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Estruturas foliares da jurubeba (Solanum paniculatum)
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Estruturas foliares da jurubeba (Solanum paniculatum)

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Resumo - Estruturas foliares da jurubeba (Solanum paniculatum) - 64º Congresso Nacional de Botânica 2013

Resumo - Estruturas foliares da jurubeba (Solanum paniculatum) - 64º Congresso Nacional de Botânica 2013

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  • 1. 64º Congresso Nacional de Botânica Belo Horizonte, 10-15 de Novembro de 2013 ESTRUTURAS FOLIARES DA JURUBEBA Solanum paniculatum (SOLANACEAE) DO NORTE MINEIRO E SUA PROSPECÇÃO MEDICINAL 1 1 1 1,2* Amanda N. de Lucca , Darlê M. B. Ramos e Guilherme A. Lacerda 2 Faculdades Integradas do Norte de Minas - FUNORTE, Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES. *guilhermebiologia@yahoo.com.br Introdução idioblasto (id) de areia cristalífera e pedicelos sem os tricomas tectores (Figura 1E e 1F). A planta medicinal conhecida popularmente como Jurubeba Solanum paniculatum L. Solanaceae é nativa em quase todo o Brasil e floresce praticamente todo ano com capacidade de colonizar rapidamente o ambiente [1]. Tem hábito arbustivo de 1,5–2,5 de altura, um pouco espinhento. Suas raízes, folhas e frutos são utilizados contra problemas hepáticos e digestivos, por estimulo de suas funções sendo recomendada em forma de chá. O presente trabalho objetiva relacionar as estruturas anatômicas foliares da Jurubeba e verificar um possível efeito antibacteriano a partir de seu extrato hidroalcóolico. Metodologia A coleta da planta ocorreu na zona rural de Itacarambi – MG, em março de 2013 na estação vigente - verão. A identificação botânica foi realizada e as exsicatas depositadas no Herbário da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) voucher 3752. Foram separadas as folhas das demais partes botânicas e estas foram secas em temperatura ambiente durante uma semana e depois trituradas até a obtenção de um pó. Para as análises morfológicas da folha foram feitos cortes a mão livre com secções transversais e paradérmicas e depois submetidos á coloração com fucsina básica, solução lugol e Sudan IV. Para realizar a extração da matéria-prima foram utilizados 800mL de álcool etílico comercial preparado a 70% (3:1) com 50g do pó da folha, ambos misturados em um béquer durante 1 hora. Depois filtrou-se a vácuo e o liquido verde escuro foi distribuído em placas de Petri e colocados na estufa com circulação de ar com temperatura graduada por um período de 11 dias. Para a avaliação das atividades antimicrobianas foi realizada a técnica REMA (Resazurin Microtiter Assay), frente as bactérias Staphylococcus aureus (ATCC25923), Escherichia coli (ATCC25922) e Pseudomonas aeruginosas (ATCC27853). Resultados e Discussão Nas secções transversais observamos a existência de tricomas porrecto-estrelado (tpe) (Figura 1A) e o raro tricoma glandular (tg) (Figura 1B) que representam uma estratégia de defesa da planta. Notam-se ainda tricomas tectores com pedicelo (pd) (Figuras 1C e 1D); epiderme adaxial (ad) cutinizada com células mais longas e as células mais curtas que correspondem a epiderme abaxial (ab), parênquima paliçádico (pp) e parênquima esponjoso (pe) que dentro dela possui camadas de Figura 1: Estruturas foliares de Solanum paniculatum L (Solanaceae). A presença de tricomas observadas constituem uma característica comum às espécies registrado pela família Solanaceae embora já tenha sido observado em outras espécies de Solanum como “lodeira” e “fruto-de-lobo”[2]. Através do teste REMA não se obteve atividade antimicrobiana frente às as bactérias Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosas. Conclusões O extrato hidroalcóolico foliar da espécie Solanum paniculatum L. não apresentou nenhuma atividade antibacteriana frente às cepas testadas. Os raros tricomas glandulares justificariam tal inatividade. Referências Bibliográficas [1] Neto, O.D.S.; Karsburg, I.V.; Yoshitome, E.M.Y. 2006. Viabilidade e germinabilidade polínica de populações de Jurubeba (Solanum paniculatum L.). Revista de Ciências AgroAmbientais 4(1): 67-74. [2] Araujo, D.A.; Coelho, V.P.M; Agra, M.F. 2010 Estudo farmacobotânico comparativo de folhas de Solanum crinitum Lam., Solanum gomphodes Dunal e Solanum lycocarpum A. St.Hil., Solanaceae. Rev. Bras. Farmacogn. Braz. J. Pharmacogn 20: 666–674.

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