MINISTERIO DA ECONOMIA, FAZENDA E PLANEJAMENTOFUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAMST1CA - IBGE              ...
FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAl1STICA                            IBGEAv. Franklin Roosevelt, 166 Centro...
Classi~caçáo da Vegetaçáo Brasileira,       Aáaptada a um Sistema tJr~wersalDepartamento de Recursos Naturais e Estudos Am...
SUMÁRIO 1 _ INTRODUÇÃO ,,,,,, ,,,~~,,,,,,,,, ,,,, ,, ,,,, . . . . . . . . . . . ~                                         ...
3 .2 .6 - Setor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .                 ...
.        Floresta Estac/mnal Sem/dec/dual, Floresta Estac i oual             Decidual e Savana) . . . . .~ . . . .~ . . . ...
í ... ~avana Flarestada tGerrad~a} . w ..6? :w. .l . ./ w                                                                 ...
7 - LEGENDA DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DA VEGETAÇÃO BRASI-    LEIRA (Escalas de 1 :258 869 até 1 :í 800 000) p " pF Y    ...
7 _ LEGENDA                DE CLASSIFICAÇÃO DA                      VEGETAÇÃO BRASI-    LEIRA (Escalas        1m258 009 at...
RESUMO           Q objetivo deste trabalho é dar aos atuantes na área fitogeográfica uma visão mais segura, para avaliação...
ABSTRACT           7ha pmrpose of this research is to provide to the membersof the F itogeugraphy area a safer overview in...
1 _ INTR            A F i t ngeograf!a deveria segui r os mesmos ( nnceitos fi]os ó ficns das outrasci êo c !as da naturez...
0 sensor remoto tem que ser utilizado paia a ihteYAret Moda P isiwnomia da vegetação e é nisto que se baseia a ( lassifi/ ...
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2.1 .2 - Classificação de Sonzasa da Campos              7ransc orrmram ú02 anos até aparecer nova cl y ssifica çO fi-toge...
Encosta~ dos ; Pinheiroa, Ariclui nop . ~NMA aNFIÂV~Lào de  Arra~rjá( ~ fazendo porte da Floresta A#Iânticra . ,Atualmente...
Fonte: owpo /,,^ i. de Fitogeogratia do Brasil   1945            Sua ( lassiPi/a çã o Flu! í s t ir a apresenta diferenças...
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A divisão fiiogeo8r á fica de ! indalvo Bsze/ra dos San t osdeixa de ser flor í s t i ( a, como a dos seus ao t eressores,...
2 .1 .6 - Classificação de Edear ~D mamín           Em í960 Edgar Kuhlmann, aluno de Pierre Dansereau,   apre-sentou nova ...
0 referido autor introduziu assim um modo diferente deconsiderar a vegetação brasileira, os grandes grupos continuam osmes...
2~1 .8 - Class Ü f Ü caCão do Projeto RADAM            Ma década de /0 o grupo do Projeto RADAM,                en ( arreg...
6     Região Ecol ó yi(a da Floresta 0mbr ó fila Abei ta                      (4       Fácies da   P lo       resta densa)...
Posteriormente, em 1979, n mesmo natmalista usando o ra            brasi l ei/ ar át er Pi sjnn ó mico das foi maço es / l...
A classificação de Rizzini inclui como mata ou florestasos /evestimentus nordestinos (área da caatinga)     m do Centro Oe...
V    Caatinga         1 - florestal         2 - de arvoredo         3   arb ó reo-arbustiva fschada         4   arh ó reo ...
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2     OM idas ed á Pi/as              xx    Floresta    aberta ribeirinha               h    Floresta    dos Pântanos     ...
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2   Cum um tapete 3!amionso reduz idn nu ausente           1   Floresta radu c if ó lia           2   Floresta densa      ...
D    Manguezal          2    Mista               A    0mb/ óF !la                    a    Montana          ]    !)e/ idual...
V    Vegetação JA h ê Ca       i      Gramiousa alta              a   x OM 0 vo/es              b   com palmeiras         ...
( ¡eot ír i ( as usadas no levantamento da veget a6 A que auxiliam                 sobremaoeira na t ]ass i F ic a ão fito...
Mac rofane ~ ófitos plantas de alto porte, va/ iandn en      t re ]0 e 50 m de altura,  ocorrendo pre Fereo/ ia]men~e     ...
alturas bastante variáveis, desde 0,25 até cerca de                   15 m, ocorrendo P/eqiieoLemenfe nas áreas savao A 01...
Classificacaovegetal ibge
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  1. 1. MINISTERIO DA ECONOMIA, FAZENDA E PLANEJAMENTOFUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAMST1CA - IBGE DIRETORIA DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE RECURSOS NATURAIS E ESTUDOS AMBIENTAIS CLASSIFICAÇÃO DA VEGETAÇÃO BRASILEIRA, ADAPTADA A UM SISTEMA UNIVERSAL Hennque Pimenta Veloso Antonio Lourenço Rosa Rangel Filho Jorge Carlos Alves Lima Rio de Janeiro 1991
  2. 2. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAl1STICA IBGEAv. Franklin Roosevelt, 166 Centro20 021 Rio de Janeiro, RJ BrasilISBN 85-240-0384-7 Q IBGEEditorada pelo CDDI Departamento de Editoração em maio de 1991 .Capa: Pedro Paulo Machado/ CDDI Departamento de Editoração Veloso, Henrique Pimenta Classificaçao da vegetaçao brasileira, adaptada a um sistema univer- sal / Henrique Pimenta Veloso, Antonio Lourenço Rosa Rangel Filho, Jor- ge Carlos Alves Lima Rio de Janeiro IBGE, Departamento de Recur- sos Naturais e Estudos Ambientais, 1991 . 124 p. ISBN 85-240-0384-7 1. Vegetação Classificaçao Brasil. 2. Fitogeografia Brasil . I. Ran- gel Filho. Antonio Lourenço Rosa li. lima, Jorge Carlos Alves. III. IBGE, Departamento de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. IV. Titulo . IBGECDDI . Dep. de Documentação e Biblioteca CDU 582(81) RJ IBGE 191 18Impresso no Brasil/Printed in Brazil
  3. 3. Classi~caçáo da Vegetaçáo Brasileira, Aáaptada a um Sistema tJr~wersalDepartamento de Recursos Naturais e Estudos Ambientais - DERNA Lu¢ Góes-Filho Autores Henrique Pimer~a Veloso - Engenh~ro Agrónomo Ar>tonio Lourenço Rosa Range! Filho - Engenheiro Flor Jorge Carlos Alves :ima - Engenheiro Florestai Colaboradores João Boa da Sïfva Pereira - Biólogo Cláudio Belmonte Athaide Bohrer - Erx,~enheiro Florestal Ronaldo Marquete - Biólogo Angu Mana Studart da F Vaz - Bióloga Marli Pires Monn tema - Bióloga Roberto Mïgciel Klein - Bió~o i.t>Cia Gonçalves frio - Geógrafa ** Heliomar Magnago - Engenheiro Florestal *** ~u¢ Alberto Dambrós - Eng~heiro Fbrestal *** Desenho Regula Ju~ane~ Ãnibal da SlMa Cabral Neto Suporte Técnico Operacional Mana Helena de Almeida Julla Marca Mala Campos Minara da Sitia Ferreira Apoio Técnico Operacional Luoia Mana Braz àe Carvalho Iara Amakiin ~ Magalhães Isis Barros Neves Os autores gostanam de agradecer de forma especial à equipe do DEDIT, através de suas Divisões DICOR e DITiM; pela aferição e carinho dispensados a esfe trabalho. * Dï~sáa de Geaoïêna~as de Santa Catanna DfGEO1SG ** Di~nsao de Geooïéncias da Bahia " DfGEOIBA *** ~nsao de Geocü3nc~as de Guiâs DlGEt31G0
  4. 4. SUMÁRIO 1 _ INTRODUÇÃO ,,,,,, ,,,~~,,,,,,,,, ,,,, ,, ,,,, . . . . . . . . . . . ~ 13~l uí - Sumula H/stwro ca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142~_ FITOGEOGRAFIA DO ESPACO INTERTROPICAL SUL . . . . . . . . . . . . . . . 15|M - Cla ss + f ocaçAs Brasileiras . . . . " . . . . . . . . . . " . . . . . . . . . . . 15UM - Classificação de Martius . . . . " . . . . . . . . "" . .... ."... . i5 20í .2 - Classificação de Gonzaga de Campos ° .^" .° . . . . . . ." . . . . 17 01 .3 - Classificação de Alberto J . Sampaio . . . . . . . . . . . . . . . . . 18 2M4 - Classificação de L i n d al vm Bezerra dos Santos . . . . . . . . 20 2 ;í .5 - Classificação de Aroldo de Azevedo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2M6 - Classificação de Mar Nm h l m am . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 W .7 - Classificação de Andrade-Lima a Veloso . " . . . . . . . . . . 23 EM - Classificação dm Projeto RADAM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 01.9 - Classificação de Ri zz i n / . . . . . . ° ° . . . . . . " . . . . . . . . . . . . 29 20M0 - Cl ass if ^~caM de George Eitem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 -~ .~2,2 - C l ass/ fi caçOs Universais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 - 2a2 .í - Classificação de Sch /mpor . . ." . ~ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33|2~2 .2 - Classificação dm Taw s lew & Ch /pp " . . . . . ou . . . . . . . . . . ." 34 2°2| .3 - Classificação de B ur t t-D avy . . . ~ ° . . .° . . . . . . . . . . . " . . . . 34|2 .2 .4 - Classificação de Danserma# . . . . . . . . . . . . . " . . . . . . . . . . . 35 2 .05 - Classificação de Am b rmv ill e .° . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .^^° 36 2i2 .6 - Classificação de Trmch a /n . . . .~""° . .~ . .. .° . . . . . . . . . . 37 2"2°7 - Classificação de EJlemberg a Mue lle r-0o mbo i s . . . ° . . . . 382-3 - Integração da Nomenclatura Universal ° . . . . . . . . .° ." .° . . 40^-3- CONCEIADOTADAS . . . . . . . . . . . . . . . .. . . ~ . . . . . . . . . . . . . - 40M - Formas de Vida . . . . . . . . . . . . . . .~ . . . . . . . . . .° . . . . ." . . .~ ." . 413a1.1 - Classificação das formas de vida d e" R~Mae r, ads^p-_ t aoXas as c mwdoZes brasileiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4í3~8"2 - Chave de classificação das formas de vida. de Rauumk ! aer v modificada a adaptada ao-Brasil . . . . . . . . . 433S2 - Terminologias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ."~i° . . . . . ." .° . . . 44 3 .2 .1 - Sistema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ." . . . 44 3-2 .2 - % mper io fJm; ; st ~cm . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ~ . . . 44-3 .2 .3 - Zona . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ." . . . . . . . .° . . . . . . . . . . . . . . 44 3S2 .4 - Região . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .° . . . . 44 3°2.5 - Do m i n io . . . . . . . . . . . . ° . . . . . . . . . . . . ° . . .°~ . . . . . . . . . . . . . . 44 5
  5. 5. 3 .2 .6 - Setor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 443 .2 .7 ° Ecotipo . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 ra3 .2 .8 - Formação a Y . x . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 443 .2 .9 - Classe de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 443 .2 .íO - Subclasse de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 453 .2 .11 - Grupo de formação . " . NbpY . . . .Y . . .b .bYN .a . " . . " .Y .p 453 .2 .í2 - Subgrupo de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 Y2 .á.3 Formação propriamente dita . . . . . .nono .* .Yaw " . . mano w 45.í4.2.,3 ~formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . *no . . . a . . . . . . . . . . . . . . . w 453 .2 .15 - Comunidade . . . . .f . .Y . .f . Y . . . . . .R . . . . . . . . . " Y . . . . 4532 .16 w.. Sin!1 . aYY . N " 4RR .N .Np .xY .a . . . .KNKf .RN " YR .Y aPpY .NY . 453 R2 .17 - Estratos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ...... 453 .2 .18 - Floresta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 453 .:2 .í9 - Savana . . . . . . . .... .. .Yaf . .xa . . . .Y . . . . . . . . ... 453 .2 .20 Parque . .Y . .Y . . . . . .a . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . o . . . . ww 453 "=L .21 -- Savana Estepica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 463 .-2.22 - Estepe . . . .Y . .Y . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .no . . 463R2 .23 - Campinarana .w . . . Y . . . . . . .YxY . . . .MN .AY . . . . . . . . . . . . . . . 463N2 .24 Associação YYYYpY . .w . . . . . .YYYYM . . .wY . . . . . . . . . . . no . . . w 463.-.2 .25 - Subass ciaçao " . . " . . Y . .YY . . .Y 46WY2 .26 - Variante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . moa . . . . . . . . . . . . . . . . . Y . 4 >3 :.,2 .27 M Facees . . . . . . " . . . . . . . . . . . .a . .Y " . . . . . . .4 . . . . . . . . . . . . 463 .2 .28 - Consorciação ou sociação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 473 .2 .29 Och10spéc t e . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ww 473-f , 2a3W-M Climax climatico . . . . . . . . . . . . . . . . . . .". . . .Y .. . . . . . . . . . . 473 .2 .31 - Climax edafico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 473`2 .32 - Facees de uma formação . . . . . . . . . . . . . . . . .<. . . . . . . . . . . . 473f2 " Região ecológica i N " . . .ixYY . . . . . . . . . .YY . . . . . . . nono* w _ 473R2 .34 -- Wegetaçao disiunta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 474-- SISTEMA DE CLASSIFICAGZO . . . . . . . . . . . a . . . . . . . . .w .YraaY . " x 474 .1 w.. Escalas Cartografica . . . . . . . . . . . uma . . . . . .xYY .Yxb .p . . .a 484 .2 - Sistema de Classificaçao Floristica . . . . . . . . . . . .N .ppYxw 484.3 - Sistema de Classificação Fisionômico-ecologïca " . . . . . . . 484 .4 -- Sistema de Classificaçao FEtossocfologxco-biologica . . . 494- 4 .i - Fitossociologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 494 .4 .2 - í -oec o l og i a . . . . . . . . . . . . . . 0 . .* . . . . . . . . . . . . . no 505 - DISPERSÃO FLORíSTICA REGIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 505 .1 - Regiao Floristica Amaz"onica (Floresta - Ombrofila Densa, Floresta Ombrofila Aberta e Campinarana) . . . . . . . . . . . . . . 515 .2 - Reg .iao Floristica do Brasil Central (Savana, Floresta . Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual) 535 .3 - Regiao Floristica Nordestina {Savana Estépica (Caatinga . do sertão arido com suas tres dijunçOes vegetacionais) ; Floresta Ombrofila Densa ; Floresta Ombrofila Aberta ; . Floresta Estacional Semidecidual ; Floresta Estaciona] . Decidual e Savana) w . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 575-4 -- Regi ao Flor}stica do Sudeste (Floresta Ombrofila Densa, 6
  6. 6. . Floresta Estac/mnal Sem/dec/dual, Floresta Estac i oual Decidual e Savana) . . . . .~ . . . .~ . . . . . . . . . . - . . . . ~ . .0 . . 60 6 _ CLASSIFIDA VEGETAMO BRASILEIRA .. . ... .... 63 6 .1 - -Sistema F i s ;m nÔ mm icm-ecolng/cm ~ . .~ . . . . . .~ . . . .~ .~ . *. . 63 W 1 - Floresta Ombrofila Densa (Floresta Pluvial Tropical) 63 6 .1 .1 .1 - Floresta Ombrofila Densa Aluvial .° . . . .° . . .°~ ."" .~ . 65 W .1 .2 - Floresta Ombrofila Densa das Terras Baixas ~~ .° . 66 6 .í .í .3 - Floresta Ombrmf/ la Densa 8ubmomtaoa . . . . . . . . . . .. ° . . 66 W .1 .4 - Floresta Ombrofila Densa Montana ° . . .~ . . . . . .~ . 67 W .= ï - Floresta Ombrofila Densa Alto-Montana 67 6 .1 .2 - Floresta Ombrofila Aberta (FaciaçAs da Floresta O mbro fila Densa) . . . . . . . . . . . . ~ . , ~ . ~ . ~ . " ~ . ~ . . ~ 0 . . . . . . ós ó,1 .2 .í - Floresta Ombrofila Aberta das Terras Baixas . . ." . . 69 60 .202 - Floresta 0mb r ó f, l a Aberta Sub mon t an a " .~ .~ . .~ .* . .~° 7(9 6~í 2 .3 - Floresta Ombrofila Aberta Montana . . . . . . . ." . . .~ . ." . 71- W°2 - - Floresta 0mb rúf^ lo Mista (Floresta de Araucar / a) . . . . 7& - Floresta Ombrofila Mista Aluvial .~ . . . . . . . . . . . . . 7~Z -~1 3 .1 .3 .2 - Floresta Ombrofila Mista Subm ontan, ° . ~ . . . .o . . . . . . 72 W .3 .3 - Floresta Ombrofila Mista Montana . . . . . .~ . . . . .... 72 W°3 .4 ~ Floresta Ombrofila M i sO A lt o-Montana . ..... ....... 73 W .4 ~ Floresta Esta ci ona l Semidecidual (Floresta Tropical S u b ca d uc/folTa ) .~ .~ . . . .= . . . .* .~ . ." .~ .~o . . .~ . .~ . .~ . . 74 6"1 4 .1 - Floresta Est ac/on a l Sem/dec i dmal Aluvial . ." .~ . . ." 75 6 .1 .4 .2 - Floresta Estac!onal Sem/dsc!dual das Terras Baixas 76 60 4 .3 - Floresta Eetac i onal Semi dec /dual S m b mmntan a ~ . 76 /S SI ~4 . 4 - Floresta Estac i onal Sem/dec i dualMomtama ~ . . . .~ .76 6 .1 .5 - Floresta Est ac / onal Dec i d ual (Floresta Tropical Cadu- c /fol+a) " . . . . . . . . . . . . . .~ .~° . . . . . . . . . " . . . . .~~ . . .~ . . 77 - 60 .5 .1 - Floresta E~st ac i mnal Dec / d mal Aluvial ,° . . . . . . . . . . . . A lu~~oa~ 78 6°1°5 .2 - Floresta E sta c /on a l Qe cid maX das Terras Baixas .° . . 78 60 .5 .3 ~ Floresta Es t ac i om al Dec i dua l Sub mmmtana . . . . . ~ , . . - 79 W"5 .4 ~ Floresta Estac i on a l õe c /daaI Montana . . . . . . . . ~ . . . . 80 - 6 .1 . .6 - Camp i narana Nam p /na) . . .° . . . . . . . . . .~ .° . ." .~ . . .~ ." . . 82 0 i~6 .i - Camp /narana Florestada . . . .~ .~ . .~ .~ . ."" .~~ . . . .° . .°~ 84 .6 .2 - Camp /marana Arborizada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . = . . " . 04 6~.1 . 6 .3 - Camp/naran a Gram i ne o-Lmnhosa = .° . .~ . . . .~ .~ .~ . .~ . . . . 84 -- 6^~8~7 - Savana(Cerrado) .° . . ~ .." .° .°~ . . . . ~ .~~ . . ~ . .°~ .~ . . 85 7
  7. 7. í ... ~avana Flarestada tGerrad~a} . w ..6? :w. .l . ./ w . a w . w . . w w w Y a w . Y r x a 8f ~5 -í x + Y~ -- Sav~n~ Ark~v~ ~ ~~c1~tCan~~c~ e~rr~cla} T Y Y x R R . . r Y R Y x x r x x r ~#~ b .iYT .3 -" 5avana Par~ue tParkland -.. Parque de c:errada} r R w x a 8~3 WY_.~ pI Y~i ~"~" ~avana Gram ea--i..enha~a tCampca) r x w b a a . Y a . b r p p a Y Y wb~-1wQ -~" ~avana Estepica t5avanas secas e.+cau úm~das» Caat tnga da sert ~a ar ï da, Campcas de Rac°a i ma r Chca SLrI ~-mata °~ . __gra~:~er~se e Parctue de esp ~n ~ lha da ta~crra da r ia t~ua~ r a ~ } a -Y r r w w . w a x x w w w x b . . r . Y r . . . w . a w Y r s x r w r x a w r Y Y a w w w x a. ._~,w~w~w~ `~ ~avana ~~ .Jt~~~~:a ~~are .~.}tada .w .wr .rwxrYw .w . . wrw .xr 9~. f7~;x .F. wGT,aL `. ~avana Estep~c ~C~E ~rbar ~ rada « w . Y r-p w . . r r Y « w r x r a . . Y « w Y 9s. .._~-r~~~r~~w~ . . `" ~C~~fR~nC~ ~~te~~C.4~ PC~r~~.~~ xrrwrrrx rwrwrwwrwsr wwr . a 9 .~ .x~~~ wG7-r~ . .. Savana Estep ~ ~~ Cram ~ nea-l..enhasa a w M x Y R w p Y x R Y . f R R Y w i" ~~ Et~ ir9 r» Estepe tCampas gerais planalt ccas e Campanha tiaucha} 9~rür :br9wS Estepe - Arbarc~ada xrrwrxaYrYwrwawxxwwxwaaawrr .Ywara 9i.} h" .i w9 .2 r.. Estepe Parque tCampa su,}a au Parkland} w . x . w x . w . r . 9E~ cr,; . ::9r3 _. . Estep~_ Gram~nea-LenhasatCampa l impa} r Y r w w Y w r r r x w r r 9ta~:~ ~"" S~stema Ed~iftca de Prcmecra Qcupa~ ;~a tFarma~óes Pronec-~~ r ~~ } . x r w r r x . x r r w r . . w w Y . . x w w a r w x r . x x Y r r x Y w w r r . w x w w . r . r Yá~:~ ._ - Vegeta~áa cam tnflui~nc ia mar cnha t"re~t cngas`r } . w r . . . . ~00ó~2 .2 ~~- Vegetac~~-a cam ~nfl~.iénc~a fluv~amarinha t"níangue~.al "., _, e. campas salenas} w r .r rw . .rw rxwYrYxwYrYr .r .rtwó .~k-3 - Vegeta~~a cam ~ nflut~nc t a fl~.ty i al tCr~ni "" xn ~ d~ades alu-.. . .... vcacs} . r x w Y w Y x . r w Y . w Y w r r w w w w w . r . . Y w Y r . x . w + Y x Gira7 "~ ~{~. aten}+~ de frans .E~aa tTensaa Eccalvgcca} Yrrrw .rwawwrwwr ~a :~ri - Ecotana tmcstura flar ~st ica entre t rpas de v~" geta~i~ía} i0i O,n .~7r6 "~ Encrave t~areas ~ t ~,junta?á yue ~Je ccantactam} r w a a a r x « Y b .LYIC`-~ ~.4 -~ ~,í st ema das Refúg ~ as ~leget ac ~ ana ~ s CReI ~ c~u i as } w w « w r w r f 03 W~Y:V """ ~ c st ema ~~ Veget a~aca f~ i sJ ~.tnt a « r r r p w Y p Y. x. a a~ w w a R Y a w M a Y . w x ~~ " ~ ~i .6 -" Scstenta da tlegeta~ ;~a 5ecundar ia tTratas Antrop ccas} ww w í.0i ó_w-t~ .i - 5~.tc»essao natural .xrbYawaYRrrbxRwwxrwYaYrRwwwwrxwrxrY í0 :a ~. .-&wíwí_ -~ i~ase prcntecra da sucessaa natural .wYY- .wrYr .wwr Y_ f0 .~ "./.r .,.41 b ~ " ~i ~ .~w "~ ~~~e se;.g~.rnda da natural N x r . Y .x . Y . Y . . p R w a Y w.. .~ . .-~ . ~ .~Yi ~.. "~. tt~re terc ~ ra ~~ ~ ~ nat ural w,:w,Y w . w M w w r r . Y b Y x . r." Or~GJ ., i r .^! "~~ úiae quarta da s ".rcessaa natural Y r r x_r Y w . « . x a w w Y w w r w ~wQx~w~ ""~ ~-Fase ~~.~inta cia ~lucessL~a natural wYY - Yrww Y YarY . r . .A~aL3w~ ~ Usa da terra para a agrapeci.rar~a xwraY .rrwYra . .xrxYrw Agr c c u l-t~ur a w . w . r r x w .G7 .a " ~Gt w C~ .. . .l._ w x w x w w a . r w Y w Y r w w r . M M Y " Y M w Y w R r p Y.~ . ~ x~.~ "~. `p~ec u ar E-~a M P « w Y Y r r x a R r R R R a R R r . w 1 R .Y r w Y x-Y.M Y Y Y w Y a p . a-p w .E~~-6xG w~~ -~ `feflarestamentcr elau flar~estamenta x w . Y Y w . » . . . . í0i:#
  8. 8. 7 - LEGENDA DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DA VEGETAÇÃO BRASI- LEIRA (Escalas de 1 :258 869 até 1 :í 800 000) p " pF Y joo0 - CONCLUSÃO . . O . 0 . . . " . . . Y Y . Y . Y . . J169 - BIBLIOGRAFIA CITADA W , d . . . . . . . 111 9
  9. 9. 7 _ LEGENDA DE CLASSIFICAÇÃO DA VEGETAÇÃO BRASI- LEIRA (Escalas 1m258 009 até 10 800 -) . . . .° o80 _ CONCLUSÃO .° . o . - .* . . .~ . ~ . . o ~~ . . . ilógy - BIBLIOGRAFIA CITADA . . . . ° . . . .° . . í17 9
  10. 10. RESUMO Q objetivo deste trabalho é dar aos atuantes na área fitogeográfica uma visão mais segura, para avaliação e uso de termosprioritarios já consagrados na literatura internacional Observa-sepala análise da literatura consultada que não houve pre ( ip!taçã o emrela0 ão às term ina lo 0ias, mas, sim, que os mesmos tiveram seu usosubstituído de acordo com a evolução de novas técnicas para map ea .mento . ` Os autores concluíram a prop i em uma concordância nas denom i naçO s dos Tipos dm Vegetação mu Resides Ecológicas, anal isandnvárias clmss i f i ca çOs m sugerindo uma que possa ser, também, compree p d i d a fora do País, a( ompanhad a do termo prioritário seguida do nome popular entre parênteses . 11
  11. 11. ABSTRACT 7ha pmrpose of this research is to provide to the membersof the F itogeugraphy area a safer overview in p/ iorit9 terms, alread y granted !n the international literature . We can observe in the analysis of the bibliography hereused, that there was no pre( ipitatioo in relation to the t ermino l ogies, but that the same was used in substitution with the evolutionof new technics of mapping . 7he authors propound a priority agreement in the denominatimn s ( oo ( erning to the kind of vegetation, and e(ologi(al regionssranning several classifications and suggesting one that could bealso understood abroad, a (L ompanied in parenthesis by the SLientiFi(al / lassifiration, the popular denomination i2
  12. 12. 1 _ INTR A F i t ngeograf!a deveria segui r os mesmos ( nnceitos fi]os ó ficns das outrasci êo c !as da natureza, como por exemplo : as classifica çO spragmátioas^ da W icm científica, em que o sistema de ch aves binárias dos conceitos prioritários prevalece na nomenclaturageológica, pedol ó gica, botânica e zoológica . Assim, a nomen o. l aturaterminnl ó gi/a é a mesma em todos us continentes e países 0 granito( nm várias formas e tipos, assim como todos os arenitos, tem as mesmas óesiQna vies priori tá { !as de onde foram pela primeira vez en(ontrados ; nslatnssolns, pod Al!cos, etc . sgo terminologias de solosassim designadas por toda a extensão da Terra : a terminologia binaria botânica e zoológica apresenta sempre a mesma nomenclatura Prio-ritária am todos os continentes . Mas a nomenclatura do sistema vegmta] tem variado ronforme cada autor e de acordo c om o pa ís de orisem, onde se p i n( u/ou sempre uma designação reg ionalista sem leva/em conta a prioridade da fisionomia ecológica semelhante de outraspartes do planeta Deste estudo, 9 esta a preocupação máxima, pois sem o advento do mapmam e nto por intermédio de sensores remotos, que recobremtoda a superfície da Terra em tempo relativamente curto, é necessária uma uni F u/midad e (on( eitual /onf iá vel da fisionomia ecológicadas mesmas paisagens terrestres . Assim, o mapeamento de determinadotipo de vegetação deve ter a mesma designação para todo o planeta, : Contudo, o mais interessante a observar são as d esignmç ôesflorestais mundiais Uniformizadas, dada a universalidade . Ma fisioonm!a campestre, cada país adota uma terminologia reoionalísta semproL urar identificar o nome priorit á / io que caberia an nome regional Pois assim o grande problema da nomenclatura fitogeográficamundial estaria resolvido a é isto precisamente que se propia para avegetação !n t ertropi o- al brasileira Para o pais que ocupa parte significativa da Zona Neotropio-al, as f/sinhomias ecológicas observadas são tropicais, com peq u enas áreas subtropicais, e nutras, também pequenas, subtropicaisa z onm i s com vegetação tropical nas encostas da Serra do Mar e doPlanalto Meridional do interior 0 Brasil é, assim, pequena parcelado Novo Mundo, que como em Filosofia científica só existe em funçãode uma verdade e só ela responde bem aos problemas pragmáticos danatureza, não se deve, sofismar com Ovidas c a/tesianas existenciaisn go científicas As diferentes manchas captadas pelo sensor remoto mostram,sempre em escala /egional, determinados paiâmetras ecológicos do amb ien t e, como : geologia, relevo, rede hidrográfica e vegetação Noterreno, mm escala detalhada, estes pa/ â metros podem ser reduzidos ~`Àanálise pedol ó gisa r inventários florestais e a índices umbrot é rm!cusou ao balanço Ad/ i c o que refletem a cobertura vegetal do momento, , ~~
  13. 13. 0 sensor remoto tem que ser utilizado paia a ihteYAret Moda P isiwnomia da vegetação e é nisto que se baseia a ( lassifi/ aç i opropnsta 0 presente tr a ha}ho, [lassific Me da Vegsta6 go Br asilei!a, adaptada a um Sistema Universal, visa sobretudo a apresenta/ aversão desenvolvida pelos antores1 .1 - Súmula Histórica 0 mapeamautu óa vegetação brasileira é antigo, embora nãotenha ainda atingido n ( 0nseoso dos f R uge ó 8raPos, pois, após a tentativa de universalização terminnl ó gica realizada pelo RADAMBRASJIem 1982, o consenso do tema (lass! F ira ç ão Fit n8eogr áfira ainda nãofoi alcançado . Acreditamos que tal diversidade esteja presa ao t ipode estala trabalhada e à terminologia emp}ag ada, daí a nova p I upus Oktom abrau Sn c i a pata todas as estalas, onde se pruc u!a usar uma nomen(la t xra t ompat í vel tom as mais mode/nas (lass i P i( aç Wes [itogeogr áfi ( as mundiais Desde os tempos do filósofo alsm 90 Emmanus lK M (1724/j8W4 ), u x oo t m! t o de Geug!a P ia F í si/a vem mudando em sioton!a cem a evolu çg o das (i ências da ler ra e do [osmns, /ela t }vas andesenvolvimento a prog i esso de sua metodologia Foi, no entanto, com Alexandre F von HumbulUt no seu livro Ans Ü chten der Nat xur (Aspectos da Natureza), publicado em 1808,que se ini ( !ou a história da Ge og/afi ã F í si/a (Humholdt, 1952) ElsPoi aluno de Kaot que u i no. eotivou no psnsamsu t n pol/ti/o da lihe/da d e individual m no estudo da Geng!a P ia, sendo /ons!deradn (omo opai da FitogenQ/ afia, tom seu artigo Ptissios w omO der ~achese Mi -siortom ü a dos Vegetais) publicado em i806 Fui, também, Humho}d t qusem i845/48 publicou a monumental obra Kosmo s, ensaio da des(riçO física do mundo, possibilitando aos naturalistas jovens novo xonhe,/ ime uto da Geografia F/s{ t a, Orlusive da Botânica Após H um!old t seguiram se vários na t u!a l ist as que se dest ao ai am no estudo /~a Geografia BVl âni e a, ( omn : ~ G,iseha~~j/2) quepela p! imei}a vez grupou as plantas por um rar át e/ P isimnÔMô n de P ini o o, como florestas, tampo e outros, designando os como forma çO sEm ordem /}nnnl ó gi ( a há : Eogle/ Pran t l (t887) que ini ( !a i am a moderna classif( i.Mo sjstem á t! t a das plantas ; D/ude (j889) que div idiu a [m, i a mm zonas, /eg Res, domínios e smfo!es de ao o/dn (om osendemismos que apresentavam as p1 antas ; a f!na]mso t e S(himpe) (i90]) ,que ainda no fim do Sé/uln X[X, pela primeira vez, tentou unifi ( a!as paisagens vegetais mundiais de a ( ordo tom as estruturam P isinn Ômi/as, que pai este motivo deve ser onside/adw como o ! iadm da moderna F!togeografia Segue se, a esta sinopse hist ó / i(a / uma outra mais modernadonde se H esta( am, t aoA m , as /1assi M aç- v es dos seguintes fiMeti bégrafns : 7ansley 8 [hipp (1926), Gonzaga de Campos (i926), Srhimper Faber (t935), Bm t t Davy W]8), Sampaio (t940), Yro/haiu (i955), 14
  14. 14. ~ )0~- - » ¡~ A rada+ ~ i 6),~Vm~m~oo~é966~,~~E~lemb~rg /a Mu~}ler-~Ómb~1~~~1~~5~6), UNE SC0 W9 7M sR 02 in 1 01979) ; 1 1V 3~ ~ Q - ~ r q ~^ ~/ . 1 G óC e M !lhx/=(Í992 vz -Ei t en 0 8)` ~~,^~ / x v .¡J ^ .~ A Presente tent at i vá un i versal i zg da da a lass } f i cação f ! Q g gr~fi~a^b~a~il*~ira/baseiasm em bibliografia selecionada e con` fi . á vel , da qual foram retirados a nomenclatura prio! it á r!a e os cal] c e! t os ligados à Geografia Bu tân! ( a m ive/sal n E mpre8ou -smY Paro i smo, wmetodolog i a . cartográfica, abr an gendo desde o sansnr!amantó remoto até u levantamento Fit osso( ioló Sico das comunidades, atingindo, quando necessário, a pesquisa dos cns s !st amas de uma ou mais associacies vegetais . Acreditamos, as sim, ter atingido o proposto pelo presente trabalha . 2 _ FITOGEOGRAFIA DO ESP INTERTROPICAL SUL Revendo a Geografia Botânica do espaço ioter t ropi(a] da Te//a, sugere se //ma nova divisão fi t ngeogr áP i(a, onde os Fmpérios F]or í sti,os do Drude (1B89) foram ( onsiderados como ponto inicial do sistema flor/st !co-fisinn Ô miroe c ol ó g!cu, isto po!que , em /ada imp é rig flor/sti ( n, existem zonas, reg! V es e domínios com endemismos que os c a/a (t e/ izam, embora as fisionomias ecológicas sejam semelhantes Cons i derou-se assim, o conjunto fiyinn ô mico vege t ac )onal à iote/ t ru pi c al como pai t e da/ asma /onr e (t//aç ãu f!togeo8r F ira apenas dife r enc } ada pela s i st Wt i cabot â M c a ^ 2 .1 - ClassÜ f caçZes Brasileiras A história da FitogsoB!afia brasileira ioi( iou se com a /lassi F ica« ão de Martius mm 1824 que usou nomes de divindades @/e3as para sua divisão botânica . Esta classificação continua até hoje, após t64 amos de tentativas de novas ( lassifi c a vies, sem uma defini 6ãn de aceitação dentro do consenso geográfico brasileiro . 2M1 - Classificacão de Martius 0 mapa f i `o@eogr áf i e o de Mart i us fo i anexado pai Gr ! seha/ h no volume Xx [ da Flora Bra sÜ l üoans Üoa em 185@ e nele há cinco reSi V es F lor í sti c as (Fi0ura 0 : es (Flora amaz Ô nica), emad ep s (flor , nordestina), - Oreades (flora d centro oeste), Druades (flora da costa atlântica) e ~ xeÜ as (flo/a subtropical) . a ` i5`
  15. 15. E ta MMos fAríst apresentar igaCOM f ilóãéhét iraí hástantMAfi~Ti ; foi X~Ma uma coletaiwbotânicas classificadas pelas maioresAsOecialiVasida época :Atua0.mente, ass i m parecer pouro mais se pode acrem ent ar , a não ser, t alvez ; ioutras duas novas régiVes florísticás : a do Chaco Boreal (florasul -mato-giossUsê) e a daMApinarana (flora dos Podzóis Hidromórf idas dos pântanos amazÔnicos), completando a realidade florist icabras i lei ra Fig 1 - DMSÃO FLORISMICA DE ~MUS Fonte : FERRI * M G Veg!tafão Brasileira 1980 DESENHO DE ANIBAL CABRAL NETO 16
  16. 16. 2.1 .2 - Classificação de Sonzasa da Campos 7ransc orrmram ú02 anos até aparecer nova cl y ssifica çO fi-togem g r á 1Pira brasileira, que foi a de Gonzaga dm Campos (1926), nãomais flor/stica, mas sim fis!on Ômic o estrutural . Seu mapa foi publicada por D i og o (1926) no Museu Nacional cipaRio de Janeiro . 1 - Florestas A - Floresta equatorial a - das várzeas b das terras firmes B - Floresta atlântica a das encostas b - dos pinheiros C Floresta pluvial do interioi a - savana b rerrad Oo D - Matos ciliares E - Capoeiras m capomir Ve s F - Pastou 2 - campais A - Campinas ~ - Campos do sul a - limpos b - sujos C - Campos cerrados Q - Campos alpinos J - Caatingas A referida classificação fitogeográfica, após análise circ unstan L ada, mostra grande semelhança rom a divisgo P lor[s t i ( a deMartius : três regi Ves florestais (Equatorial, Atlântica e Jn t eriorana ) e duas campestres (campos e caatingas) Fica assim evidenciadoque a classificação de Gonzaga de Campos aPrssenta muitas novidadesf i toQeogr áf i (a s , principalmente sob o ponto de vista da terminologiaregional ista Quando se refere à Floresta Equatorial qua em sua subdivisão a terminologia de !ub mr (1902) florestas de ó várzea m dasferras firmes , isto porque na época n natural istas t!nha condiV ôes de observar a vegetação am longo dos rios e, assim, dividi-lade acordo L om o que via ; as várzeas e os interflúvios de difícil incorre em erro, naacesso° ias ao referir-,e à Floresta Atlântica ,época possivelmente justificável, ao subdividi Ia em Florestas das t7
  17. 17. Encosta~ dos ; Pinheiroa, Ariclui nop . ~NMA aNFIÂV~Lào de Arra~rjá( ~ fazendo porte da Floresta A#Iânticra . ,Atualmente agabeage qu c: .,pârt* doÓlan~o Iras- doa, todos , Paraná e~guai . ~pondo Peg uenà parte da báciardo ria Itajat, capturada dorio Uruguai coMpoca relativamente recentes Tal engano não foi come-tido por Martíusi Já quando engloba na Floresta PlÜvials do inteiíora savpna e cerradão aceita a divisão de Martius que inclui em uma sóreg Ao toda a flora do Centi o Oeste brasileiro Com relatogo i físionoMi, campestre, o autor inclui os se aguintes termos« tampos do sul, subdividindo-o em Sampos sujos é.,li mpoU, parodiando Lindman 0906), e usando uma terminologia regi onal ista até hoje empregada pelos f itogeógrafos ; campos ( ert ados, quc...também é uma nomenclatura regional ista muito usada no Centro Oestebiasileiro, embora entrando em choque tom a floresta pluvial do 0terior que, ao que tudo indica, parece tratar-se das florestas semiraducifólia e cadutifólia da bacia do médio rio Paraná ; (ampos alpinos, usado pelos fitiroei59rafos regionalistas para designar os reVAios veocrtacionais alto montanos ; e as caatingas, empregado paradesignar a vegetação do interior nordestino i 0 aut or usa o t erma mat as e i 1 i ai es c omo sendo uma d 1 v sãoda vegetarão, embora atualmente essas matas componham a paisagem an-trópi(a . São também inc_luídas como divisdes maiores nesta elassífi(ação da vegetação brasileira os pastos, capoeiras e capoeirVes quesgo fases ar trópi(as da vegetação secundária e não constituem tiposde vegetMo2 .1 .3 - Classífícacão de Alberto J . Sampaio 0 botânico Alberto J . Sampaio (1940) divide a vegetavA)brasileira em : Flora AmazÔnica ou Ngleate brasileira e Flora Geral ouExtra AmaAni(a, retomando assim, o conceito florístico pata ^aclassific.Mo fitogirooráfita Porém, nas suas subdivisies, extrapolauma terminologia iegionalista com, feiçOs florístixas (Figura 2) :3 - Flora AmazÔníca ou Hulicae brasileira 1 do alto rio Amazonas 2 do baixo rio Amazonasri Flora Geral ou Extra-AmazÔnica 1 Zona dos Vocais 2 ! Zona das caatingas 3 lona das Matas Costeiras 4 - Zona ciasa Cíampos 5 - Zona diás00hais e 6 - Zona Marítima
  18. 18. Fonte: owpo /,,^ i. de Fitogeogratia do Brasil 1945 Sua ( lassiPi/a çã o Flu! í s t ir a apresenta diferenças da UiviAo de Martius, pois este naturalista dividiu o País em cinco r EMes f l nr í st i (a s distintas, enquant Mampaio dividiu/ o Brasil emapenas duas floras : a Amazônica e a Ext /a-Amáz Ô ni ( a ; A divis g n dsMartius sugere uma inter relação en t /e as cinco regi ã es flm (st i/ asbras il eiras, o que atualmente se constatou exist ir at rav és de pontesfilngeo éticas conhecidas . ]á a divisão de Sampaio suge/e apenas aexistência de dois espaços territoriais, e om li ~Ves flnr(st icas¡dentifi ( adas A Flora Amazônica apresenta íntima correlação com a FloraAf/ iana tendo também liga çO s flnr í s t i/as, através dos Andes, ( nm aAmérica do Norte, enquanto a Flora Extra-Amaz ô nica apresenta ligaÇW ms afro americanas e a uslral á si c as que se originaram na Amazônia,mos Andes e na Argentina A Flora Geral ou Extra Amazônica apresenta se dividida , emseis zonas : a Zona dos Cocais que é apenas uma fácies de uma u!)formação da Amazônia expandida para o território ex t /a amaz Ô ni/o ; aZona das Caat Ü nsa s que, no presente caso, compreende toda a região t9 /
  19. 19. aossemi árida nordestina, engloba uma flora perfeitamente adaptadaambientes é idos e sem! á! !dos, migrada de áreas semelhantes situadas ao norte da Amaz Ô n!a, as quais, por sua vez, se originaram deplantas ( om dispe/s _ o pan{ropi/al ; a Zona dai Matas Costeiras a inte/ rela c ionadas /nm a F}o/a AO o Amaz Ô ni ( a e ( om disjunções Floi (st i(as a ustral á si ( as através dos Andes, apresenta F !siunomia florsstal influen/ iada pela umidade advinda do ma/ ; a Zona dos Camposapreseo t a uma fis on mia /ep/esen t ada pelos ( ampos ( e/!ados intimamen t c liSados a flora lenhosa da Amaz Ô nia e, out rã, pelos ( ampos meridinnais ( nrrela ( iuoadus à Flma Andino Argentina ; a Zona dos Pi-nhais é 1 íp ica Flora Aus t ral á si c a Andina e t em liga çA s com a parteme/ id!wnal do Continente Ame/ 0 ano ; a Zona Marít ima, que se estende : .poi toda a orla ma! í tima !xasileira, apresenta P lma ( osmnpolitap/ () p/ ia das áreas com influência floviomarioha e marinha pao t rupi/al Pela análise real Nada, pode se concluir que houve regresAo na divisão flo/ í st 0 a se ( ompa/ ada ( um a ( lassi F i x Mn de Mart ius, mas houve evolução na subdivis g o fisionômica se =parada /o ma lassifiraçA de Gonzaga de Campos (Figura 2)2 .í .4 - Classs Ü f Ü cação de L Ü ndalvo Bezerra dos Santos l indalvo Bezerra dos Santos, em t94], ap/eseo t nu uma divis a o fi t ngengr á f i ca puramente f!sinn o m!ca, acompanhada de t erminolngia regional ist a . Pode se, assim, considerai esta lassiPi ( ação /nmoa primeira baseada no caráter fision Ô mi c o das fnrma çA s vegetais,segundo o ron t eito de Grise b a c hForma ço es florestais ou arbMas ! i Flmes t a amaz Ô ni ( a ou HUleae !xasileira 2 Mata atl â oti/a / 3 Mata dos pinhais ou Floresta de A/ao (á ria 4 Mata do ! io Pai ao .~ 5 Babaçuais ou c n( ais de babaçu 6 Mata de galeria ll Forma çO s arbustivas e herb á /eas t Caatinga 2 [errado ] campus ge/ais 4 Campinas ou campos limpos l[J - Formaçi es /nmplexas 1 Formação du pantanal 2 Fm ~V es l it oi ancas 20
  20. 20. A divisão fiiogeo8r á fica de ! indalvo Bsze/ra dos San t osdeixa de ser flor í s t i ( a, como a dos seus ao t eressores, e passa a saif¡s¡nn Ô mica como a de Sc himper(1 90 3) Pode se, assim, considerai este geoSr áfo como u precursor da Fitogeografia Fision 8 mi ( a no B/asilAs s//as três d}visi es maiores, que denominou de fnrma çO s, foram intlusive seguidas pelo Piojetn RADAMBRASI[ no início da década de 70e, a partir de então, a classificação fitogeográfi(a brasileira foireformulada e passou a seguir nova orientação universalizada, baseada em Ellemberg Mueller Dombois (i965/88) . Além disso, o autor in-troduziu novas denum!na çWas reg!onalistas na terminologia fitogeográfica brasileira, combinando as c lass!fica6 i es de Gonzaga de [ampos com a de A J Sampaio, e ( riando o tipo formaçães complexasreunindo as forma çOs du pantanal e litorâneas Pelo exposto Foram poucas as mudanças na terminologia das( lassif! r a çA s brasileiras a partir de Gonzaga de Campos ; apenas fnram modificadas as pnsi ; Ve s hie! á rquicas das fmmaçO s e os con c eitos firmados L indalvo Bezer/a dos Santos foi o primeiro a conce!tu ar de modo correto n termo formação, de acordo com n seu criado/Gr}ssba c h . Daí em diante todos os fitogs ó grafos passaram a empreg á lo rum exatidão e, também, a dimensionar a vegetação de acordo com oprincípio da classifica cago reQionalista Os conceitos terminológi( os : at l ânt A o, rio Pa/an á , habac ua!s, caatinga, (errado, /ampnsgerais s outros continuam a ser empregados pelos fitogeógrafos queos t !ansmitem nas escalas dm ensino pr imá! io e se( und á rio2~í .5 - Classificação de Aroldo de Azevedo Aroldo dm Azevedo (1950) usou em São Paulo a mesma e lassif!ca crg o de ! B dos Santos, geógrafo do TBGE no Rio de Janeiro, r omo se vê a seguir (Figura 3) :A - Forma çA s florestais l - Floresta amaz Ô ni«a ou Hwleae brasileira [l - Mata atlântica 111 Mata do rio Paraná lV - Mata dos pinhais / - Mata de galeria vi BabaçuaisB Forma çies arbustivas e herbáreas i Caatinga ]1 - Cerrado 1Tl - Campus Gerais !V Campinas ou campo limpe)C - Ferma çO s romplexas ^ 3 - do pantanal II - l(tor â neas 21
  21. 21. 2 .1 .6 - Classificação de Edear ~D mamín Em í960 Edgar Kuhlmann, aluno de Pierre Dansereau, apre-sentou nova divisg o fitogeográfica brasileira, baseando-se em /onreitos climatoestruturais e terminol ó gicos regionais, retornando,assim, a uma divisão maior de tipos estruturais . Esta divisão, bastante semelhante ao que se vinha fazendo na F}to8eografia brasi]eira, naquela ocasião / foi um modo criativo dm rlassifi/ar a vegetaçãobrasileira . l Tipos arbóreos A Floresta trópico-equatorial B - Floresta smmider/dua tropi/a l [ Floresta de araucária D Manguezal 31 - Tipo herbáceo E - Campo limpo]ll Tipos arbóreo herbáceos ou intermediários F Cerrado 8 - [aatinBa H - Complexo do pantanal ] - Praias e dunas 22
  22. 22. 0 referido autor introduziu assim um modo diferente deconsiderar a vegetação brasileira, os grandes grupos continuam osmesmos, apenas com denomina6 Os diferentes, em alguns casos, e conservandn te/minnlngias regionais ( onsagradas em outros2 .1 .7 - Classificação de Andrade-Lima e Veloso Andrade lima W66) e Veloso (1966), o primeiro no AtlasGeng/ á f!ro do IBGE e o segundo no Atlas Florestal do Brasil (Servicode informação Agr ô ola - SIA) //saram um novo sistema de ( lassifica6ão da vegetação brasileira, voltaram a empregar n termo formMopara dividir os grupos maiores da vegetação e //ma terminologia est rutxral ec o l6gi ( a nas subdivis ies florestais, seguida da t erminologia regionalista para as suhd!vis i es não florestais, ( omo segueahai :o :A Forma çAs florestais I Floresta pluvial tropical IT Floresta l tropi qq l T[{ Floresta r riFÜlia t[gp( ca l ~, }V Floresta g/btr ç) pic pL ] , V__B Fnrma çOs n g o florestais l - [a atinga II Ce//ado lTI CampoC Forma cAs ed á ficas (omo se pode ver, es t a c laas}fi raçO já apresenta um cunhe)universalizado para a div!sgo flmestal, mas ainda usa uma t e/minologia regional para a subdivis g o das forma çO s não florestais Foium modo criativo de se classificar a vegetação brasileira, emboraainda não satisfaça inteiramente aos fitogeógrafos (Figuras 4 e 5) ` 2 3
  23. 23. 2~1 .8 - Class Ü f Ü caCão do Projeto RADAM Ma década de /0 o grupo do Projeto RADAM, en ( arregado deequacionar o mapeamentu da vegetação amaz ;ni,a e pa/te da no/dest!na, criou uma escola fit ogeugr áfica baseada em Ellemhe/g 8 MuellerDombnis An longo de 10 anos as Mias tentativas de ( lassifi ( a ÇO)da vegetação brasileira sofreram al t eraSes que /ulminaram com a ^apresen t açA da Classsi f i ( a vã o fision 3 mi ( o e ( nl ó gi ( a das forma çVesoeotropi ( ais (VICIOSO 8 GM Filho, j982), ap/esen t ada abaixo (Figura 6) : i Regi go Ecológica da Savana ([errado e Campos) Ia Arh d rea densa 1h Mó rea aberta À Pai que Id Gramíneo lenhosa 2 Região E/nl ó gi x a da Estepe (Caatinga e Campanha GaSha) 2a Arbórea densa 2b Ai hú!ea a!/er t a 2( Parque 2d Gram í neo-lenhosa 3 Re3! A E/ol 6 gi c a da Savana Est é p!ca ~get a ç go de Ror aima, Cha quenha e parte da Campanha Gaú/ha) 3a Arbórea densa 3h Arbórea abe/ta 3c Parque 3d Gramíneo lenhosa 4 Re@i g o Ecol 6 gi e a da Vegeta çO !eohosa 0ligu t / óf i e a Pant anosa (Camp i narana) 4a Arbórea densa 4b Arb d raa aherta 0 - Or am í neo-lenhosa 5 Regi g o Ecológica da Floresta 0mbr ó fila Densa (Flo/es t a Pluvial ti np 0 al) 5a Aluvial 5b - Das terras baixas 0 - Subm on t ana ` 5d Montana 5e Alto Montana 26
  24. 24. 6 Região Ecol ó yi(a da Floresta 0mbr ó fila Abei ta (4 Fácies da P lo resta densa) baixas 6a Das terras 6h Suhmon t ana 6r - Mnn t ana / Rs8 0o Ecológica da Floresta 0mhr ó fila Mista (Flo/esta das Arau ( é ias) 7a Aluvial 7h Submontana Ir Montana 7d Alto Mnn t ana 8 Região Ecológica da Floresta Esta/ iuna} Semideridual (Floresta suS adu ( i Pó l !a) 8a Aluvial 8h Das teiras baixas 8r Submon t ana 8c1 Montaria 9 Região Ecológica da Floresta Estacional De( idoal (Floresta (a duciP ó lia) 9a Aluvial 9b Terras baixas 9C Submontana 9d MontanaJ0 Mas das Formavi es Pioneiras (Forma çO s sd á ficas) 10 t com ioflu ên ( ia ma/ inha 10 2 influência f luviomarinha 10 3 in f luêo ( ia fluvial11 Seas de lens g o E c ol ó Bi ( a (contato entre rsg O es) i t .1 ( nm m i st U1 as P1 or /st i ( as W à Ono) it 2 e om enrr aves flnr í sti c os (en t rave)12 Ref /|gios e( nl 6 3i/ns13 - Disiunçies ecológicas Esta divisão visava, a( ima de tudo, a uma ( lassifi/a ç gonn/v,r~m l ir~an !n sistema fi~oupnm/~ ;in brasileiro (Finura 6) .- --~. .,~ ~.^^ .,- - .~~ .` .~ .-~ .~ .- -~- .- . --- - 27
  25. 25. Posteriormente, em 1979, n mesmo natmalista usando o ra brasi l ei/ ar át er Pi sjnn ó mico das foi maço es / l assi M nu a ve8e t a ; Odo seguinte modo : duas ( lasses de formação, o. no- o sÉ ries de Por maçãoe ti iota m duas formaç - es pi opriamente ditas ()Matas nu Flnrest as! j Floresta pa l /dosa a amaz 8 nica h lito i ânea / austral d ma! ít ima 2 Floresta pluvial a amaz 8 oi/a !) escler ó fi]a r mon t ana d baixo montana e dos tahuleiros F de ai au( ária g ripa! ia nu em man( has 3 Floresta es t ac innal a mes ó F !la pe/enif 6 lia h mes ó fil a semide(S ua ( de Orb Ü onva (babaçu) d mes óF ila dex í dua e mes ó fila es( ler ó fila F xei 6 F !la de( í dxa 4 Thicket (scrub) a lenhoso atlântico h ssc]er ó fi}u ama Ani c o / es( ler ó filo d lenhoso espinhoso e sun/len t o f em moitas 5 Savana a (entral b lito/ gnealT - Campo ou orassland a limpo de q«a/ t zito b limpo de ranga r gera !s d pampas e alto moot ano f - brejnso g do alto rio Bi an/o 30
  26. 26. A classificação de Rizzini inclui como mata ou florestasos /evestimentus nordestinos (área da caatinga) m do Centro Oeste(áreas de cerrado), denominando-as de Thicket no Scrub e Savanasrespectivamente . Estas séries de P orma çO s,no dizer de RAMA,subdividem se em várias formaçO s propriamente ditas . Nas duas sé-ries acima citadas, s g o divididas ora pela Fisionomia vegeta(ional,ora pela posição geográfica, verificando se, assim, uma não ohservân(ia de hierarquia de conceitos A d i stor6 O concei t ual, ora fision Ô mica, ora geográfica eainda climática ou então ed áfi c a, faz com que a c lassificaçA deRizzin i se torne de difícil análise, bem como problemática a suautilização cartogr áf!/a é uma classificação universalizada no to/ante às classes de formaçO s com suas respectivas séries, mas quan-do trata das fnrmaçO s prop/ iamen t e ditas as denominaçOs usadas retornam a uma terminologia fis!on Ô mico geográfica regionalista (Fi3ura 7)2 .1 .100 - Classificação de George Eiten George Eiten, da Universidade dm Brasília, em i989, des c onheceu a proposta elaborada pelo RADAMBRASJ} e apresentou uma novarlassiFi/acag o da vegetação brasileira A classificação deste Pitogeógrafo contém 24 !tens principais, subdivididos de modo rsg!onalista e muito detalhado, impossíveis de serem utilizados em mapeamentos de detalhe 1 Floresta Tropical Perenif ó lia 1 - de várzea mstacional 2 - de várzea de estuário 3 - pantanosa 4 nebulosa 5 da terra firme 6 latifoliada perenif6lia [J Floresta Tropical CaduriPólia i - mesof ít ica 1 at ifoliada sem ide c í dua 2 maso F ít: ix a latifoliada sem ida( (dua e de babaçu 3 mesof í t!ca latifoliada decidua [II - Floresta Subtropical Perenif6lia i úe araucária 2 latifoliada persnifúlia com emergentes de araucária 3 de podocarpus 4 latifuliada permnif ó lia 5 arvoredo subtropical de araucária 6 savana subtropi t al de arau Aria ]V Cerrado t cerrad ão 2 (errado ` J /ampo ( errado 4 campo sujo de cerrado 5 campo limpo de c e/radn 31
  27. 27. V Caatinga 1 - florestal 2 - de arvoredo 3 arb ó reo-arbustiva fschada 4 arh ó reo arbust iva aberta 5 arbustiva aberta 6 arhustiva fechada 7 - sav â nica 8 sav âni(a lajeada VT Pradaria sub t rop! ( al vri Caatinga ~Unha i - arbórea 2 arbustiva fe/hada 3 arbustiva aberta 4 savâ n A a 5 campestre V[[I Campo rupestre !X Campo montano X Restinga ( osteira i arbórea 2 arbustiva fe( hada 3 arbustiva aberta 4 sav âni x a 5 campestre Xl Campo praiano xis Manguezal i arh ó ren 2 arbustivo X I[T Vereda XTV Palmeiral 1 babaç ual 2 c arnaubal 3 (araodazal 4 aç aizal 5 !x/ri t izal XV [ha/o XV[ Campo lit oss ó li 1 n(V]] Brejo est. acionalXV[[[ Campo de murundus XIX Pantanal 32
  28. 28. X% Campo e savana amaz o oi c os XX] Bambuza l XXIl Brejo permanente (de água doce, salobra eu salgada) XX[II Vegetação aqu át A a XXIV Vegetação de afloramento de rocha 0 autor ordenou a sua classifiraçO da seguinte maneira :mm primeiro lugar denominou os tipos Florestais, em número de três,paia em seguida enumerar os tipos não florestais, em número de sete,t ometendn aí o seu engano an denominar de caa t in8a amaz n!ca ° umaárea da AmazÔnia capeada por Pndzul Hid! om ó ! f0 u que reflete uma veget a ç go raqu í tira bast aote adaptada às c ondi çA s oli8otr ó ficas dnambiente, ( onhe c ida popxla/ menfe por Campioarana ou Campina (te/mosque significam a mesma coisa falso campo) 0 engano terminológico/ometido deve se à má in t erp/ e t açO do nome indígena usado pa/ a aárea caatinga-pó que significa vegetação aberta ou clara com águatemporária utilizado por Sprx/e (1908) em uma de suas palestrasrealizadas em Londres e interpretado erradamente por botânicos brasileirus ( nmo /aafioga do tio Negro 0 /estante da sua classi p iraçã o, precisamente 14 itens, é dedicado à enumeração de oc orr ências lo( ais ou restritas a áreas mspe/ í fi ( as do País . Como rnn ( lusg o, pnde-se afirmar que a classifica çO da vegetação de George Eiten0983)apresenta uma parte (em terminologia universalizada e out i a parte,hem maior, com termos regionalizados2 .2 - Class ü f Ü caçOs Un Ü ver s a Ü s Alexandre F von Humbold t foi quem iniciou n estudo dafitogeografia ( ient(fira em i806, porém, Foi u botanico Whimper op/ imeiro a tentar dar um cunho universal à fitogeografia, nu fim de)Século XIX . A ele seguiram se outros, até (Minar com a propostafeita pela UNESCO em 19/3 de uma classifi c atag o, dita fision Ô micu ecol ó gi r a, a ser utilizada na escala de M 000 0002 .2 .1 - Classificação de Schimper A classificação fision Ô mica de Gchimpe/ (i903), baseada no( nn/eito ( l á ssi ( o de formaçO s, dividiu o te// it ó / iu intertropicalda Terra do seguinte modo : { Fnrmaç? es flu| esta !s 1 Floresta pluvial 2 Floresta das mon çWs 3 Floresta espinhosa ` 4 Floresta de savana ][ FormatrV es campestres 3 1)
  29. 29. }[[ - FormaçA s desérticas Vê-se, assim, que S c himper observou para suas d}vis A smaiores o ,ar á ter fision Ô mico e para as menores os ( ara/teres ( lim áticos e ed í ficos . Esta maneira fision Ômico climática universal dever a vegetação persiste até hoje, variando apenas na !nt/odu çã o denovas terminologias para conceituar fisionomias de forma6 Os t í pi ( asde determinadas áreas que seriam, por homologia vegeta ( innal, ( oos idera(/as semelhantes e assim conceituadas como te/mos pr icx it á rios2 .2 .2 - Class Ü fü cação de Tansleu Ch ü pp lansleH Ch!pp(j926), ambos ecologistas, introduziram novos te+mus f SOMA os e ap!esentaram a seguinte ( lassifi c a ção : l Flo/est a densa i pluvial 2 das montanhas ] manguezal !l Parque[[I Foi ma çA s hei h á /eas lV Vegetação marítima, pantanosa e aquática 0 termo parque ( Park1and ), é empregado aqui como sinÔnímoda savana, porque as esp6 ( ies arbóreas baixas dist/ ibuem se de Formasimilar aos parques ingleses, foi adotado poi nós para designa! PisionoNias bastante semelhantes nas quat/n re8i d es enl ó gi ( as de aspecto campestre, embora as suas f}m í sti(as sejam bem dife/entes2.2 .3 - Classificação de BurtUDav9 0 sistema de classificação da vegetaçO uoivs/sa] deBurtt Dav@ (19]8) adota na parte iote}tropi ( al //ma sepa! Mo /!e Forma çA s fisjo/} Ô mras subdivididas ora por car át e/ climático s ura pox( a/ áte! tm/minnl ó giru prioritário, além de usar /on ( eitos pedu/limá~kt icos l Forma vi es arbóreas t dm idas ( lim á ti ( ais a - Floresta pluvial sempre veide b Floresta pluvial sem! Mí dxa / Floresta das altas montanhas d Flo!esta de( í dua e Floresta de =Selas das altas montanhas f Flmes t a de bambu das áteas montanhosas 8 - Floresta aberta alpina 34
  30. 30. 2 OM idas ed á Pi/as xx Floresta aberta ribeirinha h Floresta dos Pântanos / Floresta de palmeiras dos pântanos d Flo/esta aberta dos manques e Floresta aberta do litoral ] Seras a - Floresta seta sempre verde b Savanas arho/ izmdas ~ Matas espinhosasFoi ma çO ms herb ê eas[! 1 Savana 2 Estepe ] campo 4 dos Pântanos 5 (ampo de altitudeT! [ Foi ma raV es des ol / t 0 as (/ fitoge ó grafo Burt t Dav9 0938) usou uma t erminolo8ia Pi sioo Ô mi/a paia as forma Ses maio/ es, ( ontudo, ao subdividi Ias, uti lizm/ c on(ei t ns climáticos para as F orma Ci ss ai h ó /eas s e oocsitos( ampestres prioritários pata as P o/ma çOs ~Moras Foi n pr imei/oa e:s trapolar o con/eito de E st epe, ant es só smp/sgado pa/ a as fmmaçÕ es hol á rti o- as, para as áleas inte/ t rnpicais Além disto, usou otermo Savana ai borizada (nmn Fazendo part e das Seas savao A olasEstes dois termos foi am posteriormente adotados, embo/a com ( on( eit ua çies um pou/n diferen t es2 .2 .4 - Classificação de Dansetreau 0 sis t ema que !)aoss!eao (j949) adotou em sua /lassi F i e ar; goda vege t ação do espaço i0 e/t/opi ( al tem (uoo t ao; ao F isimn8 m 0 n oro ul ó gi ( a, embora o sistsma seja em ioentemeots estrutu/alFo/ Na6~es ( um ( lima de f lm estas ] i pluvial tropical 2 es( lei óp ila /¡midassc l er ó fila medite/r â opa ] 4 de( í d//a t empei ada 5 de /oo 0 eras [[ Foi ma ç i es ( om ( lima de herh ê oras ou grasslancis t prada l ia 2 prados alpinos e de planalto 3 estepel l] Forma x; i es cum /lima de savana ` 1 ~aatin8a 2 err ado ] parque 35
  31. 31. [V Foi ma çW es t um clima de desertos Pierre Dansereau, prn P essor da Universidade de Quebec (Mãnada), emérito e(nlugis t a, usa a /lass! FOMo estru t mal e c o M i ( a( omo parâmetro dos estudos que realizou no mundo, in( usive no Brasil em i946/47 . Foi um dos que ioi c iou no ME, em1946, o curso de Geografia F í si c a, justamente a parte de Bine/nlogia Devido aos seus ensinamentos, baseados na es( ola de Bi aun Blaoquet , furam ini c iadns os ]svan t ameotus fitossot MIAMOS no País2 .2 .5 - ClassificaÇão de Aubreville A classifi c a6 ãu da vege t à ;% ioter t rop A al de Auh/íville(1956), apresentada on Conselho Científico AH i(aoo, também denominado de Ac orUu de YaoSamhi, visava, sohretudo,a uni F i( a/ a onmso/lat ura fifngeng! áf i/a aH A ana l Fnrmac As f1 or est. ais fe/haUas i Forma6 s es PI o/estais / lim O i/as i j Florestas de baixa e média altitude a Flo/esta /|mida Floresta úmida sempre verde: Floresta /¡mida semide(i` dxa b Floresta seca r Arvuretas SOMAM 1 2 Florestas de 3/ ande alt i(ude a - Floresta montana úmida h Floresta muntana se/a c Floresta de bambu 2 Fo/ma~~es Florestais edáFi(a s 2 j MaoSuezal 2 2 Flo!es t a paludosa 2 3 Floresta per indi ( amen t e inundada 2 4 Floresta ripária l] Forma ci es flo!es1ais mist as e forma c 0 s rampss t res 1 Floresta aherta 2 Savaoa 20 Savana florestada 2 .2 Savana ar horizada 2 3 Savana arbustiva ` 2 .4 Savana de gram í neas 36
  32. 32. ] Estepe 3 i Estepe arbor izada ] 2 Estepe soka/ bust iva 3 3 Estepe de suculentas ] 4 Estepe herbácea e/ou de gram í neas 4 Pradaria 4 1 Pradaria aqu áti e a 4 2 Prada/ ia paludosa 4 3 Pradaria alt n mootana Após 19 anos, Aoh/ évil l e /ein t /oduziu u t e/mo Estepe /umouma fnrma çA das dicas in t s/tropirais, fora do grande ter itório hol á r t- So, e também subdividiu tanto a Savana ( omo a Estepe em várias fis on mias de baixas Arvores eo t rsmsadas poi um tapete g/am í osn lenhnso ; além de haver /onside/ado as posi çO s t opugr íF i/as (/e n/ u paçR o das f]o!es t as, deu lhes nomes pr A prius de e one ei t uaç i o alt i m(..!tri ( a Foi um sistema /evnl«/ ioo á rio que, ( umo velemos mais adiante,alte/ou em mu it n todas as novas ( I assifi ( a ç Os fit ogsoo i A icas sulgidas após o A x ordo de Yangambi2 .2 .6 - Classificação de Trochain /. L Trochain pub] i( ou dois ti abalhns sobre a ( lassifi(a çã o da vegeta çO afri ( ana, o primei/u em 1955 e u segundo em i95/,( nnsidsrado mais importante, pois M inio os tipos de vegeta da àX o 4 fri ( a ti opi ( al Este St imo é que apresenta o sistema sob/ e foi mas( ommn s das plantasPlantas herh á( eas ! i campo aqu á tirn 2 Campo pantanoso 3 Campo alto montano 4 Psexdn estepe 5 Savana 6 Savana es t 6pi/a ]] Plantas arbustivas i Savana 2 Vegetação alto montana 3 Vegetação ar!/stival}] Plantas arh ó reas t Com um tapete graminusn esta( iunal a Savana florestal b Savana arborizada ]/
  33. 33. 2 Cum um tapete 3!amionso reduz idn nu ausente 1 Floresta radu c if ó lia 2 Floresta densa a . 0mhr ó fila b Sem! omb/ ó fila He]i ó fila d . Rup A ala e . iitor â nea f Mon t aoa 3 . Man3uezal 0 sistema de Trochain 0 957), também fisionômico, inovou ac lassifia çãn quando a dividiu pelas Mimas comuns das plantas edaí a subdividiu de acordo com n parâmetro ecológico dominante Suanomen ( latora abriu para a fito3eog/afia uma gama eno/me de possibilidades, con ( ei t uando se, assim, a r l assif!ca çA fision Ô micn scol 6 90a pala primei/ a vez Essa terminologia ernl ó gi ( a foi a( cita e relat ivameote pouco alterada posteriormente pelos fitogeógrafos que seseguiram Contudo, vá/ ias ( on( eituaÇO s foi am W citas e algo mod Mc adas, quando da sua aplira ç go no País2 .2~7 - Classificação de Ellembergi e Mueller - Domb xuÜ s Por C im, atinge se o ponto crucial dos sistemas univsrsali zadns ( om a ( lass ifi c a ç No de - ( EllemberS Muelle Domhois(1965/66), proposta à UNESCO ~ uma c lassifi c açO fision Ô mico ecol ógi(a da vegetação mundial, baseada nos A timos sistemas da es( olafranco afri/ana de ~AMA e Trnchain e somados à experiência deKu( hler (1949) / da es ( ola ameri/ana Esta ( lassi M açO nbede ( e a umsistema hie! á rquiro de forma6 ã es, distribuídas pela ordem de (Asse:até a formação propriamente dita, seguida de suhfnrma çA s l Floresta Densa 11 Sempre verde A 0mbr ó fila a - das terras baixas b submontana ~ mon t- an a d aluvial e pant anosa B Esta r innal a das terras baixas h sobmnn t ana c Semideridoal ^ a - das terras baixas h submmnt ana ~ muntana 38
  34. 34. D Manguezal 2 Mista A 0mb/ óF !la a Montana ] !)e/ idual A Seca a das t cri as hai :as b sub muotana 4 Xeromorfa a es/le! ó fila h espinhosa ~ su c ulenta !} Floresta Aberta 1 Semp/e ve/de a latifoliada b mista 2 Deci dual a su!/mootana h montana ] Xeromo/fa a =ANUIR b espinhosa / suculenta[[l - Vegetação a/ b óI Ca anã (ar vo/etas) i Sempre verde a de bambu b aher t a C es( lei 6 P i la 2 Deci dual ] Xeromorfa A Sempre verde a (nm su( olenLas h sem Suculentas !V Vegetação a/bust iva anã (plantas lenhosas ao g s) i Semp/e ve/de 2 !)e( idual ] Xeromor P a 4 7u/ P eira ]9
  35. 35. V Vegetação JA h ê Ca i Gramiousa alta a x OM 0 vo/es b com palmeiras / ( om í/vo/es an~s 2 Gram/oosa baixa a ( OM 0 vores b ( om pal ms i ras / /nm à vmes an Os ] Braminosa sem plantas lenhosas 4 Não g/amio 6 ide Foi neste sistema de c lassi[i c ax ãn que n Projsto RA})AMBRASU baseou a maio i ia de sua oomen ( la t m a ( it ngeog i á F i c a Altoa c Us hnove, /mnt uUo t odos os t s/ mos usados foi am =Cedidos d /mxei t ua ç Sn p/ io! i fá ia /ump/ ovada histo/ i c ameo t e, n mesmo a/mnt ~( endo com a t = inul M a regional isto b i asilpi/a com Em 1973 a MEMO pu b li/oo uma nova ( lassi M ação, masa orientação de Gaossen , assessorado poi Ku/hls/ s E]l ~s/g }o/}avia, o novo sistema, em vez de F à a/ mais ( la/ o, to/oou se mais /ompleno, di PO ul t aodo assim a sua adoção2 .3 - Integração da Nomenclatura Universal No de( or rei do pi eseo t p t rahalho, aprs sent a/ se ~ a /ovave/s i u sobre a ( lass i F i( a ç io F i t ogeoS i áp i/a da veget aç in !xasilei 1 aNela serio abo/dadas as forma6 O s de modo h is/ á rquico, numa visiofisioo 8 m 0 o ex ol é gi ( a das /eg Mes f lor í s t A as em es( ala detalhada, ahiera/quia fi t nssot iolúQi ( a e a pesquisa e( ossistsm ot A a que se ( oosideram no Pais (aUa tipo de vegetação Má desi3oa çA universalizada que.- 1 a( ompanhada de te/minnlogia regional, /mn side/ada também pi io/ i tó ! ia, baseada em bibliografia (onFiável 9 ( la/o e evidente que não s* lão apresentadas todas as/ lassi M a6 ãss divulgadas no País s nem sequer no mundo, e sim moa seleção das mais impmtaotes que ( on t / ihu íi am pa/ a a solução do !`/kb lema proposto (lassi p i t a6 ã o da Vegs t a ç9o BI asilsi/a, adaptada a um sistema unive/sal3 - CONCEITUAÇõES ADOTADAS ` Nests /ap ít ulo procuramos c on/ei t uar termos a///da quest ioo áve!s, além de dis/uti/ ( om mais p/oHun didade ou t /as nome( latmas 40
  36. 36. ( ¡eot ír i ( as usadas no levantamento da veget a6 A que auxiliam sobremaoeira na t ]ass i F ic a ão fitogengráfi/a3~1 - Formas de V ü da 0s conceitos populares de á rvo/e, arvnrsta, ai busto e ervajá ind ó avam empi! i/ameo t e como /res( iam as plantas Foi, porém,}/umbold t (i806) o pr !mei/n naturalista a ensaiar /on/ eitos ( ient A i/os sobre as foi mas de vida das plantas, nu seu trabalho Ph9siogn o»-wmü k der Gewache se (Fisionomia dos Vegetais), di Psrenciaodo 16 foi mas.significativas (oo t udo, fui Ke/oe/ (186]) que, baseado em ik/mhod t ,t entou demoost /ar a depeod ên ( ia das Por mas de viÚa das plantas ao( lima, simpli pó ando as Foi mas vegetais em 11 tipos sem prendô los asis t sm á t }/as dos taxa Até aquele momento a F is i oonmia vegetal s asistemática seguiam caminhos diporienten Porém, a pa/ t }/ de Waroiog (i8/5) u conceito de forma J os..vegetais mode!oizou se p passou a /efle t i/ uma adaptação ao ambient e, ap/cseo t ao!o uma estrutu/a fisiol ó g i( a pi ss :is t en t s que ind ó avaum Fato/ genético da planta Baseado em Warming, RaunHaci, inicialmente em 1905 e depois em 1918, criou um sistema simples s muito bemo/deoado de fu/mas de vida, as quais denominou de foima biológicaEste sistema foi aplicado Em trabalhos [isiol o4 gi/os e P itnssncinl ÕSgí( os e estendido pos t erimmeo t e pa/ a a Fito8eog/a C ia por Ellembe/g Musl]e/ Dnmhois 0965/66) s Ku(hls i (1949) em face das respostasdas plantas aos tipos de (lima, desde n t/upi ( al até o temperado ePri u As fo/mas biológicas de Raunkias/ (1934) diferenciavam asPlantas pela posi çg o e p/ofe çA dos ó /g 9 os de t /es ( imentn (gemas ebrotos) em re]a ç go aos per í odns / ]im át i( os, desde o calor an Pr io sdo úmido au seco Ele separou assim as plantas mm cinco /a t ago/ ias : Fane/ óf i t ns, /amo fitus, hem}// }pi ó fi t os, t rip t óf i t ns e t e/ ó fi t ns Aparti/ daí, muitos pesquisadmes mndi W aram ou mesmo io(lu í /am out rãs ( ategorias de formas de vida à /lassifira ; i- n de Raunkiasr R No ( aso pi esente, a i o( lus R o de par á met/o auxilia/ pa/ a a(lassifi/a ç~-k o da vegetação, usaram se as modifi(aÇAS propostas porBram) Blanqoet (1932) a a//es/idas de algumas das su!/fo i mas ap/eseotadas por Ellembs/g Mueller Domhnis (i965/66), mais as altsra ç A sin/lu í das nas al t mas das ~P ormas de Faoen cí fito e a adoção de maisuma categoria de fo/ma de vida visando i ve8s tM o hrasilei/aW .1 - Classificação das formas de vida de RaunHaer adaptadas às condicWes brasileiras Faneróf Ü t xa s [ plantas lenhosas com as gemas e }/rot os de ti esrimeo t n protegidos por /at a p ilns, situados ao i ma de 0,25 m do solo Ap/ssen t am se com dois aspectos w ued áP i/os di F e/ e o t es : normal ( lim át i ( o e raqu ít À o o l igot M iru, subdivididos, conforme suas alturas mE dias, em : 41
  37. 37. Mac rofane ~ ófitos plantas de alto porte, va/ iandn en t re ]0 e 50 m de altura, ocorrendo pre Fereo/ ia]men~e na Amazônia s no sul do Brasil Mocs«nfauncróf k tos plantas de porte médio, variando cri tre 20 e ]0 m de altma, nrnr/eodn pi e F e/eo ( ialmente nas áreas extra amazônicas Micrx» fanerófit xx s Plantas de baixo Pu/te, variando entre 5 e 20 m de al t u!a, o/orrendo pi e Fe/eo/ ialmente nas áreas nor destioa s do [sn t ro 0ests 08am ofancróf ü t ms plantas an g s raqu(t icas, variandn en ó e 0,25 e 5 m de altura, o( o/ / endo p/ e Fe/ en( ialmen te em todas as áreas campestres do País [[ Caméf Ü t xns são plantas suhlenhnsas s/mu ervas tom as gemas e h/otns de ( /es( imen t o situados a( ima do solo, atingindo até j m de altura, protegidos durante n PC à r(ndn desfavo/ á vel, ora por /at C ilns, o/ a pelas fn lhas ver t ic iladas an nível do solo, n ( nrrenUo pre Fe /en( ialmente nas 0 eas ( ampes t res pant anosas[[l Hem Ü cr Ü pt df i tos plao t as her hÁ eas ,om gemas e b/otos de /res( imeotn p/oteBidos an nível do solo pelos (es pedes que morrem na época desfavorável, ocorrendo em todas as áreas campesties do País JV G e ó~r i tos ervas tom os ~rg ã os de crescimento (gema, :ilop ó diu, / izoma ou bulbo) situados no subsolo, eis t ando assim protegido, du/an t s u período desfavorável, ot. mrendn prefe i en( ialmeote nas áreas X ampes t res, e, em al guns casos, nas áreas flurestais V lFerófito s plantas anuais, cujo ciclo vital é c nmpls t ado por sementes que sobrevivem á est açA desfavnr .~ç vel, ocorrendo exclusivamente nos áreas campestres V[ Lianas plantas lenhosas s/ou herbáceas ieptantes (( i pós) com as gemas e b/otus de e rest- imen t n situados a/ !ma do solo pr otsgidos poi /at á filos, ot: or rendo qua se que ax( lus!vamente nas áreas florestaisvil Xeromérfit «»s plantas lenhosas e/ou herbáceas que ap!mseotam duplo modo de soh/eviv ê nria an pe ií odo des F avo/ á vel : um subter/ â neo, através de xiloP ó dins, e nu t !o aéreo, tom as gemas e brotos de (itescímento pro tegidus por (at á filns Estas plantas ap/cssotam se ( 0r1.1 4/
  38. 38. alturas bastante variáveis, desde 0,25 até cerca de 15 m, ocorrendo P/eqiieoLemenfe nas áreas savao A 01 as :erumorfu ele) [eotrn Oeste brasileiro 0 termo Foi introduzido pela USP pata designa/ uma Forma vegetal da Savana (ferrado) de Emas (SP), conforme Rawitschei (t942/44)3~1~2 - Chave de classificação das formas de vida de RatankNe r , mo- dificada e adaptada ao Brasil A presente chave apresenta as Formas biológicas de Raunkiaer modi F i ( adas, acrescidas das ~formas de vida de Ellemhe/g .Mueller Dombois e ainda com mais uma fo/ma de duplo modo de sob/evivôn c ia de Rawi t s/her, como segue :i . Plantas aoto t r ó fjras cum um só tipo de prots çA do ó rg 9 n de /res cimento ~ . . . .^~ . . . . . . . . . . . . . . . . . .~ . . .o . .~ . . .^^^^^^^^^^^^ ~^ 21 Plantas autoSófMas (um dois tipos de proteção dos órgãos de ( res c imento .. . . . J,2 . Plantas perenes 3 Plantas anuais, /ep/oduzidas at/avés dm sementes . l[erófit «»s3 . Plantas lenhosas com 6 rg 9os de (!es( imento protegidos poi (ME lns .. . . . u Plantas sohleohnsas e/ou herbáceas com gemas peiiódi(as, protegi das por c a tí filos s situadas até i m du solo Caméfit xv s Plantas herbáceas com out/os tipos de proteção dos ór99os de4 . Plantas lenhosas e/e ( tas . . . .. . . .. . . . . 6 Plantas lenhosas e/nu herbáceas reptan t es (cipós) . Lianas5 . Plantas com gemas situadas ao nível do solo, protegidas pela Fn lhagsm morta durante o período desfavorável . Hem Ü cr Ü ptófit o»s plantas com órgãos de crescimento localizados no subsolo . . ^ . . . .. . . . . Kôe ófit cxs6 Plantas ruja altura varia entre ]0 e 50 m .. Macr «»fanertil ü t «»s plantas ( uja altura varia entre 20 a 30 m . . . Mesofanetrófit «ns 03

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