intercâmbio sobre suas ações em parceria e os                                                     desafios desse processo....
redes e mídias sociais como fonte de                                                inteligência competitiva. São espaços ...
stakeholders é quase que obrigatória para que    companhias usa recursos dos seus parceiros,todos trabalhem de forma conec...
tecnológico e não conseguem articular o                                                conhecimento internamente com efici...
interesses, com fluxos e instrumentos eficazes                                                de gestão das competências d...
passado e adotou a ambiciosa estratégia de        Até a Próxima!transformar o Brasil através da inovação. Para            ...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Relatorio 06outubro2011

452

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
452
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
2
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Relatorio 06outubro2011

  1. 1. intercâmbio sobre suas ações em parceria e os desafios desse processo. O caso apresentado foi a prática de logística reversa em refratários da Magnesita, empresa participante do CRI. A pesquisadora daFUNDAÇÃO DOM CABRAL Magnesita, Daniele Fonseca de Lima, compartilhou com todos a oportunidade de desenvolver uma nova plataforma de negóciosCENTRO DE REFERÊNCIA EM dentro da sua empresa, com foco naINOVAÇÃO – MINAS sustentabilidade, tanto dos recursos naturais que utiliza quanto da sua cadeia produtiva.06/10/2011 O Caso de Inovação Magnesita já está em produção pela equipe do CRI Minas e deveráUm sistema de inovação é, por natureza, um ser entregue no próximo encontro, dia 15 desistema de cooperação. É resultado de um dezembro, para os integrantes, juntamenteconjunto de conhecimentos, tecnologias eexpertises que podem ser melhor gerados pela com os outros Casos que estão em fase finalintegração entre atores: parceiros que sabem atuar de aprovação interna nas empresas ondejuntos em busca de inovação. foram gerados: Samarco e Alstom. As versões impressas e online de cada Caso serão“Cooperando para Inovar” foi o tema do disponibilizadas para todos dentro do objetivopenúltimo encontro do ciclo 2011 do CRI MG. do CRI de partilhar e disseminar asUm tema bastante rico, especialmente pela experiências e os estudos gerados pelo grupotroca de experiências entre o grupo de e por cada empresa do grupo na criação deempresas participantes do Centro de um ambiente propício para a inovaçãoReferência da Inovação Minas que, afinal, foi contínua em Minas Gerais.criado pensando na eficiência de uma rede deparcerias e cooperação quando o assunto é Na sequencia do encontro, Alexandreinovação. Barragat, superintendente de relacionamento com empresas da FINEP – Financiadora deA primeira parte do encontro contou com Pesquisas e Projetos – aproveitou aconceitos, reflexões e dados de pesquisa oportunidade de conhecer as grandessobre a prática de parcerias e interações com empresas mineiras e apresentar os fundos deoutros agentes e atores da inovação, financiamento da FINEP.apresentados pelas professoras integrantes doNúcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral, A agenda para 2012 do CRI Minas já estáRosiléia Milagres e Hérica Righi. As duas definida e terá o encontro de abertura no diaeconomistas trabalham com esse tema desde 22 de março, com presenças internacionais2004 e acreditam que estratégia e inovação como Peter Skarzynski, co-fundador dasão faces de uma mesma moeda. Segundo empresa de consultoria Strategos. AsRosiléia Milagres, “não tem como se empresas que ainda não definiram suaposicionar estrategicamente dentro de um participação no CRI de 2012 são convidadas aambiente se você não pensar de forma não perder a oportunidade de estar, por maisinovadora, se você não inovar nos seus um ano, no centro da discussão sobreprocessos, produtos e modelos de negocio. E a inovação no estado.inovação de um modelo de negócios pode serfeita através da formação de redes e Inovação e Relacionamento com o Ambienteparcerias”. ExternoDentro do contexto que as duas professoras epesquisadoras apresentaram, as empresas A professora Rosiléia Milagres começou suaforam convidadas a uma prática de apresentação com muita música e uma
  2. 2. redes e mídias sociais como fonte de inteligência competitiva. São espaços para conversar, comunicar-se com os seus consumidores, pesquisar tendências de consumo, capturar ideias e fidelizar clientes. Instituições mais específicas podem usar as redes inclusive para fazer negócios, transações colaborativas. As pessoas conectadas individualmente também estão conectadas dentro de suas organizações. E ali mesmo podem trocarinteressante analogia. A gravação da música conhecimentos, competências, habilidades,exibida em vídeo pela professora foi feita em informações. Hoje, cada vez mais, asdiversos lugares do mundo, com músicos, organizações buscam as comunidades deinstrumentos e vozes espalhados, mas um prática internas para transferiremúnico resultado: uma bela música, muito conhecimentos e informações que vão trazermelhor executada do que se qualquer um vantagens competitivas. Para isso, édeles tivesse gravando a mesma canção necessário criar espaços de encontro esozinho. Reunindo as competências, interação, para estimular a troca entre ashabilidades e experiências de vida de cada pessoas.um dos participantes do projeto e umaprodução organizada pela tecnologia a tempo Indo além das comunidades internas, ase a hora do mundo atual, o produto final saiu organizações podem estar conectadas entremelhor, mais interessante e mais atrativo si, em redes inter organizacionais. Redespara o consumidor, nesse caso, o apreciador assim podem se formar dentro da cadeiade música. Partindo do conceito produtiva, por exemplo. As relações que sãosubjetivamente exposto no vídeo, ficou clara estabelecidas ali têm características próprias,a conexão entre essa experiência e o fluxos e conexões cooperativas. São jointmovimento mercadológico que está por trás ventures, alianças estratégicas, acordos paradas redes. troca de tecnologia, desenvolvimento de novas tecnologias ou para acessar novosDentro do contexto global, de mercados.compartilhamento, velocidade dasinformações e troca de conteúdo, as redes Outros tipos de redes englobariam aindaadquirem uma relevância ímpar no mundo dos diferentes atores como governo, instituições,negócios. As redes ajudam as organizações a universidades, institutos de pesquisa, ONGs,responderem aos desafios colocados nesse comunidade. A conexão entre esses tipos deambiente, a se manterem competitivas, atores pode ser um pouco mais complexa, jáconstruindo suas vantagens competitivas. No que envolve um conjunto diversificado deentanto, redes podem existir em diferentes formas de atuação e propósitos. Um exemploestágios e diferentes níveis e formatos de são os consórcios que atuam no setor dasconexão. O primeiro deles parte da grandes construções. Por causar impactocompreensão de que redes são formadas por ambiental, econômico e social, asindivíduos conectados. Todos nós temos a organizações principais e o governo precisampré-disposição de estar conectados, passamos estabelecer diálogo e redes atuantes comgrande parte dos nossos dias nos relacionando todos os stakeholders, em especial asatravés de redes, especialmente redes sociais comunidades no entorno da obra, através dee virtuais, usando-as como meios de ONGs, institutos e mesmo as universidadesinformação e de troca de conteúdos. As que podem ajudar no desenvolvimento deorganizações perceberam, então, que existia tecnologias apropriadas para a região. Hoje, aali uma oportunidade. E passaram a usar rede formada entre organização e
  3. 3. stakeholders é quase que obrigatória para que companhias usa recursos dos seus parceiros,todos trabalhem de forma conectada e esteja ela gera uma vantagem competitiva, acessagarantida não só a viabilidade da obra como novos mercados, ganha escala, reduz custos,também uma situação em que todos ganham. adquire e repassa para os seus clientes as vantagens que a rede proporciona, abrindoExiste hoje um conjunto amplo de novas possibilidades de oferecimento depossibilidades de conexão. Entre indivíduos, produtos e serviços. Na percepção dosdentro das organizações, entre organizações, clientes, isso significa aumento de valor, eleentre parceiros, ou com diferentes atores. passa a optar por determinada rede.São redes com variadas formas, acordos,intensidades, tipos de contratação, No entanto, enquanto parcerias podem serinvestimentos e alianças, sendo necessário extremamente vantajosas, também geram umdesenvolver diferentes mecanismos, recursos alto número de insucessos. Isso acontecee instrumentos para gerir essas parcerias. porque é muito mais difícil gerir uma parceria ou uma rede do que uma organizaçãoMas porque hoje? A ideia do trabalho em individualmente. A formação de uma redeconexão existe na história há séculos. Há para cooperação vai exigir o desenvolvimentomuito que se sabe que a divisão do trabalho de estruturas específicas de gestão. Nessepromove eficiência, que cada um pode ponto podem começar os problemas dedesenvolver um conhecimento específico e diferenças entre parceiros. Diferençasdepois trocar esses conhecimentos e ainda culturais, por exemplo com a origem doatrair novos. O que mudou no início do século capital ou com a nacionalidade da empresa.XXI foi a complexidade do ambiente, o Diferenças setoriais – setores raciocinam deaprofundamento dos conhecimentos forma diferente, têm negociações, tempos eespecíficos, exigindo cada vez mais vantagens tecnologias diferentes. Muitas vezes, nem oscompetitivas diferenciadas de cada objetivos convergentes necessariamenteorganização. Hoje o mundo tem cerca de 70% convergem. E esse é um dos mais gravesdos seus produtos gerados com base em motivos de rupturas da rede.conhecimento. E à medida que esseconhecimento se torna mais complexo, menos Depois de encontrada a oportunidade dauma organização é capaz de dominar todas as parceria, vem todo um conjunto deinformações necessárias para enfrentar os atividades, dentro de unidades de negóciosdesafios atuais. Mas em rede, com específicas, que vão ter que se conectar comcooperação, ela não só saberá enfrentar outras e processos terão que serriscos e vencer desafios como entregará um desenvolvidos. Entre essas empresas circulaproduto ou serviço muito melhor ao mercado. informação, conhecimento, cooperação. NoA parceria traz a possibilidade de entender entanto, não existe estrutura hierárquica,melhor a demanda, ajustar processos, colar as poder que se sobressaia. Uma estrutura decadeias produtivas e estruturas confiança deve ser formada, com contratosorganizacionais e levar ao mercado um formais e também informais, que previnamproduto mais interessante do que estava comportamentos oportunistas.levando antes. Ao mesmo tempo, por trás detodos esses processos, a rede também está Para uma boa parceria acontecer, étrocando informações sobre o padrão e perfil necessário criar fluxos, trabalhar asde consumo de seus clientes. E com isso pode diferenças culturais, posicionar os objetivosgerar ainda mais negócios. Isso muda o lócus convergentes, a integração entre processos, ada competição, que deixa de ser uma governança e, especialmente, desenvolverconcorrência empresa X empresa para se boas lideranças. O trabalho para que atornar uma competição entre redes. Um bom parceria dê certo é árduo, mas os ganhos sãoexemplo é o setor de aviação comercial, muitos.formado por grandes alianças internacionais Até onde as empresas cooperam para inovarentre companhias aéreas. Quando uma dessas
  4. 4. tecnológico e não conseguem articular o conhecimento internamente com eficiência. Sobre os tipos de parceiros com quem as empresas cooperam, a maior parte respondeu que é com os fornecedores. Em seguida, com os clientes. A relação fornecedor/cliente é a mais procurada por gerar uma espécie de lock in, unindo os dois parceiros numa vantagem também comercial. Em terceiro lugar, aparece a parceria com universidades, que trazem novos conhecimentos para a rede.A professora e pesquisadora Hérica Righi Depois, vêm as empresas de consultoria.trouxe para o grupo alguns dadosinteressantes sobre o processo de inovação Os dados sobre os objetivos da cooperaçãoatravés da cooperação nas empresas são resultado de uma pesquisa feita com obrasileiras. grupo de participantes do CRI. A maior parte das respostas ligou os objetivos daA primeira informação veio de uma pesquisa cooperação (seja com clientes, comrealizada entre os CEOs das maiores empresas fornecedores ou universidades) a P&D. Outrasno mundo. Eles foram perguntados sobre a resposta que surgiu algumas vezes foiexpectativa de inovação nas suas empresas “ensaios de testes para produtos”, quepara os próximos 3 anos. A maior parte deles normalmente são feitos em laboratóriosrespondeu que espera desenvolver inovações especializados parceiros para aprovar acom parceiros fora de suas organizações. Isso tecnologia que está sendo pesquisada oudemonstra que já está no mind set das desenvolvida.empresas que elas não vão desenvolverinovações sozinhas. Algumas delas A cooperação para inovação vai ter diferentesresponderam que contam com ajuda de seus características e objetivos de acordo com ogovernos e outras vão desenvolver em setor em que a empresa está inserida. Asconjuntos com diferentes instituições como diferenças setoriais estão centradas no tipouniversidade, institutos de pesquisa, órgãos de conhecimento que o setor demanda e ode fomento, entre outros. Ou seja, a maior regime de propriedade tecnológica, nosparte das inovações passará por integrações atores e nas redes daquele setor e nos marcoscom diferentes atores. estabelecidos: instituições, marcos regulatórios, patentes, etc.Outros dados apresentados são da Pintec –2008 Pesquisa de Inovação Tecnológica A cooperação para a inovação passa pelarealizada pelo IBGE, observando um corte mesma ideia de cooperação para qualquerfeito especificamente sobre cooperação entre outra finalidade – juntar competênciasempresas com foco em inovação. Segundo a distintas e criar algo de maior valor para opesquisa (2008), 41 mil empresas inovaram no mercado e com mais eficiência – e não seBrasil. Dessas, apenas 4 mil inovaram com restringe somente às indústrias de altacooperação de um universo de mais de 100 densidade tecnológica. Muito menos semil empresas analisadas. Na divisão entre restringe ao tipo de inovação. A cooperaçãopequenas, médias e grandes, as grandes pode estar presente em todos eles: produto,inovaram significativamente mais que as processo, mercado ou modelo de negócio.outras. Por terem um mercado maior, maiscondições de investir, conseguem atrair Os desafios para a cooperaçãoparceiros para a inovação e agir de maneiradisruptiva. As pequenas empresas, muitasvezes, estão correndo atrás de um gap
  5. 5. interesses, com fluxos e instrumentos eficazes de gestão das competências de uma parceria. Caso Magnesita: Logística Reversa para a SustentabilidadeOs participantes foram convidados a discutirentre si quais são os principais desafios quehoje as empresas enfrentam para cooperar nabusca pela inovação. Com quem eles jácooperam, com quem poderiam cooperar,quais são as dificuldades na criação destarede? Vários dos conceitos de parceria, cooperação e rede que foram apresentados e discutidosUm dos parceiros mais citados foi a durante o encontro puderam ser constatadosuniversidade, em grande parte pelas na apresentação do Caso de Inovação dadificuldades que essa relação impõe. Uma das Magnesita, que desenvolveu um projeto demais graves está na diferença de timing entre Logística Reversa para a reciclagem dosa empresa e a academia. A urgência que a resíduos refratários gerados por seus clientes.empresa tem de colocar os novos produtos no Um dos fatores de sucesso do projeto émercado encontra uma resistência na exatamente a conexão feita com diversosuniversidade. Além disso, os dois falam atores, desde a pesquisa laboratorial sobre aslínguas diferentes, uma voltada para a rotas de reciclagem de cada material até avelocidade e as demandas do mercado e a forte parceria com os clientes, que precisamoutra voltada para o academicismo do agir em conjunto com a Magnesita na coletadesenvolvimento de conhecimento. É um seletiva e transporte dos materiais que vãodesafio trabalhar com as universidade, mas é ser reciclados.também uma oportunidade. Cada uma tem asua função na sociedade e isso não vai mudar, Mais detalhes sobre o projeto e osmas talvez as escolas possam ser melhor significativos resultados que a empresa tempreparadas para receber e entender o projeto conseguido estarão no Caso de Inovaçãodas empresas e para gerar mão de obra Magnesita, documento em fase de aprovação,específica para este mercado. O fluxo é que que será entregue para os participantes noprecisa ser melhor construído. próximo encontro.Entre os demais atores, novamente os mais FINEP, Agência Brasileira da Inovaçãocitados foram os fornecedores e os clientes.Nesse caso, os maiores desafios estão em Alexandre Barragat, Superintendente da Áreaalinhar as diretrizes estratégicas de cada de Financiamento da Finep – Financiadora deempresa envolvida, especialmente na questão Pesquisas e Projetos – fechou o encontrodos objetivos, da confiabilidade e da apresentando a instituição e as suas linhas deconfidencialidade. Também é importante que financiamento e crédito às empresas. Criadacada empresa envolvida na rede entenda os em 1967 para apoio ao desenvolvimentoprocessos, procedimentos e produtos da tecnológico, especificamente com crédito (aoutra. O segredo está em orquestrar todos os partir de 1976), a Finep passou por uma revisão de planejamento estratégico no ano
  6. 6. passado e adotou a ambiciosa estratégia de Até a Próxima!transformar o Brasil através da inovação. Para Equipe CRI-MGisso, atua com três formas de apoio:financiamento não reembolsável (com Empresas associadas:recursos dos fundos setoriais), Fundos decapital de risco (ou subvenção econômica) eFinanciamento Reembolsável (Inova Brasil).A Finep está estruturada para financiarempresas em todos os níveis de maturidade eem todos os níveis de desenvolvimentocientífico, tecnológico e de inovação, desde afase inicial de pesquisa científica einfraestrutura (com a modalidade definanciamento não reembolsável FNDCT) até afase de expansão e consolidação (com asmodalidades de financiamento Crédito, ICT-EMP e Subvenção Econômica).Entre os Financiamentos Não Reembolsáveisestá a Subvenção Econômica, que apoia odesenvolvimento de produtos, processos eserviços inovadores brasileiros em áreasconsideradas estratégicas nas políticaspúblicas federais. Já foram 4 editais deSubvenção Econômica, com total aprovado deR$1,6 bilhão para 825 projetos. Outrosfinanciamentos Não Reembolsáveis são osFundos Setoriais e o Prêmio Finep de Inovação– que premia, com R$ 120 mil a R$ 2 milhões,micro, pequenas, médias e grandes empresaspor seus esforços inovadores. Outroinstrumento da Finep são os Fundos de Capitalde Risco. Há 11 anos a Finep vem tentandoestimular uma indústria de capital de risco noBrasil, ajudando a qualificar e investir, juntocom outros parceiros. O Inova Brasil é maisum programa de crédito, de FinanciamentoReembolsável, sobre o qual a Finep recebeurecursos de R$ 3,7 bilhões para operá-lo. Opúblico alvo desse programa são as empresasde médio a grande porte. As propostas sãofeitas de modo aberto, sem edital ou períodopara ocorrerem e podem se encaixar entretrês linhas: Inovação Tecnológica, CapitalInovador (para estrutura física de P&D) e Pré-Investimento (para implantação deengenharias e conhecimentos totalmentenovos). Entre 1999 e 2010, os recursos daFinep cresceram quase 10x, divididos entreFNDCT, Subvenção (a partir de 2006) eCrédito.

×