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ALUNAS   GIRLAINE CARVALHO MIRANDA    BARBOSA   JARENILDE MONTINHO FARIAS   NILCÉIA CARVALHO   TATIANE MIRANDA DE MACEDO
Estudo de Caso   Socialização e inclusão do aluno portador de    Deficiência Mental.
Introdução:   O presente trabalho tem por objetivo indicar procedimentos que    possam auxiliar na efetivação e facilitaç...
Uma Escola Inclusiva “O homem, na sua essência, é um ser inacabado, num processo contínuo de vir a ser, mediado pelo acess...
Escola Inclusiva   O aluno portador de Deficiência Mental, deve ser    inserido não apenas no espaço escolar, mas na    s...
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ConclusãoA verdade é que: “As outras deficiências não abalam tanto a escola comum,pois  não tocam no cerne e no motivo da ...
Conclusão:   Paradigmas existem para ser quebrados, não tanto na vida    quanto no âmbito escolar, onde há espaço para   ...
Referências:   COSTA, Vilze Vidotte. O Trabalho do Pedagogo nos Espaços Educativos. São Paulo:    Pearson Education, 2009...
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Uma proposta inclusiva estudo de caso gi barbosa

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Compreende-se então, a necessidade de auxiliar na socialização do aluno portador de Deficiência Mental, a fim de inseri-lo não apenas no espaço escolar, mas na sociedade como um todo, uma vez que ... Leia mais em: http://gibarbosa1.blogspot.com/2012/03/uma-proposta-inclusiva-estudo-de-caso.html

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Uma proposta inclusiva estudo de caso gi barbosa

  1. 1. Uma Proposta Inclusiva Estudo de CasoProf.ª Lilian Salete, Daniele Fioravante / Carlos Eduardo de Souza Gonçalves, Vilze Vidotte Costa, Fábio Luiz da Silva.
  2. 2. ALUNAS GIRLAINE CARVALHO MIRANDA BARBOSA JARENILDE MONTINHO FARIAS NILCÉIA CARVALHO TATIANE MIRANDA DE MACEDO
  3. 3. Estudo de Caso Socialização e inclusão do aluno portador de Deficiência Mental.
  4. 4. Introdução: O presente trabalho tem por objetivo indicar procedimentos que possam auxiliar na efetivação e facilitação do processo de inclusão do aluno X, 15 anos, portador de deficiência mental que se encontra amparado pelo MEC cursando o 1º ano do ensino médio em uma escola regular.
  5. 5. Uma Escola Inclusiva “O homem, na sua essência, é um ser inacabado, num processo contínuo de vir a ser, mediado pelo acesso às interações sociais”. (GADOTTI, 1999, p. 44)”
  6. 6. Escola Inclusiva O aluno portador de Deficiência Mental, deve ser inserido não apenas no espaço escolar, mas na sociedade como um todo, uma vez que a proposta não é apenas a inserção no sentido de ser posto no mesmo espaço que os demais, mas o trabalho contínuo a fim de que haja uma maior compreensão e aceitação das diferenças por parte da sociedade e comunidade escolar.
  7. 7. Uma Escola Inclusiva “ É uma escola construída sobre o princípio da educação como direito de todos os cidadãos. É um objetivo a ser alcançado pela luta por uma escola pública gratuita e de qualidade.”.
  8. 8. Propostas de Ações Solicitar que a família procure auxílio de profissionais da área médica para se obter um diagnóstico mais preciso das dificuldades do aluno. Propor a inserção do aluno em turno diferenciado em escola especializada.
  9. 9. Propostas de Ações Preparar relatórios de desempenho do aluno periodicamente. Elaborar e desenvolver projetos voltados para o esclarecimento do tema Deficiência Mental e demais assuntos ligados à inclusão, visando educar os profissionais, discentes e funcionários da escola para uma nova realidade,
  10. 10. Propostas de Ações estudar formas de romper com o modelo de escola que ainda se alicerça em estruturas tradicionais, Incentivar o processo de letramento do aluno trabalhando na busca de melhorar sua comunicação e convivência com os demais Contatar a Secretaria de Educação do município a fim de solicitar o auxílio de um professor apoiador.
  11. 11. Conclusão Compreendendo que as propostas de ações não são modelos prontos e acabados e que devem sim ser analisadas, experimentadas e aplicadas de acordo com o grau de deficiência de cada um, cabe salientar que as deficiências existem e estão em toda parte, mas em se tratando de deficiência mental, (por falta de esclarecimento) a resistência torna se maior a cada dia.
  12. 12. ConclusãoA verdade é que: “As outras deficiências não abalam tanto a escola comum,pois não tocam no cerne e no motivo da sua urgente transformação: considerar a aprendizagem e a construção do conhecimento acadêmico como uma conquista individual e intransferível do aprendiz, que não cabe em padrões e modelos idealizados.”
  13. 13. Conclusão: Paradigmas existem para ser quebrados, não tanto na vida quanto no âmbito escolar, onde há espaço para aprendizado, socialização e principalmente respeito ao ser humano seja ele como for e traga consigo a deficiência que trouxer. No caso do aluno em questão a equipe pedagógica trabalhará as metodologias de acordo com o diagnóstico dos profissionais da área da saúde e em conjunto com a escola especial auxiliará na melhoria não apenas no processo de aprendizagem do aluno, mas em sua socialização e inclusão efetiva.
  14. 14. Referências: COSTA, Vilze Vidotte. O Trabalho do Pedagogo nos Espaços Educativos. São Paulo: Pearson Education, 2009. DE PAULA, Ana Rosa.COSTA, Carmen Martini. A Hora e a Vez da Família: Em uma Sociedade Inclusiva. Brasília: SEESP / SEED / MEC, 2007. GOMES, Adriana L. Limaverde. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Mental. Brasília: SEESP / SEED / MEC, 2007. MALTEMPI, Silvia. O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular. São Paulo: 2010. Disponível em:< http://doce- pedagogia.blogspot.com/2011/11/como-garantir-o-acesso-de-alunos-com.html > Acesso em: 28 out. 2011 SARTORETTO, Mara Lúcia. Como Avaliar o Aluno com Deficiência? 2010. Disponível em < http://assistiva.com.br/Como_avaliar_o_aluno_com_defici%C3%AAncia.pdf> SILVA, Samira Fayez Kfouri da; RAMPAZZO, Sandra Regina dos Reis; PIASSA, Zuleika Aparecida Claro A ação Docente e a Divesidade Humana. São Paulo: Pearson Education, 2011. STRECKER, Heidi. Comunicação e Linguagem. São Paulo: Pearson Education, 2011. TRISTÃO, Daniela Pedrosa Fioravante. Psicologia da Educação II. São Paulo: Pearson Education, 2011.
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