Vendo por espelho, obscuramente_Liç_712013_original_com_textos

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A lição original com os textos bíblicos tem como finalidade facilitar a leitura ou mesmo o estudo, os versos estão na sequência correta, evitando a necessidade de procurá-los, o que agiliza, para os …

A lição original com os textos bíblicos tem como finalidade facilitar a leitura ou mesmo o estudo, os versos estão na sequência correta, evitando a necessidade de procurá-los, o que agiliza, para os que tem o tempo limitado, vc pode levá-la no ipad, no pendrive, celular e etc, ler a qualquer momento e em qualquer lugar que desejar, até sem a necessidade de estar conectado na internet. 

Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2. 

Bom Estudo!

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  • 1. Lição 7 9 a 16 de fevereiro Vendo por espelho, obscuramenteSábado à tarde Ano Bíblico: Lv 23–25VERSO PARA MEMORIZAR: “A sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha ossábios na própria astúcia deles” (1Co 3:19).Leituras da semana: Jó 12:10; 1Co 6:19, 20; Gn 3:17; Jo 12:31; 1Co 1:18-21Em 1802, o teólogo William Paley escreveu um livro intitulado Natural Theology [Teologia Natural], no qual argumentouque se pode observar a natureza a fim de desenvolver uma compreensão do caráter de Deus. Ele escreveuextensivamente sobre as maneiras pelas quais as características dos animais revelam o cuidado e a habilidade doCriador. No entanto, Paley pode ter exagerado algumas características, porque ele não reconheceu os efeitos que opecado e a queda exerceram sobre a natureza. Apesar disso, seu argumento geral nunca foi refutado, embora tenhamocorrido numerosas e clamorosas alegações ao contrário!Charles Darwin, por outro lado, argumentou que um Deus que projetasse todas as características da natureza não seriabom. Como prova, ele se referiu a um parasita que se alimenta nos corpos vivos de lagartas e a forma cruel pela qual umgato brinca com um rato. Para ele, esses exemplos eram evidências contra a existência de um amoroso Deus Criador.Compreendemos que Paley estava, obviamente, mais perto da verdade do que Darwin. Mas a lição desta semanaexaminará o que a Bíblia tem a dizer sobre a questão do que a natureza revela e daquilo que ela não revela, sobre Deus.Domingo Ano Bíblico: Lv 26, 27A Terra é do SenhorUm cientista, certa vez, fez um desafio a Deus. Argumentou que ele poderia criar a humanidade tão bem quantoqualquer deus. O Senhor disse: “Ok, vá em frente e faça isso.” O cientista começou a juntar algum pó, mas Deus disse:“Espere um minuto. Faça seu próprio pó!”Embora essa história seja apenas uma fábula, a lição é clara: Deus é o único que pode criar do nada. Deus fez todo omaterial do Universo, incluindo nosso mundo, nossas posses e nosso corpo. Ele é o dono legítimo de todas as coisas.1. Qual é a mensagem básica dos textos a seguir? O que essa mensagem nos diz sobre a maneira pela qual devemos nosrelacionar com o mundo, com os outros e com Deus? Sl 24:1, 2; Jó 41:11; Sl 50:10; Is 43:1, 2; 1Co 6:19, 20Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Fundou-a ele sobre os marese sobre as correntes a estabeleceu. (Sal. 24:1-2)Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu. (Jó41:11)Pois são meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas. (Sal. 50:10)Mas agora, assim diz o SENHOR, que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-tepelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão;quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. (Isa. 43:1-2)Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, eque não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo. (1 Cor.6:19-20) ramos@advir.com
  • 2. Um hino cristão muito apreciado começa com as palavras: “O mundo é de meu Deus” (Hinário Adventista, 36). Este éverdadeiramente o mundo de nosso Pai, porque Ele o criou. Não há reivindicação de propriedade mais legítima do queSua capacidade de criação. Deus criou e, portanto, possui todo o Universo, os céus, a Terra e tudo o que neles há.Não apenas o mundo pertence a Deus, mas Ele também reivindica a propriedade de todas as criaturas da Terra. Nenhumoutro ser tem o poder de criar vida. Deus é o único Criador e, como tal, o proprietário final de cada criatura. Dependemostotalmente dEle para nossa existência. Nada podemos dar a Deus, exceto nossa lealdade. Todas as outras coisas na Terrajá pertencem a Ele.Além disso, pertencemos a Deus, não apenas pela criação, porém, mais importante ainda, pela redenção. Embora sejaum dom maravilhoso de Deus, a vida humana foi muito prejudicada pelo pecado e termina com a morte, umaperspectiva que despoja a vida de todo significado e propósito. A vida, como agora existe para nós, não é tão fantástica.Nossa única esperança é a maravilhosa promessa da redenção, a única coisa que pode restaurar tudo novamente. Assim,somos de Cristo pela criação e pela redenção.Segunda Ano Bíblico: Nm 1–3Um mundo caídoUma coisa é certa: o mundo em que vivemos hoje está muito diferente daquele que surgiu do Senhor no fim da semanada criação. Certamente, uma poderosa evidência de beleza e planejamento existe em quase toda parte. No entanto,somos seres afetados pelo pecado, vivendo neste mundo de pecado e tentando entendê-lo. Mesmo antes do Dilúvio, oplaneta havia sido impactado negativamente pelo pecado. “Nos dias de Noé uma dupla maldição repousava sobre aTerra, em consequência da transgressão de Adão e do homicídio cometido por Caim” (Ellen G. White, Vidas Que Falam[Meditações Matinais 1971], p. 32).2. Como o mundo foi “amaldiçoado”, e quais foram os resultados dessas maldições? Gn 3:17; 4:11, 12; 5:29E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, malditaé a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. (Gên. 3:17)És agora, pois, maldito por sobre a terra, cuja boca se abriu para receber de tuas mãos o sangue de teu irmão. Quandolavrares o solo, não te dará ele a sua força; serás fugitivo e errante pela terra. (Gên. 4:11-12)pôs-lhe o nome de Noé, dizendo: Este nos consolará dos nossos trabalhos e das fadigas de nossas mãos, nesta terra queo SENHOR amaldiçoou. (Gên. 5:29)A maldição sobre a terra por causa de Adão deve ter envolvido o reino vegetal, porque seus resultados incluíram aprodução de espinhos e cardos. A implicação é que toda a criação foi afetada pelas maldições resultantes do pecado. Acitação acima afirma muito claramente que a maldição sobre Caim não se limitou apenas a ele, mas repousou sobre omundo inteiro.Infelizmente, as maldições em virtude do pecado não terminaram ali, porque o mundo enfrentou outra maldição que oafetou em grande medida. Essa, é claro, foi o Dilúvio mundial. “O Senhor aspirou o suave cheiro e disse consigo mesmo:Não tornarei a amaldiçoar a Terra por causa do homem, porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a suamocidade; nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz” (Gn 8:21).O Dilúvio desorganizou o sistema de irrigação estabelecido por Deus na criação, despojando o solo de porções de terra edepositando-as em outros lugares. Mesmo agora, a chuva continua a dissolver o solo, roubando-lhe sua fertilidade ereduzindo o rendimento da colheita. Deus prometeu graciosamente não amaldiçoar a Terra novamente, mas o solo queherdamos está muito longe do solo rico e produtivo que Ele criou originalmente.Leia Romanos 8:19-22. Embora esses versos sejam difíceis de aceitar, como eles se relacionam com o que estudamos hoje?Que esperança podemos encontrar neles?A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus. Pois a criação está sujeita à vaidade, nãovoluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida docativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo,geme e suporta angústias até agora. (Rom. 8:19-22)Terça Ano Bíblico: Nm 4–6O príncipe deste mundo“Então, perguntou o Senhor a Satanás: Donde vens? Satanás respondeu ao Senhor e disse: De rodear a Terra e passearpor ela” (Jó 1:7); “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que rugeprocurando alguém para devorar” (1Pe 5:8).Como vimos, o mundo pertence a Deus, tanto pela criação quanto pela redenção. Mas não devemos esquecer, também,a realidade de Satanás, a realidade do grande conflito e a realidade da tentativa do inimigo de tomar o controle de tudo oque puder. Embora, depois da cruz, sua derrota tenha sido assegurada, ele não se retirará silenciosa ou suavemente. Suaira e seu poder destrutivo, embora limitados por Deus a um certo grau, de uma forma que certamente não entendemosagora, nunca devem ser subestimados. Não devemos esquecer também que, embora muitas vezes as questões possamparecer obscuras, a batalha final se resume apenas a duas forças: Cristo e Satanás. Não há meio termo. E, como ramos@advir.com
  • 3. sabemos, grande parte deste mundo está sob a bandeira do lado errado. É de admirar que o mundo esteja tãodegenerado?3. Que importante verdade sobre a realidade e o poder do maligno é encontrada na Bíblia? Jo 12:31; 14:30;16:11; Ef 2:2; 6:12Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso. (João 12:31)Já não falarei muito convosco, porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim; (João 14:30)do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. (João 16:11)nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agoraatua nos filhos da desobediência; (Efés. 2:2)porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadoresdeste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. (Efés. 6:12)No livro de Jó é afastada uma parte do véu que esconde a realidade do grande conflito, e podemos ver que Satanás tema capacidade de causar grande destruição no mundo natural. Sejam quais forem as implicações da expressão “o príncipedeste mundo”, uma coisa fica clara: Nesse papel, Satanás ainda exerce uma influência poderosa e destrutiva sobre aTerra. Essa verdade nos dá uma razão a mais para perceber que o mundo natural tem sido muito danificado. Precisamoster muito cuidado com as lições que tiramos dele a respeito de Deus. Afinal, considere os grandes erros de interpretaçãode Darwin a respeito da condição do mundo.De que forma você pode ver, nitidamente, a influência destrutiva de Satanás em sua vida? Por que a cruz e as promessasnela encontradas são sua única esperança?Quarta Ano Bíblico: Nm 7, 8A “sabedoria” do mundoAlcançamos uma quantidade incrível de conhecimento e informação, sobretudo nos últimos duzentos anos.Conhecimento e informação, no entanto, não são necessariamente a mesma coisa que “sabedoria”. Obtemos tambémuma compreensão do mundo natural muito maior que a dos nossos antepassados. Todavia, uma “compreensão maior”também não é a mesma coisa que sabedoria.4. De que maneira Deus avalia a suposta “sabedoria” do mundo? Em nossos dias ainda podemos comprovar a tolicedessa “sabedoria”? 1Co 1:18-21; 3:18-21Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus. Poisestá escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos. Onde está o sábio? Onde, oescriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo? Visto como, nasabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pelaloucura da pregação. (1 Cor. 1:18-21)Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para se tornarsábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própriaastúcia deles. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são pensamentos vãos. Portanto, ninguémse glorie nos homens; porque tudo é vosso: (1 Cor. 3:18-21)Há muita coisa no pensamento humano que desafia a Palavra de Deus. Seja a questão da ressurreição de Jesus, dacriação ou de qualquer milagre, a “sabedoria humana” (mesmo quando apoiada pelos “fatos” da ciência) deve serconsiderada “loucura” quando contradiz a Palavra do Senhor.Além disso, como afirmado anteriormente, grande parte do conhecimento científico de hoje, especialmente no contextodas origens humanas, começa com uma perspectiva puramente naturalista. Mesmo que muitos dos maiores gênios dahistória científica – Newton, Kepler, Galileu – tenham sido crentes em Deus e visto seu trabalho como um auxílio paraexplicar a obra de Deus na criação (Kepler escreveu: “Ó Deus, eu penso os Teus pensamentos depois de Ti ...”), taissentimentos hoje são muitas vezes ridicularizados por segmentos da comunidade científica.Alguns até procuram negar as histórias miraculosas da Bíblia, argumentando que elas realmente foram fenômenos queocorriam naturalmente e que os antigos, ignorantes das leis da natureza, interpretaram erroneamente como ação divina.Há, por exemplo, muitos tipos de teorias naturalistas que procuram explicar a divisão do Mar Vermelho como algodiferente de um milagre de Deus. Alguns anos atrás, um cientista sugeriu que Moisés estava drogado, e então ele ficoualucinado com a ideia de que Deus lhe deu os Dez Mandamentos em tábuas de pedra!Por mais tolas que algumas dessas explicações possam parecer, uma vez que você rejeite a ideia de Deus e dosobrenatural, você precisa inventar alguma outra explicação para essas coisas. Por isso, a “loucura” sobre a qual Pauloescreveu de modo tão claro e profético.Quinta Ano Bíblico: Nm 9–11Pelos olhos da féO Salmo 8 é um dos mais amados. Para Davi, como crente em Deus, a criação falava da majestade e amor do Senhor. ramos@advir.com
  • 4. 5. Que lições específicas Davi contemplava na criação? Além disso, comparando o que sabemos sobre a criação hoje como que era conhecido naquele tempo, por que as palavras de Davi parecem ainda mais notáveis? Sl 8Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade. Daboca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer oinimigo e o vingador. Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que éo homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do queDeus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste:ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre assendas dos mares. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! (Sal. 8)Somente nos últimos cem anos realmente começamos a compreender a vastidão do cosmos e, em comparação com isso,a nossa pequenez. Não se pode sequer imaginar que alguém como Davi, exceto pela revelação divina, pudesse teralguma ideia da grandeza dos “céus”. Se ele ficou admirado naquela época, quanto mais admirados nós devemos ficar,sabendo que, apesar do tamanho do Universo, Deus nos ama com um amor que não podemos nem mesmo começar aentender?6. O que Davi percebia nos céus? Sl 19:1-4Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, euma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; noentanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para osol, (Sal. 19;1-4)Muitos já olharam para as estrelas à noite e reconheceram a grandeza de Deus e a pequenez da humanidade, elouvaram a Deus por Seu cuidado. Outros se concentraram no problema do mal na natureza e culparam Deus pelosproblemas que, na verdade, são o resultado de suas próprias escolhas ou das atividades do diabo.Para o cristão, a criação fala verdadeiramente do cuidado de Deus, mesmo em meio ao mal introduzido por Satanás. Noentanto, por mais poderosos que sejam o testemunho e a evidência do mundo criado, a revelação é incompleta,principalmente devido aos resultados da queda e às maldições que ela trouxe.Leia João 14:9 e pense em Jesus na cruz. Por que a cruz deve ser sempre a principal revelação sobre a natureza e o caráterde Deus?Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; comodizes tu: Mostra-nos o Pai? (João 14:9)Sexta Ano Bíblico: Nm 12–14Estudo adicionalFui advertida (1890) de que futuramente teremos uma luta constante. A chamada ciência e a religião serão postas emoposição uma à outra, pois os homens finitos não compreendem o poder nem a grandeza de Deus. Foram-meapresentadas estas palavras das Escrituras Sagradas: “Dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisaspervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” (At 20:30; Ellen G. White, Medicina e Salvação, p. 98).Perguntas para reflexão1. Pense na “tríplice maldição” (Ellen G. White, Spiritual Gifts [Dons Espirituais], v. 3, p. 88) sobre a Terra (a maldição daqueda de Adão, do pecado de Caim e do Dilúvio). O efeito cumulativo dessas maldições, acrescido por milhares de anos,significa que nosso mundo atual é muito diferente da sua forma quando Deus o criou. Por que, então, devemos sercuidadosos quanto às conclusões que tiramos, a partir do mundo atual, sobre o mundo no princípio?2. A ciência é limitada em seu alcance, sendo propensa a resistir à autoridade divina. Além disso, a influência de Satanásé fortemente sentida na natureza, de modo que muito do que vemos é incompatível com a revelação de Deus na Bíblia.Por que é tão importante confiarmos mais nas Escrituras do que na ciência?3. Por que não devemos nos surpreender ao encontrar alguma tensão entre os eventos sobrenaturais registrados naBíblia e a abordagem materialista da ciência?4. Examine a citação acima. Estamos vendo isso se cumprindo em nossa igreja? Como podemos lidar com esses desafiosperigosos à nossa missão e mensagem, de uma forma que, embora não comprometa nossa posição sobre a criação e aPalavra de Deus, ainda conserve a igreja como um “lugar seguro” para os que lutam com essas questões difíceis?5. Leia Romanos 11:33-36 e Jó 40:1, 2, 7, 8. Qual deve ser nossa atitude para com as dificuldades que encontramos ao procurarharmonizar a ciência e as Escrituras?Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, equão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ouquem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas ascoisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém! (Rom. 11:33-36) ramos@advir.com
  • 5. Disse mais o SENHOR a Jó: Acaso, quem usa de censuras contenderá com o Todo-Poderoso? Quem assim argúi a Deusque responda. (Jó 40:1-2)Cinge agora os lombos como homem; eu te perguntarei, e tu me responderás. Acaso, anularás tu, de fato, o meu juízo?Ou me condenarás, para te justificares? (Jó 40:7-8)Respostas sugestivas: 1. A Terra e seus habitantes pertencem ao Senhor, porque Ele nos criou e salvou. Devemos amar aDeus e aos Seus filhos, nossos irmãos. 2. A maldição sobre a Terra tornou mais difícil a obtenção do alimento. A violênciatrouxe maldição sobre a Terra e sobre os relacionamentos sociais. 3. O diabo é o príncipe do mundo, o príncipe dapotestade do ar, o espírito que atua nos filhos da desobediência. As forças das trevas lutam contra nós. 4. Para Deus, asabedoria do mundo é loucura. 5. A majestade da criação desperta o louvor ao Criador; apesar da grandeza do Universo,Deus valoriza e honra os seres humanos, criados à Sua imagem. O conhecimento da ciência nos deixa ainda maisimpressionados com as maravilhas da criação. 6. A glória de Deus e a obra de Suas mãos. Os dias e as noites proclamamo conhecimento de que existe um Criador por trás das obras do Universo. Resumo da Lição 7 – Vendo por espelho, obscuramenteTexto-chave: Gênesis 3:16-19E à mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teudesejo será para o teu marido, e ele te governará. E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste daárvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante osdias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. No suor do rosto comerás o teupão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás. (Gên. 3:16-19)O aluno deverá...Conhecer: A diferença entre revelação geral, revelação pela natureza e revelação especial.Sentir: Como as mensagens da natureza, embora confusas, ainda podem nos ajudar a entender melhor quem é Deus equem somos em relação a Ele.Fazer: Permitir que os limites da maldição nos ensinem as nossas limitações humanas e nossa dependência de Deus.EsboçoI. Conhecer: Revelação geral versus revelação especialA. O que podemos aprender sobre Deus por meio da maldição do Éden?B. Qual é a diferença entre revelação especial e revelação geral?II. Sentir: Avaliando as nossas limitações humanasA. Como os juízos do Éden nos confrontam com as nossas limitações humanas?B. Como esses juízos, apesar de suas limitações, ou talvez por causa delas, na verdade nos oferecem conforto esegurança em um mundo destruído?III. Fazer: Vivendo dentro dos nossos limitesA. Como você pode aprender a se relacionar com Deus ao confrontar as limitações causadas pelas maldições do Éden?B. Em que áreas da vida você pode aprender a depender mais plenamente de Deus do que você está dependendo agora?Resumo: Deus Se revela através da revelação especial, mas também através da natureza, de formas mais limitadas egerais. A revelação geral através da natureza transmite mensagens confusas sobre Deus. Jó nos dá uma perspectivasobre a razão pela qual o mal natural ocorre. No entanto, o mal ainda é permitido por Deus. A razão para isso é que aqueda da humanidade foi, em parte, devida ao desejo das criaturas de transcender os seus limites e se tornarem divinos.As medidas corretivas de Deus resultaram em maldições que aumentaram as limitações humanas. Essas limitações nosajudam a reconhecer mais facilmente que nunca poderemos ser como Deus e que dependemos de um Deus maior emais poderoso do que nós mesmos.Ciclo do aprendizadoMotivaçãoConceito-chave para o crescimento espiritual: As mensagens que a natureza transmite a respeito de Deus são confusasdevido à queda, a atividade satânica e aos nossos pecados. No entanto, a natureza ainda revela um Deus clemente eamoroso, mesmo enquanto vivemos sob a maldição edênica.Só para o professor: Relembre à sua classe que, embora a natureza possa nos mostrar coisas sobre quem é Deus, asmensagens confusas da natureza coloca sérios limites na exatidão do conhecimento de Deus que podemos obter atravésda natureza.Nos séculos XVI e XVII, teologias naturais foram uma busca popular de muitos intelectuais cristãos. Essa obsessão com ateologia natural levou a um grande debate sobre quanto podemos conhecer sobre Deus por meio do estudo da natureza.A maioria dos protestantes era pessimista sobre a capacidade da teologia natural de revelar Deus, devido à sua crençade que tanto a natureza quanto a razão humana haviam sido arruinadas pelo pecado. A partir dos debates sobre ateologia natural, foi feita uma distinção entre dois tipos de revelação divina: geral e especial. A revelação geral se referea aspectos sobre Deus que podem ser inferidos por meio do estudo da natureza. A revelação geral é vista como limitadanaquilo que ela pode nos revelar. Paulo apresentou apenas dois dos atributos invisíveis de Deus que os gentios poderiaminferir da natureza: Seu eterno poder e divindade (Rm 1:19, 20). Sem dúvida, podemos obter outras conclusões, mas nãohá dúvida de que a revelação geral pode ser deficiente em clareza devido às mensagens confusas da natureza. ramos@advir.com
  • 6. Por outro lado, a revelação especial é o tipo de revelação em que Deus comunica informações específicas e claras aosseres humanos, por meio dos profetas, sonhos, visões e comunicação direta. Parece que muitas das teologias naturaisproduzidas descobriram uma revelação especial na natureza, criando uma clareza maior do que podemos encontrar nomundo natural. No entanto, mesmo a presença de calamidades, doenças e incerteza neste mundo podem ser umtestemunho do amor e da graça de Deus.Pergunta de abertura: Compartilhe uma experiência em que algo aparentemente negativo acabou sendo uma bênção emsua vida. O que esse resultado sugere sobre a maneira pela qual percebemos as calamidades e dificuldades em nossavida?CompreensãoSó para o professor: Embora Gênesis 3 contenha a primeira promessa evangélica clara, a maldição sobre o homem e aTerra ainda tem um papel redentor na experiência humana e, assim, testemunha da graça e do amor de Deus.Comentário BíblicoEspinhos, ervas daninhas e morte: a maldição que fala do amor (Recapitule com a classe Gn 3:16-19.)"Os céus proclamam a glória de Deus" (Sl 19:1), disse o salmista, mas quem entende a mensagem? Adoradores animistasmuitas vezes têm uma visão muito mais terrível de Deus porque acham que a natureza é caprichosa e incerta. O futurotrará inundação ou seca? O meu filho ficará doente e morrerá, ou crescerá até a idade adulta? Calamidade e bênçãoparecem estar a uma piscadela de distância.O darwinista devoto não parece estar em situação muito melhor. Que tipo de Deus teria criado propositadamente atravésde processos aleatórios, cheios de sofrimento? David Hull, como observado anteriormente, considerou que "O Deus deGalápagos" – dos processos aleatórios e evolutivos – "é negligente, desperdiçador, indiferente e quase diabólico" (DavidL. Hull, “The God of the Galápagos” [O Deus de Galápagos], Nature 352; 8 de Agosto de 1991, p. 486). Outros teólogosafirmam que a evolução mostra que Deus é bom, mas limitado em poder. Ele não pode erradicar o sofrimento e o mal,mas com empatia Ele sofre conosco. De qualquer forma, parece que esse não é o "tipo de Deus a quem estaríamosinclinados a orar" (p. 486).Por outro lado, os crentes na criação veem uma ordem básica e uma estrutura racional natureza que testemunham deum hábil Criador. Os Salmos 8 e 19 enaltecem essa perspectiva. A crença na criação teve um papel fundamental nodesenvolvimento do método científico, porque os cientistas acreditavam que Deus criou de forma ordenada, racional ecompreensível, tornando possíveis resultados experimentais preditivos. Apesar das influências do pecado – catástrofes,doenças, e coisas semelhantes – os cientistas ainda discerniam uma ordem fundamental e lógica na natureza. Assim, anatureza apresenta duas faces: uma de males casuais e outra de ordem e planejamento divinos.As mensagens conflitantes encontradas na natureza levam a questões profundas sobre Deus, especialmente no que dizrespeito à teodiceia. Como a natureza pode testemunhar de um Deus bom quando bebês morrem e coisas semelhantesacontecem? Os adventistas do sétimo dia se voltaram para o tema do grande conflito para ajudar a explicar a mensagemconfusa da natureza. Com base na história de Jó, entendemos que os desastres naturais são consequências gerais dopecado ou das atividades diretas de Satanás. Mas esse pensamento não explica adequadamente os juízos de Gênesis 3.Visto que Deus pronunciou uma maldição, incluindo a morte, sobre os seres humanos e a Terra, parece que devemoslevar em conta mais do que meras influências satânicas, a fim de explicar o mal natural. Por que Deus imporia espinhos,ervas daninhas e morte?É possível argumentar que o problema fundamental com Adão e Eva foi uma falha em reconhecer e aceitar que eleseram criaturas com limitações vivendo sob a soberania divina. O casal tentou transcender seus limites de criatura e sercomo Deus, sem limites. Assim, a ação disciplinar de Deus teve que ser apropriada à transgressão. Por isso, Deus impôsuma maldição, aumentando o nível de limitações sobre a humanidade, a fim de reiterar e reforçar a ideia de que somoscriaturas limitadas que necessitam da soberania do Criador. Embora Deus não ocasione todo o mal natural, Ele permitiuque a humanidade seguisse o governante de sua escolha, Satanás, mas não sem limitações protetoras. Assim, temosmensagens misturadas de maldição e bênção neste mundo. No entanto, quando consideradas como uma ferramenta dedisciplina, mesmo a maldição fala de um Deus amoroso, que busca nos ajudar a retornar a um relacionamento adequadocom Ele. Assim, mesmo as confusas mensagens de maldição refletem a graça, tanto quanto a primeira promessa deredenção em Gênesis 3:15.Pense nisto: Paulo falou que tinha “um espinho na carne", que Deus não removeria. Ao contrário, Deus disse a Paulo queSeu poder seria aperfeiçoado através da fraqueza de Paulo – o espinho na sua carne. Paulo, portanto, utilizou o espinhocomo uma ferramenta para treinar a si mesmo a fim de ver os "espinhos" como instrumentos disciplinares da bênção,que ensinam sobre dependência de Deus. Quais são alguns espinhos que você pode transformar em instrumentosespirituais, ensinando você a depender mais de Deus?AplicaçãoSó para o professor: A lição desta semana tocou brevemente na cena do juízo de Gênesis 3:8-21. Esse é o primeiro exemplobíblico de Deus realizando um juízo "investigativo". Note a ordem: primeiro Deus conduz uma investigação, e entãopronuncia a sentença.Perguntas de reflexão:1. Por que Deus conduziu uma investigação? Por que não apenas chegar e anunciar a culpa e dar fim ao processo?2. Qual foi o propósito de responsabilizar os seres humanos em Gênesis 3? Foi um ato disciplinar, redentor ou punitivo? Oque na história provê a evidência para apoiar sua resposta? ramos@advir.com
  • 7. CriatividadeSó para o professor: Vivemos em um mundo que nos encoraja a estender e até mesmo desafiar os nossos limites. Noentanto, parte de um relacionamento adequado com Deus requer que reconheçamos os limites estabelecidos para nósna criação.Atividade para discussão: Você tem a tendência de ignorar os limites de Deus para sua vida? Como você pode reconhecermais a sua necessidade do domínio soberano do Senhor em sua vida? ramos@advir.com