LEGENDA:   Em:   PRETO, o texto traduzido;   MARROM,          acréscimos,    comentários,explicações, detalhes;   AZUL, ad...
A MISSA SOLENE     Chama-se Solene a Missa Cantada em que o Celebrante é servido não só peloDiácono e Subdiácono, revestid...
j)      O cálice6 coberto com o véu umeral7 e a bolsa.8       k)      O véu do cálice dobrado, por trás do cálice.9       ...
w)     Prepara-se também (se for o caso) as velas para os ceroferários (tocheiros).                                       ...
Gloria (o Cer desce ao seu lugar, face ao altar, lado da Epístola). Ao canto do DominusVobiscum da Coleta o Cer fica junto...
Cel com três golpes duplos, e devolve o turíbulo ao Tur. Ele retorna então ao pé doaltar.      10. a – Se há sermão, o D e...
sustenta o pé do cálice com a mao direita. Ele lhe afastará um pouco para aincensação da cruz, depois recolocará no lugar ...
18. Terminado o Agnus Dei o SD e o Cer genuflete e retornam aos seus lugaresao pé do altar. O D ajoelha sob o supedâneo, o...
do altar, o D sobe a sua direita e os três (com o SD) saúdam a cruz do altar antes dedescer aos pés dos degraus. O Cer mar...
•    A primeira referência utilizada é o Ritus Servandus in Missa Solemni (cap. 1           a 13) e a segunda é Stercky em...
b)       Se se vai à banqueta do meio do altar: genuflete-se antes de ir.        c)      [Se ele deve deixar o altar ou o ...
11. Depois da repetição da antífona, o Cel canta os versos e a oração em tom ferial.Depois de uma nova reverência, todos v...
turíbulo, à distância iguais, desde o meio do altar até o lado Epístola (nº 8, 9            e 10).       b)       Chegando...
aquelas palavras que devem inclinarem-se, podem voltar-se e inclinarem-se emdireção ao altar. Ao sinal do Cer, logo que se...
por baixo, oscula o começo do Evangelho dizendo Per evangelica dicta… Permanece emseu lugar, de mãos postas, para ser ince...
I. Incensação (StML, n. 657 e 153)      24. Quando Cel tenha dito Veni Sanctificator, ele impõe e abençoa o incenso coma f...
26. Ao Quam oblationem..., o D passa à direita do Cel e se põe ajoelhado nestemomento onde o Cel vai fazer a Consagração. ...
Ite Missa est durante o qual o Cel fica voltado para o povo (ele não diz o Ite Missa est avoz baixa, nem o Benedicamus Dom...
I. REGRA PARA AS GENUFLEXÕES       a) A primeira genuflexão chegando ao altar, e a última antes de retornar à          sac...
4. No altar, o D dá espaço para que o Tur avance. Ele recebe a naveta eapresenta a colher ao Cel, osculando a colher e dep...
11. Ao sinal do Cer, todos genufletem e partem em procissão para o local doEvangelho. Chegado ao local, ele abre o Evangel...
coloca o vinho dentro do cálice. Quando o SD colocar a água, o D enxuga a bordainterior do cálice com a ajuda do sangüíneo...
quem haec omnia, genuflete e passa a direita do Cel. Descobre o Cálice e genuflete como Cel. Depois da pequena elevação, r...
abluções, e terminadas estas genuflete no meio em frente ao SD. Depois ele desceimediatamente e se coloca unus post alium ...
I. REGRA PARA AS GENUFLEXÕES       a)      A primeira genuflexão chegando ao altar, e a última antes de retornar à        ...
da Epístola pela última vez, coloca-se à esquerda do D in plano, para a incensação doCel (inclinação profunda antes e depo...
antes) o SD não se senta: ajuda o Cel a sentar-se e depois lhe faz uma inclinaçãomedíocre. O SD permanece em pé, enquanto ...
17. Chegando ao pé do altar o SD genuflete e passa a paz ao Cer antes de subirà direita do Cel. Inclina-se profundamente d...
d)      Ele deixa o Cel purificar o cálice, mas pode cubrir o cálice e levá-lo à          credência.     e)      O resto f...
Notas preliminares     a) A função do cerimoniário é de assegurar a execução correta e digna da        cerimônia, e, porta...
II. DESCRIÇÃO DA MISSA      A Missa até o Alleluia     4. Se não há aspersão, o Cer apresenta, no entanto a água benta ao ...
da Coleta,44 o Cer acompanha-o ao pé do altar (à sua esquerda). Ele fica à esquerda doSD durante o canto da Epístola.     ...
banquetas, tendo feito a genuflexão. Se a recitação do Credo não terminou quando ocoro cantar Et incarnatus est, os minist...
Missa Solene na  Forma Extraordinária do Rito Romano
Missa Solene na  Forma Extraordinária do Rito Romano
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Missa Solene na Forma Extraordinária do Rito Romano

  1. 1. LEGENDA: Em: PRETO, o texto traduzido; MARROM, acréscimos, comentários,explicações, detalhes; AZUL, adaptações já feitas; VERMELHO, partes em que temos maisdúvidas, obscuras ou estranhas ao nosso costume. 1
  2. 2. A MISSA SOLENE Chama-se Solene a Missa Cantada em que o Celebrante é servido não só peloDiácono e Subdiácono, revestidos das competentes vestes sagradas, mas tambémpelos ministros inferiores, que são igualmente requeridos (D. 3104, 2; 3697, 10). Artigo I: O QUE PREPARAR No altar a) Colocar nos devidos lugares as sacras. b) O Missal numa estante ou almofada (coberta com a cor litúrgica da Missa), no lado da Epístola, aberto na página do Intróito. c) E, eventualmente, o cartão das entoações (Gloria, Credo, Ite Missa est). d) Se houver aspersão, o cartão das orações é posto sobre os degraus do altar, do lado do Evangelho. E a casula do Celebrante e os manípulos são preparados nos banquetas.1 e) O altar deve estar coberto com três toalhas e um frontal da cor litúrgica, duma preciosidade proporcional ao grau de solenidade. f) Acendem-se seis velas. Entre as velas podem-se (se possível) colocar relicários e flores (preferencialmente naturais). No presbitério g) Do lado da Epístola, próximo a credência, prepara-se o faldistório ou banqueta do Cel2 e, uma de cada lado, as banquetas para os ministros sagrados. h) Uma banqueta para o Cerimoniário3 e ministros inferiores.4 i) Caso seja necessário, prepara-se em lugar conveniente, estante e microfone. Na credência5 1 Ou como diremos a diante. 2 O assento do Cel pode ser substituído por mochos, mas nunca por simples cadeiras. Pode também sercolocado sobre um pequeno estrado, elevado à altura do ínfimo degrau do altar, e coberto com um tapete. 3 O Cer pode sentar-se numa banqueta mais simples ao lado direito do Diácono, um pouco atrás, ou ainda maispróximo dos ministros inferiores. 4 Os assentos do ministros inferiores são mais simples. Pode-se prever uma banqueta para o Turiferáriopróximo à credencia do lado da Epístola. As banquetas dos acólitos podem ficam imediatamente atrás dasbanquetas dos ministros superiores ou uma de cada lado da credência. 2
  3. 3. j) O cálice6 coberto com o véu umeral7 e a bolsa.8 k) O véu do cálice dobrado, por trás do cálice.9 l) As galhetas, a bacia do lavabo e o manustérgio.10 m) O cibório com as hóstias para consagrar.11 n) A toalha da Comunhão.12 o) A sineta (que podem ser até duas).13 p) O Evangeliário marcado na Epístola do dia.14 q) Eventualmente, o cartão da entoação do Confiteor. r) A patena da Comunhão (caso outro sacerdote vá ajudar na distribuição). Na sacristia s) Os paramentos15 para o Cel como para a Missa Rezada, a saber: o amito, a alva, o cíngulo, o manípulo e a casula.16 E, se possível, barrete. Se há aspersão, prepara-se capa, neste caso casula e manípulo ficam no presbitério. t) Os paramentos para o Diácono: amito, alva, cíngulo, manípulo (se não há aspersão), estola diaconal e dalmática. E, se Cel usar, barrete. u) Os paramentos para o Subdiácono: amito, alva, cíngulo, manípulo (se não há aspersão), e tunicela (dalmática). E, se Cel usar, barrete. Se o SD não recebeu a Ordem do Subdiaconato, ele não usa manipulo durante a Missa. v) Os Acólitos levam seus castiçais e o Turiferário o turíbulo.17 5 A credência deve estar do lado da Epístola, coberta com uma toalha branca que desça até o chão. Os seusanglos posteriores devem ficar livres para que os Acs aí coloquem seus castiçais. Dom Antonio Coelho, em seuCurso de Liturgia Romana, dá a entender que a credência deve ser de tamanho tal que se o Cel “vier revestido depluvial, põe-se na credência, por cima da parte do umeral que cobre o Evangeliário, a casula elegantementedesdobrada, com a cor litúrgica para fora e em cima a estola, se o Cel não a trouxer, e o manípulo do Cel” e “naoutra extremidade da credência, igualmente sobre o umeral, põem-se os manípulos dos ministros, sobrepostos emforma de cruz de Santo André.” (CLR, n. 1119, p. 326). Contudo, parece bom salvaguardar o costume de nessescasos (por falta de espaço na credência) preparar a casula e manípulo do Cel no faldistório ou, só em casosgraves, sobre o altar (mas nunca no meio, sempre no lado do Evangelho). Sendo necessário, pode-se preparar osmanípulos dos ministros nas suas próprias banquetas. 6 O cálice é preparado no meio da credência. 7 O véu umeral cobre todos os objetos que estão na credência, para tanto, deve adaptar-se bem ao cálice e cairelegantemente sobre a credência, com a cor litúrgica da Missa para cima. 8 Por cima da patena coberta com o véu umeral, coloca-se a bolsa do corporal, com a abertura para a parede. Sena Missa não haverá Credo, a bolsa fica por debaixo do véu umeral, sobre a patena. 9 O véu é dobrado ao comprido, e não a modo de corporal, com a cor litúrgica à vista. 10 As galhetas ficam à direita do cálice, dentro do pratinho e cobertas com o manustérgio. 11 Ficará ao lado das galhetas. 12 Junto às galhetas. 13 A sineta fica atrás das galhetas. 14 Do lado direito do cálice. Se houver Epistolário, este fica do lado esquerdo; se se tratar de um mesmo livropode-se colocar do lado oposto às galhetas. 15 Na mesa da sacristia os paramentos do Cel são arrumados no meio, no lado direito os paramentos do D e nolado esquerdo os do SD. 16 Se a Missa for precedida duma Hora canônica (presidida pelo Cel), este entra de pluvial; se for precedida deaspersão ou alguma benção (velas, ramos, cinzas), entra de pluvial e estola (CLR, n. 1119). 17 Se houver aspersão, o Tur deixa o turíbulo na sacristia e leva na procissão a água benta. 3
  4. 4. w) Prepara-se também (se for o caso) as velas para os ceroferários (tocheiros). Artigo II: DESCRIÇÃO GERAL A Missa Solene até o Ofertório SD Ac2 1. Na sacristia os ministros inferiores ajudam o Cel, o Cel Cer Clero TURD e o SD a revestir os paramentos. Depois os Acs pegamos castiçais e o Tur o turíbulo ou o aspersório (água benta). D Ac1Todos entram em procissão. Fig. 1 2. Se há aspersão, os ministros superiores ficam aolado do Cel para a procissão de entrada, durante a qual lhe sustentam as bordas dacapa, e lhe levantam a alva se ele for subir degraus para chegar ao presbitério.Chegados ao pé do altar, todos vão para seus lugares: o Tur se põe face ao altar dolado da Epístola; os dois Acs genufletem e vão colocar os castiçais na credência e sepõem diante de suas banquetas. Depois o Cer pega o lugar diante do altar do lado doEvangelho; os ministros superiores colocam-se, juntamente com o Cel, ao meio doaltar. Ao sinal do Cer, todos genufletem e se ajoelham. O D passa o aspersório ao Cel,assim que o SD o apresenta o cartão. Todos se levantam depois de serem aspergidos.O Cel vai, então, aspergir a assistência, começando pelo clero. E para isto, éprecedido pelo Cer e pelo Tur, tendo ao seu lado os ministros superiores (que trocamde lado ao deixar o altar). 3. Ao chegar, todos genufletem ao sinal do Cer. depois o Cel canta a oração coma ajuda do cartão que é sustentado pelo D e pelo SD. Ao fim da oração, os ministrossuperiores genufletem e seguem o Cer às banquetas, onde revestem os paramentos. OTur sai depois da oração para a sacristia e retornará com o turíbulo durante as oraçõesao pé do altar. Depois de colocarem os paramentos os ministros retornam ao altar parao começo da Missa. 4. Se não há aspersão, os ministros superioresentram em procissão, um atrás do outro. O Tur (que tem + Cer TURo turíbulo nas mãos) genuflete sozinho antes dos Acs e Cel Dvai a seu lugar próximo à credência. Depois da SDreverencia, o Cer e os Acs se ajoelham para as orações ao Fig. 2pé do altar. Terminadas estas, o Cel sobe ao altar, Incensação no Intróitoladeado pelos ministros superiores. O Cer convida,então, o Tur a aproximar-se. Imposto o incenso, o Tur passa o turíbulo ao D, deixa oaltar, depõe a naveta na credência e vai se colocar como indicado na Fig. 1. Osministros superiores procedem à incensação do altar como de costume, e o Cer retirao Missal para a incensação do lado da Epístola. Terminada a incensação do altar, o Drecebe o turíbulo das mãos do Cel e desce in plano para incensar-lo. 5. Depois de incensar o Cel, o D dá o turíbulo ao Tur, o qual retorna ao seulugar. Depois o Cer sobe ao Missal para indicar o Intróito ao Cel, assim como osministros superiores se põe em flecha atrás do Cel. Ao ultimo Kyrie canto, o Celretorna ao meio do altar acompanhado pelos ministros superiores; aí ele entoa o 4
  5. 5. Gloria (o Cer desce ao seu lugar, face ao altar, lado da Epístola). Ao canto do DominusVobiscum da Coleta o Cer fica junto ao Missal. 6. Depois da entoação do Gloria, o D e o SD sobem ao altar, cada um por umlado do Cel para recitar com ele o hino. Terminada a recitação, os ministrossuperiores genufletem sobre o supedâneo ao sinal do Cer (o qual genuflete in plano), evão diretamente às banquetas, onde todos se sentam, salvo o Cer: este ficará à direitados ministros sagrados, de frente para nave. Ao fim do canto, o Cer os convida aretornar ao altar. Depois da reverência, os ministros superiores se põem um atrás dooutro; o Cer sobe ao Missal pelo lado da Epístola. 7. O Cel, depois de ter osculado o altar, volta-se de frente para os fiéis e canta oDominus Vobiscum; ele vai, então, ao Missal para a Coleta, que o Cer lhe indica. Depoisdo Oremus da Coleta (se for mais de um, depois do Oremus da última Coleta), o Cer vaià credência buscar o Epistolário, e vai apresentá-lo ao SD: os dois, após a inclinação daconclusão da Coleta, genufletem ao pé dos degraus (Cer à esquerda), e vão para olado da Epístola. O Cel e o D retornam às banquetas e sentam-se. Assim que todos sesentarem, o SD canta a Epístola. 8. Terminada a Epístola, o D e o Cel retornam ao Missal. O SD, sempreacompanhado pelo Cer à sua esquerda, vai genufletir ao pé do altar, depois ocontorna pelo lado da Epístola e sobe para se ajoelhar no supedâneo. Aí ele oscula amão do Cel posta sobre o Epistolário, e recebe a sua benção. Ele desce então, ao ladoda Epístola do altar, onde entrega o livro ao Cer, que permaneceu in plano. O SDretorna, então, ao seu lugar atrás do Cel, que está lendo o Gradual e o Aleluia que o Dlhe apresenta. Terminada a leitura, todos retornam às banquetas e sentam-se, semfazer reverência. 9. Cinco linhas antes do fim do canto, o Cer vai à credência +pegar o Evangeliário, em seguida convida os ministros sagradosa irem ao altar. Depois da reverência ele dá o livro ao D, Celenquanto o SD troca o Missal de lado. O D sobe, então, para SD Ddepositar o Evangeliário sobre o altar e o Cer chama o Tur. Cer TURDurante a imposição do incenso, os Acs pegam os seus castiçais Ac2 Ac1na credência e esperam o Tur. Terminada a imposição, o Tur Fig. 3vai colocar a naveta na credência e pega o turíbulo com a mão Posição para a Procissão do Evangelhodireita, mantendo-o entreaberto. Os três partem então ao pé doaltar, como indicado na figura. Depois da imposição do incenso o D desce um degraue ajoelha para recitar o Munda Cor meum. Depois sobe, pega o Evangeliário e se ajoelhadiante do Cel para receber a bênção. Em seguida esta ele desce à direita do SD. Àrecitação do Aleluia (ou equivalente), o Cer marca genuflexão, e todos partem emprocissão para o lugar do Evangelho. Depois do Sequentia sancti Evangelii, o Cer pega oturíbulo e o passa ao D, que incensa o livro com três golpes duplos. Depois o D cantao Evangelho, assim como o Cer passa o turíbulo ao Tur. Ao fim do canto o D indica aoSD começo do Evangelho: este último parte e o faz ser osculado pelo Cel. O Cer e osAcs farão a genuflexão diante do altar, e os Acs depõem os castiçais na credênciaantes de retornar aos seus lugares nas banquetas. Durante este tempo, o Cer recebedo SD o Evangeliário e o vai depor na credência. Quanto ao D ele fica no lugar doEvangelho, com o Tur à sua direita. Logo que o Cer sair do meio do altar, ele incensa o 5
  6. 6. Cel com três golpes duplos, e devolve o turíbulo ao Tur. Ele retorna então ao pé doaltar. 10. a – Se há sermão, o D e o SD genufletem um ao lado do outro e vão sentar-senas banquetas. O Tur genuflete atrás deles, e retorna à sacristia, ele virá novamenteao altar no Oremus do Ofertório, com novo carvão preparado. Ao fim da pregação, osministros sagrados retornam ao pé do altar e se põe em linha, um atrás do outro,depois de ter feito a genuflexão com o Cel. b – Se não há sermão, o D, retornando dolugar do Evangelho, genuflete na frente do SD. O Cer, depois de ter reposto oEvangeliário, retorna ao altar (do lado da Epístola, se há Credo), ou ao lado do SD (senão há Credo). 11. Se há Credo, o D e SD sobem ao lado do Cel depois da entoação. Terminadaa recitação os ministros sagrados descem para ajoelhar no primeiro degrau no versoEt Incarnatus est; Se há tempo, eles podem sentar-se. Neste caso, os ministrossuperiores ficam sentados durante o canto do referido verso, enquanto que osministros inferiores se ajoelham. Chegados à banqueta (ou depois do Et Incarnatus estcantado), o Cer convida o D a ir à credência e apresentar a bolsa à altura da vista, eacompanha-o ao pé dos degraus. Depois de ter feito a genuflexão ele toma o seulugar ao lado da epístola, enquanto que o D sobe ao altar para abrir o corporal eaproximar o Missal. Depois os dois genufletem novamente (o D sobre o supedâneo eo Cer in plano), o Cer precede o D à banqueta; depois de ter feito inclinação de cabeçacom o SD o D senta-se. Ao fim do Credo os ministros sagrados retornam ao altar aosinal do Cer, genufletem e se põe em linha um atrás do outro, o Cer vai se colocar àdireita do SD. Do Ofertório ao fim da Missa 12. Depois do Oremus do Ofertório, o D sobe ao altar pelo lado da epístola. O Cergenuflete com o SD e o acompanha (sempre à sua direita) à credência. Aí o SDreveste véu humeral e toma o cálice (com a bolsa se não há Credo). Ele sobe então aoaltar pelo lado da epístola enquanto que o Cer retorna ao seu lugar ante o altar. OAc1 segue o SD trazendo as galhetas (depois dos cibórios). O D descobre o cálice, eapresenta a patena ao Cel. Durante esse tempo, o SD limpa o cálice, depois passa aoD. Este último põe vinho, mas deixa o SD pôr água depois de fazê-la benzer. O Dlimpa então a borda do copo, e apresenta o cálice ao Cel. o D recitará o Offerimus comele, sustentando o pé do cálice com a mão direita. Terminada a oração, ele recobre ocálice com a pala, e dá a patena ao SD. Este último a pega com o véu umeral e descein plano atrás do Cel fazendo genuflexão quando chegar. Ele terá a patena diante dovéu, abaixando-a à altura do peito somente para se deslocar, responder ao OrateFratres, fazer as inclinações e receber a incensação. 13. Logo que o Cel recitar o In Spiritu humilitatis (após a oferta do cálice), o Turavança para a imposição do incenso ao sinal do Cer. Benzido o incenso, este últimopassa à esquerda do Cel (sem genuflexão) enquanto o D apresenta o turíbulo ao Cel.Quanto ao Tur, ele coloca a naveta na credência e retorna ao lado da Epístola no altar.O Ac2 parte com ele, genuflete atrás do SD e vai para o lado do Evangelho: ele pegao livro durante a incensação deste lado do altar. Ele se juntará em seguida ao Ac1para o Lavabo que este último já preparou. Durante a incensação das oblatas, o D 6
  7. 7. sustenta o pé do cálice com a mao direita. Ele lhe afastará um pouco para aincensação da cruz, depois recolocará no lugar . O Cel +incensa em seguida, o altar como de costume. À última TUR Cel D Ac1genuflexão da incensação , o Cer fica ao Missal que o Ac2 Ac2recoloca sobre o altar. O D recebe o turíbulo e desce in SDplano ao lado da Epístola do altar, e incensa o Cel com três Fig. 4golpes duplos. Depois de incensad o, o Cel fica no lado da Incensação ao Cel no ofertórioEpístola, e os Acs lhe apresentam o lavabo. Fig. 2 14. Acompanhado pelo Tur, o D, depois de ter incensado o Cel, parte paraincensar o coro, depois de ter incensado o SD. Ele dá, em seguida, o turíbulo ao Tur(à sua esquerda), e ocupará o seu lugar atrás do Cel. Depois de ter feito a genuflexão,ele fica de frente para o Tur para ser incensado. O Tur incensará o D, depois o Cer, osAcs e parte para incensar os fiéis, depois de ter feito a genuflexão à entrada dopresbitério. E sai, enfim, da capela para trocar o carvão e buscar os ceroferários (se foro caso), e retornar no início do Sanctus (na frente dos ceroferários): chegando à entradado presbitério fazem genuflexão (ou seja, o Tur e os quatro ceroferários) em linhareta, antes de tomarem seus respectivos lugares no presbitério (o Tur retorna àcredência). 15. Algumas palavras antes do fim do Prefacio, o Cer, que está no Missal,convida o D para a recitação do Sanctus (o Cer se colocará então à esquerda do SD).Ao Benedictus, todos se persignam, salvo o SD que põe a página do Missal no Cânon.Terminado o Sanctus, o SD retorna ao seu lugar. O Cer vai fazer a genuflexão atrásdele, retorna ao seu lugar do lado da epístola. Quanto ao D, ele passa à esquerda doCel para lhe assistir ao altar: virará as páginas, recuando a cada memento. 16. Ao Comunicantes, o Cer chama o Tur que vem se colocar à sua direita. O Cerpõe então um pouco de incenso sobre o carvão. Ao Quam oblationem, o D passa àdireita do Cel; ele se ajoelha ao Qui pridie, e todos os ministros fazem o mesmo (o SDno degrau). Logo que o Cel genufletir depois da elevação da Hóstia, o D se levantacom ele, descobre o cálice e se põe de joelhos. Ele se levanta durante a elevação doCálice, logo que o Cel começa a baixa-lo; ele põe então a pala sobre o Cálice,genuflete com o Cel e retorna ao Missal, fazendo genuflexão ao chegar; O SD, o Cer eo Tur levantam-se igualmente depois da consagração. O Tur vai colocar o turíbulo nasacristia e retornará depois do Nobis Quoque Peccatoribus para ajoelhar-se próximo àcredência. Ele se levantará com os Acs ao Oremus do Pater Noster. 17. O D assiste o Cel ao Missal para a 2ª parte do Cânon, recuando aosmementos. Ao Nobis Quoque Peccatoribus, o Cer faz genuflexão atrás do SD, e sepõe in plano do lado do Evangelho do altar. Ao Per quem Haec omnia, o D genuflete emuda de lado, o Cer genuflete com ele e sobe ao Missal para assistir ao Cel. O Dpassa ao lado da Epístola, descobre o cálice para a pequena elevação, e o recobre emseguida. Depois de ter feito a genuflexão, ele desce atrás do Cel. Durante o PaterNoster, o Cer, que está ao Missal, faz sinal aos ministros superiores: estes, depois defazer a genuflexão, sobem ao lado da Epístola. O SD dá a patena ao D (que aapresenta ao Cel), tira o véu umeral (que o Ac1 vem buscar), genuflete novamente eretorna ao seu lugar. Ao Pax Domini, o Cer lhe fez sinal, ele genuflete e sobe àesquerda do Cel para recitar com ele o Agnus Dei. 7
  8. 8. 18. Terminado o Agnus Dei o SD e o Cer genuflete e retornam aos seus lugaresao pé do altar. O D ajoelha sob o supedâneo, o tempo da oração antes da comunhão.Terminada esta oração, se levanta e oscula o altar ao mesmo tempo que o celebrante,tendo as duas mãos juntas, ele recebe a paz do Cel, genuflete, desce e dá a paz aosubdiácono, sobe novamente ao lado do evangelho, genuflete ao chegar. O SD depoisde ter recebido a paz, genuflete com o Cer (a sua direita), e vai comunicar a paz aoclero. Retornando, ele genuflete e da a paz ao Cer, depois sobe a direita do Cel. 19. O Cer, depois de ter recebido a paz, vai comunicá-la aos Acs; ele retorna aoaltar neste caminho toma o cartão do Confiteor. Logo que todos receberam a paz, oCer faz os ministros inferiores, se o Cel não comungou ainda do Cálice. 20. D e SD recuam e se inclinam profundamente a cada comunhão do Cel.Retornando o SD descobre e cobre o Cálice para a comunhão do preciosíssimoSangue. Depois disto, o D e SD trocam de lugar, para que o D tire o cibório dosacrário, durante isto, o Cer faz levantar os ministros inferiores que tomam lugarpara comunhão. 21. Depois do Indulgentian, o D e SD se aproximam do Cel e genuflete com ele.Se eles comungarem, o SD pega a patena e os dois descem um degrau para seajoelhar. Depois de terem comungado, eles sobem em torno do Cel, o D do lado doEvangelho. Se eles não comungarem, eles trocam de lugar depois de fazer agenuflexão com o Cel (nova genuflexão chegando); aí o D pega a patena. 22. Terminada a distribuição da comunhão, os ministros superiores retornamao altar (o D e SD trocam de lado). O D guarda os ciborios no sacrário e o fecham. De SD trocam então de lado, e o Cer faz os ministros inferiores se levantarem. O Ac1traz as galhetas, e o SD assiste ao Cel nas abluções. Terminadas estas, o Ac leva asgalhetas a credência. O D pega o Missal e o SD a pala, e os dois vão fazer agenuflexão um atrás o outro. Ao mesmo tempo o Ac2, que pegou na credencia o véudo cálice genuflete atrás deles e sobe ao altar pelo lado do Evangelho. O D põe oMissal no lado da Epístola e desce atrás do celebrante; o Cer sobe então ao missalpelo lado do altar. Quanto ao SD ele depõe pala do lado do Evangelho. Assim que oCel partir ao Missal para ler a antífona de comunhão ele vem ao meio do altar e arrastao corporal ate o lado do Evangelho; aí ele seca e arruma o cálice, assistido do Ac2. Eleleva, em seguida, o cálice a credência, fazendo genuflexão ao pé do altar. O Ac quedeixou o altar pelo lado, genuflete atrás dele e retorna ao seu lugar. Depois de terposto o cálice na credência o SD vem atrás do D; se esta ao meio do altar, elegenuflete chegando. 23. O D fica atrás do Cel durante antífona de comunhão e +pos comunhão. Terminada esta, o Cer fecha o livro e vaiapresentar ao D o cartão do Ite Missa Est. O D volta-se aos fieisdepois do Dominus Vobiscum, e canta o Ite Missa Est. Ele se põe SD Cel D Cerentão, face ao altar, e o SD vai se colocar a sua esquerda para a Ac2 Ac1bênção (sobre o ultimo degrau se há vários). Todos se ajoelham TUR Fig. 5ao sinal do Cer depois da resposta do Ite Missa est e se levantamdepois da bênção. O SD sobe para assistir o Cel na leitura do Último Evangelho. OsAcs pegam seus castiçais na credência, e o Tur vem se colocar diante deles: os trêspartem para a entrada do presbitério. No fim do Último Evangelho o Cel vai ao meio 8
  9. 9. do altar, o D sobe a sua direita e os três (com o SD) saúdam a cruz do altar antes dedescer aos pés dos degraus. O Cer marca a genuflexão final, e todos vão a sacristiarespeitando a ordem habitual de procissão (os ministros superiores vão um após ooutro). Artigo III: FUNÇÕES CELEBRANTE I. ADVERTÊNCIA 9
  10. 10. • A primeira referência utilizada é o Ritus Servandus in Missa Solemni (cap. 1 a 13) e a segunda é Stercky em seu Manuel de Liturgie, 1940, tomo I, P. 608 a 664 (abreviado: StML, nº x). Indicamos entre colchetes os acréscimos ou precisões trazidas no comentário de Stercky. • Praticamente: Para a Missa Solene, que é por assim dizer a primeira analogia das funções litúrgicas sacerdotais, o Celebrante é assistido pelos ministros superiores que cumprem as partes do rito que lhes cabem, devendo ser cumpridas com grande aplicação para que o essencial incumba ao Cel, este deve ter em conta suas funções e sua presença para assegurar a tranqüilidade da ordem. Que cada um cumpra sua tarefa em conjunto com espírito litúrgico, realizando-a com harmonia e simplicidade. II. OBSERVAÇÕES E REGRAS GERAIS A. Varia (StML, nº 639) 1. As disposições recomendadas a todos os membros do clero são exigidas demaneira mais forte, destes que tem parte ativa na celebração do Santo Sacrifício. 2. O Cel, quando não canta, recita submissa voce, quer dizer, voz medíocre, tudoo que diria em alta voz na Missa Rezada, exceto a bênção final que ele dará em altavoz. B. Genuflexões (StMl, nº 640) 3. Quando o Santíssimo não está no sacrário, o Cel faz inclinação profunda decorpo à cruz do altar, quando uma reverência está prescrita [atenção: que o Cel nãoseja incomodado pela genuflexão que o D e SD devem fazer]. 4. Quando o Santíssimo está no sacrário, o Cel faz uma genuflexão: no início efim da Missa in plano; nos demais momentos, sobre o primeiro degrau (in gradu) ouno supedâneo. C. Posição das mãos (StML, nº 641) 5. O Cel tem as mãos postas todas as vezes que não estiverem ocupadas.Quando ele benzer no altar, pousa a mão esquerda sobre o altar, se for possível fazê-lo (caso contrário a pousará sobre o peito, por exemplo, para a bênção final). Quandoestiver sentado, o Cel terá as mãos estendidas sobre os joelhos, sobre os paramentos. D. Deslocamentos (StML, nº 643) 6. Para deixar o altar: a) Se se vai à banqueta do lado da Epístola do altar: parte-se diretamente sem qualquer reverência ao altar. 10
  11. 11. b) Se se vai à banqueta do meio do altar: genuflete-se antes de ir. c) [Se ele deve deixar o altar ou o presbitério por um tempo notável sem ir sentar-se (por exemplo, para pregar): faz uma inclinação profunda à cruz, desce para genufletir in plano, e partir.] Para regressar ao altar: d) [Se ele deve retornar diretamente ao Missal: subir pelos degraus lado da Epístola, sem reverência.]. e) Se ele deve retornar ao meio do altar (para entoar, oscular o altar,...): retorna ao meio do altar, genuflete in gradu, em seguida sobe ao altar. E. Saída da sacristia (StML, nº 641) 7. Ao sinal do Cer, todos (descobrem-se) saúdam em conjunto a cruz ou imagemda sacristia com uma inclinação [profunda de cabeça], 18 e une-se ao coro na ordemhabitual. III. ANTES DA MISSA: O ASPERGES (StML, nº 159-164) [Nota: Se não houver a capa da cor do dia, é permitido fazer o Asperges semcapa: em todos os casos, não se porta a casula e o manípulo até depois da aspersão.]. 8. A aspersão de água benta faz-se todos os domingos antes da Missa Principal,ou mesmo antes de uma Missa Rezada que substituirá a Principal. Não se deve fazê-la mais que uma vez no mesmo domingo na mesma igreja. Ela é obrigatória nasigrejas catedrais e colegiais; é facultativa nas outras igrejas. Deve ser feita pelo padreque celebra a Missa. 9. O Cel entra em procissão, circundado pelo D e SD que sustentam as bordasda capa. Chegados ao altar, fazem a genuflexão in plano (se houver o SantíssimoSacramento) e ajoelham-se in gradu, sobre o mais baixo degrau. 10. O Cel recebe do D o hissope, entoa o Asperges me ou o Vidi aquam, asperge oaltar (meio, lado Evangelho e depois lado Epístola). Ainda de joelhos, asperge a simesmo, fazendo um pequeno sinal da cruz em sua fronte com o hissope, levanta-se easperge os ministros superiores ainda ajoelhados. Em seguida todos, feita areverência devida in gradu, vão aspergir o clero e os fiéis. Durante o canto do GloriaPatri, o Cel e seus ministros interrompem a aspersão e inclinam-se em direção aoaltar. Chegando próximo ao altar, o Cel asperge os ministros inferiores, 19 depoisdevolve o hissope ao D e faz com seus ministros a reverência conveniente;permanecem em pé. 18 Nabuco, Pontificalis Romani expositio, Prolegomena, n. 27, p.20; Menzingen 1994, décision n. 5. 19 [Os ministros inferiores podem ser aspergidos depois dos superiores, sobretudo se são clérigos.] 11
  12. 12. 11. Depois da repetição da antífona, o Cel canta os versos e a oração em tom ferial.Depois de uma nova reverência, todos vão à banqueta onde o Cel tira a capa ereveste-se do manípulo e depois a casula, voltado para a banqueta. Os ministrossacros regressam em seguida ao altar para começar a Missa. IV. DESCRIÇÃO DA MISSA A. As Orações ao pé do altar (StMl, nº 647) 12. São feitas como para a Missa Rezada, mas o Cel, enquanto recita o Confiteor,volta-se um pouco para o D, depois para o SD, às palavras et vobis fratres e et vosfratres [interrompe-se para fazer este movimento]. B. Incensação do altar (StMl, nº 648, 147 e 150-151) 13. Tendo osculado o altar no fim do Oramus te, o Cel permanece ao meio doaltar para terminar esta oração, mantendo as mãos postas diante do peito, em seguidaele se volta para o D que se aproxima para a imposição do incenso. O Cel, voltadopara o lado Epístola, pousa a mão esquerda sobre seu peito (ou sobre o altar),apresenta a mão direita para ser osculada, pega a colherinha e coloca três porções deincenso no turíbulo dizendo ao mesmo tempo a fórmula Ab illo benedicaris /in cujushonoré / cremaberis. Amém.20 Devolve a colher, junta as mãos e pousa a mão esquerdasobre o altar para benzer o incenso com a mão direita sem nada dizer. 21 14. Em seguida, o Cel recebe o turíbulo do D (que lhe oscula a mão direita) egenuflete pousando (sempre) a mão esquerda que segura as correntes 22 naextremidade dianteira do altar. Colocando a mão esquerda no peito, ele incensa acruz com três ductos duplos sem nada dizer (nº 1, 2 e 3 23), faz novamente a reverênciacom seus ministros e incensa o altar da seguinte maneira 24 (para incensar as relíquias,ver nº 24, nota 2): a) Incensa-se primeiramente, sempre avançando, a mesa do altar em sua parte posterior, isto é, em direção aos candelabros 25, três golpes com o 20 É impondo o incenso e não lhe benzendo que o Cel deve pronunciar estas palavras (CE, 1. I, cap. XXIII, n.1) e as repartindo como indicado. 21 O Cel deverá juntar as mãos antes de abençoar, o que será mais fácil se a mão esquerda estiver sobre seupeito (StML, t. I, p. 508, n. 538-13; CRR, p. 141). 22 Aquele que deve incensar segura o alto das correntes do turíbulo com a mão esquerda que ele apóia sobre oseu peito (ele terá entre o polegar e o indicador todas as correntes juntas à sua extremidade de maneira que opequeno opérculo onde as correntes estão fique posto sobre os seus dois dedos, e os outros devem ser estendidossobre o peito), e com a mão direita, ele sustenta a parte baixa das correntes entre o polegar e os dois primeirosdedos, os outros dois dedos ficam dobrados, o turíbulo deve ser sustentado à altura da cintura (StML, nº147). 23 Os números referem-se às figuras, colocadas no fim das rubricas do Missal, que descrevem a maneira deincensar o altar. 24 O Cel que incensa o altar deve estar atento para fazê-lo com gravidade. Sua mão direita deve mover-se comfacilidade, conduzindo e não lançando o turíbulo. Andando, o Cel deve fazê-lo de tal maneira que haja sincroniados movimentos das mãos e dos pés (CE, livro 1, cap XXIII, nº 8). Ver também a passagem seguinte: StML, n.147-2 e sua nota. 25 Não são os candelabros nem o retábulo que são incensados, mas a superfície da mesa do altar, em direçãoaos candelabros. Dá-se algures sempre três golpes, seja qual for o número dos candelabros. 12
  13. 13. turíbulo, à distância iguais, desde o meio do altar até o lado Epístola (nº 8, 9 e 10). b) Chegando ao lado Epístola, ele abaixa a mão e incensa a parte lateral do altar em direção ao fundo, primeiramente em baixo e depois em cima [permanecendo sob a altura da mesa] (nº 11 e 12). Em seguida elevando a mão e tornando-se em direção ao meio do altar, incensa, andando, a borda da mesa do altar, com três golpes com o turíbulo 26 , dirigidos em direção ao meio (nº 13,14 e 15). c) Retornando ao meio, faz a reverência conveniente e incensa, sempre andando, o outro lado do altar, como incensou o primeiro, a saber: com três golpes a superfície da mesa do altar em sua parte posterior, até o lado do Evangelho (nº 16, 17 e 18), e com dois golpes a parte lateral, primeiramente em baixo e depois em cima, como o lado da Epístola (nº 19 e 20). d) Em seguida, sem deixar o lado do Evangelho, mas voltando-se para direita, eleva o turíbulo e incensa a borda da mesa do altar 27 como no lado da Epístola (nº 21, 22 e 23). Abaixando em seguida a mão, incensa com três golpes a face anterior do altar, andando desde o lado do Evangelho até o meio (nº 24, 25 e 26), faz novamente a reverência conveniente e incensa com três golpes a outra parte da face anterior do altar indo até o lado da Epístola (nº 27, 28 e 29), onde permanece e entrega o turíbulo ao D. Permanecendo voltado para o D é incensado, tendo as mãos postas. C. Intróito e Kyrie (StMl, nº 649) 15. Em seguida o Cel volta-se para o Missal e começa, assinalando-se, a ler oIntróito que lhe é indicado pelo Cer. Recita em seguida, no mesmo lugar, o Kyrieeleison alternando com os ministros. Eles permanecem neste lugar ou, se houvertempo, podem ir sentar-se e, ao último Kyrie, retornam ao altar, observando o queestá prescrito em n. 6e. Se eles não se sentam, o Cel, ao sinal do Cer, vai ao meio doaltar durante o último Kyrie. D. Gloria (StMl, nº 650) 16. Encerrado o Kyrie, o Cel entoa no meio do altar o Gloria in excelsis Deo, sehouver.28 [Para fazer isto, ele fará um movimento de mãos mais lento que o da Missarezada, ou então retardando um pouco suas palavras, mas deve sempre inclinar-se àpalavra Deo]. Depois de recitar o hino, o Cel e seus ministros fazem a reverênciaconveniente e vão à banqueta (nº 6b). Se estiverem a caminho quando são cantadas 26 Todos esses golpes do turíbulo devem ser feitos em linhas retas e horizontais. A incensação em semicírculosou em linhas curvas, não se apóia nem sobre o Cerimonial dos Bispos (CE, livro 1, cap XXIII, nº 4-5) nem sobreo Missal (MR, rs, tit. IV,nº 4), nem sobre os decretos da SRC, nem sobre os comentadores que sempre seexprimem: Ducitur et reducitur thuribulum, numquam proiicitur vel iaculatur. 27 Se as dimensões do altar pedirem, o Cel poderá avançar um passo para fazer esta incensação maiscomodamente e voltar ao lado do Evangelho para continuar. 28 Se o Cel necessitar do Missal para a entonação, o Cer pode abri-lo no lugar onde está a entonação eaproximá-lo com a estante do meio do altar, colocando-o novamente em seu lugar logo em seguida (MM, t I – 2,pág 42, nn 75 e 79). 13
  14. 14. aquelas palavras que devem inclinarem-se, podem voltar-se e inclinarem-se emdireção ao altar. Ao sinal do Cer, logo que se cante Cum Sancto Spiritu, o Cel e seusministros retornam ao altar (nº 6e). E. Coleta e Epístola 17. Assim que se cante Amem ou depois do último Kyrie, o Cel oscula o altar ecanta o Dominus vobiscum. Dirige-se em seguida para o lado da Epístola e aí canta asorações. Nota: Quando se deve cantar Flectamus genua, o D o canta após o Oremus, etodos fazem genuflexão [com um só joelho29] em seguida levantam-se assim que o Dcante Levate. O Cel para fazer a genuflexão, pousa as mãos espalmadas sobre o altar.O Cel inclina-se como de costume à conclusão da ou das orações, depois vaidiretamente sentar-se, acompanhado do Diácono30 (nº 6a). 18. Ao fim do canto da Epístola, o Cel e o D retornam diretamente ao altar (nº6d). Aqui o Cel volta-se para o SD que coloca-se ajoelhado na borda do supedâneo,pousa a mão esquerda sobre o altar, coloca a mão direita sobre o alto do livro paraque o SD a oscule, em seguida o benze sem nada dizer. Nota: Se o Cel não terminou a leitura [da Epístola] no momento em que o (falso)SD vem pedir a benção, este aguarda que o Cel a termine. O Cel lê o Gradual ou oTractus que é indicado pelo D, pousando suas mãos sobre o livro. Se o canto seprolonga, os ministros vão sentar-se à convite do Cer. F. Canto do Evangelho 19. Antes que se encerre o canto, à convite do Cer, os ministros retornam ao pédo altar para reverência (nº 6e). O Cel sobe ao altar e permanece no lugar de mãospostas, enquanto os ministros se deslocam (mudança do lado da estante, …); emseguida benze e impõe incenso apresentado pelo D, como no início da Missa (nº 13),permanece voltado para a cruz, de mãos postas, depois volta-se para o D que pedesua benção e diz Dominus sit…; depois das palavras Evangelium suum, pousa a mãoesquerda sobre o altar e faz sobre o D um sinal da cruz dizendo In nomine Patris…,põe a mão direita sobre o alto livro [a mão esquerda pode permanecer sobre o altar],e o D a oscula [ele aguarda que o D incline-se para ele e volta-se para o altar]. 20. Ao fim do canto do Tractus ou do Alleluia o Cel desloca-se para o lado daEpístola e volta-se para o D para o canto do Evangelho. Ele assinala-se ao Sequentia…quando o Cer voltar-se para ele lhe indicando. O Cel faz todas as inclinações voltadopara o Evangeliário,31 o mesmo se houver genuflexão. Terminado o canto, o SD leva olivro ao Cel e o apresenta para osculá-lo. O Cel, tomando com as duas mãos o livro 29 Guardado das antigas rubricas. Menzingen 1994, decision n. 13. 30 Se um clérigo menor supre o oficio de SD (SRC, n. 481; StML, t. I, n. 86-3ª, p. 90), o Cel deve ficar aoMissal para ler a Epístola em voz baixa. E se durante a Epístola se lêem palavras durantes as quais se faznecessário ajoelhar-se (ex.: “In nomine Iesu homine genu flectatur”), o Cel não faz a genuflexão ao ler, masespera, se faz quando o SD canta essas palavras (StML, n. 652-3, nota, p. 627; SRC, n. 4.057, ad 6). 31 Menzingen 1994, decision n. 6. 14
  15. 15. por baixo, oscula o começo do Evangelho dizendo Per evangelica dicta… Permanece emseu lugar, de mãos postas, para ser incensado pelo D. G. Sermão e Credo (StML, n. 655) 21. O Cel retorna, então, ao meio do altar um tanto lentamente, de maneira apermitir ao D de chegar ao mesmo tempo. Se houver pregação: [Os ministros juntam-se ao pé dos degraus do altar], fazem reverência e vão sentar-se nas banquetas. a) Se é o Cel que prega, ele depõe na banqueta o manípulo e a casula, e é conduzido ao púlpito pelo Cer [ele pode também ir depois da reverência dos ministros, mas somente se ele não tirar a casula]. b) Se ele pregar do altar, ele o faz do lado do Evangelho e pode ficar de casula, mas não com o manipulo; ele pode sentar-se em uma banqueta; os ministros se assentam às suas banquetas. c) Depois do sermão, o Cel retoma seus paramentos se os houver tirado, e vem ao meio do altar fazer a reverência com os ministros. Se ele pregou do altar o Cel retorna ao meio sem reverência. 22. O Cel entoa o Credo se o deverá dizer, [da mesma maneira que o Gloria, nº16], depois continua a recitá-lo com os ministros vindos a seus lados. 32 Depois darecitação do Credo, o Cel e seus ministros fazem a reverência conveniente e vão àsbanquetas, observando o que foi dito no nº 6b. Durante o canto do Et incarnatus est,eles (se descobrem e) inclinam profundamente a cabeça até às palavras Et Homo factusest. Se eles estiverem ainda no altar, eles se colocam de joelhos sobre a borda dosupedâneo. Nota: Nas três Missas do Natal e na Missa da Anunciação, todos osministros se ajoelham diante da banqueta se já estirem sentados. Às palavras Simuladoratur os ministros se inclinam novamente. Quando se canta Et vitam Venturi, elesretornam ao altar (nº 6e). H. Ofertório (StML, n. 656) 23. Logo que se tenha cantado Amem, ou se não houver Credo, depois daincensação do Cel que segue o Evangelho, ou depois do Sermão, o Cel oscula o altar,canta Dominus vobiscum, depois Oremus, e ler o Ofertório.33 Logo que o D apresenta aoCel a patena com a hóstia, este lhe apresenta a sua mão direita para oscular, depois arecebe e oferece como de costume; ele depõe em seguida a patena sobre o altar paraque o D a possa entrega ao SD. Quando o SD lhe diz Benedicte Pater reverende, ele põea mão esquerda sobre o altar e abençoa água dizendo Deus qui humanae substanciae...,oração que ele termina com as mãos juntas. O Cel recebe em seguida, o cálice damesma maneira que a patena, e o oferece com o D. [Nota: Para cobrir ou descobrir ocálice o Cel simplesmente deverá colocar sua mãos esquerda sobre o pé do cálice,para que o D retire ou coloque a pala.]. 32 Jamais se permite continuar a Missa durante o canto do Credo (SRC, n. 3104 ad 1; n. 4242). 33 Se houver o costume de receber neste momento ofertas dos fiéis ver StML, n.656, nota 2, p. 635. 15
  16. 16. I. Incensação (StML, n. 657 e 153) 24. Quando Cel tenha dito Veni Sanctificator, ele impõe e abençoa o incenso coma fórmula Per intercessionem Beati Michaeli Archangeli, e fazendo o sinal da cruz sobre oturíbulo na palavra Benedicere. O Cel incensa as oblatas antes de incensar a cruz. E fazainda três sinais da cruz sobre a hóstia e o cálice de uma vez (n. 1 a 6; 34 cruzes gregase bem retilíneas). Ao primeiro sinal da cruz o Cel diz incensum istud; à segunda at benedictum; à terceira ascendat ad Te Domine. Depois ele faz com o turíbulo trêscírculos em torno [e acima] do cálice e da hóstia: os dois primeiros da direita para aesquerda; o terceiro da esquerda para a direita (n. 7, 8 e 9) dizendo no primeirocirculo et descendat super nos; ao segundo misericordia e ao terceiro tua. Enquanto o Celincensa as oblatas, o D põe a mão direita sobre o pé do cálice; depois da incensaçãodas oblatas ele afasta o cálice do lado da Epístola, sempre sobre o corporal, depois elesfazem a reverência conveniente e o Cel incensa a cruz como no começo da Missa, masdizendo dirigatur Domine oratio mea. Depois a incensação da cruz, tendo feito denovo a reverência conveniente com o D, este repõe o cálice no lugar. O Cel procedeentão, à incensação do altar, como no começo da Missa, continuando a recitar sicutincensum... Nota 1: as rubricas não dizem nada sobre a distribuição das palavras dodirigatur; é suficiente as começar e as terminar ao mesmo que a incensação. 35 Nota 2:se há sobre o altar relíquias (ou imagens de Santos), o Cel as incensa, depois de terincensado a cruz e feito a reverência conveniente sem sair do meio do altar, eleincensa ainda com dois golpes de duplos somente, qualquer que seja o número deestatuas, aquelas que estão do lado do Evangelho (n. 4 e 5); depois tendo feito denovo a reverência conveniente, ele incensa igualmente aquelas que estão do lado daEpístola (n. 6 e 7); e, sem renovar a reverência, ele faz a incensação do altar (StML, n.152 – 3, p. 148). Depois da incensaçao e entregando o turibulo ao D, o Cel diz: acendatin nobis Dominus ignem sui amores, et flammam aeternae caritatis. Amem. O Cel é emseguida incensado pelo D, como antes no Introito. Ele fica em seu lugar no supedâneopara o lavabo que lhe é apresentado pelos Acs; diferentemente da Missa Rezada, elelava as mãos e não somente a extremidade dos dedos. J. Secreta e Prefacio (StML, nn. 658-159) 25. O Cel continua a Missa com o Cer à sua esquerda. Ele diz o Suscipe SanctaTrinitas depois o Orate fratres, e ler a Secreta que lhe é indicada pelo Cer. O Cel tendodito Spiritus Sancti Deus, canta Per omnia saecula saeculorum e todo o Prefacio, ao fim doqual ele recita o Sanctus acompanhado dos ministros, se inclinando mediocremente.Ao Benedictus, pondo-se ereto, faz o sinal da cruz. K. Consagração (StML, n. 660) 34 Os números indicam as figuras, colocados ao fim das rubricas do Missal, que descrevem a maneira deincensar o altar. 35 Veja em seguida de vários autores uma maneira facultativa de dizer: 1. Dirigatur, 2. Domine, 3. oratio mea,(aqui o cel incensa as relíquias sem nada dizer) 8. sicut, 9. incensum, 10. in conspectu Tuo, 11. elevatio, 12.manuum, 13. mearum, 14. sacrificium, 15. vespertino, 16. pone, 17. Domine, 18. custodiam, 19. ori, 20. meo, 21.et ostium, 22. circunstantiae, 23. lábiis meis, 24. ut non declinet, 25. cor meum, 26. in verba malitiae, 27. adexcusandas, 28. excusationes, 29. in peccatis. 16
  17. 17. 26. Ao Quam oblationem..., o D passa à direita do Cel e se põe ajoelhado nestemomento onde o Cel vai fazer a Consagração. Se ainda não se terminou de cantar, oCel espera o fim do canto para fazer a Consagração. Ele deixará o D descobrir erecobrir o cálice para a Consagração do precioso Sangue. O Cel recita o fim do Canoncomo de costume. L. Fim do Canon (StML, n. 661-665) 27. Para conclusão do Canon o D assiste o Cel e se ocupa de descobrir o cálice. OCel canta a conclusão e o Pater; ao fim do Sed libera nos a malo, ele responde Amem,põe a mão sobre a patena que lhe apresentada pelo D que oscula uma e depois aoutra; depois ele começa o Libera nos. Quando o Cel tiver colocado a parcela daHóstia no Cálice [para isso ele deverá esperar que o Et cum spiritu tuo tenha sidopronunciado], o D o cobre com a pala e os três ministros fazem a genuflexão, depois,mediocremente inclinados, eles recitam juntos o Agnus Dei batendo no peito àpalavra Nobis. 28. O D se põe então de joelhos, enquanto que o Cel, guarda a mesma inclinaçãode corpo, recita a primeira oração Domine Iesu Christe..., ao fim da qual o D se levantae oscula o altar ao mesmo que o Cel que lhe dá a paz dizendo Pax tecum. O D lheresponde, o saúda, genuflete e desce para levar a paz ao SD. O Cel continua emseguida as orações, sempre mediocremente inclinado, e comunga como de costume. M. Comunhão (StML, n. 671-672) 29. Se se distribui a Comunhão, o SD recobre o cálice depois da Comunhão doprecioso Sangue e troca de lugar com o D que abre o sacrário, retira e abre o ou oscibórios (com as genuflexões habituais). Depois do canto do Confiteor pelo D, o Celresponde as orações habituais, depois distribui a Comunhão aos ministros superiores,inferiores e aos fiéis. N. Purificações e abluções (StML, n. 666) 30. Depois que é fechado o sacrário, ou depois da Comunhão do preciosoSangue, se não houver distribuição da Comunhão, o SD vai em seguida à purificaçãoe ablução. Para esta o Cel não deve deixar o meio do altar, 36 mas apresenta o cálice aoSD, não o colocando fora do corporal, o que fará pela segunda ablução. Ele enxuga osdedos com o sanguíneo que o SD colocou sobre eles. O Cel tendo feito a ablução põeo sanguíneo sobre o cálice, que ele deixa o SD purificar. O. O fim da Missa (StML, n. 667-669) 31. O Cel vai ao lado da Epístola para ler no Missal a antífona de Comunhãoque o D ou o Cer lhe indicam. Ele retorna ao meio para o Dominus vobiscum, depoisao Missal para cantar a Pós-Comunhão. Depois do ultimo Dominus vobiscum, o D canta 36 Ensinamento comum dos liturgistas. 17
  18. 18. Ite Missa est durante o qual o Cel fica voltado para o povo (ele não diz o Ite Missa est avoz baixa, nem o Benedicamus Domino. Para uma oração Super Populum, é o D quecanta o Humiliate...). O Cel recita o Placeat, enquanto se canta o Deo gratias e dá abenção com voz alta ao fim do canto. 32. O Cel recita o Último Evangelho com voz baixa, ao qual responde o SD quesustenta-lhe o Canon37 (se se lê um outro Último Evangelho no Missal, o SD o levará aolado do Evangelho depois do canto do Ite Missa est). 33. Ao fim do Evangelho, os três ministros superiores, vão diante da cruz sobre osupedâneo, e lhes fazem uma inclinação profunda de cabeça e descem ao pé dosdegraus. Eles fazem a genuflexão in plano (se há Santíssimo Sacramento), (depois secobrem eventualmente) e todos vão à sacristia na mesma da ordem que vieram.Chegados à sacristia todos (se descobrem) saúdam a cruz e o Cel como no começo. Artigo IV: FUNÇÕES DO DIACONO O Diácono é o ministro imediato do sacerdote e seu cooperador na celebraçãodo Sacrifício. Ocupa o lugar mais digno depois do celebrante, e ministra-lhe tudoaquilo de que este precisar no decurso da função litúrgica. Pertence-lhe cantar oEvangelho e comunicar à assembléia as ordens do celebrante. 37 A sacra do lado do Evangelho. 18
  19. 19. I. REGRA PARA AS GENUFLEXÕES a) A primeira genuflexão chegando ao altar, e a última antes de retornar à sacristia, se fazem in plano. Todas as outras se fazem sobre in gradu. b) Quando o Santíssimo Sacramento não está sobre o altar, a genuflexão se faz ao meio: - se se vai de um lado ao outro do altar; - se se parte do meio do altar para deixá-lo; - se se vai ao meio do altar chegando de outro local que não o altar. Portanto, não se genuflete se vai da banqueta (ou da credência) ao lado da Epístola, nem se vai de um lado do altar ao meio, ou inversamente. c) Quando o Santíssimo Sacramento está sobre o altar, se genuflete: - partindo e chegando se vai de um lado ao outro do altar; - partindo, não chegando se vai de um lado do altar ao meio, ou do meio a um lado do altar. II. DESCRIÇÃO DA MISSA A Missa Solene do Asperges ao Credo 1. Se há aspersão, o Diácono entra à direita do Celebrante segurando a capa. Eleainda não porta o manípulo. Se for necessário subir degraus para subir ao santuário,ele levanta a alva do Cel. Após a genuflexão in plano, os ministros superiores seajoelham sobre o primeiro degrau. O D apresenta ao Cel o hissopo que ele recebe doTuriferário, osculando o hissopo e, em seguida, a mão do Cel. Ele não se levanta atéque seja aspergido. Após a genuflexão, ele passa por detrás do Subdiácono para secolocar à direita do Cel. Ele segura a capa do Cel durante todo o Asperges me.38Retornando, o D passa à direita do Cel e permanece em pé depois da genuflexão (ingradu). Ele segura o cartão enquanto o Cel canta a oração, em seguida, todosgenufletem e se dirigem às banquetas. O D apresenta ao Cel o manípulo e a casula,em seguida coloca o manípulo que está sobre seu assento, recitando a oração. 2. Se não há aspersão, o D entra atrás do SD, com as mãos postas, e dá ao Cel aágua benta na entrada da capela. 3. Durante as orações ao pé do altar, o D se inclina mediocremente em direção doCel no Misereatur, e profundamente no Confiteor (voltando-se para o Cel no et tibipater e et te pater). As outras inclinações se fazem como de costume. Depois doOremus, o D levanta a alva do Cel e sobe com ele ao altar. 38 Se o Bispo estiver presente, o Cel lhe apresenta o hissopo, em seguida, asperge o coro, começando pelospadres até os menos dignos. Aguarda-se ao pé do altar a inclinação do Gloria Patri antes de ir aspergir os fiéis. 19
  20. 20. 4. No altar, o D dá espaço para que o Tur avance. Ele recebe a naveta eapresenta a colher ao Cel, osculando a colher e depois a mão do Cel, pedindo abenção do incenso (Benedicite pater reverende). Feita a imposição, ele entrega a navetaao Cerimoniário e passa o turíbulo ao Cel com os ósculos. Durante a incensação doaltar, ele sustenta o cotovelo do Cel em cada genuflexão. Depois da incensação doaltar, ele desce um degrau (se há mais degraus), e recebe o turíbulo com os ósculos.Então ele desce ao plano e incensa o Cel com três golpes duplos (inclinação profundaantes e depois). 5. Quando o D devolver o turíbulo ao Tur, ele juntamente com o SD, se colocaem flecha atrás do Cel para recitação do Intróito e do Kyrie.39 Eles se põem em linhaatrás do Cel quando este retorna ao meio do altar para entoar o Gloria (ou o Dominusvobiscum).40 6. a – Se há o Gloria, D e SD sobem ao altar após a vênia ao Deo: eles recitam ohino com o Cel. Encerrada a recitação do Gloria, os ministros superiores genufletemno supedâneo e se dirigem à banqueta. b - Antes de sentarem-se, D e SD ajudam oCel levantando-lhe a casula. Em seguida fazem uma inclinação mediocre ao Cel e,entre si, uma vênia profunda de cabeça e sentam-se. c - Ao sinal do Cer, elesretornam ao meio do altar (genuflexão) e se colocam unus post alium atrás do Cel parao Dominus vobiscum. 7. O D e SD seguem o Cel ao Missal para o canto da Colecta. O D faz as mesmasinclinações que o Cel. Após a última oração, o Cel e o D vão se sentar durante o cantoda Epístola: O D passa à frente do Cel e se coloca à sua esquerda para se encaminhar àbanqueta. 8. Ao fim do canto da Epístola, o Cel e o D encaminham-se para o Missal (semgenufexao); o D se coloca próximo ao Missal, no supedâneo. Ele se afasta quando oSD vem receber a bênção, depois indica ao Cel o Gradual, Tracto ou Alleluia. Quandoo Cel ler estes versos, os ministros superiores vão diretamente se sentar (semgenuflexão), respeitando as instruções do n. 6b. 9. Ao sinal do Cer, os ministros superiores retornam ao altar e genufletem. O Drecebe o Evangeliário das mãos dos Cer e sobe à direita do Cel quando o SD deixar olado da Epístola, e põem o Evangeliário no meio do altar, com a “abertura” para aesquerda.41 Em seguida se afasta um passo e segue a imposição de incenso como aoIntróito. 10. Uma vez bento o incenso, o D desce um degrau e se ajoelha para recitar oMunda cor meum. Quando ele terminar, ele sobe à direita do Cel, pega o Evangeliário ese ajoelha, no supedâneo, frente ao Cel para pedir a bencao (Jube domne benedicere).Recebida a benção, ele oscula a mão que o Cel coloca sobre o livro depois ele selevanta. Se o Cel não se virou para o altar o D lhe faz uma inclinação mediocre antesde descer in plano a direita do SD. 39 Habitualmente o lugar do D é sobre o penúltimo degrau; se não houver mais que um degrau, o D ficará inplano. 40 Se o Cel for se sentar, todos fazem reverência à cruz e o acompanham à banqueta, sem fazer genuflexão (o Dpassa à frente do Cel e se coloca à sua esquerda;o SD à direita do Cel). 41 Ou seja, virada para o meio do altar. 20
  21. 21. 11. Ao sinal do Cer, todos genufletem e partem em procissão para o local doEvangelho. Chegado ao local, ele abre o Evangeliário e o coloca nas mãos do SD. Eleentoa o Dominus Vobiscum quando a Schola terminar de cantar. Em seguida ele canta oSequentia Sancti Evangelii, colocando a mão esquerda aberta sobre o livro e fazendoum sinal da cruz no início do Evangelho com o polegar direito. Coloca então a mãoesquerda no peito, e se persigna na fronte, nos lábios e o peito. Em seguida ele recebeo turíbulo das mãos do Cer. E incensa o Evangeliário com três ductos (centro,esquerda e direita) se inclinando profundamente antes e depois. Devolvido o turíbulopara o Cer, ele canta o Evangelho de mãos postas. 12. Acabado o Evangelho ele mostra com a mão direita ao SD o início doEvangelho. Depois ele se volta para o altar e recebe o turíbulo das mãos do Tur. Eleaguarda que o SD tenha devolvido o Evangeliário ao Cer para incensar o Cel com trêsductos (inclinação profunda antes e depois). Devolvido o turíbulo, ele retorna aoaltar. 13. a – Se há sermão, o D genuflete a direita do Tur (ou do Cel) e vai se sentar.Se não é o Cel que prega, ele respeita as instruções 6b. Caso contrário, o D e SDsentam-se após trocarem entre si uma vênia. b – Se não há sermão, o D genuflete nomeio chegando do Evangelho (no segundo degrau se há três degraus) e permaneceneste lugar. 14. a – Se há o Credo, o D sobe a direita do Cel após ter feito a vênia ao Deum.Ele o recita com o Cel, fazendo as reverências convenientes. Terminada a recitação doCredo, os ministros superiores se ajoelham sobre o primeiro degrau para o Etincarnatus est cantado (se houver tempo, eles podem se sentar antes). b – Chegando àbanqueta (ou bem depois do et homo factus est se não estiver sentado antes) o D não sesenta, mas segue o Cer que vem o buscar para conduzí-lo a credência. O D recebe abolsa das mãos do Cer, e a segura com as duas mãos à altura dos olhos. À aberturada bolsa deve estar voltada para ele, ligeiramente entreaberta. Após fazer genuflexãono primeiro degrau, ele sobe ao altar e abre o corporal. Para fazer isso, ele coloca abolsa sobre o altar, a abre com a mão esquerda, tira o corporal e a coloca encostada nabanqueta do lado do Evangelho. Em seguida ele estende o corporal e aproxima oMissal certificando-se que a página esteja na antífona do Ofertório. Genuflete nosupedâneo e retorna pelo caminho mais curto a banqueta para se sentar (tomarácuidado para não omitir a inclinação às palavras simul adoratur). c – Ao fim do Credo,os ministros superiores voltam ao altar e genufletem. D e SD se colocam unus postalium atrás do Celebrante. O Ofertório e o Cânon 15. Após o Oremus do Ofertório, o D sobe a direita do Cel. Quando o SD chegarda credência, o D descobre o cálice e apresenta a patena ao Cel (com os ósculos). Senão houve Credo, ele começa por abrir o corporal. Se há um cibório para consagrar,ele o descobre e o coloca sobre o corporal antes de apresentar a patena ao Cel. Ele omanterá ligeiramente elevado durante o oferecimento da hóstia, depois ele o fechará. 16. Quando o cálice for limpado, ele o segura com a mão esquerda, e osangüíneo na borda do cálice, segura com o polegar. Receberá do SD a galheta e 21
  22. 22. coloca o vinho dentro do cálice. Quando o SD colocar a água, o D enxuga a bordainterior do cálice com a ajuda do sangüíneo no indicador direito. Em seguida eledepõe o sangüíneo, pega o cálice (mão direita no nó, mão esquerda no pé) e o dá aoCel com os ósculos. 17. Durante o oferecimento do cálice, o D recita a oração Offerimus com o Cel.Ele mantém os olhos elevados para a cruz, a mão esquerda sobre o peito, e sustentacom a mão direita o pé do cálice. Quando o Cel fizer o sinal da cruz com o cálice, eleo cobrirá com a pala. Isto feito, ele coloca a patena na mão direita do SD e a cobrecom a extremidade direita do véu umeral. 18. Ao fim do Veni Sanctificator, o Tur sobe ao altar. O D apresenta a naveta aoCel e o faz benzer o incenso. Durante a incensação das oblatas, o D coloca a mãodireita sobre o pé do cálice. Para a incensação da cruz, desloca ligeiramente o cálicepara o lado da Epístola deixando-o sobre o corporal, depois o recoloca em seu lugar.A cada genuflexão, ele sustenta o cotovelo do Cel. 19. Encerrada a incensação do altar, desce um degrau (se houver outros) parareceber do Cel o turíbulo (com os ósculos). Desce in plano e incensa o Cel com trêsductos (inclinação profunda antes e depois). Acompanhado pelo Tur, faz genuflexãono centro e incensará o clero na ordem seguinte: a) O Bispo (se estiver presente), com três ductos (inclinação profunda). b) O superior geral (o reitor do seminário) e o superior maior direto, com dois ductos (inclinação medíocre). c) Os demais padres presentes, com um ductos (caso sejam em grande número, o D incensará cada coro de padres com três ductos). d) O clero inferior com um ictus cada um (caso sejam em grande número, o D incensará em dois coros, primeiro o lado do Evangelho e depois o lado da Epístola, com três ductos: centro, esquerda e direita. Vênia antes e depois). e) Em seguida, a direita do SD, o incensará com dois ductos. Entrega o turíbulo ao Tur e retorna ao seu lugar atrás do Cel; após genufletir volta-se para o Tur que o incensa. Permanecerão unus post alium até o fim do Prefácio. 20. No fim do Prefácio, ao sinal do Cer, subirá a direita do Cel e recita o Sanctuscom ele, com inclinação medíocre. Encerrado a recitação do Sanctus, passa a esquerdado Cel genufletindo no meio. Ele passa as folhas do Missal. No Memento ele retira-seum pouco para trás e reaproxima-se quando o Cel retomar a Oração. 21. No Quam oblationem, o D retorna a direita do Cel genufletindo no meio. Sehouver um cibório, ele o destampa e em seguida se ajoelha no supedâneo. Durante aelevação da Hóstia, ele levanta a casula com a mão esquerda. Quando o Celgenufletir após a elevação, o D levanta-se com ele, tampa o cibório se necessário edescobre o cálice antes de se ajoelhar. Durante a elevação do Cálice, ele levanta acasula com a mão esquerda. Quando o Cel genufletir após a elevação, o D levanta-secom ele, cobre o Cálice e genuflete com o Cel. 22. Após a elevação o D retorna a esquerda do Cel, genuflete e passa a páginado Missal, se for necessário. Retira-se um pouco para o Memento dos defuntos. No Per 22
  23. 23. quem haec omnia, genuflete e passa a direita do Cel. Descobre o Cálice e genuflete como Cel. Depois da pequena elevação, recobre o Cálice, genuflete com o Cel e desce ao seulugar atrás deste. Do Pater ao Fim da Missa 23. Às palavras Panem nostrum do Pater, D e SD genufletem ao sinal do Cer esobem no lado da Epístola. O D recebe agora a patena com a mão esquerda epurifica-a com o sangüíneo e em seguida com a ajuda do mesmo pano ele tem apatena em suas duas mãos, a parte côncava voltada para o Cel, a aberturarepousando sobre o altar. Quando o Cel aproximar a mão para pegá-la, o D oscula apatena e a mão do Cel e coloca o sangüíneo um pouco afastado do corporal. 24. Quando o Cel colocar a patena sob a Hóstia, o D descobrirá o Cálice egenufletirá com Cel. Recobre o Cálice depois do Haec commixtio e genuflete. Recita oAgnus Dei com inclinação medíocre e terminado o Agnus Dei, ajoelha-se a direita doCel voltado para o altar. Depois da Oração D.N.J.C. qui dixisti, levanta-se. Tendo asmãos postas, ele beija o altar fora do corporal ao mesmo tempo que o Cel. Recebedeste a paz fazendo inclinação medíocre antes e depois. Genuflete, desce in plano epassa a paz ao SD, inclinando-se somente depois. 25. Passada a paz ao SD, sobe a esquerda do Cel genufletindo ao chegar.Inclina-se profundamente durante a comunhão do Cel, de uma e outra Espécie. Se oSD não retornou depois da comunhão da Hóstia troca de lado genufletindo ao sair eao chegar, caso contrário ele troca de lado depois da comunhão do preciosíssimoSangue (não omitir as genuflexões). 26. Depois da comunhão do precioso Sangue, o D passa a direita do Cel. Se umcibório foi consagrado o Santíssimo está sobre o altar. O D genuflete, então, partindoe chegando. No caso contrário, ele genuflete ao meio. Abre o sacrário, genuflete eretira um ou mais cibórios que coloca sobre o corporal, os destampa e genuflete, e seretira para o lado da Epístola, um degrau ao lado do supedâneo (mantém-se nosupedâneo se não houver outros), faz inclinação medíocre e canta o Confiteor.Levanta-se ao Indulgentiam e depois se aproxima do Cel. Genuflete com o Cel e descecom o SD para se ajoelha no supedâneo, recebendo deste a patena. 27. Se os ministros superiores não comungarem, trocam de lado depois doIndulgentiam, genufletindo ao sair (com o Cel) e ao chegar. Depois pega a patenaantes de voltar-se para os fiéis. 28. Após ter comungado, o D sobe ao lado do Evangelho e segura a patena coma mão direita sob o queixo dos ministros que comungam no altar e depoisacompanha o Cel para a distribuição da Comunhão. Retornando ao altar troca delado com o SD para colocar-se a direita do Cel, e ao chegar ao altar coloca a patenasobre o corporal e faz a genuflexão. Em seguida tampa os cibórios e os coloca nosacrário que ele fechará após genufletir. Então ele guarda a chave do sacrário, colocao Canon do altar em seu lugar e tira a pala. D e SD trocam então de lado. 29. Enquanto o Cel toma as abluções, o D coloca o Missal na página da antífonada Communio. Ele levará o Missal para o lado da Epístola, quando o SD terminar as 23
  24. 24. abluções, e terminadas estas genuflete no meio em frente ao SD. Depois ele desceimediatamente e se coloca unus post alium com o Cel. 30. Depois da Postcommunio retorna com o Cel ao meio do altar, ficando sempreem linha (unum post alium) e quando o Cel cantar o último Dominus vobiscum, o Dvolta-se para entoar o Ite Missa est. Em seguida se retira um pouco para o lado daEpístola e ajoelha-se com o SD depois do Deo gratias. 31. Recebida a benção final, levanta-se e permanece em seu lugar durante aleitura do Último Evangelho. Encerrado este, sobe ao altar para saudar a cruz com oCel. Os ministros superiores descem in plano, genufletem, e se retiram para asacristia. Se o SD não recebeu o Subdiaconato 32. Por razão proporcional, um simples clérigo pode suprir as funções do SD.Neste caso: a) No Ofertório, cabe ao D limpar o cálice e infundir a água depois de ter pedido a benção. b) Cabe ao D cobrir e descobrir o cálice no momento da comunhão do Preciosíssimo Sangue. c) O D deixa o Cel purificar o cálice no lugar do SD. Artigo V: FUNÇÕES DO SUBDIACONO O Subdiácono é o auxiliar do Diácono, e por isso só remotamente contribui parao Sacrifício, lendo a Epistola, levando a água, entregando ao Diácono os vasossagrados etc. O seu lugar é imediatamente depois do Diácono. 24
  25. 25. I. REGRA PARA AS GENUFLEXÕES a) A primeira genuflexão chegando ao altar, e a última antes de retornar à Sacristia, se fazem in plano. Todas as outras se fazem sobre o degrau. b) Quando o Santíssimo Sacramento não está sobre o altar, a genuflexão se faz ao meio: - se vai de um lado ao outro do altar; - se parte do meio do altar para deixá-lo; - se vai ao meio do altar chegando de outro local que não o altar. Portanto, não se genuflecte se vai da banqueta (ou da credência) ao lado daepístola, nem se vai de um lado do altar ao meio, ou inversamente. c) Quando o Santíssimo Sacramento está sobre o altar, se genuflete: - partindo e chegando se vai de um lado ao outro do altar; - partindo, não chegando se vai de um lado do altar ao meio, ou do meio a umlado do altar. II. DESCRIÇÃO DA MISSA A Missa Solene do Asperges ao Credo 1. Se há aspersão, o Subdiácono entra à esquerda do Celebrante segurando acapa. Ele ainda não porta o manípulo. Se for necessário subir degraus para ascenderao santuário, ele levanta a alva do Cel. Após a genuflexão in plano, os ministrossuperiores se ajoelham sobre o primeiro degrau. O SD apresenta ao Cel o cartão senecessário. Ele não se levanta até que seja aspergido. Após a genuflexão, ele passa emfrente ao Diácono para se colocar à esquerda do Cel. Ele segura a capa do Celdurante todo o Asperges me.42 2. Retornando, o SD passa à esquerda do Cel e permanece em pé depois dagenuflexão. Ele segura o cartão enquanto o Cel canta a oração, em seguida, todosgenufletem e se dirigem às banquetas. Aqui o SD ajuda o Cel revestir-se com acasula, em seguida coloca o manípulo que está sobre seu assento, recitando a oração. 3. Se não há aspersão, o SD entra na frente do D, com as mãos postas. 4. Durante as orações ao pé do altar, o SD se inclina mediocremente na direção doCel no Misereatur, e profundamente no Confiteor (voltando-se para o Cel no et tibipater e et te pater). As outras inclinações se fazem como de costume. Depois doOremus, o SD levanta a alva do Cel e sobe com ele ao altar. 5. O SD ajuda a imposição do incenso sem interferir. Durante a incensação doaltar, ele segura o cotovelo do Cel em cada genuflexão. Quando o Cel incensa o lado 42 Se o Bispo estiver presente, o Cel lhe apresenta o hissopo, em seguida, asperge o coro, começando pelospadres até os menos dignos. Aguarda-se ao pé do altar a inclinação do Gloria Patri antes de ir aspergir os fiéis. 25
  26. 26. da Epístola pela última vez, coloca-se à esquerda do D in plano, para a incensação doCel (inclinação profunda antes e depois). 6. Quando o D devolver o turíbulo ao Turiferário, ele se coloca em flecha atrásdo Cel para recitação do Intróito e o Kyrie. Ele se põe em linha atrás do Cel quandoeste retorna ao meio do altar para entoar o Gloria (ou Dominus vobiscum).43 7. a – Se há o Gloria, D e SD sobem ao altar após a vênia ao Deo: eles recitam ohino com o Cel (SD à esquerda do Cel). Encerrada a recitação do Gloria, os ministrossuperiores genufletem no supedâneo e se dirigem à banqueta. b – Antes de sentarem-se, D e SD ajudam o Cel levantando-lhe a casula. Em seguida fazem uma inclinaçãomedíocre ao Cel e entre si uma vênia profunda de cabeça e sentam-se. c – Ao sinal doCerimoniário, eles retornam ao meio do altar (genuflexão) e se colocam unus postalium atrás do Cel para entoar o Dominus vobiscum. O D e o SD sempre em linha(unus post alium) seguem o Cel ao Missal para a Coleta. 8. Durante a Oração recebe do Cer o Epistolário. Após a inclinação da conclusãoda Oração, ele vai genufletir no pé do altar seguido do Cer e coloca-se no lugarprevisto para a Epístola, espera que o Cel se sente e canta a Epístola. Encerrada aEpístola ele volta a genufletir ao pé dos degraus e depois sobe ao supedâneo pelo ladoda Epístola onde se ajoelha: ele oscula a mão que o Cel colocar sobre o livro e inclinaa cabeça para receber a benção. Levantando-se ele desce in plano, devolve ao livro aoCer que se encontra à sua direita e retorna ao seu lugar atrás do Cel durante a leiturado Gradual e do Alleluia. Encerrado este os ministros superiores vão sentar-sediretamente sem fazer genuflexão, respeitando as instruções do n. 7b. 9. Ao sinal do Cer, os ministros superiores retornam ao altar e genufletem. OSD sobe diretamente ao lado da Epístola, e troca o Missal de lado. Ele permanece àesquerda do Cel e ajuda sem interferir a imposição do incenso. Terminado ele descein plano ao meio do altar, à esquerda do D. Ao sinal do Cer, todos genufletem epartem em procissão para o local do Evangelho. Chegado ao local, o SD coloca-seentre os dois Acólitos segura o Evangeliário apoiado em sua fronte. Terminado o cantodo Evangelho coloca o livro em seu braço esquerdo e coloca a mão direita no início doEvangelho, no local indicado pelo D e parte em direção ao Cel (sem genuflexão) paraque este oscule o livro que será fechado em seguida. Ele saúda mediocremente o Cele, voltando-se para a cruz, desce ao pé do altar. Entrega o Missal ao Cer e permanecevoltado para o D enquanto este incensa o Cel. 10. a – Se há sermão, o SD genuflete a esquerda do D (ou do Cel) e vai se sentar.Se não é o Cel que prega, ele respeita as instruções que estão no numero 7b. Casocontrário, o D e SD sentam-se após trocarem-se entre si uma vênia. b – Se não hásermão, o D e SD colocam-se no meio do altar unus post alium (o SD não genuflete). 11. a - Se há o Credo, o D e SD sobem ao altar (SD a esquerda do Cel) após terfeito a vênia ao Deum. Ele o recita com o Cel, fazendo as reverências convenientes.Terminada a recitação do Credo, os ministros superiores se ajoelham sobre o primeirodegrau para o Et incarnatus est cantado (se houver tempo, eles podem se sentar antes).b – Chegando à banqueta (ou bem depois do et homo factus est se não estiver sentado 43 Se o Cel for se sentar, todos fazem reverência à cruz e o acompanham à banqueta, sem fazer genuflexão (oD passa à frente do Cel e se coloca à sua esquerda; SD à direita do Cel). 26
  27. 27. antes) o SD não se senta: ajuda o Cel a sentar-se e depois lhe faz uma inclinaçãomedíocre. O SD permanece em pé, enquanto o D leva a bolsa ao altar. Chegandoeste, trocam uma vênia e sentam-se. c – Ao fim do Credo, os ministros superioresvoltando ao altar, genufletem ao pé dos degraus. O Cel sobe ao altar, D e SD secolocam unus post alium atrás do Cel. O Ofertório e o Cânon 12. Após se inclinar ao Oremus do Ofertório, o SD genuflete com o Cer e vai àcredência. Reveste-se do véu umeral, pega o cálice que ele cobre com a extremidadedireita do véu umeral, põe a mão direita sobre tudo e o leva ao altar. Ele deixa que oD o descubra. Durante o oferecimento da hóstia, limpa o cálice com o sangüíneo.Segurando o copo com a mão direita, dobra o sangüíneo sobre o seu polegar direito epassa tudo ao D, depois lhe apresenta a galheta com o vinho. Em seguida pega agalheta com água que apresenta ao Cel pedindo a benção (Benedicite pater reverende).Ele infunde um pouco de água no cálice e devolve as duas galhetas ao Ac. Após ooferecimento do cálice, recebe do D a patena. Segura-a com a mão direita sem tocarem seu interior, a cobre com a extremidade direita do véu umeral (a extremidadeesquerda permanece caída) e a sustenta a altura do peito. Ele desce do altar egenuflete ao chegar. 13. Doravante, terá a patena na altura dos olhos, abaixando-a a altura do peito: a) Para responder o Orate Frates. b) Quando ele deve se inclinar (Gratias agamus, Oremus do Pater…). c) Quando se desloca ou se ajoelha. d) Quando é incensado para isto volta-se para o D que está a sua direita. 14. No fim do Prefácio, ao sinal do Cel, D e SD sobem ao altar em torno do Celpara a recitação do Sanctus. O SD fica a esquerda do Cel, se inclinando durante aprimeira parte do Sanctus. Não se persigna no Benedictus porque passa a página doMissal. Em seguida volta ao seu lugar ao pé dos degraus sem genuflexão. 15. Para a Consagração, se necessário, aproxima-se do degrau inferior quando oD trocar de lado. Ajoelhar-se-á ao mesmo tempo em que o D, levantando-se depoisda ultima genuflexão da Consagração. Do Pater ao Fim da Missa 16. Às palavras Panem nostrum do Pater, o D e o SD genufletem ao sinal do Cer esobem ao lado da Epístola. O sque está a sua esquerda. Quando o Ac retira o véuumeral, genuflete e volta para o seu lugar ao pé dos degraus. No Pax Domini, o Cerfaz sinal ao SD: este então genuflete, sobe à esquerda do Cel e recita com ele o AgnusDei, mediocremente inclinado. Em seguida, genuflete no supedâneo antes de retornarao seu lugar ao pé dos degraus (permanece neste local para receber a paz do D).Recebida a paz, genuflete com o Cer e ambos vão passar a paz para o Clero. Elesjamais se inclinam antes de passar a paz, somente depois. Para um Bispo o SD colocaa mão sob os cotovelos do prelado e se inclina profundamente. 27
  28. 28. 17. Chegando ao pé do altar o SD genuflete e passa a paz ao Cer antes de subirà direita do Cel. Inclina-se profundamente durante a Comunhão da Hóstia e doCálice, descobre e cobre o Cálice no momento oportuno para a Comunhão doPreciosíssimo Sangue, e troca de lado com o D depois das duas Comunhões do Cel. 18. Se não houver distribuição da Comunhão, o SD sobe a direita do Cel depoisde ter dado a paz e fica neste lugar até as abluções. 19. Assim que o D retirar os cibórios do sacrário, o SD faz as mesmasgenuflexões que ele, sustendo o cotovelo do Cel. Para o canto do Confiteor, ele seretira para a extremidade do lado do Evangelho (sobre o segundo degrau, sehouverem vários, senão sobre o supedâneo) e se inclina profundamente. Levanta-seao Indulgentiam e vai fazer a genuflexão a esquerda do Cel. Se ele comungar, ele pegaa patena e se ajoelha sobre o degrau a esquerda do D, ao qual ele dá a patena. Depoisde comungar ele sobe a esquerda do Cel depois de deixar passar D. Ele assiste assimà distribuição da Comunhão. 20. Retornando ao altar, o SD troca de lado com o D, levanta a alva do Celquando este sobe os degraus e faz as mesmas genuflexões que ele. Fechado o sacrário,troca de lado com o D e segue as abluções: infunde o vinho da purificação, emseguida o vinho e água das abluções e coloca o sangüíneo sobre as mãos do Cel.Tendo devolvido as galhetas, pega a pala e troca de lado com o D, genuflectindoatrás deste (unus post alium). 21. Quando o Cel vai ao Missal para ler a Communio, o SD vai ao meio do altar earrasta o corporal para a extremidade do lado do Evangelho. Enxuga o cálice porduas vezes com o sanguíneo, primeiramente com um lado e depois com outro dopano. Em seguida, ele coloca sobre este o sangüíneo, a patena e a pala, dobra ocorporal que guarda na bolsa, cobre o cálice com o véu e a bolsa, e os leva para acredência. 22. Assim que voltar ao altar, o SD coloca-se atrás do D e genuflete se esteestiver no meio do altar. Para a benção final, o SD sobe ao supedâneo e se ajoelhacom o D. Depois da benção, vai para o lado do Evangelho e segura a sacra do altarenquanto o Cel lê o Último Evangelho. Ele não se persigna no início nem genufletepara o Et Verbum caro factum est. Encerrado o Evangelho vai à esquerda do Cel (nosupedâneo) e com ele faz uma vênia à cruz. Os ministros superiores descem in plano egenufletem. No retorno a sacristia, o SD vai de mãos postas e diante do D. Se o SD não recebeu a Ordem do Subdiaconato 23. Por uma razão proporcional, um simples clérigo pode suprir as funções doSD. Neste caso: a) Não usa o manípulo. b) No Ofertório, deixa o D limpar o cálice, fazer abençoar a água e infundi-la no cálice. c) Assim que ele passar a paz ao Clero e ao Cer, deixa que o D descubra e cubra o cálice no momento da Comunhão do Preciosíssimo Sangue. Deverá estar à esquerda do Cel. 28
  29. 29. d) Ele deixa o Cel purificar o cálice, mas pode cubrir o cálice e levá-lo à credência. e) O resto faz como o SD. Artigo VI: FUNÇÕES DO CERIMONIARIO O Cerimoniário ou Mestre de Cerimônias tem por ofício instruir e dirigir oCelebrante e os ministros sagrados e inferiores na execução dos ritos. Conhecedornão só do conjunto das cerimônias, mas de cada uma de suas particularidades,animado dum santo zelo pelo resplendor da Casa de Deus e majestade do cultodivino, o Cerimoniário tudo prevê e tudo prepara. 29
  30. 30. Notas preliminares a) A função do cerimoniário é de assegurar a execução correta e digna da cerimônia, e, portanto, de velar a que cada ministro cumpra convenientemente aquilo que lhe compete. Ele não hesitará, se necessário for, a dirigi-los diretamente. b) Ele velará da mesma maneira à coesão dos movimentos. Para isso, fará um som com uma batida de mãos, cada vez que os ministros devem fazer genuflexão ou se levantar, e duas batidas para se ajoelhar. Este sinal deve ser forte o suficiente para que todos os ministros o possam entender, e ao mesmo tempo discreto. c) Durante os ofícios litúrgicos cercará de todas as atenções o Celebrante e os ministros, com o respeito que a santidade da Casa de Deus exige. d) O Cer exerce seu ofício revestido de sobrepeliz. Observa as regras estabelecidas para os ministros inferiores, mas nunca se cobre durante os ofícios. e) Evitará ao máximo se sentar. Não tem um lugar marcado, pois deve estar onde sua presença for mais necessária à perfeita execução das cerimônias. f) Ao convidar os ministros para alguma cerimônia, ou ao entregar-lhes ou receber deles algum objeto, faz-lhes inclinação de cabeça. I. ASPERSÃO 1. Na sacristia, o Cer ajuda o Celebrante a revestir os paramentos como para aMissa rezada, depois verifica se tudo está em ordem com o diácono e subdiácono.Quando os últimos clérigos da procissão entram na capela, ele dá o sinal dainclinação (de cabeça) à cruz, e parte em procissão diante dos ministros superiores. 2. Chegado ao altar, o Cer se coloca do lado do Evangelho, deixando espaçopara os ministros superiores. Quando estes chegam, ele dá o sinal da genuflexão,depois todos se ajoelham ao sinal do Cer (este último se ajoelha sempre in plano). Elepassa o cartão ao SD para a entoação da Antífona, depois lhe retoma. Quando o Cel(que se levanta sozinho) aspergiu o D e SD, todos se levantam e genufletem ao sinaldo Cer para ir aspergir a assistência. 3. Todos tendo recebido a aspersão, o Cel acompanhado de seus ministrosretorna ao altar. O Cer dá o sinal da genuflexão e passa novamente o cartão ao SD.Ele fica em pé até o fim da oração. Ele retoma o cartão (que guarda consigo) assinalaa genuflexão, e precede os ministros sagrados às banquetas. Lá ele passa o cartão,depois a capa do Cel a um sacristão (ou um acólito) que leva tudo à sacristia. Eleajuda o Cel a tirar a capa e revestir a casula. 30
  31. 31. II. DESCRIÇÃO DA MISSA A Missa até o Alleluia 4. Se não há aspersão, o Cer apresenta, no entanto a água benta ao D e ao SD. 5. Para as orações ao pé do altar, o Cer se põe ao lado da Epístola, à direita do D.Quando os ministros superiores chegam ao altar, ele dá o sinal da genuflexão, depoisse coloca ajoelhado com os Acs. O Cer responde, faz os sinais e se inclina com osministros sagrados como na Missa Rezada. 6. Ao fim das orações ao pé do altar ele faz todos se levantarem e convida o Tur ase colocar abaixo dos degraus do lado da Epístola. Ele faz o mesmo, recebe a naveta esobe com o Tur. Ele apresenta ao D a naveta aberta e assiste a imposição do incenso,cuidando para que o Tur não feche o turíbulo antes da Benção ( que é solicitada peloD). Imposto o incenso, o Cer retoma a naveta e a entrega ao Tur, assim que estepassar o turíbulo ao D. O Cer toma consigo agora o Missal com seu suporte, e descein plano, ao lado Epístola, durante o tempo de incensação desta parte do altar. Depoisele repõe o Missal no lugar e desce novamente in plano. 7. O Cer permanece à direita do D durante a incensação do Cel, se inclinandoprofundamente com os ministros sagrados antes e depois da incensação. Em seguida,sobe diretamente ao Missal, indicando com a mão direita o início do Intróito. Ele sepersigna e se inclina com o Cel, depois responde o Kyrie com os ministros superiores. 8. Se a Schola ainda canta o Intróito ou se o Kyrie é muito longo, o Cer conduz osministros sagrados às banquetas sem fazer reverência ao altar. Ao começo do últimoKyrie, o Cer reconduz os ministros sagrados para o altar, e diante dos degraus marcaa genuflexão, depois toma seu lugar para o Glória ou Coleta. 9. Se não há tempo para se sentar, o Cer convida o Cel (ao começo do últimoKyrie) a ir ao meio do altar para a entoação do Gloria ou do Dominus Vobiscum. 10. Se há Gloria, o Cer se inclina em direção à cruz quando o Cel cantar apalavra Deo, depois convida os ministros superiores a subirem ao lado do Cel para arecitação do hino. O Cer se inclina e faz os sinais com eles. Ao fim do hino, o Cermarca genuflexão (os ministros sagrados genufletem sobre in gradus, o Cer in plano), elhes precede às banquetas. Aí ele toma seu face à nave, e se inclina para a cruzquando necessário. Depois de se persignar ao fim do canto, convida os ministrossagrados a irem ao meio do altar, marca a genuflexão e sobe ao Missal pelo lado daEpístola para a Coleta. 11. O Cel vem ao Missal depois do Dominus Vobiscum; o Cer se inclina com eleao Oremus, depois lhe indica a Coleta. Assim que o Cel entoar a oração, o Cer vira-separa a direita e pega o Epistolário na credência, que ele sustentará diante do peitodentro da mão direita. O Cer vai, então, à direita do SD e lhe apresenta o livro (cominclinações medíocre, antes e depois), e, somente depois da inclinação de conclusão 31
  32. 32. da Coleta,44 o Cer acompanha-o ao pé do altar (à sua esquerda). Ele fica à esquerda doSD durante o canto da Epístola. 12. Terminada a Epístola, o Cer faz genuflexão com o SD ao pé dos degraus,conduzindo-o depois ao lado da Epístola (o SD no primeiro degrau, o Cer in plano): aío Cer recebe o Epistolário (com as devidas inclinações) do SD assim que este receber abenção. Depois depõe o livro novamente na credência e se coloca in plano no lado daEpístola durante o Gradual e o Aleluia. Ele acompanha então os ministros sagrados àsbanquetas, sem reverência ao altar. Do Evangelho ao Credo 13. Cinco linhas antes do fim do canto (repetição do Aleluia), o Cer pega oEvangeliário na credência e convida os ministros superiores a irem ao altar. Depois dagenuflexão, ele apresenta o Evangeliário ao D (com as devidas inclinações), depoisconvida o Tur para a imposição do incenso que se faz como no Intróito. Benzido oincenso, o Tur entrega o turíbulo ao D e recebe a naveta do Cer. Então, Tur e Cerdeixam o alto dos degraus, virando-se um para o outro. O Cer vai colocar-se atrás doSD ao pé dos degraus sem fazer genuflexão. Quando todos os ministros estiveremem seus lugares, o Cer espera a repetição do Aleluia (ou equivalente) para marcar agenuflexão. Ele se volta em direção ao interior e segue os Acs ao lugar do Evangelho.Chegando, põe-se face a eles, à direita do D. 14. Quando o D cantar o Dominus Vobiscum, o Cer volta-se (pela direita) ao Celpara lhe indicar que deve se persignar ao início do Evangelho. Ele mesmo se persigna(ainda voltado para a cruz) e volta à sua posição pela direita, recebe o turíbulo do Ture o apresenta ao D (sem oscular). Depois se inclina profundamente com ele antes edepois de incensar o Evangelho. Em seguida, o Cer recebe o turíbulo do D e se volta(se necessário) ao Cel para a inclinação antes de devolvê-lo ao Tur (sempre pelascostas do D). Durante o canto do Evangelho, o Cer vira as páginas, ser necessário for.E faz as inclinações profundas de cabeça e as genuflexões voltado para o altar. 15. Terminado o Evangelho, o Cer se afasta para deixar passar o SD, depois vaiao pé do altar para fazer a genuflexão diante dos Acs. Ele se volta pela direita parareceber do SD o Evangeliário, e o vai colocar na credência. 16. a - Se há sermão, ele fica na credência e se senta ao mesmo tempo que osministros superiores. Ao fim do sermão ele os acompanha ao altar e assinala agenuflexão. b - Se não há sermão, ele vem diretamente se colocar para o Credo ou oinício do Ofertório. 17. Se há Credo, o Cer ele se inclina, à palavra Deum, depois convida o D e SD asubir para recitar o Credo com o Cel. E se inclina, genuflete e persigna com eles. Se hátempo de sentar-se antes do Et incarnatus est cantado, ele marca a genuflexão e conduzos ministros superiores às banquetas. Ao canto do verso Et incarnatus est, os ministrossuperiores permanecem sentados, mas os ministros inferiores se ajoelham. Se não hátempo de sentar-se antes do Et incarnatus est, cantado, os ministros sagrados seajoelham ao pé do altar ao mesmo tempo que o coro. Depois o Cer lhes conduz às 44 Se há varias Coletas, o Cer fica ao Missal para virar as páginas e/ou as indicar ao Cel. Ele parte para acredência ao começo da última oração. 32
  33. 33. banquetas, tendo feito a genuflexão. Se a recitação do Credo não terminou quando ocoro cantar Et incarnatus est, os ministros inferiores ficam em pé. 18. Depois das palavras Et homo factus est (e os ministros superiores chegaram àsbanquetas) o Cer vai à credência, pega a bolsa e lha apresenta ao D (com asinclinações) de tal sorte que o D a tenha ao nível dos olhos, aberta para si. O Cer oacompanha ao altar, genuflete com ele e lhe levanta a alva quando o D sobir ao altar.O Cer, então toma seu lugar abaixo dos degraus. O D tendo aberto o corporal eposicionado o Missal, o Cer assinala a genuflexão (que o D faz no degrau e o Cer inplano), e precede o D à banqueta. Ele fica atento durante todo este movimento, parafazer a inclinação ao Simul adoratur cantado. Retornando à banqueta, o Cer fica faceaos fiéis até o fim do Credo. Quando o Cel se persignar no Et vitam venturi saeculi, oCer convida os ministros superiores a irem ao altar. Estes se põem em linha depois dareverência; o Cer se coloca à direita do SD. 19. Se não há Credo, o Cer se coloca à direita do SD depois da genuflexão, se hásermão, ou imediatamente depois de haver colocado o Evangelho na credência. O Ofertório e o Canon 20. Ao Oremus do Ofertório, o Cer e o SD se inclinam, depois genufletem antesde irem à credência (Cer à direita) o Cer ajuda o SD a revestir o véu umeral parapegar o cálice.45 Quando este último partir para o altar, o Cer lhe segue levando oscibórios, se necessário. Se não, ele retorna diretamente seu lugar ao pé dos degraus. 21. O Cer fica em seu lugar até a inclinação que o Cel faz às palavras In spirituhumilitatis. Ele convida, então, o Tur a aproximar-se para a imposição do incenso quese faz como no Intróito. O Tur deixa o altar depois de dar o turíbulo ao D, e o Cervem se colocar à esquerda do Cel (depois de ter passado a naveta ao Tur), passandoatrás do D e do Cel, sem descer os degraus. Ele assiste às incensações de mãos juntas,sustentando o Cel pelo cotovelo à cada genuflexão. Depois da última genuflexão como Cel, o Cer fica no Missal que o Ac2 vem recolocar no lugar. Ele fica assim, voltado àcruz durante a incensação do Cel e o lavabo. Ele responde ao Orate frates, depoisindica ao Cel a(s) Secreta(s). Ele põe, em seguida o Missal na página do Prefácio, e seinclina com o Cel às palavras Gratias agamus. Durante o Prefácio, o Cer é incensadodepois do D da Missa. Para isto, fica onde está, volta-se face ao Tur, fazendo umainclinação de cabeça antes e depois. 22. Três palavras (três linhas) antes do fim do Prefácio, o Cer se desloca umpouco à esquerda, se volta por sua direita e convida o D e o SD a subir ao lado doCel para recitar com ele o Sanctus. O Cer se inclina e se persigna normalmente noSanctus, mas verifica se o SD colocou o Missal na página do Cânon. O terminadoSanctus, o Cer deixa o altar pelo lado e retorna a seu lugar fazendo genuflexão aomeio (atrás do SD). 23. Ao Communicantes, o Cel se inclina ao Missal depois à cruz. O Cer chamaentão o Tur a seu lado e impõe, ele mesmo, o incenso. Quando o D se ajoelha, todosos ministros inferiores fazem o mesmo. O SD, o Cer e o Tur se levantam depois da 45 Se não há Credo, o SD traz também a bolsa que ele mete debaixo do véu umeral. 33

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