Leis gênero
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Like this? Share it with your network

Share

Leis gênero

on

  • 3,670 views

DIVERSIDADE SEXUAL

DIVERSIDADE SEXUAL

Statistics

Views

Total Views
3,670
Views on SlideShare
3,670
Embed Views
0

Actions

Likes
3
Downloads
151
Comments
0

0 Embeds 0

No embeds

Accessibility

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Leis gênero Presentation Transcript

  • 1. Educação em Direitos Humanos,de Gênero , Diversidade cultural e sexual. Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 2. Conceito de sexualidade:
    • [...] A sexualidade é mais do que uma “função” procriativa e sim, um depositório de anseios, frustrações e poder ou fonte máxima de prazer.
    • (Sexo questão de método- Naumi Vasconcelos)
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 3.
    • A sexualidade de uma pessoa é a soma de vários “componentes”, ou seja deve ser considerado sob diferentes aspectos.
    O que determina a orientação sexual de uma pessoa?
  • 4. COMPONENTES DA SEXUALIDADE HUMANA
    • BIOLÓGICO:
    • SEXO CROMOSSÔMICO - cromossomo sexual é um tipo de cromossomo, encontrado em suas células, na maioria dos organismos determina o sexo dos indivíduos e SEXO GONADAL - O corpo da mulher possui ovários (gónadas femininas ou glândulas sexuais).O corpo do homem possui testículos (gónadas masculinas ou glândulas sexuais) ;
    FLÁVIA CUNHA LIMA
  • 5. COMPONENTES DA SEXUALIDADE HUMANA
    • PSICOLÓGICO :
    • IDENTIDADE GENITAL, IDENTIDADE DE GÊNERO E ORIENTAÇÃO AFETIVO SEXUAL
    • SOCIAL:
    • PAPEIS SOCIAIS DE GÊNERO, PAPEL AFETIVO SEXUAL.
    FLÁVIA CUNHA LIMA
  • 6. Os onze “sexos”
    • Heterossexual masculino
    • Heterossexual Feminino
    • Bissexual masculino
    • Bissexual feminino
    • Homossexual Masculino
    • Homossexual feminino
    • Travesti masculino
    • Travesti feminino
    • Transexual masculino
    • Transexual feminino
    • Hermafrodita
  • 7. 1. Mulheres Heterossexuais
    • São as mulheres que têm os homens como objeto de amor e de desejo sexual.
  • 8. 2. Homens Heterossexuais
    • Homens heterossexuais são aqueles que desejam amar e se relacionar com mulheres.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 9. 3. Homens Homossexuais
    • O homem homossexual ama e deseja outro homem. Essa é a única diferença em relação aos outros homens: a orientação afetivo-sexual.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 10. 3. Homens Homossexuais
    • Se alguém traz dentro de si uma orientação homossexual, ela é imutável. O homossexual não quer ser mulher, nem pensa que é mulher..
    Profª Flávia Cunha Lima
  • 11. 3. Homens Homossexuais
    • Para se aceitar, o homossexual passa por quatro momentos: ele se ‘ sente’ diferente, começa a ‘ dar um sentido sexual’ a essa diferença, se ‘reconhece ’ como homossexual e ‘aceita’ esse modo de vida.
    Prof. Esp. Leize Lima de Oliveira
  • 12. 4. Mulheres Homossexuais
    • Elas são mulheres que se relacionam afetiva e sexualmente com outra mulher. Uma mulher lésbica não se sente um homem, não pensa que é um homem e nem quer ser um homem.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 13. 5. Mulheres Bissexuais
    • Só há uma diferença entre mulheres heterossexuais e bissexuais: as bissexuais se vinculam afetiva e sexualmente tanto a homens quanto a mulheres, numa relação intercalada ou não de maior ou menor duração.
  • 14. 6. Homens Bissexuais
    • A única diferença entre os bissexuais e os heterossexuais é que, quando sua orientação afetivo-sexual se define como bissexual, ele deseja homens e mulheres.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 15. 7. Homens Travestis
    • O termo travesti hoje em dia se refere principalmente à pessoa que apresenta sua identidade de gênero oposta ao sexo designado no nascimento, mas que não almeja se submeter à Cirurgia de Redesignação Sexual - CRS .
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 16. 7. Homens Travestis
    • Junto com a personalidade masculina, desenvolvida pelo reconhecimento do corpo de homem, sentem-se também femininas. O travesti masculino sente-se, ao mesmo tempo, homem e mulher. Ele sabe que é homem e geralmente não pensa em eliminar o órgão sexual masculino.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 17. 8. Mulheres Travestis
    • As mulheres travestis comportam-se, na maioria das vezes, como homens. Mesmo assim, não rejeitam seu corpo de mulher, nem pensam em mudar de sexo. Os órgãos sexuais são normais e fazem parte de sua vida amorosa e de seus relacionamentos. Seu objeto de desejo e amor geralmente é uma mulher, de preferência bem feminina. Sabem que são mulheres, mas sentem-se 'quase homens'.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 18. 9. Transexuais Masculinos
    • Os transexuais masculinos não são homens que querem ser mulheres. Do ponto de vista psicológico, eles são mulheres . Têm vergonha de seus órgãos sexuais, não permitem ser tocados nessa região, nem se masturbam. Os transexuais masculinos não buscam o prazer sexual nos órgãos sexuais, por isso, geralmente desejam realizar a operação para readequar o sexo.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 19. 9. Transexuais Masculinos
    • São divididos em dois grupos:
    • os primários, aqueles que desde meninos sentem que pertencem ao gênero feminino,
    • e os secundários, que sentem-se meninas, mas que procuram imitar os meninos por pressões da família.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 20. 10. Transexuais Femininas
    • As transexuais femininas primárias sentem-se, desde a infância, como meninos, mesmo sabendo que são meninas. É possível que elas vivam a vida inteira em conflito, como solteironas, religiosas, travestis ou até mesmo lésbicas 'mal resolvidas'.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 21. 10. Transexuais Femininas
    • Aquelas que corajosamente partem para a mudança de sexo encontram barreiras quase intransponíveis, já que a operação de implantação de pênis é bastante restrita.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 22. 11. Hermafrodita
    • O hermafrodita é um ser que biologicamente nasce com os dois sexos fundidos numa só pessoa. O fato de uma criança nascer com uma genitália defeituosa, porém, não quer dizer que ela é hermafrodita.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 23. 11. Hermafrodita
    • Os tipos de defeitos são tão variados que seria necessário uma abordagem caso a caso. O hermafrodita não é uma junção perfeita de dois seres completos, nem tem os dois sexos normais ao mesmo tempo.
  • 24. 11. Hermafrodita
    • Internamente, possui conjuntamente ovário e testículos, os dois órgãos malformados e com o funcionamento comprometido. Para os hermafroditas, ou intersexos, a direção de vida deve ser tomada pelos pais e por médicos competentes.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 25. Qual o dever da escola?
    • A escola tem o dever de contribuir para um aumento e fortalecimento da auto-estima de tod@s @s alun@s, independentemente da sua orientação sexual ou identidade de gênero. É também, por excelência, um local que se espera que veicule informação correta.
  • 26. Preconceito contra homossexual
    • A homofobia ( homo = igual, fobia =do Grego "medo"), é um termo utilizado para identificar o ódio, aversão ou a discriminação de uma pessoa contra homossexuais ou homossexualidade, que pode incluir formas sutis, silenciosas e insidiosas de preconceito e discriminação contra homossexuais.
    • (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre)
  • 27. O peso da discriminação
    • A discriminação por ser homossexual leva o jovem a se culpar, sua auto-estima desaparece, o pavor da violência verbal e física o deixa completamente inoperante dentro do sistema.
    Prof. Esp. Leize Lima de Oliveira
  • 28. Exclusão num ambiente que deveria incluir
    • O jovem homossexual se sente sem um ponto de apoio, sem uma referência, mesmo querendo se inserir no contexto da comunidade escolar.
    • O resultado dessa exclusão é o abandono dos estudos e de uma estrutura que poderiam trazer benefícios futuros. Preferem não freqüentá- la.
  • 29. Referências Bibliográficas
    • Ritos e ditos de jovens gays - Vagner de Almeida, Luís Felipe Rios e Richard Parker - www.abiaids.org.br
    • CONSELHO Nacional de Combate à Discriminação. Brasil Sem Homofobia: Programa de combate à violência e à discriminação contra GLTB e promoção da cidadania homossexual. Brasília : Ministério da Saúde, 2004.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 30. Referências Bibliográficas
    • EDUCAR PARA A DIVERSIDADE - Um Guia para Professores sobre Orientação Sexual e Identidade de Gênero, 2005.
    • Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LEI 9.394/96)
    • LOURO, Guacira Lopes - Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
  • 31. Referências Bibliográficas
    • A discriminação por gênero e por orientação sexual- Roger Raupp Rios- Seminário Internacional – As Minorias e o Direito.
    • Em Defesa dos Direitos Sexuais,Roger Raupp Rios, Ed. Livraria do Advogado, 2007.
    • História da Sexualidade: a Vontade de Saber - vol. 1 - Michel Foucault.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima
  • 32. Referências Bibliográficas
    • Sexo questão de método- Naumi de Vasconcelos, Moderna, 1994.
    • Os onze sexos – As múltiplas faces da sexualidade humana - Ronaldo Pamplona, Ed. Gente,1994.
    Profª Esp. Flávia Cunha Lima