EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO                          ESSA É A COR DO SEU CADERNO DE PROVAS!                            ...
*ROSA75sab1*                                                                             2010CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNO...
2010                                                                                                                      ...
*ROSA75sab3*                                                                          2010                                ...
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permanente”, trazida pela Revolução Industrial, decorria                                                                  ...
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E racionalização.                                                                                                        2...
2010                                                                                                                      ...
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EHQH¿FLDPHQWR GR SURGXWR H GR HPSUHJR GH QRYRV WLSRV GH      +LVWyULD GD $PpULFD /DWLQD GD ,QGHSHQGrQFLD DWp , v. III. São...
2 6pFXOR ;;,                                                                                                              ...
SUHFLVD DGPLQLVWUDU                                                 Tinha a dignidade de um mestre-salaDV GLIHUHQoDV HQWUH...
2010                                                                                                                      ...
FRQÀLWR PLOLWDU FXMD FREHUWXUD MRUQDOtVWLFDDOL DYLVWDPRV KRPHQV TXH DQGDYDP SHOD SUDLD REUD                               ...
*ROSA75sab11*                                                                                 2010Questão 35              ...
HQWUH DV TXDLV D ,QWHUQHW R TXH IDFLOLWRX LPHQVDPHQWHLevando em cRQWD R FRQWH[WR SROtWLFRLQVWLWXFLRQDO GRV                ...
2010                                                                                                                      ...
DEULX LQVFULo}HV QD VHPDQD SDVVDGD $ JUDGH                                          UHDOL]DU DWRV SROtWLFRV LOHJDLV H FRP ...
D a insatisfação popular diante da atuação dos partidos2 WH[WR WUDWD GH XPD SROtWLFD S~EOLFD GH DomR D¿UPDWLYD            ...
HQWmR H[LVWHQWHV H IHz avançar a museologia antiga.                                                                       ...
*ROSA75sab13*                                                                                      2010                   ...
Art. 11 – ([FOXHPVH GH TXDOTXHU DSUHFLDomR MXGLFLDO WRGRV RVNo mito Édipo Rei, VmR GLJQRV GH GHVWDTXH RV WHPDV GR         ...
DVFDGXUD 9D] /RER ,UDMiO meu lugar,                                                                                       ...
SROtWLFD Go povo brasileiro.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 13
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  1. 1. EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ESSA É A COR DO SEU CADERNO DE PROVAS! MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA 1º DIA CADERNO 4 ROSA 2010 2ª APLICAÇÃO PROVA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém 90 questões numeradas de 1 a 90, 8 O tempo disponível para estas provas é de quatro horas e trinta dispostas da seguinte maneira: minutos. a. as questões de número 1 a 45 são relativas à área de Ciências Humanas e suas Tecnologias; 9 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE QUESTÕES não b. as questões de número 46 a 90 são relativas à área de serão considerados na avaliação. Ciências da Natureza e suas Tecnologias. 10 Quando terminar as provas, entregue ao aplicador este CADERNO DE2 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a opção QUESTÕES e o CARTÃO-RESPOSTA. correspondente à cor desta capa: 1-Azul; 2-Amarela; 3-Branca ou 4-Rosa. ATENÇÃO: se você assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os 11 Você somente poderá deixar o local de prova após decorridas duas horas campos em branco, sua prova não será corrigida. do início da sua aplicação. Caso permaneça na sala por, no mínimo, quatro horas após o início da prova, você poderá levar este CADERNO DE3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados estão registrados QUESTÕES. corretamente. Caso haja alguma divergência, comunique-a imediatamente 12 Você será excluído do exame caso: ao aplicador da sala. a. utilize, durante a realização da prova, máquinas e/ou4 Após a conferência, escreva e assine seu nome nos espaços próprios do relógios de calcular, bem como rádios, gravadores, CARTÃO-RESPOSTA com caneta esferográfica de tinta preta. headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie;5 Não dobre, não amasse, nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA. Ele não poderá ser substituído. b. se ausente da sala de provas levando consigo o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA antes6 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções, do prazo estabelecido; identificadas com as letras A , B , C , D e E . Apenas uma responde corretamente à questão. c. aja com incorreção ou descortesia para com qualquer participante do processo de aplicação das provas;7 No CARTÃO-RESPOSTA, marque, para cada questão, a letra correspondente à opção escolhida para a resposta, preenchendo todo o espaço compreendido d. se comunique com outro participante, verbalmente, por no círculo, com caneta esferográfica de tinta preta. Você deve, portanto, escrito ou por qualquer outra forma; assinalar apenas uma opção em cada questão. A marcação em mais de uma opção anula a questão, mesmo que uma das respostas esteja correta. e. apresente dado(s) falso(s) na sua identificação pessoal. *rosa75sab0*
  2. 2. *ROSA75sab1* 2010CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIASQuestões de 1 a 45 $V WHQGrQFLDV SRSXODFLRnais QHVVHV SDtVHV HVWmRQuestão 1 relacionadas a uma transformaçãoSe, por um lado, o ser humano, como animal, é parte A na estrutura familiar dessas sociedades, impactada porintegrante da natureza e necessita dela para continuar PXGDQoDV QRV SURMHWRV GH YLGD GDV QRYDV JHUDo}HVsobrevivendo, por outro, como ser social, cada dia mais B QR FRPSRUWDPHQWR GDV PXOKHUHV PDLV MRYHQV TXH WrPVR¿VWLFD RV PHFDQLVPRV GH H[WUDLU GD QDWXUH]D UHFXUVRV TXH imposto seus planos de maternidade aos homens.ao serem aproveitados, podem alterar de modo profundo a C QR Q~PHUR GH FDVDPHQWRV TXH FUHVFHX QRV ~OWLPRVfuncionalidade harmônica dos ambientes naturais. anos, reforçando a estrutura familiar tradicional. ROSS, J. L. S. (Org.). *HRJUD¿D GR %UDVLO. São Paulo: EDUSP, 2005 (adaptado). D no fornecimento de pensões de aposentadoria, em TXHGD GLDQWH GH XPD SRSXODomR GH PDLRULD MRYHPA relação entre a sociedade e a natureza vem sofrendo E QD WD[D GH PRUWDOLGDGH LQIDQWLO HXURSHLD HP FRQWtQXDprofundas mudanças em razão do conhecimento ascensão, decorrente de pandemias na primeira infância.WpFQLFR $ SDUWLU GD OHLWXUD GR WH[WR LGHQWL¿TXH D SRVVtYHOFRQVHTXrQFLD GR DYDQoR GD WpFQLFD VREUH R PHLR QDWXUDO Questão 3A A sociedade aumentou o uso de insumos O crescimento rápido das cidades nem sempre é TXtPLFRV – DJURWy[LFRV H IHUWLOL]DQWHV – e, assim, acompanhado, no mesmo ritmo, pelo atendimento de os riscos de contaminação. LQIUDHVWUXWXUD SDUD D PHOKRULD GD TXDOLGDGH GH YLGDB O homem, a partir da evolução técnica, conseguiu $ GH¿FLrQFLD GH UHGHV GH iJXD WUDWDGD GH FROHWD e tratamento de esgoto, de pavimentação de ruas, H[SORUDU D QDWXUH]D H GLIXQGLU KDUPRQLD QD YLGD VRFLDO de galerias de águas pluviais, de áreas de lazer, deC $V GHJUDGDo}HV SURGX]LGDV SHOD H[SORUDomR GRV iUHDV YHUGHV GH Q~FOHRV GH IRUPDomR HGXFDFLRQDO H UHFXUVRV QDWXUDLV VmR UHYHUVtYHLV R TXH GH FHUWD SUR¿VVLRQDO GH Q~FOHRV GH DWHQGLPHQWR PpGLFRVDQLWiULR é comum nessas cidades. forma, possibilita a recriação da natureza. ROSS, J. L. S. (Org.) *HRJUD¿D GR %UDVLO. São Paulo: EDUSP, 2009 (adaptado).D O desenvolvimento técnico, dirigido para a 6DEHQGR TXH R DFHOerado crescimento populacional recomposição de áreas degradadas, superou os urbano está articulado com a escassez de recursos efeitos negativos da degradação. ¿QDQFHLURV H D GL¿FXOGDGH GH LPSOHPHQWDomR GH OHLV de proteção ao meio ambiente, pode-se estabelecer oE As mudanças provocadas pelas ações humanas HVWtPXOR D XPD UHODomR VXVWHQWiYHO HQWUH FRQVHUYDomR H VREUH D QDWXUH]D IRUDP PtQLPDV XPD YH] TXH RV produção a partir recursos utilizados são de caráter renovável. A do aumento do consumo, pela população maisQuestão 2 SREUH GH SURGXWRV LQGXVWULDOL]DGRV SDUD R HTXLOLEULR da capacidade de consumo entre as classes.Um fenômeno importaQWH TXH YHP RFRUUHQGR QDV ~OWLPDV B GD VHOHomR H UHFXSHUDomR GR OL[R XUEDQR TXH Mi pTXDWUR GpFDGDV p R EDL[R FUHVFLPHQWR SRSXODFLRQDO uma prática rotineira nos grandes centros urbanosQD (XURSD SULQFLSDOPHQWH HP DOJXQV SDtVHV FRPR GRV SDtVHV HP GHVHQYROYLPHQWR$OHPDQKD H ÈXVWULD RQGH KRXYH XPD EUXVFD TXHGD QD C da diminuição acelerada do uso de recursos naturais,WD[D GH QDWDOLGDGH (VVH IHQ{PHQR p HVSHFLDOPHQWH DLQGD TXH LVVR UHSUHVHQWH SHUGD GD TXDOLGDGH GHSUHRFXSDQWH SHOR IDWR GH D PDLRULD GHVVHV SDtVHV Mi vida de milhões de pessoas.WHU FKHJDGR D XP tQGLFH LQIHULRU DR ³QtYHO GH UHQRYDomR D da fabricação de produtos reutilizáveis e biodegradáveis, evitando-se substituições e descartes,GD SRSXODomR´ HVWLPDGR HP ¿OKRV SRU PXOKHU $ como medidas para a redução da degradaçãodiminuição da natalidade europeia tem várias causas, ambiental.DOJXPDV GH FDUiWHU GHPRJUi¿FR RXWUDV GH FDUiWHU E GD WUDQVIHUrQFLD GRV DWHUURV VDQLWiULRV SDUD DV SDUWHVcultural e socioeconômico. mais periféricas das grandes cidades, visando-se à OLIVEIRA, P. S. ,QWURGXomR j VRFLRORgia. São Paulo: Ática, 2004 (adaptado). preservação dos ambientes naturais.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 1
  3. 3. 2010 *ROSA75sab2* A tirinha mostra TXH R VHU KXPDQo, na busca de atenderQuestão 4 suas necessidades e de se apropriar dos espaços,$ EDQGHLUD GD (XURSD QmR p DSHQDV R VtPEROR GD 8QLmR A adotou a acomodação evolucionária como forma deEuropeia, mas também da unidade e da identidade VREUHYLYrQFLD DR VH GDU FRQWD GH VXDV GH¿FLrQFLDVGD (XURSD HP VHQWLGR PDLV ODWR 2 FtUFXOR GH HVWUHODV impostas pelo meio ambiente.douradas representa a solidariedade e a harmonia entre B utilizou o conhecimento e a técnica para criaros povos da Europa. LVSRQtYHO HP KWWSHXURSDHXLQGH[BSWKWP HTXLSDPHQWRV TXH OKH SHUPLWLUDP FRPSHQVDU DV Acesso em: 29 abr. 2010 (adaptado). VXDV OLPLWDo}HV ItVLFDV$ TXH VH SRGH DWULEXLU D FRQWUDGLomR LQWUtQVHFD HQWUH R TXH C levou vantagens em relação aos seres de menorpropõe a bandeira da Europa e o cotidiano vivenciado HVWDWXUD SRU SRVVXLU XP ItVLFR EDVWDQWH GHVHQYROYLGRpelas nações integrantes da União Europeia? TXH OKH SHUPLWLD PXLWD DJLOLGDGH D dispensou o uso da tecnologia por ter um organismoA $R FRQWH[WR GD GpFDGD GH QR TXDO D EDQGHLUD IRL adaptável aos diferentes tipos de meio ambiente. IRUMDGD H HP TXH VH SUHWHQGLD D IUDWHUQLGDGH HQWUH RV povos traumatizados pela Primeira Guerra Mundial. E sofreu desvantagens em relação a outras espécies, por utilizar os recursos naturais como forma de seB $R IDWR GH TXH R LGHDO GH HTXLOtEULR LPSOtFLWR QD apropriar dos diferentes espaços. EDQGHLUD QHP VHPSUH VH FRDGXQD FRP RV FRQÀLWRV H Questão 6 rivalidades regionais tradicionais. H IDWR TXH DOWHUQDWLYa restava aos portugueses, aoC $R IDWR GH TXH $OHPDQKD H ,WiOLD DLQGD VmR YLVWDV se verem diante de uma mata virgem e necessitando de FRP GHVFRQ¿DQoD SRU ,QJODWHUUD H )UDQoD PHVPR terra para cultivo, a não ser derrubar a mata e atear-lhe DSyV GpFDGDV GR ¿QDO GD 6HJXQGD *XHUUD 0XQGLDO IRJR 6HULD SRLV LQMXVWR UHSURYiORV SRU WHUHP FRPHoDGR dessa maneira. Todavia, podemos culpar os seusD $R IDWR GH TXH D EDQGHLUD IRL FRQFHELGD SRU GHVFHQGHQWHV H FRP UD]mR SRU FRQWLQXDUHP D TXHLPDU DV ÀRUHVWDV TXDQGR Ki DJRUD QR LQtFLR GR VpFXOR ;,; SRUWXJXHVHV H HVSDQKyLV TXH SRVVXHP XPD tanta terra limpa e pronta para o cultivo à sua disposição. FRQYLYrQFLD PDLV KDUP{QLFD GR TXH DV GHPDLV SAINT-HILAIRE, A. Viagem às nascentes do rio S. Francisco [1847]. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: EDUSP, 1975 (adaptado). nações europeias. 1R WH[WR Ki LQIRUPao}HV VREUH D SUiWLFD GD TXHLPDGDE $R IDWR GH TXH D EDQGHLUD UHSUHVHQWD DV HP GLIHUHQWHV SHUtRGRV GD KLVWyULD GR %UDVLO 6HJXQGR D DVSLUDo}HV UHOLJLRVDV GRV SDtVHV GH YRFDomR análise apresentada, os portugueses católica, contrapondo-se ao cotidiano das nações A evitaram ePLWLU MXt]R GH YDORU VREUH D SUiWLFD GD protestantes. TXHLPDGDQuestão 5 B FRQVLGHUDUDP TXH D TXHLPDGD HUD QHFHVViULD HP certas circunstâncias. C FRQFRUGDUDP TXDQWR j TXHLPDGD WHU VLGR XPD SUiWLFD DJUtFROD LQVX¿FLHQWH D HQWHQGHUDP TXH D TXHLPDGD HUD XPD SUiWLFD QHFHVViULD QR LQtFLR GR VpF ;,; E UHODFLRQDUDP D TXHLPDGD DR GHVFDVR GRV DJULFXOWRUHV 1RYD (VFROD, nº 226, out. 2009. da época com a terra. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 2
  4. 4. *ROSA75sab3* 2010 2 DXWRU H[S}H XPD WHQGrncia de aumento de produtividadeQuestão 7 DJUtFROD SRU WUDEDOKDGRU UXUDO QD TXDO PHQRV SHVVRDVO mapa mostra a distribuição de bovinos no bioma SURGX]HP PDLV DOLPHQWRV TXH SRGe ser H[SOLFDGDDPD]{QLFR FXMD RFXSDomR IRL UHVSRQViYHO SHOR A SHOD H[LJrQFLD Ge abastecimento das populaçõesGHVPDWDPHQWR GH VLJQL¿FDWLYDV H[WHQV}HV GH WHUUD QD XUEDQDV TXH WUDEDOKDP PDMRULWDULDPHQWH QR VHWRUUHJLmR 9HUL¿FDVH TXH H[LVWHP PXQLFtSLRV FRP JUDQGH primário da economia.contingente de bovinos, nas áreas mais escuras do B SHOD LPSRVLomR GH JRYHUQRV TXH FULDP SROtWLFDVmapa, entre 750 001 e 1 500 000 cabeças de bovinos. HFRQ{PLFDV SDUD R IDYRUHFLPHQWR GR FUpGLWR DJUtFROD3URGXomR GH %RYLQRV (IHWLYRV GH DEHoDV HP C SHOD LQFRUSRUDomR KRPRJrQHD GRV DJULFXOWRUHV jV QR %LRPD $PD]{QLFR VHJXQGR PXQicípios técnicas de modernização, sobretudo na relação ODWLI~QGLRPLQLI~QGLR D pela dinamização econômica desse setor e utilização GH QRYDV WpFQLFDV H HTXLSDPHQWRV GH SURGXomR pelos agricultores. E SHOR DFHVVR jV QRYDV WHFQRORJLDV R TXH IH] FRP TXH áreas em altas latitudes, acima de 66°, passassem a ser grandes produtoUDV DJUtFRlas. Questão 9 LVSRQtYHO HP ZZZLEJHJRYEU $FHVVR HP MXO $ DQiOLVH GR PDSD SHUPLWH FRQFOXLU TXHA RV HVWDGRV GR 3DUi 0DWR *URVVR H 5RQG{QLD GHWrP a maior parte de bovinos em relação ao bioma amazônico.B RV PXQLFtSLRV GH PDLRU H[WHQVmR VmR UHVSRQViYHLV pela maior produção de bovinos, segundo mostra a legenda.C a criação de bovinos é a atividade econômica SULQFLSDO QRV PXQLFtSLRV PRVWUDGRV QR PDSDD o efetivo de cabeças de bovinos se distribui amplamente pelo bioma amazônico.E DV WHUUDV ÀRUHVWDGDV VmR DV iUHDV PDLV IDYRUiYHLV DR desenvolvimento da criação de bovinos. LVSRQtYHO HP KWWSZZZIFWXQHVSEU $FHVVR HP DEU $ LQWHUSUHWDomR GR PDSD LQGLFD TXH HQWUH H Questão 8 D H[SDQVmR WHUULWRULDO GD SURGXomR EUDVLOHLUD GH VRMD ocorreu da região1R VpFXOR ;,;, para alimentar um habitante urbano, eram A Sul em direção às regiões Centro-Oeste e Nordeste.necessárias cerca de 60 pessoas trabalhando no campo. B Sudeste em direção às regiões Sul e Centro-Oeste.(VVD SURSRUomR IRL VH PRGL¿FDQGR DR ORQJR GHVWHV GRLV C Centro-Oeste em direção às regiões Sudeste e Nordeste.VpFXORV (P FHUWRV SDtVHV KRMH Ki XP KDELWDQWH UXUDO D Norte em direção às regiões Sul e Nordeste.para cada dez urbanos. E Nordeste em direção às regiões Norte e Centro- SANTOS, M. 0HWDPRUIRVHV GR HVSDoR KDELWDGR. São Paulo: EDUSP, 2008. Oeste.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 3
  5. 5. 2010 *ROSA75sab4*Questão 10 A letra da canção apresenta um tema recorrente na história da colonização brasileira, as relações de poderO volume de matéria-prima recuperado pela reciclagem entre portugueses e povos nativos, e representa uma FUtWLFD j LGHLD SUHVHQWH QR FKDPDGR PLWRGR OL[R HVWi PXLWR DEDL[R GDV QHFHVVLGDGHV GD LQG~VWULD A da democracia racial, originado das relações cordiais1R HQWDQWR PDLV TXH XPD IRUPD GH UHVSRQGHU DR HVWDEHOHFLGDV HQWUH SRUWXJXHVHV H QDWLYRV QR SHUtRGRaumento da demanda industrial por matérias-primas e DQWHULRU DR LQtFLR GD FRORQL]DomR EUDVLOHLUDHQHUJLD D UHFLFODJHP p XPD IRUPD GH UHLQWURGX]LU R OL[R B da cordialidade brasileira, advinda da forma comono processo industrial. os povos nativos se associaram economicamente aos portugueses, participando dos negócios 6$5/$72 ) 3217,1 - $ R QLFKR DR OL[R. São Paulo: Atual, 1992 (adaptado). coloniais açucareiros.A prática abRUGDGD QR WH[WR FRUUHVSRQGH QR FRQWH[WR C GR EUDVLOHLUR UHFHSWLYR RULXQGR GD IDFLOLGDGH FRP TXHJOREDO D XPD VLWXDomR GH VXVWHQWDELOLGDGH TXH os nativos brasileiros aceitaram as regras impostas pelo FRORQL]DGRU R TXH JDUDQWLX R VXFHVVR GD FRORQL]DomRA reduz o buraco na camada de ozônio nos distritos D da natural miscigenação, resultante da forma como a PHWUySROH LQFHQWLYRX D XQLmR HQWUH FRORQRV H[HVFUDYDV industriais. e nativas para acelerar o povoamento da colônia.B ameniza os efeitos das chuvas ácidas nos polos E GR HQFRQWUR TXH LGHQWL¿FD D FRORQL]DomR SRUWXJXHVD SHWURTXtPLFRV FRPR SDFt¿FD HP IXQomR GDV UHODo}HV GH WURFD estabelecidas nos primeiros contatos entreC diminui os efeitos da poluição atmosférica das portugueses e nativos. LQG~VWULDV VLGHU~UJLFDV Questão 12D diminui a possibilidade de formação das ilhas de Ó sublime pergaminho calor nas áreas urbanas. Libertação geralE UHGX] D XWLOL]DomR GH PDWpULDVSULPDV QDV LQG~VWULDV A princesa chorou ao receber de bens de consumo. A rosa de ouro papal 8PD FKXYD GH ÀRUHV FREULX R VDOmRQuestão 11 ( R QHJUR MRUQDOLVWDKHgança H MRHOKRV EHLMRX D VXD PmRSou 3DWD[y Uma voz na varanda do paço ecoou:6RX ;DYDQWH H DUULUL ³0HX HXV PHX HXVIanomâmi, sou Tupi*XDUDQL VRX DUDMi (VWi H[WLQWD D HVFravidão”Sou Pancaruru, MELODIA, Z.; RUSSO, N.; MADRUGADA, C. 6XEOLPH 3HUJDPLQKR LVSRQtYHO HP KWWSDULMy 7XSLQDMp ZZZ OHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP DEU Sou Potiguar, sou Caeté, O samba-enredo de UHÀHWH H UHIRUoD XPD)XOQL{ 7XSLQDPEi FRQFHSomR DFHUFD GR ¿P GD HVFUDYLGmR DLQGD YLYD HP(X DWUDTXHL QXP SRUWR PXLWR VHJXUR QRVVD PHPyULD PDV TXH QmR HQFRQWUD UHVSDOGR QRVCéu azul, paz e ar puro... estudos históricos mais recentes. Nessa concepçãoBotei as pernas pro ar. ultrapassada, a abolição é apresentada como/RJR VRQKHL TXH HVWDYD QR SDUDtVROnde nem era preciso dormir para sonhar. A FRQTXLVWD GRV WUDEDOKDGRUHV XUEDQRV OLYUHV TXH GHPDQGDYDP D UHGXomR GD MRUQDGD GH WUDEDOKRMas de repente me acordei com a surpresa: B FRQFHVVmR GR JRYHUQR TXH RIHUHFHX EHQHItFLRV DRV8PD HVTXDGUD SRUWXJXHVD YHLR QD SUDLD DWUDFDU negros, sem consideração pelas lutas de escravosDa grande-nau, e abolicionistas.Um branco de barba escura, C UXSWXUD QD HVWUXWXUD VRFLRHFRQ{PLFD GR SDtVVestindo uma armadura me apontou pra me pegar. sendo responsável pela otimização da inclusãoE assustado dei um pulo da rede, social dos libertos.Pressenti a fome, a sede, D IUXWR GH XP SDFWR VRFLDO XPD YH] TXH DJUDGDULD(X SHQVHL ³YmR PH DFDEDU´ RV DJHQWHV KLVWyULFRV HQYROYLGRV QD TXHVWmR/HYDQWHLPH GH %RUGXQD Mi QD PmR fazendeiros, governo e escravos.$t VHQWL QR FRUDomR E IRUPD GH LQFOXVmR VRFLDO XPD YH] TXH D DEROLomRO Brasil vai começar. possibilitaria a concretização de direitos civis e NÓBREGA, A; e )5(,5( : CD 3HUQDPEXFR IDODQGR SDUD R PXQGR, 1998. sociais para os negros. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 4
  6. 6. *ROSA75sab5* 2010 A vem sendo combatida por diversos grupos sociais,Questão 13 em virtude dos elevados custos para a adaptação e2V ~OWLPRV VpFXORV PDUFDP SDUD D DWLYLGDGH DJUtFROD FRP PDQXWHQomR GH SUpGLRV H HTXLSDPHQWRV S~EOLFRVD KXPDQL]DomR H D PHFDQL]DomR GR HVSDoR JHRJUi¿FRuma considerável mudança em termos de produtividade: B está assumindo o status GH SROtWLFD S~EOLFD EHPchegou-se, recentemente, à constituição de um meio como representa um diferencial positivo de marketingWpFQLFRFLHQWt¿FRLQIRUPDFLRQDO FDUDFWHUtVWLFR QmR institucional.apenas da vida urbana, mas também do mundo rural,WDQWR QRV SDtVHV DYDQoDGRV FRPR QDV UHJL}HV PDLV C UHÀHWH SUiWLFD TXH YLDELOL]D SROtWLFDV FRPSHQVDWyULDVGHVHQYROYLGDV GRV SDtVHV SREUHV YROWDGDV VRPHQWH SDUD DV SHVVRDV GHVVH JUXSR TXH SANTOS, M. 3RU XPD RXWUD JOREDOL]DomR do pensamentR ~QLFR j FRQVFLrQFLD XQLYHUVDO estão socialmente organizadas. Rio de Janeiro: Record, 2004 (adaptado). D DVVRFLDVH D XPD HVWUDWpJLD GH PHUFDGR TXH REMHWLYDA modernização da agricultura está associada ao DWUDLU FRQVXPLGRUHV FRP DOJXP WLSR GH GH¿FLrQFLDGHVHQYROYLPHQWR FLHQWt¿FR H WHFQROyJLFR GR SURFHVVR HPERUD HVWHMD GHVFRODGD GDV PHWDV GD JOREDOL]DomRSURGXWLYR HP GLIHUHQWHV SDtVHV $R FRQVLGHUDU DV QRYDVUHODo}HV WHFQROyJLFDV QR FDPSR YHUL¿FDVH TXH D E UHSUHVHQWD SUHRFXSDomR LVRODGD YLVWR TXH R (VWDGR ainda as discrimina e não lhes possibilita meios deA LQWURGXomR GH WHFQRORJLD HTXLOLEURX R GHVHQYROYLPHQWR integração à sociedade sob a ótica econômica. HFRQ{PLFR HQWUH R FDPSR H D FLGDGH UHÀHWLQGR GLUHWDPHQWH QD KXPDQL]DomR GR HVSDoR JHRJUi¿FR Questão 15 QRV SDtVHV PDLV SREUHV Gregório de Matos dH¿QLX QR VpFXOR ;9,,B WHFQL¿FDomR GR HVSDoR JHRJUi¿FR PDUFD R PRGHOR o amRU H D VHQVXDOLGDGH FDUQDO SURGXWLYR GRV SDtVHV ULFRV XPD YH] TXH SUHWHQGHP 2 $PRU p ¿QDOPHQWH XP HPEDUDoR GH SHUQDV XQLmR GH transferir gradativamente as unidades industriais barrigas, um breve tremor de artérias. para o espaço rural. Uma confusão de bocas, uma batalha de veias, umC FRQVWUXomR GH XPD LQIUDHVWUXWXUD FLHQWt¿FD H UHEXOLoR GH DQFDV TXHP GL] Rutra coisa é besta. WHFQROyJLFD SURPRYHX XP FRQMXQWR GH UHODo}HV TXH 9$,1)$6 5 %UDVLO GH WRGRV RV SHFDGRV Revista de História. Ano1, no 1. Rio de Janeiro: geraram novas interações socioespaciais entre o %LEOLRWHFD 1DFLRQDO QRY campo e a cidade. 9LOKHQD GHVFUHYHu DR VHX DPLJR )LORSRQR QRD DTXLVLomR GH PiTXLQDV H LPSOHPHQWRV LQGXVWULDLV incorporados ao campo, proporcionou o aumento da VpFXOR ;9,,, D VHQVXDOLGDGH QDV UXDV GH 6DOYDGRU produtividade, libertando o campo da subordinação Causa essencial de muitas moléstias nesta cidade é a à cidade. GHVRUGHQDGD SDL[mR VHQVXDO TXH DWURSHOD H UHOD[D R ULJRUE incorporação de novos elementos produtivos da Justiça, as leis divinas, eclesiásticas, civis e criminais. oriundos da atividade rural resultou em uma relação /RJR TXH DQRXWHFH HQWXOKDP DV UXDV OLELGLQRVRV YDGLRV com a cadeia produtiva industrial, subordinando a H RFLRVRV GH XP H RXWUR VH[R 9DJDP SHODV UXDV H VHP cidade ao campo. SHMR ID]HP JDOD GD VXD WRUSH]a. VILHENA, L.S. $ %DKLD QR VpFXOR ;9,,, Coleção Baiana. v. 1. Salvador: Itapuã, 1969 (adaptado).Questão 14A Convenção da ONU sobre Direitos das Pessoas com A sensualidade foi assunto recorrente no BrasilH¿FLrQFLDV UHDOL]DGD HP HP 1RYD RUN WHYH FRORQLDO 2SLQL}HV VH GLYLGLDP TXDQGR R WHPD DIURQWDYDFRPR REMHWLYR PHOKRUDU D YLGD GD SRSXODomR GH GLUHWDPHQWH RV ³ERQV FRVWXPHV´ 1HVVH FRQWH[WRPLOK}HV GH SHVVRDV FRP GH¿FLrQFLD HP WRGR R PXQGR FRQWULEXtD SDUD H[SOLFDU HVVDV GLYHUJrQFLDVDessa convenção foi elaborado e acordado, entre os A D H[LVWrQFia de associaç}HV UHOLJLRVDV TXH GHIHQGLDPSDtVHV GDV 1Do}HV 8QLGDV XP WUDWDGR LQWHUQDFLRQDO SDUD D SXUH]D VH[XDO GD SRSXODomR EUDQFDgarantir mais direitos a esse S~EOLFR B a associação da sensualidade às parcelas maisEntidades ligadas aos direitos das pessoas com abastadas da sociedade.GH¿FLrQFLD DFUHGLWDP TXH SDUD R %UDVLO D UDWL¿FDomR GRWUDWDGR SRGH VLJQL¿FDU DYDQoRV QD LPSOHPHQWDomR GH C R SRVLFLRQDPHQWR OLEHUDO GD VRFLHGDGH RLWRFHQWLVWD TXHOHLV QR SDtV reivindicava mudanças de comportamento na sociedade. LVSRQtYHO HP KWWSZZZEEFFRXN $FHVVR HP PDL DGDSWDGR
  7. 7. D D SROtWLFD S~EOLFD KLJLHQLVWD TXH DWUHODYD D1R %UDVLO DV SROtWLFDV S~EOLFDV GH LQFOXVmR VRFLDO VH[XDOLGDGH D JUXSRV VRFLDOPHQWH PDUJLQDLVapontam para o discurso, tanto da parte do governoTXDQWR GD LQLFLDWLYD SULYDGD VREUH D HIHWLYDomR GD E a busca do controle do corpo por meio de discursocidadania. Nesse sentido, a temática da inclusão social DPEtJXR TXH DVVRFLDYD VH[R SUD]HU OLEertinagem eGH SHVVRDV FRP GH¿FLrQFLD pecado.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 5
  8. 8. 2010 *ROSA75sab6*Questão 16 Questão 18 O movimento operário ofereceu uma nova resposta ao JULWR GR KRPHP PLVHUiYHO QR SULQFtSLR GR VpFXOR ;,; $ UHVSRVWD IRL D FRQVFLrQFLD GH FODVVH H D DPELomR GH classe. Os pobres então se organizavam em uma classe HVSHFt¿FD D FODVVH RSHUiULD GLIHUHQWH GD FODVVH GRV SDWU}HV RX FDSLWDOLVWDV
  9. 9. $ 5HYROXomR )UDQFHVD OKHV GHX FRQ¿DQoD D 5HYROXomR ,QGXVWULDO WURX[H D QHFHVVLGDGH da mobilização permanente. +2%6%$:0 ( - $ HUD GDV UHYROXo}HV. São Paulo: Paz e Terra, 1977. 1R WH[WR DQDOLVDVH R LPSDFWR GDV 5HYROXo}HV )UDQFHVD e Industrial para a organização da classe operária. (QTXDQWR D ³FRQ¿DQoD´ GDGD SHOD 5HYROXomR )UDQFHVD HUD RULJLQiULD GR VLJQL¿FDGR GD YLWyULD UHYROXFLRQiULD VREUH DV FODVVHV GRPLQDQWHV D ³QHFHVVLGDGH GD PRELOL]DomR LVSRQtYHO HP KWWSLPJLPDJHVKDFNXV DGDSWDGR
  10. 10. permanente”, trazida pela Revolução Industrial, decorria GD FRPSUHHQVmR GH TXH$ PDLRU IUHTXrQFLD QD RFRUUrQFLa do fenômeno A D FRPSHWLWLYLGDGH GR WUDEDOKR LQGXVWULDO H[LJLDDWPRVIpULFR DSUHVHQWDGR QD ¿JXUD UHODFLRna-se a XP SHUPDQHQWH HVIRUoR GH TXDOL¿FDomR SDUD RA concentrações urbano-industriais. enfrentamento do desemprego.B HSLVyGLRV GH TXHLPDGDV ÀRUHVWDLV B a completa transformação da economia capitalista seria fundamental para a emancipação dos operários.C DWLYLGDGHV GH H[WUDWLYLVPR YHJHWDO C D LQWURGXomR GDV PiTXLQDV QR SURFHVVR SURGXWLYRD tQGLFHV GH SREUH]D HOHYDGRV GLPLQXtD DV SRVVLELOLGDGHV GH JDQKR PDWHULDO SDUDE FOLPDV TXHQWHV H PXLWR ~PLGRV os operários. D o progresso tecnológico geraria a distribuição deQuestão 17 ULTXH]DV SDUD DTXHOHV TXH HVWLYHVVHP DGDSWDGRVResponda sem peVWDQHMDU TXH SDtV RFXSD D OLGHUDQoD aos novos tempos industriais.mundial no mercado de etanol? Para alguns, a resposta E a melhoria das condições de vida dos operários seriayEYLD p R %UDVLO $¿QDO R SDtV WHP R PHQRU SUHoR GH FRQTXLVWDGD FRP DV PDQLIHVWDo}HV FROHWLYDV HPSURGXomR GR PHUFDGR DOpP GH YDVWDV iUHDV GLVSRQtYHLV favor dos direitos trabalhistas.SDUD R SODQWLR GH PDWpULDSULPD 2XWURV GLUmR TXH VmR RV Questão 19(8$ GRQRV GD PDLRU SURGXomR DQXDO 1RV SUy[LPRV DQRVHVVD SHUJXQWD QmR GHYH JHUDU PDLV G~YLGD SRLV D GLVSXWDQmR VH GDUi HP SODQWDo}HV GH FDQDGHDo~FDU RX QDVusinas, mas nos laboratórios altamente VR¿VWLFDGRV TERRA, L. RQH[}HV HVWXGRV GH JHRJUD¿D JHral. São Paulo: Moderna, 2009 (adaptado).A biotecnologia propicia, entre outras coisas, a produçãoGRV ELRFRPEXVWtYHLV TXH YrP VH FRQ¿JXUDQGR HPimportantes formas de energias alternativas. QueLPSDFWR SRVVtYHLV SHVTXLVDV HP ODERUDWyULRV SRGHPprovocar na produção de etanol no Brasil e nos EUA?A Aumento na utilização de novos tipos de matérias- primas para a produção do etanol, elevando a DEBRET, J. B.; SOUZA, L. M. (Org.). +LVWyULD GD YLGD SULYDGD QR %UDVLO produtividade. cotidiano e vida privada na América Portuguesa, v. 1. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.B UHVFLPHQWR GD SURGXomR GHVVH FRPEXVWtYHO A imagem retrata uma cena da vida cotidiana dos escravos causando, porém, danos graves ao meio ambiente XUEDQRV QR LQtFLR GR VpFXOR ;,; /HPEUDQGR TXH DV SHOR H[FHVVR GH SODQWDo}HV GH FDQDGHDo~FDU atividades desempenhadas por esses trabalhadores eramC Estagnação no processo produtivo do etanol diversas, os escravos de aluguel representados na pintura EUDVLOHLUR Mi TXH R SDtV GHL[RX GH LQYHVWLU QHVVH WLSR A vendiam a produção da lavoura cafeeira para os de tecnologia. moradores das cidades. B trabalhavam nas casas de seus senhores eD (OHYDomR QDV H[SRUWDo}HV GH HWDQRO SDUD RV (8$ acompanhavam as donzelas na rua. Mi TXH D SURGXomR LQWHUQD EUDVLOHLUD p PDLRU TXH D C realizavam trabalhos temporários em troca de SURFXUD H R SURGXWR WHP TXDOLGDGH VXSHULRU pagamento para os seus senhores. D eram autônomos, sendo contratados por outrosE $XPHQWR GD IRPH HP DPERV RV SDtVHV HP YLUWXGH GD senhores para realizarem atividades comerciais. SURGXomR GH FDQDGHDoXFDU SUHMXGLFDU D SURGXomR E aguardavam a sua própria venda após de alimentos. desembarcarem no porto. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 6
  11. 11. *ROSA75sab7* 2010$ SDUWLU GR JUi¿FR D VHJXLU UHVSRQGD jV Tuestões 20 e 21. Contrapondo o fenômeno GD KLEULGH] j LGHLD GH ³SXUH]D´ FXOWXUDO REVHUYDVH TXH HOH VH PDQLIHVWD TXDQGRRELAÇÃO ENTRE PRODUÇÃO E ÁREA PLANTADA NO BRASIL 1980-2008 A criaçõHV RULJLQDLV GHL[DP GH H[LVWLU HQWUH RV JUXSRV GH DUWLVWDV TXH SDVVDP D FRSLDU DV HVVrQFLDV GDV obras uns dos outros. B civilizações se fecham a ponto de retomarem os seus próprios modelos culturais do passado, antes abandonados. C populações demonstram menosprezo por seu SDWULP{QLR DUWtVWLFR DSURSULDQGRVH GH SURGXWRV culturais estrangeiros. D HOHPHQWRV FXOWXUDLV DXWrQWLFRV VmR GHVFDUDFWHUL]DGRV e reintroduzidos com valores mais altos em seus lugares de origem. E intercâmbios entre diferentes povos e campos de LVSRQtYHO HP KWWSZZZLEJHJRYEU $FHVVR HP MXO Questão 20 produção cultural passam a gerar novos produtos e manifestações.2 JUi¿FR PRVWUD D UHODomR GD SURGXomR GH FHUHDLVleguminosas e oleaginosas com a área plantada no Questão 23%UDVLO QR SHUtRGR GH D 9HUL¿FDVH XPDgrande variação da produção em comparação à área 2 DOIDLDWH SDUGR -RmR GH HXV TXH QD DOWXUD HP TXHSODQWDGD R TXH FDUDFWHUL]D R FUHVFLPHQWR GD IRL SUHVR QmR WLQKD PDLV GR TXH UpLV H RLWR ¿OKRVA economia. GHFODUDYD TXH ³7RGRV RV EUDVLOHLURV VH ¿]HVVHPB área plantada. franceses, para viverem em igualdade e abundância”.C produtividade.D sustentabilidade. 0$;:(// . RQGLFLRQDOLVPRV GD LQGHSHQGrQFLD GR %UDVLO 6,/9$ 0 1 2UJ
  12. 12. E racionalização. 2 LPSpULR OXVREUDVLOHLUR . Lisboa: Estampa, 1986.Questão 21 2 WH[WR ID] UHIHUrQFLD j RQMXUDomR %DLDQD 1R FRQWH[WRQue transformação ocorrida na agricultura brasileira, da crise do sistema colonial, esse movimento seQDV ~OWLPDV GpFDGDV MXVWL¿FD DV YDULDo}HV DSUHVHQWDGDV diferenciou dos demais movimentos libertários ocorridosQR JUi¿FR no Brasil porA 2 DXPHQWR GR Q~PHUR GH WUDEDOKDGRUHV H PHQRU necessidade de investimentos. A GHIHQGHU D LJXDOGDGH HFRQ{PLFD H[WLQJXLQGR DB O progressivo direcionamento da produção de grãos propriedade, conforme proposto nos movimentos para o mercado interno. OLEHUDLV GD )UDQoD QDSROH{QLFDC $LQWURGXomR GH QRYDV WpFQLFDV H LQVXPRV DJUtFRODV FRPR IHUWLOL]DQWHV H VHPHQWHV JHQHWLFDPHQWH PRGL¿FDGDV B introduzir no Brasil o pensamento e o ideário liberalD A introdução de métodos de plantio orgânico, altamente TXH PRYHUDP RV UHYROXFLRQiULRV LQJOHVHV QD OXWD SURGXWLYRV YROWDGRV SDUD D H[SRUWDomR HP ODUJD HVFDOD FRQWUD R DEVROXWLVPR PRQiUTXLFRE O aumento no crédito rural voltado para a produção C propor a instalação de um regime nos moldes da de grãos por camponeVHV GD DJULFXOWXUD H[WHQVLYD UHS~EOLFD GRV (VWDGRV 8QLGRV VHP DOWHUDU D RUGHPQuestão 22 socioeconômica escravista e latifundiária.$ KLEULGH] GHVFUHYH D FXOWXUD GH SHVVRDV TXH PDQWrPVXDV FRQH[}HV FRP D WHUUD GH VHXV DQWHSDVVDGRV D DSUHVHQWDU XP FDUiWHU HOLWLVWD EXUJXrV XPD YH] TXHUHODFLRQDQGRVH FRP D FXOWXUD GR ORFDO TXH KDELWDP VRIUHUD LQÀXrQFLD GLUHWD GD 5HYROXomR )UDQFHVD(OHV QmR DQVHLDP UHWRUQDU j VXD ³SiWULD´ RX UHFXSHUDU propondo o sistema censitário de votação.TXDOTXHU LGHQWLGDGH pWQLFD ³SXUD´ RX DEVROXWD DLQGDassim, preservam traços de outras culturas, tradições e E GHIHQGHU XP JRYHUQR GHPRFUiWLFR TXH JDUDQWLVVHhistórias e resistem à assimilação. D SDUWLFLSDomR SROtWLFa das camadas populares,CASHMORE, E. Dicionário GH UHODo}HV pWQLFDV H raciais. São Paulo: Selo Negro, 2000 (adaptado). LQÀXHQFLDGR SHOR LGHiULR GD 5HYROXomR )UDQFHVDCH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 7
  13. 13. 2010 *ROSA75sab8*Questão 24 Questão 26Para os amigos pão, para os inimigos pau; aos amigos $ pWLFD H[LJH XP JRYHUQR TXH DPSOLH D LJXDOGDGH HQWUHVH ID] MXVWLoD DRV LQLPLJRV DSOLFDVH D OHL os cidadãos. Essa é a base da pátria. Sem ela, muitos LEAL, V. N. RURQHOLVPR HQ[DGD H YRWR. São Paulo: Alfa Omega. LQGLYtGXRV QmR VH VHQWHP ³HP FDVD´ H[SHULPHQWDPVH como estrangeiros em seu próprio lugar de nascimento.(VVH GLVFXUVR WtSLFR GR FRQWH[WR KLVWyULFR GD 5HS~EOLFD SILVA, R. R. Ética, defesa nacional, cooperação dos povos. OLIVEIRA, E. R (Org.)9HOKD H XVDGR SRU FKHIHV SROtWLFRV H[SUHVVD XPD 6HJXUDQoD HIHVD 1DFLRQDO da competição à cooperação regional. São Paulo:realidade caracterizada )XQGDomR 0HPRULDO GD $Périca Latina, 2007 (adaptado).A pela força pROtWLFD dos burocratas do nascente Estado Os pressupostos éticos são essenciais para a UHSXEOLFDQR TXH XWLOL]DYDP GH VXDV SUHUURJDWLYDV HVWUXWXUDomR SROtWLFD H LQWHJUDomR GH LQGLYtGXRV HP XPD SDUD FRQWURODU H GRPLQDU R SRGHU QRV PXQLFtSLRV sociedade. De acRUGR FRP R WH[WR D pWLFD FRUUHVSRQGH DB SHOR FRQWUROH SROtWLFR GRV SURSULHWiULRV QR LQWHULRU A valores e costumes partilhados pela maioria da GR SDtV TXH EXVFDYDP SRU PHLR GRV VHXV FXUUDLV sociedade. HOHLWRUDLV HQIUDTXHFHU D QDVFHQWH EXUJXHVLD EUDVLOHLUD B preceitos normativos impostos pela coação das OHLV MXUtGLFDVC SHOR PDQGRQLVPR GDV ROLJDUTXLDV QR LQWHULRU GR C normas determinadas pelo governo, diferentes das %UDVLO TXH XWLOL]DYDP GLIHUHQWHV PHFDQLVPRV leis estrangeiras. assistencialistas e de favorecimento para garantir o D WUDQVIHUrQFLD GRV YDORUHV SUDWLFDGRV HP FDVD SDUD D controle dos votos. esfera social.D SHOR GRPtQLR SROtWLFR GH JUXSRV OLJDGRV jV YHOKDV E SURLELomR GD LQWHUIHUrQFLD GH HVWUDQJHLURV HP LQVWLWXLo}HV PRQiUTXLFDV H TXH QmR HQFRQWUDUDP nossa pátria. HVSDoR GH DVFHQVmR SROtWLFD QD QDVFHQWH UHS~EOLFD Questão 27E SHOD DOLDQoD SROtWLFD ¿UPDGD HQWUH DV ROLJDUTXLDV $ GHSHQGrQFLD regional maior ou menor da mão de GR 1RUWH H 1RUGHVWH GR %UDVLO TXH JDUDQWLULD REUD HVFUDYD WHYH UHÀH[RV SROtWLFRV LPSRUWDQWHV QR uma alternância no poder federal de presidentes HQFDPLQKDPHQWR GD H[WLQomR GD HVFUDYDWXUD 0DV D originários dessas regiões. possibilidade e a habilidade de lograr uma solução DOWHUQDWLYD ± FDVR WtSLFR GH 6mR 3DXOR ± GHVHPSHQKDUDPQuestão 25 ao mesmo tempo, papel relevante.1D DQWLJD *UpFLD R WHDWUR WUDWRX GH TXHVW}HV FRPR )$8672 % +LVWyULD GR %UDVLO. São Paulo: EDUSP, 2000.GHVWLQR FDVWLJR H MXVWLoD 0XLWRV JUHJRV VDELDP GH FRULQ~PHURV YHUVRV GDV SHoDV GRV VHXV JUDQGHV DXWRUHV A crise do escraYLVPR H[SUHVVDYD D GLItFLO TXHVWmR HP1D ,QJODWHUUD GRV VpFXORV ;9, H ;9,, 6KDNHVSHDUH WRUQR GD VXEVWLWXLomR GD PmR GH REUD TXH UHVXOWRXSURGX]LX SHoDV QDV TXDLV WHPDV FRPR R DPRU R SRGHU A na constituição de um mercado interno de mãoo bem e o mal foram tratados. Nessas peças, os grandes GH REUD OLYUH FRQVWLWXtGR SHORV OLEHUWRV XPD YH]personagens falavam em verso e os demais em prosa. TXH D PDLRULD GRV LPLJUDQWHV VH UHEHORX FRQWUD D1R %UDVLO FRORQLDO RV tQGLRV DSUHQGHUDP FRP RV MHVXtWDV VXSHUH[SORUDomR GR WUDEDOKRa representar peças de caráter religioso. B QR FRQIURQWR HQWUH D DULVWRFUDFLD WUDGLFLRQDO TXH(VVHV IDWRV VmR H[HPSORV GH TXH HP GLIHUHQWHV WHPSRV GHIHQGLD D HVFUDYLGmR H RV SULYLOpJLRV SROtWLFRV H RV FDIHLFXOWRUHV TXH OXWDYDP SHOD PRGHUQL]DomRe situações, o teatro é uma forma econômica com a adoção do trabalho livre.A de manipulação do SRYR SHOR SRGHU TXH FRQWUROD C QR ³EUDQTXHDPHQWR´ GD SRSXODomR SDUD DIDVWDU o teatro. R SUHGRPtQLR GDV UDoDV FRQVLGHUDGDV LQIHULRUHVB GH GLYHUVmR H GH H[SUHVVmR GRV YDORUHV H SUREOHPDV e concretizar a ideia do Brasil como modelo de da sociedade. civilização dos trópicos.C GH HQWUHWHQLPHQWR SRSXODU TXH VH HVJRWD QD VXD D QR WUi¿FR LQWHUSURYLQFLDO GRV HVFUDYRV GDV iUHDV função de distrair. GHFDGHQWHV GR 1RUGHVWH SDUD R 9DOH GR 3DUDtED para a garantia da rentabilidade do café.D GH PDQLSXODomR GR SRYR SHORV LQWHOHFWXDLV TXH compõem as peças. E na adoção de formas disfarçadas de trabalho compulsório com emprego dos libertos nos cafezaisE GH HQWUHWHQLPHQWR TXH IRL VXSHUDGD H KRMH p SDXOLVWDV XPD YH] TXH RV LPLJUDQWHV IRUDP WUDEDOKDU VXEVWLWXtGD SHOa televisão. em outras regiões do patV CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 8
  14. 14. *ROSA75sab9* 2010Questão 28 Questão 30Para o Paraguai, portanto, essa foi uma guerra pela Os cercamentos do século ;9,,, SRGHP VHU FRQVLGHUDGRVVREUHYLYrQFLD H WRGR PRGR XPD JXHUUD FRQWUD GRLV FRPR VtQWHVHV GDV WUDQVIRUPDo}HV TXH OHYDUDP jgigantes estava fadada a ser um teste debilitante e consolidação do capitalismo na Inglaterra. Em primeirosevero para uma economia de base tão estreita. Lopez OXJDU SRUTXH VXD HVSHFLDOL]DomR H[LJLX XPD DUWLFXODomR fundamental com o mercado. Como se concentravamprecisava de uma vitória rápida e, se não conseguisse na atividade de produção de lã, a realização da rendavencer rapidamente, provavelmente não venceria nunca. dependeu dos mercados, de novas tecnologias de /1+ - $V 5HS~EOLFDV GR 3UDWD GD ,QGHSHQGrQFLD j *XHUUD GR 3DUDJXDL %(7+(// /HVOLH 2UJ
  15. 15. EHQH¿FLDPHQWR GR SURGXWR H GR HPSUHJR GH QRYRV WLSRV GH +LVWyULD GD $PpULFD /DWLQD GD ,QGHSHQGrQFLD DWp , v. III. São Paulo: EDUSP, 2004. ovelhas. Em segundo lugar, concentrou-se na inter-relação do campo com a cidade e, num primeiro momento, tambémA Guerra do Paraguai WHYH FRQVHTXrQFLDV SROtWLFDV se vinculou à liberação de mão de obra.importantes para o Brasil, pois RODRIGUES, A. E. M. Revoluções burguesas. In 5(,6 ),/+2 $ HW DO 2UJV
  16. 16. 2 6pFXOR ;;, v. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000 (adaptado).A UHSUHVHQWRX D D¿UPDomR GR ([pUFLWR %UDVLOHLUR FRPR XP DWRU SROtWLFR GH SULPHLUD RUGHP 2XWUD FRQVHTXrQFLD GRV FHUFDPHQWRV TXH WHULD FRQWULEXtGR SDUD D 5HYROXomo Industrial na Inglaterra foi oB FRQILUPRX D FRQTXLVWD GD KHJHPRQLD EUDVLOHLUD sobre a Bacia Platina. A aumento do consumo interno.C concretizou a emancipação dos escravos negros. B FRQJHODPHQWR GR VDOiULR PtQLPR C fortalecimento dos sindicatos proletários.D incentivou a adoção de um regime constitucional PRQiUTXLFR D HQIUDTXHFLPHQWR GD EXUJXHVLD LQGXVWULDO E desmembramento das propriedades improdutivas.E VROXFLRQRX D FULVH ¿QDQFHLUD HP UD]mR GDV indenizações recebidas. Questão 31 O meVWUHVDOD GRV PDUHVQuestão 29 Há muito tempo nas águas da GuanabaraA solução militar da FULVH SROtWLFD JHUDGD SHOD VXFHVVmR O dragão do mar reapareceuGR SUHVLGHQWH :DVKLQJWRQ /XLV HP SURYRFD Na figura de um bravo marinheiroSURIXQGD UXSWXUD LQVWLWXFLRQDO QR SDtV HSRVWR R SUHVLGHQWH $ TXHP D KLVWyULD QmR HVTXHFHX Conhecido como o almirante negroR *RYHUQR 3URYLVyULR
  17. 17. SUHFLVD DGPLQLVWUDU Tinha a dignidade de um mestre-salaDV GLIHUHQoDV HQWUH DV FRUUHQWHV SROtWLFDV LQWHJUDQWHV GD E ao navegar pelo mar com seu bloco de fragatascomposição vitoriosa, herdeira da Aliança Liberal. )RL VDXGDGR QR SRUWR SHODV PRFLQKDV IUDQFHVDV Jovens polacas e por batalhões de mulatas /(026 5 $ UHYROXomR FRQVWLWXFLRQDOLVWD GH 6,/9$ 5 0 $+$38= 3 % 5XEUDV FDVFDWDV MRUUDYDP QDV FRVWDV LAMARÃO, S. (Org). *HW~OLR 9DUJDV H VHX WHPSR. Rio de Janeiro: BNDES. dos negros pelas pontas das chibatas... BLANC, A.; BOSCO, J. 2 PHVWUHVDOD GRV PDUHV LVSRQtYHO HP ZZZXVLQDGHOHWUDVFRPEU1R FRQWH[WR KLVWyULFR GD FULVH GD 3ULPHLUD 5HS~EOLFD $FHVVR HP MDQ YHUL¿FDVH XPD GLYLVmR QR PRYLPHQWR WHQHQWLVWD $ Na história brasileira, a chamada Revolta da Chibata,atuação dos integrantes do movimento liderados por OLGHUDGD SRU -RmR kQGLGR H GHVFULWD QD P~VLFD IRL-XDUH] 7iYRUD RV FKDPDGRV ³OLEHUDLV´ QRV DQRV A a rebelião de escraYRV FRQWUD RV FDVWLJRV ItVLFRVdeve ser entendida como ocorrida na Bahia, em 1848, e repetida no Rio de Janeiro.A a aliança com os cafeicultores paulistas em defesa B a revolta, no porto de Salvador, em 1860, de de novas eleições. PDULQKHLURV GRV QDYLRV TXH ID]LDP R WUi¿FR QHJUHLURB R UHWRUQR DRV TXDUWpLV GLDQWH GD GHVLOXVmR SROtWLFD C R SURWHVWR RFRUULGR QR ([pUFLWR HP FRQWUD R FRP D ³5HYROXomR GH ´ castigo de chibatadas em soldados desertores naC R FRPSURPLVVR SROtWLFRLQVWLWXFLRQDO FRP R JRYHUQR Guerra do Paraguai. provisório de Vargas. D a rebelião dos marinheiros, negros e mulatos, em 1910, contra os castigos e as condições de trabalhoD D DGHVmR DR VRFLDOLVPR UHIRUoDGD SHOR H[HPSOR GR na Marinha de Guerra. H[WHQHQWH /XtV DUORV 3UHVWHV E o protesto popular contra o aumento do custo de vidaE o apoio ao governo provisório em defesa da no Rio de Janeiro, em 1917, dissolvido, a chibatadas, descentralização do poder pROtWLFR pela poltFLDCH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 9
  18. 18. 2010 *ROSA75sab10* A foto revela um momento da Guerra do VietnãQuestão 32
  19. 19. FRQÀLWR PLOLWDU FXMD FREHUWXUD MRUQDOtVWLFDDOL DYLVWDPRV KRPHQV TXH DQGDYDP SHOD SUDLD REUD XWLOL]RX HP JUDQGH HVFDOD D IRWRJUD¿D H D WHOHYLVmR 8Pde sete ou oito. Eram pardos, todos nus. Nas mãos GRV SDSpLV H[HUFLGRV SHORV PHLRV GH FRPXQLFDomR QDtraziam arcos com suas setas. Não fazem o menor casoGH HQFREULU RX GH PRVWUDU VXDV YHUJRQKDV H QLVVR WrP cobertura dessa guerra, evidenciado pela foto, foiWDQWD LQRFrQFLD FRPR HP PRVWUDU R URVWR $PERV WUD]LDP A demonstrar DV GLIHUHQoDV FXOWXUDLV H[LVWHQWHV HQWUHRV EHLoRV GH EDL[R IXUDGRV H PHWLGRV QHOHV VHXV RVVRV norte-americanos e vietnamitas.brancos e verdadeiros. Os cabelos seus são corredios. B defender a necessidade de intervenções armadas CAMINHA, P. V. Carta. RIBEIRO, D. et al. 9LDJHP SHOD KLVWyULD GR %UDVLO documentos. São Paulo: Companhia das Letras, 1997 (adaptado). HP SDtVHV FRPXQLVWDV C denunciar os abusos cometidos pela intervenção2 WH[WR p SDUWH GD IDPRVD DUWD GH 3HUR 9D] GH DPLQKD militar norte-americana.documento fundamental para a formação da identidadeEUDVLOHLUD 7UDWDQGR GD UHODomR TXH GHVGH HVVH SULPHLUR D GLYXOJDU YDORUHV TXH TXHVWLRQDYDP DV Do}HV GRFRQWDWR VH HVWDEHOHFHX HQWUH SRUWXJXHVHV H LQGtJHQDV governo vietnamita.esse trecho da carta revela a E revelar a superioridade militar dos Estados UnidosA preocupação em garantir a integridade do colonizador da América. GLDQWH GD UHVLVWrQFLD GRV tQGLRV j RFXSDomR GD WHUUD Questão 34B SRVWXUD HWQRFrQWULFD GR HXURSHX GLDQWH GDV 1R VpFXOR ;; R WUDQVSorte rodoviário e a aviação civil FDUDFWHUtVWLFDV ItVLFDV H SUiWLFDV FXOWXUDLV GR LQGtJHQD aceleraram o intercâmbio de pessoas e mercadorias,C RULHQWDomR GD SROtWLFD GD RURD 3RUWXJXHVD TXDQWR ID]HQGR FRP TXH DV GLVWkQFLDV H D SHUFHSomR VXEMHWLYD GDV à utilização dos nativos como mão de obra para PHVPDV VH UHGX]LVVHP FRQVWDQWHPHQWH e SRVVtYHO DSRQWDU colonizar a nova terra. XPD WHQGrQFLD GH XQLYHUVDOL]DomR HP YiULRV FDPSRV SRUD RSRVLomR GH LQWHUHVVHV HQWUH SRUWXJXHVHV H tQGLRV H[HPSOR QD JOREDOL]DomR GD HFRQRPLD QR DUPDPHQWLVPR TXH GL¿FXOWDYD R WUDEDOKR FDWHTXpWLFR H H[LJLD DPSORV nuclear, na manipulação genética, entre outros. recursos para a defesa da posse da nova terra. HABERMAS, J. $ FRQVWHODomR SyVQDFLRQDO HQVDLRV SROtWLFRV 6mR 3DXOR Littera Mundi, 2001 (adaptado).E DEXQGkQFLD GD WHUUD GHVFREHUWD R TXH SRVVLELOLWRX D VXD incorporação aos interesses mercantis portugueses, Os impactos e efeitos dessa universalização, conforme SRU PHLR GD H[SORUDomR HFRQ{PLFD GRV tQGLRV GHVFULWRV QR WH[WR SRGHP VHU DQDOLVDGRV GR SRQWR GHQuestão 33 YLVWD PRUDO R TXH OHYD j GHIHVD GD FULDomR GH QRUPDV XQLYHUVDLV TXH HVWHMDP GH DFRUdo com A os valores culturais praticados pelos diferentes povos em suas tradições e costumes locais. B RV SDFWRV DVVLQDGRV SHORV JUDQGHV OtGHUHV SROtWLFRV RV TXDLV GLVS}HP GH FRQGLo}HV SDUD WRPDU GHFLV}HV C os sentimentos de respeito e fé no cumprimento de YDORUHV UHOLJLRVRV UHODWLYRV j MXVWLoD GLYLQD D RV VLVWHPDV SROtWLFRV H VHXV SURFHVVRV FRQVHQVXDLV e democráticos de formação de normas gerais. E RV LPSHUDWLYRV WpFQLFRFLHQWt¿FRV TXH GHWHUPLQDP LVSRQtYHO HP ZZZFXOWXUDEUDVLORUJEU $FHVVR HP DEU FRP H[DWLGmR R JUDu de MXVWLoD GDV QRUPDV CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 10
  20. 20. *ROSA75sab11* 2010Questão 35 Questão 37Os generaLV DEDL[RDVVLQDGRV GH SOHQR DFRUGR FRP R (X QmR WHQKR KRMH HP GLD PXLWR RUJXOKR GR 7URSLFDOLVPRMinistro da Guerra, declaram-se dispostos a promover )RL VHP G~YLGD XP PRGR GH DUURPEDU D IHVWD PDVXPD DomR HQpUJLFD MXQWR DR JRYHUQR QR VHQWLGR GH DUURPEDU D IHVWD QR %UDVLO p IiFLO 2 %UDVLO p XPD SHTXHQDcontrapor medidas decisivas aos planos comunistas VRFLHGDGH FRORQLDO PXLWR PHVTXLQKD PXLWR IUDFDe seus pregadores e adeptos, independentemente VELOSO, C. In: HOLLANDA, H. B.; GONÇALVES, M. A. XOWXUD H SDUWLFLSDomR QRV DQRV .GD HVIHUD VRFLDO D TXH SHUWHQoDP $VVLP SURFHGHP São Paulo: Brasiliense, 1995 (adaptado).QR H[FOXVLYR SURSyVLWR GH VDOYDUHP R %UDVLO H VXDV O movimento tropicalista, consagrador de diversosLQVWLWXLo}HV SROtWLFDV H VRFLDLV GD KHFDWRPEH TXH VH P~VLFRV EUDVLOHLURV HVWi UHODFLRQDGR KLVWRULFDPHQWHPRVWUD SUHVWHV D H[SORGLU $WD GH UHXQLmR QR 0LQLVWpULR GD *XHUUD %21$9,(6 3 AMARAL, R. A j H[SDQVão de novas tecnologias de informação, 7H[WRV SROtWLFRV GD KLVWyULD GR %UDVLO, Y %UDVtOLD 6HQDGR )HGHUDO DGDSWDGR
  21. 21. HQWUH DV TXDLV D ,QWHUQHW R TXH IDFLOLWRX LPHQVDPHQWHLevando em cRQWD R FRQWH[WR SROtWLFRLQVWLWXFLRQDO GRV a sua divulgação mundo afora.DQRV QR %UDVLO SRGHVH FRQVLGHUDU R WH[WR FRPRXPD WHQWDWLYD GH MXVWL¿FDU D DomR PLOLWDU TXH LULD B DR DGYHQWR GD LQG~VWULD FXOWXUDO HP DVVRFLDomR FRP XP FRQMXQWR GH UHLYLQGLFDo}HV HVWpWLFDV H SROtWLFDVA debelar a chamada Intentona Comunista, acabando durante os anos 1960. com a possibilidade da tomada do poder pelo PCB. C à parceria com a Jovem Guarda, também consideradaB reprimir a Aliança Nacional Libertadora, fechando WRGRV RV VHXV Q~FOHRV H SUHQGHQGR RV VHXV OtGHUHV XP PRYLPHQWR QDFLRQDOLVWD H GH FUtWLFD SROtWLFD DR regime militar brasileiro.C GHVD¿DU D $omR ,QWHJUDOLVWD %UDVLOHLUD DIDVWDQGR R perigo de uma guinada autoritária para o fascismo. D ao crescimento do movimento estudantil nos anosD instituir a ditadura do Estado Novo, cancelando as GR TXDO RV WURSLFDOLVWDV IRUDP DOLDGRV QD FUtWLFD DR HOHLo}HV GH H UHHVFUHYHQGR D RQVWLWXLomR GR SDtV tradicionalismo dos costumes da sociedade brasileira.E combater a Revolução Constitucionalista, evitando E j LGHQWL¿FDomR HVWpWLFD FRP D %RVVD 1RYD SRLV TXH RV ID]HQGHLURV SDXOLVWDV UHWRPDVVHP R SRGHU DPERV RV PRYLPHQWRV WLQKDP UDt]HV QD LQFRUSRUDomR SHUGLGR HP de ritmos norte-americanos, como o blues.Questão 36 Questão 38$ $PpULFD VH WRUQDUD D PDLRU IRUoD SROtWLFD H ¿QDQFHLUD Sozinho vai descobrindo o caminhoGR PXQGR FDSLWDOLVWD +DYLD VH WUDQVIRUPDGR GH SDtVGHYHGRU HP SDtV TXH HPSUHVWDYD GLQKHLUR (UD DJRUD O rádio fez assim com seu avôuma nação credora. Rodovia, hidrovia, ferrovia HUBERMAN, L. +LVWyULD GD ULTXH]D GR KRPHP. Rio de Janeiro: Zahar, 1962. E agora chegando a infoviaEm 1948, os EUA lanoDYDP R 3ODQR 0DUVKDOO TXHconsistiu no empréstimo de 17 bilhões de dólares para Para alegria de todo o interiorTXH RV SDtVHV HXURSHXV UHFRQVWUXtVVHP VXDV HFRQRPLDV GIL, G. %DQGD ODUJD FRUGHO LVSRQtYHO HP ZZZXROYDJDOXPHFRPEUUm dos resultados desse plano, para os EUA, foi Acesso em: 16 abr. 2010 (fragmento).A R DXPHQWR GRV LQYHVWLPHQWRV HXURSHXV HP LQG~VWULDV 2 WUHFKR GD FDQomR ID] UHIHUrQFLD D XPD GDV GLQkPLFDV sediadas nos EUA. centrais da globalização, diretamente associada aoB D UHGXomR GD GHPDQGD GRV SDtVHV HXURSHXV SRU processo de SURGXWRV H LQVXPRV DJUtFRODV A evolução da tecnologia da informação.C R FUHVFLPHQWR GD FRPSUD GH PiTXLQDV H YHtFXORV estadunidenses pelos europeus. B H[SDQVmR GDV HPSUHVDV WUDQVQDFLRQDLVD R GHFOtQLR GRV HPSUpVWLPRV HVWDGXQLGHQVHV DRV C ampliação dos protecionismos alfandegários. SDtVHV GD $PpULFD /DWLQD H GD ÈVLD D H[SDQVmR GDV iUHDV XUEDQDV GR LQWHULRUE D FULDomR GH RUJDQLVPRV TXH YLVDYDP UHJXODPHQWDU todas as operações de crédito. E HYROXomR GRV ÀX[RV SRSXODFLRQDLVCH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 11
  22. 22. 2010 *ROSA75sab12* A charge remete aR FRQWH[WR GR PRYLPHQWR TXH ¿FRXQuestão 39 conhecido como Diretas Já, ocorrido entre os anos GH H 2 HOHPHQWR KLVWyULFR HYLGHQFLDGR QDA primeira instituição de enVLQR EUDVLOHLUD TXH LQFOXL GLVFLSOLQDV imagem éYROWDGDV DR S~EOLFR /*%7 OpVELFDV JDV ELVVH[XDLV H A D LQVLVWrQFLD GRV JUXSRV SROtWLFRV GH HVTXHUGD HPWUDQVH[XDLV
  23. 23. DEULX LQVFULo}HV QD VHPDQD SDVVDGD $ JUDGH UHDOL]DU DWRV SROtWLFRV LOHJDLV H FRP SRXFDV FKDQFHVcurricular é inspirada em similares dos Estados Unidos da de serem vitoriosos.$PpULFD H GD (XURSD (OD DWHQGHUi MRYHQV FRP DXODV GH B a mobilização em torno da luta pela democracia frenteH[SUHVVmR DUWtVWLFD GDQoD H FULDomR GH IDQ]LQHV e DEHUWD D ao regime militar, cada vez mais desacreditado.WRGR R S~EOLFR HVWXGDQWLO H WHP FRPR SULQFLSDO REMHWLYR LPSHGLU C o diálogo dos movimentos sociais e dos partidos SROtWLFRV HQWmR H[LVWHQWHV FRP RV VHWRUHV GRa evasão escolar de grupos socialmente discriminados. governo interessados em negociar a abertura. Época MDQ DGDSWDGR
  24. 24. D a insatisfação popular diante da atuação dos partidos2 WH[WR WUDWD GH XPD SROtWLFD S~EOLFD GH DomR D¿UPDWLYD SROtWLFRV GH RSRVLomR DR UHJLPH PLOLWDU FULDGRV QRYROWDGD DR S~EOLFR /*%7 RP D FULDomR GH XPD LQVWLWXLomR LQtFLR GRV DQRV GH HQVLQR SDUD DWHQGHU HVVH S~EOLFR SUHWHQGHVH E D FDSDFLGDGH GR UHJLPH PLOLWDU HP LPSHGLU TXH DV PDQLIHVWDo}HV SROtWLFDs acontecessem.A contribuir para a invisibilidade do preconceito ao Questão 41 grupo LGBT.B copiar os modelos educacionais dos EUA e da $OH[Dndria começou a ser FRQVWUXtGD HP D SRU Europa. $OH[DQGUH R *UDQGH H HP SRXFRV DQRV WRUQRXVH XPC permitir o acesso desse segmento ao ensino técnico. SROR GH HVWXGRV VREUH PDWHPiWLFD ¿ORVR¿D H FLrQFLDD criar uma estratégia de proteção e isolamento gregas. Meio século mais tarde, Ptolomeu II ergueu uma desse grupo. HQRUPH ELEOLRWHFD H XP PXVHX ² TXH IXQFLRQRX FRPRE SURPRYHU R UHVSHLWR j GLYHUVLGDGH VH[XDO QR VLVWHPD de ensino. FHQWUR GH SHVTXLVD $ ELEOLRWHFD UHXQLX HQWUH PLO H 500 mil papiros e, com o museu, transformou a cidade noQuestão 40 PDLRU Q~FOHR LQWHOHFWXDO GD pSRFD HVSHFLDOPHQWH HQWUH os anos 290 e 88 a.C. A partir de então, sofreu sucessivos DWDTXHV GH URPDQRV FULVWmRV H iUDEHV R TXH UHVXOWRX QD destruição ou perda GH TXDVH WRdo o seu acervo. 5,%(,52 ) )LOyVRID H PiUWLU $YHQWXUDV QD KLVWyULD. São Paulo: Abril. ed. 81, abr. 2010 (adaptado). A biblioteca dH $OH[DQGULD H[HUFHX GXUDQWH FHUWR WHPSR um papel fundamental para a produção do conhecimento H PHPyULD GDV FLYLOL]Do}HV DQWLJDV SRUTXH A eternizou o nome de $OH[DQGUH R *UDQGH H ]HORX pelas narrativas dos seus grandes feitos. B IXQFLRQRX FRPR XP FHQWUR GH SHVTXLVD DFDGrPLFD H deu origem às universidades modernas. C preservou o legado da cultura grega em diferentes áreas do conhecimento e permitiu sua transmissão a outros povos. D WUDQVIRUPRX D FLGDGH GH $OH[DQGULD QR FHQWUR XUEDQR mais importante da Antiguidade. E UHXQLX RV SULQFLSDLV UHJLVWURV DUTXHROyJLFRV DWpLVSRQtYHO HPKWWSSLPHQWDFRPOLPDR¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  25. 25. HQWmR H[LVWHQWHV H IHz avançar a museologia antiga. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 12
  26. 26. *ROSA75sab13* 2010 A análise do trecho da canção indica um tipo de interaçãoQuestão 42 HQWUH R LQGLYtGXR H R HVSDoR (VVD LQWHUDomR H[SOtFLWD QDQuando Édipo nasceu, seus pais, Laio e Jocasta, os reis FDQomR H[SUHVVD XP SURFHVso deGH 7HEDV IRUDP LQIRUPDGRV GH XPD SURIHFLD QD TXDO R¿OKR PDWDULD R SDL H VH FDVDULD FRP D PmH 3DUD HYLWiOD A autossegregação espacial.RUGHQDUDP D XP FULDGR TXH PDWDVVH R PHQLQR 3RUpP B H[FOXVmR VRFLRFXOWXUDOpenalizado com a sorte de Édipo, ele o entregou a umFDVDO GH FDPSRQHVHV TXH PRUDYD ORQJH GH 7HEDV SDUD C homogeneização cultural.TXH R FULDVVH eGLSR VRXEH GD SURIHFLD TXDQGR VH WRUQRX D H[SDQVmR XUEDQDadulto. Saiu então da casa de seus pais para evitar a E pertencimento ao espaço.WUDJpGLD (LV TXH SHUDPEXODQGR SHORV FDPLQKRV GD*UpFLD HQFRQWURXVH FRP /DLR H VHX VpTXLWR TXH Questão 44LQVROHQWHPHQWH RUGHQRX TXH VDtVVH GD HVWUDGD eGLSRreagiu e matou todos os integrantes do grupo, sem saber $WR ,QVWLWXFLRQDO Qž GH GH GH]HPEUR GH TXH HQWUH HOHV HVWDYD VHX YHUGDGHLUR SDL RQWLQXRX DYLDJHP DWp FKHJDU D 7HEDV GRPLQDGD SRU XPD (V¿QJH Art. 10 – )LFD suspensa a garantia de habeas corpus, nos(OH GHFLIURX R HQLJPD GD (V¿QJH WRUQRXVH UHL GH 7HEDV H FDVRV GH FULPHV SROtWLFRV FRQWUD D VHJXUDQoD QDFLRQDOFDVRXVH FRP D UDLQKD -RFDVWD D PmH TXH GHVFRQKHFLD a ordem econômica e social e a economia popular. LVSRQtYHO HP KWWSZZZFXOWXUDEUDVLORUJ $FHVVR HP DJR DGDSWDGR
  27. 27. Art. 11 – ([FOXHPVH GH TXDOTXHU DSUHFLDomR MXGLFLDO WRGRV RVNo mito Édipo Rei, VmR GLJQRV GH GHVWDTXH RV WHPDV GR atos praticados de acordo com este Ato Institucional e seusGHVWLQR H GR GHWHUPLQLVPR $PERV VmR FDUDFWHUtVWLFDV GR Atos Complementares, bem como os respectivos efeitos.mito grego e abordam a relação entre liberdade humana LVSRQtYHO HP KWWSZZZVHQDGRJRYEU $FHVVR HP MXO H SURYLGrQFLD GLYLQD $ H[SUHVVmR ¿ORVy¿FD TXH WRPDcomo pressuposta a tese do determinismo é: O Ato Institucional nº 5 é considerado por muitos DXWRUHV XP ³JROSH GHQWUR GR JROSH´ 1RV DUWLJRV GRA ³1DVFL SDUD VDWLVID]HU D JUDQGH QHFHVVLGDGH TXH HX AI-5 selecionados, o governo militar procurou limitar a tinha de mim mesmo.” Jean Paul Sartre atuação do Poder JudiciáULR SRUTXH LVVR VLJQL¿FDYDB ³7HU Ip p DVVLQDU XPD IROKD HP EUDQFR H GHL[DU TXH A a substituição da Constituição de 1967. HXV QHOD HVFUHYD R TXH TXLVHU´ 6DQWR $JRVWLQKR B R LQtFLR GR SURFHVVR GH GLVWHQVmR SROtWLFDC ³4XHP QmR WHP PHGR GD YLGD WDPEpP QmR WHP PHGR C D JDUDQWLD OHJDO SDUD R DXWRULWDULVPR GRV MXt]HV da morte.” Arthur Schopenhauer D D DPSOLDomR GRV SRGHUHV QDV PmRV GR ([HFXWLYRD ³1mR PH SHUJXQWH TXHP VRX HX H QmR PH GLJD SDUD E D UHYRJDomR GRV LQVWUXPHQWRV MXUtGLFRV LPSODQWDGRV SHUPDQHFHU R PHVPR´ 0LFKHO )RXFDXOW durante o golpe de 1964. Questão 45E ³2 KRPHP HP VHX RUJXOKR FULRX D HXV D VXD A gente não sabemos escolher presidente imagem e semelhanoD´ )ULHGULFK 1LHtzsche A gente não sabemos tomar conta da genteQuestão 43 A gente não sabemos nem escovar os dentes 7HP JULQJR SHQVDQGR TXH QyLV p LQGLJHQWHO meu lugar, ,Q~WLOTem seus mitos e seres de luz, $ JHQWH VRPRV LQ~WLOe EHP SHUWR GH 2VZDOGR UX] MOREIRA, R. ,Q~WLO IUDJPHQWR
  28. 28. DVFDGXUD 9D] /RER ,UDMiO meu lugar, O fragmento integra a letra de uma canção gravada emÉ sorriso, é paz e prazer, PRPHQWR GH LQWHQVD PRELOL]DomR SROtWLFD $ FDQomR IRL censurada por estar associadaO seu nome é doce dizer,Madureira, ia, Iaiá. A ao rock naFLRQDO TXH VRIUHX OLPLWDo}HV GHVGH R LQtFLRMadureira, ia, Iaiá da ditadura militar. B D XPD FUtWLFD DR UHJLPH GLWDWRULDO TXH PHVPR HP VXD(P FDGD HVTXLQD XP SDJRGH XP EDU IDVH ¿QDO LPSHGLD D HVFROKD SRSXODU GR SUHVLGHQWHEm Madureira. C j IDOWD GH FRQWH~GR UHOHYDQWH SRLV R (VWDGR EXVFDYDImpério e Portela também são de lá, QDTXHOH FRQWH[WR D FRQVFLHQWL]DomR GD VRFLHGDGHEm Madureira. SRU PHLR GD P~VLFD( QR 0HUFDGmR YRFr SRGH FRPSUDU D à dominação cultural dos Estados Unidos da América3RU XPD SHFKLQFKD YRFr YDL OHYDU VREUH D VRFLHGDGH EUDVLOHLUD TXH R UHJLPH PLOLWDU8P GHQJR XP VRQKR SUD TXHP TXHU VRQKDU pretendia esconder.Em Madureira. E j DOXVmR j EDL[D HVFRODULGDGH H j IDOWD GH FRQVFLrQFLDCRUZ, A. 0HX OXJDU. DisSRQtYHO HP ZZZYDJDOXPHXROFRPEU $FHVVR HP DEU IUDJPHQWR
  29. 29. SROtWLFD Go povo brasileiro.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 13

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