Your SlideShare is downloading. ×
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Depressão - Conhecendo o fundo do poço
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Depressão - Conhecendo o fundo do poço

2,623

Published on

Um resumo de como a Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung trabalha com a psicoterapia com pacientes depressivos, e as diferenças entre os aspectos médicos e psicológicos em lidar com a depressão.

Um resumo de como a Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung trabalha com a psicoterapia com pacientes depressivos, e as diferenças entre os aspectos médicos e psicológicos em lidar com a depressão.

Published in: Education
2 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • É exatamente o que foi dito: sem tirar nem por acréscimos. Somos almas. E como toda amplitude que ela abs.arca é como devemos ser tratados: medicina multidisciplinar. Abs.
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
  • muito bom rever sua apresentação, em alguns slides cheguei mesmo a ouvir tua explicação.
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
No Downloads
Views
Total Views
2,623
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
72
Comments
2
Likes
1
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. DEPRESSÃO Conhecendo o fundo do poço Francisco Purcotes Júnior
  • 2. MÉDICO X PSICOLÓGICO
  • 3. Aspectos médicos - Diagnóstico - DSM - Critérios 1- diminuição do interesse ou prazer (indicado por relato subjetivo ou observação feita por terceiros)”
  • 4. 2-“Humor deprimido na maior parte do dia, indicado por relato subjetivo (p. ex., sente-se triste ou vazio) ou observação feita por terceiros (p. ex., chora muito)” 3- “Perda ou ganho significativo de peso.” 4-“Insônia ou hipersonia quase todos os dias.”
  • 5.
    • 5- “Agitação ou retardo psicomotor quase todos os dias.”
    • 6-“Fadiga ou perda de energia quase todos os dias.”
    • 7- “Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada, quase todos os dias.”
  • 6. 8- “Capacidade diminuída de pensar ou concentrar-se, ou indecisão, quase todos os dias.” 9- “ “Pensamentos de morte recorrentes, tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio.” # Episódios Depressivos maiores, ou seja, o paciente no mínimo deve apresentar duas semanas de humor deprimido ou perda de interesse, juntamente com mais quatro sintomas de depressão.
  • 7.
    • O diagnóstico de Transtorno Depressivo Recorrente é dado quando no decorrer da vida, o indivíduo apresentou mais de um Episódio Depressivo
    • Segundo as pesquisas, uma pessoa entre cinco, ficou, fica ou ficará deprimida. Cuche & Gérard (1994, p.17)
  • 8.
    • A maioria das pessoas sente-se pior pela manhã e vão melhorando com o decorrer do dia.
    • Segundo Cuche & Gérard (1994, p.12) as pessoas tem entre 5 a 10% de risco de ter depressão durante a vida, entretanto, estes números não são absolutos, visto que grande parte das pessoas que sofrem nunca vai ao médico, logo não são registradas.
    e a maioria das pessoas sente-se pior pela manhã e vão melhorando com o decorrer do dia.
  • 9. Tratamento médico
    • Psicoterapia é aconselhada apenas num segundo momento ,
    • Capacidade de pensar
    • Raciocínio
    • Inteligência e de associação de idéias
    • Cuche & Gérard (1994)
    • CURA= “retorno ao estado anterior”.
  • 10.
    • Ajudar de maneira ativa o paciente a gerir sua vida, seu tratamento e o conjunto de sua situação”.
    • “ Não hesitar em dar conselhos e orientações e a ajuda de medicamentos”. Cuche & Gérard (1994, p.162)
  • 11. Aspectos Psicológicos Psicologia Analítica
  • 12.
    • Busca pelo ser - Individuação
    • Diagnóstico não é o essencial para o trabalho com a depressão para a Psicologia analítica
    • Segundo Jung (2006, p.158) “Naturalmente, é necessário que um médico tenha o conhecimento dos assim chamados métodos. Mas deve evitar o engajamento fixo de um caminho determinado, rotineiro.”
  • 13.
    • “ Uma simples formação médica não é suficiente, porquanto o horizonte da alma humana vai muito além do gabinete de consulta.”
    • MITOLOGIA
    • ALQUIMIA
    • SONHOS
    • ASSOCIAÇÕES LIVRES
    • IMAGENS
  • 14. MITOS “ Somente a descida ao Hades é capaz de nos libertar do Hades.” Ulisses, Orfeu e Hércules
  • 15. TEMPO
  • 16. ALQUIMIA Nigredo Albedo Rubedo
  • 17.
    • Sonhos e Imagens
  • 18.  
  • 19.  
  • 20.  
  • 21.  
  • 22.  
  • 23.
    • ..uma descida , uma puxada para baixo, para onde não queremos ir , entretanto, é uma dor necessária, só então, algo novo pode surgir em nós.
    • De acordo com Chopra, (2009, p. 82) é na escuridão que inicia a jornada da alma, é lá que a verdade está disfarçada ou incompreendida.
  • 24. MORTE
  • 25.
    • “ (...) as depressões são um estímulo para se percorrer novos caminhos, seguir o caminho interior. Entretanto, muitas pessoas recusam-se a dar esse passo a frente.
  • 26.
    • Planos de sucesso exterior, drogas e bebidas, troca de mulheres
  • 27.
    • ...um convite para encontrar sua alma e ser uma pessoa plena. Sanford (1987, p.79)
    • “ a depressão é sempre uma chance de vida, ela nos presta um serviço , pois nos induz de forma natural à recuperação do tempo e reflexão sobre o nosso objetivo da vida”. Da Silva (2011)
    • Segundo Jung, (2008, p. 173) para que a pessoa possa perceber esses fatos é quase sempre necessária que haja uma crise em sua vida.
  • 28.
    • alivio da dor - recuperação final.
    • A dor é implacável e essa condição torna-se intolerável por sabermos de antemão que não vai aparecer nenhum remédio – no período de um dia, numa hora, num mês ou num minuto. Sabemos que qualquer pequeno alívio é temporário , que será seguido por mais dor. A desesperança, mais do que a dor, destrói a alma. (1991, p. 67)
  • 29.
    • TRATAMENTO
    • “ Voltar-se para as trevas que se aproximam, sem nenhum preconceito e com toda a simplicidade, e tentar descobrir qual o seu objetivo secreto e o que vem solicitar do indivíduo.” (2008, p. 221) #
  • 30.
    • retirar o paciente da experiência de solidão, equivale a retirá-lo de sua busca pessoal, de uma experiência única .
    • De acordo com Cuche & Gérard, (1994, p.29) quando dizemos a um deprimido para se animar, é como se estivéssemos dizendo a um homem sem pernas correr mais , o que agravará seu sentimento de culpa.
  • 31. ENTREVISTA
    • Chalub (2010) sobre a conduta médica adotada quando em contato com pacientes depressivos afirma: “É a medicalização de uma condição humana, a tristeza. É transformar um sentimento normal, que todos nós devemos ter, numa entidade patológica.”
  • 32.
    • “ Não se pode mais ficar triste, entediado, porque isso é imediatamente transformado em depressão”.
    • Segundo Chalub, (2010) o homem não aceita mais sentir coisas humanas, como a tristeza. Ficar triste, em geral, não justifica o uso de medicamentos. Para o entrevistado, os médicos atualmente precisam suprir a demanda, desta forma, em geral, um paciente que diga em uma consulta que está triste, se for aconselhado uma psicoterapia, este paciente não sairá satisfeito e procurará outro médico, este, receitará um antidepressivo, o que fará o paciente se sentir melhor, e voltar outras vezes.
  • 33.
    • As raízes da depressão estão na infância. Os acontecimentos atuais não levam à depressão verdadeira, só muito raramente. Justamente o contrário do que se imagina. Mas mexer na infância é muito doloroso. Não tem remédio para isso. Precisa de terapia, de análise , mas as pessoas não querem fazer, não querem mexer nas feridas. Então é melhor colocar um esparadrapo, para não ficar doendo, e pronto. É a solução mais fácil.
  • 34.
    • Desta forma, a felicidade não se baseia apenas em coisas positivas, mas também compreende aceitar as limitações, o sofrimento, as incompetências e fracassos. “É também ficar triste de vez em quando.” Chalub (2010)
    • Segundo Styron, (1991, p.83) mesmo nos casos mais graves de depressão, as vítimas sobrevivem e vivem tão felizes quanto as que nunca tiveram depressão. #
  • 35.  
  • 36. Obrigado !
  • 37. Referências Bibliográficas
    • CAMPBELL, Joseph. Mito e transformação. São Paulo: Ágora, 2008
    • CHALUB, Miguel. O homem não aceita mais ficar triste. Disponível em: E + Revista Istoé. Ed. 2115, 2010. Acessado em 17/09/2011
    • CHOPRA, Deepak. O terceiro Jesus: O Cristo que não podemos ignorar. Rio de Janeiro: Rocco, 2009
    • CUCHE, Henry; GÉRARD, Alain. Não agüento mais. 2ª. Ed. Campinas: Papirus, 1994
    • DA SILVA, Ari Antonio. A crise existencial da meia idade e o valor da depressão como um sinal de transformação . Disponível em: Novo Hamburgo, Rio de Janeiro, Brasil. 2011 Acessado em 17/09/2011
    • DAHLKE, Rudiger. Depressão: Caminhos de superação da noite escura da alma. São Paulo: Cultrix, 2009
    • DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais . 2ª. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008
    • DORNELLLES, Claudia. DSM-IV-TR – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais . 4ª. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2002
    • DOSTOIEVSKI, Fiodor. Noites Brancas e Outras histórias. São Paulo: Martin Claret, 2004
    • GRINBERG, Luiz Paulo. Jung: O homem criativo. 2ª. ED. São Paulo: FTD, 2003
    • HOLLIS, J. Os pantanais da alma. São Paulo: Paulus, 1999
    • JUNG, Carl Gustav. Mémórias, sonhos, reflexões. 13ª. Ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006
    • JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos. 2ª. Ed. Especial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008
    • JUNG, Carl Gustav. Psicologia e alquimia. 4ª Ed. Petrópolis: Vozes, 1991
    • JUNG, Carl Gustav. Símbolos da transformação. Petrópolis: Vozes, 1986
    • LYRA, Sonia. Nunca mais quero me sentir vulnerável. Curitiba: Lyra, 2001
    • MAZZOCCHI, L; FORZANI, J; TALLARICO, A. Il vangelo secondo Mateo e lo zen . Bologna: Edizioni Dehoniane, 1995.
    • SANFORD, John A. Parceiros invisíveis: O masculino e o feminino dentro de cada um de nós. São Paulo: Paulus, 1987
    • STYRON, William. Perto das trevas. Rio de Janeiro: Rocco, 1991

×