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Publicidade Sólida e Líquida
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Publicidade Sólida e Líquida

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Síntese da idéia de alternativas sólidas (mídia "tradicional") na web e a liquefação das marcas em pelas características de ambiente de relacionamento e mídia (em conjunto com a faceta banco ...

Síntese da idéia de alternativas sólidas (mídia "tradicional") na web e a liquefação das marcas em pelas características de ambiente de relacionamento e mídia (em conjunto com a faceta banco de dados) com que desejo olhar para a Internet. Exemplos são as noções de brandstreaming e as idéias de múltiplos pontos de contato conforme coloca David Armano. Um estudo exploratório do comportamento das marcas no Twitter também integra (realizado com alunos de Comunicação Digital em 2008).

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Publicidade Sólida e Líquida Presentation Transcript

  • 1. PARA PENSAR A PUBLICIDADE LÍQUIDA (mas não só ela) Gustavo Fischer Escola de Design Unisinos Curso de publicidade março.09
  • 2. Primeiro vamos lembrar o que ela tem de sólida.
  • 3. O “mídia” planeja para A mídia: heranças da publicidade tradicional
    • Departamentalização
    • Relação com veículos
    • Pesquisa, público-alvo, negociação
    • Aquisição de espaço - FORMATOS
    • Entrega de material
  • 4. We define “online media planning” as the process of determining where, when and how to advertise online, based on your target audience, objectives and budget . The market for online media planning is relatively new, growing quickly and changing rapidly. While purchasing TV and Radio spots iswidely understood with pricing that is somewhat static, the online media world is like a lot the Wild West – lacking structure, standards, transparency and efficiency. It’s broad, deep and dynamic. In other words, it’s hard to get your arms around it if you aren’t able to dedicate substantial resources to it. Steve Latham, CEO of Spur Digital
  • 5. Tipos de outlets
    • Portais – agregadores de conteúdo
    • Ad Networks – empresas que “intermediam” veículos e anunciantes como o Value Click
    • Mecanismos de busca
    • Listas de e-mails
    • Outros tipos de produtos web ( blogs , etc)
  • 6. Possibilidades
    • Text ads em websites
    • Text ads em email newsletters
    • Banner ads em websites
    • Banner ads em email newsletters
    • Rich media (formatos de publicidade interativa e/ou explorando audiovisual )
    • E-mail marketing com opt-in .
  • 7. Tipos de precificação
    • Cost per thousand impressions (CPM) – quantas “impressões” do anúncio são realizadas através do alcance daquele site (mais audiência, mais impressões”.
    • Cost Per Click (CPC) – o anunciante só paga se o anúncio dele for clicado.
    • Cost Per Action (CPA) – participação sobre a ação de compra/cadastro realizada pelo usuário
  • 8. Etapas principais
    • Definição de público-alvo
    • Definição de objetivos: Branding, resposta direta ou a combinação de ambos.
    • Definição das metas em números é que determina o sucesso da estratégia.
    • Determinação de orçamento e tempo/prazos.
  • 9. PADRONIZAÇÃO
  • 10.
    • “ Na prática, a escolha dos formatos está relacionada à necessidade do produto ou serviço que será comunicado versus o perfil do consumidor que estamos buscando. Em outros termos, trata-se da seguinte equação: a campanha busca atingir um perfil de consumidor; o planejador de mídia encontra os veículos e os canais onde estão esses usuários; esses sites já possuem formatos definidos que são comercializados; e a campanha toda é adaptada dentro dessas possibilidades e limitações.”
    • Beto Macedo, Diretor de Criação da iDeal Interactive.
  • 11. Referências (criação)
    • Banner Blindness (wiki)
    • Artigo completo
    • Repertório: bannerblog
  • 12. Referências (planejamento, normatização) Internet Advertising Bureau
    • Fundado em 1996 nos EUA, representa 86% da movimentação online de publicidade nos EUA.
    • Versões locais interessantes:
    • Argentina
    • Brasil
    • Reino Unido
  • 13. “ Mídia Kits”
    • UOL
    • Terra
    • ClicRBS
    • Yahoo Brasil
    • IG (central do anunciante)
    • Outros:
    • IDGNow!
  • 14.  
  • 15.  
  • 16. O QUE É LÍQUIDO NESSA HISTÓRIA AFINAL?
  • 17. Web
    • Diversos grupos de mídia passam a produzir suas “versões online” quando a Web torna-se, o lado mídia da Internet.
  • 18. 1.Web 2.0 2.Tipos de solução 3.Mashups 4.Lifestreaming 5.Brandstreaming
  • 19. Web 2.0
    • Ao usar a máquina, ela nos usa.
    • É um processo, não uma nova versão.
    • Estrutura integrada de funcionalidades e conteúdo, criando serviços.
    • Publicação (inserção), visualização (representação), compartilhamento (indexação) das informações.
  • 20. Como ver o princípio em ação
    • Sites que nasceram sob idéia de publicação, visualização e compartilhamento: YouTube, Flickr, Slideshare, Delicious, etc.
  • 21. Mas tem muito mais:
    • Go2web20. net
    • Feed My App
  • 22. Sites que funcionam como organizadores de conteúdo que vem de outros lugares
    • NetVibes ( www.netvibes.com )
    • NetVibes da Agência Digital AG2
    • NetVibes de um profissional de comunicação ( Sec2o )
  • 23. Mash-Ups> A + B = C
    • Sites que organizam conteúdo possuem uma espécie de DNA (API)
    • Usa-se um DNA a favor de um objetivo específico: ver Mashup awards
    • b) Ao reunir dois DNAs diferentes, forma-se um terceiro “SER”: Wonderwall e Boulevard of Broken Dreams
  • 24. Exemplos:
    • Diaroogle (1 API)
    • Visual Headlines (Flickr + CNN)
  • 25. Algumas conclusões:
    • Decisões estratégicas reúnem dados+mídia
    • Mutação permanente. Interfaces previstas, mas não previsíveis.
    • 3. Informação embutível/distribuível para muitos lugares (igual e diferente ao mesmo tempo).
    • 4. Vida pessoal e vida das marcas cada vez mais diluídas uma na outra?
  • 26. David Armano Logic+Emotion
  • 27. Lifestream
    • Registro online das atividades diárias de uma pessoa (...) agregando o conteúdo online do indivíduo como posts em blogs, sites de relacionamento, fotos (fonte: Wordspy).
    • FRIEND FEED
  • 28.  
  • 29.  
  • 30. Brandstream
    • 53% dos usuários consome conteúdo FORA do site daquele responsável pela publicação do conteúdo usando caminhos como
    • RSS – Redes Sociais
    • Dispositivos móveis – Widgets
    • Fonte: Universal McCann Report
  • 31. Vida pessoal – Vida da marca
    • O que leva a gente a querer acompanhar a vida online dos amigos é compreensível.
    • O que nos levará a querer acompanhar o stream de uma marca é a pergunta.
    • Twitter brand index
  • 32. Hipóteses
    • Marcas “cultudas” serão seguidas (Apple)
    • “ Auxílio humano” por ferramentas de Lifestreaming em nome das marcas (ComCastCares – twitter)
  • 33. Muito seguida, mas segue somente “ a si mesma” através de suas variações de profile. Comportamento “HUB”
  • 34. Segue mais do que é seguida. Cerca da metade dos updates são de retorno ao cliente. Comportamento Pró-Ativo/Atendimento
  • 35. Mais seguida do que segue. 2 followers novos em media por dia. O uso foi específico da ação NikePlus. No entanto, são 8600 Citações para @nike vs. 795 citações para @nikeplus. A Nikeplus não envia nenhum tweet desde o dia 13 de agosto de 2008. Enquanto isso, vários usuários que estão seguindo a marca ainda mandam tweets relacionados, tanto a marca como a suas campanhas. Comportamento Sazonal + “Efeito” Morto-Vivo
  • 36. Não segue ninguém e é seguida por mais de 9 mil users. Há pouca transparência da marca no seu Twitter, pois tudo o que é postado lá são notícias sobre a empresa que já são de conhecimento geral
  • 37. 781 seguidores, segue 14. Praticamente não dá @, à exceção do Twisney, que parece ser outro user oficial da Disney. Este sim interage com usuários do twitter em replies.
  • 38. (...) eles sempre tiram as dúvidas dos clientes e são educados nas respostas, o que a torna simpática. Eles pedem desculpas quando não podem responder as dúvidas com rapidez, anunciam seu profile em outras redes sociais e aspectos humanos como um artigo sobre sua responsabilidade global.
  • 39. No entanto, navegando por grande parte das páginas do MicrosoftVista não foi possível encontrar nenhuma URL. Grande parte do conteúdo dos tweets são notícias relacionadas ao Vista e à Microsoft, e até mesmo ao seu antecessor, o XP. A outra parcela dos tweets, mais informal, fica pelas respostas e conversas que acabam sendo criadas pelos usuários.
  • 40. Equilíbrio entre número de seguidores e número que segue. Ainda que busque alguma conversação com o usuário, “ fala muito de si mesma”. Crescimento de 5 seguidores por dia. Uma pessoa “real” Identificada no profile
  • 41. Alguns tweets que não são considerados oficiais também possuem ofertas de computadores da Dell. Todos eles são de outras lojas que estão vendendo produtos da marca, mas que não são necessariamente twitters criados pela Dell.
  • 42.  
  • 43. O sujeito deixa marcas.
    • O lado máquina nos mede, mensura, percebe nossos passos e comportamentos.
    • O lado mídia nos oferece ambientes para nos inserirmos em processos gregários, desenvolvermos estratégias identitárias, CONSTRUÍRMOS RELACIONAMENTO.
  • 44. Isso nos faz olhar com mais anteção para entender que:
    • WIKI não é apenas uma enciclopédia
    • Blogs não são só diários abertos
    • YouTube não é TV na Internet
    Conceitos ligados a isso: emergência (sistema organizado e desorganizado simultaneamente), Folksonomia
  • 45. Internet é: Máquina + Mídia + Ambiente de relacionamento
  • 46. Marcas são uma narrativa que passa por momentos/lugares mais sólidos e outras vezes se liquefazem nas infinitas conversações que por sua vez permitem MATERIALIZAÇÃO, MENSURAÇÃO, ANÁLISE E USO.
  • 47. Brand tags
  • 48. Quem fica parado é poste. (Macaco Simão) Referências
  • 49. Zygmund Baumann (Sociedade Líquida e toda a série)
    • David Armano
    • Seth Godin
    • Luli Rahdfarer
    • Online Video Watch
    • Mashable
    • Sillion Alley Insider
    • MeioDigital
    • Advertising Age – Digital
    • NewTeeVee