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10 melhor mobilidade menos trafego

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  • 1. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • M Melhor Mobilidade, Menos tráfego I. O QUE ENTENDEMOS POR MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO O conceito de melhor mobilidade e menos No Brasil, o Plano Nacional de Mobilidade tráfego significa a busca de soluções para o Urbana define dez princípios para o fenômeno contemporâneo da expansão urbana planejamento da mobilidade: e o crescimento acelerado da frota de veículos, que provocou por um lado a saturação dos 1. Diminuir a necessidade de viagens serviços de transporte de massa, e por outro motorizadas. lado os congestionamentos com aumento no tempo de deslocamento das pessoas; e o 2. Repensar o desenho urbano, planejando o aumento da poluição atmosférica com reflexos sistema viário como suporte da política de no sistema de saúde pública. mobilidade. A utilização dos automóveis particulares para 3. Repensar a circulação de veículos, as pessoas se dirigirem ao trabalho, às compras priorizando os meios não motorizados e de e ao lazer tornou-se um hábito generalizado transporte coletivo. nos dias atuais, não só pela autonomia que dá a seus condutores, mas, principalmente, 4. Desenvolver o uso desses veículos não pela pouca oferta de transporte público de motorizados, integrando-os à malha de qualidade, que trafegue com rapidez e seja transporte coletivo. confortável. 5. Reconhecer a importância do deslocamento No entanto, apesar da aparente sensação dos pedestres. de que essa situação um tanto quanto caótica devido a falta de infraestrutura seja 6. Reduzir os impactos ambientais do transporte aparentemente insolúvel a curto prazo, diversas urbano que gere poluições sonora, cidades do mundo desenvolveram técnicas e atmosférica e de resíduos. realizaram investimentos que equacionaramP ed esse desafio do transporte urbano. Entre est as inovações adotadas está a integração resS intermodal, que reduz os custos urbanos e aú beneficia a população de maneira geral. de Pú bl ico Mo nergia Público Int egração Combustível I bili uído Plano E dad tes R e Transporte Ciclistas Alternativo Aciden 93
  • 2. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • M 7. Propiciar mobilidade às pessoas com Na esfera federal, o governo aprovou, em ! deficiência e restrição de movimentos. janeiro de 2012, a Política Nacional de Mobilidade Urbana, que estabelece para 8. Priorizar o transporte público coletivo. os municípios acima de 20 mil habitantes a obrigatoriedade de elaborarem um plano de 9. Promover a integração da rede pública de mobilidade alinhado ao Plano Diretor local. Pelo transporte, considerando a demanda e as cronograma, até janeiro de 2015 as cidades características da cidade. deverão ter elaborado o plano de mobilidade alinhado ao Plano diretor. O município que não 10.Estruturar a gestão local, com o se adequar ficará impedido de receber recursos fortalecimento do papel regulador dos orçamentários federais destinados à mobilidade órgãos gestores do trânsito. urbana até que atendam à exigência desta Lei. II. CONDIÇÕES PARA PROMOVER A MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO A melhoria da mobilidade nas cidades pode ser gradativa da quantidade de ônibus nas ruas e feita com a adoção de medidas criativas, tais tornará o sistema de locomoção carioca mais como: inteligente, rápido e sustentável. • Investimentos na revitalização de áreas Outras recomendações que podem ser degradadas que já possuem infraestrutura consideradas para a melhoria das condições de instalada, a exemplo das regiões centrais das Mobilidade Urbana são as seguintes: grandes cidades ou zonas portuárias; • Construção de calçadas com materiais • Descentralização dos serviços públicos, o que adequados para circulação de pedestres; pode evitar o deslocamento dos cidadãos em longas distâncias para receberem atendimento; • Rebaixamento do passeio público, com instalação de rampa acessível ou elevação • Construção de escolas em bairros em que a das vias para travessia de pedestre em nível; demanda por ensino público é maior que a oferta; • Adaptação e revitalização das calçadas existentes; • Transporte público integrado, como o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), como vem sendo • Colocação de piso tátil direcional e de alerta; implantado na cidade do Rio de Janeiro. O VLT vai interligar os diversos tipos de • Pistas e faixas para ciclistas; transportes, como terminais rodoviários, aeroportos, estação de barcas, metrôs e trens. • Estacionamentos para as bicicletas A expectativa é que permitirá a redução (bicicletário); • Integração das bicicletas aos meios de transporte coletivo; 94
  • 3. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • M• Normatização da frota de ônibus; • racionalização econômica, com redução dos custos totais do sistema;• Formação de condutores que inclua atendimento diferenciado ao idoso; • priorização dos modais de maior capacidade e menor custo operacional;• Conservação de passeios e eliminação de barreiras arquitetônicas; • prerrogativa do transporte coletivo sobre o individual;• Debate sobre o transporte de cargas nos centros urbanos. • integração tarifária e física, com redução do ônus e do tempo de deslocamento para oCartilhas “A Nova Mobilidade Urbana usuário;para a Sua Cidade” • acessibilidade universal, inclusive paraTrês cartilhas com orientações aos municípios os usuários com necessidades especiais,foram lançadas em 2012, pela Frente Nacional pedestres e ciclistas;de Prefeitos (FNP), com objetivo de tratarsobre as diretrizes da Política Nacional de • utilização de tecnologias adequadas paraMobilidade Urbana e auxiliar a implantação a melhoria das condições de conforto edas regulamentações definidas pela Lei nº segurança;12.587, de janeiro de 2012. Os documentostiveram apoio do Fórum Nacional de Secretários • aprimoramento da gestão e da fiscalizaçãoe Dirigentes Públicos de Transporte Urbano e do sistema, acompanhado de medidas paraTrânsito, da Associação Nacional de Transportes fortalecer a regulamentação e a redução daPúblicos (ANTP) e da Associação Nacional informalidade;das Empresas de Transportes Urbanos (NTU)(Ver <www.ntu.org.br/novosite/arquivos/ • diminuição dos níveis de poluição sonoraCartilhaFNP.pdf>). e do ar, do consumo energético e dos congestionamentos;Financiamento de projetos - BNDES • revalorização urbana das áreas no entorno deO Banco Nacional de Desenvolvimento onde os projetos são implantados.Econômico e Social (BNDES) financia projetosestruturadores de transporte urbano, a (<http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/exemplo dos transportes públicos sobre trilhos bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/e hidroviários. Os investimentos devem ter os Produtos/FINEM/estruturadores.html>)seguintes objetivos: 95
  • 4. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • M III. OBJETIVOS E INDICADORES PROPOSTOS PARA O EIXO MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO Objetivo geral Objetivos específicos ! Promover a mobilidade sustentável, • Reduzir a necessidade de utilização do reconhecendo a interdependência entre os transporte individual motorizado e promover transportes, a saúde, o ambiente e o direito à meios de transportes coletivos acessíveis a cidade. todos, a preços módicos. Os fatores externos que afetam a saúde e • Aumentar a parcela de viagens realizadas em provocam doenças possuem relação com a transportes públicos, a pé ou de bicicleta. escassez de recursos dos indivíduos e ausência de investimentos em infraestrutura, educação, • Desenvolver e manter uma boa infraestrutura transporte, saneamento, habitação e serviços para locomoção de pedestres e pessoas de saúde. Destinações financeiras essas que com deficiências, com calçadas e travessias decorrem de decisões políticas. adequadas. Com efeito, no que diz respeito ao transporte, • Acelerar a transição para veículos menos o plano estratégico do município deve poluentes. contemplar ações que melhorem as condições de mobilidade urbana, para que se reflitam • Reduzir o impacto dos transportes sobre o positivamente na saúde pública, na qualidade ambiente e a saúde pública. do ar e no direito à locomoção. • Desenvolver de forma participativa um http://www.cidadessustentaveis.org.br/eixos/ plano de mobilidade urbana integrado e vereixo/10 sustentável. 96
  • 5. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • MIndicadores do Programa Cidades Sustentáveis Referentes ao Eixo Melhor Mobilidade,Menos Tráfego(Indicadores detalhados: Consultar anexo no final deste Guia) Frota de ônibus com acessibilidade para pessoas com deficiência Mortes no trânsito Mortes com bicicletasMELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO Mortes por atropelamento Mortes com motocicleta Mortes com automóvel Acidentes de transito Atropelamentos Corredores exclusivos de ônibus Ciclovias exclusivas Divisão modal Orçamento do município destinado a transporte público. Índice de congestionamentos 97
  • 6. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • M Os benefícios que os indicadores nos nível, instalação de calçadas com materiais trazem adequados para deslocamento de todos os pedestres – cadeirantes, deficientes visuais -, Os indicadores deste eixo procuram aumentar entre outros projetos do gênero. a segurança no trânsito. Para isto além de melhoria na infraestrutura e na logística 3. Sistema inteligente de semáforos: do transporte urbano devem ser realizadas implantação de um sistema inteligente de campanhas educativas e investimentos bem ajuste e sincronização de semáforos que planejados – a exemplo de corredores de utilizem sensores de movimentos e outras ônibus e ciclovias exclusivas - que beneficiem a tecnologias que permitam maior fluidez do coletividade. trânsito nas diferentes regiões da cidade. No entanto, em razão do contínuo crescimento 4. Sistema integrado de transporte: adoção de ! urbano, do aumento da população e do fluxo terminais de integração que possibilitem o de pessoas entre diferentes lugares, devem- transbordo de passageiros entre as diferentes se conciliar políticas públicas para solução modalidades de transporte coletivo, no dos problemas atuais, com um planejamento intuito de reduzir custos para os usuários estratégico de médio e longo prazo. O objetivo e incentivar o uso das conduções públicas. desse plano é prever a divisão modal da Dessa forma, o sistema deve unir as redes de cidade nos anos seguintes e estruturar seu transporte, como as ciclovias a estações de desenvolvimento metropolitano. metrô ou terminais de ônibus. Dicas de Gestão 5. Sistema de bilhetagem eletrônica: a implementação desse mecanismo propicia 1. Readequar a política de investimento: a interligação entre os meios de transporte redirecionar investimentos de infraestrutura coletivo – ônibus, metrô, trens e barcos –, do transporte individual para a construção ao mesmo tempo em que fornece dados e e o desenvolvimento do transporte público relatórios à gestão municipal, possibilitando de qualidade, bem como para o transporte melhor planejamento e controle de individual não motorizado, como a criação processos. de ciclovias. 6. Sistemas de informação dos itinerários de 2. Política municipal de acessibilidade: linhas de ônibus: Tornar disponíveis, no qualificação da cidade para que seja portal da prefeitura, informações sobre inclusiva e democrática na circulação de todas as linhas de transportes que circulam pessoas, de forma que todos os cidadãos na cidade, os pontos de integração e de tenham o direito de ir e vir. A execução parada, com fornecimento de listas e mapas desse conceito passa por intervenções e que possam ser acessadas por meio de urbanísticas concretas, como o rebaixamento aplicativos de celulares e sistema telefônico. de calçadas com rampa acessível ou elevação Tais medidas facilitam o deslocamento das das vias para travessia de pedestre em pessoas no território urbano e podem reduzir congestionamentos. 98
  • 7. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • M7. Programa de monitoramento da mobilidade: 8. Utilização de inovações tecnologias que desenvolvimento de um sistema que faça permitam direcionar o deslocamento acompanhamento estatístico de acidentes de veículos de forma eficiente e de trânsito, das ocorrências e situação dos em tempo real, sistemas que fazem transportes públicos, por meio de tecnologias parte do desenvolvimento de cidades como geoprocessamento e cruzamento inteligentes (http://www.sebraemg.com. de dados. A adoção desse mecanismo br/Geral/VisualizadorConteudo.aspx?cod_ permite que os órgãos de transporte conteudo=6163&cod_areasuperior=1). urbano sistematizem o monitoramento da mobilidade na cidade.IV. COMO FAZER?Para sintetizar os conceitos apresentados sobre melhor mobilidade, menos tráfego, seguem abaixoexemplos práticos bem-sucedidos que podem servir como modelo ou inspiração para o seu município:SEBRAE, MGProjeto Smart City BH promover a qualidade de vida dos que aqui residem e tornar a capital mais atrativa para oO projeto Smart City BH tem como objetivos: turismo;a) Identificar e apoiar o desenvolvimento de b) Criar uma dinâmica de mudança emnegócios relacionados a soluções inteligentes torno de uma Visão de Futuro, que gerepara a cidade de Belo Horizonte, reforçando a sinergias entre os atores envolvidos e validarcompetitividade das empresas do APL (empresas as principais diretrizes estratégicas, definindode TIC, turismo, engenharia, automóveis, colaborativamente um plano estratégico paraenergia, iluminação e design), de modo a alcance dessa Visão de Futuro no curto, médio e longo prazo.Rio de Janeiro, RJCorredor BRT (Bus Rapid Transit) totalizando 150 km de corredores exclusivos para os ônibus de alta capacidade.O primeiro corredor BRT do Rio de Janeiro – queintegra a Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo O BRT surgiu em Curitiba, em 1974, ainda hojeGrande - já reduziu à metade o tempo médio a capital paranaense tem a maior malha dede viagem de seus passageiros. Atualmente, corredores BRT do Brasil. São 81 km distribuídoso chamado Transoeste registra cerca de 40 em seis eixos que interligam todas as áreaskm em operação, atendendo 65 mil pessoas da cidade. Mais 10 km estão em obras. (Ver:diariamente. Mais três corredores BRT – o <http://www.brtbrasil.org.br/>).Transcarioca, a Transolímpica e Transbrasil –serão implantados no Rio de Janeiro até 2016, 99
  • 8. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • M Nova Iorque, EUA Luz Verde para a Cidade região de Midtown, Manhattan. Dentre essas novidades, trechos de algumas avenidas foram O projeto “Green Light for Midtown” (Luz bloqueados para os automóveis e ocupados por verde para Midtown), promoveu uma série praças e locais de convívio. de mudanças para melhorar a mobilidade e a segurança da famosa Avenida de Times (Ver: <www.nyc.gov/html/dot/html/about/ Square, em 2009. As transformações deram broadway.shtml>). vida a novas áreas dedicadas aos pedestres, na Sites relacionados Rio Branco, AC - Rio Branco é o exemplo Jacarta, Indonésia - Sistema de Corredores brasileiro de priorização da bicicleta como de Ônibus em Jacarta meio de transporte http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_ http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_ praticas/exibir/116 praticas/exibir/226 Sevilla, Espanha - Bicicletas em Sevilla Uberlândia, MG –100% da frota com http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_ acessibilidade praticas/exibir/184 http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_ praticas/exibir/194 Calgary, Canadá - Programa EcoFootprint (Pegada Ecológica) http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas_ praticas/exibir/19 V. REFERÊNCIAS Cartilha GUIA PLANMOB – Construindo a Cidade Sustentável. Ministério das Cidades, 2007. Caderno de Referência para Elaboração de http://www.antp.org.br/_5dotSystem/download/ Plano de Mobilidade Urbana dcmDocument/2013/03/21/79121770-A746- http://www.cidades.gov.br/images/ 45A0-BD32-850391F983B5.pdf stories/ArquivosSEMOB/Biblioteca/ LivroPlanoMobilidade.pdf BNDES - Projetos de Desenvolvimento Social e Urbano (<http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/ bndes_pt/Areas_de_Atuacao/Desenvolvimento_ Social_e_Urbano/>) 100
  • 9. hor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • Melhor Mobilidade, Menos Tráfego • MLegislação InstitutosPolítica Nacional de Mobilidade Urbana - Instituto Brasileiro de Mobilidade Urbana:Lei n° 12.587/2012. www.ibmu.org.brhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA):Websites www.ipea.gov.br((o))eco Institute for Transportation & Developmentwww.oeco.com.br Policy: www.itdp.orgSiemenswww.siemens.com.br Fontes bibliográficasMobilize: Mobilidade Urbana Sustentável GUIA PLANMOB – Construindo a Cidadewww.mobilize.org.br Sustentável. Ministério das Cidades, 2007. http://www.antp.org.br/_5dotSystem/download/O Caso de Nova Iorque dcmDocument/2013/03/21/79121770-A746-www.nyc.gov/html/dot/html/about/broadway. 45A0-BD32-850391F983B5.pdfshtml DUARTE, Fábio. Introdução à mobilidadeSPTrans urbana. Curitiba: Juruá, 2007.www.sptrans.com.br EUROPÉIA, União. Livro Verde: Por uma nova cultura de mobilidade urbana. Bruxelas: versão português, 2007. PREFEITOS, Frente Nacional de. A nova mobilidade urbana para a sua cidade. Brasília, 2012. 101