Estimulação Elétrica de Alta Voltagem EEAV

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    1. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE ALTA VOLTAGEM EEAV
    2. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE ALTA VOLTAGEM - EEAV
      • Definição : corrente de baixa frequência, pulsada, monofásica de dois picos com uma base de corrente contínua de baixa amplitude
      • Características quantitativas :
      • Duração de pulso variável de 5 a 100 μs
      • Pico de corrente elevado (2500mA)
      • Baixa amplitude de corrente contínua (1,2mA a 1,5mA)
      • Baixos valores de carga de fase (12 a 14 μ C)
      • Grandes intervalos interpulsos (99% do ciclo de trabalho de cada segundo)
      • Capacidade de estimulação :
      • Fibras sensoriais
      • -Fibras motoras
      • -Fibras nociceptivas
      DAVINI, R. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE ALTA VOLTAGEM - EEAV
    3. ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE ALTA VOLTAGEM - EEAV
    4. Gerador de pulso Neurogym High Volt -Intensidade de corrente apresentada no visor (Volts) -Frequência (Hz) maleável -Duração do pulso ( μ s) fixa -Três canais de tratamento ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE ALTA VOLTAGEM - EEAV
    5. Eletrodos -Silicone carbono -Auto adesivo ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE ALTA VOLTAGEM - EEAV
    6. Eletrodo ativo e dispersivo -A soma das áreas dos eletrodos ativos não deve exceder a área do eletrodo dispersivo em uso Polaridade dos eletrodos -Exerce influência direta sobre os efeitos terapêuticos esperados -Estimulação catódica ou anódica ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE ALTA VOLTAGEM - EEAV
    7. APLICAÇÃO DA EEAV
      • Cicatrização de úlceras cutâneas crônicas de diferentes etiologias
      • -Controle e redução do edema
      • -Modulação da dor
    8. São citadas as altas intensidades em locais próximos ao coração, aplicação direta sobre o seio carotídeo, sobre processos infecciosos, pacientes incapazes de fornecer um feedback sensitivo, aplicação sobre útero gravídico, pacientes portadores de tromboflebite, portadores de marcapasso cardíaco de demanda, aplicações próximas a equipamentos de diatermia e ainda pacientes portadores de distúrbios sensitivos. A influência dos equipamentos de diatermia nos equipamentos de EEAV fica condicionada aos processos de fabricação e manutenção dos mesmos, não se tratando portanto de uma contra indicação, mas sim de um cuidado relativo ao uso simultâneo destes dois recursos. Os autores listam ainda os pacientes obesos como sendo uma contra-indicação, fato não confirmado pelas outras fontes consultadas CONTRA INDICAÇÕES PARA O USO DA EEAV
    9. MODULAÇÃO DA DOR PARA FACILITAÇÃO DO MOVIMENTO FUNCIONAL POR MEIO DA EEAV Mecanismos de controle da dor : -Teoria da comporta (Gate control) -Liberação de endorfina (Release of Endorphins) Escolha do mecanismo : depende da patologia, sinais e sintomas -Comporta: o bloqueio da dor ocorre durante a vigência da estimulação -Endorfina: Maior efeito residual na modulação da dor
    10. Teoria das comportas : -Proposta por Melzack & Wall nos anos 60 -Sugere estimulação sensorial (fibras nervosas A β para o bloqueio do estímulo nociceptivo na medula espinhal) -O estímulo sensorial deve ser dado no seguimento espinhal no qual a dor é referida -O alívio da dor ocorre na vigência da estimulação MODULAÇÃO DA DOR PARA FACILITAÇÃO DO MOVIMENTO FUNCIONAL POR MEIO DA EEAV
    11. Protocolo de EEAV (teoria das comportas) : -Eletrodo dispersivo no dermátomo no qual a dor está presente -Eletrodo ativo na saída da raíz nervosa medular -Polaridade negativa no ponto de dor -Frequência : 80 e 120 Hz -Duração do pulso : fixa no gerador -Intensidade : estimulação sensorial forte -Tempo : enquanto durar a intervenção MODULAÇÃO DA DOR PARA FACILITAÇÃO DO MOVIMENTO FUNCIONAL POR MEIO DA EEAV
    12. EEAV NO TRATAMENTO DE EDEMA
    13. EEAV NO TRATAMENTO DE EDEMA APÓS CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DE LCA
    14. REDUÇÃO DE EDEMA POR MEIO DA EEAV REDUÇÃO DE EDEMA -Eletrodo ativo sobre grupos musculares adjacentes à região do edema (canal 1) -Eletrodo ativo na região do edema (canal 2) -Eletrodo dispersivo a 20 cm do eletrodo ativo -Polaridade negativa no eletrodo ativo -Frequência : 8 a 15 Hz -Duração do pulso : fixa no gerador -Intensidade : estimulação motora leve -Tempo : 30 minutos
    15.  
    16. MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Sujeitos:
      • - 6 voluntários
      • - Sexo masculino
      • - Média de idade 28 anos
      • - 10 dias de pós-operatório de reconstrução de LCA
      • Equipamentos e materiais:
      • Estimulação Elétrica de Alta Voltagem
      MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Equipamentos e materiais:
      • Eletrodos ativos e dispersivo
      MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Equipamentos e materiais:
      • Equipamento de volumetria
      MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Procedimentos
      • Avaliação fisioterapêutica
      • Avaliação da perimetria
      MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Avaliação da volumetria
      MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Aplicação da EEAV
      MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Parâmetros do protocolo de tratamento EEAV
      • - Pulso: monofásico
      • - Duração de pulso: 10 (  s)
      • - Freqüência: 10 (Hz)
      • - Intensidade: estimulação motora leve
      • - Polaridade: negativa no eletrodo ativo
      • - Tempo de aplicação: 30 minutos
      • - Sessões: 5 semanais
      • - Duração: 2 semanas
      MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Análise estatística:
      • teste t de Student pareado com nível de significância de p ≤ 0,05.
      MATERIAIS E MÉDOTOS
      • Perimetria: Joelho Acometido
      RESULTADOS * * * * * *
      • Perimetria: joelho não-acometido
      RESULTADOS
        • Volumetria
      * RESULTADOS *diferença significativa
    17. CONCLUSÃO
      • - Observou-se a redução do edema após o tratamento com EEAV e assim sugere-se o uso do recurso para tratamento de edema pós-operatório.
      • - Deve-se ressaltar que devido à grande escassez de estudos científicos realizados em humanos utilizando a EEAV, mais pesquisas se fazem necessárias.
    18. COMPARANDO RECURSOS TERAPÊUTICOS EEAV x CRIOTERAPIA
    19. A EEAV mostrou-se tão efetiva quanto a crioterapia no controle e redução de edema após lesões do sistema musculoesquelético
    20. DOLAN, M.G.; MYCHASKIW,A.M.; MENDEL,F.C., 2003, Cool-Water immersion and high-voltage electric stimulation curb edema formation in rats. Journal of Athletic Training , v. 38, n.3, p.225-230. Set de EEAV utilizado: - Eletrodo ativo polaridade negativa (estim. anódica) - f=120 pps - T=8 μ s - Intervalo interpulso = 75 μ s - Voltagem no limiar motor leve - Tempo 30 min.
    21. A EEAV pode ser tão efetiva quanto outras técnicas terapêuticas utilizadas para controle e redução de edema como por exemplo a crioterapia. Quando comparada a imersão em água fria (12,8 oC) para controle de edema após trauma direto, a EEAV a 120 Hz, T = 8 μs, a 90% do limiar motor mostrou-se tão eficaz quanto a imersão isoladamente ou ao uso combinado da EEAV + imersão no controle da formação de edema, sendo que os resultados obtidos com os três protocolos utilizados foram iguais e superiores ao grupo controle não tratado.
    22. COMPARAÇÃO DA REDUÇÃO DO EDEMA POR MEIO DA EEAV E CRIOTERAPIA TÉCNICA DE IMERSÃO DOLAN et al., 2003
    23. COMPARAÇÃO DA REDUÇÃO DO EDEMA POR MEIO DA EEAV E CRIOTERAPIA TÉCNICA DE IMERSÃO DOLAN et al., 2003
    24. EEAV NO TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS
    25. TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS POR MEIO DA EEAV MATERIAIS NECESSÁRIOS
    26. Gaze, tesoura e pinça estéreis e ainda luvas, máscaras, álcool 70%, soro fisiológico, fitas auto-adesivas, óleo para hidratação cutânea AGVEA manipulado OUTROS MATERIAIS
    27. TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS POR MEIO DA EEAV CICATRIZAÇÃO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS -Eletrodo ativo sobre a úlcera (acima de gaze embebida em solução salina) -Eletrodo dispersivo a 20 cm do eletrodo ativo -Polaridade negativa no eletrodo ativo -Frequência : 100 a 150 Hz -Duração do pulso : Fixa no gerador -Intensidade : 150 a 200 V -Tempo : 30 a 40 minutos
    28. CICATRIZAÇÃO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS -Protocolo alternativo: inversão periódica de polaridade entre o eletrodo ativo e dispersivo a cada 3 dias - - + + + - Ferida Eletrodo Ativo Eletrodo Ativo Eletrodo Dispersivo TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS POR MEIO DA EEAV
    29. TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS POR MEIO DA EEAV
    30. TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS POR MEIO DA EEAV
    31. CASO 1
    32. TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS POR MEIO DA EEAV Úlcera de decúbito 6 meses de formação
    33. CASO 2
    34. TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS POR MEIO DA EEAV Úlcera formada em decorrência de alterações sensitivas causadas pela hanseníase – 16 meses
    35. CASO 3
    36. TRATAMENTO DE ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS POR MEIO DA EEAV Úlcera formada em decorrência de alterações sensitivas causadas pela hanseníase – 19 meses
    37. CASO 4
    38. Tratamento por meio da EEAV
    39. Úlcera formada em decorrência de alterações vasculares – insuficiência arterial – 5 meses
    40. CASO 5
    41. Úlcera formada em decorrência de alterações sensitivas causadas pela hanseníase – 30 meses
    42. Úlcera formada em decorrência de alterações sensitivas causadas pela hanseníase – 30 meses
    43. CASO 6
    44. Úlcera formada em decorrência de alterações vasculares – insuficiência venosa – 6 meses
    45. CASO 7
    46. Úlcera formada em decorrência de queimadura - 3 meses
    47. MECANISMOS PELOS QUAIS A EEAV PROMOVE OS EFEITOS TERAPÊUTICOS
    48. Sugere-se que a EEAV poderia conter a formação de edema reduzindo o diâmetro de microporos no capilar, além da estimulação sensorial e motora reduzir o escape de Fluoresceina L. Dextrano (que funciona como um simulador de proteínas plasmáticas) dos vasos de ratos, frente à aplicação do mediador químico histamina. Desta forma, a redução no tamanho dos poros da microcirculação poderia restringir a passagem de proteínas e fluidos dos vasos para o interstício diminuindo assim a formação do edema no local de lesão.
    49. Karnes et al . testaram a hipótese de que a EEAV catódica ou anódica poderiam de alguma maneira agir sobre o calibre dos vasos, provocando por exemplo uma vasoconstricção. Os autores verificaram que a estimulação catódica, não provocou nenhuma alteração no calibre dos vasos, porém de acordo com os autores a estimulação anódica reduziu de maneira significativa o diâmetro das arteríolas quando aplicada abaixo do limiar motor visível com 120 pps e T = 8 μs.
    50. CONTROLE DO EDEMA PP PP EXUDATO TRANSUDATO REED, B.V., 1988 , Effect of high voltage pulsed electrical stimulation on microvascular permeability to plasma proteins. Phys. Ther., v. 68, n. 4, pp. 491 – 495.
    51. + - PP Fluxo de Corrente elétrica EDEMA PP EFEITO TERAPÊUTICO REED B.V., 1988 CONTROLE DO EDEMA
    52. ÚLCERAS CUTÂNEAS CRÔNICAS EFEITOS DA EEAV NA CICATRIZAÇÃO
    53. CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS SZUMINSKY et al.,1994, Effect of narrow, pulsed high voltages on bacterial viability. Phys. Ther. , v.74, n.7, pp.660 – 667.
      • Mudanças eletroquímicas
      • Mudanças no Ph e geração de calor localizado
      • Recrutamento de fatores antimicrobiais já presentes no organismo
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    54. Os mecanismos pelo qual a EEAV promove a cicatrização de úlceras cutâneas não estão totalmente esclarecidos, porém a hipótese mais provável para explicar o sucesso dos tratamentos, parece estar relacionada ao efeito bactericida promovido por este recurso terapêutico. Especula-se que as mudanças eletroquímicas são as principais responsáveis por este efeito, pois parecem ocasionar mudanças no pH, geração de calor localizado e por fim, o recrutamento de fatores antimicrobianos já presentes no organismo. EFEITOS DA EEAV SOBRE A CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS
    55. O aumento da microcirculação ao redor das lesões também tem sido mencionado para justificar os efeitos da EEAV no tratamento de úlceras cutâneas crônicas Com o objetivo de analisar a capacidade da EEAV em aumentar a microcirculação em úlceras cutâneas crônicas isquêmicas, Goldman et al . investigaram a pressão transcutânea de oxigênio (PTO 2 ) de lesões cutâneas não tratadas cirurgicamente na região maleolar e inframaleolar, sendo o membro contralateral utilizado como controle.
    56. Foram estudados 3 homens e 3 mulheres com PTO 2 menor que 10 mmHg. Os resultados obtidos sugerem que a EEAV pode melhorar a microcirculação ao redor da úlcera, já que a PTO 2 apresentou um aumento estatisticamente significativo (2 ±2 mmHg pré-tratamento para 33 ±18 mmHg pós-tratamento).
    57. Os autores ainda sugerem que para o reparo deste tipo de lesão, a PTO 2 mínima deve ser de 20 mmHg. Desta maneira pode-se notar que os mecanismos que levam à cicatrização de úlceras cutâneas crônicas tratadas com EEAV ainda não estão totalmente elucidados, mas duas hipóteses prováveis para a ocorrência dos resultados positivos seriam as alterações eletroquímicas no local da úlcera, bem como o aumento da microcirculação da região.
    58. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BALOGUN, J.A., ONILARI,O.O., AKEJU, O.A., MARZOUK, D.K., 1993, High voltage electrical stimulation in the augmentation of muscle strength: effects of pulse frequency. Arch. Phys. Med. Rehabil., v.74, pp. 910 – 916. BAKER L.L., CHAMBERS R., DEMUTH S.K., VILLAR F., 1997, Effects of electrical stimulation on wound healing in patients with diabetic ulcers. Diabetes Care, 20(3):1–8. BETTANY, J.A., FISH, D.R., MENDEL, F.C., 1990, Influence of high voltage pulsed direct current on edema formation following impact injury. Phys. Ther., v. 70, pp. 219 – 224. DOLAN M.G., MYCHASKIW A.M., MATTACOLA C.G., 2003, Effects of cool-water immersion and high-voltage electric stimulation for 3 continuous hours on acute edema in rats. Journal of Athletic Training , 38(4): 325–29. Dolan M.G., Mychaskiw A.M., Mendel F.C., 2003, Cool-Water immersion and high-voltage electric stimulation curb edema formation in rats. Journal of Athletic Training , 38(3): 225–230. FEEDAR J.A., KLOTH L.C., GENTZKOW G.D., 1991, Chronic dermal ulcer healing enhanced with monophasic pulsed electrical stimulation. Phys Ther , 71: 639–49. FISH D., MENDEL F.C., SCHULTZ A.M., GOTTSTEIN-YERKE L.M., 1991, Effect of anodal high voltage pulsed current on edema formation in frog hind limbs. Phys Ther, 71(10): 724-33. GARDNER S.E., FRANTZ R.A., SCHIMIDT F.L., 1999, Effect of electrical stimulation on chronic wound healing: a meta-analysis. Wound Rep Reg , 7: 495–503. GENTZKOW G.D., POLLACK S.V.,1991, Improved healing of pressure ulcers using dermapulse, a new electrical stimulation device. Wounds , 3: 158–160.
    59. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GOLDMAN, R.J., BREWLEY, B.I., GOLDEN, M.A., 2002, Electrotherapy reoxygenates inframalleolar ischemic wounds on diabetic patients: a case series. Adv. Skin. Wound. Care. , v. 15, n.3, pp. 112 – 120. GRIFFIN, J. et al., 1991, Efficacy of high voltage pulsed current for healing of pressure ulcers in patients with spinal cord injury. Phys. Ther., v. 71, n. 6, pp. 433 – 444. HOUGHTON, P.E., KINCAID, C.B., LOVELL, M., CAMPBELL, K.E., KEAST, D.H., GAIL-WOODBURY, M., HARRIS, K.A., 2003, Effect of electrical stimulation on chronic leg ulcer size and appearance. Phys. Ther., v. 83, pp. 17 – 28. KARNES J.L., MENDEL F.C., FISH D.R., BURTON H.W., 1995, High-voltage pulsed current: its influence on diameters of histamine-dilated arterioles in hamster cheek pouches. Arch Phys Med Rehabil , 76: 381–86. LUNDEBERG T.C.M., ERIKSON S.V., MATS M., 1992, Electrical stimulation improves healing of diabetic ulcers. Ann Plast Surg, 71: 328–330. MOHR T.M., AKERS T.K., LANDRY R.G., 1987, Effect of high voltage stimulation on edema reduction in the rats hind limb. Phys Ther , 67(11): 1703– 707. MENDEL, F.C., WYLEGALA, J.A., FISH, D.R., 1992, Influence of high voltage pulsed current on edema formation following impact injury in rats. Phys. Ther., v. 72, pp. 688 – 673. NELSON, R.M., HAYES, K.W., CURRIER, D.P.,1999, Clinical Electrotherapy. Prentice Hall , pp.55 – 139. PETERS E.J., LAVERY L.A., ARMSTRONG D.G., FLEICHILI J.G. ,2001, Electric stimulation as an adjunct to heal diabetic foot ulcers: a randomized clinical trial. Arch Phys Med Rehabil , 82(6): 721–725.
    60. RALSTON D.J. 1985, High voltage galvanic stimulation: Can there be a “state of art?”. Athletic Training , 20: 291. REED, B.V., 1988, Effect of high voltage pulsed electrical stimulation on microvascular permeability to plasma proteins. Phys. Ther., v. 68, n. 4, pp. 491 – 495. ROBINSON, A.J., SNYDER-MACKLER, L., 1995, Clinical electrophysiology: electrotherapy and electrophysiology testing. Williams & Wilkins , 450p. STRALKA, S.W., 1998, Treatment of hand and wrist pain. A randomize clinical trial of high voltage pulsed, direct current built into a wrist splint. AAOHON J., v. 46, n.5, p.233-6. SZUMINSKY, N.J., ALBERS, A.C., UNGER, P., JOHN, G.E., 1994, Effect of narrow, pulsed high voltages on bacterial viability. Phys. Ther. , v.74, n.7, pp.660 – 667. TAYLOR, K., FISH, D.R., MENDEL, F.C., BURTON, H.W., 1992, Effect of a single 30-minute treatment of high voltage pulsed current on edema formation in frog hind limbs. Phys. Ther., v. 72, pp. 63 – 68. TAYLOR K., MENDEL F.C., FISH D.R., HARD R., BURTON H.W., 1997, Effect of high-voltage pulsed current and alternating current on macromolecular leakage in hamster cheek pouch microcirculation. Phys Ther, 77(12): 1729–740. UNGER P.C., 1991, Randomized clinical trials of the effect of high voltage pulsed current on wound healing. Phys Ther 71: Suppl: 118. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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