Aula 9 interfaces- graduação Design

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    Aula 9 interfaces- graduação Design - Presentation Transcript

    1. Pa4, unisinos, design Interfaces, telas e arquitetura de informação
    2. relacionamento <proposon> mútuo vivo
    3. canvas representação
    4. telas
    5. mídias Tv Rádio Jornal Revista Web Tv Rádio Jornal Revista Web
    6. informações
    7. Remidiação como característica de uma genealogia de mídias Afiliação entre mídias (mais que evolução em só sentido) Remidiação das práticas materiais e arranjos sociais
    8. Dependência, Contexto, Reforma TV, Impresso... “ fala” através das interfaces Da lacuna a intra-remidiação
    9. Imediação e hipermediação nas interfaces Busca por transparência / mídia “original” Excitação da interface/ reconhecimento do meio Tensionamento pelos observáveis e 3 facetas
    10. A hipermediação na web se relaciona com a evolução do computação e de aspectos do design. Interface humano-computador: arquivamento, montagem, devaneio, playfullness
    11. Segundo Manovitch, a tela ou interface do computador é aquela que “separa dois espaços absolutamente diferentes e que de alguma maneira coexistem”. Quem ou o que são esses espaços?
    12. “ Interfacear ou atender simultaneamente a dois ou mais pólos de um sistema de informações implica em, de um lado, cumprir com os procedimentos contidos no pólo inanimado, mas planejado e pré-definido do sistema , e de outro lado, atender a demanda de expectativas previsíveis por parte do indivíduo usuário e solicitante.” (Freitas, p. 188)
    13. “ Oferecer possibilidade de uso, com linguagens decodificáveis a um ou mais indivíduos usuários pode ser considerado o principal desafio de uma interface” (Freitas, p. 189) A função da metáfora fica bem clara conforme a conclusão de Steven Johnson, que diz que ela ajuda a imaginar o que é informado, propiciando a visão do todo em uma única tela (Gosciola, 2003, 92).
    14. Outros exemplos de metáforas nos ícones e Remidiação: video players
    15. Telas-interfaces-mídias
      • Com a hipermídia, a discussão passaria a ser o surgimento, desenvolvimento e transformação das interfaces que permitem comunicação e uso por imersão . (Freitas, p. 195)
      Telas-interfaces-mídias
    16. Oops
    17. Numa analogia entre o design na relação humana no campo do “real”, em termos de passagens entre ambientes, o autor afirma que no ciberespaço, “[o]s elementos ali presentes , quando permitem a movimentação de sua estrutura, apresentam um quadro hierárquico de movimentação com diferentes graus de permissividade”. (p. 189)
      • A idéia de ambientação como repetição de elementos de cenário ou de sonoridade nas telas que não devem se restringir ao seu próprio espaço. Devem sim, dar indicações que cada uma é uma continuidade física, em representação, da outra, permitindo que se visualize a continuidade do ambiente a cada tela para promover maior empatia do usuário. (idem, p.98)
    18.  
    19. Para o planejamento de uma interface, “deve-se levar em consideração o histórico das experiências” vivenciadas do indivíduo que se pretende sensibilizar, podendo-se, então, projetar um conjunto de elementos estimulantes em um sistema específico de informações, objetivando-se sua interpretação unívoca e previamente determinada ” (p. 191)
    20.  
    21. No início, havia 2 escolas de AI: - Design estrutural da informação (vocabulários controlados e taxonomias). ´ Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com - Desenho de wireframes e mapas do site.
      • 1. O design estrutural de ambientes de informação
      • compartilhados
      • 2. A arte e a ciência da organização e categorização de
      • sites, intranets, comunidades online e softwares para
      • proporcionar usabilidade e “encontrabilidade”
      • 3. Uma comunidade de prática emergente focada em levar
      • princípios de design e arquitetura ao ambiente digital
      Segundo o Instituto de Arquitetura de Informação: Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    22. Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    23. Luciana Cattony. Arquiteta de Informação da Gerdau. Para mim arquitetura de informação é fazer o complexo se tornar algo simples . É entender as necessidades do cliente, do seu negócio e traduzí-las em ambientes amigáveis e intuitivos para o usuário. Costumo dizer que o arquiteto de informação é como se fosse um intérprete entre o cliente e o usuário, já que ele contribui significativamente para que a comunicação e o intercâmbio / compartilhamento de informações e experiências entre esses dois lados sejam feitos de maneira eficaz. Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    24. Visão da disciplina Mercado, concorrentes, necessidades do negócio, restrições tecnológicas, financeiras etc. Quem são, suas necessidades, hábitos, maneiras de navegar, expectativas etc. O que o site tem a oferecer, como será criado o conteúdo etc. Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Encurtar o tempo de construção
      • Tornar a manutenção mais simples
      • Tornar a busca por informações mais rápida
      • Simplificar tarefas e processos
      • Diminuir a necessidade de treinamentos
      • Agregar valor às marcas
      • Criar experiências de uso memoráveis
      Arquitetura de Informação – Objetivos Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    25. Entregáveis O que é arquitetura de informação? Atividades e entregáveis Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    26. Resgate e levantamento de informações Recebimento da demanda Benchmarking Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    27. Inventário / análise de conteúdo Avaliação de maturidade Avaliação Heurística Estatísticas Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    28. Pesquisas quantitativas / qualitativas Entrevistas com usuários Personas Imagem personas: Adaptivepath Focus Group Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    29. Testes de usabilidade
        • Card Sorting
      Imagens: TRY – Consultoria e pesquisa
        • Estudo etnográfico
      Mapa do site Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    30. Protótipos em papel http://www.nngroup.com/reports/prototyping/video_stills.html Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    31. Desenvolvimento de wireframes Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    32. Wireframes x Layouts Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    33. Wireframes x Layouts Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
    34. Acompanhamento do desenvolvimento Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Hierarquia da informação
      • As informações devem ter pesos diferentes. Foque naquilo que é mais importante e respeite uma hierarquia de informação.
      Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Apresentação da informação
      • Existem maneiras visuais e mais amigáveis para se transmitir uma informação.
      Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Apresentação da informação
      • Existem maneiras visuais e mais amigáveis para se transmitir uma informação.
      Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Apresentação da informação
      • Existem maneiras visuais e mais amigáveis para se transmitir uma informação.
      Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Formulários
      • Dependendo do caso, é melhor fazer o usuário dar vários passos do que oferecer uma rolagem gigante .
      Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Homogeneidade Comunicativa
      • Padronização estética e de navegação para reforçar a marca e a apreensão cognitiva.
      Seção cama, mesa e banho Seção informática
      • Mundialização
      • Utilização de códigos, ícones e signos reconhecidos internacionalmente e específicos de diferentes usuários facilitam o entendimento.
      Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Navegação assertiva
      • Informações simples, diretas, distribuídas estrategicamente e links representativos para o usuário alcançar facilmente seus objetivos.
      Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Ajuda ao usuário
      • Informações complementares, em local visível, que auxiliam a navegação e o cumprimento dos objetivos do usuário.
      Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
      • Feedback
      • Opção para que o usuário se manifeste, fazendo-o sentir parte importante do processo.
      Site BP– Área de Imprensa Fonte: Luciana Cattony – plantabaixa.wordpress.com
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