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Desvio estrabismo

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  • Diagnósticas: 9
    Cardinais: 6
    Primária: 1
  • Diagnósticas: 9
    Cardinais: 6
    Primária: 1
  • Área fusão panus:imp para ter noçãode estereopsia
  • Implica fusão motora e sensorial
  • Implica fusão motora e sensorial
  • Estimulos para supressão: diplopia, confusão e imagem enevoada
    CRA: harmoniosa ou não harmoniosa
  • Estimulos para supressão: diplopia, confusão e imagem enevoada
  • Verificamos 1º o comportamento do olho destapado:
    A)Se não mov:
    A1- estrabismo olho ocluído
    A2-fixação excêntrica
    A3-não há desvio
  • Verificamos 1º o comportamento do olho destapado:
    A)Se não mov:
    A1- estrabismo olho ocluído
    A2-fixação excêntrica
    A3-não há desvio
  • Oclusao deve demorar 1 a 2 seg
    Verificamos 1º o comportamento do olho destapado:
    A)Se não mov:
    A1- estrabismo olho ocluído
    A2-fixação excêntrica
    A3-não há desvio
  • Anisometropia moderada a grave
  • Verificamos 1º o comportamento do olho destapado:
    A)Se não mov:
    A1- estrabismo olho ocluído
    A2-fixação excêntrica
    A3-não há desvio
  • Verificamos 1º o comportamento do olho destapado:
    A)Se não mov:
    A1- estrabismo olho ocluído
    A2-fixação excêntrica
    A3-não há desvio
  • Teste pouco fiável:
    Olho director é que faz a versão e o outro olho só acompanha
  • Teste 4 diop prism: 1 prisma destes em cada olho
    Micoestrabismos
    Teste diferencia fixação bifoveal de escotoma de supressão central
    Testecver prismático simultaneo:
    Filtro e prismas em simultaneo
    Imp para microtropias
  • Teste 4 diop prism: 1 prisma destes em cada olho
    Micoestrabismos
    Teste diferencia fixação bifoveal de escotoma de supressão central
    Testecver prismático simultaneo:
    Filtro e prismas em simultaneo
    Imp para microtropias
    Esq:Fixação bifoveal: mov refixação
    Dta: descvio esq com escotoma supressão central
  • 2 tubos clinidrico com angulo desviado à dta e lente +6,5D
  • 2 tubos clinidrico com angulo desviado à dta e lente +6,5D
  • De pouco interesse
  • Verificamos 1º o comportamento do olho destapado:
    A)Se não mov:
    A1- estrabismo olho ocluído
    A2-fixação excêntrica
    A3-não há desvio
  • Verificamos 1º o comportamento do olho destapado:
    A)Se não mov:
    A1- estrabismo olho ocluído
    A2-fixação excêntrica
    A3-não há desvio
  • Não distingue foria de tropia
    Imagem linear: 90º em relação aos cilindros;
    Desvios horizontais: cilindros horizontais
    Desvios verticais:cilindros verticais
  • Verificamos 1º o comportamento do olho destapado:
    A)Se não mov:
    Estria dupla de Maddox: determina ciclodesvios;
    A1- estrabismo olho ocluído
    A2-fixação excêntrica
    A3-não há desvio
  • Padrões de reflexão---ang desvio ou Kapp determ usando fórmulas.
  • Transcript

    • 1. Filipe Mira Ferreira Reunião de Serviço de Oftalmologia dos C.H.C. Director: Dr. Roque Loureiro Orientadora: Dr.ª Catarina Paiva 2 de Junho de 2010 Medição do desvio no Estrabismo 1
    • 2. •Para que a visão possa ser normal é necessário :  Perfeita correlação motora (condição prévia e ponto básico de apoio para o desenvolvimento sensorial);  Normalidade dos sistemas sensoriais de percepção e transmissão das imagens;  Elaboração de uma sensação única; Medição do desvio no Estrabismo 2
    • 3. •Considerações sobre motilidade ocular Posições do olhar Medição do desvio no Estrabismo 3
    • 4. •Considerações sobre motilidade ocular •Têm sempre como finalidade a visão binocular; • Partem do córtex frontal (voluntários) ou do córtex occipital (reflexos); • São de 4 tipos: •Versões (com conservação do paralelismo) •Vergências (sem conservação do paralelismo como convergência e divergência) •Reflexos (acomodação-convergência) •Posturais Medição do desvio no Estrabismo 4
    • 5. •Considerações sobre motilidade ocular •Leis da motilidade ocular • Agonista-antagonista; • Sinergistas; • Lei Sherrington: inervação recíproca • Lei de Hering: inervação equitativa Medição do desvio no Estrabismo 5
    • 6. •Considerações sensoriais: -Horóptero: plano no espaço externo onde objectos podem estimular pontos retinianos correspondentes de ambos os olhos, fora não há fusão; -Área de fusão de pannus: Zonas ligeiramente atrás e à frente onde a fusão ainda pode ser tolerada; Medição do desvio no Estrabismo 6
    • 7. •Considerações sensoriais: - Visão binocular: Fixacção de 1 objecto através dos 2 olhos fixacção bifoveal Alcançam simultaneamente a área cortical onde se integram numa única imagem (fusão) Fusão sensorial: integração no SNC Fusão motora: alinhamento ocular Medição do desvio no Estrabismo 7
    • 8. •Considerações sensoriais: - Estereopsia: Percepção da profundidade (3ª dimensão) Quando 2 objectos recaem a 1pequena distância a frente ou atrás do horóptero sofrem fusão em uma única imagem. Esta área designa-se Panum e as imagens aí formadas são únicas e tri-dimensionais Medição do desvio no Estrabismo 8
    • 9. •Considerações sensoriais: -Direcção visual: -projecção de um determinado elemento retiniano numa direcção específica: •Principal: normalmente a visão foveal; •Secundária: pontos extra-foveias; -Projecção: ínterpretação subjectiva da posição de 1 objecto no espaço com base nos elementos retinianos estimulados; Medição do desvio no Estrabismo 9
    • 10. •Considerações sensoriais: -Correspondência retiniana: áreas de cada retina que partilham a mesma direcção visual subjectiva A organização retino-tópica mantém-se na via visual até à convergência com neurónios binoculares específicos; Medição do desvio no Estrabismo 10
    • 11. •Considerações sensoriais: • Uma vez perdido o paralelismo dos eixos oculares perde-se de imediato a visão binocular e surge: - Diplopia (1 objecto estimula 2 pontos retinianos não correspondentes) •duplicação dos objectos Medição do desvio no Estrabismo 11
    • 12. •Considerações sensoriais: - Confusão (quando objectos ≠ estimulam pontos retinianos correspondentes) • escotoma fisiológico absoluto • Para evitar esta rivalidade retiniana surge a Neutralização que conduz a desvalorização sensorial da informação conflituosa Medição do desvio no Estrabismo 12
    • 13. •Adaptação sensorial: •A) Supressão: inibição activa no córtex da imagem em piores condições - central vs periférica; - monocular vs alternante; - facultativa vs obrigatória; •B) Correspondência retiniana anómala: -elementos retinianos não correspondentes apresentam a mesma direcção visual; -adaptação sensorial positiva; -permite alguma visão binocular; •C) Ambliopia Medição do desvio no Estrabismo 13
    • 14. •Adaptação motora: •A) Posição anormal da cabeça: -Inclinação da face; -Rotação da cabeça; -Elevação ou depressão do mento; Medição do desvio no Estrabismo 14
    • 15. ► Causas de pseudo-estrabismo: ○ Epicantus; ○ Distância inter-pupilar anormal; ○ Ângulo Kappa; -fóvea normalmente está temporal ao pólo post. •ângulo kappa + grande exotropia •ângulo kappa negativo ângulo kappa + endotropia Medição do desvio no Estrabismo 15
    • 16.  Motilidade Ocular •Ortofórico: sem desvio manifesto ou latente; Foria: quando se rompe a binocularidade •Ortotrópico: sem desvio manifesto Tropia: mantém-se em binocularidade Medição do desvio no Estrabismo 16
    • 17. •Demonstração do desvio A) Teste Cover Simples: -oclusão do olho director; -avalia-se o olho destapado; -avalia as TROPIAS - ângulo mínimo; Nota: deve ser realizado com e sem correcção para longe e para perto Medição do desvio no Estrabismo 17
    • 18. •Demonstração do desvio B) Teste Cover-uncover: -avaliação do olho que estava ocluído; -avalia as TROPIAS intermitentes, FORIA ou desvio dissociado; Nota: deve ser realizado com e sem correcção, para longe e para perto Medição do desvio no Estrabismo 18
    • 19. •Demonstração do desvio C) Teste Cover-alternado : -avaliação do olho que estava ocluído; -avalia as TROPIAS , FORIA; -ângulos máximos; Nota: deve ser realizado com e sem correcção para longe e para perto Medição do desvio no Estrabismo 19
    • 20. •Demonstração do desvio - Teste de BrÜckner •Oftalmoscópio directo: detecta reflexo vermelho em ambos olhos: - olho desviado tem reflexo mais vivo; - detecta mas não mede; - imp. para opacidades e anisometropia; Medição do desvio no Estrabismo 20
    • 21. •Medição do desvio - Teste de Hirschberg - Teste de Krimsky - Oclusão alternada com prismas - Sinoptóforo - Sinoptómetro Medição do desvio no Estrabismo 21
    • 22. •Medição do desvio - Teste de Hirschberg -fonte luminosa em frente e observar o seu reflexo em ambas as córneas •LOCALIZAÇÃO DESVIO -bordo da íris -bordo - limbo -limbo 45º -além do limbo 12º - 15º 25º - 30º 60º - 80º Cada mm =7º=14∆ Medição do desvio no Estrabismo 22
    • 23. •Medição do desvio - Teste de Hirschberg centrado Endo 25º Endo 15º Exo 45º Medição do desvio no Estrabismo 23
    • 24. •Medição do desvio - Teste de Krimsky -teste reflexo corneano + prismas; -usado em grandes ambliopias; -prismas em frente do olho bom aumento do poder prismático Mov lento do olho amblíope Medição do desvio no Estrabismo 24
    • 25. •Medição do desvio Oclusão alternada com prismas - mais usado + rigoroso; - doente fixa um objecto prisma em frente de 1 olho e observase fazendo oclusão alternada. Medição do desvio no Estrabismo 25
    • 26. •Medição do desvio Oclusão alternada com prismas -Aumento da potência prismática não há movimento do olho Ângulo de desvio máximo -Incomitância longe/perto?? ▪erro refractivo?? Refractivo Nota: vértice prisma em direcção ao desvio Lentes de +3D em ambos os olhos o ângulo de desvio para perto diminui, desaparece ou = longe. Medição do desvio no Estrabismo 26
    • 27. •Medição do desvio Oclusão alternada com prismas - •Se não há mov ocular e baixa visão prismáticas A) Prisma base externa no olho dominante Teste 4 dióptrias mov desse olho para o vértice A1) Criança sem prob visuais: olho volta a mov. para fora(mov. Re-fixação); A2) Criança com microestrabismo: olho desviado mov. mas não regressa. B) Prisma no olho desviado Nota: vértice prisma em direcção ao desvio não há qualquer mov. de ambos os olhos. Medição do desvio no Estrabismo 27
    • 28. •Teste 4 dióptrias prismáticas Nota: vértice prisma em direcção ao desvio Medição do desvio no Estrabismo 28
    • 29. •Medição do desvio -Sinoptófero -Pouco usado actualmente; -hipervaloriza os endodesvios; -hipovaloriza os exodesvios; -imp. nos desvios torsionais---- estudo m. oblíquos e verticais; -imagens semelhantes diferindo entre si num pormenor; -imagens são projectadas em áreas retinianas correspondentes; Medição do desvio no Estrabismo 29
    • 30. •Medição do desvio -Sinoptófero -Graus de visão binocular no sinoptófero: 1)- Percepção simultânea 2)- Fusão 3)- Estereopsia Medição do desvio no Estrabismo 30
    • 31. •Medição subjectiva do desvio - requerem percepção simultânea; - não determina todo o desvio; - requerem cooperação; A) Asa de Maddox B) Estria Maddox Medição do desvio no Estrabismo 31
    • 32. •Medição subjectiva do desvio A) Asa de Maddox -dissocia visão perto; -mede heteroforia; -OD vê a seta branca vertical e a seta vermelha horizontal; -OE vê números verticais e horizontais; Medição do desvio no Estrabismo 32
    • 33. •Medição subjectiva do desvio A) Asa de Maddox - desvio vertical: n.º da intersecção da seta vermelha; -devio horizontal: n.º da intersecção da seta branca; -cicloforia: pedir ao doente para deslocar a seta vermelha até ficar paralela com a linha de n.ºs horizontais; Medição do desvio no Estrabismo 33
    • 34. •Medição subjectiva do desvio A) Estria de Maddox - óculos com cilindros paralelos: convertem 1 ponto em 1 imagem linear; -a) a estria é colocada no OD dissocia os 2 olhos: linha vertical OD ponto branco OE -b) a quantidade de dissociação é medida pela sobreposição das 2 imagens usando prismas; -c) medição desvio: colocar prisma até linha sobrepor o ponto; Medição do desvio no Estrabismo 34
    • 35. •Medição do desvio Medição do desvio no Estrabismo 35
    • 36. Padrão de reflexão de Purkinje Medição do desvio no Estrabismo 36
    • 37. Albert and Jakobiec, Principles and Practice of Ophthalmology 2nd edition, W.B. Saunders Company,2000; American Academy of Ophthalmology, Fundamentals and Principles of Ophthalmology, 2007-2008; Gerhard K.Lang Ophthalmology, A Pocket Textebook Atlas, 2nd edition, Thieme,2006; Jack J. Kanski, Clinical Ophthalmology, a Systematic Approach, Elsevier Limited, 2007; Myron Yanoff , Jay S. Duker , James J. Augsburger Ophthalmology 2nd edition, Mosby; 2003; Prieto – Díaz, Julio; Strabismus, 1999, 4th ed., cap 1 pág. 8 – 31 Rui Castela, Estrabismo, Lidel edições técnicas, 2006; Medição do desvio no Estrabismo 37

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