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Silvia

  1. 1. TRAUMATISMO DENTÁRIOTRAUMATISMO DENTÁRIO
  2. 2. CAUSAS PRINCIPAISCAUSAS PRINCIPAIS  Acidentes domésticosAcidentes domésticos  Acidentes de trânsitoAcidentes de trânsito  Acidentes esportivosAcidentes esportivos  Aumento dos níveis deAumento dos níveis de violênciaviolência
  3. 3. É CONSIDERADO UM PROBLEMAÉ CONSIDERADO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA:DE SAÚDE PÚBLICA:  Necessita estar distribuído naNecessita estar distribuído na populaçãopopulação  Deve ser uma ameaça à vidaDeve ser uma ameaça à vida  Ter impacto sobre o indivíduoTer impacto sobre o indivíduo ou sobre a sociedadeou sobre a sociedade
  4. 4. TRAUMA DENTALTRAUMA DENTAL  DentísticaDentística  EndodontiaEndodontia  CirurgiaCirurgia  PeriodontiaPeriodontia  PrótesePrótese  OrtodontiaOrtodontia PROGNÓSTICO:PROGNÓSTICO:  ComplexoComplexo  DuvidosoDuvidoso
  5. 5. EPIDEMIOLOGIAEPIDEMIOLOGIA Vanderas et al 1999Vanderas et al 1999 199 crianças (8 – 10 anos)199 crianças (8 – 10 anos)  incidência de danosincidência de danos dentofaciais 45,2 %dentofaciais 45,2 % 28,6% meninos28,6% meninos 16,6% meninas16,6% meninas
  6. 6. EPIDEMIOLOGIAEPIDEMIOLOGIA Hamilton et al 1997Hamilton et al 1997 2022 adolescentes (11 – 14 anos)2022 adolescentes (11 – 14 anos)  incidência do traumaincidência do trauma 34,4% incisivos34,4% incisivos
  7. 7. EPIDEMIOLOGIAEPIDEMIOLOGIA Gasner et al (1999) 6.000 pacientes comGasner et al (1999) 6.000 pacientes com danos faciais:danos faciais:  57,8% acidentes domésticos e brincadeiras57,8% acidentes domésticos e brincadeiras  50,1% acidentes esportivos50,1% acidentes esportivos  38,6% acidentes de trabalho38,6% acidentes de trabalho  35,8% atos de violência35,8% atos de violência  34,2% acidentes de trânsito34,2% acidentes de trânsito  31% não especificados31% não especificados
  8. 8. EPIDEMIOLOGIAEPIDEMIOLOGIA Wilson et al (1997) 1.459 pacientesWilson et al (1997) 1.459 pacientes (5 meses a 18 anos)(5 meses a 18 anos) Tecidos molesTecidos moles  32% lacerações32% lacerações  8% edema8% edema  7% abrasão7% abrasão  6% contusão6% contusão Tecidos durosTecidos duros  33% fratura dental33% fratura dental  18% luxação18% luxação  12% concussão12% concussão  8% avulsão8% avulsão  1%1% fratura de mandíbulafratura de mandíbula
  9. 9. FATORES PREDISPONENTESFATORES PREDISPONENTES  Oclusão do tipo classe II de AngleOclusão do tipo classe II de Angle  Mordida abertaMordida aberta  Lábio superior curto ou hipotônicoLábio superior curto ou hipotônico  Pacientes respiradores bucaisPacientes respiradores bucais  Dentes tratados endodonticamenteDentes tratados endodonticamente  Lesões cariosasLesões cariosas
  10. 10. PROTOCOLO DE ATENDIMENTOPROTOCOLO DE ATENDIMENTO  Limpar a região traumatizadaLimpar a região traumatizada  Histórico: quando, onde e como aconteceuHistórico: quando, onde e como aconteceu o traumatismo?o traumatismo?  Inconsciência? Amnésia? Dor de cabeça?Inconsciência? Amnésia? Dor de cabeça? Náusea? Vômito?Náusea? Vômito?  Distúrbio na mordida?Distúrbio na mordida?  Reação ao frio e/ou ao calor?Reação ao frio e/ou ao calor?  Traumatismo dental anterior?Traumatismo dental anterior?  Histórico médicoHistórico médico
  11. 11. EXAME CLÍNICOEXAME CLÍNICO  Exame extra-bucal (tecidos moles, lacerações,Exame extra-bucal (tecidos moles, lacerações, escoriações, hematomas, corpos estranhosescoriações, hematomas, corpos estranhos  Exame intra-bucal (sangramentos, lacerações deExame intra-bucal (sangramentos, lacerações de mucosas, edemas, tecidos gengivais, alinhamento,mucosas, edemas, tecidos gengivais, alinhamento, dos dentes, deslocamentos, fraturas, trincas, dentesdos dentes, deslocamentos, fraturas, trincas, dentes com oclusão anormalcom oclusão anormal  Teste de mobilidadeTeste de mobilidade  Teste de percussãoTeste de percussão
  12. 12. EXAME RADIOGRÁFICOEXAME RADIOGRÁFICO  Grau de desenvolvimento radicularGrau de desenvolvimento radicular  Lesões aos tecidos duros e dentáriosLesões aos tecidos duros e dentários  Ligamento periodontalLigamento periodontal  Osso alveolarOsso alveolar  Corpos estranhosCorpos estranhos
  13. 13. EXAME RADIOGRÁFICOEXAME RADIOGRÁFICO  RX periapical (téc. da bissetriz) de cada denteRX periapical (téc. da bissetriz) de cada dente traumatizadotraumatizado  RX oclusal da região traumatizadaRX oclusal da região traumatizada  Radiografias padronizadas (com posicionador)Radiografias padronizadas (com posicionador) **acompanhamento pós-operatórioacompanhamento pós-operatório
  14. 14. CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO Andreasen, Andreasen, 2001Andreasen, Andreasen, 2001 A.A. Fraturas coronáriasFraturas coronárias: Trinca de esmalte,: Trinca de esmalte, fratura de esmalte, fratura de esmalte efratura de esmalte, fratura de esmalte e dentina, fratura de esmalte, dentina e polpa.dentina, fratura de esmalte, dentina e polpa. B.B. Fraturas corono-radicularesFraturas corono-radiculares: Fratura não: Fratura não complicada de coroa e raiz e fraturacomplicada de coroa e raiz e fratura complicada de coroa e raiz.complicada de coroa e raiz. C.C. Fraturas radicularesFraturas radiculares: Fraturas horizontais e: Fraturas horizontais e oblíquas, terço cervical, terço médio, terçooblíquas, terço cervical, terço médio, terço apical e fraturas verticais.apical e fraturas verticais.
  15. 15. CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO Andreasen, Andreasen, 2001Andreasen, Andreasen, 2001 D.D.Lesões com envolvimento deLesões com envolvimento de dentes e tecidos periodontais dedentes e tecidos periodontais de suportesuporte: concussão, subluxação,: concussão, subluxação, luxação lateral, luxação extrusiva,luxação lateral, luxação extrusiva, intrusão e avulsão.intrusão e avulsão. E.E.Fraturas do osso alveolarFraturas do osso alveolar
  16. 16. FRATURA CORONÁRIAFRATURA CORONÁRIA
  17. 17. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS  Maior incidência entre 7 e 10 anosMaior incidência entre 7 e 10 anos  Quedas durante esportes,Quedas durante esportes, brincadeiras e acidente de trânsitobrincadeiras e acidente de trânsito
  18. 18. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS  Fratura incompletaFratura incompleta  Sem perda da estruturaSem perda da estrutura dentaldental  VisívelVisível (fotopolimerizadores)(fotopolimerizadores) TRINCA DE ESMALTETRINCA DE ESMALTE
  19. 19. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS  RX: Rede deRX: Rede de microfissuras no esmaltemicrofissuras no esmalte  Tratamento: não éTratamento: não é necessárionecessário acompanhamento por 12acompanhamento por 12 meses (vitalidade pulpar)meses (vitalidade pulpar) TRINCA DE ESMALTETRINCA DE ESMALTE
  20. 20. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS  Simetria restabelecida pelo polimento ouSimetria restabelecida pelo polimento ou restauração de resinarestauração de resina  Acompanhamento clínico por 12 mesesAcompanhamento clínico por 12 meses FRATURA DE ESMALTEFRATURA DE ESMALTE
  21. 21. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE E DENTINAFRATURA DE ESMALTE E DENTINA
  22. 22. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS  Mais comum das fraturasMais comum das fraturas coronárias na dentiçãocoronárias na dentição permanentepermanente  Proteção da dentinaProteção da dentina exposta deve serexposta deve ser rapidamente estabelecidarapidamente estabelecida (bactérias)(bactérias)  Colagem do fragmentoColagem do fragmento  Restaurações com resinaRestaurações com resina  Facetas estéticasFacetas estéticas FRATURA DE ESMALTE E DENTINAFRATURA DE ESMALTE E DENTINA
  23. 23. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS Fatores determinantes para o tratamentoFatores determinantes para o tratamento::  Idade do paciente (rizogênese)Idade do paciente (rizogênese)  Tamanho da exposição pulparTamanho da exposição pulpar  Condições da exposição (dor)Condições da exposição (dor) FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COMFRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAREXPOSIÇÃO PULPAR
  24. 24. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Dentes permanentes comDentes permanentes com rizogêneserizogênese incompletaincompleta:: Capeamento ou pulpotomia parcial comCapeamento ou pulpotomia parcial com hidróxido de cálciohidróxido de cálcio ouou MTAMTA FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COMFRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAREXPOSIÇÃO PULPAR
  25. 25. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COMFRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAREXPOSIÇÃO PULPAR CAPEAMENTO PULPARCAPEAMENTO PULPAR
  26. 26. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPARFRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR PULPOTOMIA PARCIALPULPOTOMIA PARCIAL
  27. 27. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPARFRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR PULPOTOMIA PARCIALPULPOTOMIA PARCIAL
  28. 28. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Dentes permanentes comDentes permanentes com rizogênese completarizogênese completa:: Pulpectomia (necrose pulpar)Pulpectomia (necrose pulpar) Capeamento ou pulpotomia (sem indícios deCapeamento ou pulpotomia (sem indícios de necrose pulpar)necrose pulpar) FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COMFRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAREXPOSIÇÃO PULPAR
  29. 29. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPARFRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR PULPOTOMIAPULPOTOMIA
  30. 30. FRATURAS CORONÁRIASFRATURAS CORONÁRIAS TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Dentes decíduos:Dentes decíduos: Quando em desenvolvimento: capeamento ouQuando em desenvolvimento: capeamento ou pulpotomia parcial (hidróxido de cálcio)pulpotomia parcial (hidróxido de cálcio) Em processo de reabsorção: extraçãoEm processo de reabsorção: extração FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COMFRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAREXPOSIÇÃO PULPAR
  31. 31. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES
  32. 32. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES  Envolve esmalte, dentina e cementoEnvolve esmalte, dentina e cemento com ou sem exposição pulparcom ou sem exposição pulpar  Fragmento coronal móvelFragmento coronal móvel  Diagnóstico clínico: depende daDiagnóstico clínico: depende da mobilidade e localização do fragmentomobilidade e localização do fragmento
  33. 33. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES DIAGNÓSTICO RADIOGRÁFICO:DIAGNÓSTICO RADIOGRÁFICO:  Difícil visualização (fratura geralmenteDifícil visualização (fratura geralmente perpendicular ao raio central)perpendicular ao raio central)  Fazer várias incidênciasFazer várias incidências
  34. 34. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Remoção do fragmento coronário e restauraçãoRemoção do fragmento coronário e restauração supragengivalsupragengival  Remoção do fragmento coronário completada porRemoção do fragmento coronário completada por uma gengivectomia e/ou osteotomiauma gengivectomia e/ou osteotomia  Remoção do fragmento coronário e extrusãoRemoção do fragmento coronário e extrusão cirúrgica ou ortodôntica da raizcirúrgica ou ortodôntica da raiz
  35. 35. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO CORONÁRIO GENGIVECTOMIA E OSTEOTOMIAREMOÇÃO DO FRAGMENTO CORONÁRIO GENGIVECTOMIA E OSTEOTOMIA
  36. 36. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO CORONÁRIO E RESTAURAÇÃO SUPRAGENGIVALREMOÇÃO DO FRAGMENTO CORONÁRIO E RESTAURAÇÃO SUPRAGENGIVAL
  37. 37. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)
  38. 38. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)
  39. 39. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)
  40. 40. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTOREMOÇÃO DO FRAGMENTO EE EXTRUSÃO ORTODÔNTICAEXTRUSÃO ORTODÔNTICA
  41. 41. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO ORTODÔNTICA DA RAIZ)REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO ORTODÔNTICA DA RAIZ)
  42. 42. FRATURAS CORONO-RADICULARESFRATURAS CORONO-RADICULARES TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Dentição decídua:Dentição decídua: Quando não houver possibilidade de restaurar:Quando não houver possibilidade de restaurar:  ExodontiaExodontia
  43. 43. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES
  44. 44. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES  0,5 a 7% em dentes permanentes0,5 a 7% em dentes permanentes  Impacto horizontalImpacto horizontal  Envolve dentina, cemento e polpaEnvolve dentina, cemento e polpa  Faixa etária: 11 a 20 anosFaixa etária: 11 a 20 anos  Afetam mais incisivos centrais superioresAfetam mais incisivos centrais superiores  Sexo masculinoSexo masculino
  45. 45. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES  Verticais (pino intracanal)Verticais (pino intracanal)  OblíquasOblíquas  HorizontaisHorizontais
  46. 46. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES CARACTERÍSTICAS:CARACTERÍSTICAS:  Dente ligeiramente extruídoDente ligeiramente extruído  Deslocamento lingual ou posição habitualDeslocamento lingual ou posição habitual  Localização: fator determinante do grau daLocalização: fator determinante do grau da mobilidademobilidade
  47. 47. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES EXAME RADIOGRÁFICO:EXAME RADIOGRÁFICO:  Pode revelar uma ou mais linhasPode revelar uma ou mais linhas radiolúcidasradiolúcidas  Várias tomadasVárias tomadas  Raio-X Oclusal: fratura diagonalRaio-X Oclusal: fratura diagonal
  48. 48. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES PROCESSOS DE REPARAÇÃO:PROCESSOS DE REPARAÇÃO:  Cura do tecido conjuntivoCura do tecido conjuntivo  Interposição do tecido conjuntivoInterposição do tecido conjuntivo  Cura com tecido ósseo e conjuntivoCura com tecido ósseo e conjuntivo  Interposição do tecido de granulaçãoInterposição do tecido de granulação
  49. 49. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES CICATRIZAÇÃO DO TECIDO DUROCICATRIZAÇÃO DO TECIDO DURO
  50. 50. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES CICATRIZAÇÃO DO TECIDO CONJUNTIVOCICATRIZAÇÃO DO TECIDO CONJUNTIVO
  51. 51. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES INTERPOSIÇÃO DE TECIDO DE GRANULAÇÃOINTERPOSIÇÃO DE TECIDO DE GRANULAÇÃO
  52. 52. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES FATORES DE CURA:FATORES DE CURA:  Estágio do desenvolvimento radicularEstágio do desenvolvimento radicular  Reposicionamento e fixação dosReposicionamento e fixação dos fragmentosfragmentos  Ausência de infecçãoAusência de infecção  Proximidade entre as partesProximidade entre as partes
  53. 53. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Reposicionamento adequado do fragmentoReposicionamento adequado do fragmento coronáriocoronário  Contenção (4 meses)Contenção (4 meses)  Controle pós-operatório: teste deControle pós-operatório: teste de sensibilidade e exame radiográficosensibilidade e exame radiográfico (3 semanas, 6 semanas e 6 meses)(3 semanas, 6 semanas e 6 meses)
  54. 54. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Necrose pulpar: tratamento endodônticoNecrose pulpar: tratamento endodôntico no nível da fratura com hidróxido de cálciono nível da fratura com hidróxido de cálcio (curativo de demora)(curativo de demora)  Obturação definitiva: após 6 meses a 1 anoObturação definitiva: após 6 meses a 1 ano
  55. 55. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULARTRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR
  56. 56. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULARTRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR
  57. 57. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃOTRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃO
  58. 58. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃOTRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃO
  59. 59. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃOTRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃO
  60. 60. FRATURAS RADICULARESFRATURAS RADICULARES DENTIÇÃO DECÍDUA:DENTIÇÃO DECÍDUA:  Extração do fragmento coronárioExtração do fragmento coronário  Reabsorção do fragmento apicalReabsorção do fragmento apical
  61. 61. LESÕESLESÕES COM ENVOLVIMENTOCOM ENVOLVIMENTO DE DENTESDE DENTES E TECIDOS PERIODONTAISE TECIDOS PERIODONTAIS DE SUPORTEDE SUPORTE
  62. 62. CONCUSSÃO E SUBLUXAÇÃOCONCUSSÃO E SUBLUXAÇÃO
  63. 63. CONCUSSÃOCONCUSSÃO  Impacto frontalImpacto frontal  Sensibilidade à percussão (edema eSensibilidade à percussão (edema e hemorragia no ligamento periodontal)hemorragia no ligamento periodontal)  Não apresenta mobilidadeNão apresenta mobilidade  Possibilidade futura de necrose pulparPossibilidade futura de necrose pulpar  Rizogênese incompleta: não ocorreRizogênese incompleta: não ocorre necrose pulparnecrose pulpar  Radiograficamente: nenhumaRadiograficamente: nenhuma alteraçãoalteração
  64. 64. CONCUSSÃOCONCUSSÃO TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Alívio oclusalAlívio oclusal  Contenção não obrigatória atéContenção não obrigatória até 2 semanas2 semanas  Dieta macia: 2 semanasDieta macia: 2 semanas  Controle clínico: 2 mesesControle clínico: 2 meses
  65. 65. CONCUSSÃOCONCUSSÃO PROGNÓSTICO:PROGNÓSTICO:  Necrose pulpar (forame apicalNecrose pulpar (forame apical estreito)estreito)  Reabsorção radicular (rara)Reabsorção radicular (rara)
  66. 66. SUBLUXAÇÃOSUBLUXAÇÃO  Sensível à percussão e mastigaçãoSensível à percussão e mastigação  Pode estar com mobilidadePode estar com mobilidade  Ruptura das fibras do ligamentoRuptura das fibras do ligamento periodontalperiodontal  Sangramento a partir do sulco gengivalSangramento a partir do sulco gengival  Discreta extrusão dentáriaDiscreta extrusão dentária  Radiograficamente: nenhuma alteraçãoRadiograficamente: nenhuma alteração
  67. 67. SUBLUXAÇÃOSUBLUXAÇÃO TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Contenção: 2 semanasContenção: 2 semanas  Controle: 2 mesesControle: 2 meses
  68. 68. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL
  69. 69. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL  Ruptura do ligamentoRuptura do ligamento periodontal, da polpa eperiodontal, da polpa e traumatismo da tábua ósseatraumatismo da tábua óssea alveolar (vestibular e palatina)alveolar (vestibular e palatina)
  70. 70. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL CARACTERÍSTICAS:CARACTERÍSTICAS:  Desalinhamento do dente afetadoDesalinhamento do dente afetado  Preso em sua nova posiçãoPreso em sua nova posição  Som alto e metálicoSom alto e metálico  RX: oclusal e periapical com dissociaçãoRX: oclusal e periapical com dissociação  Ortorradial: insuficiente para mostrar oOrtorradial: insuficiente para mostrar o deslocamentodeslocamento
  71. 71. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL
  72. 72. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Reposicionamento do dente com o mínimo de forçaReposicionamento do dente com o mínimo de força  Contenção: 3 semanasContenção: 3 semanas Após esse período:Após esse período:  RX (cicatrização?)RX (cicatrização?)  Remoção da contençãoRemoção da contenção  Teste de sensibilidadeTeste de sensibilidade
  73. 73. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Controle: 1 anoControle: 1 ano  Reabsorção radicular externa: endodontiaReabsorção radicular externa: endodontia imediata com hidróxido de cálcioimediata com hidróxido de cálcio
  74. 74. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERALDIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERAL
  75. 75. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERALDIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERAL
  76. 76. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERALDIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERAL
  77. 77. LUXAÇÃO LATERALLUXAÇÃO LATERAL DENTIÇÃO DECÍDUA:DENTIÇÃO DECÍDUA:  Sem interferência oclusal: esperar oSem interferência oclusal: esperar o reposicionamento (2 a 4 meses)reposicionamento (2 a 4 meses)  Com interferência oclusal: reposicionarCom interferência oclusal: reposicionar  Deslocamentos severos: exodontiaDeslocamentos severos: exodontia
  78. 78. EXTRUSÃOEXTRUSÃO
  79. 79. EXTRUSÃOEXTRUSÃO DESLOCAMENTO PARCIAL DO DENTE PARADESLOCAMENTO PARCIAL DO DENTE PARA FORA DO SEU ALVÉOLO:FORA DO SEU ALVÉOLO: ROMPIMENTOROMPIMENTO::  ligamento periodontalligamento periodontal  suprimento neurovascular da polpasuprimento neurovascular da polpa
  80. 80. EXTRUSÃOEXTRUSÃO CARACTERÍSTICAS:CARACTERÍSTICAS:  Deslocamento axial para fora do alvéoloDeslocamento axial para fora do alvéolo  Mobilidade extremaMobilidade extrema  Sensibilidade ao toque e à mastigaçãoSensibilidade ao toque e à mastigação  RX: espaço entre a raiz e a parede óssea alveolarRX: espaço entre a raiz e a parede óssea alveolar
  81. 81. EXTRUSÃOEXTRUSÃO
  82. 82. EXTRUSÃOEXTRUSÃO TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Reposicionamento do denteReposicionamento do dente  Contenção: 3 semanasContenção: 3 semanas PROGNÓSTICO:PROGNÓSTICO:  Depende do estágio do desenvolvimento radicularDepende do estágio do desenvolvimento radicular (quanto mais desenvolvido, menor a chance de(quanto mais desenvolvido, menor a chance de revascularização)revascularização)
  83. 83. EXTRUSÃOEXTRUSÃO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA EXTRUSÃODIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA EXTRUSÃO
  84. 84. EXTRUSÃOEXTRUSÃO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA EXTRUSÃODIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA EXTRUSÃO
  85. 85. EXTRUSÃOEXTRUSÃO DENTIÇÃO DECÍDUA:DENTIÇÃO DECÍDUA:  Reposicionamento do dente com contençãoReposicionamento do dente com contenção  Reabsorção: exodontiaReabsorção: exodontia
  86. 86. INTRUSÃOINTRUSÃO
  87. 87. INTRUSÃOINTRUSÃO  Deslocamento do dente para dentro daDeslocamento do dente para dentro da cavidade alveolarcavidade alveolar  Danos extensos à polpa e ligamentoDanos extensos à polpa e ligamento periodontalperiodontal  Dente fixo na nova posiçãoDente fixo na nova posição  RX: ausência ou redução do espaçoRX: ausência ou redução do espaço periodontalperiodontal
  88. 88. INTRUSÃOINTRUSÃO TRATAMENTOTRATAMENTO RIZOGÊNESE INCOMPLETARIZOGÊNESE INCOMPLETA::  Aguardar o reirrompimento (10 dias)Aguardar o reirrompimento (10 dias)  Se não iniciado: anestesiar e luxarSe não iniciado: anestesiar e luxar (Reirrompimento: de 2 a 4 meses)(Reirrompimento: de 2 a 4 meses)  RX: 3, 4 e 6 semanasRX: 3, 4 e 6 semanas
  89. 89. INTRUSÃOINTRUSÃO TRATAMENTOTRATAMENTO RIZOGÊNESE COMPLETARIZOGÊNESE COMPLETA::  Extruir ortodonticamente ou cirurgicamenteExtruir ortodonticamente ou cirurgicamente (o mais rápido possível)(o mais rápido possível)  Tratamento endodôntico: 2 semanas após oTratamento endodôntico: 2 semanas após o traumatismotraumatismo  Hidróxido de cálcio (curativo de demora)Hidróxido de cálcio (curativo de demora)  Obturação do canal com guta: após a cicatrizaçãoObturação do canal com guta: após a cicatrização periodontalperiodontal
  90. 90. INTRUSÃOINTRUSÃO ERUPÇÃO ESPONTÂNEAERUPÇÃO ESPONTÂNEA
  91. 91. INTRUSÃOINTRUSÃO TRAÇÃO ORTODÔNTICATRAÇÃO ORTODÔNTICA
  92. 92. INTRUSÃOINTRUSÃO TRAÇÃO ORTODÔNTICATRAÇÃO ORTODÔNTICA
  93. 93. INTRUSÃOINTRUSÃO DENTIÇÃODENTIÇÃO DECÍDUADECÍDUA  Reirrompimento após 2 – 4 mesesReirrompimento após 2 – 4 meses  Exodontia: se o ápice for deslocado próximoExodontia: se o ápice for deslocado próximo ao germe do permanenteao germe do permanente
  94. 94. INTRUSÃOINTRUSÃO PROGNÓSTICOPROGNÓSTICO ALTO RISCO:ALTO RISCO:  necrose pulparnecrose pulpar  reabsorção radicularreabsorção radicular (especialmente nos dentes com rizogênese(especialmente nos dentes com rizogênese completa)completa)
  95. 95. AVULSÃOAVULSÃO
  96. 96. AVULSÃOAVULSÃO Saída total do denteSaída total do dente do interior do alvéolodo interior do alvéolo
  97. 97. AVULSÃOAVULSÃO FAIXA ETÁRIA:FAIXA ETÁRIA:  7 – 11 anos (desenvolvimento radicular7 – 11 anos (desenvolvimento radicular incompleto e periodonto em formação)incompleto e periodonto em formação)  Incisivos centrais superioresIncisivos centrais superiores  MeninosMeninos
  98. 98. AVULSÃOAVULSÃO TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Período e manipulação extra-alveolarPeríodo e manipulação extra-alveolar  Estágio da formação radicularEstágio da formação radicular  Armazenamento do dente (soro fisiológico,Armazenamento do dente (soro fisiológico, leite, saliva, água potável)leite, saliva, água potável)
  99. 99. AVULSÃOAVULSÃO TRATAMENTO:TRATAMENTO:  Reimplante imediato (< 60’)Reimplante imediato (< 60’) soro fisiológico, saliva e leitesoro fisiológico, saliva e leite  Reimplante mediato (> 60’)Reimplante mediato (> 60’) Meio secoMeio seco  Não fazer o reimplante: pacientes com ápiceNão fazer o reimplante: pacientes com ápice aberto, intervalo > 60’, com lesões cariosas grandesaberto, intervalo > 60’, com lesões cariosas grandes Meio secoMeio seco
  100. 100. AVULSÃOAVULSÃO TRATAMENTOTRATAMENTO Rizogênese incompletaRizogênese incompleta::  Acompanhamento: 1 ano (geralmente ocorreAcompanhamento: 1 ano (geralmente ocorre a revascularização)a revascularização)  Necrose pulpar: hidróxido de cálcio até totalNecrose pulpar: hidróxido de cálcio até total formação da raizformação da raiz
  101. 101. AVULSÃOAVULSÃO TRATAMENTOTRATAMENTO Rizogênese completaRizogênese completa::  Limpeza do alvéolo e raiz do dente (soroLimpeza do alvéolo e raiz do dente (soro fisiológico)fisiológico) *suavemente*suavemente  Contenção: 2 semanasContenção: 2 semanas  Tratamento endodôntico: na sessão daTratamento endodôntico: na sessão da retirada da contençãoretirada da contenção
  102. 102. AVULSÃOAVULSÃO REIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETAREIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETA
  103. 103. AVULSÃOAVULSÃO REIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETAREIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETA
  104. 104. AVULSÃOAVULSÃO REIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETAREIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETA
  105. 105. AVULSÃOAVULSÃO REIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE INCOMPLETAREIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE INCOMPLETA
  106. 106. AVULSÃOAVULSÃO REIMPLANTE COM LIGAMENTO PERIODONTAL NÃO VITALREIMPLANTE COM LIGAMENTO PERIODONTAL NÃO VITAL
  107. 107. AVULSÃOAVULSÃO REIMPLANTE COM LIGAMENTO PERIODONTAL NÃO VITALREIMPLANTE COM LIGAMENTO PERIODONTAL NÃO VITAL
  108. 108. AVULSÃOAVULSÃO DENTIÇÃO DECÍDUA:DENTIÇÃO DECÍDUA:  A reimplantação é contra-indicadaA reimplantação é contra-indicada (necrose pulpar), podendo atingir o(necrose pulpar), podendo atingir o germe do dente permanentegerme do dente permanente ExodontiaExodontia
  109. 109. AVULSÃOAVULSÃO PROGNÓSTICOPROGNÓSTICO  Depende do período e do meio de armazenamentoDepende do período e do meio de armazenamento extra alveolarextra alveolar  Desfavorável acima de 60’ da avulsão (necrose doDesfavorável acima de 60’ da avulsão (necrose do ligamento periodontalligamento periodontal  Fazer o tratamento endodôntico antes deFazer o tratamento endodôntico antes de reimplantarreimplantar  Profilaxia antibiótica e anti-tetânicaProfilaxia antibiótica e anti-tetânica
  110. 110. FRATURA DO OSSOFRATURA DO OSSO ALVEOLARALVEOLAR
  111. 111. FRATURA DO PROCESSOFRATURA DO PROCESSO ALVEOLARALVEOLAR  Envolve o osso alveolar com dois ouEnvolve o osso alveolar com dois ou mais dentesmais dentes  Radiografia: panorâmica eRadiografia: panorâmica e periapicais múltiplasperiapicais múltiplas  Incisivos inferioresIncisivos inferiores
  112. 112. FRATURA DO PROCESSOFRATURA DO PROCESSO ALVEOLARALVEOLAR TRATAMENTOTRATAMENTO  Determinar o travamento apicalDeterminar o travamento apical (reposicionamento)(reposicionamento)  Contenção: 3 – 4 semanasContenção: 3 – 4 semanas  Monitorar a cicatrização pulpar dosMonitorar a cicatrização pulpar dos dentes envolvidosdentes envolvidos
  113. 113. FRATURA DO PROCESSO ALVEOLARFRATURA DO PROCESSO ALVEOLAR TRATAMENTO DE UMA FRATURA ALVEOLARTRATAMENTO DE UMA FRATURA ALVEOLAR
  114. 114. FimFim

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