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Silvia Silvia Presentation Transcript

  • TRAUMATISMO DENTÁRIO
  • CAUSAS PRINCIPAIS
    • Acidentes domésticos
    • Acidentes de trânsito
    • Acidentes esportivos
    • Aumento dos níveis de violência
  • É CONSIDERADO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA:
    • Necessita estar distribuído na população
    • Deve ser uma ameaça à vida
    • Ter impacto sobre o indivíduo ou sobre a sociedade
  • TRAUMA DENTAL
    • Dentística
    • Endodontia
    • Cirurgia
    • Periodontia
    • Prótese
    • Ortodontia
    • PROGNÓSTICO:
    • Complexo
    • Duvidoso
  • EPIDEMIOLOGIA
    • Vanderas et al 1999
    • 199 crianças (8 – 10 anos)
    • incidência de danos dentofaciais 45,2 %
    • 28,6% meninos
    • 16,6% meninas
  • EPIDEMIOLOGIA
    • Hamilton et al 1997
    • 2022 adolescentes (11 – 14 anos)
    • incidência do trauma
    • 34,4% incisivos
  • EPIDEMIOLOGIA
    • Gasner et al (1999) 6.000 pacientes com danos faciais:
    • 57,8% acidentes domésticos e brincadeiras
    • 50,1% acidentes esportivos
    • 38,6% acidentes de trabalho
    • 35,8% atos de violência
    • 34,2% acidentes de trânsito
    • 31% não especificados
  • EPIDEMIOLOGIA
    • Wilson et al (1997) 1.459 pacientes
    • (5 meses a 18 anos)
    • Tecidos moles
    • 32% lacerações
    • 8% edema
    • 7% abrasão
    • 6% contusão
    • Tecidos duros
    • 33% fratura dental
    • 18% luxação
    • 12% concussão
    • 8% avulsão
    • 1% fratura de mandíbula
  • FATORES PREDISPONENTES
    • Oclusão do tipo classe II de Angle
    • Mordida aberta
    • Lábio superior curto ou hipotônico
    • Pacientes respiradores bucais
    • Dentes tratados endodonticamente
    • Lesões cariosas
  • PROTOCOLO DE ATENDIMENTO
    • Limpar a região traumatizada
    • Histórico: quando, onde e como aconteceu o traumatismo?
    • Inconsciência? Amnésia? Dor de cabeça? Náusea? Vômito?
    • Distúrbio na mordida?
    • Reação ao frio e/ou ao calor?
    • Traumatismo dental anterior?
    • Histórico médico
  • EXAME CLÍNICO
    • Exame extra-bucal (tecidos moles, lacerações, escoriações, hematomas, corpos estranhos
    • Exame intra-bucal (sangramentos, lacerações de mucosas, edemas, tecidos gengivais, alinhamento, dos dentes, deslocamentos, fraturas, trincas, dentes com oclusão anormal
    • Teste de mobilidade
    • Teste de percussão
  • EXAME RADIOGRÁFICO
    • Grau de desenvolvimento radicular
    • Lesões aos tecidos duros e dentários
    • Ligamento periodontal
    • Osso alveolar
    • Corpos estranhos
  • EXAME RADIOGRÁFICO
    • RX periapical (téc. da bissetriz) de cada dente traumatizado
    • RX oclusal da região traumatizada
    • Radiografias padronizadas (com posicionador) * acompanhamento pós-operatório
  • CLASSIFICAÇÃO Andreasen, Andreasen, 2001
    • Fraturas coronárias : Trinca de esmalte, fratura de esmalte, fratura de esmalte e dentina, fratura de esmalte, dentina e polpa.
    • Fraturas corono-radiculares : Fratura não complicada de coroa e raiz e fratura complicada de coroa e raiz.
    • Fraturas radiculares : Fraturas horizontais e oblíquas, terço cervical, terço médio, terço apical e fraturas verticais.
  • CLASSIFICAÇÃO Andreasen, Andreasen, 2001
    • Lesões com envolvimento de dentes e tecidos periodontais de suporte : concussão, subluxação, luxação lateral, luxação extrusiva, intrusão e avulsão.
    • Fraturas do osso alveolar
  • FRATURA CORONÁRIA
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • Maior incidência entre 7 e 10 anos
    • Quedas durante esportes, brincadeiras e acidente de trânsito
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • Fratura incompleta
    • Sem perda da estrutura dental
    • Visível (fotopolimerizadores)
    TRINCA DE ESMALTE
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • RX: Rede de microfissuras no esmalte
    • Tratamento: não é necessário acompanhamento por 12 meses (vitalidade pulpar)
    TRINCA DE ESMALTE
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • Simetria restabelecida pelo polimento ou restauração de resina
    • Acompanhamento clínico por 12 meses
    FRATURA DE ESMALTE
  • FRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE E DENTINA
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • Mais comum das fraturas coronárias na dentição permanente
    • Proteção da dentina exposta deve ser rapidamente estabelecida (bactérias)
    • Colagem do fragmento
    • Restaurações com resina
    • Facetas estéticas
    FRATURA DE ESMALTE E DENTINA
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • Fatores determinantes para o tratamento :
    • Idade do paciente (rizogênese)
    • Tamanho da exposição pulpar
    • Condições da exposição (dor)
    FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • TRATAMENTO:
    • Dentes permanentes com rizogênese incompleta :
    • Capeamento ou pulpotomia parcial com hidróxido de cálcio ou MTA
    FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR
  • FRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR CAPEAMENTO PULPAR
  • FRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR PULPOTOMIA PARCIAL
  • FRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR PULPOTOMIA PARCIAL
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • TRATAMENTO:
    • Dentes permanentes com rizogênese completa :
    • Pulpectomia (necrose pulpar)
    • Capeamento ou pulpotomia (sem indícios de necrose pulpar)
    FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR
  • FRATURAS CORONÁRIAS FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR PULPOTOMIA
  • FRATURAS CORONÁRIAS
    • TRATAMENTO:
    • Dentes decíduos:
    • Quando em desenvolvimento: capeamento ou pulpotomia parcial (hidróxido de cálcio)
    • Em processo de reabsorção: extração
    FRATURA DE ESMALTE, DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES
    • Envolve esmalte, dentina e cemento com ou sem exposição pulpar
    • Fragmento coronal móvel
    • Diagnóstico clínico: depende da mobilidade e localização do fragmento
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES
    • DIAGNÓSTICO RADIOGRÁFICO:
    • Difícil visualização (fratura geralmente perpendicular ao raio central)
    • Fazer várias incidências
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES
    • TRATAMENTO:
    • Remoção do fragmento coronário e restauração supragengival
    • Remoção do fragmento coronário completada por uma gengivectomia e/ou osteotomia
    • Remoção do fragmento coronário e extrusão cirúrgica ou ortodôntica da raiz
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO CORONÁRIO GENGIVECTOMIA E OSTEOTOMIA
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO CORONÁRIO E RESTAURAÇÃO SUPRAGENGIVAL
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO CIRÚRGICA DA RAIZ)
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO E EXTRUSÃO ORTODÔNTICA
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES REMOÇÃO DO FRAGMENTO (EXTRUSÃO ORTODÔNTICA DA RAIZ)
  • FRATURAS CORONO-RADICULARES
    • TRATAMENTO:
    • Dentição decídua:
    • Quando não houver possibilidade de restaurar:
    • Exodontia
  • FRATURAS RADICULARES
  • FRATURAS RADICULARES
    • 0,5 a 7% em dentes permanentes
    • Impacto horizontal
    • Envolve dentina, cemento e polpa
    • Faixa etária: 11 a 20 anos
    • Afetam mais incisivos centrais superiores
    • Sexo masculino
  • FRATURAS RADICULARES
    • Verticais (pino intracanal)
    • Oblíquas
    • Horizontais
  • FRATURAS RADICULARES
    • CARACTERÍSTICAS:
    • Dente ligeiramente extruído
    • Deslocamento lingual ou posição habitual
    • Localização: fator determinante do grau da mobilidade
  • FRATURAS RADICULARES
    • EXAME RADIOGRÁFICO:
    • Pode revelar uma ou mais linhas radiolúcidas
    • Várias tomadas
    • Raio-X Oclusal: fratura diagonal
  • FRATURAS RADICULARES
    • PROCESSOS DE REPARAÇÃO:
    • Cura do tecido conjuntivo
    • Interposição do tecido conjuntivo
    • Cura com tecido ósseo e conjuntivo
    • Interposição do tecido de granulação
  • FRATURAS RADICULARES CICATRIZAÇÃO DO TECIDO DURO
  • FRATURAS RADICULARES CICATRIZAÇÃO DO TECIDO CONJUNTIVO
  • FRATURAS RADICULARES INTERPOSIÇÃO DE TECIDO DE GRANULAÇÃO
  • FRATURAS RADICULARES
    • FATORES DE CURA:
    • Estágio do desenvolvimento radicular
    • Reposicionamento e fixação dos fragmentos
    • Ausência de infecção
    • Proximidade entre as partes
  • FRATURAS RADICULARES
    • TRATAMENTO:
    • Reposicionamento adequado do fragmento coronário
    • Contenção (4 meses)
    • Controle pós-operatório: teste de sensibilidade e exame radiográfico
    • (3 semanas, 6 semanas e 6 meses)
  • FRATURAS RADICULARES
    • TRATAMENTO:
    • Necrose pulpar: tratamento endodôntico no nível da fratura com hidróxido de cálcio (curativo de demora)
    • Obturação definitiva: após 6 meses a 1 ano
  • FRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR
  • FRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR
  • FRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃO
  • FRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃO
  • FRATURAS RADICULARES TRATAMENTO DE FRATURA RADICULAR COM EXTRUSÃO
  • FRATURAS RADICULARES
    • DENTIÇÃO DECÍDUA:
    • Extração do fragmento coronário
    • Reabsorção do fragmento apical
  • LESÕES COM ENVOLVIMENTO DE DENTES E TECIDOS PERIODONTAIS DE SUPORTE
  • CONCUSSÃO E SUBLUXAÇÃO
  • CONCUSSÃO
    • Impacto frontal
    • Sensibilidade à percussão (edema e hemorragia no ligamento periodontal)
    • Não apresenta mobilidade
    • Possibilidade futura de necrose pulpar
    • Rizogênese incompleta: não ocorre necrose pulpar
    • Radiograficamente: nenhuma alteração
  • CONCUSSÃO
    • TRATAMENTO:
    • Alívio oclusal
    • Contenção não obrigatória até 2 semanas
    • Dieta macia: 2 semanas
    • Controle clínico: 2 meses
  • CONCUSSÃO
    • PROGNÓSTICO:
    • Necrose pulpar (forame apical estreito)
    • Reabsorção radicular (rara)
  • SUBLUXAÇÃO
    • Sensível à percussão e mastigação
    • Pode estar com mobilidade
    • Ruptura das fibras do ligamento periodontal
    • Sangramento a partir do sulco gengival
    • Discreta extrusão dentária
    • Radiograficamente: nenhuma alteração
  • SUBLUXAÇÃO
    • TRATAMENTO:
    • Contenção: 2 semanas
    • Controle: 2 meses
  • LUXAÇÃO LATERAL
  • LUXAÇÃO LATERAL
    • Ruptura do ligamento periodontal, da polpa e traumatismo da tábua óssea alveolar (vestibular e palatina)
  • LUXAÇÃO LATERAL
    • CARACTERÍSTICAS:
    • Desalinhamento do dente afetado
    • Preso em sua nova posição
    • Som alto e metálico
    • RX: oclusal e periapical com dissociação
    • Ortorradial: insuficiente para mostrar o deslocamento
  • LUXAÇÃO LATERAL
  • LUXAÇÃO LATERAL
    • TRATAMENTO:
    • Reposicionamento do dente com o mínimo de força
    • Contenção: 3 semanas
    • Após esse período:
    • RX (cicatrização?)
    • Remoção da contenção
    • Teste de sensibilidade
  • LUXAÇÃO LATERAL
    • TRATAMENTO:
    • Controle: 1 ano
    • Reabsorção radicular externa: endodontia imediata com hidróxido de cálcio
  • LUXAÇÃO LATERAL DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERAL
  • LUXAÇÃO LATERAL DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERAL
  • LUXAÇÃO LATERAL DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA LUXAÇÃO LATERAL
  • LUXAÇÃO LATERAL
    • DENTIÇÃO DECÍDUA:
    • Sem interferência oclusal: esperar o reposicionamento (2 a 4 meses)
    • Com interferência oclusal: reposicionar
    • Deslocamentos severos: exodontia
  • EXTRUSÃO
  • EXTRUSÃO
    • DESLOCAMENTO PARCIAL DO DENTE PARA FORA DO SEU ALVÉOLO:
    • ROMPIMENTO :
    • ligamento periodontal
    • suprimento neurovascular da polpa
  • EXTRUSÃO
    • CARACTERÍSTICAS:
    • Deslocamento axial para fora do alvéolo
    • Mobilidade extrema
    • Sensibilidade ao toque e à mastigação
    • RX: espaço entre a raiz e a parede óssea alveolar
  • EXTRUSÃO
  • EXTRUSÃO
    • TRATAMENTO:
    • Reposicionamento do dente
    • Contenção: 3 semanas
    • PROGNÓSTICO:
    • Depende do estágio do desenvolvimento radicular
    • (quanto mais desenvolvido, menor a chance de revascularização)
  • EXTRUSÃO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA EXTRUSÃO
  • EXTRUSÃO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA EXTRUSÃO
  • EXTRUSÃO
    • DENTIÇÃO DECÍDUA:
    • Reposicionamento do dente com contenção
    • Reabsorção: exodontia
  • INTRUSÃO
  • INTRUSÃO
    • Deslocamento do dente para dentro da cavidade alveolar
    • Danos extensos à polpa e ligamento periodontal
    • Dente fixo na nova posição
    • RX: ausência ou redução do espaço periodontal
  • INTRUSÃO
    • TRATAMENTO
    • RIZOGÊNESE INCOMPLETA :
    • Aguardar o reirrompimento (10 dias)
    • Se não iniciado: anestesiar e luxar
    • (Reirrompimento: de 2 a 4 meses)
    • RX: 3, 4 e 6 semanas
  • INTRUSÃO
    • TRATAMENTO
    • RIZOGÊNESE COMPLETA :
    • Extruir ortodonticamente ou cirurgicamente
    • (o mais rápido possível)
    • Tratamento endodôntico: 2 semanas após o traumatismo
    • Hidróxido de cálcio (curativo de demora)
    • Obturação do canal com guta: após a cicatrização periodontal
  • INTRUSÃO ERUPÇÃO ESPONTÂNEA
  • INTRUSÃO TRAÇÃO ORTODÔNTICA
  • INTRUSÃO TRAÇÃO ORTODÔNTICA
  • INTRUSÃO
    • DENTIÇÃO DECÍDUA
    • Reirrompimento após 2 – 4 meses
    • Exodontia: se o ápice for deslocado próximo ao germe do permanente
  • INTRUSÃO
    • PROGNÓSTICO
    • ALTO RISCO:
    • necrose pulpar
    • reabsorção radicular
    • (especialmente nos dentes com rizogênese completa)
  • AVULSÃO
  • AVULSÃO
    • Saída total do dente
    • do interior do alvéolo
  • AVULSÃO
    • FAIXA ETÁRIA:
    • 7 – 11 anos (desenvolvimento radicular incompleto e periodonto em formação)
    • Incisivos centrais superiores
    • Meninos
  • AVULSÃO
    • TRATAMENTO:
    • Período e manipulação extra-alveolar
    • Estágio da formação radicular
    • Armazenamento do dente (soro fisiológico, leite, saliva, água potável)
  • AVULSÃO
    • TRATAMENTO:
    • Reimplante imediato (< 60’)
    • soro fisiológico, saliva e leite
    • Reimplante mediato (> 60’)
    • Meio seco
    • Não fazer o reimplante: pacientes com ápice aberto, intervalo > 60’, com lesões cariosas grandes
    • Meio seco
  • AVULSÃO
    • TRATAMENTO
    • Rizogênese incompleta :
    • Acompanhamento: 1 ano (geralmente ocorre a revascularização)
    • Necrose pulpar: hidróxido de cálcio até total formação da raiz
  • AVULSÃO
    • TRATAMENTO
    • Rizogênese completa :
    • Limpeza do alvéolo e raiz do dente (soro fisiológico) *suavemente
    • Contenção: 2 semanas
    • Tratamento endodôntico: na sessão da retirada da contenção
  • AVULSÃO REIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETA
  • AVULSÃO REIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETA
  • AVULSÃO REIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE COMPLETA
  • AVULSÃO REIMPLANTE DE UM DENTE COM RIZOGÊNESE INCOMPLETA
  • AVULSÃO REIMPLANTE COM LIGAMENTO PERIODONTAL NÃO VITAL
  • AVULSÃO REIMPLANTE COM LIGAMENTO PERIODONTAL NÃO VITAL
  • AVULSÃO
    • DENTIÇÃO DECÍDUA:
    • A reimplantação é contra-indicada (necrose pulpar), podendo atingir o germe do dente permanente
    • Exodontia
  • AVULSÃO
    • PROGNÓSTICO
    • Depende do período e do meio de armazenamento extra alveolar
    • Desfavorável acima de 60’ da avulsão (necrose do ligamento periodontal
    • Fazer o tratamento endodôntico antes de reimplantar
    • Profilaxia antibiótica e anti-tetânica
  • FRATURA DO OSSO ALVEOLAR
  • FRATURA DO PROCESSO ALVEOLAR
    • Envolve o osso alveolar com dois ou mais dentes
    • Radiografia: panorâmica e periapicais múltiplas
    • Incisivos inferiores
  • FRATURA DO PROCESSO ALVEOLAR
    • TRATAMENTO
    • Determinar o travamento apical (reposicionamento)
    • Contenção: 3 – 4 semanas
    • Monitorar a cicatrização pulpar dos dentes envolvidos
  • FRATURA DO PROCESSO ALVEOLAR TRATAMENTO DE UMA FRATURA ALVEOLAR
  • Fim