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Laboratorios

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    Laboratorios Laboratorios Presentation Transcript

    • SEGURANÇA EM LABORATÓRIOS
    • Regras Gerais de Conduta e Boas Práticas Laboratoriais L b i i Barreiras de Contenção2 SEGURANÇA EM LABORATÓRIOS Ç
    • Segurança em Laboratórios3  Introdução  Um Laboratório é um local de trabalho que envolve risco potencial. A segurança num laboratório é prioritária relativamente a tudo o resto.
    • Segurança em Laboratórios4  Introdução A segurança de um Laboratório depende da actuação de cada um sendo cada um responsável pela sua um, segurança e pela segurança de toda a equipa. O risco de acidentes é maior quando nos “acostumamos” a conviver com o perigo e passamos a ignorá-lo. ignorá-lo
    • 5 SEGURANÇA EM LABORATÓRIOS Ç
    • Segurança em Laboratórios S L b tó i6 O Laboratório deverá:  p possuir disposições p ç e meios de segurança adequados à actividade e produtos manuseados  nomear um responsável pela segurança Análise da recepção, manipulação, armazenagem e eliminação de amostras, reagentes, produtos do ensaio e/ou calibração ou equipamentos e estabelecimento de medidas convenientes
    • Segurança em Laboratórios S L b tó i7 Exemplos de medidas de segurança E l d did d  Procedimentos de prevenção e actuação em caso de acidente  Formação em prevenção e actuação em caso de acidente  Realização periódica de exercícios ou simulacros de acidentes  Divulgação telefones emergência  Dispositivos de alarme e segurança (detectores fumo, incêndio, alarmes...)  I Instalações com adequada di ib i ã d espaços l õ d d distribuição de
    • Segurança em Laboratórios S L b tó i8 Exemplos de medidas de segurança  Saídas de emergência  Meios individuais de protecção (ex: óculos, batas, luvas, máscaras)  Equipamentos de segurança (ex: câmaras de fluxo, extractores, meios de esterilização)  Meios de combate a incêndios (ex: extintores, mantas)  Meios de socorros a acidentados (ex: chuveiros, lava-olhos, antídotos, estojos de primeiros socorros)
    • Segurança em Laboratórios9  Laboratório local de trabalho potencialmente perigoso onde os trabalhadores devem conhecer:  perigos a que se encontram expostos: temperatura, radiação, agentes biológicos, substâncias tóxicas, corrosivas, irritantes, inflamáveis, explosivas, irritantes inflamáveis explosivas etc
    • Segurança em Laboratórios10  Laboratório Local de trabalho potencialmente perigoso onde os trabalhadores devem conhecer e cumprir:  regras e procedimentos de segurança  procedimentos em caso de emergência  saídas e caminhos de evacuação em caso de acidente  localização de extintores, pios, caixas de primeiros socorros, ç ,p , p , lava-olhos, etc
    • Segurança em Laboratórios11  Acidentes comuns  Intoxicações  Queimaduras térmicas  Queimaduras químicas (contacto e/ou inalação)  Choques eléctricos  Incêndios  Explosões  Contaminações C t i õ por agentes químicos e/ou bi ló i t í i / biológicos
    • Segurança em Laboratórios12  Acidentes comuns  Ferimentos  Cortes com material de vidro danificado  Derrame de produtos químicos  Inalação de gases e vapores tóxicos/irritantes  Lesões oculares (vapores)  Interação com radiações
    • REGRAS GERAIS DECONDUTA E BOAS PRÁTICASLABORATORIAIS
    • Regras Gerais de Conduta e BPL14  Preconizam um conjunto d normas e procedimentos d segurança P de d de que contribuem para minimizar os acidentes em laboratório.  Conhecer bem o espaço laboratorial:  Localização de Saídas de Emergência, EPC’ EPI’ caixa d primeiros L li ã d S íd d E ê i EPC’, EPI’s, i de i i socorros, telefones de emergência  Evitar trabalhar sozinho, nomeadamente em situações que envolvam técnicas analíticas potencialmente perigosas  Comunicar sempre que se realizem experiências com reações p particularmente perigosas p g
    • Regras Gerais de Conduta e BPL15  Lavar as mãos periodicamente, com água e sabão, e no início e final do trabalho laboratorial  Trabalhar com calma, seriedade, sentido de responsabilidade e atenção  Organizar o protocolo de ensaio antes de dar início à execução das tarefas  Manter sempre a bancada de trabalho limpa e arrumada, apenas com o material necessário para as tarefas a realizar f li
    • Regras Gerais de Conduta e BPL16  Manter os corredores e passagens permanentemente desobstruídos  Perante qualquer derrame, interromper imediatamente o trabalho e proceder a limpeza, com o material adequado  Ler atentamente os rótulos dos produtos químicos, antes da sua utilização, cumprindo escrupulosamente as regras estipuladas  Usar sempre a Hotte para trabalhos que envolvam a utilização ou formação de gases, vapores ou poeiras nocivas
    • Regras Gerais de Conduta e BPL17  Material de Vidro  Manter o material em perfeitas M i l f i condições de utilização e segurança para o utilizador  Descartar adequadamente material D d d l de vidro partido
    • Regras Gerais de Conduta e BPL18  Usar vestuário e calçado apropriados
    • Regras Gerais de Conduta e BPL19Descartar apropriadamente o material utilizado e resíduos produzidosde acordo com a classificação (Grupo I, II, III ou IV).Ao transportar materiais líquidos ousemilíquidos, acondicioná-lossemilíquidos acondicioná los em recipientefechado.
    • Regras Gerais de Conduta e BPL20 NÃO comer, NÃO beber no laboratório NÃO fumar no laboratório NÃO correr no laboratório e corredores de acesso Não provar, cheirar ou tocar em produtos químicos
    • Regras Gerais de Conduta e BPL21 Prender cabelo comprido e não usar anéis Tratar TODAS as substâncias desconhecidas como se fossem perigosas Não executar trabalho laboratorial em simultâneo com tarefas de limpeza e manutenção do laboratório
    • Regras Gerais de Conduta e BPL22 Proibido pipetar com a boca, usar SEMPRE propipetas ou pp pipetadores automáticos
    • Regras Gerais de Conduta e BPL23 NUNCA deixar recipientes de reagentes nos bordos das bancadas NUNCA manusear substâncias perigosas sentado NÃO reutilizar luvas de exame NÃO atender o telefone ou abrir portas com luvas Não utilizar “T” nas tomadas eléctricas
    • Regras Gerais de Conduta e BPL24 Informar todos: [Os Acidentes Emergência E ê i [As Lesões Acidente A id [O Fogos Os F Incidente [Os Derrames Acção Mesmo aqueles aparentemente pequenos e sem importância!!!
    • Regras Gerais de Conduta e BPL25 Antes de “deixar” o Laboratório:  Desligar o gás  Desligar a á D li água  Desligar os equipamentos eléctricos  Arrumar a bancada  Guardar G d os reagentes  Lavar as mãos
    • Regras Gerais de Conduta e BPL26 Lei de “Murphy”
    • BARREIRAS DE CONTENÇÃOBarreiras de Contenção Primária e Secundária
    • Barreiras de Contenção28 Barreiras de contenção primária - Equipamentos de proteção individual (EPI) - Equipamentos de proteção coletiva (EPC) Barreiras de contenção secundária - Desenho e estrutura física dos laboratórios
    • Equipamento de Protecção29Todo tipo de equipamento que se coloca entre o pesquisador e seumaterial de pesquisa com a finalidade de protegê-lo contra possíveis pesquisa,riscos biológicos, químicos e físicos.  Disponíveis e operacionais nos locais de utilização EPI’s  Cada trabalhador deve certificar- EPC’s C’ se que conhece a sua localização e que os sabe manusear
    • EQUIPAMENTO DE PROTECÇÃOINDIVIDUALEPI’s
    • Equipamento de Protecção Individual31  Batas / Aventais / Roupa de protecção BATAS AVENTAIS PVC AVENTAIS KEVLAR
    • Equipamento de Protecção Individual32  Batas / Aventais / Roupa de protecção  Para manusear substâncias químicas  Material: algodão grosso  queima mais devagar, reage com ácidos e bases  Modelo:  mangas compridas com fecho frontal em velcro; comprimento até os joelhos, sem bolsos ou “detalhes soltos”  Deve ser usado sempre fechado
    • Equipamento de Protecção Individual33  Batas / Aventais / Roupa de protecção  Laboratórios biológicos  Descartáveis : não protegem contra substâncias químicas químicas; são altamente inflamáveis; devem ser usados uma única vez  Fecho atrás  Usar apenas no laboratório
    • Equipamento de Protecção Individual34  Luvas  Protegem contra o risco de cortes, que adu as queimaduras e exposição a agentes e pos ção age es tóxicos  Requer uma seleção apropriada tendo em conta o risco  Considerar: desempenho, preço e conforto do utilizador f
    • Equipamento de Protecção Individual35  Luvas ÁLCOOL POLIVINÍLICO (PVA) LATEX NEOPRENE POLICLORETO DE VINILO (PVC) LUVAS DE MALHA DE  AÇO LUVA DE KEVLAR
    • Equipamento de Protecção Individual36  Luvas  A eficiência d l fi iê i das luvas é medida através d 3 parâmetros: did é de â  Degradação: mudança em alguma das características físicas da luva  Permeabilidade: velocidade com que um produto químico permeia através da luva  Tempo d resistência: tempo d T de i ê i decorrido entre o contacto i i i l id inicial com o lado externo da luva e a ocorrência do produto químico no seu interior
    • Equipamento de Protecção Individual37  Luvas  Material M t i l  Nenhum material protege contra todos os produtos químicos  Luvas de latex descartáveis são permeáveis a p a ca e e odos p odu os qu cos praticamente todos os produtos químicos  Para contacto intermitente com produtos químicos  luvas descartáveis de nitrilo
    • Equipamento de Protecção Individual38  Luvas  Conservação e manutenção C  Devem ser inspecionadas antes e depois do uso quanto a sinais de deterioração, pequenos orifícios, descoloração, ressecamento, etc  Luvas descartáveis não devem ser limpas ou reutilizadas  As luvas não descartáveis devem ser lavadas, secas e guardadas afastadas do local onde são manipulados produtos químicos  Lavar as mãos sempre que retirar as luvas
    • Equipamento de Protecção Individual39  Protecção facial /ocular  Deve estar di D disponível para todos os f i á i í l d funcionários que trabalhem locais onde haja manuseamento ou armazenamento de substâncias químicas  Todos os visitantes desses locais também deverão utilizar proteção facial/ocular  O uso é obrigatório em actividades onde existir probabilidade de salpicos de produtos químicos
    • Equipamento de Protecção Individual40  Protecção facial /ocular  Tipos  Óculos de segurança  Protector facial  Características  Não deve distorcer imagens ou limitar o campo visual  Devem ser resistentes aos produtos que serão manuseados  Devem ser confortáveis e de fácil limpeza e conservação
    • Equipamento de Protecção Individual41  Protecção facial /ocular
    • Equipamento de Protecção Individual42  Protecção facial /ocular Operação Proteção requerida Local onde haja razoável probabilidade Óculos de segurança de salpicos no rosto Manuseamento de produtos químicos Óculos de segurança com vedação corrosivos Manuseamento de produtos químicos Óculos de segurança com vedação perigosos Transferência de mais do que um litro de Óculos de segurança com vedação e produtos químicos corrosivos ou perigosos protector facial
    • Equipamento de Protecção Individual43  Protecção respiratória  A utilização de EPI para proteção respiratória deve ser utilizado apenas quando as medidas de protecção colectiva se encontram em manutenção, não existem, não poderem ser implementadas ou são insuficientes  O uso d aparelhos d respiração ( i tid ou autónoma) de lh de i ã (assistida tó ) deve ser esporádico e para operações não rotineiras
    • Equipamento de Protecção Individual44  Protecção respiratória PROTECTOR MECÂNICO PARA PARTICULAS SUSPENSAS NO AR
    • Equipamento de Protecção Individual45  Protecção respiratória  Máscaras com fil Má filtros  Manter os equipamentos limpos, não utilizando materiais abrasivos ou solventes orgânicos  Guardar os equipamentos de forma a prevenir danos e/ou avarias
    • Equipamento de Protecção Individual46  Protecção respiratória
    • Equipamento de Protecção Individual47  Protecção respiratória  Máscaras com fil Má filtros  Deverão ser utilizadas em casos especiais:  Em acidentes, nas operações de limpeza e salvamento  Em operações de limpeza de armazéms de produtos químicos  Em procedimentos onde não seja possível a utilização de sistemas exaustores
    • Equipamento de Protecção Individual48  Protecção respiratória  Aparelhos d respiração - antes d optar pelo seu uso: A lh de i ã de l  Diminuir a exposição  Adoptar medidas de protecção colectiva  Substituir susbtâncias tóxicas
    • Equipamento de Protecção Individual49  Protecção respiratória
    • Equipamento de Protecção Individual50 Aspectos importantes no uso de EPR  Devem ser utilizados apenas equipamentos com C ifi d D ili d i Certificado de Aprovação  Devem ser adequados à substância que será manuseada  Devem ser verificados quanto a saturação e isolamento  Devem ser mantidos limpos e em local sem contaminação  Os filtros após a primeira utilização têm um prazo de validade que deverá ser respeitado
    • Equipamento de Protecção Individual51  Calçado ç  Botas ou outro calçado f h d com sola anti-derrapante B l d fechado l id
    • Equipamento de Protecção Individual52 Protecção auditiva Capacete de segurança
    • Equipamento de Protecção Individual53 - Tempo de adaptação; - Conforto; - Qualidade (Certificado de Aprovação); - Formação.
    • Equipamento de Protecção Individual54
    • 55 EQUIPAMENTO DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Ç
    • EQUIPAMENTO DE PROTECÇÃOCOLECTIVAEPC’s
    • Equipamento de Protecção Colectiva57 - Chuveiro de descontaminação - Balde de areia -L Lava-olhos lh - Extintores de incêndio - Hotte o e - Sprinklers - Câmara de segurança biológica - Luz ultra violeta
    • Equipamento de Protecção Colectiva58  Chuveiro de Descontaminação
    • Equipamento de Protecção Colectiva59  Lava-olhos
    • Equipamento de Protecção Colectiva60  Hottes devem ter ➧dimensões adequadas ➧boa tiragem age ➧exaustor a funcionar ➧plano de manutenção periódica ➧espaço e iluminação 5/31/2011 60
    • Equipamento de Protecção Colectiva61  Câmaras de Segurança Biológica Utilizadas Utili adas como barreiras primárias para evitar a fuga de e itar f ga aerossóis ao meio ambiente. Micropartículas sólidas ou líquidas, com dimensão aproximada entre 0,1 m e 50 m, que podem permanecer em suspensão por várias horas. 1  = 1/1000 mm
    • Equipamento de Protecção Colectiva62 Câmaras de Segurança Biológica Divididas em classes, diferem por: -Á Área d trabalho; de b lh - Fluxo de ar; Proteger o operador operador, o produto e o meio - Equipamentos de filtração; q p ç ; ambiente. - Tipos de exaustão.
    • Equipamento de Protecção Colectiva63 Câmaras de Segurança Biológica - Classe I; - Classe II; - Classe III.
    • Equipamento de Protecção Colectiva64 Câmaras de Segurança Biológica Classe I - Características Protege operador e meio ambiente O ar fl i atra és do espaço de flui através trabalho e atravessa um sistema de filtros HEPA que sai para a os sa pa a conduta que comunica com o sistema de exaustão da instalação PROTEÇÃO COMPROMETIDA: correntes de ar
    • Equipamento de Protecção Colectiva65 Câmaras de Segurança Biológica Classe II - Características Protege operador, produto e meio ambiente Utilizam fluxo de ar com uma abertura frontal para o acesso á área de trabalho e para introdução e remoção de materiais Uma cortina de ar impede que as contaminações com origem no ar ambiental acedam à área de trabalho
    • Equipamento de Protecção Colectiva66 Câmaras de Segurança Biológica Classe II
    • Equipamento de Protecção Colectiva67 Câmaras de Segurança Biológica Classe III - Características - Totalmente hermética; - Ventilação própria; - Feita em aço inoxidável, com vidros blindados blindados; - Máxima proteção do operador, produto e meio ambiente; - Agentes de risco biológico da Classe 4.
    • 68 EQUIPAMENTO DE PROTECÇÃO COLECTIVA Ç
    • Equipamento de Protecção Colectiva69 Extintores e Mantas Corta-Fogo
    • INSTALAÇÕESLABORATORIAISBarreiras de Contenção Secundária
    • Contenção Secundária71 ESTRUTURA FÍSICA DO LABORATÓRIO  Lay-out - separação da área de risco do acesso público;  Sistema de ventilação especializado;  Criação de áreas de acesso controlado;  Área para armazenamento temporário e descontaminação de resíduos(autoclave);  Pios para lavagem de mãos;
    • Contenção Secundária72 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO  Rotinas de Conservação da Infra-estrutura;  Rotinas de Emergência / Acidente;  Rotinas de Manutenção / Reparação de Equipamentos;  Utilização de Equipamentos Equipamentos;  Técnicas / Protocolos Gerais;  Informações de Segurança.
    • Instalações Laboratoriais73
    • Instalações Laboratoriais74 Requisitos genéricos: ➧paredes lisas facilmente laváveis sem fissuras ou reentrâncias lisas, laváveis, ➧pavimento liso, homogéneo, facilmente lavável e resistente aos ácidos ➧iluminação entilação adequadas ➧il minação e ventilação adeq adas ➧espaços separados para os ensaios e trabalhos de tratamento de informação, adequados a cada função
    • Instalações Laboratoriais75 Requisitos genéricos: O Laboratório DEVE dispor de local seguro adequado para a armazenagem e conservação pa a a a e age co se vação de produtos tóxicos e perigosos. A arrumação e acessibilidade dos DEVE permitir fácil identificação por famílias de produtos, tendo em conta eventuais incompatibilidades e evitando-se eventuais contaminações.
    • Instalações Laboratoriais76 Requisitos genéricos: O espaço de trabalho nas bancadas DEVE permitir a realização d ensaios iti li ã dos i sem sobreposição de trabalhos, de modo a evitar eventuais misturas e permitir solucionar derrames involuntários em segurança.
    • Instalações Laboratoriais77  Laboratórios de Microbiologia
    • Instalações Laboratoriais78  Laboratórios de Microbiologia O d i d i t l õ DEVE cumprir os requisitos design das instalações i i it de segurança Salmonella Os requisitos dependem do tipo de microrganismo a pesquisar E. coli Classificação dos microrganismos em 4 categorias de risco Instalações classificadas em 4 níveis de protecção Ébola
    • Instalações Laboratoriais79  Laboratórios de Microbiologia Legislação nacional aplicável Decreto Lei nº 84/97 de 16 de Abril 84/ Estabelece prescrições mínimas de protecção da segurança e da saúde dos trabalhadores contra os riscos da exposição a agentes biológicos durante o trabalho. Portaria nº 405/98 de 11 de Julho 405/ Aprova a lista dos agentes biológicos classificados nos grupos 2, 3 e 4. Portaria nº 1036/98 d 15 d D P i º 1036/ de de Dezembrob Procede à revisão da lista dos agentes biológicos classificados nos grupos 2, 3 e 4, que consta do diploma anterior, de modo a adoptar as alterações técnicas referentes a novos agentes biológicos da Directiva nº 97/59/CE, de 7 de Outubro de 1997.
    • Instalações Laboratoriais80  Laboratórios de Microbiologia Decreto- Decreto-Lei nº 84/97 de 16 de Abril 84/97 Agentes biológicos os microrganismos, incluindo os geneticamente modificados, as culturas de células e os endoparasitas humanos susceptíveis de provocar infecções, alergias ou intoxicações. Microrganismo qualquer entidade microbiológica, celular ou não celular, dotada de capacidade de reprodução ou de transferência do material genético.
    • Instalações Laboratoriais81  Laboratórios de Microbiologia Decreto- Decreto-Lei nº 84/97 de 16 de Abril 84/97 Classificação d Cl ifi ã dos agentes biológicos bi ló i Agente biológico do grupo 1 o agente biológico cuja probabilidade g g g p g g j p de causar doenças no ser humano é baixa. Agente biológico do grupo 2 o agente biológico que pode causar doenças no ser humano e constituir um perigo para os trabalhadores, sendo escassa a probabilidade de se propagar na colectividade e para o qual existem em regra meios eficazes de profilaxia ou existem, regra, tratamento.
    • Instalações Laboratoriais82  Laboratórios de Microbiologia Decreto- Decreto-Lei nº 84/97 de 16 de Abril 84/97 Classificação d Cl ifi ã dos agentes biológicos bi ló i Agente biológico do grupo 3 o agente biológico que pode causar doenças graves no ser humano e constituir um risco grave para os trabalhadores, trabalhadores sendo susceptível de se propagar na colectividade colectividade, mesmo que existam meios eficazes de profilaxia ou de tratamento. Ex: Brucella, E. coli (estirpes toxinogénicas), Micobacterium bovis, Agente da BSE.
    • Instalações Laboratoriais83  Laboratórios de Microbiologia Decreto- Decreto-Lei nº 84/97 de 16 de Abril 84/97 Classificação d Cl ifi ã dos agentes biológicos bi ló i Agente biológico do grupo 4 o agente biológico que causa doenças graves no ser humano e constituir um risco grave para os trabalhadores, sendo susceptível de apresentar um elevado nível de propagação na colectividade e para o qual não existem, em regra, meios eficazes de profilaxia ou de tratamento. Ex: Viroses: Ébola, Morbillivírus equino
    • Instalações Laboratoriais84 Planeamento das Instalações e “Lay-out” Planear o laboratório de acordo com o princípio da “marcha em marcha frente” Executar os procedimentos de forma sequencial, usando precauções para assegurar a integridade das amostras e dos ensaios (ex. uso de contentores fechados) Segregar as actividades em termos de tempo e espaço Evitar condições ambientais extremas de temperatura, pó, humidade, vapor, ruído, vibração, etc.
    • Instalações LaboratoriaisConstrução das InstalaçõesAs paredes, tectos e chão devem ser lisos, fáceis de limpar,resistentes aos detergentes e desinfectantes utilizados em laboratórioAs junções entre chão e paredes devem ser côncavas j ç pO chão deve ser anti-derrapanteA menos que sejam hermeticamente fechadas as condutas de fluidos fechadas,não devem atravessar os locais em alturaAs janelas e as portas devem poder ser fechadas de formahermética nas zonas de ensaio, afim de minimizar todas as correntesde ar, de outra forma a sua concepção deve permitir evitar osdepósitos de pó e de facilitar a sua limpeza
    • Instalações Laboratoriais86 Outros Requisitos Iluminação adequada e embutida no tecto Bancadas e mobiliário do laboratório de material liso impermeável, fácil de limpar e desinfectar O mobiliário de laboratório deve ser construído para facilitar a limpeza (por exemplo móveis que se possam movimentar com facilidade) Apenas ter no laboratório o mobiliário e documentação estritamente necessário para as actividades relacionadas com os i ái i id d l i d ensaios. Devem estar à disposição, móveis fechados para guardar documentos durante a manipulação de amostras meios de cultura amostras, cultura, reagentes, etc.
    • Instalações Laboratoriais87 Outros Requisitos Existência de lava-mãos em cada sala de ensaio e se necessário nas áreas gerais, preferencialmente junto às portas e de accionamento não manual Existência de autoclave para descontaminação de material contaminado ou sistema de recolha de lixos para incineração Disponibilidade de sistemas de segurança contra incêndios, chuveiros de emergência; lava-olhos e protecção individual adequada (bata, touca, etc.) Existência de material de primeiros socorros
    • Instalações Laboratoriais88 Despacho nº4/70 de 2 Julho nº4 Define D fi os requisitos a que d i it devem obedecer i t l õ d f b d instalações de farmácias, postos e ái t ambulâncias de medicamentos. A)2. Laboratório Critérios Gerais para o funcionamento dos Laboratórios abrangidos pelo Dec. Dec. Lei 241/90 na área da Sanidade Animal e Saúde Pública Veterinária 241/ (MADRP e LNIV) 3. Requisitos de funcionamento dos laboratórios 3.3 Instalações e equipamento
    • Instalações Laboratoriais89 Dec. Dec L i 217/ de D . Lei 217/99 d 15 J h Junho Estabelece o regime jurídico no que concerne a licenciamento de laboratórios de análises clínicas: Capítulo III Instalações e Equipamento Dec. Dec. Lei 543/99 de 11 de Dezembro 543/ Altera o Dec. Lei 217/99 de 15 Junho no que concerne a licenciamento de laboratórios de análises clínicas: Capítulo IV Instalações e Equipamento p ç q p Despacho 8835/2001 de 27 de Abril 8835/ Institui I i i o MManual d B l de Boas P á i Práticas L b Laboratoriais no â bi d li i i âmbito do licenciamento d i de laboratórios de análises clínicas: II.2 Instalações
    • S GU NÇ MSEGURANÇA EM LABORATÓRIOS O Ó OS"A melhor maneira de ficar em segurança é nunca se sentir seguro.” Benjamin Franklin seguro.