a arte de comunicar  na promoção da  Cultura C&T um projeto para o desenvolvimento da capacidade de  abstração
deixa-te levar…
<ul><li>a aplicação do conceito </li></ul>abordagem <ul><li>ideia inicial </li></ul><ul><li>como começou </li></ul><ul><li...
<ul><li>utilizar os conceitos da teatralização na monitorização das sessões </li></ul>ideia <ul><ul><li>encenar sessões </...
… <ul><li>através da monitorização encenada melhor  identificar a Ciência com as restantes formas de enriquecimento cultur...
<ul><ul><li>grupo inicial de 6 pessoas </li></ul></ul>começo <ul><li>audição em artes performativas  (aberto à sociedade e...
até chegar ao conceito <ul><li>dança / música </li></ul><ul><li>sessão teatralizada </li></ul><ul><li>teatro de rua </li><...
um caso concreto sessão experimental <ul><ul><li>um cenário (ambiente, cheiros e som) </li></ul></ul><ul><li>aprender ciên...
 
<ul><ul><li>a Yasmina, que habita a exposição e que brinca sozinha… </li></ul></ul><ul><ul><li>significado do nome… </li><...
<ul><ul><li>significado do nome científico… </li></ul></ul><ul><ul><li>FIM… </li></ul></ul><ul><ul><li>descalçar porque é ...
<ul><li>alinharam no “faz de conta que…” </li></ul>conclusões da observação <ul><li>as crianças assumiram o seu nome india...
<ul><li>os conceitos foram apreendidos </li></ul><ul><li>os significados foram dados pelas suas próprias palavras </li></u...
<ul><li>o ambiente foi de brincadeira </li></ul><ul><li>ficaram no final da sessão a escrever o “seu” nome científico com ...
<ul><li>abstração </li></ul>conceito separação mental  de um ou mais elementos  concretos  de uma entidade complexa (facto...
<ul><li>conceptualizar </li></ul><ul><li>realizar o intangível </li></ul><ul><li>faz de conta que…  </li></ul><ul><li>está...
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<ul><li>O poder de imaginar   permite melhor  </li></ul>deixa-te levar… interpretar o real
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<ul><li>o que se vê trai o real </li></ul><ul><li>a imaginação é fonte dos efeitos que nos iludem </li></ul><ul><li>É bom ...
<ul><li>saber interpretar o real permite perceber que um espetáculo de  ilusionismo   não é de  magia ! </li></ul>deixa-te...
<ul><li>se as crianças acreditam, os adultos “querem acreditar”… </li></ul>Público-alvo familiar
 
 
 
 
deixa-te levar… Filipa Assis _ filipa.assis@ua.pt Pedro Pombo _ ppmbo@ua.pt ciência imaginação vs.
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Power Point Deixa Te Levar

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1ª apresentação do Projeto &quot;deixa-te levar&quot; em Congresso: Apredizagem emCcontezto Formal e Informal (AFI\'11)

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Power Point Deixa Te Levar

  1. 1. a arte de comunicar na promoção da Cultura C&T um projeto para o desenvolvimento da capacidade de abstração
  2. 2. deixa-te levar…
  3. 3. <ul><li>a aplicação do conceito </li></ul>abordagem <ul><li>ideia inicial </li></ul><ul><li>como começou </li></ul><ul><li>até chegar ao conceito </li></ul><ul><li>sessão experimental </li></ul><ul><li>observação: objetivos alcançados </li></ul><ul><li>conclusões tiradas </li></ul><ul><li>conceito (assente em premissas) </li></ul>
  4. 4. <ul><li>utilizar os conceitos da teatralização na monitorização das sessões </li></ul>ideia <ul><ul><li>encenar sessões </li></ul></ul><ul><ul><li>personalizar - diversificar - os tipos de comunicação (por espaço de valência – cozinha, laboratório, etc.) </li></ul></ul><ul><ul><li>envolver os visitantes na Cena </li></ul></ul>
  5. 5. … <ul><li>através da monitorização encenada melhor identificar a Ciência com as restantes formas de enriquecimento cultural </li></ul>vs. Cultura Científica Cultura Humanista
  6. 6. <ul><ul><li>grupo inicial de 6 pessoas </li></ul></ul>começo <ul><li>audição em artes performativas (aberto à sociedade em geral) </li></ul><ul><li>envolvimento do GrETUA _ Gr upo E xperimental de T eatro da U niversidade de A veiro </li></ul><ul><ul><li>22 candidatos </li></ul></ul><ul><ul><li>16 fizeram a audição </li></ul></ul><ul><ul><li>grupo final de 4 pessoas </li></ul></ul>
  7. 7. até chegar ao conceito <ul><li>dança / música </li></ul><ul><li>sessão teatralizada </li></ul><ul><li>teatro de rua </li></ul><ul><li>duendes _ no final de um arco íris existe um tesouro… </li></ul><ul><li>história contada (arco íris) </li></ul><ul><li>números de magia </li></ul>
  8. 8. um caso concreto sessão experimental <ul><ul><li>um cenário (ambiente, cheiros e som) </li></ul></ul><ul><li>aprender ciência a brincar uma experiência indiana </li></ul>
  9. 10. <ul><ul><li>a Yasmina, que habita a exposição e que brinca sozinha… </li></ul></ul><ul><ul><li>significado do nome… </li></ul></ul><ul><ul><li>um nome indiano atribuído </li></ul></ul>estruturação da sessão
  10. 11. <ul><ul><li>significado do nome científico… </li></ul></ul><ul><ul><li>FIM… </li></ul></ul><ul><ul><li>descalçar porque é hábito na Índia… </li></ul></ul><ul><ul><li>sessão </li></ul></ul>
  11. 12. <ul><li>alinharam no “faz de conta que…” </li></ul>conclusões da observação <ul><li>as crianças assumiram o seu nome indiano (nome atribuído) </li></ul><ul><li>acreditaram que a Mara era uma menina indiana </li></ul>objetivos cumpridos
  12. 13. <ul><li>os conceitos foram apreendidos </li></ul><ul><li>os significados foram dados pelas suas próprias palavras </li></ul>… <ul><li>preocuparam-se com os conceitos e menos com os nomes </li></ul>
  13. 14. <ul><li>o ambiente foi de brincadeira </li></ul><ul><li>ficaram no final da sessão a escrever o “seu” nome científico com o significado mais sugestivo para o próprio </li></ul>… <ul><li>a aprendizagem (se a houve) foi intuitiva </li></ul>
  14. 15. <ul><li>abstração </li></ul>conceito separação mental de um ou mais elementos concretos de uma entidade complexa (facto, representação ) desprezando outros que lhe são inerentes resultado dessa separação (termo, conceito, ideia , etc.)
  15. 16. <ul><li>conceptualizar </li></ul><ul><li>realizar o intangível </li></ul><ul><li>faz de conta que… </li></ul><ul><li>está lá mas não se vê… </li></ul>
  16. 17. <ul><li>em fase de crescimento, o mundo do imaginário ajuda a melhor percepcionar o mundo real </li></ul><ul><li>as crianças têm uma percepção da realidade que lhes permite acreditar em mundos imaginados </li></ul>premissas
  17. 18. <ul><li>a aquisição do conhecimento, a brincar, acontece de forma ocasional e individual - a brincar aprende-se </li></ul>… <ul><li>acreditar sem ver _ faz de conta que... está na base de muitas das brincadeiras infantis </li></ul>
  18. 19. <ul><li>desenvolver a capacidade de imaginar é o mesmo que desenvolver a capacidade de abstrair , importante na aprendizagem em Ciência </li></ul>
  19. 20. <ul><li>O poder de imaginar permite melhor </li></ul>deixa-te levar… interpretar o real
  20. 21. <ul><li>imagina uma força que empurra… </li></ul><ul><li>imagina o centro de massa do objeto… </li></ul><ul><li>imagina uma força que trava o movimento… </li></ul>aplicação do conceito
  21. 22. espetáculo de ilusionismo <ul><li>faz bem alhearmo-nos do real </li></ul><ul><li>é bom fazer de conta… </li></ul><ul><li>sabe bem acreditar no impossível </li></ul>mas também…
  22. 23. <ul><li>o que se vê trai o real </li></ul><ul><li>a imaginação é fonte dos efeitos que nos iludem </li></ul><ul><li>É bom questionar … </li></ul><ul><li>É bom descobrir o que está por trás de um efeito de ilusionismo </li></ul>
  23. 24. <ul><li>saber interpretar o real permite perceber que um espetáculo de ilusionismo não é de magia ! </li></ul>deixa-te levar…
  24. 25. <ul><li>se as crianças acreditam, os adultos “querem acreditar”… </li></ul>Público-alvo familiar
  25. 30. deixa-te levar… Filipa Assis _ filipa.assis@ua.pt Pedro Pombo _ ppmbo@ua.pt ciência imaginação vs.

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