOx) e o ruído são reduzidos; • A porção restante dos gases de escape flu- em para o turboalimentador, descem em espi- ral e expandem-se através do rotor da turbi- na, variando a pressão do lado do compres- sor do turboalimentador; • O rotor do compressor EVRT®, no mesmo eixo do rotor da turbina, comprime a mistura de ar filtrado. O turboalimentador responde diretamente às car- gas do motor. Durante cargas pesadas, um fluxo maior de gases de escape faz o rotor da turbina mover-se mais rapidamente. Este aumento de ve- locidade faz o rotor do compressor funcionar mais rápido e fornece mais ar ao coletor de admissão. Por outro lado, quando a carga do motor é leve, o fluxo dos gases de escape diminui e menos ar é dirigido ao coletor de admissão. Resfriador de ar Resfriador de ar (típico) O resfriador de ar está montado na parte superior do radiador. O ar que vem do turboalimentador passa através de uma rede de tubos trocadores de calor antes de entrar no duto do misturador EGR. O ar externo que flui sobre os tubos e vanes, res- fria o ar comprimido pelo turboalimentador. Este é mais frio e mais denso que o ar não resfriado; o ar mais frio e denso melhora a relação ar/combustí- vel durante a combustão, resultando em melhor controle de emissão de gases e mais potência. 1. Saída de ar 2. Resfriador de ar 3. Entrada de ar 4. Radiador
  26. 26. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-24 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Turboalimentador de GeometriaVariável (EVRT®) Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®) 1. Saída da turbina 2. Entrada de óleo 3. Saída do compressor 4. Carcaça do compressor 5. Entrada da turbina 6. Carcaça da turbina 7. Saída de óleo 8. Entrada do compressor 9. Chicote 10. Módulo de controle de turboalimentador A característica chave do Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®) são os vanes acio- nados na carcaça da turbina. Os vanes modificam características de fluxo dos gases de escape, atra- vés da carcaça da turbina. O benefício é a capaci- dade de controlar a pressão interna para as várias rotações do motor, bem como para as várias con- dições de carga, reduzindo o nível de emissão de gases.
  27. 27. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-25 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 O Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®) é um sistema de circuito fechado que utiliza um sensor de contra-pressão de escape para fornecer um retorno ao ECM. O ECM utiliza o sensor EBP de contra pressão de escape para monitorar continuamente o EBP e ajustar o ciclo de trabalho ao EVRT®, de modo a atender as exi- gências do motor. Controle EVRT® O módulo de controle EVRT® recebe um sinal mo- dulado do ECM. Um micro-chip controla o motor de passo de acordo com a posição desejada. O motor de passo gira uma alavanca de manivela, controlando a posição do vane. Vanes de acionamento são montados ao redor da circunferência interna da carcaça da turbina. Um único anel une todos os vanes. Quando este anel é movido, todos os vanes são movidos para a mes- ma posição. O movimento do anel ocorre quando a alavanca de manivela no módulo de controle é movida. O fluxo de gás de escape pode ser regulado, de- pendendo da contra-pressão requerida para a ro- tação e carga do motor. Sistema de Circuito Fechado EVRT® Sistema de Circuito Fechado EVRT®
  28. 28. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-26 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sistema de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) O sistema EGR inclui: • Válvula de controle EGR; • Resfriador EGR; • Coletor de admissão de ar; • Duto de entrada e do misturador EGR; • Coletor de escape; • Tubo EGR. O sistema de Recirculação dos Gases de escape (EGR) reduz o nível de emissões do Óxido de Ni- trogênio (NOx). O NOx é formado durante a reação entre o nitro- gênio e o oxigênio a altas temperaturas durante a combustão. A combustão é iniciada quando o combustível é injetado no cilindro imediatamente após o pistão atingir o ponto de injeção. Fluxo EGR Uma porção dos gases de escape, contida no coletor de escape, flui para o resfriador EGR. Os gases de escape fluem através do tubo EGR para a válvula EGR. Quando a EGR é acionada, a válvula de controle abre, permitindo que os gases de escape resfria- dos entrem no misturador da EGR para que sejam misturados com o ar filtrado. Vanes fechados Os vanes fecham quando a contra pressão de escape é baixa. Os gases de escape têm que acelerar para pas- sar pelas pequenas passagens dos vanes. O aumento da contra pressão de escape faz com que os gases sejam recirculados para o sistema EGR . Vanes abertos Os vanes abrem quando a contra pressão de es- cape é alta e existe a possibilidade de over-speed. Os vanes abertos resultam no baixo fluxo de ga- ses de escape e reduzem a velocidade da turbina.
  29. 29. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-27 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Válvula de controle EGR A válvula EGR utiliza um motor de passo para con- trolar a posição do conjunto da válvula, acionan- do-o diretamente. O conjunto da válvula possui duas cabeças de válvulas em um eixo comum. Válvula de controle EGR 1. Conector 2. Motor de passo com sensor de posição 3. Conjunto da válvula
  30. 30. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-28 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Funcionamento do circuito fechado EGR Controle EGR Com base na informação fornecida pelo sensor de posição, um microchip direciona um motor de pas- so para a posição desejada. O motor de passo faz girar um eixo roscado que move o conjunto da válvula linearmente. O motor de passo inclui um sensor de posição de válvula embutido para fornecer informações ao módulo de acionamento EGR. Os sinais de saída fornecem as informações sobre a posição da vál- vula em relação à sede. O EGR é um sistema de circuito fechado que utili- za a posição de recirculação dos gases de escape para fornecer o retorno ao módulo de acionamento do EGR. Sistema de escape O sistema de escape inclui: • Válvulas de escape; • Coletor de escape; • Freio-motor; • Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®); • Tubulação de escape. O sistema de escape remove os gases de escape do motor. Os gases saem pelas válvulas de esca- pe e fluem para o coletor de escape. Os gases expandidos são direcionados através do coletor de escape. O coletor direciona uma parte desses ga- ses ao resfriador de Recirculação dos Gases de Escape (EGR). Os gases de escape que fluem para o turboalimentador acionam o rotor da turbina. Os gases de escape saem do turboalimentador e fluem para a tubulação de escape.
  31. 31. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-29 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sistema de gerenciamento de combustível Componentes do sistema de gerenciamento de combustível Sistema de gerenciamento de combustível O sistema de gerenciamento de combustível inclui: • Sistema de Controle da Pressão de Injeção (ICP); • Sistema de alimentação de combustível; • Injetores de combustível; • Sistema de lubrificação; • Sistema de controle eletrônico.
  32. 32. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-30 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sistema de Controle da Pressão de Injeção (ICP) – Componentes e fluxo de óleo de alta pressão 1. Conjunto da galeria de alta pressão 2. Injetor de combustível 3. Conjunto da bomba de alta pressão 4. Entrada de óleo de alta pressão (bomba) Sistema de Controle da Pressão de Injeção (ICP) 5. Mangueira de óleo de alta pressão 6. Entrada de óleo de alta pressão (injetor) 7. Furo de retorno do óleo (2) 8. Entrada de combustível (4)
  33. 33. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-31 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Fluxo de óleo de alta pressão O reservatório de óleo na tampa frontal proporcio- na uma alimentação constante de óleo para a bom- ba de óleo de alta pressão montada na parte de trás da peça intermediária. O óleo retirado do re- servatório é constantemente devolvido por inter- médio do sistema de lubrificação. A bomba de óleo de alta pressão envia o óleo, atra- vés da mangueira de óleo de alta pressão, pas- sando pela galeria do cabeçote do motor, para a galeria de alta pressão, localizado debaixo da tam- pa de válvulas. A galeria distribui o óleo pressuri- zado para a parte superior de cada injetor de com- bustível. Quando a bobina ABERTA dos injetores é energizada, os injetores utilizam o óleo sob alta pressão para injetar e pulverizar combustível nas câmaras de combustão. Após a injeção, as bobi- nas FECHADAS são energizadas para finalizar a injeção. O óleo sai pelos dois orifícios localizados na parte superior dos injetores de combustível e a seguir retorna ao cárter. Sistema de circuito fechado de Controle de Pressão de Injeção (ICP) Sistema de circuito fechado ICP O ICP é um sistema de circuito fechado que utiliza o sensor ICP para fornecer o retorno ao ECM. O ECM utiliza o sensor ICP para monitorar continua- mente a pressão de controle de injeção e ajustar o ciclo de trabalho da válvula IPR, de forma a aten- der as exigências do motor. Controle do sistema ICP Controle ICP Funcionamento do ICP O solenóide IPR recebe um pulso do ECM, que indica o tempo em que a válvula de controle este- ve ativada/desativada. O pulso é calibrado para controlar a pressão ICP em uma faixa de 50 bar (725 psi) a 280 bar (4.075 psi). A liberação máxi- ma de pressão ocorre a aproximadamente 320 bar (4.600 psi). A válvula IPR está montada no corpo da bomba de alta pressão, com a função de manter a pressão de controle de injeção desejada, direcionando o excesso de óleo de volta ao cárter do motor. À medida que a pressão de controle de injeção aumenta, o ECM aumenta o sinal modulado para o solenóide IPR. Quando a demanda do ICP bai- xa, o ECM reduz o ciclo de trabalho para o solenói- de, permitindo que mais óleo flua pelo furo de re- torno.
  34. 34. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-32 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Conjunto do injetor de combustível 1. Orifício de retorno de óleo 2. Orifício de entrada (óleo) 3. Corpo da válvula de controle 4. Bobina ABERTA 5. Mola do pistão intensificador 6. Anel de vedação superior 7. Conjunto do bico 8. Agulha 9. Arruela de vedação 10. Mola de Pressão de Abertura da Válvula (VOP) 11. Anel de vedação inferior 12. Retentor de contra-fluxo 13. Filtro de bordo 14. Esfera de retenção de entrada de combustível 15. Entrada de combustível (4) 16. Pistão 17. Cilindro 18. Pistão intensificador 19. Bobina FECHADA 20. Válvula de carretel (válvula de controle) O ECM ajusta os Códigos de Falha, caso o sinal elétrico do ICP esteja fora da faixa. Os Códigos de Falha também são ajustados, caso um sinal ICP corresponda a um valor fora daquele especificado para o controle da pressão de injeção, em uma determinada condição de operação. O ECM irá ignorar os sinais ICP que estão fora da faixa e a válvula IPR irá operar a partir de valores pré-programados. Isto é chamado de operação de circuito aberto. O sensor ICP está instalado à esquerda da válvula do freio-motor, na galeria de óleo de alta pressão. Injetores de combustível
  35. 35. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-33 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Características do injetor de combustível Duas bobinas de 48 V (20 A) controlam uma vál- vula de carretel que direciona o fluxo de óleo para dentro e para fora do injetor. As bobinas do injetor são acionadas por aproximadamente 800 µs (micro-segundos ou milionésimos de segundo). Cada injetor possui um conector que se encaixa no conjunto da junta da tampa de válvula. Bobinas do injetor e válvula de carretel Uma bobina ABERTA e uma bobina FECHADA no injetor faz a válvula de carretel mover-se de um lado ao outro, utilizando a força magnética. A válvula de carretel apresenta duas posições: • Quando a válvula de carretel está aberta, o óleo flui para o injetor a partir do tubo de distri- buição de óleo de alta pressão; • Quando a válvula de carretel está fechada, o óleo sai da parte superior do injetor de com- bustível e retorna ao cárter do motor. Êmbolo e pistão intensificador Quando a válvula de carretel está aberta o óleo sob alta pressão entra no injetor, comprimindo o êmbolo e o pistão. Tendo em vista que a área da superfície do pistão é 7,1 vezes maior que a do êmbolo, a pressão de injeção é também 7,1 vezes maior que a pressão de controle de injeção (ICP) no êmbolo. Pistão e cilindro A pressão de combustível é formada na base do pistão no cilindro. Quando o pistão intensificador pressiona o êmbolo para baixo, o mesmo aumen- ta a pressão de combustível no cilindro 7,1 vezes mais que a pressão de controle de injeção (ICP). O êmbolo é recoberto por uma película de carbureto de tungstênio para resistir ao desgaste. Agulha do injetor A agulha do injetor abre-se para dentro, fora de sua sede quando a pressão de combustível exce- de a Pressão de Abertura da Válvula que é de 280 bar (4.075 psi). O combustível é pulverizado sob alta pressão através da ponta do bico. Funcionamento do injetor de combustível O funcionamento da injeção apresenta três etapas: • Etapa de alimentação; • Injeção principal; • Final da injeção principal. Etapa de alimentação Etapa de alimentação 1. Bobina FECHADA (desativada) 2. Bobina ABERTA (desativada) 3. Agulha (assentada) 4. Retentor do disco (assentado) 5. Admissão de combustível (4) Durante a etapa de alimentação, ambas as bobi- nas são desenergizadas e a válvula de carretel é fechada.
  36. 36. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-34 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 O óleo sob alta pressão proveniente da galeria de óleo de alta pressão é restringido pela válvula de carretel. O combustível sob baixa pressão abastece os qua- tro orifícios e entra através do filtro de bordo em sua passagem para a câmara, localizada sob o pis- tão. A mola de controle da agulha mantém a agu- lha pressionada em sua sede para evitar que o combustível entre na câmara de combustão. Injeção principal (etapa 1) Injeção principal (etapa 1) 1. Bobina FECHADA (desativada) 2. Bobina ABERTA (ativada) 3. Agulha (assentada) 4. Esfera de retenção de entrada de combustível (assentada) Uma corrente energiza a bobina ABERTA. A força magnética faz a válvula de carretel abrir- se. O óleo sob alta pressão flui próximo à válvula de carretel e na parte superior do pistão intensificador. A pressão de óleo supera a força da mola do pis- tão intensificador, sendo que este começa a mo- ver-se para baixo. Um aumento na pressão de com- bustível sob o pistão assenta a esfera de retenção da entrada de combustível, e a pressão de com- bustível começa a ser gerada na agulha. Injeção principal (etapa 2) Injeção principal (etapa 2) 1. Bobina FECHADA (desativada) 2. Bobina ABERTA (desativada) 3. Agulha (não assentada - pressão de abertura de válvula) 4. Esfera de retenção da entrada de combustível (assentada)
  37. 37. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-35 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Término da injeção principal (etapa 1) Término da injeção principal (etapa 1) 1. Bobina FECHADA (ativada) 2. Bobina ABERTA (desativada) 3. Agulha (não assentada / fechando) 4. Disco de retenção (assentado) Término da injeção principal (etapa 2) Término da injeção principal (etapa 2) 1. Bobina FECHADA (desativada) 2. Bobina ABERTA (desativada) 3. Agulha (assentada) Quando o Módulo de Controle do Injetor (IDM) de- termina que o injetor recebeu a quantidade correta de combustível, o IDM envia uma corrente para a bobina FECHADA do injetor. A corrente energiza a bobina FECHADA e a força magnética fecha a válvula de carretel. O óleo sob alta pressão é res- tringido pela válvula de carretel. A alimentação para fechar a bobina é interrompi- da, mas a válvula de carretel permanece fechada. O pistão intensificador e o êmbolo retornam à suas posições iniciais. O óleo acima do pistão intensifi- cador é desviado pela válvula de carretel para os orifícios de retorno. A pressão de combustível di- minui até que a mola de controle da agulha force a agulha contra sua sede.
  38. 38. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-36 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sistema de alimentação de combustível Componentes do sistema de combustível e fluxo de combustível Sistema de alimentação de combustível 1. Conjunto do cabeçote do motor 2. Injetor de combustível 3. Galeria de distribuição de combustível de baixa pres- são 4. Conjunto do tubo de saída da bomba de alimenta- ção 5. Bomba de alimentação de combustível de baixa pressão 6. Conjunto da bomba de escorva 7. Válvula de drenagem de água 8. Válvula de drenagem de combustível 9. Conjunto do tubo de entrada da bomba de alimentação 10. Tampa de acesso ao filtro de combustível 11. Conjunto do filtro de combustível 12. Tubo de combustível do tanque 13. Conexão teste 14. Entrada de combustível (4)
  39. 39. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-37 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Esquema de fluxo de combustível Fluxo de combustível A carcaça do filtro de combustível inclui os seguin- tes componentes: • Filtro de tela de combustível de 150 mícron; • Conjunto da bomba de escorva; • Elemento para filtragem de combustível; • Separador de água; • Sensor de presença de água no combustível (WIF); • Válvula de drenagem de água; • Regulador da pressão de combustível; • Sensor de Pressão de Combustível do Motor (EFP).
  40. 40. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-38 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Fluxo de combustível A bomba de baixa pressão de alimentação de com- bustível retira o combustível do tanque através de um filtro de tela de 150 mícron, localizado no con- junto do filtro de combustível. Caso exista água no combustível, o elemento do filtro repele as moléculas de água, que são acu- muladas na parte inferior da cavidade do elemento na carcaça do filtro de combustível, e o sensor de presença de água no combustível (WIF) na cavi- dade do elemento detecta a água no combustível. Quando houver um acúmulo suficiente de água na cavidade do elemento, o sensor WIF envia um si- nal ao Módulo de Controle Eletrônico (ECM); o ECM faz acender a luz no painel de instrumentos. Uma válvula de drenagem de combustível localizada no alojamento, pode ser aberta para drenar os contaminantes (normalmente água) da carcaça do filtro de combustível. Outra válvula de drenagem, no fundo do alojamento, drena a cavidade do filtro da tela. Uma válvula do regulador de combustível embuti- da, calibrada para abrir a aproximadamente 4,14 - 4,82 bar (60 - 70 psi), regula e libera a pressão excessiva. Durante a marcha lenta e cargas leves do motor, quando a demanda do injetor é baixa, a maior parte do combustível recircula entre a car- caça do filtro de combustível e a bomba de com- bustível de baixa pressão. Quando a demanda do motor aumenta, o consu- mo de combustível pelo motor aumenta, resultan- do em menos recirculação de combustível. Sob car- gas pesadas, o combustível flui através do filtro com pouca ou nenhuma recirculação. O combustível é condicionado à medida que ele flui através do filtro principal e do batente central. O batente evita que o combustível seja drenado do tubo de distribuição de combustível durante a realização de serviços. Um sensor de Pressão de Combustível do Motor (EFP) detecta a baixa pressão causada pela alta restrição do filtro de combustível e envia um sinal ao ECM; que faz acender uma luz no painel de ins- trumentos. O combustível flui do conjunto cabeçote do filtro sob baixa pressão - inferior a 4,82 bar (70 psi) - para o tubo de distribuição de combustível de bai- xa pressão para distribuição nos injetores de com- bustível. O combustível flui da carcaça do filtro, através da galeria do cabeçote (em 6 furos, um para cada injetor) para cada um dos injetores. Quando os injetores de combustível são ativados, ele flui (da galeria de combustível) para quatro en- tradas em cada injetor.
  41. 41. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-39 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sistema de lubrificação do motor Componentes do sistema de lubrificação e fluxo de óleo Sistema de lubrificação 4. Filtro centrífugo 5. Bomba de óleo 6. Tampa frontal/peça intermediária 7. Reservatório para bomba de óleo de alta pressão 8. Tubo de alimentação 9. Galeria de óleo não filtrado 10. Turboalimentador de GeometriaVariável (EVRT®) 11. Resfriador de óleo 12. Filtro de óleo 13. Filtro de óleo/conjunto cabeçote do filtro de óleo 14. Válvula de alívio do regulador da pressão de óleo 15. Dreno da válvula de alívio do regulador do bloco do motor 16. Conjunto do cárter de óleo 17. Árvore de manivelas 18. Ejetor de óleo (6) 19. Galeria principal de óleo 20. Eixo de comando de válvulas 21. Bloco do motor 22. Galeria vertical 23. Cabeçote do motor 24. Tampa de válvula 25. Conjunto balanceiro 26. Compressor de ar 27. Filtro químico
  42. 42. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-40 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Diagrama de fluxo de óleo Sistema de lubrificação 1. Cárter 2. Bomba de óleo 3. Filtro centrífugo 4. Resfriador de óleo 5. Filtro de óleo 6. Válvula do regulador 7. Turboalimentador de GeometriaVariável (EVRT®) 8. Reservatório de óleo para a bomba de alta pressão 9. Para o sistema de óleo de alta pressão 10. Mancais da árvore de comando 11. Mancais da árvore de manivelas 12. Ejetor de óleo (6) 13. Bielas 14. Eixo balanceiro 15. Filtro químico A bomba de óleo do motor, acionada pela árvore de manivelas, retira o óleo não filtrado do cárter através do tubo de alimentação para o orifício de entrada da peça intermediária. O óleo não filtrado (sob pressão) flui através do orifício de saída na peça intermediária para a gale- ria de óleo não filtrado no bloco do motor. O tubo de distribuição de óleo não filtrado possui um orifício de saída para o módulo do resfriador de óleo.
  43. 43. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-41 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 O óleo é, então, desviado internamente para as pla- cas do resfriador ou desviado no módulo do resfriador/filtro de óleo. Uma válvula de controle de temperatura de óleo, no módulo do resfriador/filtro de óleo, detecta a tem- peratura do óleo de entrada. Durante a partida do motor, quando o óleo está frio, a válvula de contro- le de temperatura permite que o óleo não filtrado seja desviado das placas do resfriador. Quando o óleo não filtrado atinge a temperatura de funciona- mento do motor, a válvula de controle de tempera- tura encaminha o óleo não filtrado para o resfriador. O óleo flui através do núcleo do resfriador e da galeria de desvio, ao mesmo tempo, quando a vál- vula está parcialmente aberta. O óleo não filtrado circula através das placas exis- tentes no resfriador. O líquido de arrefecimento do motor flui dentro das placas para resfriar o óleo que circula ao redor das mesmas. O óleo resfriado e não filtrado que deixa o resfriador mistura-se ao óleo não resfriado e não filtrado (o qual foi desviado do resfriador). A mistura flui através do filtro de óleo (da parte externa para a parte interna do elemento). A válvula Bypass do filtro no coletor assegura o fluxo de óleo para o motor, caso o elemento do filtro esteja tapado. O desvio do óleo ocorre dentro do módulo quando a diferença de pressão do filtro atinge 4,13 bar (60 psi) . O óleo resfriado e filtrado flui através da válvula reguladora de pressão de óleo, no módulo do resfriador de óleo. A válvula reguladora de pres- são de óleo mantém a pressão correta de opera- ção, abrindo-se a 3,79 bar (55 psi) e leva o exces- so de óleo para o cárter. O óleo filtrado continua pela galeria principal por todo o motor. As bronzinas da biela recebem óleo lubrificante através de passagens perfuradas na árvore de manivelas que ligam os moentes aos munhões, os quais recebem óleo pressurizado egresso dos mancais do bloco do motor. Os munhões do eixo de comando de válvulas são alimentados através de passagens perfuradas ver- ticalmente em seus mancais de fixação. O óleo pressurizado da galeria principal, através de ejetores de óleo, lubrifica e resfria os pistões. Os balancins de válvula são lubrificados através de um anel tubular na parte externa da bucha tra- seira da árvore de comando. O óleo passa através de uma galeria vertical na parte traseira do bloco, através de uma passagem no cabeçote, continu- ando através do pedestal do eixo balanceiro e no eixo balanceiro. O óleo continua fluindo através de furos no eixo balanceiro para o balancim, sendo então drenado para o cárter através dos orifícios das varetas de tucho. O óleo filtrado da galeria principal flui através de uma passagem na parte dianteira do bloco e peça intermediária para o reservatório de óleo, e dele para a bomba de óleo de alta pressão. O turboalimentador recebe o óleo filtrado através de um tubo externo conectado ao cabeçote do resfriador de óleo. O óleo retorna ao cárter através do tubo conectado ao bloco do motor. O compressor de ar recebe o óleo filtrado da gale- ria principal através de um tubo externo conectado no lado esquerdo do bloco. O óleo passa pelo eixo do compressor de ar e sai para a caixa de distribui- ção (peça intermediária), depois retornando para o cárter. O conjunto de engrenagens dianteiro é lubrificado por salpico de óleo drenado do reservatório de alta pressão e compressor de ar.
  44. 44. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-42 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sistema de arrefecimento Componentes do sistema de arrefecimento e fluxo de líquido de arrefecimento 1. Conjunto do cabeçote do motor 2. Conjunto do tubo de saída de água do motor (saída da válvula termostática) 3. Conjunto da válvula termostática 4. Compressor de ar 5. Retorno de água do cabeçote do motor para o bloco 6. Camisa do cilindro 7. Conjunto do tubo de retorno do líquido de arrefecimento do EGR 8. Resfriador EGR 9. Saída de água do bloco do motor para a tampa fron- tal/peça intermediária 10. Bloco do motor 11. Entrada de água para o bloco do motor 12. Tubo de alimentação do resfriador EGR 13. Conjunto do módulo do sistema de óleo (resfriador de óleo + filtro) 14. Tubo do resfriador de óleo 15. Entrada de água para a peça intermediária e bomba d’água 16. Alimentação de água da peça intermediária para o bloco do motor 17. Conjunto bomba d’água 18. Tampa frontal/peça intermediária 19. Cotovelo da entrada de água Sistema de arrefecimento do motor
  45. 45. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-43 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Fluxo do sistema de arrefecimento O sistema de arrefecimento mantém o motor den- tro da faixa determinada de temperatura. Os prin- cipais componentes do sistema de arrefecimento incluem o seguinte: • Conjunto do radiador e ventilador (componen- tes do chassi); • Conjunto da bomba d’água; • Conjunto da válvula termostática; • Conjunto do módulo do sistema de óleo (resfriador de óleo + filtro); • Conjunto do resfriador EGR. Uma bomba d’água centrífuga, acionada por cor- reia, está montada na tampa dianteira e possui três passagens. Uma passagem leva o líquido de arre- fecimento da bomba d’água para o bloco do mo- tor, uma segunda retorna o líquido de arrefecimento para a bomba d’água, e uma terceira (um bypass) leva o líquido de arrefecimento de volta para a bom- ba d’água quando a válvula termostática é fecha- da. Líquido de arrefecimento que entra, flui do fundo do radiador através do cotovelo de entrada de água para a tampa dianteira e bomba d'água. O líquido de arrefecimento é bombeado para o bloco do mo- tor através da passagem existente na peça inter- mediária e no bloco. As galerias no bloco do motor direcionam o líquido de arrefecimento da parte dianteira para a trasei- ra, distribuindo o líquido uniformemente para as se- ções mais baixas das camisas do cilindro. O fluxo do líquido de arrefecimento é direcionado tangente às camisas, efetuando um movimento em espiral até o cabeçote do motor. A ação em espiral melho- ra a absorção de calor. O líquido de arrefecimento flui das áreas da cami- sa do cilindro de três maneiras: • O fluido flui para o conjunto do módulo do sis- tema de óleo através do lado direito do bloco do motor, passa através do módulo do siste- ma de óleo, e retorna através de um tubo para a peça intermediária; • O líquido de arrefecimento é encaminhado através de mangueiras para o cabeçote do compressor de ar no lado esquerdo do bloco do motor; • O líquido de arrefecimento sai do bloco do mo- tor na extremidade superior através dos orifí- cios ao redor dos cilindros, distribuído unifor- memente através dos furos calibrados exis- tentes no cabeçote do motor. Então o líquido de arrefecimento flui através do cabeçote (de trás para frente) para a válvula termostática. O resfriador EGR recebe líquido de arrefecimento da peça intermediária. O líquido de arrefecimento flui da parte dianteira e sai pela parte traseira do resfriador para a parte traseira do cabeçote do motor. Existe um orifício de desaeração na parte superior do resfriador EGR.
  46. 46. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-44 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Funcionamento da válvula termostática A válvula termostática possui duas saídas. Uma direciona o líquido de arrefecimento para o radia- dor quando o motor está na temperatura de funci- onamento. A outra direciona o líquido de arrefecimento para a bomba d’água até que o mo- tor atinja a temperatura de funcionamento. A válvula termostática abre a 82°C (180°F), estan- do completamente aberta a 90°C (195°F). Válvula termostática fechada 1. Líquido de arrefecimento do motor 2. Saída para a bomba d’água Válvula termostática aberta 1. Líquido de arrefecimento para o radiador 2. Líquido de arrefecimento do motor Quando a temperatura do líquido de arrefecimento do motor estiver abaixo de 82°C (180°F), a válvula termostática está fechada, interrompendo o fluxo para o radiador. O líquido de arrefecimento é forçado a fluir através do retorno para a bomba d’água. Quando a temperatura do líquido de arrefecimento atinge a temperatura nominal de abertura - 82°C (180°F) - a válvula termostática se abre, permitin- do que uma parte do líquido flua para o radiador. Se a temperatura do líquido de arrefecimento ex- ceder 90°C (195°F), a sede inferior interrompe a passagem do orifício de retorno, direcionando todo o fluxo de líquido de arrefecimento para o radiador.
  47. 47. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-45 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Operação e função O Módulo de Controle Eletrônico (ECM) monitora e controla o desempenho do motor para assegu- rar um desempenho otimizado e atendimento dos padrões de emissão de gases. O ECM tem quatro funções principais: • Fornecer tensão de referência (VREF ); • Converter os sinais de entrada; • Processar e armazenar as estratégias de con- trole; • Controlar os atuadores. 1.Tensão de referência (VREF ) O ECM fornece tensão de referência (VREF ) de 5 V para os sensores de entrada no sistema de con- trole eletrônico. Ao comparar a tensão de referên- cia (VREF ) de 5 V enviada para os sensores com seus respectivos sinais de retorno, o ECM deter- mina a pressão, posição e outras variáveis impor- tantes para as funções do motor e do veículo. O ECM fornece dois importantes circuitos para VREF : • VREF A fornece 5 V aos sensores do motor; • VREF B fornece 5 V aos sensores do veículo. Sistema de controle eletrônico Sistema de controle eletrônico Componentes do sistema de controle eletrônico
  48. 48. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-46 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 2. Conversor de sinal O conversor de sinal no microprocessador interno converte os sinais analógicos em sinais digitais, regula os sinais de onda senoidal ou amplifica si- nais de baixa intensidade em um nível que o microprocessador do ECM possa processar. 3. Microprocessador O microprocessador do ECM armazena instruções de operação (estratégias de controle) e tabelas de valores (parâmetros de calibração). O ECM com- para as instruções armazenadas e os valores com aqueles de entrada condicionados para determi- nar a estratégia correta para todas as operações do motor. Cálculos contínuos no ECM ocorrem em dois dife- rentes níveis ou velocidades: primeiro e segundo planos. • Cálculos de primeiro plano são muito mais rá- pidos que os cálculos de segundo plano e nor- malmente são mais críticos para a operação do motor. O controle da rotação do motor é um exemplo; • Cálculos de segundo plano normalmente são variáveis que se alteram a taxas mais lentas. A temperatura do motor é um exemplo. Os Códigos de Falha são gerados pelo micropro- cessador, caso as entradas ou condições não es- tejam de acordo com os valores esperados. As estratégias de diagnóstico são também progra- madas no ECM. Algumas estratégias monitoram entradas continuamente e comandam as saídas necessárias para atingir o desempenho correto do motor. Memória do microprocessador O microprocessador do ECM inclui Read Only Memory (ROM) e Random Access Memory (RAM). ROM ROM armazena informações permanentes para tabelas de calibração e estratégias de operação. As informações armazenadas permanentemente não podem ser alteradas ou perdidas ao desligar- se a chave de ignição ou quando a fonte de ener- gia do ECM for interrompida. ROM inclui o seguinte: • Configuração do veículo, modos de operação e opções; • Código de Classificação da Família do Motor (EFRC); • Modos de advertência e de proteção do mo- tor. RAM RAM armazena informações temporárias para as condições atuais do motor. Informações temporá- rias na RAM são perdidas quando a chave de igni- ção é desligada ou quando a fonte de energia do ECM for interrompida. As informações RAM inclu- em o seguinte: • Temperatura do motor; • Rotação do motor; • Posição do pedal do acelerador. 4. Controle do atuador O ECM controla os atuadores, aplicando um sinal de nível lógico baixo (atuador do lado de baixa) ou um sinal de nível lógico alto (acionado do lado de alta). Quando acionados, ambos os atuadores fe- cham um circuito de terra ou de energia com um atuador. Os atuadores são controlados de três formas, de- terminadas pelo tipo de atuador. • Um ciclo de trabalho (porcentagem de tempo ativado/desativado); • Um sinal modulado (PWM); • Ativado ou desativado. Controle do ECM da operação do motor O ECM controla o funcionamento do motor atra- vés do seguinte: • Módulo de controle do Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®); • Módulo de controle EGR e válvula de contro- le; • Freio-motor Logic Brake ®; • Válvula IPR.
  49. 49. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-47 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Módulo de controle do Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®) O módulo de controle EVRT® controla a posição do vane na carcaça da turbina. A posição do vane é controlada por uma tensão fornecida pela ECM. O circuito do terra é sempre fornecido diretamente do terra da bateria. O controle do atuador é ajustado por um sinal mo- dulado em resposta à rotação do motor, quantida- de de combustível desejada, pressão de reforço ou contra-pressão e altitude. Válvula de controle de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) A válvula EGR controla o fluxo dos gases de esca- pe no duto de entrada e no misturador EGR. A vál- vula de controle EGR possui um motor de passo para controlar a posição da válvula e um sensor para fornecer um sinal de retorno para o módulo de acionamento EGR. A tensão é fornecida pelo relé de energia ECM através de um conector de 12 vias. O controle do motor de passo é obtido através do módulo de acionamento EGR, comandado pela ECM para atender as exigências do motor. Regulador de Pressão de Injeção (IPR) A válvula IPR controla a pressão no sistema de Pressão de Controle de Injeção (ICP). A válvula IPR é uma válvula de posição variável controlada pelo ECM. Esta pressão regulada aciona os injetores de combustível. A posição da válvula é controlada, comutando-se o circuito do terra no ECM. A fonte de tensão é fornecida pela chave de ignição. Módulo de Controle do Injetor (IDM) Módulo de Controle dos Injetores (IDM) 1. Eixo de comando de válvulas com pino 2. Sinal de posição do eixo de comando de válvu- las (CMP) 3. Roda de pulso do sensor de posição da árvore de manivelas 4. Sinal de Posição da Árvore de Manivelas (CKP) 5. Módulo de Controle do Injetor (IDM) 6. Sinal de Saída de Posição do Eixo de comando de Válvulas (CMPO) 7. Sinal de Saída de Posição da Árvore de Mani- velas (CKPO) 8. Comunicação da Rede de Área do Controlador (CAN 2) 9. Módulo de Controle Eletrônico (ECM) 10. Injetores de combustível O IDM possui três funções: • Distribuidor eletrônico para injetores; • Fonte de energia para injetores; • IDM e diagnóstico do injetor.
  50. 50. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-48 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Módulo de controle dos injetores O IDM distribui a corrente para os injetores, con- trolando o envio de combustível para o motor e en- viando pulsos de alta tensão para as bobinas ABERTA e FECHADA do injetor. O IDM utiliza as informações do ECM para deter- minar o tempo e a quantidade de combustível para cada injetor. O ECM utiliza os sinais de entrada do sensor de fase do comando de válvulas (CMP) e do sensor de rotação da árvore de manivelas (CKP) para cal- cular a rotação e a posição do motor. O ECM con- verte os sinais de entrada e também fornece ao IDM os sinais de saída do sensor de fase do co- mando de válvulas (CMP) e do sensor de rotação da árvore de manivelas (CKP). O IDM utiliza os sinais de saída do sensor de fase do comando de válvulas (CMP) e do sensor de rotação da árvore de manivelas (CKP) para determinar a seqüência correta para ignição do injetor. O ECM envia informações (volume de combustí- vel, temperatura do óleo lubrificante e pressão de controle de injeção) através da rede CAN para o IDM; o IDM utiliza estas informações para calcular o ciclo de injeção. Fonte de energia do injetor O IDM cria um fornecimento de 48 V (DC) para todos os injetores, oscilando entre 0 e 24 V pela bobina no IDM. Os 48 V criados no IDM são arma- zenados até que sejam utilizados pelos injetores. O IDM controla o momento em que o injetor é liga- do e por quanto tempo ele estará ativo. O IDM, primeiramente, energiza a bobina ABERTA e, a seguir, a FECHADA. O atuador do lado de baixa fornece um circuito de retorno para o IDM para cada bobina do injetor (ABERTA e FECHADA). O atuador do lado de alta controla o fornecimento de energia para o injetor. Durante a injeção, os atuadores de baixa e de alta são ativados e desativados para cada bobina. IDM e diagnóstico de injetor O IDM determina se um injetor está recebendo ten- são suficiente. O IDM envia a falha ao ECM, indi- cando problemas em potencial no chicote ou injetor, e o ECM irá ajustar um Código de Falha. O IDM também efetua inspeções de um auto-diagnóstico e ajusta um Código de Falha para indicar a falha do IDM. Testes podem ser efetuados utilizando-se a ferra- menta de diagnose. A ferramenta comunica-se com a ECM e esta, com a IDM para efetuar o teste. Quando houver algum problema, será gerado um Código de Falha a ser lido pela ferramenta de diagnose. Outros testes requerem do técnico a avaliação de parâmetros apresentados pela ferra- menta.
  51. 51. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-49 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sensores do motor e do veículo Sensores do motor e do veículo 1. Módulo de Controle Eletrônico (ECM) 2. Temperatura do Óleo do Motor (EOT) 3. Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor (ECT) 4. Temperatura do Coletor de Ar (MAT) 5. Sensor de Presença de Água no Combustível (WIF) 6. Posição da Árvore de Manivelas (CKP) 7. Posição do Eixo de Comando de Válvulas (CMP) 8. Sensor de Velocidade doVeículo (VSS) 9. Posição da Válvula de Recirculação dos Gases de Escape (EGRP) 10. Pressão Absoluta do Coletor (MAP) 11. Pressão de Controle do Freio (BCP) 12. Pressão de Óleo do Motor (EOP) 13. Sensor de Pressão de Combustível do Motor (EFP) 14. Pressão de Controle de Injeção (ICP) 15. Contra-pressão de Escape (EBP)
  52. 52. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-50 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Termistor 1. Sensor de temperatura 2. Módulo de Controle Eletrônico (ECM) 3. Microprocessador 4. Tensão de referência 5. Terra O sensor de temperatura do líquido de arrefecimento é um backup, caso o sensor de tem- peratura do óleo lubrificante esteja mandando in- formações inconsistentes. O sensor ECT está ins- talado no suporte auxiliar. Temperatura do Óleo do Motor (EOT) O ECM monitora o sinal de temperatura de óleo do motor (EOT) para controlar a quantidade de com- bustível e o tempo ao acionar o motor. O sinal de temperatura de óleo do motor (EOT) permite que o ECM e o IDM compensem as diferenças na visco- sidade do óleo para as alterações de temperatura, afim de assegurar que a potência e o torque este- jam disponíveis para todas as condições de ope- ração. O sensor EOT está instalado na parte tra- seira da tampa dianteira, à esquerda do conjunto da bomba de óleo de alta pressão. Temperatura do Ar de Admissão do Coletor (MAT) O ECM monitora o sinal de temperatura do Ar de Admissão do Coletor (MAT) para o funcionamento do EGR. O sensor MAT está instalado à direita do sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) no coletor de admissão. Sensor de capacitância variável 1. Sensor de pressão 2. Módulo de Controle Eletrônico (ECM) 3. Terra 4. Microprocessador 5. Tensão de referência Termistores • ECT • EOT • MAT Um sensor tipo termistor altera sua resistência elé- trica devido a variações na temperatura. A resis- tência no termistor diminui à medida que a tempe- ratura aumenta, e aumenta à medida que a tempe- ratura diminui. Os termistores trabalham com um resistor que limita a corrente no ECM para formar um sinal de tensão que esteja de acordo com o valor da temperatura. A metade superior do separador de tensão é o resistor de limitação de corrente dentro do ECM. Um sensor termistor possui dois conectores elétri- cos, retorno de sinal e do terra. A saída do sensor de termistor é um sinal analógico não linear. Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor (ECT) O ECM monitora o sinal ECT e utiliza esta infor- mação para o indicador de temperatura do painel de instrumentos, compensação do líquido de arrefecimento e o sistema de proteção do motor.
  53. 53. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-51 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sensores de capacitância variável • BCP • EBP • EFP • EOP • ICP • MAP Os sensores de capacitância variável medem a pressão. A pressão medida é aplicada a um mate- rial cerâmico. A pressão força o material cerâmico para mais pró- ximo de um fino disco de metal. Esta ação altera a capacitância do sensor. O sensor está conectado ao ECM através de três fios: • VREF (tensão de referência) • Retorno de sinal • Terra O sensor recebe o VREF e devolve uma tensão de sinal analógico ao ECM. O ECM compara a ten- são com os valores previamente programados para determinar a pressão. A faixa operacional do sensor de capacitância va- riável está ligada à espessura do disco cerâmico. Quanto mais espesso o disco cerâmico, maior a pressão que o sensor pode medir. Controle de Pressão do Freio (BCP) O ECM monitora o sinal do sensor de controle de pressão do freio (BCP) para determinar a pressão de óleo no tubo de distribuição do freio. O sensor BCP está instalado à direita da válvula do freio- motor da galeria de alta pressão. Pressão de Óleo do Motor (EOP) O ECM monitora o sinal do sensor de pressão de óleo do motor (EOP), e utiliza estas informações para o indicador de pressão do painel e o Sistema de Proteção do Motor. O sensor EOP está instala- do no lado esquerdo do bloco do motor abaixo e à esquerda da carcaça do filtro de combustível. Contra-pressão de escape (EBP) O ECM monitora o sinal EBP para determinar a contra-pressão de escape. Este sensor fornece o retorno ao ECM para controle do circuito fechado do Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®). O sensor EBP está instalado em um suporte fixado no suporte auxiliar. Pressão de Combustível do Motor (EFP) O ECM monitora o sinal EFP para determinar a pressão correta de combustível para um funciona- mento eficiente do motor. O sensor EFP está instalado na parte traseira do conjunto do filtro de combustível (lado do bloco). Sensor de Controle da Pressão de Injeção (ICP) O ECM monitora o sinal ICP para determinar o controle da pressão de injeção para o funciona- mento do motor. O sinal de ICP é utilizado para controlar a válvula IPR, fornecendo feedback ao ECM para controle de ICP. O sensor ICP está ins- talado à esquerda da válvula do freio-motor, na galeria de alta pressão. Pressão Absoluta do Coletor (MAP) O ECM monitora o sinal MAP para determinar a pressão do coletor de admissão. Esta informação é utilizada para controlar a razão de combustível no tempo de injeção. O sensor MAP está instalado à esquerda do sensor MAT, no coletor de admis- são.
  54. 54. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-52 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Sensor de alimentação magnético 1. Sinal de Posição da árvore de manivelas (CKP) 2. Roda de pulsos do sensor de rotação da árvore de manivelas 3. Sensor de Rotação da árvore de manivelas (CKP) 4. Sinal de posição do eixo de comando de válvu- las (CMP) 5. Eixo de comando de válvulas com pino 6. Sensor de fase do eixo de comando de válvu- las (CMP) 7. Sinal de velocidade do veículo 8. Módulo de Controle Eletrônico (ECM) Este sensor possui um núcleo magnético perma- nente envolvido por uma bobina. A freqüência do sinal é gerada pela rotação dos dentes da engre- nagem que interfere no campo magnético. Sensor de Rotação da Árvore de Manivelas (CKP) O sensor CKP fornece ao ECM um sinal que indi- ca a posição e a rotação da árvore de manivelas. À medida que a árvore de manivelas gira, o sensor CKP detecta a roda de pulsos de 60 dentes na ár- vore de manivelas, pois a roda de pulsos possui uma ranhura, ao invés dos dentes 59 e 60. Ao com- parar o sinal CKP com o sinal CMP, o ECM calcula as rotações do motor e as exigências de regulagem. O CKP está instalado na parte superi- or esquerda da carcaça do volante do motor. Sensor de fase do eixo de comando de válvulas (CMP) O sensor CMP fornece ao ECM um sinal que indi- ca a posição do eixo de comando de válvulas. À medida que o comando gira, o sensor identifica sua posição, localizando um pino existente no coman- do. O CMP está instalado na tampa frontal, acima e à direita da polia da bomba d'água. Sensores de alimentação magnéticos • CKP • CMP Um sensor magnético gera uma freqüência alter- nada que indica a rotação. Os sensores magnéti- cos possuem uma conexão de 2 fios para sinal e terra.
  55. 55. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-53 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Potenciômetro 1. Terra 2. Módulo de Controle Eletrônico (ECM) 3. Microprocessador 4. Tensão de referência (VREF ) 5. Sensor de Posição do Acelerador (APS) Interruptor 1. Pedal do acelerador 2. Fonte de tensão com resistor de limitação de corrente 3. Microprocessador 4. ECM 5. Terra Potenciômetros • APS1 e APS2 Um potenciômetro é um dispositivo de tensão vari- ável que detecta a posição de um componente me- cânico. Uma tensão de referência é aplicada a uma das extremidades do potenciômetro. O movimento gi- ratório ou linear mecânico movimenta o contato ao longo do material de resistência, alterando a ten- são em cada ponto ao longo do material resistivo. A tensão é proporcional à quantidade de movimen- to mecânico. Sensor de Posição do Acelerador (APS) O Sensor de Posição do Acelerador (APS) forne- ce ao ECM um sinal de retorno (tensão analógica linear) que indica que o operador está solicitando potência. O APS está montado no pedal do acele- rador. Além do pedal do acelerador, pode ser utili- zado um acelerador remoto ou dispositivo de ace- leração. Interruptores • WIF Os sensores tipo interruptor indicam a posição.Eles funcionam abertos ou fechados, permitindo ou evi- tando o fluxo de corrente. Um sensor de interruptor pode ser um interruptor de entrada de tensão ou interruptor de terra. Um interruptor de entrada de tensão fornece ao ECM tensão quando está fechado. Um interruptor do terra aterra o circuito quando fechado, provocan- do um sinal de zero tensão. Os interruptores do terra geralmente estão instalados em série com o resistor de limitação de corrente. Presença de Água no Combustível (WIF) O sensor de Presença de Água no Combustível (WIF) detecta a presença de água no combustível. Quando houver um acúmulo suficiente de água no fundo do alojamento, o sensor WIF envia um sinal ao Módulo de Controle Eletrônico (ECM); o ECM ajusta o Código de Falha e acende-se a luz PRE- SENÇA DE ÁGUA NO COMBUSTÍVEL no painel de instrumentos. O sensor WIF está instalado na base do cabeçote do filtro de combustível.
  56. 56. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-54 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Freio-motor Logic Brake ® Componentes do freio-motor 1. ECM 2. Válvula de alívio de pressão do freio 3. Galeria de óleo de alta pressão 4. Sensor de Pressão de Controle de Freio (BCP) 5. Conjunto da válvula do freio-motor Freio-motor Logic Brake ® 6. Sensor de Pressão de Controle de Injeção (ICP) 7. Parte dianteira do motor 8. Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT®) 9. Módulo de controle do turboalimentador
  57. 57. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-55 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 O freio-motor Logic Brake ®, um sistema de freio de liberação de compressão, oferece o seguinte: • Redução significativa de ruído; • Freio-motor mais eficiente; • Alta durabilidade; • Compatibilidade com o sistema de controle de velocidade de cruzeiro; • Custo mais baixo de operação e vida útil mais longa das sapatas de freio. Conceito de freio-motor O sistema de freio-motor retarda a velocidade do veículo durante desaceleração ou frenagem, mo- mento no qual os pneus transmitem movimento ao motor; o motor age como um absorvedor de ener- gia. Funcionamento do freio-motor Para absorver energia, o freio-motor Logic Brake® combina a sangria do ar de admissão comprimido, o controle à contra-pressão de escape do EVRT®, e o movimento do pistão transmitido pelo veículo. • A energia é absorvida durante o curso de com- pressão, quando o ar de admissão é compri- mido e forçado através de uma válvula de es- cape levemente aberta, que fornece fluxo de ar comprimido ao EVRT®; • Os vanes da turbina criam a absorção dese- jada de energia, contra-pressão e reforço na admissão; • Na parte superior do curso de compressão a energia se dissipa, a pressão para forçar o pistão para baixo é eliminada, e a energia é absorvida pelo acionamento do veículo que empurra o pistão para baixo. Controle do freio-motor Galeria de alta pressão 1. Galeria de alta pressão 2. Sensor ICP 3. Conjunto da válvula do freio-motor 4. Sensor BCP 5. Válvula de alívio da pressão do freio 6. Parte dianteira do motor A galeria de alta pressão utiliza o óleo sob alta pres- são do sistema de pressão de controle de injeção para abrir as válvulas de escape.
  58. 58. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-56 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Válvula do freio-motor e atuador do freio - desativado 1. Galeria de alta pressão 2. Galeria de óleo do injetor 3. Galeria de óleo do freio 4. Conjunto da válvula do freio-motor 5. Conjunto do pistão do atuador do freio 6. Ponte de válvula de escape 7. Folga de válvula (atuador retraído) 8. Entrada de óleo Durante a operação normal do motor, o óleo na galeria de alta pressão vai apenas para os injetores de combustível. A válvula do freio-motor, montada na galeria de alta pressão, é fechada para evitar que o óleo entre na galeria do freio.
  59. 59. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-57 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Funcionamento do freio-motor Logic Brake ® no modo de frenagem Válvula de corte de freio e atuador do freio – ativado 1. Galeria de alta pressão 2. Fluxo de óleo de alta pressão para a galeria de óleo do freio 3. Galeria de óleo do freio 4. Conjunto da válvula de corte 5. Conjunto do pistão do atuador de freio 6. Ponte da válvula de escape 7. Folga de válvula (atuador acionado) 8. Infiltração normal de óleo 9. Entrada de óleo O ECM monitora os seguintes critérios para asse- gurar que determinadas condições sejam atingidas. • ABS (inativo) • Rotação (superior a 1.000 rpm) • APS (inferior a 5%) • Validação de marcha-lenta • Interruptores de entrada do operador (Ligado/ Desligado) (seleção de energia - Baixo, Mé- dio, Alto) Se for escolhido ON (ligado), e os critérios acima forem obtidos, o freio-motor será ativado. Quando o freio-motor está ativado, o ECM fornece o terra para ativar a válvula do freio-motor, permi- tindo que o óleo da galeria de óleo flua para a ga- leria do freio. Alta pressão de óleo ativa os pistões do atuador do freio para abrir as válvulas de esca- pe. Durante o funcionamento do ABS, o freio-motor é desativado. O freio-motor é ativado tão logo o ABS pare de funcionar.
  60. 60. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 3 - Sistemas do Motor 3-58 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 O ECM desativa a válvula do freio-motor para desativar o freio-motor. A pressão residual do tubo de distribuição de freio inicialmente é sangrada pelo orifício do atuador. Quando a pressão do tubo de distribuição de freio atinge 69 bar (1.000 psi), a válvula de alívio de pres- são do freio abre-se e o óleo é drenado de volta para o cárter. Válvula de alívio da pressão de freio na galeria de alta pressão 1. Parte dianteira do motor 2. Válvula de alívio da pressão de freio
  61. 61. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 4 - Fixação do Motor no Suporte 4-59 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Preparação do motor........................................................................................................... 60 Remoção de componentes ................................................................................................. 61 Placa adaptadora de fixação e motor ................................................................................ 62 Torque especial ................................................................................................................... 64 Fixação do Motor no Suporte
  62. 62. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 4 - Fixação do Motor no Suporte 4-60 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Preparação do motor Limpeza do motor Atenção: Para evitar acidentes ou danos ao motor, leia todas as instruções de segurança na seção "Informações sobre Segurança" deste manual. Atenção: Para evitar acidentes ou danos ao motor, certifique-se de que a trans- missão esteja em ponto neutro, de que o freio de estacionamento es- teja aplicado e de que as rodas es- tejam travadas antes de efetuar qualquer procedimento de serviço no motor ou veículo. 1. Cubra todas as aberturas para evitar a entra- da de água ou de outros agentes desengraxantes nos componentes internos do motor. 2. Proteja todos conectores de pinos elétricos que estejam expostos, bem como os módulos do ECM, IDM e EGR, utilizando fitas adesivas. 3. Não utilize equipamentos de limpeza com água quente sob alta pressão. 4. Não utilize agentes de limpeza que possam agredir os componentes do motor. Procure utilizar detergente neutro ou similar. 5. O uso de água morna facilita a remoção de sujidade sem danificar os componentes do motor. Drenar os fluidos do motor Localização do bujão de drenagem do líquido de arrefecimento 1. Coloque um recipiente apropriado sob o bujão de drenagem para recolher o líquido de arrefecimento drenado. Remova o bujão de drenagem do líquido de arrefecimento (M18) e o anel “O”-Ring de vedação da parte inferior do módulo do sistema de óleo. Abra a tampa do radiador para que o sistema seja rapida- mente drenado. Após drenar o líquido de arrefecimento, instale um novo anel de vedação no bujão e instale-o no módulo.Aplique o valor de torque de 24 Nm. Descarte o líquido de arrefecimento usado, de acordo com as leis aplicáveis. Drenagem do óleo 2. Coloque um coletor apropriado sob o bujão de drenagem para recolher o óleo.
  63. 63. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 4 - Fixação do Motor no Suporte 4-61 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 3. Remova o bujão de drenagem do cárter (M18) e a arruela de vedação. Drene o óleo do motor e descarte o óleo usado de acordo com as leis aplicáveis. 4. Descarte a arruela de vedação, inspecione o bujão de drenagem e substitua-o, se necessá- rio. Coloque uma nova arruela de vedação no bujão de drenagem e instale no cárter. Veja o valor de torque especial (Tabela 3, na página 4-64). Remoção de componentes Tubo de entrada de óleo do turboalimentador 1. Afrouxe a porca de montagem do tubo de en- trada de óleo do turboalimentador do encaixe na parte superior do módulo do filtro de óleo. 2. Remova os dois parafusos de fixação (M8 x 20) que fixam o turboalimentador e o conjunto do tubo de entrada de óleo na parte superior da carcaça do turboalimentador. Remova o conjunto do tubo de entrada de óleo do turboalimentador. Descarte o anel de vedação do flange. 3. Remova o suporte do tubo de drenagem de óleo do turboalimentador e o parafuso (M8x16) do bloco do motor. Turboalimentador Atenção: Para evitar acidentes ou danos ao motor, apóie o conjunto do turboalimentador durante a remo- ção dos elementos de fixação. Porcas de fixação do turboalimentador 1. Porcas, M10 (4) Nota:Para facilitar a desmontagem do turboalimentador, afrouxe as quatro porcas (M10) e, a seguir, solte cada porca, utilizan- do um soquete. Isto forçará as "pontas" das roscas dos parafusos para fora das "travas" das porcas especiais Spiralock® e, desta forma, permite que as porcas sejam desenroscadas mais facilmente. Nota:Remova o turboalimentador e o tubo de dre- nagem de óleo. O tubo de drenagem de óleo está fixado entre o turboalimentador e o blo- co. 1. Remova as quatro porcas (cabeça flangeada) que fixam o conjunto do turboalimentador ao flange do coletor de escape. 2. Remova o conjunto do turboalimentador, o tubo de drenagem de óleo, e o anel de vedação de fixação do turbo, do motor. Descarte os anéis de vedação do tubo de drenagem. 3. Cubra com capas todas as aberturas existen- tes no conjunto do turboalimentador. Nota:Caso as capas plásticas não estejam dispo- níveis, utilize uma fita adesiva para cobrir as aberturas.
  64. 64. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 4 - Fixação do Motor no Suporte 4-62 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Módulo do sistema de óleo 1. Remova o parafuso (M8 x 16) que fixa o con- junto do tubo de drenagem de arrefecimento de óleo ao bloco. 2. Remova os oito parafusos (M8 x 30) que fi- xam o módulo do sistema de óleo ao bloco. 3. Remova o módulo do sistema de óleo e o tubo de drenagem do resfriador de óleo do bloco; descarte os anéis de vedação. O tubo de dre- nagem do resfriador de óleo está fixado entre o módulo do sistema de óleo e a peça inter- mediária. Placa adaptadora de fixação e motor Placa adaptadora Atenção: Para evitar acidentes ou danos ao motor, utilize um suporte de motor com capacidade de no mínimo, 3 to- neladas, equipada com ganchos de segurança para levantar o motor nas alças de levantamento apropriadas. Atenção: Para evitar acidentes ou danos ao motor, utilize apenas parafusos do sistema métrico classe 10.9 ou SAE classe 8, ao fixar a placa adaptadora no motor, ou no suporte. Veja a lite- ratura pertinente incluída com a pla- ca adaptadora quanto às instruções específicas de uso seguro. Atenção: Utilize olhais de sustentação do mo- tor recomendado no Apêndice C - Ferramentas Especiais de Serviço ou no Catálogo de Ferramentas Especiais. 1. Alinhe visualmente a placa adaptadora com os orifícios do parafuso no lado direito do motor para determinar o sentido da placa adaptadora em relação ao suporte do motor. Remoção do filtro de óleo 1. Cabeçote do filtro de óleo 2. Resfriador de óleo 3. Elemento do filtro de óleo 4. Junta do filtro de óleo Filtro de óleo Remova o elemento do filtro de óleo do resfriador de óleo. Descarte o elemento do filtro de óleo.
  65. 65. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 4 - Fixação do Motor no Suporte 4-63 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Torque dos parafusos de fixação do motorInstalação da placa adaptadora no suporte do motor 2. Instale a placa adaptadora recomendada no motor, fixando-a com 8 parafusos (classe 8 ou 10.9) e porcas. Aperte os parafusos de acordo com o valor de torque padrão (Diretrizes Ge- rais de Torque, página 20-356). Motor 1. Levante o motor até atingir aproximadamente a altura do suporte do motor. 2. Alinhe o suporte do motor e a placa adaptadora com o motor, girando o suporte e levantando o motor para alinhar a placa adaptadora. Fixe um parafuso e gire o suporte, se necessário, para apertar os parafusos restantes. 3. Utilize parafusos do sistema métrico, classe 10.9 para fixar o motor na placa adaptadora. Aperte os parafusos de acordo com o valor de torque padrão (Diretrizes Gerais de Torque, página 20-356). Remova os ganchos da cor- rente de segurança das alças de levantamen- to do motor.
  66. 66. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 4 - Fixação do Motor no Suporte 4-64 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Torque especial Bujão de drenagem do cárter de óleo (M16) 55 Nm Tabela 3 Torques especiais para fixação do motor Bujão de drenagem do líquido de arrefecimento (M18) 24 Nm (M18)
  67. 67. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 5 - Turboalimentador de Geometria Variável EVRT® 5-65 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Descrição.............................................................................................................................. 66 Remoção............................................................................................................................... 67 Limpeza ................................................................................................................................ 68 Inspeção ............................................................................................................................... 68 Instalação ............................................................................................................................. 69 Especificações ..................................................................................................................... 71 Turboalimentador de GeometriaVariável (EVRT® )
  68. 68. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 5 - Turboalimentador de Geometria Variável EVRT® 5-66 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Descrição Este motor é equipado com turboalimentador con- trolado eletronicamente. Quanto aos procedimen- tos neste manual, será utilizado o termo Turboalimentador de Geometria Variável (EVRT® ). Os componentes principais do conjunto EVRT® não podem ser reparados individualmente. Quan- do o fluxo do turboalimentador aumentar, remova o EVRT® e efetue uma inspeção inicial. 1. Saída da turbina 2. Entrada da turbina 3. Orifício de alimentação de óleo 4. Entrada do compressor 5. Saída do compressor 6. Carcaça do compressor Localização dos componentes do turboalimentador controlado eletronicamente 7. Carcaça da turbina 8. Orifício de drenagem de óleo 9. Módulo de controle do turboalimentador 10. Chicote elétrico 11. Atuador do EVRT®
  69. 69. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 5 - Turboalimentador de Geometria Variável EVRT® 5-67 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Remoção Conjunto do Turboalimentador de GeometriaVariável (EVRT®) e componentes Atenção: Para evitar acidentes ou danos ao motor, leia todas as instruções de segurança na seção "Informações sobre Segurança", neste manual. Atenção: Para evitar acidentes ou danos ao motor, certifique-se de que o motor esteja frio o suficiente antes de ten- tar remover o conjunto do EVRT®. Atenção: Para evitar acidentes ou danos ao motor, certifique-se de desconectar o cabo da bateria. Caso o terra da bateria não seja removido, pode ser gerado um arco elétrico ao ser re- movido o turboalimentador. Suporte e parafuso do tubo de drenagem de óleo 3. Remova o parafuso (M8 x 16) do suporte do tubo de drenagem de óleo do turbo. 4. Desconecte o chicote elétrico do atuador do EVRT®. Conjunto do tubo de entrada de óleo 1. Porca 2. Parafuso, M8 x 20 (2) 1. Remova a porca do conjunto do tubo de entra- da de óleo do turbo, de seu encaixe na parte superior do cabeçote do filtro de óleo. 2. Remova os dois parafusos (M8 x 20) do con- junto do tubo de entrada de óleo do turbo. Re- mova o conjunto do tubo e descarte o anel de vedação.
  70. 70. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 5 - Turboalimentador de Geometria Variável EVRT® 5-68 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 4. Limpe completamente quaisquer vestígios de material de junta da carcaça da turbina e das superfícies de fixação do coletor de escape. Inspeção Inspeção da turbina e do compressor 1. Posicione o EVRT® em uma bancada de tra- balho de forma que o eixo fique horizontal. Inspeção da rotação do eixo 2. Gire o eixo com a mão e verifique quanto à atrito das hélices dentro de cada carcaça. As hélices devem girar livremente. Caso haja algum atrito ou interferência, substitua o con- junto EVRT®. Nota:Não tente endireitar lâminas dobradas ou tor- tas. 3. Inspecione o rotor do compressor e o rotor da turbina. Caso haja depósitos de particulas nas lâminas ou alguma das lâminas esteja dobra- da, quebrada ou corroída, substitua o conjun- to EVRT®. Porcas de fixação do EVRT® 1. Porcas, M10 (4) Nota:Para facilitar a desmontagem do turboalimen- tador, afrouxe as quatro porcas (M10) e, a seguir, solte cada porca utilizando um soquete. Isto forçará as "pontas" das roscas para fora das "travas" das porcas especiais Spiralock® , permitindo que as mesmas se- jam desrosqueadas facilmente. 5. Remova as quatro porcas (M10) que fixam o conjunto EVRT® ao coletor de escape. 6. Remova o conjunto EVRT® e o tubo de dre- nagem de óleo do turbo com uma única peça. Descarte a junta de fixação do turbo, os anéis de vedação do tubo de drenagem de óleo, e as porcas de fixação. Limpeza Turboalimentador e peças relacionadas 1. Utilize água e sabão para limpar os tubos en- tre o EVRT® e o conjunto do filtro de ar. Utilize ar comprimido filtrado (página 2-8) para secar todo o tubo. 2. Utilize ar comprimido filtrado (página 2-8) para limpar o tubo de entrada de ar e as manguei- ras de conexão. 3. Utilize um solvente apropriado e uma escova de nylon para limpar o tubo de entrada e o tubo de drenagem de óleo. Utilize ar comprimido fil- trado (página 8) para secar os tubos. Substi- tua os tubos que estiverem danificados.
  71. 71. Manual de Serviço Motor NGD 9.3E 5 - Turboalimentador de Geometria Variável EVRT® 5-69 MWM INTERNATIONAL Motores Publicação no 8120080 - 02/08 Inspeção da folga axial Inspeção de folga axial 1. Coloque o conjunto EVRT® sobre uma ban- cada de trabalho limpa. 2. Posicione a base magnética do relógio comparador em um local adequado. Coloque a ponta do relógio comparador no eixo da tur- bina e zere o ponteiro. 3. Mova o eixo para trás e para frente com a mão. Anote a folga axial do eixo da turbina registra- da no relógio comparador. Caso a leitura ex- ceda as especificações, substitua o conjunto EVRT®. 4. Direcione o conjunto EVRT® de maneira que a articulação do atuador possa ser facilmente acessada e visualizada. Mova o eixo do atuador por todo o curso. O eixo do atuador deve girar 90° e retornar sob pressão de mola. Instalação Conjunto do Turboalimentador de GeometriaVariável (EVRT®) e componentes 1. Coloque uma nova junta do turbo nos prisio- neiros do flange do turboalimentador. 2. Coloque um novo anel de vedação em cada extremidade do tubo de drenagem de óleo do turbo e lubrifique-o com óleo de motor limpo. Cuidado: Para evitar acidentes ou danos ao mo- tor, tome bastante cuidado para não cor- tar ou danificar os anéis de vedação do tubo de drenagem de óleo. 3. Instale o tubo de drenagem de óleo no lado do turboalimentador e, a seguir, monte o turboalimentador e o tubo de drenagem de óleo no motor. 4. Instale o EVRT® no coletor de escape e rosqueie as duas novas porcas (M10) nos parafusos, deixando-os soltos. Porcas de fixação do EVRT® 1. Porcas, M10 (4) 5. Instale duas novas porcas (M10) nos parafu- sos inferiores do coletor de escape. Aperte as quatro porcas de fixação do turboalimentador, certificando-se de que o tubo de drenagem de óleo esteja assentado dentro do orifício de dre- nagem do bloco do motor. Aperte as porcas de fixação do turboalimentador de acordo com o valor de torque especial (Tabela 5, na pági- na 5-71).

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