Banqueiro e sua mulher verificando osganhos em artistas flamengos:Quentin Massys (c. 1465 - 1530),amigo de Erasmo, 1514, e...
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  1. 1. Banqueiro e sua mulher verificando osganhos em artistas flamengos:Quentin Massys (c. 1465 - 1530),amigo de Erasmo, 1514, e Marinusvan Reymerswale (c. 1490 - c. 1567),numa versão de 1539 (Musée duLouvre, Paris, e Museo del Prado,Madrid) A cena modifica-se no quadro pintado vinte e cinco anos depois. Diferenças acentuadas no vestuário e no cenário circundante, no livro que a mulher folheia (de teor religioso no primeiro caso, por certo de registo de contas no segundo), no espelho convexo que reflecte talvez o próprio Massys, e na maior variedade de moedas e de documentos soltos na pintura de 1539. Hans Holbein, o Moço, Triunfo do Bem estar, 1532-34 (Musée du Louvre, Paris). Plutão é conduzido num carro triunfal acompanhado pela Fortuna e pela Vingança (Nemesis), puxado por quatro cavalos (Avareza, Fraude, Usura e Contrato) dominados respectivamente por quatro mulheres (Generosidade, Honestidade, Igualdade e Justiça). Quem os conduz é a Razão segurando os freios do Conhecimento e da Vontade. Acompanham-no em cortejo diversas figuras, entre as quais personagens históricas ou lendárias marcadas pela boa fortuna e pela má sorte.
  2. 2. Xilografias representando ofícios de tecelão e de relojoeiro. HartmanSchopper, Panoplia omnium illiberalium mechanicarum aut sedentariarumartium genera continens, Francoforte sul Meno, George Corvinus e SiegmundFeyerabent, 1568 A temática da vaidade e da avareza de banqueiros, usurários e colectores de impostos parece ter suscitado interesse bastante para motivar um considerável número de quadros de Marinus van Reymerswaele, autor d’ O Chamado de Mateus de 1536 (Museum voor Schone Kunsten, Ghent) e d’ O Colector de impostos, pintado em 1542 (Alte Pinakothek, Munique).

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