Mariana Olival da Cunha Marzano (R3)
Orientador: Dr. Afrânio Coelho
LESÕES MAMÁRIAS BENIGNAS:
ASPECTO HISTOPATOLÓGICO
LESÕES MAMÁRIAS BENIGNAS:
ASPECTO HISTOPATOLÓGICO
• Objetivos
- Discutir os aspectos clínicos e histopatológicos da lesões...
LESÕES MAMÁRIAS BENIGNAS:
ASPECTO HISTOPATOLÓGICO
• 80 % dos tumores palpáveis são benignos
• 20 a 50 anos
• Importância d...
LESÕES MAMÁRIAS BENIGNAS:
ASPECTO HISTOPATOLÓGICO
The Oncologist 2006, 11:435-449. doi: 10.1634/theoncologist.11-5-435
MAMA NORMAL
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- Epitélio ductal,
alveolar e estroma
- Estrogênio –
proliferação lóbulo-
alveolar
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MAMA NORMAL
Histologia normal
www.zambon.es
Lóbulos e ductos extra-lobulares Unidade ducto-lobular terminal
LESÕES INFLAMATÓRIAS
• Mastite aguda
- Primeiros 3 meses pós-parto
- Clínica: dor, calor, rubor, edema, eliminação de secr...
LESÕES INFLAMATÓRIAS - MASTITE
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Nódulo hipodenso, heterogêneo, de bordos
irregulares, que capta grande quant...
LESÕES INFLAMATÓRIAS - MASTITE
LESÕES INFLAMATÓRIAS – MASTITE
GRANULOMATOSA
• Mastite Granulomatosa
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GRANULOMATOSA
LESÕES INFLAMATÓRIAS – ECTASIA DUCTAL
• Ectasia ductal
- Lesão não proliferativa
- Variação da normalidade (envelhecimento...
LESÕES INFLAMATÓRIAS – ECTASIA DUCTAL
Ductos dilatados
LESÕES INFLAMATÓRIAS – ECTASIA DUCTAL
http://mastologia.wordpress.com/page/3/
Infiltrado inflamatório ao redor do ducto e ...
LESÕES INFLAMATÓRIAS - ESTEATONECROSE
• Esteatonecrose
- Lesão não proliferativa
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http://www.doencadamama.com/tratamento_detalhe.php?i=8
LESÕES INFLAMATÓRIAS - ESTEATONECROSE
aprendendopatologiaa.blogspot.com
Tecido adiposo infiltrado de macrófagos.
Células r...
ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS
• Lesões não proliferativas
• Lesões proliferativas - sem atipias
- com atipias
ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS
• Lesões não proliferativas
- Cistos
- Metaplasia apócrina
- Fibroadenoma sem alterações complexa...
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• Lesões proliferativas sem atipias
- Tumor filóide
- Cicatriz radial
- Hiperplasia sem atipias
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ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS
• Lesões proliferativas com atipias
- Hiperplasia ductal atípica
- Hiperplasia lobular atípica
ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS
• Cistos
- Lesão não proliferativa
- 7 – 10 % das mulheres
- 1/3 das mulheres entre 35 e...
ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS
- Associação com metaplasia apócrina (células colunares com citoplasma abundante
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ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS
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Ducto terminal da unidade lobular
ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS
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USG - nódulo de paredes bem definidas, sem ecos
no seu i...
ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS
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• Adenose esclerosante
- Lesão proliferativa sem atipia
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- Mimetiza carcinoma invasivo da mama
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ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – ADENOSE ESCLEROSANTE
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- Raramente apresenta manifesta...
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HIPERPLASIA LOBULAR ATÍPICA
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Cicatriz radial CA de mama
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ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - PAPILOMA
• Papiloma
- Lesão proliferativa sem atipias
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ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - PAPILOMA
USG: ductos retroareolares dilatados com massa
no seu interior
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- Estroma arborescente que cresce no interior de um ducto mamário dilata...
ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - PAPILOMA
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NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA
• Fibroadenoma
- Lesão não proliferativa
- 20 - 30 anos
- Segunda neoplasia mamária mai...
NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA
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- USG: imagem nodular, circunscrita, hip...
NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA
Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.29 no.4 Rio de Janeiro Apr. 2007 - Nódulos benignos da ...
NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA
http://tgmouse.ucdavis.edu/preprint/hubrca/Fibroadenoma.html
Hiperplasia epitelial, alt...
NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Breast_fibradenoma_(2).jpg
- Morfologia intracanalicu...
NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA
Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.29 no.4 Rio de Janeiro Apr. 2007 - Nódulos benignos da ...
NEOPLASMAS BENIGNOS – TUMOR FILÓIDES
• Tumor filóides
- Lesão proliferativa sem atipias
- 0,3 a 1 % dos tumores da mama
- ...
NEOPLASMAS BENIGNOS – TUMOR FILÓIDES
Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.29 no.4 Rio de Janeiro Apr. 2007 - Nódulos benignos d...
NEOPLASMAS BENIGNOS – TUMOR FILÓIDES
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tumor_filoide
Estroma celular mixóide e grandes fendas (...
NEOPLASMAS BENIGNOS – TUMOR FILÓIDES
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tumor_filoide
Boderline ou maligno: Estroma com atipias,...
NEOPLASMAS BENIGNOS - HAMARTOMAS
• Hamartomas
- Lesão não proliferativa
- Perimenopausa
- Clínica: maioria assintomática, ...
NEOPLASMAS BENIGNOS - HAMARTOMAS
Radiol Bras vol.38 no.5 São Paulo Sept./Oct. 2005
NEOPLASMAS BENIGNOS - HAMARTOMAS
www.rb.org.br
Tecido adiposo maduro
BIBLIOGRAFIA
• The Oncologist 2006, 11:435-449. doi: 10.1634/theoncologist.11-5-435
• Afonso Celso Pinto Nazário, Mychely ...
BIBLIOGRAFIA
• Radiol Bras vol.38 no.5 São Paulo Sept./Oct. 2005
• Diagnostic Problems in Breast Pathology, 1st Edition 20...
BIBLIOGRAFIA
• http://mastologia.wordpress.com/page/3
• www.zambon.es
• http://anatpat.unicamp.br/lamgin22.htm
• www.ultra...
BIBLIOGRAFIA
• http://mastologia.wordpress.com/page/3
• http://www.doencadamama.com/tratamento_detalhe.php?i=8/
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  • - Falar da importância de se falar sobre lesões mamárias benignas
  • A mama é constituída de epitélio ductal, alveolar e estromaO estrogênio está envolvido no controle da proliferação e a progesterona no desenvolvimento lóbulo-alveolar
  • 1- Lóbulos e ductos extra-lobulares2- Unidade ducto-lobular terminal
  • - Sinais flogísticos
  • - Acomete os ductos principaisEtiologia: fumo? (mulheres jovens)Bx só quando for necessário excluir CA de mama
  • Ductos dilatados
  • - infiltrado inflamatório ao redor do ducto e várias células inflamatórias – inclusive macrófagos e células espongiformes – no interior do ducto
  • Tecido adiposo infiltrado de macrófagos. Células rosa mais claro são os macrófagos
  • A parede dos cistos pode sofrer metaplasiaapócrina, com produção ativa de fluidos, o que causa recidivas frequentes.A ativação constante do estroma pelos esteróides sexuais leva a síntese crônica de colágeno e fibrose, que obstrui os ductos, levando a formação de cistos
  • - A parede dos cistos pode sofrer metaplasiaapócrina, com produção ativa de fluidos, o que causa recidivas frequentes.
  • Mostrar o ducto terminal da unidade lobular aonde são originados os cistos.
  • - MMG – Nódulo com densidade de gordura, regular, bordos bem definidos
  • - Dilatação de ácinos revestidos por uma única camada de epitélio cúbico ou achatado, repousando em camada de células mioepiteliais.
  • Cisto sem metaplasiaapócrina – células da parede ficam achatadas (formação: descontrole entre o que é secretado e o que é reabsorvido)Metaplasiaapócrina – proliferação celular, células cubóides a colunares com núcleo arredondado (formação: produção ativa de fluidos)Metaplasiaapócrina - células colunares com citoplasma abundante e com projeções luminais
  • No caso de aumento do número de camadas de células, o diagnóstico deve ser de hiperplasia ductal ou lobular.Proliferação de dúctulos e deposição de material parecido com membrana basal entre eles
  • Aumento e distorção das unidades lobulares Aumento do número de estruturas acinares Alterações fibrosas do estroma coexistentes
  • - Manutenção da população normal de duas camadas de células acima da membrana basal
  • - Proliferação de pequenas glândulas associadas com microcalcificações
  • Presença de duas ou mais camadas de células epitelias sem alterações histológicasA hiperplasia ductal é comumente classificada nos graus leve, moderada e florida, refletindo a quantidade de células que preenche a luz do ductoNa hiperplasia leve são observadas 3 a 4 camadas de células, sem obstrução da luz do ducto. Já na florida observamos 5 ou mais camadas com distensão e oclusão da luz do ducto.Alguns artigos dizem que a hiperplasia ductal sem atipias aumenta em 2 X o risco de CA de mama. Já outros dizem que não aumenta esse risco.
  • Células de tamanho e formas diferentesHiperplasia sem atipias moderada, florida
  • - Células com arranjo regular e proliferação monótona
  • - Lesão multifocal: pode apresentar lesão em diferentes quadrantes da mama
  • Não é uma cicatriz verdadeiraIndistinguível do CA de mamaPensa-se que não havendo hiperplasia epitelial, não há aumento do risco de carcinoma
  • - Limites estrelados, aparentemente infiltrantes. Na zona central (margem inferior direita), a lesãomostra abundante tecido fibroso, comelastose. Nas zonas mais periféricas, observam-se estruturasductaismamáriasdistorcidas
  • - “ponto-gatilho” – para identificar ducto comprometido- CA principalmente acima dos 50 anos
  • - USG: ductos retroareolares dilatados com massa no seu interior
  • Estroma arborescente que cresce no interior de um ducto mamário dilatado Pedículo fibrovascular circundado por epitélio
  • Primeira neoplasia mais frequente é o carcinoma da mamaRelata-se que as lesões proliferativas intraductais presentes nos fibroadenomas podem estar associadas ao CA de mama. Dessa forma, essas lesões é que estariam associadas ao CA de mama e não os fibroadenomas em si.ACO pode estar relacionado a maior risco de fibroadenoma
  • USG: imagem nodular, circunscrita, hipoecóica, margens definidas, maior eixo paralelo á pele, reforço posterior e sombras laterais. MMG: imagem nodular, circunscrita, ovalada, calcificações grosseiras, aspecto de “pipoca”Macroscopia: Nódulos firmes, móveis, crescimento lento, bem delimitado, lobulado, QSE
  • - PAAF: aspecto arborescente, com projeções fibroepiteliais em “dedo de luva”
  • - Hiperplasia epitelial, alterações metaplásicas, aumento da celularidade do estroma
  • Morfologia intracanalicular (direita)Morfologia pericanalicular (esquerda)- Hiperplasia epitelial, alterações metaplásicas, aumento da celularidade do estroma
  • USG: formação nodular circunscrita e hipoecóicaNeoformação fibroepitelial e intensa celularidade do estromaEstrutura idêntica a do fibroadenoma, mas com crescimento do estroma comprimindo e distorcendo as estruturas glandulares, num padrão “folha de trevo”Estroma mais celular que no fibroadenomaCrescimento do estroma maior que o do epitélio
  • - Estroma celular mixóide e grandes fendas (compressão do componente epitelial) – crescimento do estroma maior que o do epitélio.- Boderline ou maligno: Estroma com atipias, hipercelularidade marcada, atividade mitótica ou predomínio de componente glandular
  • - Boderline ou maligno: Estroma com atipias, hipercelularidade marcada, atividade mitótica ou predomínio de componente glandular
  • “Mama dentro da mama” – Mistura de tecido conjuntivo-adiposo + lóbulos mamáriosAssociado a Doença de Cowden (hamartomas múltiplos) – doença hereditária
  • - Tecido adiposo maduro
  • Transcript of "Lesões mamárias benignas - aspecto histopatológico"

    1. 1. Mariana Olival da Cunha Marzano (R3) Orientador: Dr. Afrânio Coelho LESÕES MAMÁRIAS BENIGNAS: ASPECTO HISTOPATOLÓGICO
    2. 2. LESÕES MAMÁRIAS BENIGNAS: ASPECTO HISTOPATOLÓGICO • Objetivos - Discutir os aspectos clínicos e histopatológicos da lesões benignas da mama - Identificar lesões benignas e risco com câncer de mama - Descrever os aspectos clínicos dos neoplasmas benignos da mama
    3. 3. LESÕES MAMÁRIAS BENIGNAS: ASPECTO HISTOPATOLÓGICO • 80 % dos tumores palpáveis são benignos • 20 a 50 anos • Importância do exame físico, exames de imagem, histopatológico e esclarecimento á paciente. • Risco de CA de mama
    4. 4. LESÕES MAMÁRIAS BENIGNAS: ASPECTO HISTOPATOLÓGICO The Oncologist 2006, 11:435-449. doi: 10.1634/theoncologist.11-5-435
    5. 5. MAMA NORMAL dc246.4shared.com - Epitélio ductal, alveolar e estroma - Estrogênio – proliferação lóbulo- alveolar - Progesterona – desenvolvimento lóbulo-alveolar
    6. 6. MAMA NORMAL Histologia normal www.zambon.es Lóbulos e ductos extra-lobulares Unidade ducto-lobular terminal
    7. 7. LESÕES INFLAMATÓRIAS • Mastite aguda - Primeiros 3 meses pós-parto - Clínica: dor, calor, rubor, edema, eliminação de secreção purulenta, febre - Celulite do tecido conjuntivo interlobular - Fatores de risco: ingurgitamento mamário, fissuras periareolares, stress, privação de sono - Complicações: abscesso, sepse
    8. 8. LESÕES INFLAMATÓRIAS - MASTITE medfoco.com.br Nódulo hipodenso, heterogêneo, de bordos irregulares, que capta grande quantidade de ecos. http://conganat.uninet.edu Sinais flogísticos
    9. 9. LESÕES INFLAMATÓRIAS - MASTITE
    10. 10. LESÕES INFLAMATÓRIAS – MASTITE GRANULOMATOSA • Mastite Granulomatosa - Reação granulomatosa resultante de infecção (Tuberculose), reação de corpo estranho (Silicone) ou doença auto-imune (Sarcoidose, Granulomatose de Wegener) - 17 a 42 anos - Clínica: massa endurecida, fixa, muitas vezes dolorosa, poupa a região retroareolar, com espessamento cutâneo associado - Células gigantes e multinucleadas, fibrose
    11. 11. LESÕES INFLAMATÓRIAS – MASTITE GRANULOMATOSA
    12. 12. LESÕES INFLAMATÓRIAS – ECTASIA DUCTAL • Ectasia ductal - Lesão não proliferativa - Variação da normalidade (envelhecimento e involução da mama) - Pós-menopausa - 50 % das mulheres > 60 anos - Inflamação periductal - Clínica: nódulos periareolares, dor ao toque, mastalgia não cíclica, inversão ou retração areolar, descarga papilar, abscesso subareolar (massa indurada, inflamatória, dolorosa) - Ductos preenchidos por células do epitélio descamadas e secreção composta de proteínas - Sem associação com CA de mama
    13. 13. LESÕES INFLAMATÓRIAS – ECTASIA DUCTAL Ductos dilatados
    14. 14. LESÕES INFLAMATÓRIAS – ECTASIA DUCTAL http://mastologia.wordpress.com/page/3/ Infiltrado inflamatório ao redor do ducto e várias células inflamatórias – inclusive macrófagos e células espongiformes – no interior do ducto
    15. 15. LESÕES INFLAMATÓRIAS - ESTEATONECROSE • Esteatonecrose - Lesão não proliferativa - Clínica: Nódulos duros, arredondados, indolores, margens mal definidas, espiculadas, retração da pele e eritema - Trauma - Calcificações - Dificuldade de diferenciação com CA de mama
    16. 16. LESÕES INFLAMATÓRIAS - ESTEATONECROSE http://www.doencadamama.com/tratamento_detalhe.php?i=8
    17. 17. LESÕES INFLAMATÓRIAS - ESTEATONECROSE aprendendopatologiaa.blogspot.com Tecido adiposo infiltrado de macrófagos. Células rosa mais claro são os macrófagos
    18. 18. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS • Lesões não proliferativas • Lesões proliferativas - sem atipias - com atipias
    19. 19. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS • Lesões não proliferativas - Cistos - Metaplasia apócrina - Fibroadenoma sem alterações complexas - Hamartoma - Ectasia ductal - Esteatonecrose - Fibrose
    20. 20. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS • Lesões proliferativas sem atipias - Tumor filóide - Cicatriz radial - Hiperplasia sem atipias - Papiloma - Adenose esclerosante - Fibroadenoma com alterações complexas
    21. 21. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS • Lesões proliferativas com atipias - Hiperplasia ductal atípica - Hiperplasia lobular atípica
    22. 22. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS • Cistos - Lesão não proliferativa - 7 – 10 % das mulheres - 1/3 das mulheres entre 35 e 50 anos - Clínica: nódulo de aparecimento súbito, contornos regulares, móveis, dolorosos, consistência fibroelástica - Fatores de risco: menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade, oligoparidade, primiparidade tardia, amamentação curta ou tardia - Dilatação de ácinos revestidos por uma única camada de epitélio cúbico ou achatado, repousando em camada de células mioepiteliais. - Processos involutivos da mama
    23. 23. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS - Associação com metaplasia apócrina (células colunares com citoplasma abundante e com projeções luminais) - Originados do ducto terminal da unidade lobular - Cistos simples: sem associação com CA de mama - Cistos complexos: presença de septações, parede irregular ou grosseira, sem reforço acústico posterior - Cistos complexos: taxa de malignidade = 0,3 %
    24. 24. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS dc246.4shared.com Ducto terminal da unidade lobular
    25. 25. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS www.ultrassonografiamamaria.com USG - nódulo de paredes bem definidas, sem ecos no seu interior (anecóica) e com reforço posterior MMG – Nódulo com densidade de gordura, regular, bordos bem definidos
    26. 26. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS
    27. 27. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS http://anatpat.unicamp.br/lamgin22.html Dilatação de ácinos revestidos por uma única camada de epitélio cúbico ou achatado, repousando em camada de células mioepiteliais.
    28. 28. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS http://anatpat.unicamp.br/lamgin22.html Cisto sem metaplasia apócrina – células da parede ficam achatadas Metaplasia apócrina – proliferação celular, células cubóides a colunares com núcleo arredondado - células colunares com citoplasma abundante e com projeções luminais
    29. 29. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - CISTOS http://anatpat.unicamp.br/lamgin22.html
    30. 30. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – ADENOSE ESCLEROSANTE • Adenose esclerosante - Lesão proliferativa sem atipia - Mulheres em idade reprodutiva - Clínica: Massa mal definida associada a microcalcificações, tamanho 1,5 cm - Proliferação glandular - Aumento e distorção das unidades lobulares, aumento do número de estruturas acinares, alterações fibrosas do estroma coexistentes, manutenção da população normal de duas camadas de células acima da membrana basal - Persistência de células mioepiteliais
    31. 31. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – ADENOSE ESCLEROSANTE - Mimetiza carcinoma invasivo da mama - Associação com hiperplasia lobular atípica, hiperplasia epitelial, intraductal, papiloma esclerosante, calcificações, alterações apócrinas - Pode coexistir com CA in situ ou invasivo - Risco aumentado de CA de mama (2 x > usual)
    32. 32. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – ADENOSE ESCLEROSANTE http://anatpat.unicamp.br/lamgin22.html - Aumento e distorção das unidades lobulares - Aumento do número de estruturas acinares - Alterações fibrosas do estroma coexistentes
    33. 33. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – ADENOSE ESCLEROSANTE http://anatpat.unicamp.br/lamgin22.htm Manutenção da população normal de duas camadas de células acima da membrana basal
    34. 34. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – ADENOSE ESCLEROSANTE The Oncologist 2006, 11:435-449. doi: 10.1634/theoncologist.11-5-435 Proliferação de pequenas glândulas associadas com microcalcificações
    35. 35. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - HIPERPLASIA SEM ATIPIAS • Hiperplasia sem atipias - Unidade ducto-lobular terminal - Células imaturas, pluripotenciais, de tamanho e formas diferentes - Aumento do número de camadas de células epiteliais (> 2 camadas) para o interior dos ácinos ou dos ductos afetados, com preservação da camada celular mioepitelial subjacente - Padrão de crescimento irregular - Leve (3 a 4 camadas de células, sem obstrução da luz do ducto), moderada, florida (5 ou mais camadas com distensão e oclusão da luz do ducto) - Risco de carcinoma 2 X >
    36. 36. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - HIPERPLASIA SEM ATIPIAS www.scielo.br - Hiperplasia sem atipias moderada, florida - Células de tamanho e formas diferentes
    37. 37. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – HIPERPLASIA DUCTAL ATÍPICA • Hiperplasia ductal atípica - Clínica: assintomática, massa palpável - Envolvimento completo de ductos adjacentes no conjunto com um diâmetro < 2 mm - Células com arranjo regular e proliferação monótona - Diagnóstico diferencial: Ca in situ - 3,7 a 22 % desenvolve carcinoma invasivo após diagnóstico - Risco de carcinoma 4 – 5 X >
    38. 38. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – HIPERPLASIA DUCTAL ATÍPICA Células com arranjo regular e proliferação monótona
    39. 39. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – HIPERPLASIA DUCTAL ATÍPICA Hiperplasia sem atipia Hiperplasia com atipias Carcinoma ductal in situ
    40. 40. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – HIPERPLASIA LOBULAR ATÍPICA • Hiperplasia lobular atípia - Rara - Raramente apresenta manifestação clínica - Perimenopausa - Proliferação epitelial nas unidades terminais ducto-lobulares, preenchendo e podendo distender os ácinos, á custa de células monótonas e descoesas - Hiperplasia lobular atípica X carcinoma lobular – Extensão e grau de proliferação epitelial - Lesão multifocal - Risco aumentado de CA de mama - Carcinoma invasivo – 15 a 20 anos após o diagnóstico
    41. 41. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – HIPERPLASIA LOBULAR ATÍPICA Proliferação epitelial nas unidades terminais ducto- lobulares, preenchendo e podendo distender os ácinos, á custa de células monótonas e descoesas
    42. 42. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – CICATRIZ RADIAL • Cicatriz radial - Lesão proliferativa sem atipias - Incidência: 1,7 a 43 % - Origem na unidade ducto-lobular terminal - Área central fibroesclerótica (branca) envolvida por pequenos ductos de disposição radiária, frequentemente distorcidos - Áreas de distorção do tecido mamário com configuração estrelar - Lesão espiculada, com ou sem calcificações, de até 1 cm - > 1 cm = lesão esclerosante complexa - Potencial de malignidade? (2 X >) - Lesões grandes – Hiperplasia epitelial – risco aumentado de carcinoma - Diag. Diferencial: carcinoma lobular
    43. 43. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – CICATRIZ RADIAL http://mastologia.wordpress.com/page/3 Cicatriz radial CA de mama http://www.mulheresnopoder.com.br/tag/mamografia/
    44. 44. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – CICATRIZ RADIAL Cicatriz radial CA de mama http://www.emforma.net/8223-o-cancro-da-mama-nos-homens
    45. 45. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS – CICATRIZ RADIAL http://www.zambon.es Limites estrelados, aparentemente infiltrantes. Na zona central (margem inferior direita), a lesão mostra abundante tecido fibroso, com elastose. Nas zonas mais periféricas, observam-se estruturas ductais mamárias distorcidas
    46. 46. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - PAPILOMA • Papiloma - Lesão proliferativa sem atipias - 30 a 50 anos - Clínica: descarga papilar hemorrágica ou serossanguinolenta, espontânea, uniductal (“ponto-gatilho”), fluxo intermitente - Citologia - 30 % falsos negativos - Origem na parede do ducto e crescimento para o interior do ducto - Lesão tumoral pediculada (pedículo fibrovascular circundado por epitélio) - Pode apresentar metaplasia apócrina - Papiloma central e solitário – sem risco para carcinoma - Potencial de malignidade baixo (RR 1,3) - Papilomas múltiplos e periféricos X CDI (RR 3,7 – risco moderado)
    47. 47. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - PAPILOMA USG: ductos retroareolares dilatados com massa no seu interior
    48. 48. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - PAPILOMA www.zambon.es - Estroma arborescente que cresce no interior de um ducto mamário dilatado - Pedículo fibrovascular circundado por epitélio
    49. 49. ALTERAÇÕES FIBROCÍSTICAS - PAPILOMA http://www.revmatanzas.sld.cu/revista%20medica/ano%202008/vol1%202008/tema09.htm
    50. 50. NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA • Fibroadenoma - Lesão não proliferativa - 20 - 30 anos - Segunda neoplasia mamária mais frequente - Clínica: assintomática (25 %), tumor único ou múltiplo, móvel, bem delimitado, não fixo, lobulado, crescimento lento, QSE, indolor, consistência fibroelástica - Maior crescimento na gravidez e lactação (hormônio-dependente) - “Calcificação em pipoca” - Hiperplasia dos lóbulos normais (proliferação epitelial e mesenquimal) - Transformação maligna – 0,1 a 0,3 % (lobular) - Fibroadenoma X CA de mama
    51. 51. NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA demos.biemedia.com talkativebrain.blogspot.com - USG: imagem nodular, circunscrita, hipoecóica, margens definidas, maior eixo paralelo á pele, reforço posterior e sombras laterais MMG: imagem nodular, circunscrita, ovalada, calcificações grosseiras, aspecto de “pipoca”
    52. 52. NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.29 no.4 Rio de Janeiro Apr. 2007 - Nódulos benignos da mama: uma revisão dos diagnósticos diferenciais e conduta - PAAF: aspecto arborescente, com projeções fibroepiteliais em “dedo de luva”
    53. 53. NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA http://tgmouse.ucdavis.edu/preprint/hubrca/Fibroadenoma.html Hiperplasia epitelial, alterações metaplásicas, aumento da celularidade do estroma www.studyblue.com
    54. 54. NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA http://en.wikipedia.org/wiki/File:Breast_fibradenoma_(2).jpg - Morfologia intracanalicular (direita) - Morfologia pericanalicular (esquerda)
    55. 55. NEOPLASMAS BENIGNOS - FIBROADENOMA Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.29 no.4 Rio de Janeiro Apr. 2007 - Nódulos benignos da mama: uma revisão dos diagnósticos diferenciais e conduta
    56. 56. NEOPLASMAS BENIGNOS – TUMOR FILÓIDES • Tumor filóides - Lesão proliferativa sem atipias - 0,3 a 1 % dos tumores da mama - 40 a 50 anos - 80 % benigno - Clínica: Massa móvel, tamanho grande, limites definidos, bordos lobulados, crescimento rápido, indolor, consistência elástica, adenopatia axilar inflamatória - Benignos, borderline, malignos (contagem mitótica, atipias celulares, comprometimento das margens) - Pode sofrer degeneração maligna sarcomatosa - Mtx: pulmão e esqueleto - Disseminação hematogênica
    57. 57. NEOPLASMAS BENIGNOS – TUMOR FILÓIDES Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.29 no.4 Rio de Janeiro Apr. 2007 - Nódulos benignos da mama: uma revisão dos diagnósticos diferenciais e conduta - USG: formação nodular circunscrita e hipoecóica - Neoformação fibroepitelial e intensa celularidade do estroma, padrão “folha de trevo”
    58. 58. NEOPLASMAS BENIGNOS – TUMOR FILÓIDES http://pt.wikipedia.org/wiki/Tumor_filoide Estroma celular mixóide e grandes fendas (compressão do componente epitelial) – crescimento do estroma maior que o do epitélio
    59. 59. NEOPLASMAS BENIGNOS – TUMOR FILÓIDES http://pt.wikipedia.org/wiki/Tumor_filoide Boderline ou maligno: Estroma com atipias, hipercelularidade marcada, atividade mitótica ou predomínio de componente glandular
    60. 60. NEOPLASMAS BENIGNOS - HAMARTOMAS • Hamartomas - Lesão não proliferativa - Perimenopausa - Clínica: maioria assintomática, nódulo de dimensões variadas, amolecido, móvel, margens bem definidas, indolor - Lesões bem circunscritas, sem cápsula verdadeira, contendo gordura - “Mama dentro da mama” - Associada a Doença de Cowden - Diagnóstico diferencial: fibroadenoma e tumor filóide
    61. 61. NEOPLASMAS BENIGNOS - HAMARTOMAS Radiol Bras vol.38 no.5 São Paulo Sept./Oct. 2005
    62. 62. NEOPLASMAS BENIGNOS - HAMARTOMAS www.rb.org.br Tecido adiposo maduro
    63. 63. BIBLIOGRAFIA • The Oncologist 2006, 11:435-449. doi: 10.1634/theoncologist.11-5-435 • Afonso Celso Pinto Nazário, Mychely Fernandes Rego, Vilmar Marques de Oliveira - Rev. Bras. Ginecol. Obstet. vol.29 no.4 Rio de Janeiro Apr. 2007 - Nódulos benignos da mama: uma revisão dos diagnósticos diferenciais e conduta • Rogério D. Duarte, Ana Alice Furtado, André Lermen Jr., Lívia Borges, Ênio M. Carvalho, Heloise Zanelatto Neves, Dakir L. Duarte Filho, Dakir L. Duarte - Lesões mamárias incomuns: ensaio iconográfico, Radiol Bras vol.38 no.5 São Paulo Sept./Oct. 2005 • Lolita Schneider, : Profa. Dra. Ilma Simoni Brum da Silva - EXPRESSÃO GÊNICA E PROTÉICA DE p53 E p21 EM FIBROADENOMA E TECIDO MAMÁRIO NORMAL ADJACENTE, Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Ciências Biológicas: Fisiologia, Porto Alegre, 2007.
    64. 64. BIBLIOGRAFIA • Radiol Bras vol.38 no.5 São Paulo Sept./Oct. 2005 • Diagnostic Problems in Breast Pathology, 1st Edition 2009; Koerner, FC • Atlas of Breast Cancer, 2nd Edition 2000; Hayes, DF • Mastologia Moderna, 1a Edição 2006; Boff, RA • Atlas de Mamografia, 3a Edição 2002; Tabár, L • Dra. Mercedes Pérez Vázquez, Dra. Juana T. Santiago Pérez, Dra. Amparo de la C. Rivera Valdespino, Dra. Petra E. Beltrán Sánchez - Hamartoma de la mama, Rev Cubana Cir 2004;43(2)
    65. 65. BIBLIOGRAFIA • http://mastologia.wordpress.com/page/3 • www.zambon.es • http://anatpat.unicamp.br/lamgin22.htm • www.ultrassonografiamamaria.com • http://tgmouse.ucdavis.edu/preprint/hubrca/Fibroadenoma.html • http://en.wikipedia.org/wiki/File:Breast_fibradenoma_(2).jpg • demos.biemedia.com • www.studyblue.com • talkativebrain.blogspot.com • http://pt.wikipedia.org/wiki/Tumor_filoide • www.rb.org.br
    66. 66. BIBLIOGRAFIA • http://mastologia.wordpress.com/page/3 • http://www.doencadamama.com/tratamento_detalhe.php?i=8/ • http://www.revmatanzas.sld.cu/revista%20medica/ano%202008/vol1%202008/tema09.htm • http://www.mulheresnopoder.com.br/tag/mamografia/ • http://www.emforma.net/8223-o-cancro-da-mama-nos-homens • www.scielo.br • aprendendopatologiaa.blogspot.com • medfoco.com.br • http://conganat.uninet.edu

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