64º Congresso Nacional de Botânica

Belo Horizonte, 10-15 de Novembro de 2013

TEOR DE ÓLEO DE SEMENTES DE MAMONA Ricinus ...
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Teor de óleo de sementes de mamona Ricinus communis

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Teor de óleo de sementes de mamona Ricinus communis

  1. 1. 64º Congresso Nacional de Botânica Belo Horizonte, 10-15 de Novembro de 2013 TEOR DE ÓLEO DE SEMENTES DE MAMONA Ricinus communis CV. GUARANI (EUPHORBIACEAE) E SUA PROSPECÇÃO ANTIBACTERIANA 1 1 1 1 Luana G. de Oliveira , Samira de P. Castro , Arnaldo B. Rebelato , Cínthia S. Moura , Guilherme A. 2* Lacerda 1 2 Universidade José do Rosário Vellano - UNIFENAS. Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES. *guilhermebiologia@yahoo.com.br Introdução A mamona (Ricinus communis L.) é um arbusto de clima tropical, pertencente à família botânica Euphorbiaceae, encontrada facilmente em todo Brasil [1]. Das sementes extrai-se o óleo de rícino, responsável por grande parte das aplicações da mamona [2]. É um óleo viscoso, com grande quantidade de hidróxidos especialmente o ácido ricinoléico e solúvel em álcool [3]. A semente da mamona apresenta compostos tóxicos e alergogênicos: A proteína tóxica ricina, o alcalóide relativamente inofensivo ricinina e o alergênico CB-1A (castor-bean allergen) [4]. Atualmente a mamona é citada como uma das principais oleaginosas de interesse econômico devido a produção de biodiesel e as diversas aplicabilidades de seus subprodutos [2]. Verificou-se a efetividade do extrato de Ricinus communis L. (óleo de rícino) frente as cepas: Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Streptococcus hemolitico. Metodologia O experimento foi executado nos laboratórios da Universidade José do Rosário Vellano – Campus Divinópolis, MG. Foram utilizadas sementes de mamona (Ricinus communis L.) cultivar Guarani, lote 3/2011, provenientes da BR SEEDS®, Produção e Comércio de Sementes Ltda, Aracatuba, SP. O óleo de mamona foi obtido por extração em Soxhlet, sendo o solvente utilizado o Álcool metílico, PA – Metanol (CH3OH), lote 09/0121, fabricado pela Proquímios®, Rio de Janeiro, RJ. O óleo extraído foi armazenado em frasco âmbar, em geladeira a temperatura de 4° Foram utilizadas as C. seguintes cepas de bactérias: Echerichia coli, Staphylococcus aureus e Streptococcus hemolítico, provenientes do acervo da UNIFENAS campus Divinópolis, MG. As linhagens foram mantidas para crescimento em meio de cultura ágar nutriente por 24 horas à 37ºC. A atividade inibitória foi verificada em triplicata por técnica de disco difusão. Os discos de papel filtro, não esterilizados, foram imersos no óleo de rícino e aplicados às placas, que a seguir foram incubadas a 37ºC durante 24 horas. Após o período de incubação foi realizada a leitura visual. Resultados e Discussão a) Determinação do teor de umidade: 100g – 94,15g = 5,85g b) Determinação do teor de óleo (Figura 1). Figura 1. Teor de óleo em sementes de mamona (Ricinus communis L. v. Guarani). A semente de mamona apresenta composição média de 5,5% de água e 48,6% de óleo, além de outros componentes, estando de acordo com a literatura [5]. c) Avaliação da atividade antibacteriana: Não observou-se halo de inibição de crescimento nas culturas testadas. Sabe-se que os compostos tóxicos e alergênicos são insolúveis no óleo [4]. Conclusões Os teores de óleo e umidade estavam de acordo com o referencial teórico estudado. O extrato de Ricinus communis L. (óleo de rícino) não apresenta efeito antimicrobiano frente as cepas: Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Streptococcus hemolítico. Referências Bibliográficas [1] Simões, C.M.O.L. et al. 2003. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5.ed. Porto Alegre/Florianópolis: Editora da UFRGS/Editora da UFSC. [2] Schneider, R. de C. de S. 2002. Extração, caracterização e transformação do óleo de rícino. 240f. Tese (Doutorado em Química) – Faculdade de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul. [3] Costa, T. L. 2006. Características físicas e fisico-químicas do óleo de duas cultivares de mamona. 113f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) – Pós Graduação em Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba. [4] Cangemi, J.M.; Dos Santos, A.M.; Neto, S.C. 2010. A revolução verde da mamona. Química Nova na Escola, 32(1): fev. [5] Júnior, A.F. 1986. Mamona: Uma rica fonte de óleo e de divisas. São Paulo: Ícone Editora Ltda.

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