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A arte de acampar
 

A arte de acampar

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    A arte de acampar A arte de acampar Document Transcript

    • Clube de Líderes OnlineClube de Líderes Onlinehttp://br.groups.yahoo.com/group/clubedelideresonline/Apostila de Classe Regular e AvançadaSeção – Arte de AcamparJaneiro2007
    • ÍndiceRequisitosAnexo 1 – Cordas, nós e amarrasAnexo 2 – Como Montar uma barracaAnexo 3 – Regras de uma caminhada e o que fazer quando perdidoAnexo 4 – Sinais de PistaAnexo 5 – Como descobrir pontos cardeais sem bussolaAnexo 6 – Especialidade de Primeiros Socorros BásicoAnexo 7 – Modelo de Planejamento p/ acamp, cardapio 3 dias e Pontos a serem considerados paraum acampamentoAnexo 8 – Mapa TopográficoAnexo 9 – Fogo RefletorAnexo 10 – Tipos de Mochila e como arruma-laAnexo 11 – Especialidade de Resgate BásicoAnexo 12 – Especialidade de Vida SilvestreAnexo 13 – Equipamento necessário para um acampamentoAnexo 14 – Manuseio de Faca, Facão, Machado e MachadinhaAnexo 15 – Código Morse, Sinais Semafóricos e Alfabeto Surdo-mudoAnexo 16 – Especialidade de OrientaçãoAnexo 17 - Acendendo uma fogueira em dia de chuvaAnexo 18 – Especialidade Fogos e fogueiras ao ar LivreAnexo 19 – Técnicas para cozinhar sem utensílios de cozinhaAnexo 20 – Código NáuticoAnexo 21 – Mestrado em Vida CampestreAnexo 22 – Mestrado em Vida CampestreAnexo 23 – Significado espiritual do Abrigo
    • RequisitosAmigo1. Demonstrar como cuidar corretamente de uma corda. Fazer e explicar o uso prático dos seguintesnós:•Simples•Direito•Cirurgião•Lais de guia•Cego•Lais de guiaduplo•Escota•Catau•Pescador•Fateixa•Volta da fiel•Nó de gancho•Volta da ribeira•OrdinárioAnexo 12. Participar de um Acampamento em que haja, pelo menos, um pernoite.Item prático3. Ser aprovado em um teste de Segurança Geral.4. Armar, desarmar, limpar e guardar uma barraca e preparar uma cama de acampamento,com materiais naturais.Anexo 25. Apresentar 10 regras para uma caminhada e explicar o que fazer quando estiver perdido.Anexo 36. Aprender os sinais para seguir uma pista. Fazer e seguir uma pista de 2 quilômetros, comno mínimo 10 sinais, que também possa ser seguida por outros.Anexo 4Companheiro1. Descobrir os pontos cardeais sem a ajuda de uma bússola.Anexo 52. Participar em um acampamento de final de semana, e fazer um relatório destacando o quemais lhe impressionou positivamente.Item prático3. Aprender ou recapitular os seguintes nós:a. Oitob. Volta do salteadorc. Volta esticada ou paradorad. CaminhoneiroAnexo 14. Completar a especialidade de Primeiros Socorros – Nível básico.Anexo 6Pesquisador1. Apresentar seis segredos para um bom acampamento. Participar em um acampamento definal de semana planejando e cozinhando duas refeições.Anexo 7
    • 2. Completar a especialidade de Primeiros Socorros.Anexo 63. Explicar o que é um mapa topográfico, o que se espera que ele indique e como deve serusado. Identificar pelo menos vinte sinais e símbolos usados nestes mapas.Anexo 8Pioneiro1. Fazer um fogo refletor e demonstrar seu uso.Anexo 92. Participar em um acampamento de final de semana, arrumando de maneira apropriada umabolsa ou mochila, com equipamento pessoal e alimento suficiente para sua participação.Anexo 10 e 133. Completar a especialidade de Resgate Básico.Anexo 11Excurcionista1. Com um grupo de, no mínimo quatro pessoas, incluindo um conselheiro adulto experiente,andar 25 quilômetros numa área rural ou deserta, incluindo uma noite ao ar livre ou barraca.Deverá haver um planejamento completo antes da saída. Durante a expedição devem serfeitas anotações sobre o terreno, flora e fauna observados na caminhada. Depois, usando asanotações, participar em uma discussão de grupo, dirigida por seu conselheiro.Item prático.2. Completar uma especialidade, em Atividades Recreativas, não realizada anteriormente.3. Completar a especialidade de Vida Silvestre.Anexo 12Guia1. Participar em um acampamento de final de semana e planejar antecipadamente com seugrupo o equipamento que deve ser levado.Anexo 132. Planejar e cozinhar, de maneira satisfatória, três refeições ao ar livre.Item prático.3. Construir e utilizar um móvel de acampamento em tamanho real, com nós e amarras.Item prático.4. Completar uma especialidade não realizada anteriormente que possa ser contada para oMestrado em Aquática, Esporte, Atividades Recreativas ou Vida Campestre.Classes AvançadasAmigo5. Demonstrar como assar, ferver e fritar alimentos em um acampamento, ou completar aespecialidade de Fogueiras e Cozinha ao Ar Livre.
    • Anexo 187. Começar uma fogueira com apenas um fósforo, usando materiais naturais, e mantê-laacesa.Item 4 do Anexo 188. Usar corretamente uma faca, facão e uma machadinha e conhecer dez regras para usá-loscom segurança.Anexo 149. Fazer cinco nós rápidos.Anexo 1Companheiro9. Preparar uma refeição sem utensílio de cozinha.Anexo 1910. Preparar um quadro com pelo menos 15 nós diferentes.Item pratico, pesquisar anexo 1Pesquisador7. Identificar seis pegadas de animais ou aves. Fazer um modelo em gesso de três destaspegadas.Ver item 6 do anexo 128. Recapitular ou aprender as quatro amarras básicas e construir um móvel de acampamento.Anexo 19. Planejar o cardápio para uma viagem de três dias de acampamento envolvendo quatropessoas, usando pelo menos três alimentos desidratados diferentes.Anexo 710. Enviar e receber uma mensagem por uma das seguintes formas:a. Alfabeto com semáforos.b. Código internacional Morse com lanterna.c. Alfabeto LIBRAS (linguagem de sinais).d. Radioamadorismo - conhecimento básico.Anexo 15Pioneiro5. Completar os requisitos três e seis da especialidade de Ordem Unida (caso não tenham sidofeitos anteriormente).6. Completar a especialidade de Orientação.Anexo 167. Ser capaz de acender uma fogueira num dia de chuva. Saber como conseguir lenha seca emanter o fogo aceso. Demonstrar habilidade em usar corretamente uma machadinha.Anexo 17 e anexo 14
    • 8. Completar um dos seguintes itens:a. Identificar, preparar e ingerir dez variedades de plantas silvestres.Item 8 do anexo 12b. Ser capaz de enviar e receber 35 letras por minuto pelo código semafórico.Anexo 15c. Ser capaz de enviar e receber 35 letras por minuto através do código náutico, usando ocódigo internacional.Anexo 20d. Ser capaz de apresentar e entender Mateus 24 em Libras (linguagem de sinais).e. Participar em uma atividade simples de emergência e resgate usando dois rádioscomunicadores.Anexo 219. Completar uma especialidade em Atividades Recreativas não realizadas anteriormente.Excurcionista8. Desenvolver um projeto para cinco móveis de acampamento e um portal do clube.Use anexo 1 para auxiliar nas amarrasGuia7. Completar o mestrado em Vida Campestre.Anexo 228. Projetar três tipos diferentes de abrigo, explicar seu uso e utilizar um deles em umacampamento.Anexo 23
    • AnexosAnexo 1Tipos de Cordas:SISALDe conceito primitivo, a corda de sisal é das piores cordas para se trabalhar nós. Normalmentede constituição torcida, elaboradas com duríssimas fibras vegetais, são engomadas e oferecemuma enorme resistência a torção. Por outro lado, uma vez feito um nó, dificilmente irá cederou romper. Em contato com água a fibra encolhe e apodrece.SEDA SINTÉTICANormalmente utilizada na construção da alma torcida em cordas dinâmicas, a seda sintéticapossui uma ótima relação entre peso, resistência e elasticidade. São cordas delicadas emerecem cuidados especiais, em função de seu custo. Devem ser lavadas sempre que emcontato com lama ou rocha úmida, para que as pequenas partículas abrasivas não machuquemsua estrutura. São sensíveis a ação do sol, que resseca a fibra e desbota sua coloração.Recomendável variar o ponto do nó ou da fixação distribuindo o esforço, para que não hajaruptura das fibras aloucadas na parte superior do nó.POLIETILENOCorda tipicamente de utilização náutica, sua alma possui fios contínuos e esticados, apresentaboa resistência a esforços unidirecionais, porém, deformam com muita facilidade, fazendocom que sua capa, de pontos largos, escorregue pela alma e estrangule os nós.POLIESTERPor sua grande resistência e excelente compatibilidade com outras fibras, é um materialimportantíssimo na composição de cordas estáticas e na capa de cordas dinâmicas. Nas cordasestáticas a alma é também de poliester trançado. Cordas compostas unicamente de poliesternão exigem cuidados especiais e são bem agradáveis de se trabalhar.KEVLAREste material apresenta tamanha dureza, que sequer poderia ser comparado a uma corda, nãofosse sua aparência de corda. Muitas vezes, chega a ser mais resistente que o aço, com avantagem de ser mais leve e maleável. O Kevlar em si, é uma fibra sintética, extremamentedura, porém frágil. Sua utilização é mais voltada para equipamentos de vôo, como paraglideretc., onde a necessidade de um material leve e resistente é muito grande. Nunca deve serutilizado para manufatura de nós, caso contrário, sua alma pode se romper parcialmente, ouem casos de esforços muito grandes, chega até expor-se à capa. A ação prolongada de raiosultravioleta danifica sua estrutura física e causa uma perda considerável na resistência.CORDAS DINÂMICASCordas dinâmicas são as que possuem maior elasticidade. Sua alma é composta por várioscordins torcidos, que facilitam o alongamento em caso de um esforço muito grande. Maisutilizadas para a prática de alpinismo pelo fato de aliviarem o impacto em caso de queda. Suaelasticidade pode chegar a até 30% do comprimento antes de romper.CORDAS ESTÁTICAS
    • Muito utilizadas para a prática de técnica vertical, são compostas em sua alma, de diversoscordins trançados com recheio de fibras esticadas. A principal característica é que ao subir oudescer, o espeleólogo não gira em torno da corda, porque a mesma não tende a desenrolar aalma. Outras porém, utilizadas em náutica, possuem a alma puramente composta de fibrasesticadas. Sua elasticidade não passa de 10%.CORDAS ESPECIAISAs cordas de Kevlar são consideradas de tecnologia de ponta. Pode-se obter resistências superelevadas com diâmetros pequenos. Sua elasticidade não ultrapassa 2%.RESISTÊNCIA ABRASIVADependendo da maneira como a capa é trançada, obtêm-se maior ou menor resistênciaabrasiva. As capas mais resistentes apresentam maior número de pontos e mais apertados,desta forma, consegue-se que as fibras dificultem o desfiar provocado por superfícies ásperas,o que não ocorre com capas de pontos largos.% DE PERDA NO NÓTodo nó enfraquece a corda no local onde apresenta curvatura. Dependendo do tipo de nó ecorda, o percentual de perda na resistência pode chegar a 60%. Existem nós, que porpossuírem curvas menos acentuadas não sacrificam tanto a estrutura da corda. Vale lembrar,que um esforço contínuo, sacrifica menos a estrutura (alma), do que um esforço de impacto.SENSIBILIDADE UvOs raios Ultravioleta tem uma grande influência sobre fibras sintéticas. Principalmente elesressecam e desbotam fibras tingidas. Uma vez ressecadas, a perda da resistência é muitogrande. Uma boa maneira de evitar esse tipo de desgaste, é prevenir a corda de exposiçõesmuito prolongadas ao tempo.Nó SimplesUtilizado para começar outros nós e prendero desfiamento da corda.Nó DireitoUtiliza-se para unir duas cordas da mesmaespessura.Nó Direito AlceadoComo o Nó Direito simples é utilizado paraunir dois cabos da mesma espessura, porémpossuí uma alça que desata o nó quandopuxada. Geralmente é usado quando o nódireito não é permanente e precisará serdesfeito mais tarde.
    • Nó de EscotaUtiliza-se para unir duas cordas de diferenteespessura.Nó de Escota AlceadoMesma utilidade do escota, só que maisfácil de desatar. é muito utilizado paraprender bandeiras na adriça.Nó em OitoUtiliza-se para evitar o desfiamento daponta de uma corda. Utilizado também pormontanhistas para unir duas cordas (nó emoito duplo).Nó CorrediçoServe para fazer uma alça corrediça em umacorda.Volta do FielNó inicial ou final de amarras. Não correlateralmente e suporta bem a tensão.Permite amarrar a corda a um ponto fixo.Volta do Fiel DuploUtilizado para amarrar cabos de retenção eespias.Volta da RibeiraUtilizado para prender uma corda a umbastão (tronco, galhos, etc.) depois mantê-lasob tensão.CatauUtiliza-se para reduzir o comprimento deuma corda sem cortá-la. Serve também paraisolar alguma parte danificada da corda, semdeixá-la sob tensão.Nó Aselha
    • é utilizado para fazer uma alça fixa no meiode um cabo.Nó de Arnezé utilizado para fazer uma alça fixa no meiode uma corda (sem utilizar as pontas).Balso pelo SeioServe para fazer duas alças fixas do mesmotamanho em uma corda.FateixaServe para prender um cabo a uma argola.Lais de GuiaUtilizado para fazer uma alça fixa (ebastante segura) tendo em mãos apenas umaponta da corda.Nó de PescadorUtilizado para unir linhas de pesca, cordascorrediças, delgadas, rígidas, cabosmetálicos e até cabos de couro.Volta do SalteadorUtilizado para prender uma corda a umbastão, com uma ponta fixa e outra quequando puxada desata o nó.Volta Redonda com CotesUtilizado para prender uma corda a umbastão.MoringaO Nó de Moringa é utilizado para amarrarum cabo em um gargalo de garrafa ou jarro.É seguro e resistente.Nó de Frade
    • Usado para criar um tensor na corda. Podeservir para parar uma roldana ou auxiliar nasubida de uma corda como nó de apoio.Também pode ser usado para a transmissãode código MorseEnfardadorPermite ser sempre ajustado quando énecessário manter uma corda ou cabosempre esticado. Numa falsa baiana, porexemplo, ao receber muito peso o caboafrouxa, com este nó é possível estica-lonovamente com firmeza ser desfazercompletamente o nó.FalcaçaA falcaça é feita na ponta de um caboevitando que ele comece a desmanchar como uso e o tempo. Pode ser feita com linhagrossa.Cadeira de BombeiroÉ um nó simples e rápido de atar quando seprecisa subir ou descer uma pessoa de umaárvore, barranco ou outro ponto. É seguro,porém mais utilizado em caso deemergência ou quando a altura não oferecegrandes riscos. Para estes casos, existemcadeiras mais elaboradas e seguras.Nó de ForcaArme a laçada conforme o esquema,deixando a ponta de trabalho com tamanhosuficiente para executar as voltas. Realizefinalmente e, ao fazer a última volta,introduza a ponta de trabalho na laçadasuperior do nó. Em seguida puxe a Arme alaçada conforme o esquema, deixando aponta de trabalho com tamanho suficientepara executar as voltas. Realize finalmentee, ao fazer a última volta, introduza a pontade trabalho na laçada superior do nó. Emseguida puxe a laçada inferior pelo ladocorrespondente à ponta de trabalho para
    • apertá-la e conservar as voltas seguras. Olaço é regulado movimentando-se o lado dacorda correspondente à sua parte fixa.laçadainferior pelo lado correspondente à ponta detrabalho para apertá-la e conservar as voltasseguras. O laço é regulado movimentando-se o lado da corda correspondente à suaparte fixa.Nó encapeladuraVolta ParadoraVolta EsticadaPata de GatoMesma finalidade do cabeça de cotovia,com a vantagem de que não precisa tertensão nas duas pontas pra firmar o nóGanchoCabeça de SabiáEscota duploUnir duas cordas de calibres iguais oudiferente. Ideal quando a corda estiverescorregadia
    • Cirurgião duploDuplo (laço)Na realidade é um no direito alçado duplo,comumente usado para amarrar sapatos.OrdinárioServe para unir duas cordas. No entandotem de se fazer a amarra nas pontasconforme o desenho. Caso contrrio a amarrafica fraca.Escota MordidaUsado para unir cordas de calires iguais oudirefentes. Fácil de desatar.Oito DuploUsado prioncipalmente por montanhistaspara prender-se ao mosquetão.Pescador DuploUnir cordas de igual calibre.Nó de PrussikUsado principalmente em escaladas parasubir por uma corda.Volta do SalteadorNó utilizado para descer de um tronco comum dos cabos e desamarrar o nó com a outraponta do cabo.Amarra Diagonal (ou em X)Serve para aproximar e unir duas varas quese encontram formando um ângulo agudo. émenos usada que a Amarra Quadrada, mas émuito utilizada na construção de cavaletesde ponte, pórticos etc. Para começar usa-se
    • a Volta da Ribeira apertando fortemente asduas peças, dão-se três voltas redondas emtorno das varas no sentido dos ângulos, e emseguida, mais três voltas no sentido dosângulos suplementares, arrematando-se comum anel de duas ou três voltas entre as peças(enforcamento) e uma Volta de Fiel paraencerrar. Pode-se também encerrar unido aponta final a inicial com um nó direito.Amarra Quadrada (ou plana)é usada para unir dois troncos ou varas maisou menos em ângulo reto. O cabo devemedir aproximadamente setenta vezes odiâmetro da peça mais grossa. Começa-secom uma Volta de Fiel bem firme ou umaVolta da Ribeira. A ponta que sobre dessenó, deve ser torcida com o cabo para maiorsegurança ou utilizada para terminar aamarra unindo-se a ponta final com um nódireito. As toras ou varas são rodeadas portrês voltas completas redondas entre aspeças (enforcamento) concluindo-se com aVolta do Fiel na vara oposta ao que se deu onó de início ou com o nó direito naextremidade inicial.Amarra de Tripé (ou trípode)Esta amarra é usada para a construção deTripés em acampamentos, afim de segurarlampiões ou servir como suporte paraqualquer outro fim. A amarra de tripé é feitainiciando com uma volta da ribeira epassando alternadamente por cima e porbaixo de cada uma das três varas, quedevem estar colocadas lado a lado com umapequena distância entre elas. A vara domeio deve estar colocada bem acima, afimde amarrar a sua extremidade inferior àextremidade superior das outras duas aolado. Não é necessário o enforcamento nestaamarra, pois ao ajustar o tripé girando a varado meio a amarra já sofre o "enforcamento"sendo suficientemente presa. Entretanto, emalguns casos o enforcamento pode ser feito,passando voltas entre as varas e finalizandocom uma volta do fiel ou nó direito preso aextremidade inicial.
    • Amarra Paralela (ou circular)Serve para unir duas varas colocadasparalelamente. Pode ser usada para apoiarou até sustentar o outro bambu. Faz-se umaargola e dá-se voltas sobre ela e as duasvaras como se estivesse falcaçando,terminando, também como uma falcaça,passando a ponta do cabo pela argola epuxando a outra extremidade para apertar.Finaliza-se com um nó direito unindo asduas extremidades.Anexo 2Como Montar uma barraca:No litoral, nunca deixe a entrada de frente para o mar.Nos vales, em época de verão a entrada deve estar direcionada para o norte. Se houverpossibilidade de chuva, a entrada deverá estar para o oeste.MontagemColoque as estacas nos cantos do piso, deixando-o bem esticado, mas não forçado.Coloque as estacas no resto do piso.Monte os ferros colocando-os e deixando-os de pé.Coloque os elásticos nas estacas das paredes da barraca.Ponha o teto.Coloque os elásticos do teto nas estacas do mesmo, cuidando que não fique enrugado. Entre abarraca e o teto tem que existir um espaço de 10 cm.Ajuste todos os elásticos.Atenção:Não entre com sapatos na barraca.Reveja diariamente sua montagem.Não corra ao redor da barraca.Não apóiem nas paredes da barraca objetos que possam estragar a mesma.Ao desmontá-la, guarde-a seca e se possível ponha talco antes de guardá-la.OS LOCAIS APROPRIADOS PARA SE MONTAR UMA BARRACA.O terreno onde vamos montar as barracas deve ser muito bem inspecionado; evitar locaispedregosos, com farpas, espinhos e troncos que poderão, além de cortar ou furar o piso dabarraca, ferir um acampante.As barracas não devem ficar posicionadas de frente umas para as outras, isto é, frente comfrente.O terreno sobre o qual vamos acampar deve ser considerado também. Solos impermeáveis,como saibros, por exemplo, se forem planos, produzem em caso de chuva, um tremendolamaçal.Como nem sempre você terá facilidade em escolher o tipo de terreno onde acampar, então aomenos, observe a inclinação ou relevo do terreno.
    • Nunca monte sua barraca em baixadas ou na base de terrenos inclinados. Procure montar suabarraca em terrenos ligeiramente elevados ou mais no topo das inclinações. Mas se nãohouver jeito mesmo, e você tenha de acampar em um terreno inclinado e em baixo, cuide em:Fazer valetas fundas do lado de cima.Pôr a terra tirada das valetas do lado de baixo, em forma de trincheiras.Fazer o escoadouro para longe e para baixo.No inverno temos pouco sol, portanto é preferível montar seu acampamento em campo abertoe não dentro de matas. Quanto mais intenso o frio, mais descampado deve ser o local doacampamento.No sul do Brasil, chove muito no inverno, logo, é possível que você encontre madeira parafogueira mais molhada. Daí, é recomendável que a lenha recolhida seja exposta ao sol duranteo dia, e à noite, recolhida e coberta com lona ou plástico.Embora em campo aberto, a montagem do acampamento deve ser feita com resguardo dovento, isto é, devemos estudar o vento constantemente (especialmente o da noite) e montar oacampamento usando um acidente natural como protetor.Terreno muito plano não é recomendável, pois, se for época de chuva, não haverá escoamentodas águas. Os terrenos pouco abaulados (curvos) devem ser os preferidos.Anexo 3Numa Caminhada:1. Não comer muito antes de ir, nem deixar de estar bem nutrido, bem hidratado e bemdescansado. O ideal é que, na semana anterior se tenha refeições balanceadas, e setome muita água e sucos.2. Se prevenir em relação ao clima nunca é demais. Não se pode adivinhar que vaichover ou não, ou se vai fazer clima frio. Capa de chuva e um agasalho sempre vãobem.3. Ao fazer caminhada noturna, usar roupas de cores vivas, para fácil identificação.4. Não utilizar tênis novo, mas um que já esteja amaciado, adaptado aos pés. Usar meiassoquete macias e bem limpas.5. Manter os pés bem aquecidos, não esquecer de levar meias extras. Pode-se levar umpano limpo e um pouco de álcool para passar nos pés. Os pés são sua locomoção, é desuma importância que estejam bem.6. Ao caminhar, utilizar a contramão, para que, os carros em sentido contrário possamver de longe o grupo. Pode-se andar em duplas em área rural, e em fila indiana emárea urbana. Utilizar passo de estrada ou sem cadência.7. Assim como o povo de Israel já fazia, os menores e/ou mais fracos devem andar nafrente, para darem ritmo á caminhada, e não ficarem para trás.8. Colocar batedores, um na frente e outro atrás, com coletes e sinalizadores, numadistância de 50m.9. Em descidas, firme primeiro o calcanhar, para não deslizar. Cuidado ao se apoiar nocompanheiro.10. Ao passar por áreas urbanas, fazer completo silêncio.11. As paradas podem ser alternadas de acordo com o ritmo do grupo ou com o programa,de preferência que a cada hora se tenha uma parada de 15 min.12. Ao parar, esticar bem as pernas, e levantá-las, para ajudar na circulação do sangue eoxigenação do cérebro.
    • 13. Na água deve se acrescentar algumas gotas de limão, para repor os sais perdidos nosuor. Rapadura, mel ou semelhantes são recomendados por serem fonte de glicose,indispensável para repor as energias.14. Evite acidentes e incidentes; não passe por cima quando puder passar por baixo nem ocontrário e assim sucessivamente.15. Em área rural, cuidar que não se ande muito encostado á beira do caminho, para evitarencontros indesejados.16. Não tire nada a não ser fotografias, não deixe nada a não ser pegadas, não mate nada anão ser o tempo.17. Deixar as mãos livres, tudo deve ir à mochila.18. Conselheiros devem acompanhar e monitorar suas unidades, acompanhando-as aolado.19. Ao se encontrarem obstáculos, deve-se avisar a pessoa de trás, até que o último saiba.20. Deve-se evitar cantar, gritar ou falar demais, para economizar as energias. O ideal éque se fale somente o indispensável.21. Ao tomar água, que não se tome em excesso, apenas molhe a gargantaQuando Perdido:1- Orar a DEUS em primeiro lugar.1-Manter a calma2-Procura local ou clareira para descansar ou talvez passar a noite, e que servirá de base3-Verificar alimento e água, e raciona-los4-Procurar no local, vegetais e água que podemos consumi-los, ma sem se afastar muito dabase5-Orientar-se – Identificar os pontos cardeais6-Fazer pequenas incursões, em determinas direções, e tomando o cuidado de demarca otrajeto, caminhando no Maximo por 15 minuto, e voltar a base se não obteve sucesso(descobriu algo), reiniciar em outra direção com os mesmo critérios.7-Se a unidade, depois de ter tentado sem sucesso o item “7”, e decidiu caminhar em uma sódireção, poderá faze-lo tomando a devida preocupação de marca o caminho para que umapossível equipe de resgate sos encontrem.8-Deve-se lembrar que onde houver água,plantações,gado, há presença de pessoas por perto.9-Fazer uma fogueira par emitir sinais.Anexo 4
    • Anexo 5Como descobrir pontos cardeais sem bússula22. JOÃO DE BARRO: a porta de entrada está sempre voltada para Este ou Norte23. OS ANIMAIS: todos os animais necessitam de água, se temos paciência e observamosas pegas (cavalos,vacas,ovelhas) provavelmente encontraremos águas e muitoprovável pessoas.24. OS RIOS25. AS ESTRELAS
    • 26. A ESTRELA DA MANHÃ: ela é a ultima a se esconder. A bem da verdade não éuma estrela, mas o planeta Vênus. Desaparece pelo Este e logo aparece pelo Oeste.assim que o sol se põe.27. CRUZEIRO DO SUL: uma constelação forma por 5 estrelas, 4 delas formam umacruz com seus braços ligeiramente inclinados.O pé da cruz aponta para pólo SULCELESTE. Podemos descobrir o SUL, multiplicando 4 vezes o tamanho do braçomaior da cruz e logo deixando cair uma perpendicular até o horizonte.28. CONSTELAÇÃO DE ÓRION: por meio desta constelação podemos encontrarfacilmente os dois pólos, norte e sul, pois oferecem a vantagens de ser visível nosdois hemisférios. Òrion é uma das mais lindas constelações e todo o firmamento.Duassão as estrelas mais visíveis: Rigel e Betelguese. RIGEL: é uma verdadeira jóia dofirmamento, se encontra ao sul da constelação.BETELGUESE , parece uma estrelasimples de cor vermelha, mas é um gigantesco sol e está f ao norte da constelação.Ocentro de Órion está constituído pelo cinturão conhecido popularmente com “ASTRES MARIAS”.Se projetarmos uma linha que cruze a estrela do meio do cinturãoem direção Nordeste, poderemos ter o Norte.29. MÉTODO DA SOMBRA: Para encontrar os diferentes pontos cardeais da bússola,pode-se projetar uma sombra, que é um boa idéia. Enterre um pau reto (vara debambu,etc) de tal forma que não projete sombra, isto é, que aponte diretamente ao sol.Aguarde até que o pau projete uma sombra de aproximadamente uns 15 cm ou mais.Asombra forma uma linha Oeste-Leste, estando o Oeste na base do pau, e o Leste nofinal da sombra.Tendo esta direção, pode-se calcular as demais. Este método ébastante eficiente no meio dia, e durante o restante é suficientemente adequado paraseus propósitos.30. ORIENTAR-SE PELO RELÓGIO: Um relógio com ponteiros, é muito útil nomomento que estamos desorientado. Para que você possa-se orientar com um relógiofaça o seguinte: a) Coloque o ponteiro que marca as horas em direção do sol. b) Façauma linha imaginária ou coloque o ponteiro que marca os minutos na marca das doze.c) Faça uma linha imaginária pelo centro do ângulo formado pelos ponteiros e ali teráo Norte31. Lado que a casca da arvore é mais grossa é o leste.32. Os fungos nascem do lado oposto ao que bate o sol. Se medirmos na circunferência daarvore o lado com maior proliferação, encontraremos o sul.ROSA DOS VENTOS E A BÚSSOLA: è muito importante que conheça bem a Rosa dosVento.Assim poderá orientar-se com maior facilidade.Se a conhece bem, ter somente umadireção Serpa suficiente para ter todas as outras direções geográficas. Ao trabalhar com umabússola, se torna indispensável conhecer não tão só as direções geográficas, mas também emque graus estas se encontram. “BUSSOLA” é um instrumento de orientação. Todo Líder deveter a sua, para evitar estar perdido. A Bússola está composta basicamente de uma agulhaimantada flutuando dentro de uma cápsula circular cheia de liquido, que por sua vez giralivremente. A agulha que tem este instrumento aponta sempre par o Norte MagnéticoAnexo 6Especialidade de Primeiros Socorros Básico1. Conhecer as causar do choque e demonstrar o tratamento adequado a este tipo de acidente.Falência hemodinâmicaO sangue flui de forma alterada. O coração, cérebro e órgãos vitais podem ficar sem sangue ea pessoa pode morrer se não for atendida no tempo certo.
    • Classificação:a)Hipovolêmico:•hemorragia•Queimaduras graves•Diarréia, vômitos (desidratação).b)Cardiogenico:•Infarto•Arritmia cardíacac)Séptico:•Infecções gravesd)Anafilático:•Reação de hipersensibilidade a medicamentos, alimentos.e)Neurogenico:•Lesão da medula espinhal•Dores intensasComo reconhecer o estado de choque:•Pele pálida, úmida e fria.•Pulso fraco e rápido•P. A. Sistólica baixa•Perfusão capilar periférica lenta ou nula•Tontura ou desmaio•Respiração curta e rápida•Sede, tremor e agitação.•Rosto e peito coçando, vermelho, edemaciado (anafilático).Conduta:•Posicione a vitima deitada com as pernas elevadas•Afrouxe suas roupas•Mantenha a vitima aquecida•Ministre o O2•Choque anafilático, transporte a vitima para o hospital.2. Conhecer os métodos de respiração artificial e explicá-los.A respiração boca-a-boca é o método mais prático de se fazer a vítima voltar a respirarnormalmente. A porcentagem de oxigênio não aproveitada ou que ainda não chegou aospulmões do socorrista servirá para revitalizar a respiração da vítima.Retire da boca da vítima qualquer objeto que atrapalhe, deite-a numa superfície reta e libereas vias aéreas levantando a nuca e estendendo a cabeça para trás o máximo possível. Coloquea boca sobre a boca do asfixiado, tape o nariz dele e sopre de modo que o ar não vaze. Façauma insuflação a cada 5 seg.em criança ou bebê 1 ins. A cada 3 seg., verificando o pulso erespiração a cada 10 ventilações, em criança ou bebê a cada 20 ventilações.
    • 3. Qual o procedimento adequado caso um vitima esteja sufocando?Vitima consciente engasgada•Pergunte se a vitima: “você pode falar?”.•Se não puder, aplique a manobra de Heimlish.•Em gestante e obesos, as compressões no osso Esterno.•Repita os passos até o socorro chegar ou até a retirado9 do corpo estranho.Vitima inconsciente engasgada•Verifique o nível de consciência.•No caso de inconsciência, abra as vias aéreas e verifique a respiração.•Efetue duas insuflações•Se o tórax não elevar, repita operação.•Se o ar não passar, deixe a vitima deitada em uma superfície plana e em cima dela aplique amanobra.•Após a manobra, tente visualizar o corpo estranho para remove-lo.•Se a vitima não respira repita todo o processo até o socorro chegar.4. Saber os procedimentos adequado caso uma vítima esteja com hemorragia.HemorragiaPerda aguda de sangue circulante.Ferida: é o resultado da agressão sofrida pelas partes moles, produzindo uma lesão tecidual.Procedimento:•Nunca toque na ferida•Não aplique medicamento ou qualquer produto no ferimento•Não retire o objeto empalado•Proteger com gases ou pano limpo, fixando com bandagem, sem apertar o ferimento.•Fazer compressão não local suficiente para cessar o sangramento•Se for em membros, elevar o membro ferido.•Caso não haja controle no ferimento, pressione os pontos arteriais.•Torniquete devera ser usado em ultimo caso, com o uso de esfignomanômetro.•Procurar o socorro adequado.Procedimento em caso de hemorragia interna:•Mantenha as vias aéreas liberadas•Mantenha a vitima deitada•Em caso de fratura, use tala inflável.•Transporte na posição de choque•Administre o 02•Não de nada de beber para a vitima•Procure por socorro adequado.5. Conhecer os pontos de pressão e como usa-los corretamente.São as artérias, veias que conduz o sangue arterial do coração distribuindo-o pelo corpo.Deve-se comprimir as artérias para diminuir o fluxo sanguíneo.
    • 6. Saber o procedimento adequado para tratar uma vitima de envenenamento.Definição:A intoxicação ou envenenamento ocorre quando o individuo entra em contato, ingere ouaspira substancias tóxicas de natureza diversa, que possam causar distúrbios funcionais ousintomático, configurando um quadro clinico seio.A intoxicação pode resultar em doença grave ou morte em poucas horas, se a vitima não forsocorrida em tempo hábil.A gravidade de envenenamento depende da suscetibilidade do individuo, da quantidade, tipoe toxicidade da substancia introduzida no organismo e do tempo de exposição.Via de Penetração:•Pele – Contato direto com plantas ou substancias químicas tóxicas.•Vias digestivas – Ingestão de qualquer tipo de substancia tóxica, química ou natural.•Vias resporatórias – aspiração de vapores ou gases emanados de substancias tóxicas.Itentificação:•/sinais evidentes naboca, pele ou nariz de que a vitima tenha introduzido substancias tóxicaspara o organismo•hálito com odor estranho.•Dor, sensaççao de quimadura nas vias de penetração e sistemas correspondentes.•Estado de coma alternado com períodos de alucinação e delírios•Depressão da função respiratórias.Tratamento:Na intoxicação por contato (pele)•Para substancias liquidas, lavar abundantemente o local afetado com água corrente.Substancias sólidas devem ser retiradas do local sem friccionar a pele, lavando-a, a seguir,com água corrente.Na intoxicação por Ingestão (vias digestivas)•Não provocar vomito se a vitima estiver inconsciente, com convulsões, ou tiver ingeridovenenos cáusticos (ácidos, álcalis e derivados de petróleo).•Quando os ácidos e álcalis são fortes, provocam queimaduras nas vias de penetração. Nestescasos deve-se diluir a substancia dando água para a vitima beber.7. Demonstrar o procedimento apropriado no uso de talas em diversos ossos do corpo.FraturasÉ uma ruptura total ou parcial da estrutura óssea (solução de continuidade no osso).Tipos:•Completa – (quebra de osso)•Incompleta – (quando ocorre fissura)•Aberta – (provoca ferida na pele)•Fechada – (não há perfuração na pele).Conduta:•Verifique o VRC
    • •Ministre 02•Nas fraturas alinhadas, imobilize com tala rígida ou inflável.•Nos deslocamentos, em fraturas expostas e fraturas em articulações imobiliza na posiçãoencontrada com tala rígida.•Use bandagens para imobilizar fraturas ou luxações na clavícula, escápula e cabeça doúmero.•Após a imobilização, continue checando o pulso e perfusão capilar.•Não tente colocar o osso no lugar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Conduta em fratura Exposta:•Controle a hemorragia•Não tente colocar o osso exposto no interior da ferida•Não limpe ou passe qualquer produto na ponta do osso exposto•Proteja o ferimento com gaze, ou atadura limpa.•Imobiliza com tala rígida•Previna o agravamento de contaminação•Procure socorro adequado8. Saber o procedimento adequado para ajudar vitimas de queimaduras de primeiro, segundoe terceiro graus.Lesão no tecido de revestimento do corpo, causado por agentes térmicos, químicos ouelétricos. Podendo causar destruição total ou parcial da pele e seus anexos, e atingir camadasmais profundas (músculos, tendões e ossos).1º Grau atinge a epidermeDor e vermelhidão no localSem bolhas2º Grau Epiderme mais a dermeDor e vermelhidão mais intensaFormação de bolhas.3º Grau Todas as camadas da pele também gorduras, músculos.Ausência de dorÁrea escurecida ou esbranquiçada.A gravidade de a queimadura estar relacionada com a sua extensão. Grandes queimaduras –acima de 10% do corpo9. Saber o procedimento adequado para auxiliar uma vitima de queimadura químicas.Queimaduras térmicas:•Apagar o fogo com cobertor ou rolando a vitima•Retirar a roupa da vitima de menos a parte queimada ou aderida no corpo•Estabelecer a profundidade e a gravidade da queimadura•Em caso de 1º grau, lavar com água fria•Não passar nada no local, não furar bolhas e cuidado com as infecções.
    • •Cobrir o local com o plástico estéril ou papel alumínio.•Quando nos olhos, cobrir com gaze embebida em soro.Queimaduras químicas:•Lavar o local por 15 min. sem pressão ou fricção•Evitar o estado de choqueQueimadura elétrica:•Desligue a fonte de energia e afaste a vitima da fonte•Verifique os sinais vitais e inicie a manobras de reanimação se necessário•Trate das queimaduras, na fonte de entrada e saída da corrente elétrica.•Mande para o hospital10. Saber que situações podem levar a um envenenamento por monóxido de carbono, e oresgate e técnicas de tratamentos para estes tipo de envenenamento.Intoxicação por monóxido de carbono (CO)A intoxicação por monóxido de carbono pe um acidente muito comum em casos de incêndiose em locais fechados onde há queima de combustíveis, com, por exemplo garagens deautomóveis e banheiros com aquecedores domésticos. O CO é um gás bastante presente nodia-a-dia da população e suas características principais são não ter odor nem gosto e cor o queo torna extremamente perigoso. A intoxicação se da com a combinação do gás CO com ahemoglobina do sangue, impedindo que esta leve oxigênio para as células e é conhecida comoasfixia química. O tratamento de casos agudos de intoxicação só pode ser feito em hospitais.Simtomas•Dor de cabeça;•Pele e lábios vermelhos (cor de cereja);•Náuseas e vômitos;•Respiração acelerada;•Vertigens e desmaios.Tratamento•Retirar a vitima do ambiente poluído por gases.•Liberar as vias aéreas da vitima.•Ministrar oxigênio, se possível.•Transportar urgente para o hospital.Lembrar que o menor incêndio, por menor que seja, há a liberação de CO no ambiente.Portanto, não entrar e não permitir que pessoas adentrem em áreas poluídas por gases semproteção respiratória, através de mascara autônoma (EPR). Mascaras filtrantes e ingestão deleite são totalmente ineficazes neste caso.11 Saber o procedimento adequado no tratamento de vitimas com ferimentos na cabeça12 Saber o procedimento adequado para auxiliar vitimas com hemorragias ou ferimentosinternos.HemorragiaPerda aguda de sangue circulante.
    • Ferida: é o resultado da agressão sofrida pelas partes moles, produzindo uma lesão tecidual.Procedimento:•Nunca toque na ferida•Não aplique medicamento ou qualquer produto no ferimento•Não retire o objeto empalado•Proteger com gases ou pano limpo, fixando com bandagem, sem apertar o ferimento.•Fazer compressão não local suficiente para cessar o sangramento•Se for em membros, elevar o membro ferido.•Caso não haja controle no ferimento, pressione os pontos arteriais.•Torniquete devera ser usado em ultimo caso, com o uso de esfignomanômetro.•Procurar o socorro adequado.Procedimento em caso de hemorragia interna:•Mantenha as vias aéreas liberadas•Mantenha a vitima deitada•Em caso de fratura, use tala inflável.•Transporte na posição de choque•Administre o 02•Não de nada de beber para a vitima•Procure por socorro adequado.13 conhecer a diferença entre um ataque cardíaco, derrame, epilepsia e um simples desmaio, eo tratamento apropriado para cada um deles.I.A.M – Infarto Agudo do MeocardoObstrução de uma artéria do músculo cardíaco.Sinais e Sitomas:•Dor súbita prolongada na região do peito•Mal estarConduta:•Repouso•Monitorar os sinais vitais•Afrouxar as vestes•RCP se necessário•Ministre o 02DesmaioPerda da consciênciaConduta:•Afastar a vitima no local agressor•Monitorar os sinais vitais•Cabeça mais baixa que o corpo•Transporte para o hospitalDerrameInterrupção do fluxo sanguíneo a determinada área do SNCSinais e sintomas:•Tontura
    • •Dor de cabeça•Paralisia unilateral•Às vezes sangramentosConduta:•Monitorar os sinais vitais•Posição de coma para paciente•Procure o recurso medicoConvulsãoAbalos musculares de parte ou de todo corpo, decorrente do mal funcionamento do SNCConduta:•- proteger a vítima•- Proteger a língua com o pedaço de pano•- cabeça colocada de lado. Se em 5 min não passar, transporte para o hospital.a. Saber como prevenir infecçõesLavar o local do ferimento com água e sabão.Proteger o local para evitar contato com objetos contaminados.b. Qual o tratamento adequado para picada de cobra?c. Qual o tratameno adequadoa para mordidas de animais?d. Qual o tratamento adequado para picadas de insetos e aranhas?Animais peçonhentosSão acidentes causados por ofídios, escorpiões, aranhas, vespas, abelhas e alguns seresmarinhos; cujo o veiculo de introdução no corpo humano, se faz através de presas, ferrões,etc.Se você deparar com um acidente provocado por animal peçonhento, lembre-se quemdificilmente ele será fatal, imediatamente ou poucos minutos após o acidente. Geralmente sedá por falta de tratamento sorológico. Portanto mantenha a calma e aja a tempo e aja daseguinte forma:•Procure identificar e capturar o animal agressor, se possível: não gaste muito tempo comisso.•Se não conseguir identificar, trate como se fosse um animal venenoso.Procedimento:•VRC, avaliação e tratamento.•Procure identificar e capturar o agressor•Avalie os sinais vitais•Limpe o local com água e sabão•Ministre o O2•Mantenha o paciente deitado•Transporte rápido.•Previne ou trate o choque•Faça um circulo em volta do local da picada com uma caneta para marca o local dainoculação do veneno
    • e. Qual a diferença entre desidratação e insolação, e qual o tratamento adequado para cadaum?Insolação e InternaçãoSão acidentes provocados no organismo pela exposição prolongada ao calor.Diferencia-se a insolação da internação, pois a primeira corresponde ao excesso de raiossolares agindo diretamente no individuo, enquanto a segunda traduz ao ação do calor emambientes poucos arejados, depois de um trabalho muscular intenso.Os fatores abaixo concorrem para o surgimento destes acidentes.Umidade do ar. Quando maior a unidade relativa do ar, mais difícil será a evaporação cutâneae, conseqüentemente, o corpo acumulara maior quantidade de calor.Ventilarão sem circulação constante do ar, o resfriamento torna-se difícil, ocasionando essesacidentes em indiv[iduos que trabalham em fundições, padarias ou próximos a caldeiras.Condições físicas: o excesso de trabalho aumenta a produção de calor pelo organismo,enquanto a fadiga muscular acumula substancias tóxicas nos tecidos. Acusação de ambospredispõem ao acidente.Identificaçãof. Dor de cabeçag. Náuseash. Vômitosi. Pele seca e quentej. Tonturask. Inconsciência e coma profundol. Elevação da temperatura corporal.m. Insuficiência respiratóriaTratamento da vitima•Levar a vitima para local arejado e fresco•Deitar a vitima co o tronco ligeiramente elevado•Afrouxar as roupas da vitima•Aplicar compressas de água fria sobre a testa da vitima•Banhar a vitima em água fresca, acompanhando sua temperatura a cada 15 minutos, evitandoresfriamento brusco do corpo.n. O que deveria fazer se suas roupas pegassem fogo?o. Qual são os princípios básicos para a prevenção de incêndios em sua casa?Recomendações•Aprenda a usar os extintores de incêndio.•Conheça os locais onde estão instalados os extintores e outros equipamentos de proteçãocontra fogo.•Nunca obstrua o acesso aos extintores ou hidrantes.•Não retire lacres, etiquetas ou selos colocados no corpo dos extintores.•Não mexa nos extintores de incêndio e hidrantes, a menos que seja necessária a suautilização ou revisão periódica.PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS•Não fume 30 minutos antes do final do trabalho.•Não use cestos de lixo como cinzeiros.•Não jogue pontas de cigarro pela janela, nem as deixe sobre armários, mesas, prateleiras, etc.•Respeite as proibições de fumar e acender fósforos em locais sinalizados.
    • •Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados.•Coloque os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados.•Mantenha desobstruídas as áreas de escape e não deixe, mesmo que provisoriamente,materiais nas escadas e nos corredores.•Não deixe os equipamentos elétricos ligados após sua utilização. Desconecte-os da tomada.•Não cubra fios elétricos com o tapete.•Ao utilizar materiais inflamáveis, faça-o em quantidade mínimas, armazenando-os semprena posição vertical e na embalagem original.•Não utilize chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis.•Não improvise instalações elétricas, nem efetue consertos em tomadas e interruptores semque esteja familiarizado com isso.•Não sobrecarregue as instalações elétricas com a utilização do plugue T (benjamim).•Verifique, antes de sair do trabalho, se os equipamentos elétricos estão desligados.•Observe as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos.•Mantenha os materiais inflamáveis em locais resguardados e à prova de fogo.p. Qual são as princípios básicos de segurança em rios, mares e piscinas?•Ao andar de barco, caiaque ou lancha, use sempre os equipamentos de segurança. Se o barcovirar, você não corre o risco de afogar.•Nunca tire os equipamentos de segurança nem mergulhe em águas desconhecidas..•Obedeça a sinalização nas praias, represas e rios, pois dela também depende a sua vida.•Mantenha distância das pedras e bocas de rios pois o que lhe parece bonito e atrativoconstitui também um perigo de afogamento.•Nunca entre na água após as refeições. Quando estiver na praia ou pescando num rio, comasomente alimentos leves e beba moderadamente. Dessa maneira, não terá congestão nemperderá o equilíbrio.•Não deixe crianças pequenas e que não sabem nadar brincarem sozinhas na praia, na beira derios, lagos ou piscinas.•Não corra na beira de piscinas, evitando quedas.•Não empurre ninguém dentro da piscina. Ela pode cair de mal jeito e bater a cabeça nasbordas da piscina, machucando-se gravemente.•Os salva-vidas trabalham para garantir a sua segurança nas praias e locais de banho; porém,se não contarem com a colaboração de todos, muitas pessoas continuarão a morrer afogadas.•Se você precisar de alguma orientação, procure o salva-vidas. Você poderá localizá-lo pelasbandeiras de identificação.q. Quais as maneiras de salvar uma vitima de afogamento sem nadar?Afogar-se não é risco exclusivo dos que não sabem nadar. Muitas vezes até um bom nadadorse vê em apuros por algum problema imprevisto: uma cãibra, um mau jeito, uma onda maisforte. Outras vezes a causa é mesmo a imprudência de quem se lança na água sem sabernadar. E pode ocorrer, ainda, uma inundação ou enchente, daí surgindo vítimas deafogamento.Existem dois tipos de materiais que servem para auxiliar a retirar da água uma vítima deafogamento:. materiais nos quais a vítima pode agarrar-se para ser resgatada: cordas, pedaçosde pau, remo, etc.;. materiais que permitem que a vítima flutue até chegar o salvamento:barcos, pranchas, bóias, etc.Evidentemente ninguém irá atirar-se à água ao primeiro grito de socorro que ouvir. Vocêdeve proceder de modo exposto a seguir. Providencie uma corda, barco, bóia ou outromaterial que possa chegar até a vítima. Caso não disponha de nada disso, parta para outras
    • alternativas. Se souber nadar bem, procure prestar socorro adequadamente. Verifique aexistência ou não de correnteza ou de água agitadas. Certifique-se do estado da vítima: se estáimóvel ou debatendo-se. Mesmo os melhores nadadores encontrarão dificuldades em nadarcontra uma correntezas e águas agitadas e qual a melhor maneira de chegar até a vítima. Umavítima de afogamento pode estar desacordada quando o salvamento chegar. Se não estiverinconsciente e desacordada, certamente estará em pânico e terá grande dificuldades deraciocinar. Procure segurá-la por trás, de forma qual a mesma não possa se agarrar a você eimpedi-lo de nadar. Quando você chegar à margem com a vítima, seu trabalho de salvamentoainda não terá terminado. Caso o afogado esteja consciente e só tenha engolido um pouco deágua, basta confortá-lo e tranquilizá-lo. Se estiver sentindo frio, procure aquecê-lo. Emqualquer circunstância, é aconselhável encaminhá-lo a Socorro médico. Se a vítima, noentanto, estiver inconsciente, é muito provável que apresente a pele arroxeada, fria e ausênciade respiração e pulso. Nesses casos, a reanimação tem de ser rápida e eficiente, e podecomeçar a ser feita enquanto você estiver retirando a vítima da água. Vire-a e passe a aplicar-lhe a respiração boca-a-boca. Se necessário, faça também massagem cardíaca. Assim que avítima estiver melhor e consciente, providencie sua remoção para um hospital. É um acidentede asfixia, por imersão prolongada em um meio liquido com inundação e enxarcamentoalveolar.O termo asfixia, indica concomitância de um baixo nível de oxigênio e um excesso de gáscarbônico no organismo. Classificação e sintomas do grau de afogamento:· Grau I ou Benigno: É o chamado afobado. É aquele que entra em pânico dentro dágua, aomenor indicio de se afogar. Esse afogado, muitas das vezes, não chega a aspirar a água,apenas apresenta-se: - Nervoso - Cefaléia (dor de cabeça) - Pulso rápido - Náuseas/vômitos -Pálido - Respiração - Trêmulo1°s Socorros: Muitas das vezes, o afogado é retirado da água, não apresentando queixas.Neste caso, a única providência é registrá-lo e orientá-lo. - Repouso - Aquecimento· Grau II ou Moderado: Neste caso já são notadas sinais de agressão respiratória e por vez,repercussão no Aparelho Cárdio Circulatório, mas consciência mantida, os sintomas são: -Ligeira Cianose - Secreção Nasal e Bucal com pouca espuma - Pulso Rápido - Palidez -Náuseas/vômitos ` - Tremores - Cefaléia1°s Socorros: - Repouso - Aquecimento - Oxigênio e observação.· Grau III ou Grave: Neste caso o afogado apresenta os seguintes sintomas: - Cianose -Ausento de secreção Nasal e Bucal - Dificuldade Respiratória - Alteração Cardíaca - EdemaAgudo do Pulmão - Sofrimento do Sistema Nervoso Central1°s Socorros: - Deitar a vítima em decúbito dorsal (de barriga p/ cima) e em declive -Aquecimento - Hiper - estender o pescoço - Limpar secreção Nasal e Bucal.· Grau IV ou Gravíssimo: A vítima apresenta-se em parada Cárdio - Respiratória, tendocomo sintomas: - Ausência de Respiração - Ausência de Pulso - Midríase Paralítica - Cianose- Palidez1°s Socorros: - Desobstrução das Vias Aéreas Superiores - Apoio Circulatório - ApoioRespiratório -Seqüência dos eventos no afogamentoMin. Situação0 Imersão total e pânico1 Luta contra asfixia2 Espasmo da glote3 Deglutição da água
    • 4 Vômitos5 Perda da consciência8 Convulsões9 Parada respiratória+ + + Já erar. Quais são os princípios básicos de segurança em questões de eletricidade?Os choques elétricos podem acontecer com freqüência, mesmo porque vivemos cercados pormáquinas, aparelhos e equipamentos elétricos. Em casos de alta voltagem, os choques podemser fortes e causar queimaduras fortes ou até mesmo a morte. Os choques causados porcorrentes elétricas residenciais, apesar de apresentarem riscos menores, devem mereceratenção e cuidado. Em qualquer acidente com corrente elétrica, o tempo gasto para prestarsocorro é fundamental. Qualquer demora poderá ocasionar sérios problemas.Muitas vezes a pessoa que leva um choque elétrico fica presa à corrente elétrica. Não toque navítima sem antes desligar a corrente elétrica. Se o Socorrista tocar na pessoa, a corrente iráatingi-lo também. Por isso, é necessário tomar todo o cuidado. Antes de qualquer coisa, oSocorrista deve desligar a chave geral, ou tirar os fusíveis ou ainda, desligar a tomada. Se poracaso não for possível tomar nenhuma dessas providências, há ainda alternativas: afastar avítima do fio elétrico com um cabo de vassoura ou com uma vara de madeira, bem secos.Antes, porém, verifique se os seus pés estão secos e se você não está pisando em chãomolhado. Para afastar a vítima, use algum material que não conduza corrente elétrica, comopor exemplo, madeira seca, borracha, etc. Em seguida, inicie imediatamente o atendimento àvítima.Deite-a e verifique se ela está respirando, ou se precisa de respiração artificial e/ou massagenscardíacas. Se necessário, aja imediatamente. Observe se a língua não está bloqueando apassagem do ar. Logo após, verifique se a vítima sofreu alguma queimadura. Cuide dasqueimaduras, de acordo com o grau que elas tenham sido atingidas. Tendo prestado osprimeiros socorros você deve providenciar a assistência médica.As correntes de alta tensão passam pelos cabos elétricos que vemos nas ruas e avenidas.Quando ocorre em fios de alta tensão, na rua, só a central elétrica pode desligá-los. Nestescasos, procure um telefone e chame a central elétrica, os bombeiros ou a polícia. Indique olocal exato em que está ocorrendo o acidente. Procedendo desta maneira você poderá evitarnovos acidentes. Enquanto a corrente não for desligada, mantenha-se afastado da vítima, auma distância mínima de 4 metros. Não deixe que ninguém se aproxime ou tente ajudá-la.Somente após a corrente de alta tensão ter sido desligada você deverá socorrer a vítima.s. Como prevenir a intoxicação alimentar?•não comer alimentos desconhecidos•não guardar alimentos em locais impróprios(vasilha de combustível, de cândida, etc.)Anexo 7Planejamento:Sábado:06:00 alvorada07:00 Meditação Matinal07:15 Café da Manha08:30 Escola Sabatina09:30 Culto10:30 Instrução12:00 Almoço
    • 14:00 Caminhada15:00 Instrução – Atividades junto a natureza16:30 Culto Jovem17:30 Banho19:00 JantarDomingo:06:00 alvorada07:00 Meditação Matinal07:15 Café da Manha08:30 Instrução12:00 Almoço14:00 Instrução15:00 recreação16:30 Descontagem de acampamento17:00 SaidaCafé Almoço JantarPrimeiro Dia Leite AchocolatadoPão IntegralGeléiaMingal de aveiaArrozFeijãoSalada alfaceMaçaSucoSopa de feijão emacarrãoPão integralSegundo Dia Leite AchocolatadoPão IntegralMargarinaBanana comsucrilhosArrozFeijãoSalada de tomate ecebolaStrogonoff de PVTFarofa de PVTLaranjaSucoSopa de legumes comPVTPão IntegralTerceiro Dia Leite AchocolatadoPão IntegralGeléiaBanana com aveiaMacarrão com molhode PVTSalada de seletaMelanciaSucoLanche: CachorroQuenteSucoSalada de FrutasPontos a serem considerados para um bom acampamento:1. Local, deve conhecer a topografia, recursos hídricos, animais peçonhentos,proximidade de recursos médico em casos de acidente e etc.2. Quem será a equipe de apoio? Cozinheiros, guias, instrutores, enfermeiros, etc.3. O que levar? Material de primeiros socorros, cozinha, material de instrução, cordas etudo o mais para aquela atividade.4. O objetivo do acampamento? Um acampamento de unidades não tem os mesmosobjetivos de um acampamento recreativo que não é igual a um de sobrevivência. Porisso é importante conhecer os objetivos da saída quanto as orientações e cuidadospertinentes.5. Que tipo de acomodações terá? Serão usadas barracas? Serão construídos abrigos? Deque tipo? Que tipo de terreno é o solo da região?Anexo 8Mapa Topográfico
    • Um mapa é uma versão reduzida e simplificada da realidade. O mapa topográfico, é aqueleque, de forma gráfica, nos mostra a topografia do terreno. Estes mapas topográficosapresentam as seguintes características:6. Área de representação7. Mapas adjacentes8. Escala9. Revisões10. Curvas de Nível11. Longitude e Latitude12. Sistema Universal Transverso de Mercator13. Declinação magnéticaAnexo 9Fogo RefletorÉ um fogo que reflete o calor. Ótimo para assar a comida.Usamos o fogo refletor em um acampamento para assarmos pão deespeto e pizza.Anexo 10A MochilaO limite máximo, de peso que você pode levar é de 1/3 (um terço) do seu peso corporal ideal,o que varia com sua altura e seu tipo de estrutura física. Mas 1/3 do peso corporal é o limitemáximo. Existe um limite confortável e seguro. Este depende do quanto você está em forma,de seu vigor físico (o que varia com a idade) e da sua habilidade motora.Existem mochilas de ataque e cargueiras. Os tamanhos das mochilas são dados pelo volumeque elas comportam, em litros. Uma mochila de 25 litros (de ataque) é pequena, só mesmopara um passeiozinho bem curto. Uma mochila de 90 litros (cargueira) já é bem grande,cabendo muita coisa dentro dela.
    • A CargueiraMochilas cargueiras são as que usamos durante as caminhadas mais longas, geralmente as queincluem ao menos um pernoite.Uma boa mochila não deve, quando completamente cheia, ultrapassar a largura dos seusombros, ou ela irá engastalhar em todos os ramos que encontrar pelo caminho. Isto significauma mochila na forma geral de um saco cilíndrico com uma "tampa" em cima. Como nãodeve ser muito larga, o topo da mochila pode ultrapassar a altura de sua cabeça, o que não éproblemático, basta você sempre se lembrar que ficou mais "alto".Também devido à forma de saco, a boa mochila deve ter uma segunda possibilidade de acessoa suas entranhas (zíper, perto da base).Uma boa mochila deve ter a menor quantidade de zíperes possível.Deve ter fitas, perpendiculares aos zíperes, que retirem o esforço daqueles fechos.Deve ter algumas, poucas, outras fitas para prender equipamento externamente.Finalmente, deve ter umas duas bolsas laterais externas para você por as suas garrafas dágua,biscoitos, sanduíches, ou seja, colocar lá o que for que você mastiga enquanto anda. Tambémé importante que o bolso da tampa (ou capacete ou capuz) superior seja voltado para sua nuca,o que facilita o acesso, enquanto você anda.A Mochila de AtaqueA escolha desta mochila depende do uso que ela vai ter. De qualquer forma, uma boa medidapara uma mochila de ataque é perto dos 35 / 40 litros.Uma mochilinha de 30litros.Uma mochila de 50 litros.Mais pra "média" que"ataque", mas não "cargueira".Uma mochila cargueira c/ aberturainferiorSe você está planejando uma caminhada até um acampamento-base de onde partirão passeiosmenores, isto significa que a mochila de ataque vai ser, inicialmente, levada dentro dacargueira. Portanto, você precisa de uma mochilinha bem flexível, feita em material fino (algosemelhante a náilon).Já se você pretende fazer uma caminhada, sem pernoite, mas, que irá durar por todo o dia,uma mochila de material mais resistente, e menos flexível, será necessária. Pense em algo até55 litros.Seja lá qual for, a mochila deve ter as alças acolchoadas com material não muito macio. Eeste acolchoamento deve ser bem largo, de modo a distribuir bem o peso, diminuindo apressão. Desde de que ela não ultrapasse a largura de seus ombros, quando completamentecheia, ela pode ter bolsos por todos os lados e fitas para transporte externo.Capa para a MochilaEu ainda não conheço uma mochila realmente impermeável... E nem nenhum dos autores dosmuitos artigos que já li! Por isto é que foram criadas as capas para mochilas.
    • -- Mas a capa não cobre toda a mochila!É verdade. A face da mochila que toca as nossas costas fica descoberta. Ainda assim, mais de75% da superfície da mochila estarão protegidos. O que já ajuda muito! Mochila molhada émochila pesada.EmbalagensToda a roupa extra deve ser embalada em sacos plásticos fechados de modo estanque.O saco de dormir deve estar dentro de um saco plástico fechado do modo mais estanquepossível. Caso chova (ou sua mochila caia dentro dágua) o saco de dormir é o item que NÃOdeve se molhar.O Centro de GravidadeUm centro de gravidade muito alto fará com que você caia de cabeça dentro do riacho,quando se agachar pra beber! Caso você se incline para um lado, a mochila te puxará aindamais para lá. E isto, se estiver escalando ou caminhando uma encosta pedregosa, podesignificar uma queda! Uma mochila lateralmente desbalanceada tira seu equilíbrio ao andar,sacrifica mais um ombro, um dos pés e os músculos de uma das pernas. O objetivo é fazercom que o centro de gravidade da mochila fique tão junto ao seu corpo e tão baixo quantopossível. Quanto mais junto do seu corpo, menos a mochila te puxará para trás. Quanto maisbaixo, menos instabilidade (desequilíbrio) a mochila provocará quando você se inclinar. Mas,respeitando estas condições tanto quanto possível, também devemos lembrar que certos itensexigem fácil acesso por serem de uso urgente como em casos de acidentes, chuva, friosúbito... e diarréias! Outros itens são de uso frequente: água, mapa, bússola, chapéu, óculosescuros, filtro solar...Carregando a MochilaAntes de mais nada, junte tudo. Mochila, equipamentos, roupas, comida... TUDO! e confiracom uma lista de checagem.O MaterialAqui está uma listagem básica, mas lembre-se, cada atividade necessita de um materialespecífico, procure saber qual o tipo de atividade para melhor montar sua mochila.Mochila p/ bivaque ( 12 h)- Mochila confortável e pequena- 1 calça de abrigo- 1 camiseta- Máquina fotográfica comfilme- Calçado reserva, confortável- 1 cantil ( 1 litro )- 1 escova de dente- 1 pasta de dente- 1 escova ou pente para cabelos- 1 toalha pequena- Papel higiênico- 1 chapéu- 1 par de meias- 1 agasalho- 1 impermeável ou capa dechuvaMochila p/ jornada (2 dias)- Mochila confortável média- 2 camisetas- 1 calça comprida- 1 calção- 2 roupas íntimas- 3 pares de meias- 1 agasalho- 1 impermeável ou capa dechuva- 1 cobertor grosso ou saco dedormir- 1 tênis confortável reserva- 1 pasta de dente- 1 escova de dente- 1 sabonete- 1 toalha- 1 desodorante- Papel higiênico- 1 escova ou pente para cabelo- 1 lanterna pequena e pilhasMochila p/ acampamento (2ou 3 dias)- Mochila grande- 3 camisetas- 2 calça comprida- 2 calção- 2 roupas íntimas- 3 pares de meias- 2 agasalhos- 1 impermeável ou capa dechuva- 1 cobertor grosso ou saco dedormir- 1 tênis confortável reserva- 1 pasta de dente- 1 escova de dente- 1 sabonete- 1 toalha- 1 desodorante- Papel higiênico- 1 escova ou pente para cabelo
    • reserva- 1 canivete ou faca- 1 cantil ( 1 litro)- 1 prato, talheres 1 caneca- 1máquina fotográfica comfilme- 1 lanterna pequena e pilhasreserva- 1 canivete ou faca- 1 cantil ( 1 litro)- 1 prato, talheres, 1 caneca- 1 máquina fotográfica comfilmeEstá tudo aí? Separe os itens de uso urgente agrupando-os. Separe, noutro grupo, os itens deuso frequente. Com a "ferragem" da barraca, isolante térmico, e a lona de forro, forme umterceiro grupo, pois estes são os únicos itens que eu acho que podem ir amarrados ao exteriorda mochila, se necessário.Dos itens restantes, veja quais os mais pesados. Separada a barraca de sua armação, ficamuito mais fácil socá-la lá no fundão. Coloque uma panela dentro da outra (se possível) ouencha-as com itens menores (comida ensacada é uma boa).Vamos imaginar a mochila dividida em 4 zonas volumétricas. A zona A é o bolso do capuz.As zonas B, C e D formam o compartimento principal da mochila. O zíper inferior de acessomarca a divisa da zona D. Os bolsos laterais não estão incluídos, porém se houver um bolsotraseiro, este será considerado zona C.Coloque na mochila as coisas mais pesadas primeiro. Assim, encha aszonas D e B primeiro, depois a C, a zona A e, finalmente, os bolsoslaterais e amarre os itens externos.A zona D é formada pelo terço inferior do compartimento principal. Aquificam as coisas mais pesadas.A barraca vai para a zona D. Se ali ainda couber mais coisas, os enlatadosserão os próximos candidatos.Na zona B ficam as coisas mais pesadas que não couberam na zona D.A "ferragem" da barraca vai para a zona B, podendo intrometer-se nazona D. O mesmo vale para o isolante térmico, caso caiba. As panelas também podem ir paraa zona B. Quanto mais em baixo, melhor.O saco de dormir vai para o alto das zona B/C. No topo do compartimento principal ficarão acaixa de PS e seu abrigo contra chuva (anorak ou poncho).N zona C ficam coisas relativamente leves: comida ensacada, roupas, etc.As meias e cuecas devem ser espremidas nos espaços vagos, que certamente sobrarão àsdezenas!Zona A: este é o compartimento mais fácil de ser alcançado sem parar de andar. Aqui devemficar os itens mais leves: lanterna, mapa, 1 mosquetão com sua fita solteira, faca decaça/canivete, etc.Bolsos laterais: garrafas dágua, biscoitos e por aí afora...Para completar, amarre os itens externos.Muito bem! Aposto que, depois de tudo feito e com a mochila às costas, você se olhou noespelho e se achou lindo! Pois é.... agora vá à farmácia mais próxima e suba na balança.Aproveite, e no caminho, balance o corpo, deixe cair uma moeda e agache para pegá-la, vejase a mochila está te puxando para algum lado, para frente ou (demasiadamente) para trás.Se a balança acusar que seu peso (com a mochila) aumentou mais de 30%, significa que temcoisa demais aí dentro. Ou se você sentiu a mochila te puxando ou atrapalhando seusmovimentos, significa que ela não está adequadamente balanceada.Nesses casos, volte pra casa e comece tudo de novo...
    • Anexo 11Especialidade de Resgate Básico1. Qual é a definição de um resgate de emergência?É o resgate que não pode esperar. A vida da pessoa está em perigo, quer seja por situações jáocorridas ou por eventos que podem ocorrer. Não somente a vida pode estar em risco como apessoa pode ficar com seqüelas permanentes ou no caso do intuito do pronto atendimento sero de aliviar a dor da vítima.2. Demonstrar como resgatar, com segurança, uma pessoa nas seguintes situações:a.em contato com cabo elétrico – usar um cabo de vassoura ou outro material isolante, comoplástico ou borracha para afastá-la do fio elétrico, sem tocar nela com o corpo desprotegido.b.em ambiente cheio de fumaça ou gás – andar mais próximo ao chão possível, pois afumaça tende a subir. Abrir todas as portas e janelas que possível. Se houver fogo no local,molhe a roupa (mas fique longe do fogo, você não está 100% protegido).c.com as roupas em chamas – devemos abafar com um cobertor ou pano, de preferênciamolhado. Não deixe a pessoa correr. Rolar no chão pode espalhar o fogo.d.afogando-se, sem qualquer equipamento de resgate – Atire um objeto que flutue para apessoa se segurar.e.um acidente no gelo3. Demonstrar três maneiras de atrair e comunicar-se com o resgate aéreo.Obs. Os sinais deverão ter de 3 a 4 metros de comprimento por 30 cm de largura, no mínimo.Abaixo, os sinais internacionais para tal comunicação:
    • 4. Conhecer seis atitudes indicadas em caso de necessidade de resgate imediato.Abaixo, algumas situações onde o resgate emergencial é necessário:1 – Desidratação em ambiente sem água2 – Ferimentos graves na cabeça3 – Grande perda de sangue4 – Falta de ar por qualquer problema5 – Hipotermia6 – Vida em risco (incêndio, afogamento...)5. Conhecer seis procedimentos a seguir antes de remover uma vítima de situação queapresenta risco de vida.Antes de se iniciar uma remoção, o socorrista deve tomar alguns super necessárias para osalvamento:1 – A vida do resgator não pode estar em perigo (melhor uma vítima do que duas)2 – Usar o método mais aconselhável para transportar a vítima
    • 3 – Tentar afastar o perigo ao máximo sem tirar a vítima do lugar (como apagar o fogo)4 – Avaliar se é melhor enviar um profissional de resgate5 – Observar se a vítima não estará em maior perigo se transportá-la (ferimentos na coluna)6 – Conhecer a direção a seguir e todos concordarem em executar tudo6. Conhecer cinco princípios envolvidos na remoção de uma vítima de situação queapresenta risco de vida.7. Conhecer as maneiras apropriadas de ajudar uma vítima, em perigo, nas seguintessituações:t. puxar a vítimaVerificar se a vitima esta corretamente imobilizadab. içar/levantar a vítimaTanto desmaiada quando acordada, deve-se tomar algumas precauções:Cuidado com o corpo da mesma;Amarre a vitima na maca para ela não cair;Preferencialmente, amarre uma corda de apoio na maca que ficara com um segundoresgatador na parte baixa para controlar a maca, evitando que a mesma se choque contra aparede ou fique girando no ar;c. ajudar a vítima a caminharApóie o braço da vitima sobre o seu ombro, segurando com a mão oposta a que a vitima seencontra, com a outra mão, segurar a cintura da vitima.Ande no ritmo da vitima8. Conhecer a forma adequada de ajudar uma vítima, com ajuda de outros, nas seguintessituações:ANTES DA REMOÇÃO:TENTE controlar a hemorragia.INICIE a respiração de socorro.EXECUTE a massagem cardíaca externa.IMOBILIZE as fraturas.EVITE o estado de choque, se NECESSÁRIO.a. Carregar uma pessoa sentada
    • b. Carregar uma pessoa deitadac. Carregar com duas mãos, ou quatro mãosd. Carregar com cobertore. Carregar, em três, vítimas em rede, nas posições supino e de bruçosf. Carregar em três ou quatro pessoas
    • g. Carregar em seis pessoasComo levantar a vítima do chão SEM AUXÍLIO DE OUTRA PESSOA:
    • 9. Saber como usar adequadamente uma maca e carregar uma vítima numa maca. Saber comofazer uma maca liteira improvisada.10. Saber como usar corretamente cordas e nós, como a seguir:u. Nós para juntar cordasEscota e pescadorNó de PescadorUtilizado para unir linhas de pesca, cordascorrediças, delgadas, rígidas, cabosmetálicos e até cabos de couro.Nó de Escota
    • Utiliza-se para unir duas cordas de diferenteespessura.v. Nó para diminuir cordaCatau, corrente simples.CatauUtiliza-se para reduzir o comprimento deuma corda sem cortá-la. Serve também paraisolar alguma parte danificada da corda, semdeixá-la sob tensão.w. Nó para usar ao redor de alguém num resgateLais de GuiaLais de GuiaUtilizado para fazer uma alça fixa (ebastante segura) tendo em mãos apenas umaponta da corda.d. Enrolar e jogar - corretamente - uma corda leve e uma pesada, de 15 metrositem praticoObs, deve-se enrolar a corda e arremessa-la, girando, no sentido contrario ao qual foienrolada, isto evitará que ela embarace no meio do arremesso11. Que passos devem ser dados antes de comunicar que alguém está desaparecido? Queinformações serão necessárias ao informar à polícia o desaparecimento de alguém? Comodevem ser conduzidas as buscas por alguém perdido numa área selvagem?1)Procurar em residências de amigos e vizinhos,perguntar a vizinhos se alguém viu algo ou se sabe onde a pessoa foi;procurar nos lugares que a pessoa tem costume de andarProcurar em pronto-socorros, delegacias, IML2)Dados pessoais do desaparecido,Altura, cor da pele, cor do cabelo, tipo de cabelo e cumprimentoVestimentas que estava usando quando foi vista pela ultima vez antes do desaparecimento3)há vários métodos de busca para ser usado no mato,1º Processo - Quadrado-Crescente (QC)Chegado ao ponto A (ponto inicial), escolhe-se um azimute segundo o qual l00 metros(medidos a passos), por exemplo, serão percorridos, chegando-se a B. Deste ponto B outros100 metros serão percorridos segundo um azimute tal que o ângulo B seja igual a 90º (reto),chegando-se a C. Deste novo ponto C mais 200 metros serão vencidos segundo um outroazimute tal que o ângulo C seja reto, chegando-se a D. De D, mais 200 metros, ângulo D,reto, chegando-se a E. De E, agora, 300 metros, ângulo E, reto, e chegando-se a F. De F,
    • outros 300 metros até G, sendo o ângulo F reto. E assim se prosseguirá, aumentando asdistâncias de 100 em 100 metros, duas vezes seguidas, de modo que se irá envolvendo oponto inicial A por meio de uma figura que, convencionalmente, se denominará quadradocrescente. Serão grandes as probabilidades de se localizar o objetivo; as distâncias da marchaenvolvente serão escolhidas naturalmente, após um estudo de situação. Os ângulos formadospor duas direções sucessivas de marcha é que deverão ser sempre retos. Este processosimples de guardar e fácil de executar, deverá ser aquele que todo sobrevivente, ou grupo,deverá adotar porque, fatalmente, pelo menos um igarapé deverá ser encontrado.2º Processo - Retangular (R)Chegado ao ponto A (ponto inicial), escolhe-se um azimute segundo o qual serão percorridos,por exemplo, 200 metros (medidos a passo), e chega-se a B; em seguida, progredir apenas100 metros segundo um azimute tal que o ângulo B seja igual a 90º (reto), e chega-se a C.Deste novo ponto C, mais 200 metros segundo o contra-azimute daquele com que se marchoude A para B, e chega-se a D. De D, mais 100 metros, segundo o mesmo azimute que semarchou de B para C (azimute paralelo), e chega-se a E. De E, mais 200 metros, segundo omesmo azimute com que se marchou de A para B (azimute paralelo), e chega-se a F. E assimse prosseguirá até encontrar o objetivo, ficando-se sempre em condições de retornar, senecessário, ao ponto inicial A, pois poderá ser preciso tentar uma outra direção inicial, quenão a de A para B, segundo um outro azimute e uma outra distância a percorrer. Esteprocesso terá grande aplicação se for iniciado a partir de uma linha base (A-D-E-H-I-M)coincidente com um curso de água, uma estrada, uma picada, mesmo que não sejam retos, oque será normal na selva.3º Processo - "Off-Set" (O)Este processo é muito usado pelos pilotos de aeronaves e terá aplicação, também, nanavegação terrestre na selva; apenas é um pouco particular, pois não se empregará emqualquer situação. Assim sendo, o quadro inicial para sua execução será o seguinte:- a equipe de busca encontra-se no ponto A e deseja deslocar-se para P, conhecendo oazimute da direção AP, bem como a distância D entre eles; o ponto P, sabe-se, estálocalizado à margem de um curso de água ou estrada;- se a equipe marchar diretamente de A para P segundo o azimute conhecido, poderáacontecer que se desvie, o que será comum, e vá chegar ao curso de água ou estrada, à
    • direita ou à esquerda do ponto P; tal fato obrigará a uma busca, sem se saber por ondecomeçá-la, se pela direita, se pela esquerda; o conhecimento da distância D também énecessário, porquanto durante o deslocamento poderão ser encontrados cursos de água ouestradas que não sejam os que passam por P, isto é, estarão aquém do ponto buscado;então, tendo-se noção da distância, a dúvida não ocorrerá;- para evitar esses inconvenientes, a equipe aplicará o processo do seguinte modo: partiráde A, não com o azimute conhecido, mas com ele acrescido ou diminuído de 2, 3, 5, 6graus (um estudo de situação aconselhará qual o número a adotar); conforme tenhasido adotado o acréscimo ou a diminuição, atingir-se-á a margem do curso de água ouestrada à direita ou esquerda do ponto P, em B ou C; restará, então, deslocar-se para P,acompanhando aquele acidente do terreno.4º Processo - Leque (L)Este processo poderá ser empregado quando se presumir que o objetivo que se busca estápróximo de um ponto já atingido pelo grupo. Assim, tendo chegado em A e verificado que,segundo o azimute seguido e a distância percorrida, aí deveria localizar-se o objetivo, masque tal não aconteceu, aplica-se este processo para localizá-lo. O procedimento será oseguinte:- parte-se de A segundo um azimute escolhido e percorre-se uma distância determinadaAB; sai-se de B, fazendo um pequeno percurso curvilíneo (conforme a figura),procurando retornar à direção original de marcha, em C, e daí até o ponto inicial A;- realizando as mesmas operações anteriores, faz-se o percurso A-D-E-A e outros mais; énecessário, porém, lembrar que essas distâncias a percorrer deverão ser pequenas, poisserão feitas mais por intuição, particularmente na marcha em curva e na retomada dapicada original, para se retornar ao ponto inicial; será interessante, e recomendávelmesmo, que no mínimo 2 homens sejam deixados no ponto inicial para, por meio da voz,de apito ou de outro processo qualquer, fazerem ligação com aqueles que realizam ospercursos de busca do objetivo, orientando-os ao mesmo tempo.Anexo 12Especialidade de Vida Silvestre(Necessário o acompanhamento de instrutor)
    • 1. Participar de pelo menos dois acampamentos durante os quais possa praticar as habilidadesnecessárias para esta especialidade.Datas: 30/Jun a 02/Jul/062. Mencionar cinco coisas que devem ser feitas quando se está perdido numa floresta.Conhecer três métodos de escolher a direção sem uma bússola.Há uma sigla chamada PASOCOLA, que significa: Parar, Acalmar-se, Sentar, Orar, Comer,Orientar-se, Lembrar e Andar.1-JOÃO DE BARRO: a porta de entrada está sempre voltada para Este ou Norte2- OS ANIMAIS: todos os animais necessitam de água, se temos paciência e observamos aspegas (cavalos,vacas,ovelhas) provavelmente encontraremos águas e muito provável pessoas.3-OS RIOS4-AS ESTRELAS5-A ESTRELA DA MANHÃ: ela é a ultima a se esconder. A bem da verdade não é umaestrela, mas o planeta Vênus. Desaparece pelo Este e logo aparece pelo Oeste. assim que o solse põe.6-CRUZEIRO DO SUL: uma constelação forma por 5 estrelas, 4 delas formam uma cruzcom seus braços ligeiramente inclinados.O pé da cruz aponta para pólo SUL CELESTE.Podemos descobrir o SUL, multiplicando 4 vezes o tamanho do braço maior da cruz e logodeixando cair uma perpendicular até o horizonte.7-CONSTELAÇÃO DE ÓRION: por meio desta constelação podemos encontrar facilmenteos dois pólos, norte e sul, pois oferecem a vantagens de ser visível nos dois hemisférios.Òrion é uma das mais lindas constelações e todo o firmamento.Duas são as estrelas maisvisíveis: Rigel e Betelguese. RIGEL: é uma verdadeira jóia do firmamento, se encontra ao sulda constelação.BETELGUESE , parece uma estrela simples de cor vermelha, mas é umgigantesco sol e está f ao norte da constelação.O centro de Órion está constituído pelocinturão conhecido popularmente com “AS TRES MARIAS”.Se projetarmos uma linha quecruze a estrela do meio do cinturão em direção Nordeste, poderemos ter o Norte.8-MÉTODO DA SOMBRA: Para encontrar os diferentes pontos cardeais da bússola, pode-seprojetar uma sombra, que é um boa idéia. Enterre um pau reto (vara de bambu,etc) de talforma que não projete sombra, isto é, que aponte diretamente ao sol. Aguarde até que o pauprojete uma sombra de aproximadamente uns 15 cm ou mais.A sombra forma uma linhaOeste-Leste, estando o Oeste na base do pau, e o Leste no final da sombra.Tendo esta direção,pode-se calcular as demais. Este método é bastante eficiente no meio dia, e durante o restanteé suficientemente adequado para seus propósitos.9-ORIENTAR-SE PELO RELÓGIO: Um relógio com ponteiros, é muito útil no momentoque estamos desorientado. Para que você possa-se orientar com um relógio faça o seguinte:a) Coloque o ponteiro que marca as horas em direção do sol. b) Faça uma linha imaginária oucoloque o ponteiro que marca os minutos na marca das doze. c) Faça uma linha imagináriapelo centro do ângulo formado pelos ponteiros e ali terá o Norte10- Lado que a casca da arvore é mais grossa é o leste.11-Os fungos nascem do lado oposto ao que bate o sol. Se medirmos na circunferência daarvore o lado com maior proliferação, encontraremos o sul.3. Demonstrar três maneiras de purificar água para beber.Apresentamos abaixo, três métodos de desinfecção de água, cada umcom seus prós e contras. Escolha o método que melhor se adapte ao seuequipamento e preferência, mas, por segurança, leve sempre um outro dereserva.Fervura
    • Ferver a água mata todos os microrganismos patogênicos. Independenteda altitude, quando a água ferve, ela já pode ser bebida, uma vez que atemperatura necessária para matar estes microrganismos, inclusive osvírus, é atingida bem antes do ponto de ebulição. Fervendo a água,eliminamos todas as chances de contaminação. Porém, necessitamos deum fogareiro, combustível extra e uma panela. Para uma caminhada comacampamento, onde geralmente já levamos o fogareiro e a panela, estemétodo pode ser facilmente utilizado. Mas para caminhadas curtas, já nãoé tão conveniente.Após ferver a água, transfira-a de uma garrafa para outra algumas vezes,para que ela seja aerada, o que vai conferir um gosto mais agradável àmesma. Uma boa idéia também, é misturar algum suco em pó.Tratamento QuímicoPastilhas de cloro ou iodo matam todas as bactérias, parasitas e vírusencontrados nas águas superficiais. Isto faz destas duas substâncias umaótima opção quando se quer levar pouco peso. Porém, a eficácia naesterilização da água através do cloro e do iodo, depende da temperaturae do tempo. Quanto mais fria e turva for a água, mais pastilhas devemoscolocar, e mais tempo devemos esperar para beber.Deixe que a água sedimente para colocar na garrafa. Assim, a quantidadede substâncias que irão interferir com o cloro ou iodo será menor. Paramascarar o das substâncias utilizadas, podemos acrescentar suco em pó.Para saber quantas pastilhas colocar e quanto tempo esperar para beber,leia as instruções de uso na embalagem das pastilhas.Filtros PurificadoresOs filtros são convenientes para viagens em clima quente, e irão removera maioria das bactérias e parasitas que podem causar doenças nohomem. Porém, em climas frios, eles podem congelar, além denecessitarem de manutenção periódica e freqüente substituição doelemento filtrante. Também não são tão eficazes para matar vírus.Entretanto, a maioria destes equipamentos, não apenas filtra a água, mastambém a trata quimicamente, usando geralmente iodo. Portanto, é umsistema bastante seguro de purificação de água.4. Conhecer três formas de encontrar água na floresta e demonstrar dois desses métodos.Indicadores de existência de fontes de águaEnxames de insetos: tenha especial atenção às abelhas e aos carreirosde formigas.Aves: bandos de aves podem indicar a presença de água, mas é precisoter em conta as aves marinhas que conseguem percorrer longasdistâncias sem beber água o que faz delas um indicador não muitopreciso.Animais: os animais ruminantes necessitam de água ao anoitecer e aoamanhecer. Os animais carnivoros obtêm os líquidos a partir da ingestãodas suas presas, como tal são mais faliveis a indicar a presença de água,mas há que ter em conta que os melhores locais de caça estão situadosperto de água (charcos, lagos,etc).Abundância de vegetação variada: indica água superficial.
    • Solo dos vales: as vertentes inclinadas dos vales podem armazenarlençois de água.Rastos de animais: podem guiar até zonas de água.Métodos de obtenção de águaAlambique SolarEste é um método eficaz de produzir água. Escave um buraco com 1m delargura e com 60 cm de profundidade. Coloque um recipiente no meio doburaco. Tape o buraco com um plástico e prenda-o com pedras, areia outerra nos bordos. Sensivelmente a meio do plástico ponha uma pedra.Opcional mas muito útil é tentar arranjar um tubo ou mangueira, paracolocar dentro do recipiente e de modo a que a outra ponta saia perto dasbordas do plástico. Deste modo o acesso à água é mais fácil e permiteque o seu alambique funcione durante todo o ciclo solar.O sol aumenta a temperatura no ar e no solo do buraco, produzindovapor, que ao condensar no plástico escorre para o recipiente.A destilação solar, permite destilar água pura, contaminada ou salgada.Para a água do mar ou contaminada é necessário abrir uma vala comcerca de 30 cm a partir do alambique. É nesta vala que iremos vazar aágua que ao entrar no solo, ficará filtrada antes de entrar no alambique eser destilada.Saco de TranspiraçãoTrata-se de um processo muito simples para obter água. Coloque um sacode plástico sobre um ramo de uma árvore ou arbusto. Feche a abertura dosaco sobre o próprio ramo, e ate um peso ao fundo do saco de modo adeixar o ramo inclinado , fazendo com que a água se concentre no fundo.É conveniente mudar de ramo todos os dias e recolher a água no fim decada utilização.
    • Água da ChuvaA água da chuva pode ser obtida através de vários processos quepartilham de um conceito comum, reunir a água que cai dispersamentenum recipiente. Deste modo podemos utilizar latas, garrafas (às quaiscortamos a parte de cima), sacos de plástico, etc.Este método é simples e bastante rápido de montar, e bastante similar aoalambique. Cava-se um buraco com 15 cm de profundidade no solo.Coloca-se um plástico por cima do buraco e prendem-se os bordas destecom pedras, terra ou areia. E é só esperar que a chuva encha o nossopequeno «poço».Fonte: www.arlivre.com5. Demonstrar dois métodos de avaliar a altura de uma árvore, e a largura de umriacho.Pela Sombra pode-se medir a sombra da arvore e medir a sombra de um objeto do qual seconheça a altura, uma pessoa por exemplo. Tendo-se estas medidas, usa-se então a regra de 3.Exemplo:Sombra = 10mt homem = 1,75mt sombra do homem = 1,10mt alturada arvore = ?????Homem = altura da arvore 1,75 = arvore__________ ___________  ____ = _____  17,5/1,10=arvore= 15,90mtsombra do homem = sombra da arvore 1,10 10Neste exemplo, a altura da arvore será de 15,90 metrosUsando uma Vara
    • São necessárias duas pessoas, uma vara e uma régua ou uma pequena fita métrica.1) Caminhar em linha reta, desde a base da árvore uma distância de 9 metros.2) Espetar a vara no chão nesse ponto;3) Deslocar-se mais 1 metro no mesmo sentido e colocar a cara junto ao chão.4) Olhar daí para o topo da árvore e, com ajuda da outra pessoa, marcar na vara o ponto emque a linha de observação a atravessa.5) A altura da vara em centímetros, corresponderá, aproximadamente, à da árvore emdecímetros. Como exemplo, se altura na vara for de 100 cm, a árvore terá 10 m de altura.Avaliar a largura de um rio (ver esquema)1) Fixar um ponto de referência (pedra, poste, árvore,...) na outra margem no ponto (i).2) Percorrer uma trajetória perpendicular a esta linha imaginária traçada, paralela ao rio se otroço for retilíneo, marcado o ponto de início (ii).3) Medir a distância percorrida e marcar com um vara ou pedra o ponto (iii) correspondente a2/3 dessa distância (se forem 100 m, será o ponto a 66 m).4) Marcar igualmente o ponto (iv) de chegada desse percurso e, a partir daí, caminhar paraterra perpendicularmente à margem do rio, contando o número de passos, até os pontos (i) e(iii) serem coincidentes na nossa linha de visão.5) Os passos que tivermos dado corresponderão a, aproximadamente, metade da largura do rioou, mais corretamente, entre os pontos (ii) e (i).
    • Outra forma de se calcular a medita de um rio, é usando trigonometria. Observe a figuraabaixo:Usando como referência uma pedra (ou outro objeto) do outro lado do rio e colocando quatroestacas na margem onde se encontra, conforme a figura.Digamos que foi medido as seguintes distâncias entre os pontos:ab = 20 m, bc = 40 m e ad = 24 m.AB = 20 m, BC = 40 m e AD = 24 m.Aqui, podemos afirmar que a distancia entre ab = df = 20 e fc = cb-ad = 16.Sendo o triangulo aec proporcional ao triangulo cdf, usaremos a regra da proporção:ae ad ae 24____ = ___ ___ = ___ 20 x 24 = ae x 16  480 = ae x 16  ae = 480/16  ae = 30df fc 20 16e) 48 m.6. Identificar as pegadas de quatro animais ou pássaros silvestres.Item pratico
    • 7. Usando uma bússola, seguir um curso de mais de 100 metros começando em três lugaresdiferentes, e com menos de 5% de erro.Item pratico8. Identificar, preparar e comer dez variedades de plantas silvestres.Manual de Sobrevivência – Alimentos silvestres1. O ALIMENTO SILVESTREVocê deve aprender a superar a sua aversão a certos e determinados alimentos. Alimentos deaspecto pouco convidativo a seu paladar constituem, com freqüência, parte inseparável dadieta normal dos homens da roça. Os alimentos silvestres são bons alimentos, contendo altoteor de vitaminas e elevada proporção de minerais. As plantas de folhas polpudas são boaspara salada, e as frutas maduras aliviam a sede e ajudam a economizar a ração d’água além deconstituírem bom alimento. Não tenha receio de comer frutas até ficar satisfeito.2. O ALIMENTO VEGETALExistem, no mínimo, umas 300.000 espécies diferentes de plantas silvestres no mundo.Grande número dessas espécies pode ser ingerido, embora algumas sejam mais agradáveis aopaladar do que outras. Sob condições de sobrevivência, é possível que o alimento derivado deplantas silvestres venha a alterar completamente o regime alimentar a que você estáacostumado. No que se refere às plantas, convém muito que você saiba distinguir entre asplantas silvestres comestíveis e as venenosas e que possua algumas noções práticas sobre asregiões onde crescem e se desenvolvem e de como utilizá-las. Muito poucos são as plantassilvestres que produzem efeito mortal quando ingeridas em quantidade diminuta. Umadescrição completa de todas as plantas silvestres que podem fornecer alimento não pode serenquadrada nos modestos limites deste trabalho; por isso, as informações que aqui sãoprestadas limitam-se a uma discussão geral das classes das plantas alimentícias.acompanhadas de ilustrações de vários tipos representativos.O melhor meio de familiarizar-se com o aspecto das plantas comestíveis é o de fazer com quealguém que conhece bem as ditas plantas, lhes indique. Cada vez que lhe mostrarem umadessas plantas, registre a mesma na mente assim como o local (o habitat) onde ela floresce.Deste modo, em breve descobrirá que é bom conhecedor de muitas espécies de plantasreconhecendo-as logo à primeira vista. Você terá de “dar tratos à bola” quando tiver deenfrentar problemas de sobrevivência especialmente quando tiver de atravessar áreas muitodiferentes umas das outras. Aprenda a reconhecer rapidamente as plantas típicas do interior. Oconhecimento de vários tipos de palmeiras, de favas e de gramíneas adquirido quando de umaou outra viagem, nesta ou naquela região do país, poder-lhe-á ser de enorme utilidade quando,por casualidade, você se vir forçado a lutar pela sobrevivência em regiões semelhantes às queatravessou nas antigas viagens. Não se esqueça que os seus maiores inimigos serão asbactérias (ou micróbios, quando tiver de enfrentar as condições de sobrevivência). Essasbactérias causam estragos e podem contaminar o alimento e a água quando as condiçõessanitárias do acampamento (ou da equipe) deixarem a desejar, devido à falta de recursos,como quase é o caso.2.1 CONSELHOS SOBRE A INGESTÃO DE ALIMENTOSNão coma um alimento estranho sem primeiro prová-lo. Cozinhe, primeiramente, umaamostra. Em seguida, ponha um pouco da amostra na boca, mastigue-a e conserve a porção naboca, durante uns 5 minutos, Se, passados esses 5 minutos, o paladar não estranhar o gosto daporção, poderá comer sem susto, do alimento em questão. Mas se o gosto da porção tomar-sede qualquer forma, desagradável; se o paladar estranhar, então não coma do alimento em
    • questão. Lembre-se de que as azeitonas têm o gosto amargoso e de que o limão éácido, de modo que o gosto menos agradável não significa tratar-se, necessariamente, de umveneno. Mas um gosto que “queima”, abrasador, um gosto amargo e que causa náuseas,enjôo, tal gosto é um aviso de perigo.Uma pequena quantidade de uma substância que a pretende ingerir como alimento não épassível de causar um mal fatal e talvez nem mesmo o indivíduo chegue a correr perigo, aopasso que uma quantidade maior, da substância em questão, poderá causar-lhe a morte.De um modo geral, não há perigo em ingerir substâncias que são procuradas como alimentepelos pássaros e pelos mamíferos; existem, entretanto, algumas exceções, também osalimentos procurados pelos roedores (ratas, camundongos, coelhos: cutias, caxinguelês,pacas, etc.) ou pelos macacos. e por vários outros animais onívoros (que comem. Tudo) nãoconstituirão perigo para o homem.CUIDADO! Quando em dúvida sobre se uma planta é comestível ou não, cozinhe a mesma.Com exceção dos cogumelos, o veneno dos vegetais é tornado inócuo pelo cozimento. Amaior parte das espécies de inhame (as raízes) é venenosa no estado natural (cru), masperfeitamente comestível depois de cozida. Procure guiar-se pelas seguintes normas:1) evite comer de plantas pouco conhecidas e que não foram aprovadas com cuidado, quandoessas plantas tiverem sumo leitoso evite, igualmente, o contato desse sumo com a sua pele.Excetuam-se desta regra as numerosas espécies de figos silvestres, o abiu, o sapoti e omamão, que podem sercomidos apesar do seu sumo leitoso;2) evite comer de plantas com gosto desagradável (o gosto AMARGO é um guia seguro);3) evite comer cereais parasitados por um cogumelo em forma de pequeno esporão escurosobre a semente.2.2 OS VENENOS QUE AGEM POR CONTATOAs plantas que, pelo contato irritam a pele, e que são relativamente poucas, pertencem todas àmesma família natural de plantas. Temos: - as urtigas, os avelós. As plantas dessa família sãoárvores ou arbustos e a casca dessas árvores é, de ordinário, resinosa. As folhas se sucedemalternadamente, na haste (contudo, há exceções), e dividem-se em três segmentos, oupinuladas (como as nervuras de uma pena). O fruto desses vegetais é, geralmente, de uma sósemente, cercada da parte polpuda, tal como a cereja. Algumas dessas plantas segregam umamatéria negra, de cortes recentes.2.3 PLANTAS IRRITANTESVocê conhece, sem dúvida. as urtigas, tão comuns. A árvore-urtiga e a fava fétida, dostrópicos, possuem pêlos que picam, mas em geral esses pêlos irritam mecanicamente e nãosão venenosos.COMO ESCOLHER PLANTAS COMESTÍVEISAs plantas, sejam elas aquáticas ou terrestres, oferecem os seguintes elementos comestíveis:Sementes Folhelhos (ou as bainhas)Borbulhos Seiva (o alburno)Frutos Raízes (das plantas tuberosas)Nozes Talos (o aipo)Casca Hastes (cana-de-açúcar)Flores Bulbos (cebolas)Folhas Brotos (renovos)
    • Todas as partes de determinadas plantas são comestíveis, mas no maior parte dos vegetaistorna-se necessário escolher a parte mais comestível, seja ela a raiz, ou o fruto, as folhas ou osfolhelhos.2.4 OS ALIMENTOS AMIDOADOSMuitas plantas armazenam grandes quantidades de amido comestível (Exemplo: a fécula debatata, o polvilho, etc.), nas suas partes de sob a terra .Os Tubérculos da batata silvestre com a folhagem semelhante às variedades cultivadas, sãocomestíveis. Os tubérculos de outras plantas, tais como os do inhame, a açucena branca daágua, são abundantes no interior.As Hastes (grandes talos), são achados em milhares de plantas, mas somente dois tipos,muitos espalhados pelo mundo, são aqui ilustrados:- o feto vegetal (samambaias).2) - o rabo-de-gato.Nos trópicos, muitos dos vegetais mais comuns, como sejam: o aipim, a cana-de-açúcar, etc.,provêm dos grandes talos (dashastes) .Os Bulbos são, na maior parte das vezes, produzidos pelos membros da família das liliáceas,exemplo: o próprio lírio, a cebola, e o narciso. Muitas espécies de bulbos são comestíveis. Ostubérculos, os talos (e as hastes - talos grandes: a cana de açúcar) são excelentes fontes dealimentação porque, geralmente, pode-se contar com essas fontes o ano todo.Os Troncos da palmeira sagüeiro, das cicadáceas (como o salgueiro) e outros determinadostipos de palmeira, produzem grandes quantidades de amido comestível, no seu interior, osuficiente para sustentar a vida durante várias semanas.Os grãos ou sementes do milho miúdo, dos capins bravos e de muitas gramíneas, esses grãos(ou sementes) são leculosos (amidosos) e constituem excelente alimento-base.A Banana verde na cor não significa que ainda não esteja madura.Exemplo: a banana dágua, a banana da terra, a banana figo (que se deve primeiramentecozinhar), todas tropicais, contém muito amido, (mas não são naturais, podendo serencontradas em roças abandonadas).2.5 A PREPARAÇÃO - TODO ALIMENTO QUE CONTÉM AMIDO DEVE SERCOZIDO, POIS CRU É INDIGESTO.O amido não é extraído do arum (parecido ao inhame, “taioba”), nem do inhame nem dabanana-figo (de cozinhar), quando estão crus. Essas plantas e frutas são, primeiramentecozidas na água, ou no vapor dágua, assadas ou fritas, e são comidas sem qualquercondimento ou tempero, podendo, também, ser misturadas a outros alimentos silvestres. Amandioca é sempre cozida, porque, quando crua, é venenosa.O amido é extraído da palmeirasagüeiro e de outros troncos, pelo processo de rachar o tronco e de remover a substância molee esbranquiçada, de dentro, por meio de um pau pontiagudo. Essa substância, ou polpa, élavada em água, e a substância branca, concentrada (o amido puro), é despejada em umavasilha. Depois de lavada uma segunda vez poderá ser empregada, diretamente, como farinha.Um tronco de palmeira sagüeiro bastará para suprir de amido, um indivíduo, na quantidadenecessária a sua subsistência normal, durante muitas semanas.2.6 OS LEGUMES (VERDURAS)Os legumes consistem, em sua maior parte, em folhas sumarentas (sucosas), vagens,sementes, talos e raízes não lenhosas. Escolha os legumes mais novos e macios (tenros) mas
    • cozinhe-os todos, especialmente aqueles obtidos dos campos cultivados.As frutas cujo gosto seja pouco pronunciado (fraco) ou não doce, poderão ser comidas comose fossem legumes. O tomate, o pimentão e as solanáceas em geral.2.7 OS FETOS VEGETAIS E SAMAMBAIASTrês tipos de fetos vegetais largamente difundidos pelo planeta ilustram bem este tipo deplaneta alimentício, a saber:1) o feto vegetal Brácteo e o Arbóreo.2) o feto vegetal Polipódeo.Grande número de fetos é comestível, e nenhum deles é venenoso. As espécies comestíveisencontram-se principalmente nas áreas de florestas das regiões temperadas cálidas e nasregiões tropicais.Algumas destas plantas têm uns poucos centímetros de altura; os fetos vegetais arbóreos, comaltura até 10 metros, existem nas áreas tropicais, desde o nível do mar até as encostas demontanhas, onde as chuvas são fortes e freqüentes .2.7.1 A PARTE COMESTÍVELOs rebentos (ou renovos, brotos) de todos os fetos vegetais são encaracolados (ou anelados),suculentos e o seu valor alimentício corresponde a couve ou ao aspargo. Quase todos osbrotos de fetos vegetais são cobertos de fiapos, os quais lhes dão um gosto amargoso. Tire osfiapos, esfregando-os dentro dágua.2.7.2 A PREPARAÇÃOSe o gosto for muito amargo, ferva os brotos durante uns l0 minutos, mude a água e torne aferver durante uns 30 ou 40 minutos. Se tiver achado ovos de aves silvestres, poderáaproveitar e cose-los juntamente com os brotos.Nozes - As nozes comestíveis, de todos os alimentos crus que a floresta oferece são os maisnutritivos e encontrados por toda parte. No Brasil, encontram-se por toda parte o coqueiro e ocajueiro. No sul, o pinhão e no norte e nordeste, a castanha do Pará e a sapucaia Váriasespécies de árvores de viço constante (sempre verdes) da zona temperada, especialmente ospinheiros, produzem nozes (pinhões) comestíveis. Para obter a semente comestível (o“miolo”) sacuda a pequena pinha, ou noz (o fruto da árvore em questão), ou quebre-a entreduas pedras ou comprimindo uma contra a outra .2.8 A CASCAVocê poderá aproveitar como alimento a parte interna da casca, crua ou cozida, de grandenúmero de árvores. Nas regiões do globo onde reina a fome, o povo aproveita a parte internada casca das árvores, para fazer farinha. A parte externa da casca, quando fina e verde e aparte interna de cor branca são, normalmente, aproveitadas como alimento. A casca de corcastanha (marrom comumente contém tanino, que é muito amargo). A casca do pinheiro érica em Vitamina C. A casca externa do pinheiro é removida pela raspagem e a casca internaé arrancada do tronco e comida crua, após ter sido secada. Poderá também. ser comida cozidaou depois de reduzida à farinha.A casca (interna) ingere-se melhor quando recém formada na primavera.2.9 OS “CAPINS” (Gramíneas em geral)As várias espécies compreendidas pelas gramíneas poderão servir como a mais importantefonte singela de alimento de sobrevivência, em uma emergência, especialmente nas regiõesmais quentes do país. O arroz, o milho miúdo, o sorgo (outra espécie de milho), o
    • maçambará, ou sorgo de alepo, o milho grosso e muitos outros cereais, são característicos dasregiões temperadas do Brasil. Os brotos bem novos da maior parte das espécies do bambupoderão ser cozidos e comidos sem receio. Em algumas áreas existe a cana de açúcarsilvestre. Os capins silvestres possuem, em geral, grande abundância de sementes, as quaispoderão ser comidas depois de fervidas ou assadas. Friccione os grãos, a fim de separar apalha dos mesmos.2.9.1 A PREPARAÇÃONenhuma das espécies de gramíneas é venenosa. Se a polpa, a semente, o grão da noz (o“miolo” - a parte comestível) não apresentar pêlos duros, espinhosos, e estiver, ainda, macia,você poderá, pela fervura, preparar um caldo desse alimento .Para apanhar as sementes das gramíneas, estenda um pano no chão e bata nas espigas comuma vara (a isto chama-se: debulhar, ou joeirar). Muitas espécies de grão rebentam comopipocas, quando aquecidos.Procure obter este resultado, aquecendo os grãos em uma vasilha fechada .2.10 AS PLANTAS AQUÁTICASAs plantas aquáticas crescem e se desenvolvem em locais muito úmidos, ao longo dasmargens dos rios, nos lagos e poços (naturais). As plantas que crescem diretamente na água,são de valor latente como alimento de sobrevivência. As partes sob a terra, dessas plantas quesão cheias de sumo, assim como os seus caules, que também, são sumarentos, são as partesmais freqüentemente utilizadas como alimento. As espécies venenosas de plantas aquáticassão raras. Duas espécies de plantas aquáticas de brejo são: o “rabo-de-gato” ou “capim-elefante” e a açucena branca d’água.2.10.1 “O RABO-DE-GATO” OU “CAPIM-ELEFANTE”Onde é encontrado - Por todas as regiões do país. É encontrado com mais freqüência naszonas úmidas dos climas temperados e tropicais.A parte comestível - os brotos (ou rebentos) bem novos, cujo gosto lembra o aspargo. A partedo talo mais próxima à raiz e até certa altura, tirando-lhe a palha, é comestível, crua oucozida. Na época da floração, o pólem amarelo é muito abundante; misturando-se um poucode água a este pólem, poder-se-á formar pequenos bolos, que submetidos à ação do vapord’água, dão como que pequenos pães2.10.2 AS AÇUCENAS BRANCAS D’ÁGUAOnde são encontrados - As açucenas d’água existem em toda a parte. Dois são os tiposprincipais: 1)- as de zona temperada, como enormes hastes (ou talos) e flores brancas ouamarelas, que flutuam à flor-d’água;e 2) – as de zona tropical, que produzem grandes raízes tuberosas (parecidas à batata doce, aoaipim, inhame, etc.), comestíveis e flores que vicejam acima d’água.2.10.3 A PARTE COMESTÍVEL - OS TALOS E AS TUBEROSIDADESTalvez sejam difíceis de conseguir devido à profundidade da água no local onde florescemessas plantas. Vale a pena tentar “pescar” essas partes da planta, pois as tuberosidades (a“batata”) são ricas em fécula e, por isso, constituem bom alimento, bem substancioso. Podemser comidas cruas ou cozidas (ou mesmo fervidas). Todas as espécies desta planta sãoperfeitamente comestíveis, sempre que encontradas no Brasil.Os talos – Poderão ser cozidos como outros alimentos. A bainha (cápsula) nova, da semente -
    • Poderão ser cortada em “fatias” e comida como verdura qualquer. As sementes - O seu gostopoderá ser amargo, mas essas sementes são em alto grau nutritivas. Poderão ser secadas ao sole esfregadas entre duas pedras, para fazer farinha.O palmito - Toda palmeira contém o miolo, chamado palmito. A parte do tronco onde se devetirar o palmito, está situada entre o início das folhas e o topo.3 PREPARAÇÃO3.1 O ALIMENTO VEGETALEm geral, a água que foi utilizada para cozer (ferver) raízes de plantas, tubérculos ousementes diversas, poderá ser aproveitada para sopa, após adicionamento de alimentomarinho ou de carne. Nos trópicos, algumas tuberosas (plantas que têm tubérculos: a batata, oaipim, etc.) como o arum (ou arumã, ou “orelha-de-elefante”) e a mandioca, ou aipim. ouainda a macaxeira, devem ser postas de molho ou então bem fervidas em água limpa a fim delhes eliminar as substâncias nocivas; é claro que a água que serviu para essa eliminação NÃOpoderá ser tomada como sopa. Jogue-a fora.Para dar melhor gosto aos cozidos, ajunte cebolas silvestres, caules sumarentos e folhascomestíveis de plantas diversas que você tiver a sorte de encontrar .Para preparar ervas marinhas, para servirem de alimento, lave-as em água pura e seque-as aoSol, sobre uma tábua ou uma pedra chata, bata sobre elas, reduzindo-as a pedacinhos (comose fossem salsa picada) e espalhe os pedacinhos sobre a comida que tenha preparado.3.1.1 A FERVURA, O ASSAR, O MOQUEAR, O COZER E O FRITAREsses processos culinários são métodos eficientes de preparar alimentos. O processo de assarpelo “fogo-no-chão”, que é um buraco de tamanho adequado aberto no chão seco, que podeser forrado com pedras,se necessário. Este “forno” natural aquecido por pequena mas intensafogueira. Uma vez bem aquecido, são retirados os carvões quase extintos, colocando no“forno” o alimento a preparar, e logo hermeticamente fechado, meio de pedras chatas ougalhos cruzados cobertos com folhas largas, sobre as quais se deita terra seca ou areia, depreferência esta última se for possível encontrá-la. Este processo pode ser mais vagaroso doque o da fogueira ao ar livre, mas oferece as vantagens de exigir menos atenção ao trabalhoculinário, proteger o alimento, em preparação, das moscas e outras pragas.O moqueado, que é o método dos nossos selvícolas, consiste em se armar sobre uma fogueirauma grade de madeira verde distando do fogo cerca de 50 cm.A grade poderá ser uma tripeça portátil ou um retângulo montado sobre 4 forquilhas fincadasno chão.A carne ou os peixes são colocados sobre a grade e o fogo à medida que assa os alimentos, osseca. Os alimentos são conservados no fogo ou pendurados. Antes de serem consumidos, sãonovamente passados no moqueador ou então cozidos.3.1.2 FRUTASAs frutas sumarentas podem e devem ser meio cozidas (bem fervidas). As frutas de grandetamanho, de polpa dura ou de casca grossa, ficam melhores cozidas ou assadas.3.1.3 HORTALIÇAS (“VERDURAS”)Ferva as folhas, os talos e os brotos até que fiquem bem tenros. A fervura em várias águas,seguidas de enxágües, ajudará a eliminar os sumos amargos e o gosto desagradável.3.1.4 RAÍZES E TUBÉRCULOSPodem ser fervidos, mas é mais fácil cozinhá-los ou assá-los.
    • 3. 1..5 NOZES, CASTANHAS E PINHÕES.A maior parte das nozes podem ser comidas em estado cru. Algumas castanhas, tais como ospinhões ficam melhores cozidos.3. 1.6 GRÃOS E SEMENTESEstes devem ser assados a fim de se os tornar mais digeríveis e agradáveis ao paladar.3. 1.7 O SUCOO suco (ou sumo) das plantas que contêm açúcar pode ser desidratado a ponto de xarope oucalda, pela fervura lenta, durante várias horas a fim de eliminar a água .3.2 COMO PREPARAR O ALIMENTO QUANDO NAO SE DISPÕE DE UTENSÍLIOS DECOZINHAPara assar (sobre as brasas tiradas de uma fogueira), você poderá envolver o peixe, ou asbatatas e muitos outros alimentos de regular tamanho, em uma camada de barro ou de argilae, em seguida, assá-los diretamente nas chamas ou sobre as brasas de uma fogueira. Destemodo, diminui-se o perigo de queimar-se o alimento. Você não precisa escamar o peixepreparado deste modo, antes de assá-lo. Basta raspar-lhe as escamas com os pedaços do barroque serviu de proteção durante o cozimento. O envoltório de barro também é “cozido” esolidificado durante o período em que o peixe é cozido.3.2.1 O COZIMENTO INDIRETO SOB O FOGOOs alimentos de dimensões pequenas, como os ovos se pequenos pássaros poderão sercozidos em regular quantidade em uma escavação debaixo do fogo.Uma vez aberto o buraco que deverá ser raso, forre o mesmo com folhas de plantas ou entãoenvolva o alimento, nas folhas, antes de depositá-lo no fundo do buraco. Na falta de folhas,pode-se fazer uso de um pedaço de pano limpo. Em seguida, cubra com uma camada de areiaou terra, de um centímetro de espessura, e acenda o fogo bem em cima dessa camada. Passadoo período de tempo suficiente para o cozimento do alimento, afaste a fogueira para o lado erecolha o alimento cozido.3.2.2 O COZIMENTO POR MEIO DE PEDRAS AQUECIDASAqueça várias pedras dentro de uma fogueirinha e deixe-as ficar até desaparecerem as chamase restarem brasas. Coloque os os alimentos de fácil cozimento levemente umedecidosembrulhados em papel aluminio, sobre e entre as pedras aquecidas e cubra tudo com folhas deplantas, ou com capim ou algas marinhas, e também com uma camada de areia ou terra seca.Depois de bem cozidos em seu próprio sumo, você poderá comê-los sem mais preparação.7.3.3 A FERVURA POR MEIO DE PEDRAS QUENTESPrepare uma vasilha de regular de tamanho, que pode ser feita, formando um buraco comlona, com alimento e água. Deite-lhe pedras aquecidas ao rubro, até que a água ferva. Cubra avasilha com folhas grandes pelo período de uma hora, pouco mais ou menos, até que estejapreparada a comida.As juntas (os nós) do bambu – Os nós do bambu constituem boas vasilhas. Aqueça-os atécarbonizarem parcialmente.7.4 PARA GUARDAR AS SOBRAS DE ALIMENTOS7.5 A SECAGEM DO ALIMENTO VEGETALO alimento vegetal pode ser seco (desidratado pelo processo natural) pelo vento, pelo Sol oupelo fogo com ou sem fumaça. Também se pode empregar uma combinação desses métodos.A finalidade principal desse tratamento é a de eliminar a água do alimento em questão. As
    • bananas, os tubérculos (raízes comestíveis como a batata, o inhame, etc.), as folhascomestíveis, as amoras, em suma, a maior parte das frutas silvestres pode ser secada.Corte os tubérculos, frutas, etc. , em fatias finas e ponha-as a secar ao Sol. Sendo necessário,acenda uma fogueirinha, para secar este alimento.8 ONDE ENCONTRAR PLANTAS COMESTÍVEISHá no Brasil, mais de 250 frutas naturais, todas comestíveis - sem contar as que existemcultivadas (chamadas exóticas) como a uva, jambo, melão, melancia, marmelo, etc. Portanto,todo fruto doce agridoce, pode ser comido. O AMARGO NAO! Há o piquiá, nonas e frutas-de-conde do campo, os maracujás, os guajara mirins, etc. Todo fruto com sementes que seassemelha às do araçá e da goiaba, podem ser comidos, assim como os semelhantes àsjabuticabas (mirtáceas). O peri-peri, a tiririca as gramíneas e palmeiras, não têm época,podendo fornecer alimento o ano todo. A polpa do babaçu serve como manteiga e asamêndoas são tenras e podem ser comidas. Os muriás podem ser comidos; os frutos sãoamarelados e perfumados. As folhas do muriá são opostas sem pontuações translúcidas.Quase todos os cardos são comestíveis. Mas cuidado com os espinhos, convindo queimá-los.Todo broto novo acidulado pode ser comido. As castanhas do Pará, as pinhas e as amêndoassão ótimos alimentos. Cuidado com as castanheiras em época de queda. O fruto,desprendendo-se do alto, enterra-se no chão, dado o seu peso.Da raiz da imbaúba, extrai-se água. O fruto (parece 100 dedos) pode ser comido. Massomente a planta feminina é comestível. Em toda a região do Amazonas existe o pau-vaca queé comestível.8.2 AS PLANTAS TROPICAISAs regiões tropicais cobertas de árvores oferecem ao sobrevivente, desprovido de recursos,grande variedade de alimentos de sobrevivência, mas o caso é que nem todos nós conhecemostais plantas e seu valor nutritivo.Conhecemos, é certo, o coco, a banana, o abacaxi e as frutas cítricas (laranja, limão,tangerina, lima, etc.) comuns nos mercados, mas existem centenas de outras frutaspossivelmente desconhecidas de você. E como será possível conhecer estas frutas? Pelomenos algumas delas? Neste trabalho são ilustradas várias espécies de frutas e legumes muitocomuns às regiões do interior e litoral, acompanhadas de informações suplementares sobrecomo achar outras espécies de frutas tropicais comestíveis .Nos trópicos serão encontradas plantas venenosas, embora não em proporção muito maior doque as das espécies existentes no resto do mundo.CUIDADO! AVISO.Nunca deixe de observar rigorosamente os conselhos sobre quais os frutos e vegetais quedevem ser evitados devidos às suas propriedades venenosas em maior ou menor grau. Vocêdeverá, sempre que em dúvida, consultar as normas de segurança adiante prescritas.As plantas alimentares tropicais medram com grande abundância nas clareiras das florestasque serviram de moradia aos caboclos e que foram, por estes, abandonadas. Também medramao longo das costas do mar e das margens das correntes líquidas, e, igualmente, nos brejos Amata virgem, cerrada e úmida não é o melhor lugar para se procurar alimento desobrevivência.O melhor lugar para se encontrar alimentos vegetais é uma horta abandonada. Em muitasregiões do Brasil Central, os indígenas vivem em pequenas aldeias ou malocas, separadasumas das outras, e cultivam os seus vegetais alimentares em hortas plantadas em terrenospróximos, por eles preparados, ou em clareiras naturais por eles adaptadas como hortas.Quando você encontrar plantações em cultivo (que não abandonadas), em plena floresta,tenha cuidado em não atrair a hostilidade dos indígenas que poderão estar trabalhando nessashortas ou vigiando as mesmas; veja se acha o trilha que leva da área da plantação para a
    • aldeia, ou taba. Atente, sempre, à possibilidade de se achar em território de tribos hostis, casoem que terá de arranjar alimentos; e, ao mesmo tempo, evitar os donos desse alimento.É freqüente encontrar-se clareiras e áreas, as quais, tendo servido, em época relativamenterecente, para hortas e plantações, ainda contém plantas alimentícias, resto de antigo amanho,ou cultivo. Tais áreas poderão existir perto das margens dos rios. Quase todas as frutas queexistir nessas áreas, podem ser comidas sem cuidado. Procure, primeiramente, por frutas,sementes e nozes Estas podem ser imediatamente aproveitadas para alimento. Os brotostenros ou o miolo feculento (rico em materiais nutritivas) de algumas palmeiras (o palmito),de bambus novos e os brotos do tronco e da flor da bananeira silvestre, são vegetais queconstituem boa fonte de alimento. Os fetos são, geralmente, abundantes, nas regiões tropicaisúmidas e dão boa verdura alimentícia. E quando não houver alimento disponível, os rebentostenros de muitas plantas poderão ser mascados; numerosas são as espécies que oferecem esteúltimo tipo de alimento que, não sendo ideal contudo, não é de desprezar,numa situação de emergência.8.3 PLANTAS COMESTÍVEIS COMUNS NOS TRÓPICOS8.3.1 VERDURASAs verduras, nas clareiras abandonadas, incluem o cará (trepadeira e “do chão”), taro, batatadoce, o inhame e o tomate silvestre. O “cará do chão” cresce a altura de uns 6 a 10centímetros e produz flores de um verde-amarelado. Coza bem as folhas, de forma decoração, desta planta; de preferência, deite a água do cozimento um pouco de "sumo delimão”, após o que poderá comê-1as. O cozimento evita que o cará irrite a sua boca egarganta. A raiz do cará é rica de substância feculenta. No estado natural, o seu gosto éamargo ou desagradavelmente picante, mas poderá ser cozida, assada ou fervida.A planta da batata doce é fácil de reconhecer; este pé produz flores cor de cravo. A batatadoce deve ser fervida ou cozida, mas também pode ser comida crua, depois de dividida empequenos pedaços que são postos a secar. A parte de cima, desta planta (a parte fora da terra)também dá boa verdura, quando fervida. Outras videiras semelhantes, e estas são numerosas,poderão oferecer raízes comestíveis; os brotos novos e as folhas novas substituem bem oespinafre. Nenhuma dessas plantas é venenosa.Outro vegetal encontrado, algumas vezes, nas clareiras (ex-plantações), é o aipim, oumandioca (no Norte: macaxeira). As grandes raízes desta planta devem ser utilizadas comcuidado, pois que existem duas variedades uma doce e outra brava, amarga. Somente pelogosto é possível distingui-las. O aipim doce pode ser comido depois de cozido mas amandioca brava é venenosa, a menos que seja tratada de maneira especial, antes de cozer. Ossilvícolas ralam as raízes completamente, lavando e espremendo a massa feculenta em váriasmudas de água e em seguida cobrem-na. Se você estiver alguma vez, em região em que hajapossibilidade de aprender o modo de preparar o aipim trate logo de aprender o processo, quelhe poderá ser da maior utilidade, eventualmente, no futuro.Nas clareiras pode, também existir amendoim, posto que este vegetal é cultivado em muitasregiões tropicais e subtropicais.Os amendoins medram debaixo da terra. As suas sementes podem ser comidas cruas oucozidas. Para obtê-las quebre as favas que são encontradas sob a terra.Em áreas de plantações abandonadas poderão, igualmente, medrar abacaxis.Muitas espécies de ervas comestíveis. comuns à zona temperada, são encontradas em clareirase próximo à costa do mar, nos trópicos. Entre estas, destacam-se as beldroegas e o: varatros,também, chamados heléboros-brancos, que poderão ser cozidos como verduras. Mas cuidadocom as raízes dos veratros ou heléboros que são venenosas.8.4 AS FRUTAS8.4.1 AMORAS
    • As amoras silvestres, as framboesas, os morangos, etc. são, às vezes, achados em lugareselevados, nos trópicos.Parecem-se com as espécies que você já conhece o suficiente para que logo as reconheça aoencontra-las.Algumas poderão, talvez, ter gosto parecido ao do capim, portanto, desagradável. Mas aforaisso, nada há que impeça que sejam usadas como alimento.8.4.2 AS BANANAS DA TERRA, D’ÁGUA, FIGO, ETC.(BANANÁCEAS)Onde encontrá-las: - Por toda a região tropical e subtropical, se plantadas. As bananasmaduras raramente são vistas nos cachos por que os passarinhos, os morcegos, os insetos eoutros bichos, devoram-nas no cacho, tornando-as inúteis para o consumo humano. Existemas bananas dágua, da terra, figo (cor-de-rosa avermelhado) e São Tomé. Existem algumasoutras que não são citadas aqui. Os botões das flores são comestíveis, assim como asextremidades tenras, em fase de crescimento, da “ponta” de cima do tronco.As bananas maduras poderão ser preservadas se forem cortadas e secadas ao Sol . Os brotostenros, em crescimento, as partes interiores, moles, da grossa raiz da planta e o miolo tenro dabase (parte baixa) do tronco, poderão ser comidos crus ou fervidos. Nenhuma espécie debanana silvestre é venenosa.Um conselho útil - Use as folhas de bananeira como pratos. São bem resistentes e é fácilcomer sobre elas. As folhas da bananeira também podem ser utilizadas como papel deembrulho. Melhor ainda do que isso, pois que são ótimas para conservar alimentos.8.4.3 O MAMÃO - ONDE ACHARPor toda a zona tropical, à volta das clareiras e habitações abandonadas. Também em áreasabertas e ensolaradas, de mata virgem desabitada.Características que os distinguem - O mamoeiro é uma árvore pequena de uns 3 metros dealtura. A “madeira” do mamoeiro é mole. O seu tronco é oco. Não tente trepar nesse tronco.Quebrar-se-á sob o seu peso. O mamoeiro é uma planta fácil de reconhecer.O QUE COMER DA PLANTAPode-se comer , do mamoeiro, as folhas novas, as flores e as hastes. Mas cozacuidadosamente essas partes, em várias águas,como se costuma fazer com todas as plantas comestíveis com sumo leitoso. O seu conteúdode Vitamina A é muito elevado.O FRUTOO mamão tem elevado teor de Vitamina C. Coma-o cru ou assado ou ainda como “vitamina”de mamão (liquefeito). O mamão verde poderá ser cozido ou colocado ao sol, onde secará emmuito pouco tempo. Tenha cuidado em não deixar que o sumo lácteo da fruta verde (feitoleite) respingue nos seus olhos. Este sumo causa dor intensa e cegueira temporária e, às vezes,permanente. O mamoeiro pode produzir até 100 mamões de uma só vez.8.4.4 AS MANGUEIRAS E AS MANGASAs mangueiras são, por vezes, encontradas em clareiras abandonadas e nas cercanias das vilase lugarejos abandonados e em ruínas. As frutas deliciosas da mangueira são algo maiores doque uma bola de bilhar, elípticas e algo achatadas. A casca, parecendo ao couro fino epintalgada, de cor amarela ou esverdeada, contém a polpa comestível que se prendefortemente a um caroço grande, muito filamentoso e algo achatado. As frutas amadurecem docomeço do verão até o começo do outono.8.4.5 O BAMBU - (EXISTEM MUITAS ESPÉCIES)Onde é encontrado – O bambu nas suas variadas espécies existe em maior abundância nasregiões temperados úmida e nas regiões tropicais. Os bambus são plantas de floresta, porexcelência .CARACTERÍSTICAS PRÓPRIAS
    • A haste com nós, do bambu, distingue esta planta como sendo uma das espécies de grama(erva). Os bambus são as árvores da família da grama e ervas, em geral. Os bambus detamanho menor, isto é, as espécies de menor tamanho, parecem-se ao capim do brejo, mas asespécies maiores poderão desenvolver hastes (caules) até 36 metros de altura e uns 15centímetros de diâmetro.QUE COMER DA PLANTAOs brotos novos do bambu são comestíveis e aparecem em grande quantidade durante eimediatamente após as chuvas. Estes brotos crescem com grande rapidez, alguns crescemtanto quanto 40 centímetros por dia.Mas, como acontece com outras plantas silvestres, as propriedades comestíveis dos brotos debambu variam. Todas as espécies de bambu devem ser fervidas a fim de se lhes remover ogosto amargoso; e talvez seja mesmo necessária uma nova fervura em segunda água.Algumas espécies têm de ser enterradas na lama durante uns três ou quatro dias, a fim deremover o gosto amargo. Os brotos de bambu podem ser salgados, crus ou fervidos, ecomidos como “picles”; o seu valor alimentício equivale ao dos aspargosCUIDADO!Os brotos de bambu são envolvidos por “bainhas” protetoras, as quais são resistentes emmenor ou menor grau, cobertas de pêlos trigueiros ou vermelhos.Se comidos, esses pêlos causam muita irritação à garganta.Remova essas “bainhas”, exteriores antes de comer os brotos de bambu.AS SEMENTESA grã do bambu que floresce pode ser comida . Pulverize essa grã (a própria madeira, nova etenra), adicione um pouco d’água, forme bolos com a massa ou ferva como o faria com oarroz.8.4.6 A CANA DE AÇÚCARA cana de açúcar é muito comum através dos trópicos, mas não é natural. A cana de açúcarparece-se, um pouco, com milho de caule amarelo, verde ou avermelhado; as suas folhas sãopróximas do todo da planta mas não produzem “orelhas”. A camada externa do caule poderáser tirada do mesmo modo que se pela uma fruta e o miolo mascado paro se aproveitar o seusumo, que é refrescante, doce e nutritivo.8.4.7 O INHAMEExistem, pelo menos, 700 espécies de inhames tropicais distribuídas nas partes tropicais esubtropicais do mundo inteiro.Não confunda o inhame com a batata doce.CUIDADO!Algumas espécies de inhame são venenosas se for comido em estado verde (cru) . Se possível,procure informar-se com os naturais do local, sobre essa qualidade venenosa de inhame.ONDE É ENCONTRADO O INHAMEOs inhames medram nas hortas abandonadas, junto às clareiras, nas áreas de mata cerrada,assim como nas florestas não muito densas .O QUE COMER DA PLANTACozinhe todas as espécies de inhame. Os grandes tubérculos subterrâneos desta planta,parecem-se às batatas doces, mas todos são carnudos e mais ou menos da forma de um fuso epesando até 10 quilos.Para preparar o inhame, corte-o, primeiro, em fatias finas. Todas as espécies de inhamepodem ser comidas após terem sido cobertas com cinza de madeira e, em seguida, portas demolho em corrente d’água ou água salgada durante uns três ou quatro dias. Isto serve paraneutralizar as propriedades venenosas de algumas espécies silvestres.O método usual é o de abrir uma cova, colocar grandes pedras nessa cova e, em seguida,armar uma fogueira. Quando as pedras estiverem bem aquecidas, o alimento é colocado, nacova, sobre folhas verdes e a cova é coberta com folhas de palmeira ou outras folhas grandes.
    • Sobre estas folhas grandes, pode-se acumular terra.Em meia hora, pouco mais ou menos, o inhame estará pronto. O inhame poderá, também, serfervido e triturado até formar uma massa parecida ao “purê” (mingau) de batatas..8.4.8 O ARROZO arroz não é encontrado em estado nativo, podendo ser encontrado em plantaçõesabandonadas.O QUE COMER DA PLANTAO grão que na fase de crescimento acha-se encerrado por entre a palha amarelada, é separadoda espiga por meio de batimento (debulhamento). Se o grão estiver maduro e pronto para sercolhido,ele cairá por si. Nesta fase, o arroz é de cor escura e de aparência fosca (não brilha). Tambémnesta fase, o arroz possui maior valor alimentício. Ao prepará-lo para ser comido, não o ferveporque isso transformará o arroz em uma massa gomosa. Prepare o arroz cozendo-o ao vapor.8.4.9 AS PALMEIRASExistem distribuídas pelo mundo tropical, no mínimo 1500 espécies diferentes de palmeiras.Elas crescem e se desenvolvem quase que em qualquer espécie de terreno - à beira da praia,nos brejos, no deserto,nos prados e na mata cerrada. As palmeiras variam, em tamanho, de alguns metros até 30metros de altura.Algumas são trepadeiras, como, por exemplo, as palmeiras rattan (rotins). As palmeirasapresentam-se sob grande variedade de formas mas são, geralmente, fáceis de reconhecer:pinuladas, isto é, com aparência de pena, tal como a palmeira-tamareira, as apalmadas, comaparência de uma mão espalmada. Assim são as palmeiras, como a palmeira leque (o “amigodo viajante”) e a “palmeira com vergôntea”, ou haste.O QUE COMER DA PALMEIRAO palmito, na maior parte das palmeiras, pode ser comido cozido ou cru. Acha-se localizadono topo do tronco, com freqüência bem “enterrado” na árvore, mas cingido pela coroa defolhas das partes posteriores em forma de bainha do pecíolo (do “talo”) da folha.A SEIVAA seiva de muitas palmeiras é potável e nutritiva.OS FRUTOSOs “coquinhos” das palmeiras são, geralmente, produzidos em cachos pendentes sob a coroade folhas.Os “coquinhos” de todas as palmeiras do Novo Mundo são comestíveis, embora muitostenham a consistência da madeira e são, por isso, desagradáveis ao paladar. Nenhuma espéciede “coquinho” é venenosa.Quando maduros, pode-se comer a polpa, e quando verdes, o miolo, que será tanto maismacio quanto mais verde for o coco.O AMIDOEnormes quantidades de amido (a “goma”) acham-se acumuladas nos troncos de algumaspalmeiras,inclusive das gigantes “buritis”.O COQUEIROO coqueiro é encontrado em estado nativo e cresce por grande parte da zona tropical úmida,especial-mente na América tropical. O coqueiro cresce e se desenvolve principalmente juntoda costa de mar, mas, algumas vezes, vegeta a alguma distância para o interior.O QUE COMERO palmito, ou seja, o miolo, o coração da palmeira de palmito, é um excelente vegetal; sejacozido ou mesmo cru. Este manjar delicado tem sido chamado de “Salada de Milionários”.A NOZ DO COCO
    • Todo o folhelho da noz nova, ou parte do mesmo, poderá ter gosto doce; neste caso, chupe ofolhelho como se fosse cana de açúcar. Beba o leite do coco. Você poderá obter maisde 1/4 de garrafa de líquido refrescante, especialmente quando o coco é bem novo e a polpa(o miolo, a carne branca) se acha ainda em estado gelatinoso,isto é, bem mole. O coco maduro, quando sacudido junto ao ouvido, fará um ruído parecido aum gargarejar.Você não deverá, contudo, beber água de coco demasiadamente novo ou demasiadamentevelho.A polpa (branca) do coco, quando dura, deve ser ralada ou dividida em pequeninos pedaços;isto torna mais fácil a sua digestão.Os cocos caídos ao chão germinam no mesmo ponto onde caíram.Nestes, tanto o leite quanto à “carne” (a polpa) são consumidos, mas a cavidade é cheia poruma massa esponjosa, chamada “o pão”.Como esse pão no estado cru ou tostado dentro de ume cuia de coco, sobre as chamas. O seugosta é agradável e é muito nutritivo. Os brotos do coco podem ser comidos como se fosseaipo.COMO SUBIR NO COQUEIROOs cocos crescem em cachos, junto ao topo do coqueiro. Os troncos esguios e escorregadiossão bem difíceis de escalar. Talvez seja necessário fazer uso de peconhas (termo usado noNorte do Brasil). São cintas que o indivíduo que trepa no coqueiro passa à volta do mesmo edo próprio corpo, para facilitar a subida pelo tronco e preservar-se de uma queda.Para subir ao coqueiro, feche o laço em volta do tronco, deixando espaço suficiente para ospés, e firme-se nele com ambos os pés. O apoio que o tronco oferece à volta oposta do lado,suportará o seu peso. Eleve os braços e segure o tronco com ambas as mãos. Erga-se, então,endireitando o corpo, com apoio sobre o laço, a fim de chegar à nova posição. Repita oprocesso e você, possuindo a energia de um indivíduo normal, como é de supor que possua,poderá trepar até à copa do coqueiro.COMO DESCASCAR O COCOA noz do coco acha-se envolta por uma casca fibrosa que consiste de uma parte lisa e de umagregado (uma camada) de fibras duras, de embira. Se você possuir uma faca de mato ou ummachado, não precisará remover a casca grossa de embira do coco para obter o líquido. Bastaque aguce o contorno da extremidade oposta à do talo do coco com a casca e, uma vez feita aponta, corte esta ponta juntamente com a ponta da noz do coco, com o que a água do cocopoderá ser bebida.Se você não dispuser de uma faca ou de um machado, utilize-se deste processo: crave no chãouma estaca de uns 10 centímetros de altura, mas de modo que fique inclinado de alguns graus.A ponta de cima da estaca, deverá ter a forma de uma cunha, de modo a poder separar bem asfibras da casca do coco. As fibras longitudinais, bem entendidos. Coloque-se, agora, àdistância de alguns centímetros, pouco mais ou menos da estacada e, se, segurandofirmemente o coco com ambas as mãos desça-o com energia sobre a cunha da ponta daestacada, mas calculando de modo que a cunha penetre na casca do coco, sem que venha adanificar a própria noz. Uma vez enterrada a cunha nas fibras, dê ao coco, um movimento detorção, a fim de ir logo removendo o primeiro pedaço de casca. Pela repetição deste processo,você poderá remover toda a casca, seja de coco verde ou maduro.Uma vez separada a noz da casca, o seu problema resume-se em quebrar a noz. Para isto,segure-a em uma das mãos de modo que os “olhos” (as 3 manchas escuras de uma dasextremidades da noz), que estão na extremidade antes ligada ao talo do coco (com casca),fiquem para cima. Dê um golpe seco, com uma pedra ou com uma extremidade de outro cocobem maduro, em ponto logo abaixo de cada “olho”. A noz, então, rachará, e o topo da noz (a“tampinha”) poderá ser retirado sem que haja perigo da água se derramar, perdendo-se. Fure
    • os “olhos” da noz madura e beba o líquido. Para quebrar a noz, ponha-a de lado, sobre apalma da mão. Com a outra mão, segure uma pedra e, com ela, dê um golpe no meio da noz,após o que, você deverá dar um quarto de volta, e depois mais um golpe. Prossiga naoperação de golpear e voltear o coco, até que se tenha partido ao meio.8.5 O ÓLEO DO COCOO óleo de coco constitui um bom preventivo contra as queimaduras do Sol e também atuacom grande eficiência quando se trata de manter à distância os bichos-de-pé e outros insetos.O óleo de coco é usado também para cozinhar. Você poderá, também obter óleo peloaquecimento da polpa (o “miolo”) do coco sobre fogo lento. Se dispuser de panela ou vasilhaadequadas ou de um segmento cortado de um bambu, você poderá ferver o miolo do coco,dentro d’água. Ao esfriar a mistura, o óleo subirá e flutuará.Os nativos da Oceania descobriram, entre outras coisas, que o óleo do coco é um bompreservativo contra os efeitos da água salgada ou sejam: úlceras e inchações. Antes de irpescar nos recifes, esses nativos untam as pernas e os pés com óleo, o que conserva a sua peleem boas condições, mesmo que eles permaneçam por muitas horas dentro d’água salgada.Bibliografia:http://www.ouronegro.cjb.netPLANTAS COMESTÍVEIS :Comer plantas não identificadas acarreta riscos deenvenenamento e intoxicação. Sempre examine cuidadosamente cada plantaque pensa em comer , notando seu hábitat e a estação do ano na qual elacresce.# TESTANDO AS PLANTAS : Em uma emergência ,você pode descartarmuitas plantas nocivas com este teste simples : Plantas com seiva brancageralmente são venenosas, frutos amargos e peludos também são imprópriospara consumo ;Desenhe as plantas testadas no bloco de anotações .Vamosaos critérios para o Teste :Abra a planta e cheire > Rejeite qualquer planta que tenha cheiro de pêssego eamêndoa.Esfregue a amostra suavemente na pele do lado de dentro de seu cotovelo.Veja senão há uma reação , como uma irritação ou erupção cutânea.Encoste a planta nos seus lábios , e então no canto da boca cada um durante cinco(5) segundos.Faça cada teste por cinco (5) segundos.Coloque um pedacinho da planta na pontade sua língua e então sob a língua . Se não sentir queimação ou amortecimento ,engula-o e aguarde cinco ( 5) horas . Se não houver nenhuma reação adversa , aplanta deve ser seguraObserve os pássaros e animais da região , é bem provável que descubra , plantasde que você possa se alimentar , pois geralmente , os animais e pássaros sealimentam de plantas silvestre , mas sempre atento para os teste .
    • 1 Tançage: refogado.2 Serraia: Estomago ou Salada3 Tomate: suas folhas podem ser refogadas, seufruto comido cru, ou fazer molho paracomplementar outro alimento4 Almeirão: feito salada ou refogado.
    • 5 Moranguinho Silvestre; pode ser comido cru oufeito suco.6 Manquioca: suas raizes devem ser cozidas.Também podem ser raspadas para fazer farinha.7 Xuxu: Suas folhas podem ser úteis pra chá e o frutocomido cozido. Também pode ser usado para fazerdoces junto com outras frutas.8 Capim Santo / Cidreira: excelente bebida , chácalmante9 Hortelã: excelente bebida refrescante e medicinal10 Taboa/Tabúa: Planta de brejo quando cozida muito
    • tenra e saborosa , Quando Verde e cozida – tãosemelhante ao milho , Madura retira o pólen parafarinha11 Palmito: Palmeiras , cuidado com a Natureza , cortesó o necessário para sobreviver12 Bambu: seus brotos cozidos são alimentos muitosaborosos13 Palma: Os brotos jovens de algumas sãocomestíveis , outras não são seguras (teste)14 Orégano: tempero e chá15 Arruda: chá16 Balsomo: Quando aquecido, solta um olheo quecura dores de ouvido e estago
    • 17 Manjericão: tempero18 Novalgina: feito chá é bom para dor de cabeça efebre.19 Boldo: amassado com um pouco de água é bompara o estomago. Também pode ser ingerido comochá.9. Ter um estojo pessoal de sobrevivência, com 15 itens, e saber usar cada um deles.Kit de SobrevivênciaO kit de sobrevivência pode ser uma das peças de equipamento maisúteis. O seu conteúdo pode variar, tendo em atenção o tipo de terrenopara onde vamos, mas existe uma constituição base. O kit é de fácilutilização e não é caro, pode caber numa caixa de tabaco. É bom criar ohábito de transportar, "diariamente", a caixa (que pode caber facilmenteno bolso de um casaco) e de verificar regularmente se o conteúdo não sedeteriorou, dando particular atenção aos fósforos e aos comprimidos. Paraevitar algum barulho, envolva o conteúdo do kit no algodão, que poderáser utilizado para atear fogo.
    • O seu kit de sobrevivência deverá conter os seguintes objetos:Fósforos, que deverão ser utilizados só em último caso, ou seja quandooutros métodos de fazer fogo falharem;Vela, fonte de luz útil para atear fogo (a cera de sebo pode ser comidaem caso de emergência);Pederneira, certifique-se de que a sua pederneira inclui serra - estacombinação permite uma utlização bastante grande, após acabarem osfósforos;Conjunto de costura, ideal para consertar a sua roupa e outrosmateriais;Comprimidos purificadores de água, devem ser utilizados sempre quea água que vai consumir não ofereça confiança e não tem outro métodode purificá-la;Bússola de pequenas dimensões e preenchida com líquido (verificar se háfugas com regularidade);Espelho, pode ser utilizado para sinalização;
    • Alfinetes de dama úteis para segurar peças de roupa, para utilizar comoanzóis e para pequenas armadilhas;Anzóis e linha, o conjunto de pesca deve ter a maior quantidade de linhapossivel, deverá também incluir chumbadas;Serra de arame que pode ser usada para cortar árvores de grande porte(para a proteger da ferrugem cubra-a c/ uma folha oleada);Saco de plástico grande, para transporte de àgua e outros materiais,assim como é óptimo para destilação ao sol (construíndo-se alambiquesou aproveitando a transpiração das plantas);Permanganato de potássio, tem várias aplicações desde anti-séptico auma espécie de antibiótico quando dissolvido em água;Arame de latão de ø 1,5 mm, para utilização em armadilhas paraanimais, repetitivamente.Fonte: www.arlivre.com10. Explicar a necessidade de um bom sono, regime alimentar adequado, higiene pessoal eexercício apropriado.SonoFonte: http://www.cerebromente.org.br/n16/opiniao/dormir-bem1.htmlA Importância do SonoDra. Regeane Trabulsi CronfliÉ um total contra-senso o fato de que, num mundo em que cerca de 16 a 40% das pessoas emgeral sofrem de insônia, haja aquelas que, iludidas pelos valores da sociedade industrial,esforçam-se por reduzir o número de horas de sono diário,. Com isso acreditam,provavelmente, que um corpo "treinado" para dormir menos nos permita ampliar o número de"horas úteis" do dia, mantendo o mesmo desempenho.
    • Pura ilusão ou, mais provavelmente, uma boa dose de ignorância sobre a importância que osono tem no funcionamento de nosso corpo e da nossa mente.Dormir não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico: durante o sono ocorremvários processos metabólicos que, se alterados, podem afetar o equilíbrio de todo o organismoa curto, médio e, mesmo, a longo prazo. Estudos provam que quem dorme menos do que onecessário tem menor vigor físico, envelhece mais precocemente, está mais propenso ainfecções, à obesidade, à hipertensão e ao diabetes .Alguns fatos comprovados por pesquisas podem nos dar uma idéia da importância que tem osono no nosso desempenho físico e mental. Por exemplo, num estudo realizado pelaUniversidade de Stanford, EUA, indivíduos que não dormiam há 19 horas foram submetidosa testes de atenção. Constatou-se que eles cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g deálcool no sangue - quantidade equivalente a três doses de uísque. Igualmente, tomografiascomputadorizadas do cérebro de jovens privados de sono mostram redução do metabolismonas regiões frontais (responsáveis pela capacidade de planejar e de executar tarefas) e nocerebelo (responsável pela coordenação motora). Esse processo leva a dificuldades nacapacidade de acumular conhecimento e alterações do humor, comprometendo a criatividade,a atenção, a memória e o equilíbrio.O sono e os hormôniosA longo prazo, a privação do sono pode comprometer seriamente a saúde, uma vez que édurante o sono que são produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais nofuncionamento de nosso organismo. Por exemplo, o pico de produção do hormônio docrescimento (também conhecido como GH, de sua sigla em inglês, Growth Hormone)ocorre durante a primeira fase do sono profundo, aproximadamente meia hora após umapessoa dormir.As Fases do SonoFase 1 Melatonina é liberada, induzindo o sono(sonolência)Fase 2 Diminuem os ritmos cardíaco e respiratório, (sono leve) relaxam-se os músculos ecai a temperatura corporalFases 3e 4Pico de liberação do GH e da leptina; cortisol começa (sono profundo) a serliberado até atingir seu pico, no início da manhãSonoREMSigla em inglês para movimento rápido dos olhos, é o pico da atividade cerebral,quando ocorrem os sonhos. O relaxamento muscular atinge o máximo, voltam aaumentar as freqüências cardíaca e respiratóriaQual é o papel do GH? Entre outras funções, ele ajuda a manter o tônus muscular, evita oacúmulo de gordura, melhora o desempenho físico e combate a osteoporose. Estudos provamque pessoas que dormem pouco reduzem o tempo de sono profundo e, em conseqüência, afabricação do hormônio do crescimento.A leptina, hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade, também é secretada duranteo sono. Pessoas que permanecem acordadas por períodos superiores ao recomendadoproduzem menores quantidades de leptina. Resultado: o corpo sente necessidade de ingerirmaiores quantidades de carboidratos.
    • Com a redução das horas de sono, a probabilidade de desenvolver diabetes também aumenta.A falta de sono inibe a produção de insulina (hormônio que retira o açúcar do sangue) pelopâncreas, além de elevar a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, que tem efeitoscontrários aos da insulina, fazendo com que se eleve a taxa de glicose (açúcar) no sangue, oque pode levar a um estado pré-diabético ou, mesmo, ao diabetes propriamente dito. Numestudo, homens que dormiram apenas quatro horas por noite, durante uma semana, passarama apresentar intolerância à glicose (estado pré-diabético).Mas qual é a quantidade ideal de horas de sono? Embora essa necessidade seja umacaracterística individual, a média da população adulta necessita de 7 a 8 horas de sono diárias.Falando em crianças, é especialmente importante que seja respeitado um período de 9 a 11horas de sono, uma vez que, quando elas não dormem o suficiente, ficam irritadiças, além deterem comprometimento de seu crescimento (devido ao problema já mencionado sobre adiminuição do hormônio do crescimento), do aprendizado e da concentração.É na escola que os primeiros sintomas da falta de sono são percebidos. O desempenho cai e acriança pode até ser equivocadamente diagnosticada como hiperativa, em função dairritabilidade e de sua dificuldade de concentração, conseqüentes da falta do sono necessário.É no sono REM, quando acontecem os sonhos, que as coisas que foram aprendidas durante odia são processadas e armazenadas. Se alguém, adulto ou criança, dorme menos que onecessário, sua memória de curto prazo não é adequadamente processada e a pessoa nãoconsegue transformar em conhecimento aquilo que foi aprendido. Em outras palavras: sealguém - adulto ou criança - não dorme o tempo necessário, tem muita dificuldade paraaprender coisas novas.Riscos provocados pela falta de sono a curto prazo: cansaço e sonolência durante o dia,irritabilidade, alterações repentinas de humor, perda da memória de fatos recentes,comprometimento da criatividade, redução da capacidade de planejar e executar, lentidão doraciocínio, desatenção e dificuldade de concentração.Riscos provocados pela falta de sono a longo prazo: falta de vigor físico, envelhecimentoprecoce, diminuição do tônus muscular, comprometimento do sistema imunológico, tendênciaa desenvolver obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e gastro-intestinais e perdacrônica da memória.Conselhos para Dormir Melhor• À noite, procure comer somente alimentos de fácil digestão e não exagerar nasquantidadesEvite tomar café, chás com cafeína (como chá-preto e chá-mate) e refrigerantesderivados da cola, pois todos são estimulantes ("despertam").• Evite dormir com a TV ligada, uma vez que isso impede que você chegue à fase desono profundo.• Apague todas as luzes, inclusive a do abajur, do corredor e do banheiro• Vede bem as janelas para não ser acordado(a) pela luz da manhã• Não leve livros estimulantes nem trabalho para a cama• Procure usar colchões confortáveis e silenciosos• Tire da cabeceira o telefone celular e relógios• Tome um banho quente, de preferência na banheira, para ajudar a relaxar, antes de irdormir• Procure seguir uma rotina à hora de dormir, isso ajuda a induzir o sonoA Autora
    • Dra. Regeane Trabulsi Cronfli, médica formada pela Faculdade de Medicina da USP,especialista em Endocrinologia e Metabologia.Tel. (11)3862-9351.regime alimentar adequado,higiene pessoalwww.advir.com.br/saudeA Importância da HigieneAutor/Fonte: Fonte: Folheto Higiene - Golden CrossMantenha-se saudável!Hábitos de HigieneA higiene é a melhor arma para a manutenção da saúde.Manter limpos nossos corpos e o ambiente em que vivemos é tarefa individual eindispensável.Cada parte do nosso corpo tem características diferentes e precisa ser cuidada de uma maneiraespecífica.O BANHOO banho diário é indispensável para eliminar as impurezas da pele, como tambémproporciona um ótimo relaxamento. Use bastante água, sabonete e uma boa esponja.Massageie todo o corpo; isso ajudará a limpeza, removerá as células mortas e ativará acirculação sanguínea, evitando problemas de pele como sarna e micoses. Seque bem todo ocorpo.Lave os cabelos com freqüência, observando suas características. Eles devem ser penteadosdiariamente e cortados periodicamente; isso ajudará no controle da queda, caspa, piolhos eseborréia.Ao lavar o rosto, pela manhã, preste atenção se há secreção no canto interno dos olhosremovendo-a com bastante água. Não esqueça de limpar as narinas, assoando-as devagar ecuidando para que fiquem desobstruídas. Após lavar as orelhas, cuidado: não use cotonetesem profundidade, você pode se machucar e até romper o tímpano. Seque delicadamente aparte externa.A BOCAA higiene da boca é outro aspecto importante. Os dentes devem ser escovados de manhã aoacordar, à noite antes de dormir e após cada refeição. O uso do fio dental também érecomendado. Com estes cuidados você manterá sempre um hálito agradável e um belosorriso, evitando cáries e inflamações da gengiva. Dentes mal tratados podem afetar todo oorganismo.O SUORA sudorese é um problema desagradável, por isso tenha bastante cuidado com suas axilas.Lave-as bem, seque-as e faça uso de desodorante. Se o odor permanecer peça orientaçãomédica.AS MÃOSAs mãos, por estarem em contato com vários objetos, acabam acumulando muitos germes,por isso elas devem ser bem lavadas antes e depois de irmos ao banheiro, antes das refeições,sempre que pegarmos objetos sujos, ao chegarmos em casa ou no trabalho, antes de lidarmoscom crianças, antes de manipularmos algum alimento. Isso evitará a propagação de inúmerasdoenças.O UMBIGO
    • O umbigo é um orifício que deve ser cuidadosamente higienizado, pois poderá exalar mauodor. Lavar bem com água e sabonete e secar cuidadosamente.A HIGIENE ÍNTIMAA higiene íntima é uma das mais importantes na prevenção e combate às doenças. Tanto ohomem como a mulher devem ter especial atenção com esta área do corpo.Os órgãos genitais devem ser bem lavador, com sabonete e bastante água, pelo menos umavez ao dia, durante o banho e após as relações sexuais.A mulher deve dar ainda mais atenção a este aspecto pois seus órgãos genitais, por sereminternos, são mais facilmente contaminados. Não é indicado o uso de ducha vaginal, poisprovoca alterações na flora, cuja função é evitar a instalação de inflamações oportunistas,como os corrimentos. Na presença de alguma secreção de coloração ou cheiro diferente dohabitual, procure orientação médica. No período menstrual devem ser duplicados os cuidados.Recomenda-se não só a higiene local, como o uso de absorventes íntimos descartáveis, quedevem ser trocados várias vezes ao dia. Após o uso os absorventes devem ser embrulhadoscom cuidado e depositados no lixo. São recomendadas calcinhas claras e de algodão, quepermitem melhor ventilação evitando alergias e irritações produzidas por outros materiais.Os homens devem evitar cuecas apertadas. Recomenda-se as feitas de algodão.Após o uso de camisinha, nas relações sexuais, ela deverá ser embrulhada e depositada nolixo. Nunca deverá ser reutilizada nem depositada no vaso sanitário.A higiene do ânus, após cada evacuação, deve, preferencialmente, ser feita com uso de ducha,sabonete e toalha. Caso não seja possível recomenda-se o uso de papel higiênico, no sentidode frente para trás, pois evitará o contato das fezes com o aparelho urinário, prevenindo asinfecções.Após a utilização do papel, colocá-lo na lixeira ou no vaso sanitário. É importante lembrar desecar bem o pênis ou a vagina, após cada vez que urinar. Para isso pode ser utilizado papelhigiênico.É fundamental dar descarga no vaso sanitário a cada vez que ele é utilizado.Evite o uso de assento de vasos sanitários em locais públicos, mas, se não for possível, forrecom papel higiênico antes de usá-lo e cuide para que as secreções sejam depositadas em seuinterior, nunca na tampa ou no chão.OS PÉS E MÃOSNão basta lavar bem os pés, é necessário secá-los, principalmente entre os dedos. Assimevita-se frieiras, micoses e mau odor.As unhas dos pés e das mãos devem ser cortadas e limpas com freqüência, para combater oaumento e a transmissão de germes, evitando verminoses, contaminações e várias doenças.Evite andar descalço.HÁBITOS GERAISExistem alguns hábitos de higiene que devem ser divulgados e preservados para a boaconvivência. É o caso de, ao tossir ou espirrar, proteger a boca com as costas da mão, paraevitar que os germes espelidos atinham outras pessoas ao redor. Na ocorrência de gripes ouresfriados é indicado o uso de lenços descartáveis.A ALIMENTAÇÃOQualquer alimento requer cuidados especiais de higiene:• Lave as mãos antes de manipulá-los;• Proteja os alimentos de moscas e baratas;• Lave bem as frutas, verduras e legumes;• Filtre ou ferva e cubra a água para uso doméstico;• Cozinhe bem os alimentos.
    • Os utensílios da cozinha também devem ser muito bem limpos, pois eles estarão em contatodireto com os alimentos. Em bares e lanchonetes, dê preferência aos utensílios descartáveis oubem lavados, para evitar a propagação de doenças como a hepatite.AMBIENTES E LOCAIS PÚBLICOSProcure conservar sua casa e ambiente de trabalho arrumados e limpos, principalmente acozinha e o banheiro.Utilize saco plástico para o lixo mantendo-o em recipiente fechado, não esquecendo deamará-lo bem quando for descartado. Isso evitará a propagação de germes e insetos.Não jogue papel ou objetos no chão, procure sempre uma lixeira para depositá-los.Quando for a locais públicos como praças, praias e bosques, leve um saco para colocar seulixo. Depois deposite-o em uma lixeira. Não pixe os muros, calçadas, ,bancos ou monumentospúblicos.ANIMAIS DE ESTIMAÇÃOOs animais de estimação, se não forem devidamente tratados, podem ser agentestransmissores de doenças. Mantenha os seguintes cuidados:• Local separado e limpo para habitarem;• Manutenção da higiene;• Vacinação;• Recolha sempre as fezes e lave o local onde o animal urinou;• Evite seu contato direto com crianças.Pêlos, pulgas, piolhos e secreções podem provocar alergias e transmitir moléstias graves. Aolevá-lo para passear, tenha sempre à mão jornal para recolher as fezes.RESUMO DOS HÁBITOS DE HIGIENE• Tome banho diário• Escove os dentes ao acordar, deitar e após as refeições• Lave as frutas, legumes e verduras antes de consumi-las• Não jogue lixo no chão• Só beba água filtrada• Corte e limpe as unhas• Mantenha a higiene íntima• Lave sempre bem as mãos• Conserve limpos os locais públicos• Evite andar descalçoexercício apropriadoExercícios Físicos Ajudam na Saúde e na DoençaAutor/Fonte: Dr. Cesar Vasconcellos de SouzaMais um estudo confirma a eficácia da prática de exercícios.Você já deve estar ciente de que exercícios físicos, especialmente ao ar livre, são eficazespara vários aspectos da saúde humana. Eles ajudam na prevenção assim como no tratamentode uma série de doenças físicas e mentais.Estudos confirmam isto com freqüência. A edição de 23 Jan 2006 a revista PreventiveMedicine, publicou um trabalho científico com o título “Exercício regular, ansiedade,depressão e personalidade: Um estudo baseado na população”, feito por uma equipe (DeMoor MH, Beem AL, Stubbe JH, Boomsma DI, De Geus EJ), do Departamento de PsicologiaBiológica, da Universidade Vrije, em Amsterdam. Eles examinaram se exercícios regularesestariam associados com a ansiedade, depressão e personalidade numa grande amostra dapopulação, em função da idade e sexo. Usaram uma amostra de adolescentes e adultos
    • gêmeos que tiveram seu estilo de vida e saúde estudados no período entre 1991 e 2002.Verificaram a prática de exercícios, a presença de ansiedade, depressão e características dapersonalidade usando questionários.Desta amostra verificou-se que 51.4% praticavam exercícios físicos pelo menos 60 minutospor semana. Com o aumento da idade, houve uma diminuição nesta prática, ou seja, 70% dosindivíduos jovens praticavam exercícios enquanto que 30% dos adultos idosos o faziamregularmente. Dentre os adolescentes os rapazes exercitavam-se mais, enquanto que entre osidosos, as mulheres exercitavam-se mais.Concluiu-se que os que exercitavam-se eram em média menos ansiosos,menos deprimidos,mais extrovertidos, mais voltados para a vida do que os não praticantes de exercícios. Oestudo confirma e amplia os achados anteriores, de que exercícios regulares estãorelacionados com menores índices de ansiedade, depressão e outros sintomas neuróticos,assim como com mais alta extroversão e procura de curtir a vida na população em geral.Um outro estudo foi publicado em 11 Fev 2006 na Revista Européia de EnfermagemOncológica (Euro J Oncol Nurs), com o título “O Efeito de um programa multidimensionalsobre sintomas e efeitos-colaterais em pacientes com câncer e em tratamentoquimioterápico”, feito por uma equipe (Andersen C, Adamsen L, Moeller T, Midtgaard J,Quist M, Tveteraas A, Rorth M) do Departamento de Oncologia do Hospital Universitário deCopenhagen, Dinamarca. O alvo do estudo era avaliar os efeitos de uma intervenção de 6semanas com atividades físicas estruturadas, relaxamento, massagem, e técnicas de percepçãocorporal. Foi um estudo prospectivo e exploratório, tendo tido 54 pacientes completado todosos requisitos para o mesmo.Os pacientes registravam num diário, classificando-os numa escala de 0 a 4, doze possíveissintomas/efeitos colaterais, tais como: perda do apetite, náusea, vômitos, diarréia, perda dotato, prisão de ventre, fadiga física, fadiga mental, dor muscular, dor nas articulações, outrador, fadiga ligada ao tratamento. Durante o programa houve uma diminuição de 10 dos 12efeitos colaterais ligados ao tratamento do câncer. Os autores encontraram um alto nível deboa resposta para a melhora da dor. Os resultados gerais do estudo revelam que um programade exercícios de seis semanas para os pacientes com câncer estando em quimioterapia, podeconduzir a uma redução dos sintomas relacionados com o tratamento.11. Explicar a necessidade dos Primeiros Socorros. Além desta especialidade, conhecer aprevenção, os sintomas, e o tratamento de primeiros socorros para o seguinte:a. Hipotermiab. Mordida de cobra venenosa (Apostila da Especialidade de Primeiros Socorros)c. Insolação (Apostila da Especialidade de Primeiros Socorros)d. Exaustãoe. Arbustos venenososf. Feridas ou machucados com infecção (Apostila da Especialidade de PrimeirosSocorros)g. Enjôo provocado por altitudeh. Desidratação (Apostila da Especialidade de Primeiros Socorros)HiportemiaA Hipotermia é uma condição médica na qual a temperatura corporal da vítima abaixousignificativamente abaixo do normal e seu metabolismo começou a ser prejudicado. Issoocorre quando a temperatura corporal fica abaixo do 35 graus Celsius. Se a temperatura
    • corporal ficar abaixo de 32 graus Celsius a condição pode ficar crítica e até fatal.Temperaturas abaixo de 27 graus são quase sempre fatais, embora pessoas tenhamsobrevivido com temperatura de 14 graus.Por razões desconhecidas, em casos raros, pessoas que ficam criticamente inconscientes eaparentemente mortas em águas muito frias são ressuscitadas, ainda que fosse esperada amorte por afogamento ou hipotermia.Tipos de hipotermiaHá três tipos de hipotermia: aguda, subaguda e crônica.* Hipotermia aguda é a mais perigosa; a temperatura corporal cai muito rapidamente,geralmente em segundos ou minutos, como quando a vítima cai em um lago coberto por gelo.* Hipotermia subaguda ocorre em escala de horas, mais comumente por permanecer emambiente frio por muito tempo.* Hipotermia crônica é tipicamente causada por alguma enfermidade.Tratamento da hipotermiaO tratamento da hipotermia envolve aumentar a temperatura corporal da vítima. Porém, osprimeiros socorres a alguém com hipotermia devem ser feitos com cuidado.* Não massageie ou esfregue a vítima.* Não dê álcool.* Não trate qualquer ulceração causada pelo frio.* Não deixe que o corpo fique na vertical.Qualquer uma dessas ações irá desviar o sangue dos órgãos internos críticos e agravarão asituação.O que você deve fazer:* Chame os serviços de emergência.* Leve a vítima a um abrigo.* Se possível, coloque a pessoa de roupas numa banheira com temperatura média.* Coloque garrafas de água quente enroladas em meias de algodão nas axilas e as pernas davítima.* Dê comida e bebida quente.* Monitore a vítima e esteja preparado para a ressuscitação cardio-pulmonária.Remova a roupa molhada somente se tiver outra para colocar no seu lugar.Se a hipotermia ficou severa, notavelmente se a pessoas está incoerente ou inconsciente,reaquecimento deve ser feito sob circunstâncias estritamente controladas em um hospital.Leigos devem apenas remover a vítima do ambiente gelado, dar bebida quente (não muitoquente porque poderia ocasionar choque de temperatura) e levar a pessoa para o cuidadomédico o mais rápido possível. Na hipotermia o reaquecimento rápido pode causar arritmiacardíaca.Exaustão pelo CalorA exaustão (prostração) pelo calor é uma condição resultante da exposição ao calor durantemuitas horas, em que a perda excessiva de líquidos em decorrência da sudorese intensaacarreta fadiga, hipotensão arterial e, algumas vezes, o colapso.A exposição a temperaturas elevadas pode fazer com que a pessoa perca uma quantidadeexcessiva de líquido pelo suor, particularmente durante um esforço físico intenso ouexercício. Junto com a perda líquida, ocorre a perda de sais (eletrólitos), que altera a
    • circulação e a função cerebral. Como resultado, pode ocorrer a exaustão pelo calor. Estaparece ser grave, mas, raramente, é.Sintomas e DiagnósticoOs principais sintomas são a fadiga crescente, a fraqueza, a ansiedade e a sudorese abundante.A pessoa pode ter sensações de desmaio ao ficar em pé, pois o sangue acumula-se nos vasossangüíneos dos membros inferiores, que encontram- se dilatados pelo calor. Os batimentoscardíacos tornam-se lentos e fracos; a pele fica fria, pálida e viscosa e a pessoa apresentaconfusão mental. A perda líquida reduz o volume sangüíneo, baixa a pressão arterial e podefazer com que a pessoa entre em colapso ou desmaie. Geralmente, a exaustão pelo calor podeser diagnosticada baseando-se nos sintomas.TratamentoO principal tratamento consiste na reposição líquida (reidratação) e de sal. Geralmente, bastaa pessoa deitar completamente ou ficar recostada com a cabeça mais baixa que o restante docorpo e consumir bebidas frias e levemente salgadas em intervalos de alguns minutos.Algumas vezes, a reposição líquida é administrada pela via intravenosa. Também ajuda o fatoda pessoa passar para um ambiente fresco. Após a reidratação, a pessoa freqüentementerecupera-se de forma rápida e completa. Quando a pressão arterial e a freqüência de pulsopermanecem baixas por mais de uma hora apesar do tratamento, deve-se suspeitar de umaoutra condição.Fonte: http://www.msd-brazil.com/msd43/m_manual/mm_sec24_280.htmPlantas VenenosasAs plantas venenosas mais comuns são as sementes e bagas de laburno e beladona, as batatasverdes e certos cogumelos. Se uma criança as comer, os sintomas do envenenamento incluemvómitos, diarreia e dores no estômago.Se for possível entregue uma amostra da planta ao pessoal da ambulância ou do hospital parafacilitar a escolha do tratamento.MEDIDAS PREVENTIVAS1 - Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças.2 - Conheça as plantas venenosas existentes em sua casa e arredores pelo nome ecaracterísticas.3 - Ensine as crianças a não colocar plantas na boca e não utilizá-las como brinquedos (fazercomidinhas, tirar leite, etc.).4 - Não prepare remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação médica.5 - Não coma folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testesseguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimentoelimina a toxicidade da planta.6 - Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex provocando irritação na pele eprincipalmente nos olhos; evite deixar os galhos em qualquer local onde possam vir a sermanuseados por crianças; quando estiver lidando com plantas venenosas use luvas e lave bemas mãos após esta atividade.7 - Em caso de acidente, procure imediatamente orientação médica e guarde a planta paraidentificação.8 - Em caso de dúvida ligue para o Centro de Intoxicação de sua região.Fonte: http://www.achetudoeregiao.com.br/Arvores/plantas_toxicas.htm
    • Enjôo provocado por altitudeA doença da altitude elevada (mal da montanha) é um distúrbio causado pela falta deoxigênio em altitudes elevadas. O distúrbio pode ter várias formas, primeiro uma formadominante e, em seguida, uma outra forma.À medida que a altitude aumenta, a pressão atmosférica diminui e menos moléculas deoxigênio estão disponíveis no ar mais rarefeito. Esta diminuição do oxigênio disponível afetao corpo de muitas maneiras: a freqüência e a profundidade da respiração aumentam, alterandoo equilíbrio entre gases nos pulmões e no sangue, aumentando a alcalinidade do sangue ealterando a distribuição de sais (p.ex., potássio e sódio) nas células. Como conseqüência, aágua é distribuída de modo diferente entre o sangue e os tecidos. Essas alterações são aprincipal causa da doença da altitude elevada. Nas altitudes elevadas, o sangue contém menosoxigênio, produzindo uma coloração azulada da pele, lábios e unhas (cianose). Ao longo dealgumas poucas semanas, o organismo responde produzindo mais eritrócitos (hemácias,glóbulos vermelhos) para transportar mais oxigênio até os tecidos.Os efeitos da altitude elevada dependem de quão alto e de quão rápido a pessoa sobe. Sãopoucos os efeitos perceptíveis abaixo de 2.200 metros, mas eles são comuns acima de 2.800metros após uma ascenção rápida. A maioria das pessoas ajusta-se (aclimatação) a altitudesde até 3.000 metros em poucos dias, mas a aclimatação a altitudes mais elevadas pode levarmuitos dias ou semanas.SintomasA doença da altitude elevada aguda manifesta-se em muitas pessoas que vivem ao nível domar quando elas ascendem a uma altitude moderada (2.400 metros) em 1 ou 2 dias. Elasapresentam falta de ar, aumento da freqüência cardíaca e cansaço fácil. Aproximadamente20% delas também apresentam cefaléia (dor de cabeça), náusea ou vômito e distúrbios dosono. A maioria melhora em poucos dias. Este distúrbio benigno, que raramente não passa deuma sensação desagradável, é mais comum em pessoas jovens que entre as mais velhas.O edema pulmonar da altitude elevada, um distúrbio mais grave em que ocorre umacúmulo de líquido nos pulmões, pode ocorrer posteriormente à doença da altitude elevadaaguda. O risco de edema pulmonar da altitude elevada é um pouco maior nas pessoas quevivem em altitudes elevadas, sobretudo crianças, quando elas retornam à altitude elevada apóspassarem de 7 a 10 dias ao nível do mar. As pessoas que já apresentaram um episódio prévioapresentam uma maior probabilidade de apresentar um outro, e mesmo uma infecçãorespiratória leve (p.ex., resfriado comum) parece aumentar o risco. O edema pulmonar daaltitude elevada é muito mais comum em homens que em mulheres. Habitualmente, ele ocorrede 24 a 96 horas após a ascenção até a subida e é incomum abaixo dos 2.700 metros.A dificuldade respiratória é mais grave no edema pulmonar das altitudes elevadas do que nadoença da altitude elevada aguda. Mesmo um esforço discreto causa falta de ar. A tosse écomum, sendo seca e irritativa no início e, posteriormente, produtiva. Uma grande quantidadede escarro, freqüentemente róseo ou inclusive sanguinolento, pode ser expectorado. O edemapulmonar da altitude elevada pode piorar rapidamente e em poucas horas evoluir de umadoença moderada para uma potencialmente letal.O edema cerebral da altitude elevada, a forma mais grave da doença da altitude elevada,pode ocorrer espontaneamente nas 24 a 96 horas que sucedem a chegada a uma grandealtitude, ou pode ser precedido pela doença da altitude elevada aguda ou pelo edemapulmonar da altitude elevada. No edema cerebral da altitude elevada, ocorre um acúmulo de
    • líquido no interior do cérebro. Um sinal de alarme precoce é a ataxia (dificuldade de andar),que pode ser acompanhada por movimentos desajeitados dos dedos ou das mãos. A cefaléia émais intensa que a da doença da altitude elevada aguda. Um pouco mais tarde, a pessoa podeter alucinações, mas, freqüentemente, elas não são reconhecidas como tais. Quanto maior aaltitude, maior o comprometimento da capacidade de julgamento e da percepção. Os sintomaspodem ser semelhantes aos produzidos pelo consumo de álcool. O edema cerebral da altitudeelevada pode evoluir em poucas horas de um distúrbio leve para um potencialmente letal.Uma pessoa com suspeita de apresentar edema cerebral da altitude elevada deve sertransferida imediatamente para um local mais baixo.O edema da altitude (inchaço das mãos e pés e, ao despertar, da face) freqüentemente ocorreem excursionistas, alpinistas e esquiadores. Em parte, o edema da altitude é causado pelaalteração da distribuição dos sais que ocorre no organismo em altitudes elevadas, mas oesforço extenuante produz alterações na distribuição dos sais e água mesmo ao nível do mar.A hemorragia retineana da altitude elevada (pequenos focos de sangramento da retina naparte posterior do olho) pode ocorrer após a ascenção, inclusive até uma altitude moderada.Esta condição raramente produz sintomas e desaparece espontaneamente, exceto nos raroscasos em que a hemorragia ocorre na parte do olho responsável pela visão central (a mácula).Neste caso, um pequeno ponto cego é perceptível. Raramente, ocorre borramento da visão ouinclusive cegueira em um ou em ambos os olhos. Aparentemente, esses episódios são umaforma de enxaqueca e desaparecem imediatamente após a descida.A doença da altitude elevada subaguda é um distúrbio incomum que foi descrito emcrianças chinesas nascidas ou levadas para locais de altitude moderada e em soldadosacantonados em altitudes superiores a 6.000 metros durante muitas semanas ou meses. Estedistúrbio é causado pela insuficiência cardíaca, resultando em um grande acúmulo de líquidonos pulmões, no abdômen e nos membros inferiores. A descida para uma altitude mais baixacura a condição e é necessária para salvar a vida da vítima.A doença crônica da montanha (doença de Monge) desenvolve-se gradualmente em algunshabitantes de locais de altitude elevada após muitos meses ou anos. Os sintomas incluem afalta de ar, a letargia e muitas dores e desconfortos. Pode ocorrer a formação de coágulossangüíneos nos membros inferiores e nos pulmões e insuficiência cardíaca. A doença daaltitude elevada crônica se desenvolve quando o organismo supercompensa a falta deoxigênio através da produção excessiva de eritrócitos. A pessoa torna- se incapacitada e podemorrer se não for levada a uma altitude mais baixa.PrevençãoO melhor modo de se prevenir a doença da altitude elevada consiste em realizar a ascensãolentamente, levando 2 dias para atingir a altitude de 2.400 metros e um dia a mais para cada300 a 600 metros adicionais. A ascenção em um ritmo em que a pessoa sente-se confortável émelhor que seguir um programa pré-estabelecido rígido. Pernoitar no meio do caminhotambém contribui para diminuir os riscos. O condicionamento físico pode ajudar, mas nãogarante que uma pessoa irá sentir- se bem em altitudes elevadas. É aconselhável que sejamevitados esforços vigorosos durante 1 ou 2 dias após a chegada ao local de destino. Ingerirlíquidos adicionais e evitar o sal ou alimentos salgados também pode ser útil, embora essasmedidas não tenham sido comprovadas. O consumo de álcool em altitudes elevadas deve serfeito com cautela. Uma bebida alcóolica consumida em um local muito elevado parece ter odobro do efeito que ao nível do mar e os efeitos do uso abusivo de álcool são semelhantes aalgumas formas da doença da altitude elevada.
    • A doença da altitude elevada aguda é minimizada pelo uso de doses baixas de acetazolamidaou de dexametasona no início da ascensão e por alguns poucos dias. O médico podeprescrever a nifedipina para as pessoas que apresentarem vários episódios de edema pulmonarda altitude elevadas. O ibuprofeno é mais eficaz que outras drogas no alívio da cefaléiacausada pela altitude elevada. O consumo freqüente de pequenas refeições ao invés derefeições volumosas também é benéfico.TratamentoGeralmente, os casos leves da doença da altitude elevada aguda desaparecem em 1 a 2 diassem outro tratamento que a ingestão de uma maior quantidade de líquido para repor a perdalíquida por meio da sudorese e da respiração rápida de ar seco. O uso de ibuprofeno e aingestão de líquidos adicionais ajudam a aliviar a cefaléia. Quando o problema é mais grave, aacetazolamida e/ou a dexametasona geralmente são úteis.Como em alguns casos o edema pulmonar da altitude elevada pode ser fatal, a pessoa afetadadeve ser observada rigorosamente. Freqüentemente, o repouso ao leito e a administração deoxigênio são eficazes. Contudo, quando essas medidas não surtem efeito, a pessoa deve sertransportada para uma altitude mais baixa imediatamente. A nifedipina tem ação imediata,mas seus efeitos duram apenas algumas horas e ela não substitui o transporte da pessoagravemente afetada para uma altitude mais baixa.O edema cerebral da altitude elevada, que também pode ser fatal, é tratado com umcorticosteróide (p.ex., dexametasona). No entanto, em casos graves, esta medicação somente éadministrada enquanto são realizados os preparativos para transportar a pessoa para umaaltitude mais baixa. Quando o edema pulmonar ou cerebral da altitude elevada piora, qualquerretardo da descida pode ser fatal.Após a descida, as pessoas que apresentarem qualquer forma da doença da altitude elevadamelhoram rapidamente. Quando isto não ocorre, uma outra causa do distúrbio deve serinvestigada. Quando a descida imediata não é possível, um dispositivo que aumenta a pressão,simulando uma descida de várias centenas de metros, pode ser utilizado para tratar umapessoa gravemente doente. Este dispositivo (saco hiperbárico) consiste em uma tenda ou emum saco de tecido leve e uma bomba manual. A pessoa é colocada no saco. Após este serhermeticamente fechado, a pressão em seu interior é aumentada com a bomba. A pessoapermanece no saco de 2 a 3 horas. Este procedimento é uma medida temporária valiosa, sendotão benéfica quanto a administração de oxigênio suplementar, que freqüentemente não estádisponível durante uma escalada de montanha.Fonte: http://www.msd-brazil.com/msd43/m_manual/mm_sec24_282.htm12. Demonstrar duas formas de sinalizar pedidos de socorro.Dentro d’agua: com pequenos saltos dentro d’água, agitar os braços acima da cabeçalateralmente.Código Morse: com sons ou sinais de luz, três sinais curtos, três longos e três curtos.Sinais para aeronaves: ver tabela de sinais anexo.13. Demonstrar os princípios que devem ser respeitados para se andar silenciosamente eesconder-se, em caso de necessidade.Andar silenciosamente:Evitar pisar em folhar e galhos secos;Não conversar alto;Evitar assovios;
    • Esconder-se:Usar recursos naturais do local para fazer um abrigo;Utilizar as regras de silêncio citadas acima;14. Explicar como preparar-se e providenciar abrigo nas seguintes condições:a. muita neveA própria neve pode ser usada como abrigo. Assim como os esquimós, pode-se fazer blocosde neve e junta-los, fazendo um inglu. A neve protegera do vento.b. áreas rochosasAs regiões rochosa, geralmente, possuem muitos abrigos naturais, mas, também é propicia aventos. Havendo uma lona, pode-se jogar a mesma sobre uma grande rocha e fazer o abrigo.Outra forma, é usando pedra menores, fazer uma parede entre duas grandes rochas,protegendo se assim do vento.c. pântanosNestas regiões, deve-se ter cuidado principal com a humidade, portanto, não se poderá fazer oabrigo diretamente no solo. Assim sendo, o abrigo devera ser construído longe do chãoatravés de uma plataforma ou diretamente em arvores, como no caso dos mangues.d. FlorestasEste local é o mais fácil de construir abrigos, em virtude da grande quantidade de matériasque poderá ser usado. Pode-se usar folhas de palmeiras, bananeiras, capim, como teto, ouparede. Também pode-se usar arvores como apoio.15. Preparar um cardápio equilibrado para duas pessoas, durante um fim de semana. Prepararestas refeições durante um acampamento, em fogueira ou em fogão de acampamento.Arquivo anexo16. Conhecer as regras necessárias para se respeitar as áreas silvestres e saber como contribuirpara a conservação destas áreas.A regra áurea de preservação da natureza é:“Da natureza nada se leva, a não ser lembranças, nada se deixa a não ser pegadas, nada se tiraa não ser fotografias”.Todo passeio em meio a natureza tem de se usar regras básicas para preservação:Não jogar lixo na natureza;Não cortar arvores ou arbustos;Não matar ou caçar animais arbitrariamente.Como contribuir para a conservação:Participar de projetos de reciclagem;Usar materiais feitos com produtos recicláveis;Promover programas de conscientização para prevenção do meio ambiente;Participar da coleta de lixo seletivo.17. Demonstrar como fazer os nós a seguir, e conhecer a utilidade de cada um:a. Lais de guia
    • b. Volta de Fielc. Pescador Duplod. Figura em Oitoe. Prusikf. Laçada Duplag. Direitoh. Pescadori. QuadradoVer anexo 1Anexo 13Equipamento necessário para um acampamentoEquipamento PessoalPeças pessoais Camping Higiene Pessoal CozinhaUniforme completo Forro para chão Papel higiênico Prato PlásticoUniforme deatividadesMochila Toalha CanecaCobertor Lanterna à pilha Sabonete ColherLençol Saco de dormir oucolchoneteEstojo de costura (linha,agulha, botões, etc.)Travesseiro Cantil Escova de dentesFronha Bússola Pasta de denteLição da EscolaSabatinaCordinha PenteBíblia Shampoo eCondicionadorChineloTênisBota de borrachaAgasalhoMeiasCalçãoRoupa de banhoChapéuCapa de chuvaEquipamento de GrupoCamping Higiene CozinhaBarracas Lona para Latrina PanelasEnxada Detergente FogãoPá Esponja para louça FósforoLona Papel Higiênico AlimentaçãoSisal Sacos de lixoMachadinhaFacão
    • Anexo 14Manuseio de Faca, Facão, Machado e MachadinhaFaca de MatoA faca de mato é uma ferramenta bastante útil para o Desbravador e, por isso, deve serbem comprada e bem cuidada.Ao comprares a faca de mato, verifica se o cabo é resistente e se está bem equilibrada.Normalmente as facas de mato já são vendidas com uma bainha. Se a tua não tiver,deves arranjar-lhe uma o mais depressa possível. Podes sempre decorar a bainha da facacom coisas que te identifiquem, como uma espécie de marca pessoal.Para verificares se a faca está bem equilibrada, tentaprecisamente equilibrar a faca em cima de um dedo,colocando este no início da lâmina, mesmo junto aocabo.Como entregar a Faca de Mato a outra pessoaAlguns acabam sempre por se cortarem com facas de mato (e mesmo canivetes) aoreceberem-nas de outra pessoa. O Desbravador deve saber como entregar corretamente umafaca de mato, e também ter o devido cuidado ao recebê-la de outra pessoa.Não há uma maneira única de entregar a faca de mato. Apenas é preciso ter cuidado paraninguém se cortar na lâmina.NÃO - ao dar a faca com a lâmina para a frente, a pessoa quea recebe pode-se cortar, mesmo que lhe vá pegar no cabo.Uma faca deve sempre ser entregue co m o cabo livre para selhe pegar.NÃO - quando a pessoa que recebe puxar a faca, alâmina desliza sobre os dedos de quem está aentregar, cortando-os de imediato.SIM - a pessoa que entrega a faca de mato nuncase corta, porque os dedos estão fora do alcance
    • da lâmina. Por seu lado, a pessoa que a recebe, tem o cabo completamente livre para lhepegar, ficando igualmente fora do alcance da lâmina.Como cortar um pau com a Faca de MatoPara evitar que se corte um dedo ou uma mão, os movimentos da faca devem ser semprefeitos para fora do nosso corpo, no sentido oposto à mão com que seguramos no pau ou ramo.Assim, a lâmina da faca nunca vem contra nós por azar!SIM NÃOCuidados a ter com a Faca de MatoA faca deve andar sempre na bainha, quando não estiver sendo usada. No fim dosacampamentos e atividades, deves sempre cuidá-la, seguindo os seguintes passos:1- limpá-la cuidadosamente de todos os detritos, usando petróleo se for preciso;2- secar bem toda a faca, por causa da ferrugem;3- afiar bem a lâmina para ficar pronta para a próxima atividade;4- untar toda a lâmina (e outras partes metálicas) com óleo para a proteger da ferrugem;5- embrulhá-la num bocado de plástico, para conservar o óleo;6- guardá-la numa gaveta ou caixa onde ficará em segurança.Enquanto estás no campo e te estás a servir da faca de mato, podesprecisar de a pousar e não teres a bainha perto, ou então teres a faca tãosuja que não a queiras guardar na bainha. Algunscometem os maiores erros nestas alturas, mas você, comobom desbravador, farás o correto.NUNCA deves espetar a faca numa árvore viva nemna terra. Se espetares a lâmina na terra poderásencontrar uma pedra que te estrague o fio da lâmina.De qualquer maneira, mesmo espetando em areia, hásempre prejuízo para o fio da lâmina.Para além disto, deves ainda ter o cuidado de deixar a faca de maneira a que ninguém secorte na lâmina. Deixar a lâmina no meio do chão é um dos erros mais comuns de alguns:para além de apanhar demasiada umidade e de alguém a poder pisar e parti-la, alguémdescalço ou de chinelos pode passar e cortar-se. Também espetar uma faca num cepo podeser perigoso, pois alguém se pode cortar ao passar com um pé ou uma mão, para além deacabar por torcer o bico da faca caso seja espetada de ponta.
    • Deves nunca esquecer que quando espetas uma facanum cepo, é apenas por alguns minutos ousegundos, e que o local não pode ser freqüentado poroutras pessoas, senão alguém se pode cortar.NÃO deves usar a tua faca de mato (ou canivete) num veículo em movimento, como porexemplo num comboio ou autocarro. Um solavanco inesperado pode causar um acidente coma lâmina. No caso de uma travagem brusca, a faca pode vir mesmo a espetar-se no corpo (teuou de outra pessoa).Quando começas a usar a faca de mato, e tal como no caso do machado, deves ter apreocupação de verificar se tens pessoas junto a ti, que poderiam vir a ser vítimas de algumdeslize da lâmina.Se transportares a tua faca de mato dentro da mochila, deves ter cuidado para não a enfiar àforça no meio das coisas, pois o bico da faca pode furar a bainha e rasgar o material oumesmo a mochila.Ao cortares uma espia ou cabo, não cortes na vertical, mas sim obliquamente, tal como com omachado.MachadinhaA diferença entre o machado e a machada (ou machadinha) está no tamanho. O machado égrande e usa-se com as duas mãos. A machada é mais pequena e basta uma mão para amanobrar. O Desbravador costuma usar a machadinha.Nomenclatura do Machado:Utilização do MachadoO Desbravador sabe usar o machado e a machada corretamente.A machada, usada só com uma mão, requer mais pontaria do queforça. De fato, os golpes com a machada são dadospausadamente, calculando sempre o local do golpe, esem excesso de força.
    • Uma machada não se pega com as duas mãos desferindo fortíssimos golpes no alvo.O machado, apesar de ser pegado com 2 mãos, usa-se também pausadamente, sem forçaexcessiva e apostando sempre na pontaria.SIMA machada, por poder ser usada apenas com uma mão, deve serpegada pela «pega», na ponta do cabo, e não a meio do cabo.Tem-se melhor balanço, e é preciso fazer-se menos força.NÃOSempre que se começa a usar um machado, deve-se verificar o seguinte:1- se a cunha está bem fixa; mergulhar o machado em água faz inchar a madeira e assimgarantir melhor a fixação do cabo na lâmina;2- se não há ninguém à volta que possa ser atingida por um golpe;Para cortar um ramo, nunca o devemos fazerem cima da terra, pois a lâmina acabarásempre por se enterrar no solo, estragando ofio. Deve-se sempre apoiar o ramo em cima deum cepo mais grosso.O ponto onde vamos cortar deve estar bem apoiado e o mais fixopossível.Nunca se deve desferir golpes com o machado sobreum ponto do ramo que esteja sem apoio, pois oefeito será muito pouco e o ramo ao vibrar podefazer com que o machado salte e atinja o utilizador.SIMNÃOSIM NÃO
    • A inclinação do machado é importantíssima para osefeitos dos golpes. Nunca se devem dar os golpes com alâmina num ângulo de 90º, ou seja, na vertical. Deve-seinclinar sempre o machado para fazer aproximadamenteum ângulo de 60º.Os golpes devem ser alternados, ora inclinado para a esquerda ora para a direita.O machado nunca deve ser usado como martelo, pois não foi para isso que foifeito.Desbastar um TroncoPara limpar ou desbastar um ramo ou tronco, começa-se peloinício (parte mais grossa) e vai-se avançando em direção àponta, no sentido de crescimento da árvore. Se os golpes foremdados no sentido contrário, acabará por rachar o tronco.Cortar um tronco na vertical(ou abater uma árvore)A técnica apenas precisa de duas zonas de golpe: a primeira deum lado, e a segunda do lado oposto e mais em cima. Estatécnica aplica-se tanto para um ramo, como paraNÃOSIM
    • um tronco, como para uma árvore. No caso de uma árvore, esta cairá para o lado da primeirazona de golpe.Para cortar uma vara verde, seguras pela parte de cimapara a vergar. Os golpes devem ser dados com inclinaçãode 60º e não perpendicularmente à vara. Vergar a varaaumenta o efeito de corte do machado.Rachar LenhaPara rachar lenha, começas por cravar a lâminano tronco (não precisa de ser com muita força),junto a uma das extremidades.De seguida, vais batendo com o conjunto tronco-machado em cima de um cepo.Aos poucos e poucos o machado vai-seenterrando cada vez mais no tronco, rachando-oao meio.Fazer uma EstacaPara afiar uma estaca, deves apoiá-la em cima de um cepo, e golpearescom pontaria, como na figura a esquerda. A cada golpe rodas um poucoa estaca.NÃOSIM
    • Uma estaca deve ter a parte de trás ligeiramente desbastada, comona figura a direita, para evitar que, ao bater na nela, se desfaça.SegurançaPara além de saber manejar corretamente o machado, oDesbravador deve igualmente saber tomar todas as medidas desegurança relativamente a esta ferramenta.Tal como a faca de mato ou outra qualquer ferramentacortante, o machado não deve ser deixado caído no meio dochão, encostado a uma árvore e muito menos ainda cravado notronco vivo de uma árvore.O seu manejo deve observar regras desegurança para o utilizador, assim como para pessoas quese encontrem por perto.Deves ter todo o cuidado ao usares o machado paraque este não te atinja uma perna ou um braço. Seestiveres a segurar com a mão no tronco ou ramo quecortas, verifica se a mão não fica ao alcance denenhum golpe desviado por acaso.O mesmo cuidado deves ter com as pernas, as quais deverás abrir conforme a posição em queestejas a cortar, de modo a que o machado nunca te atinja a perna, mesmo no caso de umgolpe mal dado e que se desvie.Como guardar o machadoO machado deve ficar guardado dentro darespectiva bainha, ou cravado num cepoou num suporte próprio montado nocampo.
    • Para cravar o machado num cepo é comum verem-se alguns a desferirem grandes golpes semgrandes resultados. A técnica consiste unicamente em espetar a lâmina em bico, e não com ofio todo. Para além disso, a lâmina deve ficar paralela ao cepo.SIM NÃO NÃOFabrico de uma BainhaComo a maior parte dos machados que se vendem nãotrazem bainha, deves saber fazer uma com facilidade,para que o teu machado ande sempre protegido e até opossas trazer à cintura. O material ideal é o cabedal. Senão tiveres cabedal, podes usar qualquer tecido grossodo tipo lona ou ganga, que não se rompam comfacilidade. Para o reforçares podes fazer duas ou três camadas.Depois de o cortares com o feitio que se indica na figura, abresorifícios para passares o cinto e para enfiares o cabo do machado.Estes orifícios, no caso de usares tecido, devem ser costurados do mesmo modo que as casasdos botões nas camisas, para não se rasgarem. Depois, é só coseres com fio grosso, ecolocares um botão. Num sapateiro encontras com facilidade um botão de mola de fácil uso eque não custa nada a montar.TransporteO transporte do machado é outro fator importante na segurança. Quando o transportares namão, segura-o sempre pela lâmina, e nunca pelo cabo. Os pequenos quando pegam nomachado pela primeira vez, costumam andar a passear com ele segurando no cabo ebalanceando-o «à índio», arriscando-se a bater com a lâmina nas pernas ou a atingir algumcolega. Se o machado for grande podes levá-lo ao ombro, mas sempre com o fio da lâminavirado para fora.num suportepróprionum cepo
    • Quando se passa o machado a outra pessoa, deves entregá-lo sempre segurando na lâmina,para que lhe possam pegar facilmente no cabo.SIM NÃOConservaçãoPara evitar a ferrugem, deves ter em atenção alguns conselhos:•quando regressas de uma atividade, limpa bem o machado, para tirar toda a humildade;•para retirar ferrugem, usa palha-de-aço;•para conservar o machado sem ferrugem, unta a lâmina com óleo ou outra gordura, eenvolve-a com plástico;Afiar a LâminaPara afiares a lâmina podes usar uma simples pedra de esmeril, a qual devesmanter molhada com água ou, melhor ainda, com óleo. Usa movimentoscirculares, deslocando para a frente. Se a pedra for grande, fixa-a (porexemplo num cepo) e imprime ao machado os movimentos circulares(observa a figura). Se a pedra for pequena, pega nela com uma mão e, tendocuidado para não te cortares, anda com ela igualmente em movimentoscirculares, mantendo o machado fixo.Se a lâmina tiver bocas (ou lâmina romba), deves começar por as fazerdesaparecer usando uma lima (de preferência triangular), e só depois usar apedra de esmeril.
    • Quando estiveres a desbastar a lâmina do machado, para lhe retirar as bocas, tem cuidado. Ofio da lâmina deve ficar com uma forma nem muito longa nem muito curta.Observa a figura para veres qual é a melhor forma.Reparação do CaboSe por acidente, ou qualquer outro motivo, o cabo do machado se partir, eis uma forma fácilde retirar os restos da madeira do cabo de dentro do olhal da lâmina.Começas por cavar um pequeno buraco em terra úmida onde enterrasligeiramente a lâmina deixando o olhal de fora.Depois, fazes uma pequena fogueira em pirâmide por cima, de modo aqueimar a madeira. Logo que acabes e possas retirar então facilmente osrestos de madeira queimada de dentro do olhal, deves mergulhar alâmina em água fria para que não destempere.Depois de feito o cabo novo, insere-ono olhal e fixa-o com uma cunha.O machado deve ser bem equilibrado. Para testar o equilibro, colocaso machado sobre o dedo indicador, na zona do «pescoço», ondeacaba o cabo e começa a lâmina. Se o machado se equilibrar éporque está em boas condições de equilíbrio.Num machado bem alinhado, o gume da lâminadeve estar em linha com a ponta do cabo.uma lâmina com"bocas"
    • Sinais SemafórosA ou 1 B ou 2 C ou 3D ou 4 E ou 5 F ou 6G ou 7 H ou 8 I ou 9J ou alfa K ou 0 LM N OP Q RS T UV W XY Z NumeralFim dePalavraAnulação Atenção /erroPara evitar que o cabo rache ao bater com a ponta numasuperfície dura, deve-se cortar essa mesma ponta.Anexo 15CÓDIGO MORSE INTERNACIONALA. _ J. _ _ _ S...B _... K _. _ T _C _. _. L. _.. U.. _D _.. M _ _ V... _E. N. W. _ _F.. _. O _. X _.. _G _ _. P. _ _. Y _. _ _H.... Q _ _. _ Z _ _..I.. R. _.Como aprender o Código Morse InternacionalAprenda o Código pelo som, e não memorizando os pontinhos e traços. Faça uma ‘cigarra’(campainha) simples e peça que seu colega faça o mesmo; depois sentem-se em salasdiferentes e sinalizem um para o outro. Vá devagar, tenha calma, aprenda a ouvir as letras.Atribua ao “dá” a duração de três “dis” e faça uma pausa entre as letras com a duração de um“dá”. Faça corretamente da primeira vez; a velocidade virá com a prática.As seguintes 11 letras podem ser aprendidas em poucos minutos:E di H di di di di O dá dá dáI di di T dá N dá diS di di di M dá dá A di dáSemáforaO Sistema de Semáfora porbandeirolas é, usado com eficiênciaquando a distância entre otransmissor e o receptor é pequena.Nas grandes distâncias, sóexcepcionalmente deve-se usá-lo.Durante o dia, as mensagens nãocodizadas devem ser transmitidas porsemáfora, sempre que possível.Neste sistema, são utilizadas duasbandeirolas iguais à bandeira ONDAdo regimento de banderas, com asdimensões de 50x50 centímetros decomprimento.
    • Para a apresentação das letras do alfabeto, dos algarismos e das indicações de pausa,anulativo, atençao, numeral e alfabético, são utilizados 30 posições mostradas na figuraacima...Os algarismos e números são feitos com as mesmas posições correspondentes às letras. A. B.C. D. E. F. G. H. I. e K precedidas porém da posição numeral. A posição alfabética, que é amesma da letra J, feita após ter sido transmitido algarismo ou número, indica que os sinaisque se seguem são letras novamente.As letras acentuadas são transmitidas com um ligeiro aceno de uma ou das duas bandeirolas,conforme a letra seja feita com uma ou com duas bandeirolas; assim para transmitir É, deveser feitas a letra E seguida do aceno da bandeirola do braço esquerdo; Ú deve ser transmitidaa letra U seguida do aceno das duas bandeirolas.Para transmitir letras duplas, por exemplo RR, deve ser transmitida a letra, braços na posiçãode pausa e em seguida outro R.O Ç transmitido com se fosse uma letra acentuada. O Til é transmitido da seguinte maneira:nas palavras terminadas em O ou E, por exemplo NÃO, faz-se o N, depois o A e em seguida oO; nesta posição conserva-se firme o braço esquerdo e, com o direito, dá-se uma rotação de360° movendo só o pulso. Nas palavras terminadas em à (como manhã) transmitem todas asletras da palavra, e depois feito o último A dá-se a rotação de 360° com o pulso, na posição detransmissão do A. Nas palavras terminadas em ÕES a convenção é a mesma usada nasterminadas em O e E.Com o fim de facilitar a leitura das letras, algarismo e símbolos, que correspondem àdeterminadas posições semafóricas, o transmissor deverá escolher uma posição bemdestacadas em relação ao lugar onde estiver o receptor, e que se protege sobre um fundo queofereça um bom contraste. Em geral, o céu é o melhor fundo, exceto quando o sol estiverpelas costas do transmissor. O transmissor deve se manter em posição de firmeza e procurarconservar os braços bem destendidos no prolongamento deles as hastes das bandeirolas.
    • Anexo 16Especialidade de Orientação1. Explicar o que é um mapa topográfico, o que se pode encontrar nele e três utilidadespara o mesmo.Um mapa é uma versão reduzida e simplificada darealidade. Um mapa topográfico incluiinformações de relevo e hidrografia que sãoessenciais ao navegador; com esse mapa podemosidentificar morros, vales, lugares altos ou baixos.O que caracteriza um mapa topográfico é apresença de curvas de nível e pontos cotados,conforme imagem ao lado.As principais utilidades podem ser por exemplosaber qual o caminho menos cansativo (pois eu seia altura dos montes), o mais curto (pois eu sei asdistâncias) e o principal, qual rumo tomar, entreoutros.2. Identificar pelo menos 20 sinais e símbolos usados em mapas topográficosCORESBranco – representa a floresta com excelentes condições de corridaMarrom – representa todos os elementos topográficos como curvas de nível, buracos, colinas,depressõesPreto – representa elementos construídos pelo homem (estradas, edificações, postes, torres,cercas, etc.) e, também, todos os elementos rochosos (pedras, solo rochoso, etc.)Azul – representa todos os elementos de água, como rios, córregos, lagos, nascentes, poços,etcAmarelo – representa vegetação, campos abertos com vegetação rasteira com ou sem árvoresesparsas. A intensidade da cor mostra quão limpo é o campo. Amarelo vivo para gramadosamarelo claro para campos com vegetação mais altaVerde – representa vegetação. Quanto mais escuro o verde mais intransitável a vegetação.Verde bem escuro para mata intransitável, verde mais claro para mata onde a corrida é lenta.Listras verdes indicam trânsito em apenas uma direção.
    • Púrpura ou vermelho – usado para marcar o percurso de orientação no mapa. Usado, também,para designar condições especiais do terreno como zona proibida, passagem obrigatória3. Apresentar a nomenclatura de uma bússola.A Bússola tem 3 partes: Límbo,Quício e Agulha.Na figura ao lado podemos ver umabússola de quício móvel.Esta é uma bússola para cartatopográfica, que também contem umarégua e lente de aumento.Alem destas partes, algumas bussulaspossuem outras partes como linhaguia, massa e alça de mira.4. Conhecer e explicar os termos a seguir:a. Elevação - É, em Orientação, a representação de qualquer obstáculo que ultrapasse alinha normal do terreno: Ex: um pequeno monte, uma subida, etc...b. Azimute - É o valor da leitura realizada diretamente na bússola, e é sempre em relaçãoao Norte Magnético.Seu valor é definido em graus, variando de 0º a 360º. O ângulo de 0º graus corresponde aoNorte, e aumenta no sentido direto dos ponteiros do relógio.
    • c. Curvas de Nível - As curvas de nível conectam pontos de mesma elevação. Representam atopografia da região. As curvas de nível são eqüidistantes e representam altitudesespecíficas, de acordo com a representação de cada mapa.Curvas de nível mais próximas representam acidentes geográficos mais bruscos, como umpenhasco. Curvas de nível mais distantes representam variações graduais e leves de altitude,como uma encosta pouco acentuada de uma colina.Note que podem ocorrer enganos ao comparar o mapa topográfico ao real. Um acidentegeográfico pode não ser representado pelo mapa topográfico, desde que sua altura seja menorque a eqüidistância das curvas de nível, ou seja, desde que esteja compreendido entre duascurvas de nível.d. Norte Magnético - O norte magnético é para onde a agulha aponta, não se situaexatamente no Pólo Norte definido pelos meridianose. Norte Verdadeiro - Um dos locais onde converge o eixo imaginário de rotação da terra,também chamado de Pólo Norte. (o outro local de convergência será no Sul Geográfico -Pólo Sul).f. Declinação - É a taxa de atualização que indica a variação anual do Norte magnético emrelação ao Norte verdadeiro. Muito importante para a orientação.g. Escala - A escala do mapa representa a relação entre cada unidade do mapa e o tamanhoreal. A escala mais comum utilizada no Brasil é a de 1:50.000. que significa que cada 1 cm
    • do mapa eqüivale a 50.000 cm (500 m) da realidade. Outras escalas que se encontram nosmapas são: 1:15.000; 1:24.000; 1:25.000; 1:62.500; 1:250.000. As escalas são classificadasem:Pequena - igual ou inferior a 1:500.000Média - maior que 1:500.000 e menor que 1:50.000Grande - igual ou superior a 1:50.000h. Medida - É o valor real a ser percorrido calculando-se pela a escalasi. Distância - É usar a escala para buscar a correspondência com a distância no mundo realComo achar a distancia usando ummapa:Use seu mapa topográfico para estimar adistância de viagem, e os acidentesgeográficos no caminho, para assegurarque se poderá terminar a viagem em umperíodo seguro de tempo.Pinte em um arame flexível (ótimosubstituto para o curvímetro), conformea escala do mapa, linhas vermelhascircundando o arame para as marcas de500m e linhas azuis, para as marcas de1000m.Crie um arquivo da trilha. Ele o ajudaráno planejamento de sua jornada e servirá como guia para outros que, porventura, seaventurarem pelo mesmo percurso.Neste arquivo, desenhe um gráfico para marcar a distância e a altitude a serem percorridas.Utilize o arame para desenhar a trilha no mapa e transcreva as informações obtidas para ográfico. Assim, terá uma boa forma de acompanhar seu desempenho no trajeto e anotarinformações úteis para próximas expedições.
    • j. Formato do terreno - É o tipo de relevo da área a ser usada para orientação. Ex:Montanhoso, arenoso, rochoso, etc...k. Azimute dorsal - O Azimute Inverso ou contra-azimute é o azimute de direção oposta. Porexemplo, o Azimute Inverso de 90º (Este) é o de 270º (Oeste). Para o calcular basta somar ousubtrair 180º ao azimute em causa, consoante este é, respectivamente, menor ou maior do que180º14. Demonstrar como tirar um azimute magnético.Dependendo do modelo da bússola, este procedimento pode variar um pouco.Bússola com limo móvel:Gire a bússola até que a agulha, ou linha da fiel conforme o modelo, fique sob o ângulo a serseguido.Bússola com limo fixo:Gire a bússola até a agulha ficar sob o ângulo desejado.6. Demonstrar como seguir um azimute magnético.Apesar de ser um item prático, tentarei descrever com palavras este procedimento.Para seguir uma trilha data com varias coordenadas, há a necessidade de um ponto base, ouponto de partida. Estando no referido local, a primeira coisa a se fazer é nivelar a bússola eencontrar o norte magnético.Se o modelo da bússola possuir massa e alça de mira, torna-se mais fácil definir um pontodistante como referencia de direção.Olhando a bússola, girar seu corpo até que a agulha da bússola fique sobre o ângulo que sedeseja seguir. Marque visualmente a direção usando algum objeto distante (uma arvore, umapedra, etc).Se estiver sozinho, fica mais difícil, mas estando com mais duas pessoas, uma delas poderáser a pessoa base que servira de referencia quanto a direção a ir, e a outra medir a distancia aser percorrida, e o homem bussula permanece no local para possíveis correções.Também há a possibilidade da pessoa que ficar como homem-base tirar o contra-azimute paraconfirmar se esta na direção correta.Chegando-se ao segundo pondo, ou melhor, na coordenada desejada, repete-se oprocedimento.7. Conhecer dois métodos de correção para a declinação e quando esta correção é necessária.As bússolas são orientadas ao ‘norte magnético’ (campo magnético da terra), enquanto osmapas topográficos são orientados para um ponto distinto, o‘norte geográfico’ (norte verdadeiro, eixo de rotação da terra)1. Adiferença entre ambos é chamada de ‘declinação magnética’.Cada ponto do planeta tem sua própria declinação magnética.A declinação magnética de cada mapa é representada na margeminferior. A linha com a estrela na ponta (NG) representa o nortegeográfico e a linha com a seta na ponta (NM) representa o nortemagnético. Quando o NM está à esquerda do NG, dizemos que adeclinação é oeste. Se o NM está à direita do NG, dizemos que adeclinação magnética é leste.Note que a declinação magnética varia a cada ano e talvez seja necessário calcular a atualdeclinação do mapa2.Por exemplo, considerando a declinação magnética do mapa em 1995=13º52 e a declinaçãomagnética cresce 9,5 ao ano. De 1995 até 1999, são 4 anos. Então, a variação do período é
    • 38 (4X9,5). Para somar, porém, a variação da declinação ao valor de 1995 temos de lembrarque só se podem somar valores de mesma unidade. Comece pela menor unidade, minutos:52+38=90. Sendo 1o=60, então 90=1o30. Somemos agora os graus: 13o+1o=14o. Destaforma, a declinação magnética de 1999 é 14o30Observações:1 Bem, na verdade, o mapa é orientado ao norte da quadrícula. Porém, como a diferença entreo norte da quadrícula e o norte geográfico é muito pequena, não produzindo alteraçõessignificativas para nossa atividade; consideraremos ambos como sendo o norte geográfico.2 Lembre-se de que só se pode somar ou diminuir números de mesma unidade (graus comgraus, minutos com minutos).8. Ser capaz de orientar-se usando um mapa e uma bússola.O mapa, por si só, nos traz informações úteis para a prática da orientação e navegação. Podenos mostrar onde estamos e o caminho a seguir. É também eficiente para nos mostrar adistância a percorrer (ou percorrida) e é uma das ferramentas mais úteis no planejamento deexpedições.Encontrando sua localização no mapaUm mapa topográfico não tem nenhuma utilidade a não ser que saibamos exatamente alocalização no mapa.Encontre marcas do terreno facilmente identificáveis no mapa.Localize-se sobre uma linha-base (um rio ou uma linha entre dois cumes)Caminhe sobre esta linha-base até que possa identificar outra linha-base que interseccione aprimeira. Assim, poderá localizar-se com grande precisão no mapa.Muitas vezes, as marcas do terreno são tão grandes (ou evidentes) que basta encontrar trêsmarcas confiáveis, preferencialmente uma à frente, uma à direita e outra à esquerda.Gire o mapa até coincidir com a primeira marca de terreno visualizada.Desenhe uma linha em direção a esta marca.Repita a operação para as outras duas.A intersecção entre as três linhas mostra sua posição com uma precisão de até 350m,dependendo de suas habilidades.
    • 9. Provar sua habilidade de usar mapas e bússolas, realizando uma caminha de 3 quilômetrospelo campo, com pelo menos 5 leituras de bússola ou pontos de controle.Item prático – Descreva a atividadeAnexo 17Acendendo uma fogueira em dia de chuva:Aparentemente acender uma fogueira em dia de chuva aparenta ser uma tarefa difícil ouimpossível. Mas na realidade, é uma tarefa bem simples.Primeiramente, devemos providenciar a madeira a ser queimada.Não pegue madeiras que estejam caídas no chão das matas. Por estarem deitadas recebemmaior quantidade de água, ficando encharcada. Dê preferência a madeiras secas que estejamabrigadas da chuva ou que ainda estejam dependuradas nas arvores, como arvores caídas,pegando os galhos que estão longe do chão.Faça um abrigo, você poderá usar sacos de lixo como cobertura.Prepare uma base com pedras ou outras madeiras para acender a fogueira, assim evita que aumidade do solo atrapalhe a queima da madeira.Apesar dos galhos estarem molhados externamente, seu interior esta seco. Portanto, raspe amadeira com uma faca ou machado, você também poderá rachar as madeiras mais grossas,assim você alcança o cerne seco da mesma mais rapidamente.Lembre-se que para acender a fogueira, você devera providenciar uma boa mecha para aignição, gravetos, materiais pequenos, material principal e material grande.Para o preparo da mecha, raspe a parte seca da madeira coletada ajuntando a parte, faça omesmo para obter o restante do material.Coloque a mecha em cima de algumas madeiras que você separou e que estejam secas. Acimada mecha, coloque alguns gravetos.Após acender a fogueira, vá acrescentando material pequeno aos poucos. Deixe o restante damadeira próximo ao fogo, assim o próprio calor secará o restante do material.Anexo 18Fogueiras e Cozinha ao Ar Livre1. Preparar cinco tipos diferentes de fogueiras, e saber o uso específico de cada uma.Fogueiras, descrição e uso:1) FOGO DE CAÇADOR > feito de dois troncos ou pedras geralmente na medidada panela ou utensílios a serem usados2) FOGO DE TRINCEIRA > como o próprio nome sugeri, é feito uma cava nosolo para cozinhar, da mesma maneira toma-se o cuidado da vala ser do tamanhodas panelas.
    • 3) FOGO ESTRELA > usa-se madeira em forma de estrela para aquecer ou de basepara outros, tipos de fogo para cozinhar muito econômico4) FOGO REFLETOR > para aquecer, pode ser feito de varias maneira, comtronco e pedras, sempre com fogo meia estrela5) FOGO CERCADURA DE PEDRA > como o próprio nome diz, é feito depedra, serve para cozinha e também com refletor6) FOGO DE BARRANCO > cava-se no barranco um buraco, é feito um fornoideal para assados, ideal para dias de chuva7) FOGO DE COBERTURA OU LATA > devemos fazer uma cobertura de lonaou materiais encontrados na natureza, como folhas de palmeiras ou bananeiras,mas sempre tomar o cuidado de não depredar ou degradar com a natureza, no fogode lata, para os mais precavidos sempre que puder ter a mão uma lata ou latão e
    • fazer os fogo dentro com o devido cuidado de não estar utilizando embalagemtóxicas, e manter sempre uma abertura para entrada e saída de ar.8) FOGO DE BURACO > segue os mesmo principio do de barranco, mas só que éfeito no chão, e não pode ser usado nos dias de chuvas, serve para assados9) FOGO CAMA RAPIDA > como diz seu nome efeito com um fogo estrelas, umaforquilha e uma vara , bom pra aquecer liquido, mas em lugar que não há vento10) FOGUEIRA ALTA DE COZINHA > feito sobre estacas, em forma de umamesa de barraco ideal para acampamentos de muitos dias pois não prejudica ascondições do cozinheiro, e com uma cobertura serve também para terreno úmido edias de chuvas.11) FOGO DE ROLETE > feito com duas forquilhas e uma vara sobre as forquilhasde maneira que serve para assados e também para caçarolas ou panela com alça
    • 12) FOGUEIRA DE ESTACA > utilizada para panela de bambu, com um fogoestrela de base13) FOGUEIRA DE TRIPÉ / CONICA > utilizada para cozimento em caçarolas,feita de três estaca de madeiras ou ferro, como o próprio nome diz em forma detripé ou triangulo14) FOGO DO CONSELHO > criado pelo indígenas para reuniões, onde os maisnovos pediam conselho para os mais velhos, daí o nome , ideal para aquecer todaárea de acampamento, em forma de ferradura ou circulo, e reuniões parameditação15)Fogão á prova de vento ou de lataComo cozinhar a lenha, poupando tempo e madeira!? Eis uma maneira fácil, commaterial 100% reciclado. Basta termos duas latas de tamanhos diferentes, recortar umquadrado na face de cada uma das latas, em que a aresta superior do quadrado fique àmesma distância do bordo superior nas duas latas. É recomendável o uso de luvasgrossas para esta operação de modo a evitar cortes. Agora com um martelo e um pregoabrem-se três furos equidistantes a cerca de 1 cm do bordo superior das latas. Na latapequena fura-se o fundo, para que as cinzas não se acumulem na fornalha. Coloque alata mais pequena dentro da grande e prenda as duas com um pedaço de arame,através dos furos anteriormente executados. Temos o nosso fogão à prova de ventopronto, é só colocar a lenha lá dentro e pôr o tacho em cima.
    • 16)Fogão SolarDeixe-se de trabalhos e preocupações naqueles dias solarengos, em que todos sedivertem e você está de serviço na cozinha. Ponha o SOL a trabalhar e divirta-se. Comeste fogão só temos de preparar a refeição pôr no tacho, e deixá-la no fogão 2 a 3horas (dependendo do sol que está) e passar o resto da manhã à vontade.17)Forno de BrasasO que fazer com as brasas da fogueira? Das muitas utilizações que lhe podemos dar,esta é bastante interessante e permite fazer uns bons bolos em campo. Para tal, faz-seum buraco no chão com cerca de 70 cm de profundidade e 60 cm de largura; no fundodo buraco pomos um, assado, cozido, carne para estufar, ou um belo bolo,devidamente acondicionado e com tampa de preferência. Em seguida porém-se brasasaté cobrir o tacho e tapa-se o resto do buraco com terra. Em cerca de uma hora, hora emeia fica pronto a comer. Desta forma aproveitamos grande parte da matériaresultante da nossa fogueira, tendo em conta o ambiente e o nosso estômago
    • REGRA DE SEGURANÇA :São 11 as regras de segurança, algumas essenciais:Por nenhum momento desbravador deve aceder fogo sozinhoNão usa líquidos inflamáveisDistancias segura com relação as barracasEscolher lugar longe se vegetação secaTenha sempre água e terra por perto, etcRAZÕES PARA ASCENDER UMA FOGUEIRAOito (8) razões para ascender uma:10-Aquecer11-Iluminar12-Sinalizar13-Cozinhar14-Assar15-Secar16-Realizar reuniões17-Segurança2. Preparar madeira e gravetos com segurança.Ver anexo 143. Demonstrar as técnicas corretas de começar uma fogueira.Construir a base de sustentação com troncos (como eucalipto), não utilize troncos podres quepoderão cair, estes podem ser utilizadas para dar brasa para a fogueira. Os gravetos formarãoa isca inicial. Não utilize folhas ou madeira verde, estas só servem para fazer fumaça (se vocêquiser fazer fumaça, muita fumaça, então pode usar).4. Começar uma fogueira com um fósforo, e mantê-la acesa durante, pelo menos 10 minutos.Para manter a fogueira acesa é necessário alimentá-la conforme a necessidade. Não bastacolocar sempre pequenos gravetos, pois eles queimam rápido e não dão continuidade, servemapenas para iniciar o fogo. Alimento com combustível maior, para promover a brasa queficará por várias horas acesa sem que seja necessário alimentar o fogo. Depois de se utilizarda fogueira, o melhor é jogar areia ou terra para apagar o fogo. Apague tudo e cubra comterra, não deixando vestígios.5. Conhecer e praticar cinco regras de segurança.1. Limpar bem o local onde irá acender;2. não deixar coisas próximas a fogueira que poderão espalhar o fogo (como álcool ouroupas);
    • 3. deixar algo próximo para que se possa apagar a fogueira em eventualidades (água ouareia),;4. não brincar com o fogo;5. não pular a fogueira;6. apagar totalmente depois de usá-la;7. não acender em cima da grama; entre outras.6. Demonstrar como cortar corretamente madeira para fogueira.Item prático.Veja anexo 147. Demonstrar habilidade para começar uma fogueira em tempo chuvoso.Este item pode parecer difícil e até impossível a primeira vista, mas a questão é muitosimples. Pegue os gravetos e todos os utensílios e coloque abaixo de uma cobertura, feita comsaco de lixo ou lona. Abaixo desta pequena cobertura, comece a raspar a lenha, de modo quefique seca. Depois de preparar toda a lenha, deixando-a seca e em condições, acenda o fogocom o fósforo.Dica - Para manter os fósforos secos mesmo que sua mochila caia no rio, pingue em todas ascabeças dos fósforos gotas de vela antes de sair para a excursão, assim você não perde suafonte de fogo. Faça o teste em casa!Veja anexo 178. Demonstrar habilidade para refogar, cozinhar, fritar, assar pão num espeto e assar em papelalumínio.Item prático.9. Conhecer um método de manter os alimentos gelados/frios enquanto estiver acampado, quenão seja o uso de gelo.Colocando num recipiente fechado e vedado, e mergulhando na água corrente do rio ou numbalde com água.Outra forma é abrir uma cova, colocar os alimentos dentro e cobrir com folhas verdes.10. Conhecer maneiras de manter o alimento e utensílios a salvo de ataque de animais einsetos.Colocar em recipientes fechados, no alto de árvores ou enterrados, de modo a não exalarcheiro e chamar a atenção dos animais.11. Por que é importante manter limpos os utensílios usados para cozinhar e comer?Para manter boa saúde e higiene, e não ajuntar bichos.12. Demonstrar conhecimento da nutrição apropriada e combinação de alimentos, fazer umcardápio completo e balanceado para seis refeições de acampamento. Incluir o seguinte:a. Um desjejum, almoço ou jantar para um dia de caminhada, no qual alimentação leve éimportante. A refeição não deveria ser cozida, pois perde muito de seus valores nutritivos.b. As cinco refeições restantes podem ser feitas com qualquer tipo de comida: alimentosenlatados, frescos, congelados ou desidratados.Ver anexo 713. Fazer uma lista dos suprimentos que serão necessários para preparar as seis refeiçõesacima.Item prático.
    • 14. Saber como preparar os alimentos com segurança, dispor do lixo adequadamente, e lavaros utensílios.Item prático.Anexo 19Técnicas para cozinhar sem utensílios de cozinhaPara muitos, parece impossível cozinhar sem utensílios de cozinha. Mas, há muitas tecnicasque podem ser usadas para fazer uma boa refeição.Aqui, citarei apenas algumas, mas, outras podem ser encontradas em outros manuais.Ovo – pode ser cozido envolvendo-o em lama e colocando-a dentro do fogo. Também pode-se colocar enterrados em um buraco com barro e agua e acender a fogueira em cima, outraforma é colocar dentro de uma laranja cujo sumo já tenha sido retirado – dica, usando umpalito tente furar a gema para que não exploda;Ovo – pode ser frito usando-se uma pedra lisa colocada sobre o fogo;Milho – Para assa-lo, basta colocar a certa distancia do fogo ou das brasas;Milho – Para coze-los, basta colocar com casca diretamente sobre a fogueira, quando a cascaestiver próximo a espiga, pode retirar pois estará cozido.Arroz – pode ser cozido dentro de bambu colocado diretamente sobre o fogo;Pão – pode-se assa-lo enrolando a massa em uma vara e deixando próximo ao fogo;Anexo 20Código NáuticoBandeira Nome Código Náutico Bandeira Nome Código NáuticoAlfa Mergulhadorna área, afaste-seVictor Preciso socorroBravo Carga perigosa Whiskey PrecisoassistênciamédicaCharlie Sim X-ray Pare com suaatitudeDelta Afaste-se Yankee Am DraggingAnchor
    • Echo Mudandocurso paraBoresteZulu Require a TugFoxtrot Incapacitado 1st Repeat Repita a primeiraBandeiraGolf Quero umPiloto2nd Repeat Repita a segundaBandeiraHotel Piloto a bordo Code Fim damensagemIndia Mudandocurso paraBombordoZeroJuliett Com fogo,afaste-seUmKilo Quero mecomunicarDoisLima PareimediatamenteTrêsMike Estou parado QuatroNovemberNão Cinco
    • Oscar Homem aomar!SeisPapa About to Sail SeteQuebec RequeremosPraticoOitoRomeo NoveSierra Engines GoingAsternTango Afaste-se demimUniform Standing intoDangerAnexo 21CÓDIGO Q COMPLETOCódigo Q e Código FonéticoCódigo Q - Significado============================QRA = Como se chama a sua estação (prefixo e nome)QRB = A que distancia aproximada esta de minha estaçãoQRC = Quem se encarrega de pagar as contas ou taxas de sua estaçãoQRD = Onde você vai... e de onde vemQRE = Qual a hora estimada de chegadaQRF = Regresse a...QRG = Qual e a frequência utilizada
    • QRH = Minha frequência variaQRI = Qual e a tonalidade de minha emissãoQRJ = Quantas conferencias (ligações) radiotelefônicas tens para despacharQRK = Qual a clareza dos meus sinais1 - Péssima2 - Ruim3 - Media4 - Boa5 - ÓtimaQRL = Estou ocupadoQRM = Você sofre interferênciaQRN = As condições atmosféricas estão perturbando (Estática)1 - Não existe2 - Ligeiramente3 - Moderadamente4 - Consideravelmente5 - ExtremamenteQRO = Aumentar a potência de transmissãoQRP = Diminuir a potência de transmissãoQRQ = Devo transmitir mais depressaQRR = Você esta preparado para o funcionamento automáticoQRS = Devo transmitir mais devagarQRT = Devo cessar a transmissãoQRU = Tem algo para mimQRV = Você esta preparadoQRW = Devo avisar a... que você o chama na freqüência de...QRX = Quando me chamar novamenteQRY = Qual a minha ordem de vezQRZ = Quem me chamaQSA = Qual a intensidade de meus sinais1 - Apenas perceptível2 - Fraca3 - Bastante boa4 - Boa5 - Muito boaQSB = A intensidade de meus sinais variaQSC = Seu barco e de cargaQSD = E defeituosa minha manipulaçãoQSE = Qual o local estimado da deriva da embarcação o ou dispositivo desalvamentoQSF = Você efetuou o salvamentoQSG = Devo transmitir... telegramas de uma vezQSH = Você pode regular (ajustar) usando o equipamento radiogoniometricoQSI = Não ha possibilidade de interromper sua transmissão (só resposta).QSJ = Quanto devo pagarQSK = Pode escutar-me entre seus sinais Caso afirmativo, pode interromper-me.QSL = Pode acusar recebimento (entendido)QSM = Devo repetir a mensagem anteriorQSN = Você me ouviu (indicativo de chamada) em ...kHz (ou MHz)QSO = Comunicar-se diretamente com ...QSP = Queres retransmitir gratuitamente a ...
    • QSQ = Tem medico a bordo ou Fulano este a bordoQSR = Tenho que repetir a chamada na freqüência de chamadaQSS = Que freqüência de trabalho você utilizaQSU = Devo transmitir ou responder nesta freqüênciaQSV = Devo transmitir uma seqüência "V" nesta freqüênciaQSW = Queres transmitir nesta freqüênciaQSX = Queres escutar a ... (indicativo de chamada) em kHz (ou MHz)QSY = Tenho que passar a transmitir em outra frequênciaQSZ = Tenho que transmitir cada palavra ou grupo varias vezesQTA = Devo anular a mensagem numero...QTB = Você esta de acordo conforme minha contagem de palavrasQTC = Quantas mensagens tens pôr transmitirQTD = O que recolheu o barco de salvamento ou a aeronave de salvamento1 - numero de sobreviventes2 - restos de naufrágio3 - numero de cadáveres
    • QTE = Qual e a minha marcação verdadeira (coordenadas geográficas) comrelação a vocêQTF = Quer indicar-me a situação de minha estação com relação as marcaçõestomadas pelas estações radiogoniometricas que você controlaQTG = Quer transmitir 2 traços de 10 segundos cada um seguido de seu indicativode chamadaQTH = Qual a sua posição em latitude e longitude (endereço)QTI = Qual e o seu rumo VERDADEIRO com correção do declínio magnéticoQTJ = Qual e a sua velocidade (velocidade do navio ou aeronave, com relação aágua ou ar)QTK = Qual e a velocidade de sua embarcação ou aeronave com relação asuperfície da terraQTL = Qual e o seu rumo VERDADEIROQTM = Qual e o seu rumo magnéticoQTN = A que horas saiu de... (lugar)QTO = Já saiu da Baia ou Porto, (ou já decolou)QTP = Vai entrar na Baia ou Porto (ou pousar)QTQ = Pode comunicar-se com minha estação pôr meio de Código Internacional desinaisQTR = Qual a hora certaQTS = Quer transmitir seu indicativo de chamada durante .... minutos agora ouas .... horas, em kHz ou MHz a fim de que sua frequência possa ser medidaQTT = e sinal de identificação que segue se sobressai a outra emissãoQTU = Qual e o horário de funcionamento de sua estaçãoQTV = Devo escutar você na freqüência de ... kHz ou MHz de... as ... horasQTW = Como se encontram os sobreviventesQTX = Quer manter sua estação aberta para nova comunicação comigo, ate que oavise ou ate as ... hrsQTY = Você se dirige ao local de sinistro Caso afirmativo, quando esperachegarQTZ = Você continua a buscaQUA = Tem noticias de ... (indicativo de chamada)QUB = Pode dar-me, na ordem que se segue, informações sobre: visibilidade,altura das nuvens, direção e velocidade do vento de superfície em ...(lugarde observação)QUC = Qual e o numero (ou outra indicação) de minha ultima mensagem ou de(indicativo de chamada) que recebeuQUD = Recebeu o sinal de urgência transmitido pôr...(indicativo de chamada daestação móvel)QUE = Pode fazer uso da telefonia usando... (idioma) pôr meio de um interpretecaso necessário Se assim for, qual freqüênciaQUF = Recebeu o sinal de perigo transmitido pôr ...(indicativo de chamada da estação móvel)QUG = Ser forcado a pousar, (amerissar -- aterrissar -- atracar)QUH = Quer dar-me a pressão barométrica atual ao novel do marQUI = Suas luzes de navegação estão acesasQUJ = Quer indicar a proa verdadeira (rumo) que devo seguir para dirigir-me em sua direção(ou na direção de ...) sem derivaQUK = Pode me informar sobre as condições do mar em... (lugar ou coordenadas) QUM = O trafego de perigo terminou (retomar o trafego).QUN = Solicito as embarcações que se encontram em minhas proximidades imediatas (ou nas
    • proximidades de latitude... e longitude...), que indiquem sua posição, rumo VERDADEIRO e velocidade.QUO = Devo efetuar busca de ...1 - Aeronave2 - Navio3 - Barco salva-vidas, nas proximidades da latitude... longitude... (ou de acordo comqualquer outra indicação)QUP = Quer indicar-me sua posição pôr meio de...1 - Refletores2 - Rastro de fumaça3 - Sinais pirotécnicosQUQ = Devo orientar meu refletor quase verticalmente para uma nuvem, piscando sepossível, e, caso ouça ou aviste uma aeronave, dirigir meu facho contra o vento e sobre a água (ou solo) para facilitar seu pouso (ouatracagem)QUR = Os sobreviventes...1 - Receberam salva-vidas2 - Foram recolhidos pôr embarcação de salvamento3 - Foram encontrados pela unidade de salvamento de terraQUS = Avistou os sobreviventes ou os destroços Em caso afirmativo, em que posiçãoQUT = O local do acidente já foi assinaladoQUU = Quer que dirija o navio ou aeronave para minha posiçãoQUW = Você esta na zona de exploração indicada como... (símbolo ou local zona - latitude elongitude)QUY = Existe a sinalização da posição da embarcação ou dispositivo de salvamentoCódigo Fonético=====================Letra - PalavraA = AlfaB = BravoC = CharlieD = DeltaE = Echo (ECO)F = FoxTrotG = GolfH = HotelI = IndiaJ = JulietteK = KiloL = LimaM = Mike (maique)N = NovemberO = OscarP = PapaQ = QuebecR = RomeuS = SierraT = TangoU = UniformeV = Victor
    • W = WhiskeyX = X-ray (ex-ray)Y = YankeeZ = Zulu1 = Primeiro2 = Segundo3 = Terceiro4 = Quarto5 = Quinto6 = Sexto7 = Sétimo8 = Oitavo9 = Nono0 = Negativo, = decimal. = pontoAnexo 22Mestrado em Vida CampestrePossuir sete das seguintes especialidades:Acampamento IV;Arte de Acampar;Excursionismo Pedestre;Excursionismo Pedestre com Mochila;Fogueira e Cozinha ao Ar Livre (Anexo 18);Liderança Campestre;Liderança na Selva;Nós (Anexo 1);Orientação (Anexo 16);Pioneirismo;Plantas Silvestres Comestíveis;Vida Silvestre (Anexo 12).O ideal é que seja revistas as especialidades cumpridas há mais de um ano.Anexo 23Projetar três tipos diferentes de abrigo, explicar seu uso e utilizar um deles em umacampamento.O Desbravador na classe de guia devera cumprir este requisito durante um acampamento.O projeto os abrigos, no entanto, poderá ser feito em sala de aula antes do acampamento.Os abrigos, preferencialmente, devem ser próprios para climas diferentes e locais diferentes,como local alagado, muito vento, montanhas, florestas.Uma das festas ordenada por Deus ao povo de Israel nos dá o maior incentivo: A Festa dasCabanas (NTLH). Leviticos 23:33-43.Nesta ocasião, os israelitas deveriam ficar acampados sete dias em barracas de pioneiria,feitas com folhas de palmeiras e galhos de arvores (v42).
    • Ficar uma semana ao relento, abrigados em uma cabana que não usa pregos ou altaengenharia. Cuja proteção, além das folhas, é exclusiva de Deus, é fé pratica.E esta fé, ensinamos e praticamos com nossos desbravadores ao acamparmos e,principalmente quando os ensinamos a fazerem pioneirias.Tem de ter fé para passar uma noite em um abrigo feito de pioneiria.Podemos e devemos aproveitar estas ocasiões para inserir na mente deles ensinos bíblicos.Outro ponto marcante nesta atividade é que Cristo é nosso Protetor e Salvador, a festa dascabanas tipificava isto.Quanto aos modelos possíveis de abrigo, use a criatividade.Bibliografia:• www.adventury.cjb.net - pesquisado em janeiro/2005• www.advir.com.br/desbravadores – pesquisado em março/2004• Manual de Primeiros Socorros da PMESP• www.arlivre.com/tecnicas– Pesquisado em novembro/2006• www.lisbrasil.com- pesquisado em abril/2006• www.escotismo.com.br- pesquisado em maio/2006• http://br.geocities.com/geguaiabr/fogose.htm#inicio– pesquisado em setembro/2006• www.cne-escutismo.pt/recursos/pioneirismo.htm– pesquisado em setembro/2006• www.ouronegro.cjb.net – pesquisado em maio/2006• www.especilidades.cjb.net• http://www.cerebromente.org.br/n16/opiniao/dormir-bem1.html•www.advir.com.br/saude• http://www.msd-brazil.com/msd43/m_manual/mm_sec24_280.htm• http://www.msd-brazil.com/msd43/m_manual/mm_sec24_282.htm•www.marinalazaro.com.br/fiquepordentro.htm•apostilas distribuídas no Clube de Lideres Online – Autores não mencionados•apostilas distribuídas no Clube de BrDesbravadores – Autores não mencionadosAutoria:Elaborado por: Mendes, Líder Máster, Instrutor, Clube Águias de Marcão - AP, 09/01/2007.Notas de fim:09/01/2007: Inclusão de conteúdo.